Questões de Concurso
Comentadas sobre farmacologia e anestesiologia em medicina
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João, 34 anos, procura atendimento na UBS relatando que, há um mês, teve a sua primeira crise convulsiva, o que o levou a buscar ajuda em um hospital. Na época, exames clínicos e laboratoriais, além de uma tomografia de crânio, descartaram causas agudas para o episódio. Foi então iniciado o uso de valproato em baixa dose (10 mg/kg/dia). Desde então, João não apresentou novos sintomas, e, no momento, o seu exame físico é normal.
Considerando a situação clínica de João e os protocolos do Ministério da Saúde, qual a conduta mais adequada?
Diante desse quadro de descompensação aguda da insuficiência cardíaca, qual é a melhor conduta?
Diante desse quadro, qual seria a conduta mais adequada para Ana?
Com base no quadro clínico apresentado, qual é o tratamento mais adequado para Joana?
Antes de iniciar a terapia, o médico, atencioso e responsável, realiza uma avaliação completa de Carla. Ela nega febre, sudorese noturna e sintomas respiratórios, mas relata dores abdominais difusas e diarreia crônica (cerca de 6 vezes ao dia) nos últimos 40 dias. O exame físico revela ruídos hidroaéreos aumentados e dor abdominal difusa à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. A radiografia de tórax não apresenta alterações, mas o teste IGRA (que detecta a infecção latente por tuberculose) é positivo.
Diante desse cenário, qual o tratamento mais adequado para Carla, antes de iniciar a terapia com anti-TNF?
Paciente I – É admitido em ambiente hospitalar para se submeter à colecistectomia videolaparoscópica eletiva, devido a episódios de cólica biliar. Encontra-se assintomático, no momento. É portador de hipertensão arterial e refere diagnóstico recente de diabetes mellitus, em uso regular de losartana e de metformina. Mantém bom controle pressórico e último exame de hemoglobina glicada está dentro da meta desejada.
Paciente II – É admitido por queda de altura com traumatismo cranioencefálico grave e fraturas em ambos os membros inferiores. Não possuía comorbidades previamente ao acidente. Noventa e seis horas depois da admissão, foi finalizado o protocolo de morte encefálica com posterior captação de órgãos para doação.
Na avaliação de riscos perioperatórios, de acordo com a classificação da Sociedade Americana de Anestesiologia (ASA), os pacientes I e II são classificados, respectivamente, como:
Em relação à analgesia regional dessa paciente, considerando que o parto será vaginal, pode-se afirmar que está