Questões de Concurso Comentadas sobre manual de redação da presidência da república em redação oficial

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Q2101827 Redação Oficial
Segundo o Manual de Redação da Presidência da República (2018), entre as características fundamentais da redação oficial estão: 
I. Regionalismo e neologismo. II. Clareza e precisão. III. Impessoalidade. IV. Formalidade e padronização.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q2089655 Redação Oficial
O Manual de Redação da Presidência da República é uma diretriz, de cunho oficial, que norteia regras e técnicas da língua portuguesa utilizada na construção da literatura redacional dos atos oficiais e do processo legislativo da Presidência da República Federativa do Brasil. Atualmente, se encontra em sua terceira edição. Considerando tal manual, tradicionalmente, o emprego dos pronomes de tratamento adota a segunda pessoa do plural, de maneira indireta, para referenciar atributos da pessoa à qual se dirige. Na redação oficial, é necessário atenção para o uso dos pronomes de tratamento em três momentos distintos: no endereçamento; no vocativo; e, no corpo do texto. No vocativo, o autor se dirige ao destinatário no início do documento. No corpo do texto, pode-se empregar os pronomes de tratamento em sua forma abreviada ou por extenso. O endereçamento é o texto utilizado no envelope que contém a correspondência oficial. Quanto ao uso dos pronomes de tratamento em texto oficial, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2086337 Redação Oficial
A mente aceita só aquilo em que acredita, dizem cientistas

