Questões de Concurso Comentadas sobre variação linguística em português

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Q2215222 Português

Em relação à prática de produção de textos orais, julgue o próximo item. 


O uso de gírias, provérbios e ditos populares, comum na modalidade oral da linguagem, limita-se, na modalidade escrita, aos gêneros textuais ou literários peculiares, como os característicos da literatura regional.

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Q2210066 Português
Assinale a opção que mostra uma frase redigida inteiramente em linguagem formal.
Alternativas
Q2210055 Português
Muitas vezes, na linguagem popular oral, construímos frases do tipo “Nosso amigo chegou elegantão à festa.”
Assinale a opção que indica, na palavra sublinhada, a diferença em relação à linguagem formal. 
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Q2207637 Português

Nos enunciados da narrativa a seguir, há o uso de palavras de línguas da família tupi-guarani

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Disponível em: <https://www.mundinhodacrianca.net/wpcontent/uploads/2018/06/mImageHandlerA-4.png>. Acesso em 10 mar. 2023.

Sobre o uso de palavras de línguas indígenas na língua portuguesa, analise as afirmativas a seguir.

I. A língua usada no dia a dia do Brasil recebeu grande influência do idioma tupi.

II. A contribuição do tupi se deu principalmente no vocabulário com nomes de plantas e animais que não eram conhecidos pelos colonizadores.

III. A língua portuguesa do Brasil, mediante o contato com o tupi, se diferenciou muito do português falado em Portugal.

Está correto o que se afirma em

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Q2206327 Português
No Brasil há variações que são baseadas no local onde o falante mora. Por exemplo, a abóbora é muito em diferentes regiões é nomeada como: jerimum, abóbora-moranga, moranga, entre outros. Dessa forma, assinale a alternativa que nomeia esse fenômeno. 
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Q2206288 Português

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em:  <https://br.pinterest.com/pin/851180398319112523/>. Acesso em 10 mar. 2023.

Nesta charge, assinale a opção que indica o elemento identificador da variante linguística regional.



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Q2206279 Português
Analise a tirinha a seguir.
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Disponível em: < https://www.sofiaeotto.com.br/?lightbox=dataItem-kwimufk0>. Acesso em 4 mar. 2023.
De acordo com a tirinha, a personagem cria uma nova palavra. Essa criação linguística é chamada de
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Q2204092 Português
Assinale a frase que aparece inteiramente realizada em linguagem formal.
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Q2203827 Português
Linguagem é um conjunto de formas organizadas usadas pelos indivíduos para se comunicar, o objetivo da linguagem é a comunicação; a linguagem combina signos linguísticos, organizados de acordo com um padrão, o que torna possível o ato de comunicar. (...) A linguagem oral e a linguagem escritas são duas manifestações da linguagem verbal, ou seja, da linguagem feita através de palavras. Tanto a linguagem oral como a linguagem escrita visam estabelecer comunicação. Apesar das diferenças existentes entre a linguagem oral e a linguagem escrita, não se pode considerar uma mais complexa ou importante do que a outra, uma vez que existem vários níveis de formalidade e informalidade na oralidade e na escrita.
(Linguagem: o que é, tipos e funções - Toda Matéria (todamateria.com.br)) - (Adaptado)

Nessa dimensão, analise as assertivas seguintes, com o código LO (Linguagem Oral) e LE (Linguagem Escrita):

I.Há uma maior aproximação entre emissor e receptor; estabelece um contato direto com o destinatário; é mais espontânea e informal, usufruindo de maior liberdade a exemplo do coloquialismo.
II.Há um maior distanciamento entre emissor e receptor; estabelece um contato indireto com o destinatário; é mais pensada e planejada, logo, tende a ser mais formal.
III.Há uma maior tolerância relativamente ao cumprimento da norma culta; é passageira e encontra-se em permanente renovação, não deixando qualquer registro.
IV.Nem sempre existe linearidade de pensamento, sendo possível a existência de rupturas e desvios no raciocínio; apresenta predomínio de vocabulário reduzido e construções frásicas mais simples.


