Questões de Concurso Comentadas sobre termos integrantes da oração: objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, agente da passiva em português

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Q330528 Português

   MAQUINOMEM
O homem esposou a máquina
e gerou um híbrido estranho:
um cronômetro no peito
e um dínamo no crânio.
As hemácias de seu sangue
são redondos algarismos.

Crescem cactos estatísticos
em seus abstratos jardins.

Exato planejamento,
a vida do maquinomem.
Trepidam as engrenagens
no esforço das realizações.

Em seu íntimo ignorado,
há uma estranha prisioneira,
cujos gritos estremecem
a metálica estrutura;
há reflexos flamejantes
de uma luz imponderável
que perturbam a frieza
do blindado maquinomem.

Helena Kolody


gerou um híbrido estranho - estremecem a metálica estrutura - perturbam a frieza do blindado maquinomem

Substituindo-se os elementos grifados acima por um pronome, com os necessários ajustes, o resultado correto será, respectivamente:
Alternativas
Q330519 Português
De tudo isso resulta o valor atribuído pela ética epicurista ao tempo...

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima está empregado em:
Alternativas
Q324813 Português
... clima de intimidade que cria laços de confiança e amizade para sempre.O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o verbo grifado acima está empregado em:

Alternativas
Q318348 Português
Com base na leitura do texto acima, julgue os itens a seguir.

Na linha 1, a expressão “o êxito” exerce função sintática de complemento direto da forma verbal “Dependerá”.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: MPU Prova: CESPE - 2013 - MPU - Analista - Direito |
Q318228 Português
Julgue os itens seguintes, relativos ao texto acima apresentado.

A oração “quinhoar desigualmente aos desiguais na medida em que se desigualam” (l.9-10) exerce a função de complemento indireto da forma verbal “consiste” (l.9).
Alternativas
Q305608 Português
A função sintática do segmento destacado em “O combate À VIOLÊNCIA é uma necessidade geral [...]” encontra correta classificação na alternativa:
Alternativas
Q303259 Português
Imagem 001.jpg

Julgue os próximos itens, relativos a aspectos linguísticos dos
fragmentos de texto apresentados.
No fragmento II, estaria mantida a correção gramatical do texto caso fosse inserido, logo após a forma verbal “dizendo” (L.9), o pronome lhe -- dizendo-lhe -- elemento que exerceria a função de complemento indireto do verbo, retomando, por coesão, “Marconi” (L.8).
Alternativas
Q298061 Português
Imagem 003.jpg

Julgue os próximos itens, relativos às ideias e estruturas linguísticas do texto acima.

Mantém-se a correção gramatical do período ao se substituir “criaram-se” ( L.20) por foram criadas.

Alternativas
Q296941 Português
Considere o período abaixo.

Era a ideia que lhe fervia na cabeça.


A função sintática do termo destacado é

Alternativas
Q2944615 Português

Para responder às questões de 7 a 10, leia o texto a seguir.


Jipe em Marte usa arma laser pela primeira vez em rocha


O jipe-robô Curiosity, pousado em Marte desde o início de agosto, usou sua arma laser pela primeira vez. O alvo foi uma rocha, cujo conteúdo mineral será analisado.

Os cientistas encarregados da missão declararam que essa primeira tentativa foi um sucesso.

O jipe, um laboratório robótico, atirou 30 pulsos de laser em uma pedra do tamanho de um punho por um período de dez segundos, segundo nota da Nasa.

Cada pulso leva uma energia de 1 milhão de watts por cinco (*) de segundo, vaporizando um pedaço da rocha do tamanho de uma cabeça de alfinete e criando uma pequena fagulha, que é analisada por um telescópio montado no jipe.

O brilho ionizado, que pode ser observado a até sete metros de distância, é separado em comprimentos de onda por três espectrômetros que dão informações aos cientistas sobre a composição química da rocha.

O sistema, chamado Chemistry-and-Camera ou ChemCam ("química e câmera"), é capaz de identificar mais de 6.000 comprimentos de onda no espectro ultravioleta, infravermelho e de luz visível e pode fazer 14 mil análises durante a missão em Marte.

O propósito desse primeiro uso do laser foi um treino de pontaria do instrumento. Mas os cientistas vão analisar os dados da rocha, que eles chamaram de "Coronation" ("coroação").

"Conseguimos um ótimo espectro da Coronation, muitos sinais", afirmou o líder dos estudos da ChemCam, Roger Wiens, do Laboratório Nacional de Los Alamos, no Novo México (EUA), onde o instrumento foi desenvolvido. "Depois de oito anos construindo o aparelho, é hora do pagamento."

O jipe Curiosity, veículo do tamanho de um carro pequeno, aterrissou em uma cratera perto do equador de Marte no dia 6 de agosto. Sua missão, inicialmente de dois anos, é determinar se o planeta pode ter tido vida microbiana.

