Questões de Concurso Sobre uso do ponto, do ponto de exclamação e do ponto de interrogação em português

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Ano: 2014 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2014 - MPE-RS - Assistente Social |
Q423564 Português
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as propostas de alteração abaixo listadas, relativas ao uso de sinais de pontuação no texto.

( ) Inserir uma vírgula imediatamente após a palavra Sociologia (l. 05).

( ) Suprimir a vírgula que antecede o segmento entre outros (l. 07).

( ) Substituir por dois-pontos a vírgula que se encontra imediatamente após a palavra relações (l. 10).

( ) Substituir a vírgula que se encontra imediatamente após a palavra voto (l.16) por ponto final, iniciando o período seguinte com letra maiúscula.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1184750 Português
Numere a COLUNA II identificando a pontuação usada na COLUNA I.  
COLUNA I  1. Coitada da Zebra!  2. É tão pobrezinha , 3. Coitada da Zebra?  4. Dorme de  pijaminha.

COLUNA II   ( ) Ponto de interrogação.  ( ) Ponto final.  ( ) Ponto de exclamação. 4 ( ) Vírgula. 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA. 
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: IF-RR
Q1184604 Português
TEXTO 2 
Campo Geral
Estava Mãe, estava tio Terêz, estavam todos. O senhor alto e claro se apeou. [...] O senhor perguntava à Mãe muitas coisas do Miguilim. Depois perguntava a ele mesmo: – “Miguilim, espia daí: quantos dedos da minha mão você está enxergando? E agora?” [...] 
E o senhor tirava os óculos e punha-os em Miguilim, com todo o seu jeito. 
– Olha, agora! 
Miguilim olhou. Nem podia acreditar! Tudo era uma claridade, tudo novo e lindo e diferente, as coisas, as árvores, as caras das pessoas. [...] E tonteava. Aqui, ali, meu Deus, tanta coisa, tudo... O senhor tinha retirado dele os óculos, e Miguilim ainda apontava, falava, contava tudo como era, como tinha visto. Mãe esteve assim assustada; mas o senhor dizia que aquilo era do modo mesmo, só que Miguilim também carecia de usar óculos, dali por diante. O senhor bebia café com eles. Era o doutor José Lourenço, do Curvelo. Tudo podia. Coração de Miguilim batia descompassado, ele careceu de ir lá dentro contar à Rosa, à Maria Pretinha, à Mãitana. [...].  Quando voltou, o doutor José Lourenço já tinha ido embora. 
– “Você está triste, Miguilim?” – Mãe perguntou. 
Miguilim não sabia. Todos eram maiores do que ele, as coisas reviravam sempre dum modo tão diferente, eram grandes demais. 
– Pra onde ele foi? 
– A foi p’ra a Vereda do Tipã, onde os caçadores estão. Mas amanhã ele volta, de manhã, antes de ir s'embora para a cidade. Disse que, você querendo, Miguilim, ele junto te leva […] – O doutor era homem muito bom, levava o Miguilim, lá ele comprava uns óculos pequenos, entrava para a escola, depois aprendia ofício. – “Você mesmo quer ir?” 
Miguilim não sabia. Fazia peso para não soluçar. Sua alma, até ao fundo, se esfriava. Mas mãe disse: 
– Vai, meu filho. É a luz dos teus olhos, que só Deus teve poder para te dar. Vai. 
O doutor chegou. — “Miguilim, você está aprontando? Está animoso?” Miguilim abraçava todos, um por um, dizia adeus até aos cachorros, ao Papaco-o-Paco, ao gato Sossõe qua lambia as mãozinhas se asseando. [...] Estava abraçado com Mãe. Podiam sair. 
Mas, então, de repente, Miguilim parou em frente do doutor. Todo tremia, quase sem coragem de dizer o que tinha vontade. Por fim, disse. Pediu. O doutor entendeu e achou graça. Tirou os óculos, pôs na cara de Miguilim.  
E Miguilim olhou para todos, com tanta força. Saiu lá fora. [...] O Mutum era bonito! Agora ele sabia. [...] 
Olhava mais era para Mãe. [...] Todos choravam. O doutor limpou a goela, disse: — “Não sei, quando eu tiro esses óculos, tão fortes, até meus olhos se enchem d ́água [...]” Miguilim entregou a ele os óculos outra vez. Um soluçozinho veio. [...] Nem sabia o que era alegria e tristeza. Mãe o beijava. A Rosa punha-lhe doces-de-leite nas algibeiras, para a viagem. Papaco-o-Paco falava, alto, falava. 
ROSA, João Guimarães. Manuelzão e Miguilim. 9ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,1984. p. 139-142. (Fragmento)
Em função da significação dos elementos do texto, o conectivo que poderia ser empregado em lugar do ponto que separa os dois períodos “Miguilim olhou. Nem podia acreditar!”, sem prejuízo do sentido original das orações, é:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Assistente Social |
Q620107 Português
No segmento “As conversas sobre o tema sempre passam por aquilo que alguém deveria fazer. E esse alguém é sempre definido como o outro (...)” (linhas 21 e 22), considere as seguintes alterações que resultam na transformação do excerto em um único período.
1. Substituição de “e” por “mas” com substituição do ponto final por vírgula.
2. Substituição de “e” por “contudo” com exclusão do ponto final.
3. Substituição do ponto final por vírgula antes de “e”.
4. Exclusão do ponto final.

