Questões de Concurso Sobre vícios da linguagem em português

Foram encontradas 621 questões

Q716618 Português

Com relação ao texto acima apresentado, julgue o item.

O emprego das expressões “vão continuar valendo” (l.23) e “está enviando” (l.25), as quais indicam haver uma ação em curso, usualmente, deve ser considerado vício de linguagem.

Alternativas
Q518698 Português
Marque a alternativa que NÃO constitui vício de linguagem:

Alternativas
Q76199 Português
Leia o texto para responder às questões de números 03 a 05.

Vigilantes não deveriam estar armados em ambientes como
bancos e supermercados, simplesmente porque seu preparo de
160 horas e de poucas dezenas de tiros não os habilita a situações
de estresse, sejam elas assaltos ou conflitos com clientes.

Mesmo policiais, que recebem um treinamento mais intenso
e com supervisão altamente profissional, mostram problemas
de preparo nessas situações. Por um mero jogo de interesses
comerciais, a obrigatoriedade de vigilância bancária imposta
pelos governos militares no pacote de medidas "antiterrorismo"
acabou sendo mantida, e o emprego de vigilantes armados se
difundiu, com enorme perigo para as pessoas que frequentam
esses ambientes. Ladrões não evitam locais com vigilantes
armados, eles apenas chegam em maior número, aumentam o
perigo de tiroteio e ainda levam a arma do segurança. Em 2006,
só no estado de São Paulo, os assaltantes roubaram 160 armas
de vigilantes.

[.]

A função da segurança privada em proteger patrimônio
não pode ser exercida com prejuízos à segurança dos cidadãos
que deve ser preocupação cada vez mais competente das forças
policiais. Sem uma boa polícia não há salvação para a sociedade.
E é ela que deve carregar armas; não seguranças privados.

(Galileu, julho de 2010)

Assinale a alternativa em que a frase está isenta de vício de linguagem.
Alternativas
Q27059 Português
A frase que não apresenta ambiguidade é:
Alternativas
Q3002670 Português

Texto III


Poesia Pau-Brasília: Receita


Ingredientes


2 conflitos de gerações

4 esperanças perdidas

3 litros de sangue fervido

5 5 sonhos eróticos

2 canções dos Beatles


Modo de preparar

Dissolva os sonhos eróticos

Nos dois litros de sangue fervido

10 E deixe gelar seu coração.

Leve a mistura ao fogo

Adicionando dois conflitos de geração

Às esperanças perdidas

Corte tudo em pedacinhos

15 E repita com a canção dos Beatles

O mesmo processo usado com os sonhos eróticos

Mas dessa vez deixe ferver um pouco mais

E mexa até dissolver

Parte do sangue pode ser substituída

20 Por suco de groselha

Mas os resultados não serão os mesmos.

Sirva o poema simples

Ou com ilusões


BEHR, Nicolas, 7 fev. 2008. Disponível em: alldementedforever /

http://www.nicolas-behr.com.br (Acessado em abr. de 2009).

O processo de coesão textual pode realizar-se por meio de anáfora, quando se retomam termos e significados anteriormente expressos. Em qual das passagens abaixo NÃO se verifica a ocorrência de vocábulo em função anafórica?