     Narciso acha feio o que não é espelho, canta Caetano Veloso em Sampa. Contudo, não foi em São Paulo, mas em Londres, na década de 1960, que o psicólogo Peter Wason deu o nome de “viés de confirmação” para o mecanismo que induz a mente a aceitar as informações que sustentam as próprias crenças, em vez de questionar e ter abertura para analisar outros tipos de informação.
    A ideia de uma mente racional, a serviço de apreender a realidade tal qual ela é, seguiu sendo desacreditada na década seguinte. Em 1979, foi realizado um estudo na Universidade Stanford, nos Estados Unidos, com estudantes universitários que tinham opiniões opostas sobre a pena de morte. Com base em dois artigos falsos – um que argumentava a favor e outro contra a pena de morte –, os estudantes apoiaram justamente aquele artigo que confirmava sua crença original. O estudo mostrou que ter as certezas contestadas serviu apenas como reforço para as próprias convicções.
     “Cada vez mais o monitor do nosso computador é uma espécie de espelho que reflete nossos próprios interesses, baseando-se na análise de nossos cliques feita por observadores algorítmicos”, escreve o ativista Eli Pariser no livro “O Filtro Invisível: O Que a Internet Está Escondendo de Você”.
     Ao mapear as preferências do usuário, o algoritmo forma as chamadas bolhas, delimitando as respostas de acordo com seus gostos. Isso gera uma autossatisfação viciante que pode isolar o indivíduo num sistema de conhecimento unilateral, reforçando sua visão em vez de expandi-la, assim como acontece com o viés de confirmação.
     Mais do que as bolhas, existem ainda as câmaras de eco, que recebem a contribuição dos usuários para manter o alinhamento das crenças. “Quando recebe algum posicionamento diferente, além de ser ferrenhamente contrário a ele, o usuário exclui pessoas e conteúdos que divergem de si”, explica Sérgio. “Não é apenas o algoritmo que está criando a bolha, mas os usuários ativamente estão construindo esses espaços fechados.” O constante reforço da própria opinião, evitando ter valores e crenças questionados, é abertura para a desinformação e para as fake news.
     “O mundo é extremamente complexo hoje em dia. Nós temos muita dificuldade de enxergar e compreender a dimensão das várias camadas das coisas que acontecem e, de certo modo, na câmara de eco há uma simplificação do mundo a partir do que previamente eu já entendo, compreendo e creio. Eu faço o mundo caber na minha crença”, considera Sérgio.
     A neurocientista Claudia Feitosa-Santana traz um contraponto, lembrando que fazemos parte de grupos diversos, como veganos ou petlovers. “Nós não estamos todos exatamente dentro das mesmas bolhas. Nós temos muitos grupos e é isso que confere estabilidade para a nossa sociedade.” 
     A falta de tempo, de conhecimento e de fontes confiáveis para filtrar a enxurrada de informações que recebemos pode colocar também a ciência no balaio do descrédito. Amanda Moura de Sousa, pesquisadora na Universidade Federal do Rio de Janeiro, vem estudando a desinformação na área da saúde e a infodemia, o enorme fluxo de informações que invade a internet, diante da pandemia de Covid-19. “Para economizar o esforço de tentar lidar com algum fato, às vezes a gente precisa recorrer às nossas crenças, só que essas crenças podem levar para um caminho não muito saudável, que é eliminar a dúvida e se focar na certeza que você já tem”, diz a especialista em ciência da informação.
     Ela lembra de mensagens que circulavam no início da pandemia, dizendo que os laboratórios não tinham avançado suficientemente em seus estudos e usavam as pessoas como cobaias na aplicação de vacinas. Mais de 71% das mensagens falsas naquele período circulavam pelo WhatsApp, segundo análise do aplicativo “Eu Fiscalizo”, desenvolvido por pesquisadoras da Fiocruz. “Pela relação de desconfiança que as pessoas muitas vezes têm com os cientistas ou com o próprio fazer da ciência, que às vezes escapa à compreensão delas, elas acabam aderindo à desinformação sem buscar outra fonte”, afirma Amanda. Segundo a autora, é tendência da mente enfatizar um pequeno risco, fortalecendo, assim, as próprias crenças. “Recusar-se a vacinar uma criança é um exemplo disso: aqueles que têm medo da imunização exageram o pequeno risco de um efeito colateral e subestimam a devastação que ocorre durante uma epidemia de sarampo ou apenas o quão letal a coqueluche pode ser”, escreve.
     Se a ciência é vista muitas vezes de forma distorcida, o próprio fazer científico não está imune ao viés de confirmação – simplesmente porque cientistas são também humanos. O antídoto para o problema seria, segundo os próprios cientistas, ter uma boa formação acadêmica, buscar fontes diversificadas, manter o espírito aberto para pontos de vista diferentes, desenvolver o pensamento crítico e a criatividade.
     Charles Peirce, filósofo e pedagogo americano nascido em 1839, afirmava que só a dúvida leva ao conhecimento e, para chegar a ele, passamos por uma alternância entre o desconforto da dúvida e a segurança da crença. Os métodos de fixação da crença listados por Peirce incluem apego, imposição, gostos e também, mas não apenas, o método científico.
     Apesar das bolhas, grupos, e algoritmos, não há o que unifique a experiência humana. “A maneira como nos sentimos nunca se repete no tempo e jamais é igual à forma como outra pessoa se sente”, escreve Claudia Feitosa-Santana no livro “Eu Controlo Como Me Sinto”. “E os filósofos já sabiam disso havia muito tempo. Na Grécia Antiga, Heráclito, um dos pensadores mais antigos que conhecemos, afirmou o seguinte: ‘Não podemos nos banhar no mesmo rio duas vezes’.”
(ZANON, Sibélia. A mente aceita só aquilo em que acredita, dizem cientistas. Estadão, 2023. Disponível em: https://www.estadao.com.br/alias/a-mente-aceita-so-aquilo-em-queacredita-dizem-cientistas/ Acesso em: 25/01/2023. Adaptado.)  
Segundo o Manual de Redação Oficial da Presidência da República (2018), a redação dos atos normativos e dos expedientes oficiais requer o uso do padrão culto do idioma. Assinale a passagem do texto que NÃO poderia constar em um documento oficial por apresentar termo(s) informal(is) e/ou regional(is).
Alternativas
Q2086332 Redação Oficial
A mente aceita só aquilo em que acredita, dizem cientistas

