Questões de Concurso Comentadas sobre uso do ponto, do ponto de exclamação e do ponto de interrogação em português

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Q2368964 Português
Texto 3


OS BONDES


Pode ser fantasia, papel leva tudo, diz o povo, mas das gentis novidades que os jornais prometem por obra do novo prefeito do Rio, a que mais me entusiasma será a volta dos bondes, imagina, os bondes. Nem acredito, a tanto não chegam as minhas veleidades. Bonde circulando pela rua, a gente esperando no poste de listra branca, escalando o alto estribo, instalando-se no velho banco de madeira, abrindo o jornal e deixando o motorneiro correr, o vento nos banhando o rosto… E o dito motorneiro badalando na sua campa delém-delém! e o condutor tilintando os níqueis no nosso nariz distraído, faz favor! – e marcando as passagens na caixa sonora do teto, e a gente puxando a sineta para descer e os pingentes circunavegando os carros – não, não ouso acreditar. Bonde, o mais civilizado veículo concebido pela técnica, bonde não esquenta, não queima óleo, não vomita fumaça, não buzina, não sai do caminho, não ultrapassa os outros, não abalroa, não agride, não vira em canal, não despenca de viaduto, não caça pedestre, não fura pneu, não quebra barra de direção, não dá tranco para acomodar a carga humana, não depende de um motorista sofrendo de psicotécnica, mas de um motorneiro pachorrento, bonde, ah, bonde, não sei o que diga em teu louvor, já que, plagiando Manuel Bandeira, por mais que te louvemos nunca te louvaremos bem!
Sim, sei que são sonhos. Mas como para Deus nada é impossível, por que não um milagre? Um anjo inspirar o prefeito e ele começar, tentativamente, pondo bondinhos a correr pela periferia da cidade, subúrbios, ilhas, esses lugares cariocas mais pacíficos. Na ilha do Governador, por exemplo, de onde tiraram os bondes foi crime, com aquelas ruas estreitíssimas à beira-mar, onde só o bonde, preso ao trilho, circulava por elas sem risco. Depois dos ônibus, é só verem as estatísticas, morre lá mais gente atropelada do que de assalto.
E a experiência dando certo em Campo Grande, Santa Cruz – os felizardos! porque não ousar uma tentativa pelo Leblon, talvez um circular pela Lagoa, seria muito turístico. Ou, ainda melhor, uma linha Leblon-Arpoador, ao longo da praia, de onde seriam expulsos os automóveis; nos bondes os banhistas poderiam circular até de calção molhado – devolvendo-se ao uso a venerável instituição do taioba.
Falei em taioba. Alguém já pensou que, depois extintos os bondes de segunda classe, não existe mais maneira alguma de pobre carregar seus fardos – lavadeira a sua trouxa, mascate a sua mala, vassoureiro as suas vassouras, verdureiro a sua cesta? Que foi que botaram em substituição ao bonde taioba? Nada, claro. Quem pôde, comprou a sua bicicleta ou triciclo para atravancar ainda mais o tráfego. Pobre cada dia tem menos vez. Nos tempos de eu mocinha, em Fortaleza, era de bonde que se namorava. O primeiro sinal de interesse que o rapaz dava à moça era pagar a passagem dela. Se ela aceitava, estava começado o namoro e o galã tinha direito de vir sentar-se ao seu lado, ou pendurar-se no balaústre, junto, se ela ia na ponta do banco. Menina namoradeira escolhia sempre a ponta do banco, para facilitar.
Em Belo Horizonte, no bonde que, do Bar do Ponto, subia a Rua da Bahia, quando o condutor ficava quieto lá atrás, já se sabia: era o Senador Melo Viana que vinha naquele bonde e pagava a lotação inteira. Todos se viravam em procura do perfil severo do senador que lia o seu jornal; de um lado e de outro pipocavam discretos agradecimentos mineiros e o senador se mantinha impassível, embora, naturalmente, gratificadíssimo
As moças da Tijuca aqui no Rio, que vinham trabalhar na cidade, bordavam no trajeto de bonde grande parte do seu enxoval; muita velha senhora tijucana, hoje em dia, há de lembrar-se disso. As de Ipanema não sei, nunca me contaram. Mas todas essas galanterias se acabaram. Hoje, em transporte coletivo, só se escuta palavrão, resmungos e ranger de dentes.
Então, ante a dura realidade, ante os dinossauros assassinos disparados pelo asfalto, deixem-me sonhar com os bondes. Nesta cidade feroz, seria cada bonde uma ilha de segurança, de amável fraternidade, sempre cabia mais um! ai, saudades. Nosso reino por um bonde!