Alternativas
Q2806927 Português
            Não é usual tratar da política na perspectiva da afirmação da verdade. Platão afirmou, na República, que a verdade merece ser estimada sobre todas as coisas, mas ressalvou que há circunstâncias em que a mentira pode ser útil, e não odiosa. Na política, a derrogação da verdade pela aceitação da mentira muito deve à clássica tradição do realismo que identifica no predomínio do conflito o cerne dos fatos políticos. Esta tradição trabalha a ação política como uma ação estratégica que requer, sem idealismos, uma praxiologia, vendo na realidade resistência e no poder, hostilidade. Neste contexto, política é guerra e, como diz o provérbio, "em tempos de guerra, mentiras por mar, mentiras por terra".
            Recorrendo a metáforas do reino animal, Maquiavel aponta que o príncipe precisa ter, ao mesmo tempo, no exercício realista do poder, a força do leão e a astúcia ardilosa da raposa. Raposa, leão, assim como camaleão, serpente, polvo – metáforas que frequentemente são utilizadas na descrição de políticos – não podem, com propriedade, caracterizar o ser humano moral que obedece aos consagrados preceitos do "não matar" e do "não mentir", como lembra Norberto Bobbio.
            Recorrendo a metáforas do reino animal, Maquiavel aponta que o príncipe precisa ter, ao mesmo tempo, no exercício realista do poder, a força do leão e a astúcia ardilosa da raposa. Raposa, leão, assim como camaleão, serpente, polvo – metáforas que frequentemente são utilizadas na descrição de políticos – não podem, com propriedade, caracterizar o ser humano moral que obedece aos consagrados preceitos do "não matar" e do "não mentir", como lembra Norberto Bobbio.
            Sustentar a simulação e a mentira como expedientes usuais na arena política é desconhecer a importância estratégica que a confiança desempenha na pluralidade da interação humana democrática. A confiança requer a boa-fé que pressupõe a veracidade. O Talmude equipara a mentira à pior forma de roubo: "Existem sete classes de ladrões e a primeira é a daqueles que roubam a mente de seus semelhantes através de palavras mentirosas." O padre Antônio Vieira afirmou que a verdade é filha da justiça, porque a justiça dá a cada um o que é seu, ao contrário da mentira, porque esta "ou vos tira o que tendes ou vos dá o que não tendes". Montaigne observou que somente pela palavra é que somos homens e nos entendemos. Por isso mentir é um vício maldito. Impede o entendimento.

(Celso Lafer. O Estado de S. Paulo, A2, 20 de julho de 2008, com adaptações) 

... realismo que identifica no predomínio do conflito o cerne dos fatos políticos. (1º parágrafo)

O sentido de realismo na afirmativa acima pode ser entendido como:

Alternativas
Q2252675 Português



Demétrio Magnoli. Uma vitória da razão. Veja, 5/nov/2008, Entrevista (com adaptações).

No texto, provoca-se erro gramatical ao se
Alternativas
Q2894159 Português

Figuras de linguagem são formas particulares e elaboradas de exprimir o pensamento a fim de torná-lo mais incisivo, mais comovente, mais original, fugindo-se da maneira convencional, neutra, da comunicação.

Entre as figuras de linguagem está a metonímia, expressa na frase:

Alternativas
Q2883255 Português

TEXTO:

Missa do Galo (excertos)

Nunca pude esquecer a conversação que tive com uma senhora, há muitos anos, contava eu dezessete, ela trinta. Era noite de Natal. Havendo ajustado com um vizinho irmos à missa do galo, preferi não dormir; combinei que eu iria acordá-lo à meia-noite.

A casa em que eu estava hospedado era a do escrivão Meneses, que fora casado, em primeiras núpcias, com uma de minhas primas. A segunda mulher, Conceição, e a mãe desta acolheram-me bem, quando vim de Mangaratiba para o Rio de Janeiro, meses antes, a estudar preparatórios. Vivia tranqüilo, naquela casa assobradada da Rua do Senado, com os meus livros, poucas relações, alguns passeios. A família era pequena, o escrivão, a mulher, a sogra e duas escravas. Costumes velhos. Às dez horas da noite toda a gente estava nos quartos; às dez e meia a casa dormia. Nunca tinha ido ao teatro, e mais de uma vez, ouvindo dizer ao Meneses que ia ao teatro, pedi-lhe que me levasse consigo. Nessas ocasiões, a sogra fazia uma careta, e as escravas riam à socapa; ele não respondia, vestia-se, saía e só tornava na manhã seguinte. Mais tarde é que eu soube que o teatro era um eufemismo em ação. Meneses trazia amores com uma senhora, separada do marido, e dormia fora de casa uma vez por semana. Conceição padecera, a princípio, com a existência da comborça; mas, afinal, resignara-se, acostumara-se, e acabou achando que era muito direito.