(Disponível em www.folho.uol.com.br)

Em "Os cientistas encarregados da missão declararam que essa primeira tentativa foi um sucesso.", a oração em destaque exerce função sintática de:

Alternativas
Q1654106 Português

    Podemos afirmar que existem duas unanimidades na teoria econômica, com resultados práticos inevitáveis. Salvo algumas poucas opiniões em contrário, a primeira delas diz respeito à neutralidade das atividades econômicas sobre a natureza e seus ecossistemas. Isto é, tudo que é feito neste mundo, em termos econômicos, seria incapaz de danificar a natureza, os elos biológicos e os ecossistemas. A maioria dos economistas acredita nisso, mas, olhando ao redor, nos perguntamos com base em que essa crença foi criada. A segunda unanimidade, derivada da primeira, é a obsessão pelo crescimento, como única forma de resolver os problemas humanos relacionados ao bem-estar e à felicidade. Por essa razão, a preocupação rotineira dos economistas em geral é a capacidade de as economias continuarem crescendo infinita e ininterruptamente. Vemos essa preocupação surgir nas justificativas de medidas governamentais, bem como nos textos de diversos autores no Brasil e fora dele. Um exemplo é o Consenso de Washington, cuja finalidade foi pavimentar nos países em desenvolvimento as condições necessárias para a expansão das atividades. No entanto, embora essa seja a preocupação mais corriqueira do mundo financeiro da atualidade, iniciamos o século XXI com enorme angústia em torno da nossa capacidade de crescer. Os riscos financeiros vêm se multiplicando, com ou sem as reformas do Consenso.

    A situação econômica atual é crítica e vários economistas parecem deter a solução do problema: voltar a crescer. Precisamos tomar cuidado porque nem sempre os fins justificam os meios. Em primeiro lugar, não existe uma relação direta entre crescimento econômico e maior empregabilidade, já que o avanço tecnológico produz um crescimento de empregos que não alcança o da população. Além disso, o crescimento gerado com base na exaustão e degradação dos recursos naturais já está se mostrando inviável. Essa fórmula pode ser alentadora no curto prazo, mas fornece grande preocupação quanto ao futuro. Uma passagem de um célebre economista francês, Fréderic Bastiat, ilustra essa situação: “na esfera econômica, um ato, um hábito, uma instituição, uma lei não engendram apenas um efeito, mas uma série de efeitos. Desses, só o primeiro é imediato porque se manifesta junto com sua causa (se vê); os outros se desenrolarão sucessivamente (não se veem). Somos felizes se pudermos prevê-los.”

(Adaptado de Hugo Penteado. Ecoeconomia: uma nova abordagem. São Paulo, Lazuli Editora, 2008, p. 89-92)

Leia atentamente as afirmações abaixo.


I. Somos felizes se pudermos prevê-los. (final do texto)

De acordo com o contexto, o pronome grifado acima se refere a efeitos.


II. ... tudo que é feito neste mundo, em termos econômicos, seria incapaz de danificar a natureza... (1° parágrafo)

... nem sempre os fins justificam os meios. (2° parágrafo)

Ambos os verbos grifados nas frases acima exigem o mesmo tipo de complemento.


III. Uma passagem de um célebre economista francês, Fréderic Bastiat, ilustra essa situação: "na esfera econômica..." (2° parágrafo)

O sinal de dois-pontos empregado na frase acima introduz uma citação.


Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Q863901 Português

Assinale a alternativa que classifica corretamente o termo em destaque na frase.


Por todos era julgado o Paulo.

Alternativas
Q832615 Português

                                  Você tem medo de quê?

      Vou direto ao ponto: estive em Paris. É um verdadeiro luxo, Paris. Não por causa do Louvre, da Place Vendôme ou da Champs-Élysées. Nem pelas mercadorias todas, lindas, chiques, caras, que nem penso em trazer para casa. Meu luxo é andar nas ruas, a qualquer hora da noite ou do dia, sozinha ou acompanhada, a pé, de ônibus ou de metrô (nunca de táxi), e não sentir medo de nada. Melhor: de ninguém. Meu luxo é enfrentar sem medo o corpo a corpo com a cidade, com a multidão.

      O artigo de luxo que eu traria de Paris para a vida no Brasil, se eu pudesse − artigo que não se globalizou, ao contrário, a cada dia fica mais raro e caro −, seria esse. O luxo de viver sem medo, o de circular na cidade sem temer o semelhante, sem que o fantasma de um encontro violento esteja sempre presente. Não escrevi “viver em uma sociedade sem violência”, já que a violência é parte integrante da vida social. Basta que a expectativa da violência não predomine sobre todas as outras; que a preocupação com a “segurança” não seja o critério principal para definir a qualidade da vida urbana.