(Rio, 07/04/1975)
Coletânea de crônicas reunidas no livro Melhores Crônicas, de
Rachel de Queiroz, com seleção e prefácio de Heloisa Buarque de
Hollanda.

“...Mas como para Deus nada é impossível, por que não um milagre?” trata-se de uma frase: 
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Q2357239 Português
TEXTO III


O que é uma alimentação saudável?


Alimentação saudável é uma dieta bem equilibrada, que fornece os nutrientes, vitaminas e minerais nas proporções adequadas para o bom funcionamento do organismo.

Para que uma alimentação seja saudável, é importante ter variedade, equilíbrio, controle de quantidade (comer o que lhe é adequado) e qualidade dos alimentos. Ou seja: conhecer a procedência dos ingredientes é uma das formas de conseguir uma alimentação saudável.

Alimentos industrializados contêm muitos aditivos, conservantes e gorduras, além de ultraprocessar os alimentos, fazendo-os perder grande parte dos seus nutrientes.

Não é à toa que a busca por uma alimentação saudável e o combate contra a obesidade têm trazido à tona discussões favoráveis aos alimentos orgânicos e ao consumo de alimentos locais, de acordo com a estação.


Disponível em: https://www.unimed.coop.br/viver-bem/alimentacao/ dez-dicas-para-uma-alimentacao-saudavel. Acesso em: 20 jul. 2023.
Releia este trecho do texto III.

“Ou seja: conhecer a procedência dos ingredientes é uma das formas de conseguir uma alimentação saudável.”

Os dois pontos são usados nesse trecho para indicar
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Q2355830 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.

TEXTO I

Assistência Social nos Bairros esteve no Mandu

A Prefeitura marcou presença no Mandu, nesse sábado (21/10), com o Projeto Assistência Social nos Bairros! A criançada se divertiu muito e os adultos receberam informações valiosas sobre os benefícios de assistência social disponíveis para a comunidade.

Além da equipe da Secretaria de Desenvolvimento Social, a turma da UEMG e da Sala Mineira do Empreendedor também estiveram por lá, juntamente com diversos colaboradores. O prefeito Roberto Silva e o vice-prefeito Nei Maia também marcaram presença no Bairro durante as atividades.

Próxima parada do Projeto: 11/11 (sábado) no Bairro Canadá - Espaço Cidadão Ricardo Müller, das 8h às 12h!

Não perca! Venha participar e aproveitar todas essas atividades incríveis!

Disponível em: https://acesse.one/xDWP3.
Acesso em: 11 nov. 2023 (adaptado).
Releia este trecho.
“A Prefeitura marcou presença no Mandu, nesse sábado (21/10), com o Projeto Assistência Social nos Bairros!”
Esse trecho é formado por uma frase
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Q2355618 Português
Um pé de milho 

    Os americanos, através do radar, entraram em contato com a Lua, o que não deixa de ser emocionante. Mas o fato mais importante da semana aconteceu com o meu pé de milho.
       Aconteceu que no meu quintal, em um monte de terra trazido pelo jardineiro, nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim – mas descobri que era um pé de milho. Transplantei-o para o exíguo canteiro na frente da casa. Secaram as pequenas folhas, pensei que fosse morrer. Mas ele reagiu. Quando estava do tamanho de um palmo veio um amigo e declarou desdenhosamente que na verdade aquilo era capim. Quando estava com dois palmos veio outro amigo e afirmou que era cana.
      Sou um ignorante, um pobre homem de cidade. Mas eu tinha razão. Ele cresceu, está com dois metros, lança as suas folhas além do muro – e é um esplêndido pé de milho. Já viu o leitor um pé de milho? Eu nunca tinha visto. Tinha visto centenas de milharais – mas é diferente. 
        Um pé de milho sozinho, em um canteiro, espremido, junto do portão, numa esquina de rua – não é um número numa lavoura, é um ser vivo e independente. Suas raízes roxas se agarram no chão e suas folhas longas e verdes nunca estão imóveis. Detesto comparações surrealistas – mas na glória de seu crescimento, tal como o vi em uma noite de luar, o pé de milho parecia um cavalo empinado, as crinas ao vento – e em outra madrugada parecia um galo cantando. 
        Anteontem aconteceu o que era inevitável, mas que nos encantou como se fosse inesperado: meu pé de milho pendoou. Há muitas flores belas no mundo, e a flor de milho não será a mais linda. Mas aquele pendão firme, vertical, beijado pelo vento do mar, veio enriquecer nosso canteirinho vulgar com uma força e uma alegria que fazem bem. É alguma coisa de vivo que se afirma com ímpeto e certeza. Meu pé de milho é um belo gesto da terra. E eu não sou mais um medíocre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever: sou um rico lavrador da Rua Júlio de Castilhos.