Boa Conceição! Chamavam-lhe “a santa”, e fazia jus ao título, tão facilmente suportava os esquecimentos do marido. Em verdade, era um temperamento moderado, sem extremos, nem grandes lágrimas, nem grandes risos. No capítulo de que trato, dava para maometana; aceitaria um harém, com as aparências salvas. Deus me perdoe, se a julgo mal. Tudo nela era atenuado e passivo. O próprio rosto era mediano, nem bonito nem feio. Era o que chamamos uma pessoa simpática. Não dizia mal de ninguém, perdoava tudo. Não sabia odiar; pode ser até que não soubesse amar.

(ASSIS, Machado de. Missa do Galo. In Contos Consagrados – Rio de Janeiro: Ediouro; São Paulo: Publifolha, 1997. P. 75)

Metonímia é uma figura de linguagem que consiste na troca de uma palavra por outra, havendo entre elas uma relação real, concreta, objetiva. Há um exemplo de metonímia em:

Alternativas
Q2879938 Português

Figura de linguagem de emprego legítimo em certos casos, mas considerada condenável quando resulta de ignorância ou negligência, o pleonasmo é encontrado na expressão:

Alternativas
Q2878462 Português

EXTERMÍNIO SEM PRECEDENTES


O número de animais na Terra tem sido reduzido num ritmo dez mil vezes maior do que o natural. De 1970 a 2005, o mundo sofreu uma redução de um terço da diversidade animal devido à ação humana.

Como as grandes forças naturais, a exemplo de quedas de asteróides e erupções vulcânicas cataclísmicas, o homem se transformou numa força capaz de alterar a vida na Terra. De acordo com o relatório da Sociedade Zoológica de Londres, o planeta não via nada assim, desde a grande onda de extinção há 65 milhões de anos, que varreu 95% das formas de vida e pôs fim à era dos dinossauros. Acredita-se que ela tenha sido provocada pela queda de um asteróide.

(....) Esse mesmo estudo lista cinco razões para o declínio das espécies, todas relacionadas ao ser humano: mudanças climáticas, poluição, destruição de habitats de animais, invasão de espécies exóticas e super exploração de espécies.

O golfinho do rio Yangtze, na China, é considerado um caso emblemático. Ele foi considerado extinto no ano passado, após sucessivas buscas terem se mostrado infrutíferas. Há muitas razões para o desaparecimento: colisões com barcos, perda de habitat e poluição, todas ligadas ao homem.

A perda da biodiversidade terá conseqüências. Plantações poderão se tornar vulneráveis a pragas com o desaparecimento dos animais que mantêm o equilíbrio ambiental. Outro problema é a diminuição de recursos pesqueiros.


O Globo, 9-5-2008

Na frase:


Em pouco tempo, em virtude da sua falta de sensibilidade e inteligência, o homem deixará de ouvir o doce som dos pássaros, o murmúrio das primeiras águas, e os últimos animais sobreviventes certamente sentirão pena”.


As expressões “doce som” e “primeiras águas” representam, respectivamente, as seguintes figuras de linguagem:

Alternativas
Q2878461 Português

EXTERMÍNIO SEM PRECEDENTES


O número de animais na Terra tem sido reduzido num ritmo dez mil vezes maior do que o natural. De 1970 a 2005, o mundo sofreu uma redução de um terço da diversidade animal devido à ação humana.

Como as grandes forças naturais, a exemplo de quedas de asteróides e erupções vulcânicas cataclísmicas, o homem se transformou numa força capaz de alterar a vida na Terra. De acordo com o relatório da Sociedade Zoológica de Londres, o planeta não via nada assim, desde a grande onda de extinção há 65 milhões de anos, que varreu 95% das formas de vida e pôs fim à era dos dinossauros. Acredita-se que ela tenha sido provocada pela queda de um asteróide.