     Narciso acha feio o que não é espelho, canta Caetano Veloso em Sampa. Contudo, não foi em São Paulo, mas em Londres, na década de 1960, que o psicólogo Peter Wason deu o nome de “viés de confirmação” para o mecanismo que induz a mente a aceitar as informações que sustentam as próprias crenças, em vez de questionar e ter abertura para analisar outros tipos de informação.
    A ideia de uma mente racional, a serviço de apreender a realidade tal qual ela é, seguiu sendo desacreditada na década seguinte. Em 1979, foi realizado um estudo na Universidade Stanford, nos Estados Unidos, com estudantes universitários que tinham opiniões opostas sobre a pena de morte. Com base em dois artigos falsos – um que argumentava a favor e outro contra a pena de morte –, os estudantes apoiaram justamente aquele artigo que confirmava sua crença original. O estudo mostrou que ter as certezas contestadas serviu apenas como reforço para as próprias convicções.
     “Cada vez mais o monitor do nosso computador é uma espécie de espelho que reflete nossos próprios interesses, baseando-se na análise de nossos cliques feita por observadores algorítmicos”, escreve o ativista Eli Pariser no livro “O Filtro Invisível: O Que a Internet Está Escondendo de Você”.
     Ao mapear as preferências do usuário, o algoritmo forma as chamadas bolhas, delimitando as respostas de acordo com seus gostos. Isso gera uma autossatisfação viciante que pode isolar o indivíduo num sistema de conhecimento unilateral, reforçando sua visão em vez de expandi-la, assim como acontece com o viés de confirmação.
     Mais do que as bolhas, existem ainda as câmaras de eco, que recebem a contribuição dos usuários para manter o alinhamento das crenças. “Quando recebe algum posicionamento diferente, além de ser ferrenhamente contrário a ele, o usuário exclui pessoas e conteúdos que divergem de si”, explica Sérgio. “Não é apenas o algoritmo que está criando a bolha, mas os usuários ativamente estão construindo esses espaços fechados.” O constante reforço da própria opinião, evitando ter valores e crenças questionados, é abertura para a desinformação e para as fake news.
     “O mundo é extremamente complexo hoje em dia. Nós temos muita dificuldade de enxergar e compreender a dimensão das várias camadas das coisas que acontecem e, de certo modo, na câmara de eco há uma simplificação do mundo a partir do que previamente eu já entendo, compreendo e creio. Eu faço o mundo caber na minha crença”, considera Sérgio.
     A neurocientista Claudia Feitosa-Santana traz um contraponto, lembrando que fazemos parte de grupos diversos, como veganos ou petlovers. “Nós não estamos todos exatamente dentro das mesmas bolhas. Nós temos muitos grupos e é isso que confere estabilidade para a nossa sociedade.” 
     A falta de tempo, de conhecimento e de fontes confiáveis para filtrar a enxurrada de informações que recebemos pode colocar também a ciência no balaio do descrédito. Amanda Moura de Sousa, pesquisadora na Universidade Federal do Rio de Janeiro, vem estudando a desinformação na área da saúde e a infodemia, o enorme fluxo de informações que invade a internet, diante da pandemia de Covid-19. “Para economizar o esforço de tentar lidar com algum fato, às vezes a gente precisa recorrer às nossas crenças, só que essas crenças podem levar para um caminho não muito saudável, que é eliminar a dúvida e se focar na certeza que você já tem”, diz a especialista em ciência da informação.
     Ela lembra de mensagens que circulavam no início da pandemia, dizendo que os laboratórios não tinham avançado suficientemente em seus estudos e usavam as pessoas como cobaias na aplicação de vacinas. Mais de 71% das mensagens falsas naquele período circulavam pelo WhatsApp, segundo análise do aplicativo “Eu Fiscalizo”, desenvolvido por pesquisadoras da Fiocruz. “Pela relação de desconfiança que as pessoas muitas vezes têm com os cientistas ou com o próprio fazer da ciência, que às vezes escapa à compreensão delas, elas acabam aderindo à desinformação sem buscar outra fonte”, afirma Amanda. Segundo a autora, é tendência da mente enfatizar um pequeno risco, fortalecendo, assim, as próprias crenças. “Recusar-se a vacinar uma criança é um exemplo disso: aqueles que têm medo da imunização exageram o pequeno risco de um efeito colateral e subestimam a devastação que ocorre durante uma epidemia de sarampo ou apenas o quão letal a coqueluche pode ser”, escreve.