(Crônica extraída da obra 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2014.) 
No trecho “Já viu o leitor um pé de milho?” (3º§), o ponto de interrogação tem como propósito: 
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Q2351853 Português
Leia o trecho a seguir: "Após longos anos de estudo, finalmente, Maria alcançou seu objetivo: a aprovação no concurso público. Agora, ela está pronta para enfrentar novos desafios profissionais."

Qual é a pontuação correta para separar as orações coordenadas presentes no trecho?
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Q2350932 Português
Assinale a alternativa em que a pontuação foi empregada de maneira adequada:
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Q2350579 Português
Uma esperança


     Aqui em casa pousou uma esperança. Não a clássica que tantas vezes verifica‐se ser ilusória, embora mesmo assim nos sustente sempre. Mas a outra, bem concreta e verde: o inseto.

     Houve um grito abafado de um dos meus filhos:

     – Uma esperança! E na parede bem em cima de sua cadeira! Emoção dele também que unia em uma só as duas esperanças, já tem idade pra isso. Antes surpresa minha: esperança é coisa secreta e costuma pousar diretamente em mim, sem ninguém saber, e não acima de minha cabeça numa parede. Pequeno rebuliço: mas era indubitável, lá estava ela, e mais magra e verde não podia ser.

     – Ela quase não tem corpo, queixei‐me.

     – Ela só tem alma, explicou meu filho e, como filhos são uma surpresa para nós, descobri com surpresa que ele falava das duas esperanças.

     Ela caminhava devagar sobre os fiapos das longas pernas, por entre os quadros da parede. Três vezes tentou renitente uma saída entre dois quadros, três vezes teve que retroceder caminho. Custava a aprender.

     – Ela é burrinha, comentou o menino.

     – Sei disso, respondi um pouco trágica.

     – Está agora procurando outro caminho, olhe, coitada, como ela hesita.

     – Sei, é assim mesmo.

     – Parece que esperança não tem olhos, mamãe, é guiada pelas antenas.

     – Sei, continuei mais infeliz ainda.

     Ali ficamos, não sei quanto tempo olhando. Vigiando‐a como se vigiava na Grécia ou em Roma o começo de fogo do lar para que não apagasse.

     – Ela se esqueceu de que pode voar, mamãe, e pensa que só pode andar devagar assim. Andava mesmo devagar – estaria por acaso ferida? Ah não, senão de um modo ou de outro escorreria sangue, tem sido sempre assim comigo.

     Foi então que farejando o mundo que é comível, saiu de trás de um quadro uma aranha. Não uma aranha, mas me parecia “a” aranha. Andando pela sua teia invisível, parecia transladar‐se maciamente no ar. Ela queria a esperança. Mas nós também queríamos e, oh! Deus, queríamos menos que comê‐la. Meu filho foi buscar a vassoura. Eu disse fracamente, confusa, sem saber se chegara infelizmente a hora certa de perder a esperança:

     – É que não se mata aranha, me disseram que traz sorte...

     – Mas ela vai esmigalhar a esperança! Respondeu o menino com ferocidade. 

     – Preciso falar com a empregada para limpar atrás dos quadros – falei sentindo a frase deslocada e ouvindo o certo cansaço que havia na minha voz. Depois devaneei um pouco de como eu seria sucinta e misteriosa com a empregada: eu lhe diria apenas: você faz o favor de facilitar o caminho da esperança.

     O menino, morta a aranha, fez um trocadilho, com o inseto e a nossa esperança. Meu outro filho, que estava vendo televisão, ouviu e riu de prazer. Não havia dúvida: a esperança pousara em casa, alma e corpo.

     Mas como é bonito o inseto: mais pousa que vive, é um esqueletinho verde, e tem uma forma tão delicada que isso explica por que eu, que gosto de pegar nas coisas, nunca tentei pegá‐la.