(....) Esse mesmo estudo lista cinco razões para o declínio das espécies, todas relacionadas ao ser humano: mudanças climáticas, poluição, destruição de habitats de animais, invasão de espécies exóticas e super exploração de espécies.

O golfinho do rio Yangtze, na China, é considerado um caso emblemático. Ele foi considerado extinto no ano passado, após sucessivas buscas terem se mostrado infrutíferas. Há muitas razões para o desaparecimento: colisões com barcos, perda de habitat e poluição, todas ligadas ao homem.

A perda da biodiversidade terá conseqüências. Plantações poderão se tornar vulneráveis a pragas com o desaparecimento dos animais que mantêm o equilíbrio ambiental. Outro problema é a diminuição de recursos pesqueiros.


O Globo, 9-5-2008

Metonímia é uma construção textual em que ocorre uma substituição de um termo que representa a parte por um outro termo que representa o todo; essa figura aparece no texto em:

Alternativas
Q2790507 Português

Segundo o dicionário Antônio Houaiss (2006), o termo Metáfora tem a seguinte definição: “Tropo que consiste na transferência de uma palavra para um âmbito semântico que não é o do objeto que ela designa, e que se fundamenta numa relação de semelhança subentendida entre o sentido próprio e o figurado; translação.”. Com base nessa definição, marque a alternativa que contenha pelo menos duas metáforas:

Alternativas
Q2729537 Português

Capital de um império


Ao desembarcar no Rio de Janeiro, em 7 de mar-

ço de 1808, Dom João e sua corte encontraram uma

cidade pequena, de apenas 60 mil habitantes, com-

pletamente despreparada para receber tantos e tão

05 ilustres moradores. Algo entre 10 mil e 15 mil portu-

gueses, acostumados ao conforto da Europa, inva-

diram o Rio de repente. O ineditismo da situação ia

muito além do caos instaurado na cidade. Pela pri-

meira vez na história, uma família real européia pu-

10 nha os pés na América. Estava em curso uma trans-

ferência de poder sem precedentes: a mudança de

toda a corte portuguesa, por tempo indeterminado,

de Lisboa para a Baía de Guanabara.

A importância histórica dos acontecimentos não

15 livrou Dom João de enfrentar problemas aparente-

mente menores, mas bem difíceis de contornar. O

primeiro e mais prático de todos: simplesmente não

havia moradia para toda aquela gente nova no Rio de

Janeiro. Por mais que estivessem num cenário des-

20 lumbrante, cercadas de mar, montanhas e muito

verde, as casinhas daquela época eram humildes

em sua maioria. O jeito foi desalojar as famílias que

ocupavam as melhores residências, para que, em seu

lugar, fossem acomodados os imigrantes da corte.

25 De um dia para o outro, a cidade ganhou uma

importância inesperada, transformando-se na capi-

tal do império português. Para muitos historiadores,

esse foi o marco inicial dos eventos que forjaram as

instituições, a cultura e a política brasileiras.

30 À medida que a cidade crescia, mais problemas

iam surgindo. Crises no abastecimento de água, por

exemplo, aos poucos foram debeladas com a cons-

trução de dezenas de bicas e chafarizes. A explo-

são demográfica não se restringiu à chegada da cor-

35 te. Com a abertura dos portos brasileiros, em 1808,

um número incalculável de estrangeiros começou a

freqüentar o Rio. A nova capital, naquele início de

século 19, transformou-se a toque de caixa na cida-

de mais cosmopolita de todo o continente.

40 Eram tantos ingleses mudando-se para cá que

lhes foi concedido o direito a um cemitério e uma

igreja só para eles. Italianos influenciavam a

gastronomia. Até chineses vieram do outro lado do

mundo, para introduzir o plantio de folhas de chá no

50 recém-criado Horto Real – mais tarde transformado

no Jardim Botânico. Em pouco tempo, bibliotecas,

teatros, escolas e hospitais foram erguidos, ruas e

estradas foram abertas, igrejas foram reformadas. O

Rio de Janeiro crescia freneticamente, para fazer justi-

ça à condição de capital de um império ultramarino.