Marque a alternativa com a opção correta.
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Q2203074 Português
Texto 01 

      A conta não fecha, os preços aumentam e as dificuldades também. Mas, apesar do cenário cheio de nuvens cinzas, tem gente, veja só, que segue sem reclamar, não por conformismo, mas porque, para essas pessoas, o caminho é próspero, apesar dos tempos de crise. Prosperidade, de acordo com o dicionário, tem relação com felicidade, bonança, fartura, sucesso. [...] Contudo, está por terra esse ideal da prosperidade. Até porque, se a gente não mudar isso, esse acúmulo terá um fim junto com a destruição do planeta. É importante que a prosperidade seja requalificada. [...]

Disponível em:https://vidasimples.com. Acesso em: 18 abr. 2023. Adaptado.
No trecho “[...] apesar do cenário cheio de nuvens cinzas [...]”, o termo “nuvens cinzas” indica o uso de linguagem 
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Q2199418 Português

                                                                        Aos poetas clássicos 

                                                                                                             Patativa do Assaré


Poetas niversitário,

Poetas de Cadenia,

De rico vocabulário

Cheio de mitologia,

Se a gente canta o que pensa,

Eu quero pedir licença.

Pois mesmo sem português

Neste livrinho apresento

O prazê e o sofrimento

De um poeta camponês

Disponível em <https//www.jornaldepoesia.jor.br/antonio3html> Acesso em 03 mai 2023



Na oração "Neste livrinho apresento/O prazê e o sofrimento/De um poeta camponês", a palavra sublinhada é exemplo de variação

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Ano: 2023 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2023 - CEFET-MG - Odontólogo |
Q2198780 Português
O texto “Gauchês, mineirês, carioquês, cearês e outras maravilhas nacionais” a seguir refere-se à questão.

Gauchês, mineirês, carioquês, cearês e outras maravilhas nacionais

Ana Elisa Ribeiro

Outro dia me disseram que eu falo diferente. É que eu estava entre gaúchos e paulistas, então fiquei sendo a diferentona da rodada. Mas aos meus ouvidos, eles pareciam todos diferentes em seus falares. É que tudo depende do referencial, não é isso? Não matei essa aula de Física.

Sempre amei sotaques. Qualquer um e todos. Sempre me intrigou a valoração social que damos a eles, assim sem pensar. É um sentir, um repetir, uma questão social e econômica ali misturada, produzindo às vezes um preconceito, às vezes um deslumbramento meio bobo. Ficava pau da vida quando um colega ou uma amiga passavam duas semanas de férias no Rio de Janeiro e voltavam falando carioquês advanced. “Precisa disso?”, pensava eu irritadinha. E às vezes falavam e explicavam: ah, é que tenho facilidade de pegar sotaque. Hum, sei.

Lembro-me bem da rodinha de discussões de amigos: o sotaque mais bonito é o gaúcho. E depois aqueles clichês engraçados: o português mais perfeito é o de São Luís. Aí alguém corrigia: não, é o de Belém do Pará. Ah, meus sais. O mineiro é o que não é: engolindo as metades das palavras. Um amigo paulista, recentemente, contou da história do gringo que lhe fez a pergunta do século: o que é isso que vocês dizem quando querem passar? Nem sei reproduzir aqui a dúvida do fulano. É que a gente aprende desde cedo, na escolinha, a pedir “licença”, não é mesmo? Mas, na real, o que a gente diz uns aos outros, bem sussurrado e surrado, é um “ss ss” ou no máximo um “cenççç”, que nada tem a ver com as aulinhas de português que o gringo teve na vida, lá no país dele. Como faz? Vai passando assim, meio empurradinho, e dizendo “cenççç”.

Sotaque é lindo. Poeticamente, fico pensando em como é bonito trazer sua terra no seu falar. Não pode haver coisa mais visceral, pode? Abro a boca e em segundos, juro, alguém manda esta: cê é mineira, né? Nem tento negar. Melhor: nem quero. Oh, Minas Gerais. Comendo sílabas, engolindo os pronomes reflexivos, emendando palavras umas nas outras, fazendo cordões de lexemas, anulando consoantes. Até a piadinha do cara falando com o mineiro me faz rir:

—- Diz que mineiro só fala vogal, né?
—- Uai, é? ó!

Eu de cá, reconheço paulistano de longe, carioca a quilômetros, gaúcho até debaixo d'água e baiano até fingindo de morto. O sotaque do interior de São Paulo se parece com o do interior de Minas, então pode ser que eu confunda um pouco. Mas, fico ali naquela área entre o norte de São Paulo, o sul e o triângulo mineiros e Goiás. Tenho grandes chances de acertar. Como Minas são muitas, é preciso considerar as fatias de variados sotaques, na parecença com baianos, paulistas interioranos, cariocas forçados e o tipiquíssimo sotaque da região metropolitana da capital, Belzonte. Bom, isso é lenda, falamos mesmo é Beagá.

