Questões de Concurso Sobre o padrão ofício em redação oficial

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Q4430 Redação Oficial
Nas instituições de domínio público ou privado, circulam textos adequados às comunicações internas e externas. O texto a seguir constitui exemplo desse tipo de comunicação.
1  Senhor Diretor Alcides,

De acordo com seu Memo. n.º 42/05, indico a funcionária
Maria Guadalupe Moreira para assumir a função de
4  secretária dessa divisão.

Renovo os votos de apreço, ao mesmo tempo em que
coloco os serviços deste setor à disposição de V. S.ª.

7  Álvaro Fidélio de Abreu
Chefe do Departamento de Pessoal
São Luiz, 22 de maio de 2005

Com relação à correspondência oficial apresentada no texto acima, julgue os itens a seguir.

A expressão vocativa "Senhor Diretor Alcides" (R.1) atende às recomendações da correspondência oficial, cuja estrutura exige que seja especificado o cargo e o nome do destinatário.
Alternativas
Q4429 Redação Oficial
Nas instituições de domínio público ou privado, circulam textos adequados às comunicações internas e externas. O texto a seguir constitui exemplo desse tipo de comunicação.
1  Senhor Diretor Alcides,

De acordo com seu Memo. n.º 42/05, indico a funcionária
Maria Guadalupe Moreira para assumir a função de
4  secretária dessa divisão.

Renovo os votos de apreço, ao mesmo tempo em que
coloco os serviços deste setor à disposição de V. S.ª.

7  Álvaro Fidélio de Abreu
Chefe do Departamento de Pessoal
São Luiz, 22 de maio de 2005

Com relação à correspondência oficial apresentada no texto acima, julgue os itens a seguir.

Trata-se de um ofício, que é o documento adequado especificamente à comunicação interna de uma instituição.
Alternativas
Q4377 Redação Oficial
O memorando, por se tratar de um documento de comunicação interna no âmbito institucional, permite o uso de expressões da escrita cifrada, como vc em lugar de você, por exemplo.
Alternativas
Q350570 Redação Oficial
Paulo, agente administrativo lotado na Diretoria de Combate ao Crime Organizado (DCOR) do Departamento de Polícia Federal (DPF), foi incumbido, por seu superior, de redigir um ofício a ser enviado pela DCOR ao Procurador-Geral da República.

Em face da situação hipotética acima, julgue os itens que se seguem.

Ao redigir o ofício, Paulo deve empregar o pronome de tratamento Vossa Excelência para dirigir-se ao destinatário.
Alternativas
Q350568 Redação Oficial
Paulo, agente administrativo lotado na Diretoria de Combate ao Crime Organizado (DCOR) do Departamento de Polícia Federal (DPF), foi incumbido, por seu superior, de redigir um ofício a ser enviado pela DCOR ao Procurador-Geral da República.

Em face da situação hipotética acima, julgue os itens que se seguem.

Caso o ofício trate de um problema cuja solução dependa de providências por parte do destinatário do expediente, Paulo poderá optar por um dos seguintes fechos:

? Atenciosamente, aguarda solução para o caso.
? Respeitosamente, contando com vossa prestimosa colaboração para a solução do caso.
Alternativas
Q247042 Redação Oficial
O emprego da primeira pessoa do plural (L.1-8) justifica-se no artigo de opinião, mas exemplifica nível de formalidade incompatível com a redação de textos oficiais.
Alternativas
Q79593 Redação Oficial
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Julgue os seguintes itens, a respeito da organização das idéias no
texto acima.

