Questões de Concurso
Comentadas sobre ortopedia e traumatologia em medicina
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Coluna 1 1. Colágeno. 2. Condrócito. 3. Crescimento ósseo longitudinal. 4. Osteócito. 5. Fosfatase Alcalina.
Coluna 2 ( ) Matriz osteoide. ( ) Ossificação endocondral. ( ) Longa proteína linear. ( ) Substância inorgânica do osso. ( ) Matriz condral.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Um paciente de 22 anos, masculino, foi vítima de acidente de motocicleta (colisão com placa de trânsito), há mais ou menos 1 hora e 15 minutos, e chega ansioso à unidade de emergência (trazido pelos Bombeiros), descorado ++/4+, PA 85/50 mmHg, FC 126 bpm, FR 32 ipm, pulsos periféricos filiformes e enchimento capilar > 4 segundos. Ao exame físico, apresenta fratura do platô tibial esquerdo e fratura exposta do úmero direito com sangramento ativo.
Qual a perda volêmica estimada (em percentual e em mililitros) desse paciente?
( ) Os nódulos pulmonares podem ser subdivididos em micronódulos (medem até 5 mm), pequenos nódulos (medem entre 5 e 15 mm) e nódulos (medem entre 15 e 30 mm). ( ) O vidro fosco é definido como um aumento na atenuação pulmonar, obscurecendo os vasos subjacentes ou as margens brônquicas. ( ) A presença de nódulos centrolobulares pode indicar anormalidades alveolares, arteriolares ou intersticiais. ( ) As bandas parenquimatosas refletem a presença de fibrose pleuroparenquimatosa e costumam estar associadas a atelectasias ou doenças pulmonares fibrosantes.
Assinale a sequência correta.
( ) A presença de nível líquido no seio paranasal é patognomônica de rinossinusite aguda. ( ) A presença de bolhas de ar em cavidade paranasal pode ser observada na rinossinusite aguda. ( ) É possível a distinção de pólipo e cisto de retenção pela TC. ( ) Calcificações centrais e pequenas podem ser observadas na colonização fúngica do seio paranasal, diferenciando-se das calcificações periféricas e grosseiras da rinossinusite crônica.
Assinale a sequência correta.
( ) Fratura metafisária em “alça de balde” ou de “canto”, fratura de arcos posteriores de costelas, fratura de esterno, de escápula e de processos espinhosos são de alta especificidade para trauma não acidental. ( ) A presença de fraturas em diferentes estágios evolutivos é característica típica de suspeita de abuso infantil (trauma não acidental). ( ) Hemorragia subdural de densidade mista, hemorragia extradural, anormalidades subcorticais e hemorragia parenquimatosa são alguns dos achados tomográficos sugestivos de abuso físico infantil. ( ) Em menores de dois anos de idade vítimas de abuso, a Academia Americana de Pediatria recomenda a seguinte avaliação radiológica: anteroposterior e perfil do tórax e crânio, perfil de coluna, anteroposterior de pelve, ossos longos e pés e oblíquas de mãos (observação: não aceitar babygrama).
Assinale a sequência correta.