RIBEIRO, Flávia. 1808 – 2008: 200 anos da família real no Brasil.

Aventuras na História, São Paulo: Editora Abril, 2008 (adaptado)

No trecho “cercadas de mar, montanhas e muito verde” (L. 20/21), a palavra em negrito representa a figura de linguagem:

Alternativas
Q2966504 Português
not valid statement found

Assinale a opção incorreta acerca das estruturas lingüísticas do texto acima.

Alternativas
Q2962303 Português

"Assim que nascemos, choramos por nos vermos nesse imenso palco de loucos" (Shakespeare). A figura de linguagem presente nesse pensamento é a:

Alternativas
Q2961816 Português

Uma gramática de língua portuguesa define hiato como "o encontro de duas vogais em sílabas distintas" (Noções de gramática em tom de conversa, Domício Proença Filho, p. 91). Considerando a realidade fonética, nessa definição há um(a):

Alternativas
Q2933169 Português

Q6.png (422×196)

Internet: <www.agencia.tse.gov.br> (com adaptações).



Com relação às estruturas linguísticas do texto acima, assinale a opção correta.

Alternativas
Q2913471 Português
not valid statement found

Metáforas podem ser empregadas na argumentação para conferir concreção a uma idéia, tal como se lê em:

Alternativas
Q2250100 Português
A agressividade de todos nós

     Todos temos, em algum grau, tendência para comportamentos agressivos. Se os números mostram o quanto são raras as doenças que levam à agressividade extrema, os neurocientistas apresentam uma teoria estatisticamente muito mais provável para o desencadeamento da violência em pessoas aparentemente normais. Segundo o neurologista Renato Sabbatini, da Universidade Estadual de Campinas, cerca de dois terços do aprendizado humano derivam da interação social. “O cérebro nada mais é que um processador de dados que, por meio de comparações e identificações, assimila e adapta as atitudes repetidas no meio em que vivemos”, afirma. Ou seja: uma cena vista com muita freqüência, desde pequeno, leva a concluir que isso é certo, independentemente de a cena ser seu pai cometendo um delito ou sua mãe cuidando de crianças carentes.
     Renato explica, no entanto, que esse arcabouço de memória é colocado em xeque cada vez que somos confrontados com uma situação nova, desconfortável ou potencialmente perigosa. “Todos nós temos a violência entre o rol de respostas disponíveis em nosso banco de dados. Faz parte do nosso instinto de autopreservação. Diante de uma ofensa acionamos uma luta entre os estímulos que nos levam à agressão e as travas que detêm esses impulsos. São travas morais, éticas, afetivas e racionais. O importante é saber qual estímulo é capaz de ativar esse comportamento”, diz. A educação moral e os valores em que acreditamos podem conter esses rompantes. A afetividade também.
     A pressão do grupo social em que o indivíduo vive é outro fator importante para desempatar essa guerra interna de nervos. A necessidade de aceitação coletiva é muito mais efetiva nas decisões individuais do que imaginamos e pode, em situações-limite, predominar sobre qualquer mecanismo cerebral. Há essa necessidade primitiva, nos seres humanos, de serem aceitos pelos outros e se sentirem pertencentes a um grupo. Isso é tão essencial quanto alimentar-se, matar a sede ou dormir.

(Adaptado de Tatiana Bonumá. Revista Super Interessante, edição 184 , pp. 589. São Paulo: Abril, janeiro de 2003) 
A agressividade está em todos nós, ninguém está imune à agressividade, ninguém controla inteiramente a força da agressividade; por vezes, conseguimos deter a agressividade por meio de travas éticas e sociais.
Evitam-se as viciosas repetições do trecho acima substituindo-se os segmentos sublinhados, respectivamente, por
Alternativas
Respostas
601: E
602: D
603: A
604: D
605: E
606: D
607: A
608: A
609: C
610: A
611: D
612: B
613: C
614: B
615: D
616: D
617: A
618: C
619: A
620: C