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Questões de Concurso Sobre matemática

Questões Discursivas

Foram encontradas 93.859 questões

Q3531309 Matemática

Eventualmente pode-se encontrar uma função de 1° grau a qual é dependente de outra função, também de 1° grau, como é o caso de m(v) = 2v + n(v) – 1. Considerando que n(v) = 3v – 2, qual das alternativas a seguir apresenta o resultado da expressão m(2) + m(1)?

Alternativas
Q3531307 Matemática

Em comemoração ao aniversário de inauguração de uma universidade, um artista plástico construiu um monumento, o qual deverá ser montado através da sobreposição de peças iguais. Sabe-se que o monumento de formato paralelepipédico, ao todo, terá volume de 2,16 m³. Considerando que cada peça terá formato cúbico com volume igual a 0,216 m³, qual será a altura desse monumento?

Alternativas
Q3531306 Matemática

Durante o desenvolvimento de um estudo, os envolvidos chegaram à conclusão de que a multiplicação das matrizes abaixo encontradas resultaria em uma nova matriz, cuja soma dos termos que a compõe seria o índice procurado, o objetivo desse estudo.



Imagem associada para resolução da questão



Qual das alternativas apresenta o resultado desse índice buscado?


Alternativas
Q3531305 Matemática

Na região central de um bairro existe uma praça pública, a qual passará por uma grande reforma, sendo necessário colocar uma barreira (tapumes) para impedir que os transeuntes acessem a área. A praça possui o formato abaixo demonstrado.



Imagem associada para resolução da questão



Considere que sua região quadrada tem 21 metros de comprimento de lado, e que o cateto da região triangular que não possui essa medida, mede 28 metros de comprimento. Nesse sentido, quantos metros de barreira serão necessários ser colocados nessa praça? (Considere que a linha pontilhada não existe, apenas auxilia na compreensão do formato da praça).

Alternativas
Q3531304 Matemática

Observe atentamente as três sequências numéricas a seguir e analise as assertivas acerca delas:



1, 4, 7, 10, 13, 16, 19, 22...

1, -3, 9, -27, 81, -243...

2, 4, 8, 16, 32, 64, 128...



I. Pode-se afirmar que a soma entre o número que representa a razão da primeira sequência e o que representa a razão da terceira sequência é o número que representa a razão da segunda sequência.


II. Enquanto uma das sequências é compreendida como uma progressão geométrica, as outras duas sequências são compreendidas como progressões aritméticas.



Acerca das assertivas, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3531303 Matemática

Um jovem estava se preparando para uma avaliação de matemática, na qual seriam cobradas operações matemáticas. Após estudar as básicas, como adição e multiplicação, o jovem iniciou seu estudo acerca da potenciação. No livro didático que estava utilizando, encontrou o seguinte desafio:



(44/2) 1/2



Para que o jovem acertasse o desafio proposto no livro didático, ele deveria indicar que a resposta adequada é: 

Alternativas
Q3531302 Matemática

Antes de uma rede de supermercados construir uma nova instalação em uma cidade, realiza uma série de pesquisas de forma a compreender a realidade da população e os segmentos que mais seriam interessantes. Nesse sentido, foi perguntado a alguns cidadãos “Das opções abaixo, o que você considera melhor em um supermercado?”, e cada um tinha de dar uma nota de 0 a 10 para cada uma das respostas, como no caso de um cidadão específico: 



Imagem associada para resolução da questão



Qual das alternativas apresenta a média aritmética das notas desse cidadão?

Alternativas
Q3530817 Matemática
Um produtor de café tem 1236 sacas em seu armazém e precisa transportá-las até o local onde ele será torrado, mas o seu carro só pode levar 50 sacas de cada vez. Quantas viagens ele dará para levar todas as sacas?
Alternativas
Q3530816 Matemática
Um comerciante comprou 4 caixas, com 50 caixinhas, onde tem 60 embalagens de pilha, com 4 pilhas em cada embalagem. Quantas pilhas ele comprou?
Alternativas
Q3530815 Matemática
José está projetando uma casa e precisa dividir a largura do terreno, que é de 15,48 metros, em 3 partes iguais. Quanto medirá cada parte?
Alternativas
Q3530814 Matemática
Uma receita de bolo diz que a quantidade de leite usada deve ser o triplo da quantidade de açúcar. Então, se fizermos um bolo com 3/4 xícara de açúcar, quanto usaremos de leite?
Alternativas
Q3530813 Matemática

Lucas tem um dado com os números 1, 2, 3 , - 1, - 2, - 3 nas faces. Um dia, Lucas e Pedro estavam brincando de jogar o dado três vezes, para ver quem faria a maior pontuação, ao todo. As três jogadas tiveram os seguintes resultados:



Lucas ( - 1, 3, - 1)


Pedro ( 3, - 2, 1)



Quem foi o vencedor e quantos pontos ele fez?