Se o texto fizesse parte de um documento de redação oficial, como um relatório ou um ofício, por exemplo, os itens de enumeração deveriam ser alterados para redação sem enumeração, pois esse formato contraria as normas de redação dos padrões desses documentos.
Alternativas
Q5405 Redação Oficial
Texto I - itens de 1 a 20
Apostando na leitura
1 Se a chamada leitura do mundo se aprende por aí, na tal escola da vida, a leitura de livros carece de aprendizado mais
regular, que geralmente acontece na escola. Mas leitura, quer do mundo, quer de livros, só se aprende e se vivencia, de forma
plena, coletivamente, em troca contínua de experiências com os outros. É nesse intercâmbio de leituras que se refinam, se
4 reajustam e se redimensionam hipóteses de significado, ampliando constantemente a nossa compreensão dos outros, do mundo
e de nós mesmos. Da proibição de certos livros (cuja posse poderia ser punida com a fogueira) ao prestígio da Bíblia, sobre a qual
juram as testemunhas em júris de filmes norte-americanos, o livro, símbolo da leitura, ocupa lugar importante em nossa sociedade.
7 Foi o texto escrito, mais que o desenho, a oralidade ou o gesto, que o mundo ocidental elegeu como linguagem que cimenta a
cidadania, a sensibilidade, o imaginário. É ao texto escrito que se confiam as produções de ponta da ciência e da filosofia; é ele
que regula os direitos de um cidadão para com os outros, de todos para com o Estado e vice-versa. Pois a cidadania plena, em
10 sociedades como a nossa, só é possível - se e quando ela é possível - para leitores. Por isso, a escola é direito de todos e dever
do Estado: uma escola competente, como precisam ser os leitores que ela precisa formar. Daí, talvez, o susto com que se observa
qualquer declínio na prática de leitura, principalmente dos jovens, observação imediatamente transformada em diagnóstico de
13 uma crise da leitura, geralmente encarada como anúncio do apocalipse, da derrocada da cultura e da civilização. Que os jovens
não gostem de ler, que lêem mal ou lêem pouco é um refrão antigo, que de salas de professores e congressos de educação ressoa
pelo país afora. Em tempo de vestibular, o susto é transportado para a imprensa e, ao começo de cada ano letivo, a terapêutica
16 parece chegar à escola, na oferta de coleções de livros infantis, juvenis e paradidáticos, que apregoam vender, com a história que
contam, o gosto pela leitura. Talvez, assim, pacifique corações saber que desde sempre - isto é, desde que se inventaram livros
e alunos - se reclama da leitura dos jovens, do declínio do bom gosto, da bancarrota das belas letras! Basta dizer que Quintiliano,
19 mestre-escola romano, acrescentou a seu livro uma pequena antologia de textos literários, para garantir um mínimo de leitura aos
estudantes de retórica. No século I da era cristã! Estamos, portanto, em boa companhia. E temos, de troco, uma boa sugestão: se
cada leitor preocupado com a leitura do próximo, sobretudo leitores-professores, montar sua própria biblioteca e sua antologia
22 e contagiar por elas outros leitores, sobretudo leitores-alunos, por certo a prática de leitura na comunidade representada por tal
círculo de pessoas terá um sentido mais vivo. E a vida será melhor, iluminada pela leitura solidária de histórias, de contos, de
poemas, de romances, de crônicas e do que mais falar a nossos corações de leitores que, em tarefa de amor e paciência, apostam
25 no aprendizado social da leitura.

Marisa Lajolo. Folha de S. Paulo, 19/9/1993 (com adaptações).