      Mas eu conheço, eu vivi em uma cidade diferente desta em que vivo hoje. Essa cidade era São Paulo. Já fiz longas caminhadas a pé pelo centro, de madrugada. Não escrevo movida pelo saudosismo, mas pela esperança. Isso faz tão pouco tempo! Sei lá como os franceses conseguiram preservar seu raro luxo urbano. Talvez o valor do espaço público, entre eles, não tenha sido superado pelo dos privilégios privados. Talvez a lei se proponha, de fato, a valer para todos. Pode ser que a justiça funcione melhor. E que a sociedade não abra mão da aposta nos direitos. Pode ser que a violência necessária se exerça, prioritariamente, no campo da política e não no da criminalidade.

      Se for assim, acabo de mudar de ideia. Viver sem medo não é, não pode ser, um luxo. É básico; é o grau zero da vida em sociedade. Viver com medo é que é uma grande humilhação.

(Adaptado de Maria Rita Kehl. 18 crônicas e mais algumas. S.Paulo: Boitempo, 2011. p. 119-120)

... sem temer o semelhante ...


O verbo grifado acima tem o mesmo tipo de complemento que o verbo empregado em:

Alternativas
Q756549 Português

Texto

As causas da violência urbana

    Se a violência é urbana, pode-se concluir que uma de suas causas é o próprio espaço urbano? Os especialistas na questão afirmam que sim: nas periferias das cidades, sejam grandes, médias ou pequenas, nas quais a presença do Poder Público é fraca, o crime consegue instalar-se mais facilmente. São os chamados espaços segregados, áreas urbanas em que a infraestrutura urbana de equipamentos e serviços (saneamento básico, sistema viário, energia elétrica e iluminação pública, transporte, lazer, equipamentos culturais, segurança pública e acesso à justiça) é precária ou insuficiente, e há baixa oferta de postos de trabalho.

    Esse e os demais fatores apontados pelos especialistas não são exclusivos do Brasil, mas ocorrem em toda a América Latina, em intensidades diferentes. Não é a pobreza que causa a violência. Se assim fosse, áreas extremamente pobres do Nordeste não apresentariam, como apresentam, índices de violência muito menores do que aqueles verificados em áreas como São Paulo, Rio de Janeiro e outras grandes cidades. E o país estaria completamente desestruturado, caso toda a população de baixa renda ou que está abaixo da linha de pobreza começasse a cometer crimes.

    Outros dois fatores para o crescimento do crime são a impessoalidade das relações nas grandes metrópoles e a desestruturação familiar. Esta última é causa e também efeito. É causa porque sem laços familiares fortes, a probabilidade de uma criança vir a cometer um crime na adolescência é maior. Mas a desestruturação de sua família pode ter sido iniciada pelo assassinato do pai ou da mãe, ou de ambos.

    No entanto, alguns especialistas afirmam que essa causa deve ser vista com cautela. Desestrutura familiar, por exemplo, não quer dizer, necessariamente, ausência de pai ou de mãe; ou modelo familiar alternativo. A desestrutura tem a ver com as condições mínimas de afeto e convivência dentro da família, o que pode ocorrer em qualquer modelo familiar.

    Também não é o desemprego. Mas o desemprego de ingresso – quando o jovem procura o primeiro emprego, objetivando sua inserção no mercado formal de trabalho, e não obtém sucesso – tem relação direta com o aumento da violência, porque torna o jovem mais vulnerável ao ingresso na criminalidade. Na verdade, o desemprego, ou o subemprego, mexe com a auto-estima do jovem e o faz pensar em outras formas de conseguir espaço na sociedade, de ser, enfim, reconhecido.

    Sem conseguir entrar no mercado de trabalho, recebendo um estímulo forte para o consumo, sem modelos próximos que se contraponham ao que o crime organizado oferece (o apoio, o sentimento de pertencer a um grupo, o poder que uma arma representa, o prestígio) um indivíduo em formação torna-se mais vulnerável.

    O crescimento do tráfico de drogas, por si só, é também fator relevante no aumento de crimes violentos. As taxas de homicídio, por exemplo, são elevadas pelos “acertos de conta”, chacinas e outras disputas entre traficantes rivais.

    E, ainda, outro fator que infla o número de homicídios no Brasil é a disseminação das armas de fogo, principalmente das armas leves. Discussões banais, como brigas familiares, de bar e de trânsito, terminam em assassinato porque há uma arma de fogo envolvida.

(Luís Antonio Francisco de Souza – sociólogo)

Assinale a alternativa em que o termo sublinhado exerce a função de complemento e não de adjunto do termo anterior.
Alternativas
Q732688 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

Texto 2:

Das utopias

Se as coisas são inatingíveis... ora!

Não é motivo para não querê-las...

Que tristes os caminhos, se não fora

A presença distante das estrelas!