Alternativas
Q3530812 Matemática
Leo e Luiz estavam estudando os números e suas características, então Leo disse ao amigo que a sua idade era um número composto e a do amigo não. Qual das alternativas abaixo traz a idade de Leo?
Alternativas
Q3530811 Matemática
Juliana saiu de casa às 8h25min e normalmente gasta 40 minutos para chegar ao trabalho, mas nesse dia parou na casa de sua avó e atrasou 35 minutos. Que horas ela chegou ao seu local de trabalho?
Alternativas
Q3530810 Matemática
Ao projetar um pequeno auditório, o arquiteto precisa alocar 52 cadeiras, formando filas e colunas. Qual das alternativas abaixo indica uma possibilidade de distribuição que ele pode usar?
Alternativas
Q3530808 Matemática
 A prefeitura da cidade de Vila Nova construiu uma ponte que tem 1,4 km de comprimento, com uma pilastra no começo, uma no fim e outras 13 dividindo o trajeto em espaços com a mesma medida. Quanto mede cada espaço deixado entre duas pilastras?
Alternativas
Q3530796 Matemática
Escolas do futuro são escolas 'low tech'


Materiais físicos impulsionam habilidades motoras, criatividade e imaginação

2. mai. 2024 | José Ruy Lozano

     Chamou a atenção da imprensa, no ano passado, o fato de que o sistema público¹ de educação da Suécia decidiu voltar a usar livros e cadernos físicos², como material didático obrigatório, no lugar de tablets e lap tops. As razões apresentadas pelos suecos3 são várias, mas passam pela aprendizagem da leitura e pela manutenção da capacidade de concentração dos estudantes4. Em ambos os casos, os materiais físicos apresentam resultados muito melhores.

    Os escandinavos não estão sozinhos. Já forma uma longa fileira a lista de países desenvolvidos que                           [vem/vêm] progressivamente abandonando equipamentos digitais e retornando ao papel e à caneta. As autoridades educacionais desses países baseiam-se em pesquisas científicas recorrentes, que apontam não só a melhoria do rendimento acadêmico como também o desenvolvimento mais adequado de habilidades motoras e o impulso à criatividade e à imaginação, sempre mais bem estimuladas pelo uso de materiais físicos nas escolas.

   Não há que se imaginar a escola contemporânea totalmente desconectada do mundo digital. Evidentemente, salas de aulas com computador e conexão à internet, que permitam a exibição de materiais visuais diversos, além de espaços com equipamentos digitais para pesquisa online, mostram-se indispensáveis no mundo de hoje. A tecnologia digital, no entanto, não é fetiche ou panaceia. Ela não só não é capaz de solucionar problemas, como, por vezes, termina por ampliá-los.

   Jonathan Haidt, professor da Universidade de Nova York, publicou dados alarmantes em seu novo livro, "The Anxious Generation" ("A Geração Ansiosa"), que aborda a deterioração da saúde mental de crianças e adolescentes a partir de 2010. Quadros de depressão, ansiedade, automutilação e suicídio                           [tem/têm] aumentado dramaticamente desde então. Não à toa, é justamente a partir de 2010 que se dá a generalização do uso das redes sociais, notadamente o Instagram, difundindo-se entre os mais jovens.

   Ao largo das pressões negativas do mundo virtual, que captura a atenção dos mais jovens, corrói sua capacidade de concentração e os transforma em objetos manipulados por algoritmos, educadores                 [tem/têm] reiterado a necessidade da redescoberta das relações de proximidade e do mundo físico. Nas mais renomadas escolas do Vale do Silício, na Califórnia, onde estudam os filhos dos executivos das grandes corporações mundiais de tecnologia, há poucas telas de LED e muitas ferramentas. No lugar do computador, lápis e caneta, mas também martelo, chave de fenda, pincel. A educação "mão na massa", com objetos e materiais físicos, predomina em relação a dispositivos eletrônicos.