O Nordeste é que sofre com a ignorância do resto do país. Até eu, que não sou de nenhum de seus maravilhosos estados, me arrepio quando ouço aquela do “sotaque nordestino”. Coisa de quem nunca andou por aquelas bandas imensas. Geralmente, o Sicrano que diz isso quer se referir ao sotaque da Bahia (que também não é único nem uno). Não sei assim certinho discernir, mas bem que identifico um pernambucano, uma paraibana, um cearense, em suas pujanças vocálicas, em seus usos do imperativo (coisa que a um mineiro parece o fim do mundo!) e em sua majestosa pronúncia consonantal. Na segunda sílaba de “bom dia” uma plateia inteira de paraibanos e paraibanas já sabe que venho de longe, geralmente das plagas de baixo. Meu “d” africado (djia) soa bem diferente lá, onde eles dizem “d” como “d” mesmo. Foi minha tristeza em duas gravações diferentes de uma canção pelo músico Lenine, recifense de nascença. Na primeira ele cantava “no toque da platinela” com esse “t” todo “t”; na segunda, anos depois, ele cantou “platchinela”, como nós aqui falamos. Entristeci, embora a canção tivesse continuado bonita.

Então, sotaque não é coisa simples. Sotaque é pronúncia, é melodia, é ginga, é palavra menos e mais usada, é como dizer nos mínimos detalhes, é cantando, é modo verbal, é como soa cada vogal ou consoante, é um jeito, é uma origem, é como aprendemos a falar com as nossas mães, em nossos lugares de convivência. Depois pode ser que mude, se misture, se altere, se alterne. Pode ser que até suma, seja substituído por outro. Sotaque é aquilo que volta quando a gente faz uma visitinha. É aquilo que a gente evita quando tem trauma. Conheço gente que mora fora do local natal faz tempo e tem um sotaque misturado. A Renata e o Nathan, por exemplo, que são cearenses, já misturam um pouco das bolas. Em Minas, são logo reconhecidos como estrangeiros; mas quando voltam a Fortaleza, são logo acusados de se terem “amineirado”. Nem cá, nem lá, todos, tudo. Um emaranhado no outro. Sotaque é o chão na voz, o gesto no jeito. Sotaque, estrangeiro ou dentro do Brasil, é lindo. Se não for, pode saber que é valoração de outra ordem.

Fonte: RIBEIRO, Ana Elisa. Nossa Língua e outras encrencas. Crônicas. V1. Editora Parábola. 2023.

O texto de Ana Elisa Ribeiro retrata um fenômeno natural denominado variação linguística.

A variação linguística exemplificada pela autora é a

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Q2196688 Português
Mesmo depois do Ensino Fundamental concluído, muitas crianças e adolescentes não dominam o sistema de escrita da língua, por diversas razões. Assinale V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma nos itens abaixo para explicar essa situação.
( ) As relações entre grafemas e fonemas são numerosas e um mesmo fonema pode ser representado por diversos grafemas, como também, um mesmo grafema pode representar diversos fonemas.
( ) A relação existente entre as variações linguísticas de que os alunos participam e o pouco ou baixo contato com o universo escrito e as práticas de letramento diversificadas demandam poucas práticas escritas.
( ) A solução encontrada pela unificação de ortografia entre países de Língua Portuguesa resolveu os problemas advindos da língua, pois o Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa de 1990 unificou e, em breve prazo, solucionaram-se todos os problemas.
( ) O processo de ensino da escrita requer o esforço da criança para aplicar uma relação entre letra e som, que nem é unívoca, nem previsível, mas que também não é aleatória, pois a língua também apresenta suas regularidades que são percebidas ao longo do processo de aprendizagem.

Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência: 
Alternativas
Q2196681 Português

Atente para o seguinte excerto dos Parâmetros Curriculares de Língua Portuguesa (PCN):


“Cabe à escola ensinar o aluno a utilizar a linguagem oral nas diversas situações comunicativas, especialmente nas mais formais: planejamento e realização de entrevistas, debates, seminários, diálogos com autoridades, dramatizações, etc. Trata-se de propor situações didáticas nas quais essas atividades façam sentido de fato, pois seria descabido ‘treinar’ o uso mais formal da fala.