A partir do texto I e a respeito de redação e correspondência
oficial, julgue os itens a seguir.
O último período do texto, por conter várias marcas de
subjetividade e o ponto de vista do autor, não é pertinente
para representar idéias do subscritor de um ofício-circular
ou de uma portaria.
Alternativas
Q5403 Redação Oficial
Texto I - itens de 1 a 20
Apostando na leitura
1 Se a chamada leitura do mundo se aprende por aí, na tal escola da vida, a leitura de livros carece de aprendizado mais
regular, que geralmente acontece na escola. Mas leitura, quer do mundo, quer de livros, só se aprende e se vivencia, de forma
plena, coletivamente, em troca contínua de experiências com os outros. É nesse intercâmbio de leituras que se refinam, se
4 reajustam e se redimensionam hipóteses de significado, ampliando constantemente a nossa compreensão dos outros, do mundo
e de nós mesmos. Da proibição de certos livros (cuja posse poderia ser punida com a fogueira) ao prestígio da Bíblia, sobre a qual
juram as testemunhas em júris de filmes norte-americanos, o livro, símbolo da leitura, ocupa lugar importante em nossa sociedade.
7 Foi o texto escrito, mais que o desenho, a oralidade ou o gesto, que o mundo ocidental elegeu como linguagem que cimenta a
cidadania, a sensibilidade, o imaginário. É ao texto escrito que se confiam as produções de ponta da ciência e da filosofia; é ele
que regula os direitos de um cidadão para com os outros, de todos para com o Estado e vice-versa. Pois a cidadania plena, em
10 sociedades como a nossa, só é possível - se e quando ela é possível - para leitores. Por isso, a escola é direito de todos e dever
do Estado: uma escola competente, como precisam ser os leitores que ela precisa formar. Daí, talvez, o susto com que se observa
qualquer declínio na prática de leitura, principalmente dos jovens, observação imediatamente transformada em diagnóstico de
13 uma crise da leitura, geralmente encarada como anúncio do apocalipse, da derrocada da cultura e da civilização. Que os jovens
não gostem de ler, que lêem mal ou lêem pouco é um refrão antigo, que de salas de professores e congressos de educação ressoa
pelo país afora. Em tempo de vestibular, o susto é transportado para a imprensa e, ao começo de cada ano letivo, a terapêutica
16 parece chegar à escola, na oferta de coleções de livros infantis, juvenis e paradidáticos, que apregoam vender, com a história que
contam, o gosto pela leitura. Talvez, assim, pacifique corações saber que desde sempre - isto é, desde que se inventaram livros
e alunos - se reclama da leitura dos jovens, do declínio do bom gosto, da bancarrota das belas letras! Basta dizer que Quintiliano,
19 mestre-escola romano, acrescentou a seu livro uma pequena antologia de textos literários, para garantir um mínimo de leitura aos
estudantes de retórica. No século I da era cristã! Estamos, portanto, em boa companhia. E temos, de troco, uma boa sugestão: se
cada leitor preocupado com a leitura do próximo, sobretudo leitores-professores, montar sua própria biblioteca e sua antologia
22 e contagiar por elas outros leitores, sobretudo leitores-alunos, por certo a prática de leitura na comunidade representada por tal
círculo de pessoas terá um sentido mais vivo. E a vida será melhor, iluminada pela leitura solidária de histórias, de contos, de
poemas, de romances, de crônicas e do que mais falar a nossos corações de leitores que, em tarefa de amor e paciência, apostam
25 no aprendizado social da leitura.

Marisa Lajolo. Folha de S. Paulo, 19/9/1993 (com adaptações).

A partir do texto I e a respeito de redação e correspondência
oficial, julgue os itens a seguir.
A passagem "Foi o texto escrito, mais que o desenho, a
oralidade ou o gesto, que o mundo ocidental elegeu como
linguagem que cimenta a cidadania, a sensibilidade, o
imaginário" (l.7-8) pode constar em um relatório técnico,
justificando a antiguidade do tema tratado.
Alternativas
Q4631 Redação Oficial
1    No que diz respeito à esfera política, a
     democratização se coloca em vários planos e tem como
     exigência primordial o reconhecimento dos diversos sujeitos
4   e das causas que defendem. Esse reconhecimento está
     diretamente ligado à ruptura com a tradição conservadora,
     cuja visão política hierarquiza as formas de participação e
7   não reconhece os vários campos de conflitos e contradições
     sociais presentes na sociedade.

Maria Betânia Ávila.
Democracia radical em foco.
Internet: . Acesso em 16/7/2004 (com adaptações).

Julgue os itens subseqüentes, relativos ao texto acima.
Pelas características de clareza, objetividade, impessoalidade da linguagem e respeito às regras do padrão culto da língua portuguesa, esse texto poderia fazer parte de um documento oficial.
Alternativas
Q3939 Redação Oficial
A respeito do texto I, julgue os itens a seguir.

Pelo tema, impessoalidade e clareza, o texto poderia constituir parte de um documento oficial - como, por exemplo, um relatório ou um parecer -, mas o emprego das aspas lhe confere uma coloquialidade que o torna inadequado às normas da redação oficial.
Alternativas
Q1636747 Redação Oficial

Governo do Estado do Amazonas

Defensoria Pública do Estado do Amazonas

Of. n.º 125/2003/SG

Manaus, 5 de outubro de 2003.


