Questões de Concurso
Comentadas sobre manual de redação da presidência da república em redação oficial
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A forma de tratamento Digníssimo deve ser utilizada apenas para parlamentares, como deputados federais, estaduais, distritais e senadores.
I. Em comunicações oficiais, está abolido o uso do tratamento digníssimo (DD), a dignidade é pressuposta para que se ocupe qualquer cargo público, sendo desnecessária sua repetida evocação. II. É indicado que a palavra doutor, por não ser forma de tratamento e sim título acadêmico, seja empregado apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado. III. O pronome de tratamento Vossa Excelência Reverendíssima é usado em comunicações dirigidas a líderes de estado.
Quais estão corretas?
1. Ofício.
2. Memorando oficial.
3. Acordo.
4. Circular.
5. Convocação.
( ) Trata-se de uma convenção de regras que servem às partes destacadas no próprio documento.
( ) É uma correspondência trocada entre chefes de hierarquia equivalente, ou enviada a alguém de hierarquia superior à daquele que assina.
( ) Trata-se de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão.
( ) Trata-se de uma espécie de convite em que não há cunho social, mas sim administrativo.
( ) Trata-se de comunicação dirigida a diversas pessoas ou a um órgão.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Nos expedientes oficiais destinados ao governador do estado do Amazonas, devem ser utilizados o pronome de tratamento Vossa Excelência e o fecho Respeitosamente, independentemente do nível hierárquico do emissor do documento.
O texto a seguir está adequado, quanto ao conteúdo, para compor, como introdução, um expediente do padrão ofício cuja finalidade seja apenas o encaminhamento de documentos: Encaminho, para análise e parecer, a anexa cópia do memorando n.º 1, de 30 de janeiro de 2014, da Coordenação Geral de Recursos Humanos, acerca da contratação de novos analistas técnico-administrativos para a SUFRAMA.
Brasília, 25 de novembro de 2012.
Aos dirigentes das unidades de informação
Assunto: cronograma de remessa de processos para arquivamento.
1. Cumpre-me informar que encaminhamos às unidades o cronograma de remessa de processos para arquivamento referente ao ano de 2013 (Anexo I).
2. As orientações a respeito da remessa de processos para arquivamento estão disponíveis na Portaria n.º 37/2010, que estabelece os procedimentos e ações de Gestão Documental.
3. Solicitamos a colaboração de todos para que sejam observadas as recomendações disponíveis no portal.
4. Devo mencionar, por fim, que a equipe do Serviço de Gestão Documental (SEGED) está à disposição para prestar esclarecimentos sobre o assunto pelo e-mail:
[email protected].
Atenciosamente,
(espaço para assinatura)
(nome)
Chefe do SEGED
Para se adequar o memorando em apreço à prescrição do MRPR relativamente à concisão, seria correta a substituição do trecho “Cumpre-me informar que encaminhamos", no início do seu parágrafo introdutório, por Encaminhamos.
As comunicações expedidas por ministros de Estado devem conter o nome e o cargo da autoridade que as expede, abaixo do local de sua assinatura.
Ministério da Educação
Universidade Federal do Pampa
Av. General Osório, 900
Bagé - RS - CEP 96400-100
Telefone: (53) 3240-0000 - [email protected]
_______ n.º 100/2013/UNIPAMPA
Bagé, 22 de maio de 2013.
A Sua Excelência o Senhor
Ministro da Educação
Ministério da Educação
70.100-100 - Brasília - DF
Assunto: Convite para o curso de extensão O intérprete e o código de ética
Senhor Ministro,
1. Nos termos do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI), realizaremos, no período de 15 a 17 de julho do corrente ano, de 8h às 18h, o curso de extensão O intérprete e o código de ética, com vistas ao aprimoramento do atendimento prestado à pessoa com necessidades especiais.
2. Para abrilhantar o nosso evento, solicito a Vossa Senhoria a cessão do Secretário-Executivo desse Ministério para participar da sessão solene de abertura do curso, a ser realizada no dia 14 de julho, às 18 horas, no auditório da Reitoria desta Universidade. Na oportunidade, solicito sua autorização para que o Secretário-Executivo atue em nome do Ministério em reunião que se realizará logo após o fim do evento, para tratar de assuntos institucionais do interesse desta Universidade.
Respeitosamente,
Pró-Reitora de Extensão da UNIPAMPA
No segundo parágrafo do corpo do texto, o emprego do tratamento “Vossa Senhoria” está adequado para se referir à autoridade destinatária do documento.
A formalidade de um texto oficial está relacionada à impessoalidade com que se trata o assunto da comunicação e ao emprego da norma-padrão da língua.
O chefe de determinada seção administrativa pode expor sua convicção a respeito de uma demanda em um documento oficial, desde que utilize a linguagem impessoal e se comunique em nome do serviço público.
Impessoalidade, clareza, uniformidade, concisão e uso da linguagem formal são princípios que se aplicam às comunicações oficiais, pois elas sempre devem permitir uma única interpretação.
I Ao utilizar a abreviatura no plural, deve-se colocar um s minúsculo, como em docs., profs., ou se duplicam as letras, como em AA. = Autores e pp. = páginas.
II Nas referências bibliográficas, deve-se empregar a abreviatura no singular, como em 40 p., p. 15 d 20, v. 1 e 2, n. 8 e 9.
III Em documentos, deve-se empregar a abreviatura do nome geográfico, como em RJ = Rio de Janeiro e SP = São Paulo.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
Na redação oficial, a impessoalidade refere-se ao emprego adequado de estruturas formais, como a utilização de pronomes de tratamento para determinada autoridade, à polidez e à civilidade no enfoque dado ao assunto que se pretende comunicar.
Formalidade de tratamento, clareza datilográfica, correta diagramação do texto e utilização de papéis de mesma espécie são necessárias para a uniformidade das comunicações oficiais.
Uma senhora recebeu da administração pública notificação, encaminhada por meio de ofício, a respeito da desapropriação de sua casa para a criação de uma reserva ecológica. Nessa situação, por tratar-se de assunto oficial entre a administração pública e um particular, o expediente oficial utilizado é adequado ao propósito da comunicação.
O ofício é expedido exclusivamente por ministros de Estado.