     Uma vez, aliás, agora é que me lembro, uma esperança bem menor que esta, pousara no meu braço. Não senti nada, de tão leve que era, foi só visualmente que tomei consciência de sua presença. Encabulei com a delicadeza. Eu não mexia o braço e pensei: “E essa agora? Que devo fazer?” Em verdade nada fiz. Fiquei extremamente quieta como se uma flor tivesse nascido em mim. Depois não me lembro mais o que aconteceu. E, acho que não aconteceu nada.


(LISPECTOR, Clarice. 1925‐1977. Felicidade Clandestina: Contos – Rio de Janeiro: Rocco, 1998.)
Observe os trechos: “Andava mesmo devagar – estaria por acaso ferida?” (14º§) e “E essa agora? Que devo fazer?” (21º§) É possível inferir que os pontos de interrogação têm como finalidade: 
Alternativas
Q2350004 Português

Texto 2


Doutor Félix


      Para o pensamento geral, bom advogado é aquele que participa do Tribunal do Júri Popular. Advogado bom de tribuna logo cai na graça do povo. “Viu como ele fala? Tem medo não. O promotor se levantou também e, se o juiz não entra no meio! Sei não, a coisa ficaria feia.” [...]

      O público ouvia com atenção e não se ouvia um pio na assistência, mesmo porque não era galinheiro. Ninguém duvidava da condenação, mas a curiosidade era grande. O que iria fazer doutor Félix? Como iria sair daquela? Ele, sempre competente, acostumado a ganhar, na certa iria perder aquela batalha.



[...] ISAIAS, Davi. Crônicas da Goiabeira – volume I. Goiânia: 2008. Editora América.

O sinal de exclamação utilizado no trecho “se o juiz não entra no meio!” tem a função de
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Q2345799 Português
Uma frase interrogativa é a que formula uma pergunta. Quando a resposta pode ser sim/não, dizemos que a interrogação é total, e, em caso contrário, parcial.
Assinale a frase que mostra uma interrogação total. 
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Q3694432 Português
Leia as colunas abaixo:
Coluna 01:
(__) O sol brilha intensamente no céu azul. (__) Não há nuvens no horizonte, o dia está perfeito. (__) Você gostaria de participar do evento no próximo sábado? (__) Que dia maravilhoso faz hoje!
Coluna 02:
I. Afirmativa. II. Exclamativa. III. Interrogativa. IV. Negativa.

Correlaciona ambas as colunas e indique a sequência CORRETA:
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Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Florianópolis - SC Provas: FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Supervisor Escolar | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Administrador Escolar | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Orientador Educacional | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor Auxiliar de Educação Especial (Profissional de Apoio) | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor Auxiliar de Atividades de Ciências | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor Auxiliar de Educação Infantil | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor Auxiliar de Ensino Fundamental | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor Auxiliar de Tecnologia Educacional | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor Auxiliar Intérprete Educacional | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Anos Iniciais | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Artes Cênicas e/ou Teatro | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Artes Música | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Artes Plásticas e/ou Visuais | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Ciências | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Dança | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Educação Especial | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Educação Física | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Educação Infantil | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Espanhol | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Geografia | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de História | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Inglês | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Matemática | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Português | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Português e Inglês |
Q2637358 Português

Assinale a alternativa que está de acordo com as normas da língua padrão.

Alternativas
Q2627558 Português

Como a qualidade de sono afeta a sua saúde?


  1. Durante __ sono, é possível repor energias e regular o metabolismo, fatores essenciais
  2. para manter corpo e mente saudáveis. Dormir bem é um hábito que deve ser incluído na rotina
  3. de todos Especialistas recomendam em média 8 horas de sono por dia, sem interrupções. Esse
  4. número pode variar de acordo com a idade de cada indivíduo e as necessidades de
  5. desenvolvimento de seu corpo, de acordo com o indicado.
  6. A longo prazo, a má qualidade do sono pode ter efeitos de maior alcance em sua saúde
  7. geral: aumenta o risco cardiovascular, colocando você em maior risco de ter problemas como
  8. derrames e infartos. Noites mal dormidas também estão associadas a pressão alta, diabetes e
  9. obesidade. Além dos problemas de saúde física, a má qualidade do sono é um fator que contribui
  10. para os problemas de saúde mental, como depressão, cansaço emocional, falta de concentração
  11. e mudanças de humor. Não faz mal repetir e insistir: dormir bem é o segredo da boa saúde e da
  12. felicidade.
  13. Abaixo, veja alguns hábitos que podem ajudar você a criar uma boa noite de sono.
  14. • Pratique a boa “higiene do sono”: tenha um horário definido para ir dormir e acordar e não deixe
  15. de segui-lo.
  16. • Evite os dispositivos eletrônicos pelo menos 2 horas antes de ir dormir. Também é bom diminuir
  17. as luzes da casa nesse período. Isso ajudará a dizer para o seu cérebro que está perto da hora
  18. de dormir.
  19. • Faça exercícios físicos diariamente, mas não muito tarde.
  20. • Prepare um jantar leve ao entardecer, pois muito tarde pode interferir no sono.