Poderiam ser feitas, sem prejuízo gramatical e de sentido básico do enunciado, as alterações:
Alternativas
Q614755 Português

Leia, com atenção, o texto abaixo e responda à questão proposta. 


Sobre a pontuação usada no texto, é CORRETO afirmar: 
Alternativas
Q575779 Português
Assinale a alternativa em que a pontuação está de acordo com a norma-padrão da língua.
Alternativas
Q475852 Português
                                      Meter a língua onde não é chamado

    Azeite, não é meu parente! Nem todos entendem, mas a língua que se falava antigamente era tranchã, era não?

    As palavras pareciam todas usar galocha, e eu me lembro como ficava cabreiro quando aquela teteia da rua, sempre usando tank colegial, se aprochegava com a barra da anágua aparecendo, vendendo farinha, como se dizia. Só porque tinha me trocado pelo desgramado que charlava numa baratinha, ela sapecava expressões do tipo “conheceu, papudo?!", “Ora, vá lamber sabão", eu devolvia de chofre, com toda a agressividade da época, “deixa de trololó, sua sirigaita".

    A língua mexe, pra frente e pra trás, e assim como o bacana retornou guaribado para servir de elogio nos tempos modernos, pode ser que breve, na legenda de uma foto da Daniela Cicarelli, os jornais voltem a fazer como diante da Adalgisa Colombo outrora, e digam que ela tem it, que ela é linda, um chuchu. São coisas do arco da velha, vai entender?! Não é só o mistério da ossada da Dana de Teffé que nos une ao passado. Não saberemos nunca, também, quem matou o mequetrefe, a pinimba, o tomar tenência e o neca de pitibiribas, essas delícias vocabulares que enxotadas pelo bom gosto gramatical picaram a mula e foram dormitar, como ursos no inverno, numa página escondida do dicionário.

    Outro dia eu disse para as minhas filhas que o telefone estava escangalhado. Morreram de rir com esse maiô Catalina que botei na frase. Nada escangalha mais, no máximo não funciona. Me acharam, sem usar tamanho e tão cansativo polissílabo, um completo mocorongo. Como sempre, estavam certas. Eu tenho visto mulheres de botox, homens que escondem a idade, tenho visto todas as formas de burlar a passagemdo tempo,mas o que sai da boca tem data. Cuidado cinquentões com o ato falho de pedir um ferro de engomar, achar tudo chinfrim, reclamar do galalau que senta na sua frente no cinema e a mania de dizer que a fila do banco está morrinha. Esse papo, por mais que você curta música techno e endívias, denuncia de que década você veio.
    [...]
    Uma língua bem exercida é metida, jamais galinha morta. É feita de avanços e recuos, e se isso parece reclame de algum programa do canal a cabo Sexy Hot, digamos que, sim, pode ser. Língua, seja qual for, é erótica. Dá prazer brincar com ela. Uma lambida no passado envernizaria novamente palavras que estavam lá, macambúzias e abandonadas, como quizumba, alaúza e jururu, expressões da pá virada como “na maciota", “onde é que nós estamos!" e “ir para a cucuia". Certamente, por mais cara de emplastro Sabiá que tenham, elas dariam na verdade uma viagrada numa língua que tem sido sacudida apenas pelo que é acessado do cibercafé e o demorô dos manos e das minas.