(Mario Quintana)

Que função sintática exerce no texto o termo INATINGÍVEIS?
Alternativas
Q720295 Português

                                                O lixo é nosso

    Cena comum nas cidades: engolfado no trânsito, e também obstruindo-o, um homem, uma formiga, puxa com enorme esforço pedaços do caos. É o carroceiro.

   Paciência, motorista, com o pobre carroceiro. Cala a tua buzina irritada, que o homem que ali vai, puxando sua carga enorme e desequilibrada, trabalha para o nosso bem. Não é muito o que ele pode fazer, ele não é mais do que uma formiga na paisagem, um nada, mas faz sua parte mínima com a força e a teimosia das formigas. Leva restos que espalhamos pelos caminhos.

    Não o apresses, ele não consegue ir mais depressa. Não é ele que vai devagar, somos nós, o país. O atraso é nosso.

    O homem da carroça, o burro sem rabo, caro motorista, está ali por um conjunto de circunstâncias: para ele existir, tem de haver pobreza, tem de faltar trabalho, tem de sobrar lixo nas ruas, tem de faltar educação, respeito, cidadania, planejamento administrativo, consciência do bem comum.

    Considera que ele nas ruas é mais “verde” – mais limpo – do que nós: o carro dele não emite gazes, não buzina, ele não é um consumidor de artigos descartáveis, não produz esse lixo, antes o leva para reciclagem. Vê que curiosa contradição: ele é uma pecinha na grande engrenagem do avanço, a reciclagem, enquanto nós, participantes da poderosa cadeia de consumo, modernos, temos um pé nos séculos passados, ligados à descuidada atitude que formou a sociedade atual – pegar, usar e largar.


(Adaptado de Ivan Ângelo. Certos homens. Porto Alegre: Arquipélago, 2011. p.167-9)

...ele [...] não produz esse lixo... 

O verbo grifado acima tem o mesmo tipo de complemento que o verbo empregado em: 

Alternativas
Q694186 Português

Leia a oração abaixo.


Tenho confiança em você.


Assinale a alternativa cujo termo destacado não exerce a mesma função sintática que “em você”.

Alternativas
Q685724 Português
É curioso: a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingos. 
No trecho “[...] neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingos.”, neles exerce a função de
Alternativas
Q685721 Português
É curioso: a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingos. 
Em “É curioso: a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas [...]”, a oração destacada tem a função de
Alternativas
Ano: 2012 Banca: FCC Órgão: BANESE Prova: FCC - 2012 - BANESE - Técnico Bancário |
Q611207 Português
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.

Agir como um caçador incansável é fundamental para perseguir um objetivo e alcançá-lo. No entanto, não se pode esquecer de que preservar o que foi conquistado é tão importante quanto conquistar algo novo.
Na vida selvagem, os tigres dedicam boa parte de seu tempo e energia à defesa de seu território. Como as tentativas de invasão são frequentes, a competição é permanente e impiedosa. O tigre precisa ser melhor que seus rivais.
O mundo corporativo espelha o mundo natural. Para se destacar e ser “dono” de um território é imprescindível que o profissional supere os concorrentes. Para isso, ter criatividade na hora de resolver problemas e “faro” para identificar oportunidades faz toda a diferença para a carreira e para o sucesso dos negócios.
Na “empresa” da selva, os tigres são criativos porque isso lhes traz vantagens competitivas e eles usam sua criatividade para transpor obstáculos. Uma caçada é uma sequência de problemas, ora conhecidos, ora inesperados. Em ambos os casos, o tigre terá de ser criativo.
Na minha visão, criatividade no mundo profissional deveria ter justamente essa definição: a capacidade de apresentar soluções alternativas para problemas conhecidos e soluções inovadoras para novos problemas.
É claro que essa qualidade não se restringe aos artistas ou ao pessoal do marketing. Da mesma forma, é engano considerar a criatividade como um talento nato. A criatividade é uma competência que deve ser exigida de qualquer profissional e que qualquer pessoa pode desenvolver.
Quem tem o olho de tigre está sempre atento. Mais ainda, essas pessoas não se referem a “problemas” e sim a “desafios”. Todo processo pode ser aperfeiçoado, em qualquer área ou divisão de uma empresa. Às vezes, esse aprimoramento vem da forma menos esperada e da maneira mais simples. Ser criativo não significa ser complexo. Muitas vezes, na simplicidade está a melhor solução.

(Adaptado de Renato Grinberg. Olho de tigre. São Paulo, Gente, 2011, p. 85-9)
O mundo corporativo espelha o mundo natural.
O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima está em:
Alternativas
Respostas
1741: A
1742: C
1743: C
1744: E
1745: C
1746: C
1747: C
1748: C
1749: A
1750: A
1751: B
1752: A
1753: E
1754: B
1755: C
1756: A
1757: D
1758: D
1759: B
1760: D