   Diante da revolução representada pelo Big Data e pelas inteligências artificiais, devemos nos manter firmes como educadores que visam produzir conhecimento, não apenas reproduzir o que está armazenado nas bases de dados de governos e de empresas. Afinal, a educação não é apenas dar acesso a informações, mas principalmente fazer refletir e questionar a partir das informações que acessamos.


José Ruy Lozano - Sociólogo e educador, é autor de livros didáticos e membro da Comunidade Reinventando a Educação (Core).

LOZANO, José Ruy. Escolas do futuro são escolas 'low tech'. Folha de São Paulo, 02 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/05/escolasdo-futuro-sao-escolas-low-tech.shtml. Acesso em: 05 mai. 2024. Adaptado.
Leandro organizou seus livros por gêneros literários e percebeu que 1/4 do total era de aventura, 2/5 do total eram de suspense, 3/10 do total eram biografias e o restante eram clássicos. Que fração corresponde à diferença entre os livros de suspense e os livros de aventura?
Alternativas
Q3530794 Matemática
Escolas do futuro são escolas 'low tech'


Materiais físicos impulsionam habilidades motoras, criatividade e imaginação

2. mai. 2024 | José Ruy Lozano

     Chamou a atenção da imprensa, no ano passado, o fato de que o sistema público¹ de educação da Suécia decidiu voltar a usar livros e cadernos físicos², como material didático obrigatório, no lugar de tablets e lap tops. As razões apresentadas pelos suecos3 são várias, mas passam pela aprendizagem da leitura e pela manutenção da capacidade de concentração dos estudantes4. Em ambos os casos, os materiais físicos apresentam resultados muito melhores.

    Os escandinavos não estão sozinhos. Já forma uma longa fileira a lista de países desenvolvidos que                           [vem/vêm] progressivamente abandonando equipamentos digitais e retornando ao papel e à caneta. As autoridades educacionais desses países baseiam-se em pesquisas científicas recorrentes, que apontam não só a melhoria do rendimento acadêmico como também o desenvolvimento mais adequado de habilidades motoras e o impulso à criatividade e à imaginação, sempre mais bem estimuladas pelo uso de materiais físicos nas escolas.

   Não há que se imaginar a escola contemporânea totalmente desconectada do mundo digital. Evidentemente, salas de aulas com computador e conexão à internet, que permitam a exibição de materiais visuais diversos, além de espaços com equipamentos digitais para pesquisa online, mostram-se indispensáveis no mundo de hoje. A tecnologia digital, no entanto, não é fetiche ou panaceia. Ela não só não é capaz de solucionar problemas, como, por vezes, termina por ampliá-los.

   Jonathan Haidt, professor da Universidade de Nova York, publicou dados alarmantes em seu novo livro, "The Anxious Generation" ("A Geração Ansiosa"), que aborda a deterioração da saúde mental de crianças e adolescentes a partir de 2010. Quadros de depressão, ansiedade, automutilação e suicídio                           [tem/têm] aumentado dramaticamente desde então. Não à toa, é justamente a partir de 2010 que se dá a generalização do uso das redes sociais, notadamente o Instagram, difundindo-se entre os mais jovens.

   Ao largo das pressões negativas do mundo virtual, que captura a atenção dos mais jovens, corrói sua capacidade de concentração e os transforma em objetos manipulados por algoritmos, educadores                 [tem/têm] reiterado a necessidade da redescoberta das relações de proximidade e do mundo físico. Nas mais renomadas escolas do Vale do Silício, na Califórnia, onde estudam os filhos dos executivos das grandes corporações mundiais de tecnologia, há poucas telas de LED e muitas ferramentas. No lugar do computador, lápis e caneta, mas também martelo, chave de fenda, pincel. A educação "mão na massa", com objetos e materiais físicos, predomina em relação a dispositivos eletrônicos.

   Diante da revolução representada pelo Big Data e pelas inteligências artificiais, devemos nos manter firmes como educadores que visam produzir conhecimento, não apenas reproduzir o que está armazenado nas bases de dados de governos e de empresas. Afinal, a educação não é apenas dar acesso a informações, mas principalmente fazer refletir e questionar a partir das informações que acessamos.


