Questões de Concurso
Comentadas sobre alergia e imunologia em medicina
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Uma mulher de 45 anos procurou atendimento médico relatando que, há mais ou menos 3 semanas, passou a apresentar, de forma irregular, placas e pápulas eritematosas evanescentes disseminadas por todo o corpo. Na anamnese, a paciente informou que as lesões eram muito pruriginosas e que surgiam principalmente no final do dia, desaparecendo ora espontaneamente, ora com o uso de anti-histamínicos ou corticosteroide oral. Informou, ainda, que, nos últimos dias, por recomendação médica, não fez uso de qualquer tipo de medicamento além dos antialérgicos recomendados e que iniciou dieta de exclusão alimentar rigorosa, sem, contudo, obter qualquer melhora significativa. Em sua história, não havia relato de asma, rinossinusite, doenças infecciosas relevantes ou outras manifestações ligadas à atopia.
Os exames solicitados foram: hemograma completo, bioquímica do sangue, provas reumatológicas, fezes, urina (EAS e urinocultura) e provas de função tiroidiana, todos com resultados normais.
Com base nesse relato, a hipótese diagnóstica mais provável e o melhor tratamento para essa etapa inicial da doença são, respectivamente:
Um menino de 14 anos, morador do Rio de Janeiro, foi levado pelos pais à consulta com oftalmologista com a queixa de coceira, ardência, lacrimejamento e vermelhidão em ambos os olhos. Na anamnese, os pais informaram que, além dos sintomas oculares, o adolescente também apresentava história de crises diárias de espirros, prurido nasal, pele seca e pruriginosa. O exame oftalmológico evidenciou, em ambos os olhos, a presença de hiperemia conjuntival, edema palpebral e secreção não purulenta.
Um exame sorológico, realizado no paciente meses antes da consulta, revelou a presença de níveis elevados de IgE total, com IgE específicas também aumentadas para antígenos de ácaros, fungos do ar e epitélio de gato.
Com relação ao caso apresentado acima, além das medidas gerais, como o controle do ambiente e compressas d’água gelada nos olhos, a melhor forma de iniciar o tratamento desse paciente é com a prescrição de:
Durante tratamento de amidalite com amoxicilina, um adolescente apresentou placas urticariformes difusas, com necessidade de atendimento na emergência.
Após tratamento da urticária, a orientação correta é:
O medicamento homeopático adequado para tratar esse quadro clínico é:
O medicamento adequado a ser prescrito é:
O medicamento indicado para esse quadro agudizado é:
O medicamento episódico mais adequado a esse quadro agudo é:
A doença descrita acima é:
A principal hipótese diagnóstica nesse caso é:
Paciente de 5 anos dá entrada no pronto-socorro com quadro de urticária generalizada, angioedema bipalpebral, falta de ar e vômitos, iniciados minutos após ingestão acidental de amendoim, alimento ao qual é alérgica, segundo seus responsáveis. Seus parâmetros clínicos apontam para pressão arterial de 100/65 mmHg, oximetria 94%, e a ausculta pulmonar revela sibilância difusa.
O diagnóstico clínico e o respectivo manejo imediato são:
Lactente de 18 meses, sexo masculino e previamente hígido, há 6 semanas apresenta lesões eritemato--edematosas confluentes, disseminadas por todo corpo, pruriginosas, migratórias, indolores, que desaparecem à vitropressão. A criança foi amamentada ao seio de forma exclusiva até os 6 meses de idade e desde então vem recebendo fórmula infantil polimérica à base de leite de vaca. Não há relatos de outros problemas de saúde e sua caderneta de vacinação está atualizada. O quadro teve início cerca de 2 semanas após início das atividades escolares, e a família refere um episódio isolado de febre (38 ºC) dois dias antes do aparecimento das lesões. Em avaliação prévia, foram solicitados alguns exames de IgE específica que apontaram um valor de 1,31 kU/L (v.r < 0,35 kU/L) para leite de vaca e negativos para outros alimentos e aeroalérgenos.
Frente aos achados clínicos e laboratoriais, a melhor abordagem terapêutica seria:
Durante uma consulta de rotina, observa-se que o paciente, um menino de 6 anos de idade, mantém a cabeça debruçada sobre os braços em cima da mesa, demonstrando sonolência. Ao questionar sobre a qualidade do sono, a mãe relata que a criança tem um sono agitado por “não conseguir respirar direito” (sic). Além da obstrução nasal, apresenta espirros em salva diariamente, especialmente pela manhã, coriza aquosa “como se estivesse sempre resfriado” (sic) e um prurido nasal e ocular constante, que já dura há alguns meses. Ao exame físico, observa-se cornetos nasais hipertrofiados, mucosa pálida e edemaciada, com presença de secreção aquosa bilateral; palato em ogiva; opacificação de membranas timpânicas bilateralmente; sinal de Dennie-Morgan presente e importante hiperemia conjuntival. Ausculta pulmonar normal. Xerose cutânea exacerbada.
Considerando que é a primeira vez que essa criança é avaliada, assinale a alternativa que apresenta corretamente a linha de raciocínio imediata.
Com base na principal hipótese diagnóstica, a terapia que tem a maior chance de ser efetiva é