    Meter a língua onde não é chamado pode ser divertido. Lembro de Oscarito passando a mão na barriga depois de botar pra dentro uma feijoada completa e dizer, todo preguiçoso e feliz, “tô comuma idiossincrasia!". Estava com o bucho cheio, empanturrado de palavras. Troque essa dieta de alface americana, de palavras transgênicas gordas, compridas e nonsenses como um paio de porco. É o banquete que eu sugiro, que anda na moda mas não vale um caracol. Caia de boca num sarrabulho com assistência na porta, umpifão de tirar uma pestana do caramba, uma car raspana batuta. Essa idiossincrasia vai fazer sentido. Se alguém, depois de receber todas essas palavras de lambuja, repetir a mamãe das antigas e, amuado, gritar “dobre a língua", não se faça de rogado-estique.

               SANTOS, Joaquim Ferreira dos.Meter a língua onde não é chamado . Jornal “O Globo", 08/09/2003, 2º Caderno. Disponível emwww.releituras.com.

Em “Azeite, não é meu parente!” (§1) o emprego do ponto de exclamação é usado para manifestar:
Alternativas
Q435970 Português
As opções abaixo constituem adaptações de trechos do jorna O Estado de Minas, de 25/3/2013. Assinale a opção gramaticalmente correta em relação ao emprego dos sinais de pontuação.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: PGE-BA Prova: FCC - 2013 - PGE-BA - Assistente de Procuradoria |
Q332381 Português
A pontuação está correta em:

Alternativas
Q320516 Português
As alternativas abaixo apresentam um trecho adaptado do site da Anvisa. De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação à pontuação,
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q293860 Português
Para que o fragmento abaixo seja coerente e gramaticalmente correto, é necessário inserir sinais de pontuação. Assinale a posição em que não deve ser usado o sinal de ponto, e sim a vírgula, para que sejam respeitadas as regras gramaticais. Desconsidere os ajustes nas letras iniciais minúsculas.

Imagem 020.jpg
Alternativas
Q2938230 Português

O texto 03 serve de base para as próximas quatro (04) questões:

Brasileiros levam a Angola experiência em saúde indígena e favelas João Fellet Ação busca baixar elevados níveis de mortalidades infantil e materna em áreas remotas” Especialistas brasileiros em saúde pública estão levando a Angola a experiência adquirida em favelas e aldeias indígenas do Brasil. O objetivo: baixar os elevados níveis de mortalidades infantil e materna em áreas remotas do país e reduzir ao máximo dependência dos moradores quanto ao frágil sistema de saúde local. Há quase uma década em Angola, o casal brasileiro Romy Giovanazzi e Fernando Mororó está à frente de uma das principais iniciativas em saúde comunitária no país. Em 2010, eles criaram a Vertrou (confiança, em africâner), empresa que firmou um contrato com o governo provincial de Luanda para implantar uma ação nos moldes do programa brasileiro de saúde comunitária. Para executar o projeto, eles contrataram profissionais que já atuaram em favelas da Grande São Paulo, comunidades indígenas e vilas de pescadores espalhadas pelo Brasil. Segundo a Unicef, a cada mil crianças nascidas vivas em Angola, 158 morrem antes de completar cinco anos. O país ocupa o oitavo posto entre as nações com maior taxa de mortalidade infantil do mundo. No Brasil, 107º do ranking, há 16 mortes a cada mil crianças nascidas.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/09/120918_angola_saude_jf_ac.shtml (trecho) - acesso em 24/09/2012

Assinale a alternativa que apresenta pontuação correta:

Alternativas
Ano: 2012 Banca: FEPESE Órgão: UFFS Prova: FEPESE - 2012 - UFFS - Revisor de Texto |
Q2916890 Português

Analise com atenção as frases abaixo.