(Disponível em: https://www.hospitalanchieta.com.br/como-a-qualidade-de-sono-afeta-a-sua-saude/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

O correto sinal de pontuação que substitui a figura da linha 03 é:

Alternativas
Q2425685 Português

Texto – Tecnologia e educação

A busca pelo instantâneo é, sem dúvida, um dos sinais da nossa cultura digital. A um clique ou comando de voz, tem-se instantaneamente informações, imagens, contatos pessoais e, por que não dizer, a própria realidade em sua representação digital. Na educação, a sala de aula pode estar conectada com o mundo, permitindo que alunos e professores acessem instantaneamente informação e conteúdo que antes limitavam-se a meios impressos ou a espaços como a biblioteca.

Em tempos de conectividade, estudantes podem, em qualquer lugar e a qualquer momento, assistir a videoaulas, recorrer a professores online ou contar com a ajuda de programas de computador que respondem às suas dúvidas. A oferta variada e instantânea de informação e estímulos, além dos novos formatos e linguagens da interação nas redes, faz com que ouvir um professor por mais de 20 minutos pareça impossível para estudantes considerados nativos digitais. Interatividade e instantaneidade a um toque da tela do celular parecem não combinar com práticas de aprendizagem que requerem investimento de tempo em leituras, escutas participativas e diálogos que admitem, inclusive, o silêncio da reflexão.

Mas se o instantâneo virou bem de primeira necessidade, não se pode esquecer que a vida e a aprendizagem acontecem na duração. Não se trata de negar que instantes marcam nossa trajetória e muita informação nos esclarece a mente como que repentinamente. A vida, porém, é mais do que amontoado de instantes e a aprendizagem é mais do que consumo rápido de informações. Uma imagem visualizada, um texto lido ou uma aula assistida precisam da duração, da vivência no tempo, da experiência construída pelo retrabalho, pelas articulações ou pelas retomadas que se dão no processo de aprendizagem.

Caso aceitemos que educação é mais do que instrução e não se reduz a preparar crianças e jovens a ir de uma fase a outra no jogo da vida, cada vez mais em menos tempo e com mais produtividade, precisamos então aceitar o desafio de integrar as tecnologias digitais na escola, sem desrespeitar os diferentes ritmos dos processos de aprendizagem.

Autor: Luís Cláudio Dallier Saldanha - Doutor em Educação 10/01/2018. Acessado em 07 mai. 2023 em: <https://ndmais.com.br/opiniao/artigo/tecnologia-e-educacao/>

As questões, 04 e 05 referem-se ao parágrafo reproduzido abaixo.


“A oferta variada e instantânea de informação e estímulos, além dos novos formatos e linguagens da interação nas redes, faz com que ouvir um professor por mais de 20 minutos pareça impossível para estudantes considerados nativos digitais. Interatividade e instantaneidade a um toque da tela do celular parecem não combinar com práticas de aprendizagem que requerem investimento de tempo em leituras, escutas participativas e diálogos que admitem, inclusive, o silêncio da reflexão.”


Sobre outra possibilidade de pontuação do parágrafo, em conformidade com as relações sintático-semânticas da língua portuguesa da Nomenclatura Gramatical Brasileira, marque a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2328791 Português
Um sonho de simplicidade

