Questões de Concurso
Comentadas sobre otorrinolaringologia em medicina
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Com base nessa situação, julgue os itens a seguir.
Atualmente, há consenso de que a melhor modalidade terapêutica para a papilomatose laríngea é a exérese endoscópica com laser de CO2associada a injeção intralesional de cidofovir
Com base nessa situação, julgue os itens a seguir.
Durante a investigação de um caso de lesão granulomatosa da laringe, se a pesquisa de bacilo de Koch no escarro for positiva, acompanhada de raio X de tórax com alterações sugestivas de tuberculose pulmonar, não é necessária a realização da biópsia da laringe, e o tratamento medicamentoso deve ser imediatamente instituído.
Com base nessa situação, julgue os itens a seguir.
As hipóteses diagnósticas, nesse caso, podem incluir tanto lesões malignas quanto lesões benignas, como infecções bacterianas, fúngicas, parasitárias ou mesmo não infecciosas.
O câncer da nasofaringe está associado ao vírus Epstein-Barr e ao vírus herpes tipo 2.
As queixas mais frequentes dos indivíduos com carcinona na nasofaringe são a hipoacusia e a tumoração cervical.
O angiofibroma é o tumor benigno mais comum da nasofaringe, e os principais sinais sintomas são a obstrução nasal, a tumoração na nasofaringe e a epistaxe recorrente.
A rica rede linfática no tecido submucoso ao redor do hipofaringe forma um compartimento que impede a disseminação do carcinoma para os linfonodos adjacentes.
A otalgia referida nas doenças malignas da hipofaringe indica acometimento do nervo de Arnold, que é ramo do nervo vago.
A síndrome de Plummer-Vinson apresenta-se com disfagia, formação de membranas na hipofaringe e esôfago e anemia ferropriva.
O carcinoma espinocelular representa 20% dos tumores malignos que atingem a orofaringe.
O pilar amidaliano anterior e a amídala palatina são os locais mais comuns dos tumores malignos da orofaringe.
O linfangioma é uma lesão maligna caracterizada por proliferação de vasos linfáticos e sua ocorrência é rara na orofaringe.
Os fibroscópios usados nos procedimentos devem estar com os seus movimentos de angulação preservados ou, no máximo, com uma perda de 20%, quando comparados às características constantes no manual técnico do equipamento.
O tempo de jejum para sólidos, antes de procedimentos cirúrgicos da via aérea, deve ser de 8 a 10 horas
Micrognatia, macroglossia, glossoptose, espondilite anquilosante e laringe imóvel secundária à radioterapia são situações que podem comprometer o acesso à via aérea.
Pacientes com diabetes melito, hérnia de hiato, obesidade, refluxo gastresofágico e pacientes que tenham sido submetidos a cirurgias esofágica ou gástrica prévias têm maior chance de regurgitação e aspiração: .
Uma sala de exame de endoscopia digestiva e respiratória deve dispor, obrigatoriamente, de mesa de exame, equipamento de endoscopia, acessórios do equipamento de endoscopia, suporte para fluido intravenoso, oxímetro de pulso, ponto de oxigênio, aspirador portátil e ventilador pulmonar manual (ambu com reservatório)
A laringoscopia direta está indicada para avaliação e terapia de doenças dentro da laringe.
A broncoscopia rígida não tem utilidade para o estabelecimento de via aérea de emergência através da via peroral.
A esofagoscopia está contraindicada na presença de aneurisma da aorta torácica.