     Se a ciência é vista muitas vezes de forma distorcida, o próprio fazer científico não está imune ao viés de confirmação – simplesmente porque cientistas são também humanos. O antídoto para o problema seria, segundo os próprios cientistas, ter uma boa formação acadêmica, buscar fontes diversificadas, manter o espírito aberto para pontos de vista diferentes, desenvolver o pensamento crítico e a criatividade.
     Charles Peirce, filósofo e pedagogo americano nascido em 1839, afirmava que só a dúvida leva ao conhecimento e, para chegar a ele, passamos por uma alternância entre o desconforto da dúvida e a segurança da crença. Os métodos de fixação da crença listados por Peirce incluem apego, imposição, gostos e também, mas não apenas, o método científico.
     Apesar das bolhas, grupos, e algoritmos, não há o que unifique a experiência humana. “A maneira como nos sentimos nunca se repete no tempo e jamais é igual à forma como outra pessoa se sente”, escreve Claudia Feitosa-Santana no livro “Eu Controlo Como Me Sinto”. “E os filósofos já sabiam disso havia muito tempo. Na Grécia Antiga, Heráclito, um dos pensadores mais antigos que conhecemos, afirmou o seguinte: ‘Não podemos nos banhar no mesmo rio duas vezes’.”
(ZANON, Sibélia. A mente aceita só aquilo em que acredita, dizem cientistas. Estadão, 2023. Disponível em: https://www.estadao.com.br/alias/a-mente-aceita-so-aquilo-em-queacredita-dizem-cientistas/ Acesso em: 25/01/2023. Adaptado.)  
O Manual de Redação Oficial da Presidência da República (2018) afirma que deve ser dado aos assuntos que constam nas comunicações oficiais um tratamento impessoal. A passagem do texto que melhor ilustra esse princípio é: 
Alternativas
Q2084154 Redação Oficial
Segundo o Manual de Redação Oficial da Presidência da República (2018), digitação sem erros, o uso de papéis uniformes para o texto definitivo (quando se fizer necessária a impressão) e a correta diagramação do texto são imprescindíveis à: 
Alternativas
Q2082102 Redação Oficial
Ao elaborar um Ofício seguindo o padrão estabelecido pelo Manual de Redação da Presidência da República, o agente público deverá:
Alternativas
Q2076500 Redação Oficial
Conforme o Manual de Redação da Presidência da República, a redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige comunicações oficiais e atos normativos. A impessoalidade, a objetividade e a correção estão entre seus atributos. Assinale a alternativa que apresenta um fragmento de texto de acordo com essas características. 
Alternativas
Q2075440 Redação Oficial
Considere as afirmativas sobre tipos e finalidades dos documentos públicos. I - Os documentos oficiais podem ser identificados de acordo com algumas possíveis variações. Uma delas é [NOME DO EXPEDIENTE] + CIRCULAR, para quando um órgão envia o mesmo expediente para mais de um órgão receptor. A sigla na epígrafe será apenas do órgão remetente. II - A exposição de motivos é dirigida aos ministros de Estado por um deputado federal. Nos casos em que o assunto tratado envolva mais de uma unidade da federação, a exposição de motivos será assinada por todos os deputados envolvidos. III - A mensagem é o instrumento de comunicação oficial entre os chefes dos Poderes Públicos municipais e estaduais, notadamente as mensagens enviadas pelo Prefeito de uma cidade ao chefe do Poder Executivo para informar sobre fato da administração pública. Quais estão de acordo com a última edição do Manual de Redação da Presidência da República?
Alternativas
Q2035270 Redação Oficial
No que tange à linguagem utilizada em correspondências oficiais de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2029276 Redação Oficial