    Então, de repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque, por que procurar a voz de mulher na penumbra ou amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?
    Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me surpreendendo assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.
    A vida poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.
    Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo no Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu um fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.
    Seria possível deixar essa eterna inquietação das madrugadas urbanas, inaugurar de repente uma vida de acordar bem cedo? Outro dia vi uma linda mulher, e senti um entusiasmo grande, uma vontade de conhecer mais aquela bela estrangeira: conversamos muito, essa primeira conversa longa em que a gente vai jogando um baralho meio marcado, e anda devagar, como a patrulha que faz um reconhecimento. Mas por que, para que, essa eterna curiosidade, essa fome de outros corpos e outras almas?
    Mas para instaurar uma vida mais simples e sábia, então seria preciso ganhar a vida de outro jeito, não assim, nesse comércio de pequenas pilhas de palavras, esse ofício absurdo e vão de dizer coisas, dizer coisas… Seria preciso fazer algo de sólido e de singelo; tirar areia do rio, cortar lenha, lavrar a terra, algo de útil e concreto, que me fatigasse o corpo, mas deixasse a alma sossegada e limpa.
    Todo mundo, com certeza, tem de repente um sonho assim. É apenas um instante. O telefone toca. Um momento! Tiramos um lápis do bolso para tomar nota de um nome, um número… Para que tomar nota? Não precisamos tomar nota de nada, precisamos apenas viver – sem nome, nem número, fortes, doces, distraídos, bons, como os bois, as mangueiras e o ribeirão.

(BRAGA, Rubem. Manchete. Correio da Manhã. O sonho. Rio de Janeiro. Em: 12/03/1953.)
A frequente utilização de ponto de interrogação ao longo do texto ocorreu porque o autor, certamente, pretendeu evidenciar:
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Q2314829 Português
Ah, Isoldaxina!


         Era suave o semblante da jovem Isoldaxina. Exceto quando tinha de pronunciar seu nome. Morria de vergonha toda vez que precisava preencher algum cadastro na cidade. Para ela, Isoldaxina faria muito mais sentido se estivesse escrito em uma caixa de remédios.
         O sobrenome também não ajudava: Misântera. E quanto aos apelidos… melhor nem comentar.
        Certo dia, conheceu um homem gentil, de olhar cândido e palavras tênues. Ele lhe ofereceu uma bebida e perguntou o nome dela. Isoldaxina ruborizou. E agora? Será que ele faria uma cara de estranheza? Tentaria segurar o riso?
        Quando ela criou coragem e disse “Isoldaxina”, ele sorriu. Um sorriso gentil e amável. Em seguida, apresentou-se: Rufólgeno Duarte.
         Foram felizes para sempre!

(MARTINS, Juliano. Disponível em: https://corrosiva.com.br/cronicas/isoldaxina/. Acesso em: 26/07/2023.)
No fragmento “Foram felizes para sempre!” (5º§), o sinal de exclamação foi empregado para
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Q2311105 Português

Leia o texto a seguir:


Rubem Alves


... é uma das maiores fontes de alegria. Claro, há uns livros chatos. Não os leiam. Borges dizia que, se há tantos livros deliciosos de serem lidos, por que gastar tempo lendo um livro que não dá prazer? Na leitura fazemos turismo sem sair de casa gastando menos dinheiro e sem correr os riscos das viagens. O Shogun me levou para uma viagem ao Japão do século XVI, em meio aos ferozes samurais e às sutilezas do amor nipônico e das cerimônias de chá. Cem anos de solidão, que reli faz alguns meses, me produziu espantos e ataques de riso. Achei que o Gabriel García Márquez deveria estar sob o efeito de algum alucinógeno quando o escreveu. A poesia do Alberto Caeiro me ensina a ver, me faz criança e fico parecido com árvores e regatos. Também o Mário Quintana. E o Manoel de Barros. E o Solte os cachorros, da Adélia. No momento estou em meio à leitura do livro Na berma de nenhuma estrada, de Mia Couto (Editorial Ndjira), escritor moçambicano. Berma: nunca havia lido ou ouvido essa palavra. O dicionário me disse que “berma” é um “caminho estreito à beira de fossos”. Contos curtíssimos de três páginas. Mia Couto se parece com o Manoel de Barros, vai descobrindo jeitos diferentes de dizer. E o leitor vai vivendo experiências que não viveu e se espantando o tempo todo.


Adaptado de: Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola / Rubem Alves. – São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008.