A Sua Excelência o Senhor

Deputado Jaime da Luz,

Câmara dos Deputados

70160-900 - Brasília - DF


Assunto: Demarcação de terras indígenas


       Senhor Deputado,  

       Informo a Vossa Excelência que as medidas tomadas em favor da demarcação das terras indígenas estão amparadas pelo procedimento administrativo consuetudinário, com amparo legal e tendo em vista os princípios éticos, conforme reza a moral e os bons costumes.

        Reforço que a demarcação de terras indígenas deve ser precedida de estudos e levantamentos técnicos que atendam ao disposto no art. 231, § 1.º , da Constituição Federal, os quais devem incluir os aspectos etno-históricos, sociológicos, cartográficos e fundiários. O exame deste último aspecto deve ser feito conjuntamente com o órgão federal ou estadual competente.

        Sendo o que nos traz no momento, reiteramos nossas saudações.

        Atenciosamente

Marina Severina Nordestina

Secretária Geral

A partir das informações contidas no documento acima, julgue o item subseqüente.


O fecho dessa correspondência, adequadamente redigido e localizado, serve também para fechamento dos expedientes denominados memorando e requerimento.

Alternativas
Q1636744 Redação Oficial

Governo do Estado do Amazonas

Defensoria Pública do Estado do Amazonas

Of. n.º 125/2003/SG

Manaus, 5 de outubro de 2003.


A Sua Excelência o Senhor

Deputado Jaime da Luz,

Câmara dos Deputados

70160-900 - Brasília - DF


Assunto: Demarcação de terras indígenas


       Senhor Deputado,  

       Informo a Vossa Excelência que as medidas tomadas em favor da demarcação das terras indígenas estão amparadas pelo procedimento administrativo consuetudinário, com amparo legal e tendo em vista os princípios éticos, conforme reza a moral e os bons costumes.

        Reforço que a demarcação de terras indígenas deve ser precedida de estudos e levantamentos técnicos que atendam ao disposto no art. 231, § 1.º , da Constituição Federal, os quais devem incluir os aspectos etno-históricos, sociológicos, cartográficos e fundiários. O exame deste último aspecto deve ser feito conjuntamente com o órgão federal ou estadual competente.

        Sendo o que nos traz no momento, reiteramos nossas saudações.

        Atenciosamente

Marina Severina Nordestina

Secretária Geral

A partir das informações contidas no documento acima, julgue o item subseqüente.


Esse documento, com a data corretamente redigida e localizada, é o centésimo vigésimo quinto ofício expedido pelo órgão supracitado, sob a responsabilidade da secretaria geral.

Alternativas
Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IBAMA
Q1228519 Redação Oficial
Uma organização não-governamental, militante em favor do combate à fome e da melhor distribuição de renda, em atuação desde a Campanha do Betinho, entusiasmada com o conteúdo do pronunciamento presidencial na 58.a Assembléia Geral da ONU, dispõe-se a manifestar seu apoio por escrito ao presidente Lula.

Com base nessa situação hipotética e nos princípios de redação oficial, julgue o seguinte item.
Para o encaminhamento do texto dos manifestantes, um ofício deverá ser expedido, indicando os dados completos do documento (tipo, data, signatários e assunto) e a razão por que está sendo enviado.
Alternativas
Q456115 Redação Oficial
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De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, a redação  oficial deve caracterizar-se por impessoalidade, uso de padrão culto da linguagem,  clareza, concisão, formalidade e uniformidade. Em face dessa caracterização e do  fragmento de texto oficial acima, julgue o  item que se segue.
O texto não obedece às características de formalidade e de impessoalidade que devem nortear toda correspondência oficial para que esta adquira uniformidade.
Alternativas
Q456108 Redação Oficial
O  item  abaixo identifica possíveis inícios ou fechos de textos de caráter oficial.  Em cada um deles, julgue se há correspondência correta entre a identificação do  tipo de texto e o respectivo trecho dentro do quadro.
Início de memorando:
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Alternativas
Respostas
1921: E
1922: E
1923: E
1924: C
1925: E
1926: E
1927: E
1928: C
1929: C
1930: C
1931: E
1932: E
1933: C
1934: C
1935: C
1936: E