1. Os escritores aterrorizados, acreditam firmemente que existe uma conspiração de revisores contra eles.

2. Os escritores, aterrorizados, acreditam firmemente que existe uma conspiração de revisores contra eles.

3. Aterrorizados, os escritores acreditam firmemente que existe uma conspiração de revisores contra eles.

4. Os escritores, aterrorizados, acreditam firmemente que existe, uma conspiração de revisores contra eles.

5. Aterrorizados os escritores, acreditam firmemente que existe uma conspiração de revisores contra eles.

Assinale a alternativa em que todas frases corretamente pontuadas.

Alternativas
Ano: 2012 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Nova Iguaçu - RJ
Q1207993 Português
Pan: meninas do Brasil também ficam com a prata                   Brasileiras não conseguem superar os EUA e terminam competição por equipe em segundo.                        As meninas do Brasil fizeram bonito neste sábado e levaram a medalha de prata na competição por equipes. Daiane dos Santos, que foi dúvida até o último momento, voltou a sentir dores no tornozelo, mas ajudou a seleção a superar o bronze de Santo Domingo e conquistar o resultado inédito.                       Quem também brilhou foi Jade Barbosa. A ginasta, de apenas 16 anos, terminou a competição com o segundo lugar na classificação geral, perdendo apenas para a americana Shaw Johnson.                      Com 236.150 pontos, o Brasil só ficou atrás dos EUA, que confirmaram seu favoritismo e fizeram 242.000 pontos. As mexicanas terminaram no terceiro lugar, com 223.625 pontos.                   (Agora esportes sua revista on-line, http://www.agoraesportes.com.br/html/noticia.asp?not=14462)                  “Quem também brilhou foi Jade Barbosa.” O ponto final ( . ) na frase anterior foi utilizado para   
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1200885 Português
Assinale a alternativa em que o texto está corretamente pontuado.
Alternativas
Q705623 Português
Assinale a opção em que o texto do Editorial da Folha de S. Paulo, de 4/9/2012, foi transcrito de forma gramaticalmente correta em relação ao emprego dos sinais de pontuação.
Alternativas
Q702444 Português

ASSIS, Machado de. Dom Casmurro. Texto de referência: Obras Completas de

Machado de Assis, vol. I, Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1994. Publicado originalmente

pela Editora Garnier, Rio de Janeiro, 1899.

Disponível em <http://machado.mec.gov.br/images/stories/pdf/romance/marm08.pdf>

O uso do ponto de exclamação nas frases "– Não é possível! exclamou Escobar. (...)", linha 28, e "— Não, agora não voltamos mais. Olhe, aquele preto que ali vai passando, é de lá. Tomás!", linha 35, indicam, do ponto de vista semântico
Alternativas
Q642325 Português

A alternativa que contém a pontuação para que a fortuna fique com os pobres é:


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q356274 Português
Em relação à oração, identifique a questão INCORRETA quanto à pontuação e quanto à função das classes de palavras respectivamente.
Alternativas
Q337286 Português
Analise as seguintes passagens do texto e as afirmações que as seguem a respeito do uso de sinais de pontuação:
1. Deveria ser sempre uma tarefa encantatória! Ler para ficar encantado! Esse poderia ser um lema para a vida inteira! (l. 01-02) – Os pontos de exclamação poderiam ser substituídos por pontos finais sem provocar incorreção na estrutura das frases; entretanto, isso provocaria prejuízo ao sentido pretendido pelo autor.
2. a gente adquire pensando, imaginando, criando mentalmente. (l. 12) – As vírgulas utilizadas nesse fragmento separam orações reduzidas.
3. No fim das contas, a gente lê para ser cada vez mais dono da nossa própria história! (l. 27) – A vírgula tem a função de separar um aposto.

Quais estão corretas?
Alternativas
Respostas
841: C
842: D
843: B
844: B
845: D
846: D
847: C
848: B
849: D
850: A
851: D
852: D
853: A
854: A
855: C
856: B
857: A
858: A
859: E
860: D