Texto  para responder a questão 


Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para Febre Aftosa 




Disponível em: <https://www.agricultura.df.gov.br/plano-estrategico-do-programa-nacional-de-vigilancia-febre-aftosa/>. 

Acesso em: 20 dez. 2022.

Diante da necessidade de a Secretaria de Estado de Economia do Distrito Federal obter dados acerca do Plano Estratégico 2017- 2026 do Programa Nacional de Vigilância para Febre Aftosa (PNEFA), foi solicitada à coordenação competente a produção de um relatório. No que se refere à correspondência a ser utilizada para a referida solicitação, assinale a alternativa correta, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República. 
Alternativas
Q4395748 Redação Oficial
Em consonância com o disposto pelo Manual de Redação da Presidência da República, que vem dispor, entre outros, sobre a utilização de email, é CORRETO afirmar que o termo email pode ser empregado com: 
Alternativas
Q4395744 Redação Oficial
Considere as assertivas e responda:

I.Integridade. II.Autenticidade. III.Validade jurídica.


A utilização do e-mail como comunicação formal e informal é uma prática habitual na atualidade, sendo empregada para diversos fins. Nesse sentido, em conformidade com o Manual de Redação da Presidência da República, é CORRETO afirmar que, das assertivas dispostas, para que o e-mail tenha valor documental é necessário existir certificação digital que ateste a identidade do remetente, segundo os parâmetros de: 
Alternativas
Q4365394 Redação Oficial
Com a reforma do Manual de Redação da Presidência da República o uso do Memorando foi substituído por: 
Alternativas
Q4324296 Redação Oficial
Assinale a alternativa que corresponda a como um documento, em nome da Fundação Getúlio Vargas, deve ser arquivado.
Alternativas
Q4324285 Redação Oficial
"São empregados para intercalar, em um texto, explicações, indicações, comentários, observações, como por exemplo, indicar uma data, uma referência bibliográfica, uma sigla".
Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, o trecho supracitado se refere: 
Alternativas
Q4324283 Redação Oficial
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4263096 Redação Oficial
Na elaboração de um ofício, conforme Manual de Redação da Presidência da República, deve ser observada a seguinte regra: 
Alternativas
Q4253136 Redação Oficial
Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, 2018, a _________________ é antes uma qualidade do que uma característica do texto oficial. [...] é o texto que consegue transmitir o máximo de informações com o mínimo de palavras. Não se deve de forma alguma entendê-la como economia de pensamento, isto é, não se deve eliminar passagens substanciais do texto com o único objetivo de reduzi-lo em tamanho. Trata-se, exclusivamente, de excluir palavras inúteis, redundâncias e passagens que nada acrescentem ao que já foi dito.
Alternativas
Q4249886 Redação Oficial
De acordo com a nova legislação, o pronome de tratamento a ser utilizado nas redações oficiais, excetuando-se as comunicações entre agentes públicos federais e autoridades estrangeiras ou de organismos internacionais, assim como agentes públicos da administração pública federal e agentes públicos do Poder Judiciário, do Poder Legislativo, do Tribunal de Contas, da Defensoria Pública, do Ministério Público ou de outros entes federativos, na hipótese de exigência de tratamento especial pela outra parte, deverá ser 
Alternativas
Q4249453 Redação Oficial
Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, 2002, “a redação oficial não é necessariamente árida e contrária à evolução da língua”. Sua finalidade básica é comunicar com objetividade e máxima clareza, mas, para isso, impõe certos parâmetros que são diferentes do uso que se faz da língua, como na literatura, no texto jornalístico, na correspondência particular, entre outros.
São princípios que regem a comunicação oficial:
Alternativas
Respostas
1141: D
1142: A
1143: E
1144: A
1145: E
1146: D
1147: D
1148: A
1149: E
1150: E
1151: B
1152: A
1153: D
1154: B
1155: E
1156: B
1157: C
1158: A
1159: A
1160: A