A aprendizagem de procedimentos eficazes tanto de fala como de escuta, em contextos mais formais, dificilmente ocorrerá se a escola não tomar para si a tarefa de promovê-la”. (BRASIL, 1997, p. 27)


A partir do excerto acima, é correto afirmar, de acordo com os Parâmetros Curriculares de Língua Portuguesa, que 

Alternativas
Q2196680 Português
Considerando a oralidade como uma atividade passível de ser ensinada, segundo os Parâmetros Curriculares da Língua Portuguesa, significa dizer que
Alternativas
Ano: 2023 Banca: IBFC Órgão: SEE-AC Prova: IBFC - 2023 - SEE-AC - PROFESSOR-PNS-P2 - LIBRAS |
Q2184871 Português
Barbosa (2014) afirma que qualquer língua exibe sempre variações: nenhuma se apresenta como unidade homogênea. Sobre essa menção, assinale a alternativa incorreta
Alternativas
Q2183294 Português
Um livro intitulado A Língua Portuguesa e o Modernismo traz algumas modificações ocorridas na norma culta de nossa língua na época moderna; a opção abaixo que mostra uma dessas modificações seguida de um exemplo que a comprove, de forma adequada, é: 
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Ano: 2023 Banca: UFPR Órgão: IF-PR Prova: UFPR - 2023 - IF-PR - Letras Português/Inglês |
Q2183134 Português
Com base no tema variação linguística, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2177597 Português

A seguir, observe o texto abaixo para responder a questão:

Tubarões preferem banhistas que usam preto e branco

Vem ni mim, tubarão!

    Está todo mundo lá na praia, nadando feliz e contente, quando vem um tubarão. Como é que ele escolhe qual pessoa morder? Uni-duni-tê?
    De acordo com a pesquisa do especialista em tubarões da Universidade da Flórida (EUA), George Burgess, a escolha fashion do banhista é um dos fatores que o bicho leva em consideração: quem usa trajes que combinem preto e branco tem mais chances de levar uma bela mordida.
    Burgess analisou dados de ataques de tubarão registrados nos últimos 50 anos no município de Volusia, uma região costeira da Flórida conhecida pela alta incidência de ataques (no período analisado, foram 231). Nessa análise, percebeu que a maioria das pessoas mordidas estava usando branco e preto.
   Mas por que o tubarão gosta dessa combinação? O cara ainda não sabe ao certo. Mas, segundo ele, é provável que o fenômeno esteja ligado à habilidade dos tubarões em enxergarem contrastes. Não por menos, a combinação de preto e amarelo também não se mostrou segura.
   Além disso, Burgess constatou outras coisas interessantes (e outras nem tanto): a maioria dos ataques acontece aos domingos (provavelmente porque é o dia em que a praia está mais cheia), a menos de 2 metros de profundidade (porque é onde a maioria das pessoas geralmente fica) e (isso sim é legal) durante a Lua nova. “Isso porque as marés, afetadas pela Lua, trazem os peixes preferidos dos tubarões para mais perto da costa”, diz o especialista.
Disponível em:https://super.abril.com.br/coluna/cienciamaluca/tubarões-preferem-banhistas-que-usam-preto-e-branco/ . Acesso em: 13 jul. 2011
Identifique a opção que demonstra a variação linguística mais informal: 
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Q2177178 Português
O próximo texto, de Inácio de Loyola Brandão, diz respeito a questão:

O VERDE
   
    Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez, em São Paulo, morei numa rua que era dominada por uma árvore incrível. Na época da floração, ela enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum, ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores; esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto, do concreto, do cimento, os elementos característicos desta cidade. Percebi certo dia que a árvore começava a morrer. Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem folha. É um ciclo, ela renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore, e o técnico concluiu: fora envenenada. Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava ao pé da árvore com um regador. Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos e irritados:
      — Matei mesmo essa maldita árvore.
      — Por quê?
   — Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas. 
Marque a opção em que aparece marca de linguagem informal. 
Alternativas
Respostas
301: E
302: C
303: E
304: E
305: A
306: D
307: E
308: E
309: E
310: A
311: C
312: E
313: A
314: B
315: C
316: B
317: C
318: B
319: C
320: C