No texto, o ponto de interrogação tem a função de:
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Ano: 2023 Banca: FGV Órgão: Prefeitura de São José dos Campos - SP Provas: FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Analista em Saúde - Enfermeiro | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Analista em Saúde - Farmácia | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Analista em Saúde - Fisioterapia | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Analista em Saúde - Fonoaudiologia | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Analista em Saúde - Nutrição | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Analista em Saúde - Psicologia | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Analista em Saúde - Terapia Ocupacional | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Analista em Saúde - Veterinária | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Analista em Saúde - Dentista 20h | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Cardiologista Adulto | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Cardiologista Infantil | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Clínico Geral | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Dermatologista | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Ortopedista | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Otorrinolaringologista | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Pediatra | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Pneumologista Adulto | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Pneumologista Infantil | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Proctologista | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Psiquiatra Adulto | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Psiquiatra Infantil | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Reumatologista | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Urologista | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Vascular/Angiologista | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Emergencista Adulto | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Pediatra Emergencista | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Saúde da Família | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Endocrinologista Adulto | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Endocrinologista Infantil | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Gastroenterologista | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Geriatra | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Ginecologista | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Neurologista Adulto | FGV - 2023 - Prefeitura de São José dos Campos - SP - Médico - Neurologista Infantil |
Q2309701 Português
Todos os pensamentos abaixo estão divididos em dois períodos, separados por um ponto. Assinale a opção em que a substituição desse ponto por um conector se fez de forma adequada.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2023 - TJ-SP - Oficial de Justiça |
Q2307848 Português
Os fantasmas não fumam

       Os fantasmas não fumam. Mas não por causa da campanha antitabagista que está na moda. Os fantasmas deixaram de fumar desde o doloroso acidente ocorrido no seu nevoento mundo.
       Era um fantasma que tinha a mania de assistir ao deitar e ao despertar das moças quando se despiam ou vestiam. Nuas em pelo, elas não lhe interessavam. Como se vê, tratava-se de um fantasma antiquado.
       Ora, uma noite, invisibilizando-se como fazia em tais ocasiões, ele entrou pela primeira vez no quarto de Lurdinha.
          E, como vocês felizmente ainda ignoram, não é só para mim que Lurdinha é irresistível. O destino dela é inspirar amor à primeira vista, mas amor no duro – não a simples contemplação olhativa com que o fantasma até então se divertira.
          Um amor para casar.
          Ante essa impossibilidade, a vida do fantasma era um suspiro só.
         Até que um dia recordou ter lido, em um poeta chinês, que fumar era uma maneira disfarçada de suspirar...
          E o nosso fantasma apaixonado fumou tanto, tanto, que acabou fumando-se a si mesmo.

(Mario Quintana, Da preguiça como método de trabalho, 2013. Adaptado)
A pontuação está de acordo com a norma-padrão em:
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Q2307062 Português
“Se cuida!” O sinal (!) indica uma emoção, é chamado de
Alternativas
Q2307053 Português
O balão

Um homem está voando num balão, quando, de repente, percebeu que estava completamente perdido. Desceu lentamente sobre uma rodovia, onde um motorista o estava observando ao lado de seu carro. Quando a altura era suficiente para se comunicar com ele, disse-lhe:

— Desculpe! Marquei um encontro com uns amigos e já estou atrasado, porque não sei onde estou. Poderia ajudar-me?

— Pois não! Você está num balão de ar quente, a uns 30 metros de altura, entre os 40 e 45 graus de latitude norte e entre os 58 e 60 graus de longitude oeste.

— Você é engenheiro, não é verdade? - perguntou-lhe o passageiro do balão.

— Sou, sim! - respondeu o motorista. – Como soube?

— Muito simples. Tudo o que você me disse é tecnicamente correto, mas praticamente inútil. Continuo perdido e vou chegar tarde ao meu encontro porque não sei o que fazer com a sua informação.

— E você é um chefe, certo? 

— Certo - respondeu o homem do balão. – Como adivinhou?

— Muito fácil. Não sabe onde está nem para onde vai. Fez uma promessa que não pode cumprir e espera que outra pessoa resolva seu problema. Na realidade encontra-se exatamente na mesma situação em que estava antes de nos encontrarmos, só que, agora, por uma estranha razão... a culpa é minha!


Disponível em:
http://www.muraljoia.com.br/000novapaginahum.htm.
Acesso em: 30 ago. 2019.
No texto anterior, a frase “Poderia ajudar-me?” O sinal (?) é utilizado para indicar uma pergunta. Assinale a alternativa que apresenta o nome deste sinal.
Alternativas
Respostas
121: A
122: C
123: B
124: D
125: C
126: D
127: D
128: B
129: B
130: A
131: D
132: E
133: C
134: B
135: C
136: A
137: B
138: B
139: B
140: A