José Ruy Lozano - Sociólogo e educador, é autor de livros didáticos e membro da Comunidade Reinventando a Educação (Core).

LOZANO, José Ruy. Escolas do futuro são escolas 'low tech'. Folha de São Paulo, 02 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/05/escolasdo-futuro-sao-escolas-low-tech.shtml. Acesso em: 05 mai. 2024. Adaptado.
0 triplo da metade de cinco mais dois quartos da quinta parte de dois equivale a:
Alternativas
Q3530793 Matemática
Escolas do futuro são escolas 'low tech'


Materiais físicos impulsionam habilidades motoras, criatividade e imaginação

2. mai. 2024 | José Ruy Lozano

     Chamou a atenção da imprensa, no ano passado, o fato de que o sistema público¹ de educação da Suécia decidiu voltar a usar livros e cadernos físicos², como material didático obrigatório, no lugar de tablets e lap tops. As razões apresentadas pelos suecos3 são várias, mas passam pela aprendizagem da leitura e pela manutenção da capacidade de concentração dos estudantes4. Em ambos os casos, os materiais físicos apresentam resultados muito melhores.

    Os escandinavos não estão sozinhos. Já forma uma longa fileira a lista de países desenvolvidos que                           [vem/vêm] progressivamente abandonando equipamentos digitais e retornando ao papel e à caneta. As autoridades educacionais desses países baseiam-se em pesquisas científicas recorrentes, que apontam não só a melhoria do rendimento acadêmico como também o desenvolvimento mais adequado de habilidades motoras e o impulso à criatividade e à imaginação, sempre mais bem estimuladas pelo uso de materiais físicos nas escolas.

   Não há que se imaginar a escola contemporânea totalmente desconectada do mundo digital. Evidentemente, salas de aulas com computador e conexão à internet, que permitam a exibição de materiais visuais diversos, além de espaços com equipamentos digitais para pesquisa online, mostram-se indispensáveis no mundo de hoje. A tecnologia digital, no entanto, não é fetiche ou panaceia. Ela não só não é capaz de solucionar problemas, como, por vezes, termina por ampliá-los.

   Jonathan Haidt, professor da Universidade de Nova York, publicou dados alarmantes em seu novo livro, "The Anxious Generation" ("A Geração Ansiosa"), que aborda a deterioração da saúde mental de crianças e adolescentes a partir de 2010. Quadros de depressão, ansiedade, automutilação e suicídio                           [tem/têm] aumentado dramaticamente desde então. Não à toa, é justamente a partir de 2010 que se dá a generalização do uso das redes sociais, notadamente o Instagram, difundindo-se entre os mais jovens.

   Ao largo das pressões negativas do mundo virtual, que captura a atenção dos mais jovens, corrói sua capacidade de concentração e os transforma em objetos manipulados por algoritmos, educadores                 [tem/têm] reiterado a necessidade da redescoberta das relações de proximidade e do mundo físico. Nas mais renomadas escolas do Vale do Silício, na Califórnia, onde estudam os filhos dos executivos das grandes corporações mundiais de tecnologia, há poucas telas de LED e muitas ferramentas. No lugar do computador, lápis e caneta, mas também martelo, chave de fenda, pincel. A educação "mão na massa", com objetos e materiais físicos, predomina em relação a dispositivos eletrônicos.

   Diante da revolução representada pelo Big Data e pelas inteligências artificiais, devemos nos manter firmes como educadores que visam produzir conhecimento, não apenas reproduzir o que está armazenado nas bases de dados de governos e de empresas. Afinal, a educação não é apenas dar acesso a informações, mas principalmente fazer refletir e questionar a partir das informações que acessamos.


José Ruy Lozano - Sociólogo e educador, é autor de livros didáticos e membro da Comunidade Reinventando a Educação (Core).

LOZANO, José Ruy. Escolas do futuro são escolas 'low tech'. Folha de São Paulo, 02 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/05/escolasdo-futuro-sao-escolas-low-tech.shtml. Acesso em: 05 mai. 2024. Adaptado.
Sabendo que A = 2,3 е В = 2А + 1,9, qual expressão representa A +B-1
Alternativas
Q3530789 Matemática
Escolas do futuro são escolas 'low tech'


Materiais físicos impulsionam habilidades motoras, criatividade e imaginação

2. mai. 2024 | José Ruy Lozano

     Chamou a atenção da imprensa, no ano passado, o fato de que o sistema público¹ de educação da Suécia decidiu voltar a usar livros e cadernos físicos², como material didático obrigatório, no lugar de tablets e lap tops. As razões apresentadas pelos suecos3 são várias, mas passam pela aprendizagem da leitura e pela manutenção da capacidade de concentração dos estudantes4. Em ambos os casos, os materiais físicos apresentam resultados muito melhores.

    Os escandinavos não estão sozinhos. Já forma uma longa fileira a lista de países desenvolvidos que                           [vem/vêm] progressivamente abandonando equipamentos digitais e retornando ao papel e à caneta. As autoridades educacionais desses países baseiam-se em pesquisas científicas recorrentes, que apontam não só a melhoria do rendimento acadêmico como também o desenvolvimento mais adequado de habilidades motoras e o impulso à criatividade e à imaginação, sempre mais bem estimuladas pelo uso de materiais físicos nas escolas.

   Não há que se imaginar a escola contemporânea totalmente desconectada do mundo digital. Evidentemente, salas de aulas com computador e conexão à internet, que permitam a exibição de materiais visuais diversos, além de espaços com equipamentos digitais para pesquisa online, mostram-se indispensáveis no mundo de hoje. A tecnologia digital, no entanto, não é fetiche ou panaceia. Ela não só não é capaz de solucionar problemas, como, por vezes, termina por ampliá-los.

   Jonathan Haidt, professor da Universidade de Nova York, publicou dados alarmantes em seu novo livro, "The Anxious Generation" ("A Geração Ansiosa"), que aborda a deterioração da saúde mental de crianças e adolescentes a partir de 2010. Quadros de depressão, ansiedade, automutilação e suicídio                           [tem/têm] aumentado dramaticamente desde então. Não à toa, é justamente a partir de 2010 que se dá a generalização do uso das redes sociais, notadamente o Instagram, difundindo-se entre os mais jovens.

   Ao largo das pressões negativas do mundo virtual, que captura a atenção dos mais jovens, corrói sua capacidade de concentração e os transforma em objetos manipulados por algoritmos, educadores                 [tem/têm] reiterado a necessidade da redescoberta das relações de proximidade e do mundo físico. Nas mais renomadas escolas do Vale do Silício, na Califórnia, onde estudam os filhos dos executivos das grandes corporações mundiais de tecnologia, há poucas telas de LED e muitas ferramentas. No lugar do computador, lápis e caneta, mas também martelo, chave de fenda, pincel. A educação "mão na massa", com objetos e materiais físicos, predomina em relação a dispositivos eletrônicos.

   Diante da revolução representada pelo Big Data e pelas inteligências artificiais, devemos nos manter firmes como educadores que visam produzir conhecimento, não apenas reproduzir o que está armazenado nas bases de dados de governos e de empresas. Afinal, a educação não é apenas dar acesso a informações, mas principalmente fazer refletir e questionar a partir das informações que acessamos.


José Ruy Lozano - Sociólogo e educador, é autor de livros didáticos e membro da Comunidade Reinventando a Educação (Core).

LOZANO, José Ruy. Escolas do futuro são escolas 'low tech'. Folha de São Paulo, 02 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/05/escolasdo-futuro-sao-escolas-low-tech.shtml. Acesso em: 05 mai. 2024. Adaptado.
A coleção de carrinhos que Jonas fez durante toda a infância e adolescência está guardada em três caixas dentro de um armário. Nesse fim de semana ele resolveu tirá-los das caixas e organizá-los em seu quarto. Sabe-se que nas caixas há 13, 15 e 17 carrinhos, respectivamente. Quantas opções Jonas tem para organizar os carrinhos em prateleiras, de forma que todas as prateleiras tenham a mesma quantidade de carrinhos, sem que haja apenas um carrinho por prateleira, e que ele utilize mais que uma prateleira na organização?
Alternativas
Respostas
21201: A
21202: C
21203: B
21204: A
21205: D
21206: D
21207: B
21208: B
21209: D
21210: A
21211: A
21212: B
21213: D
21214: A
21215: C
21216: A
21217: A
21218: B
21219: D
21220: B