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Questões de Concurso Comentadas sobre termos integrantes da oração: objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, agente da passiva em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 1.884 questões

Q2746367 Português

Leia o texto para responder as questões de 1 a 3.


Novo aplicativo da Tesla permitirá dirigir e estacionar pelo smartphone


De acordo com CEO da empresa, Elon Musk, software estará disponível em seis semanas.

O CEO da Tesla, Elon Musk, divulgou nesta quintafeira (1) que a nova versão do aplicativo da empresa permitirá aos usuários conduzirem os veículos através dos seus smartphones. A ferramenta também permitirá aos veículos identificarem vagas e estacionarem de forma autônoma. A previsão é disponibilizar o software em seis semanas.

Em uma série de notas publicadas no Twitter, Musk explicou como o sistema Summon funcionará. “O carro vai dirigir até o local do seu telefone e seguir você como um animal de estimação se você segurar o botão no aplicativo da Tesla”, disse.

O sistema será aberto aos carros produzidos nos últimos dois anos, além do Model 3 sedan, Model S e X. Segundo o CEO da Tesla, uma nova versão já está sendo desenvolvida para ser lançada durante o próximo ano.

Apesar da euforia provocada pelo avanço tecnológico, o novo sistema pode esbarrar na legislação. De acordo com o site NBC News, o Congresso norteamericano ainda discute as diretrizes normativas para veículos autônomos. Atualmente, a maioria das leis estaduais obriga que um motorista permaneça ao volante sempre que um veículo estiver em movimento.

Agora, mais da metade dos Estados permitem alguns testes de veículos autônomos em vias públicas. No entanto, em praticamente todos os casos, um motorista licenciado deve permanecer ao volante pronto para assumir o controle em uma emergência.


(Disponível em https://www.istoedinheiro.com.br/novo-aplicativo-da-teslapermitira-dirigir-e-estacionar-pelo-smartphone/ acesso em 05/11/2018. Texto adaptado)

Em “O CEO da Tesla, Elon Musk, divulgou nesta quinta-feira (1) que a nova versão do aplicativo da empresa permitirá aos usuários conduzirem os veículos através dos seus smartphones.” O termo em destaque é um:

Alternativas
Q2717437 Português

Leia a oração a seguir e classifique sintaticamente o elemento em destaque:


“Sempre tive muito amor por meus professores.”

Alternativas
Q2053043 Português

TEXTO I 


Retratando...


Somos todos frustrados neste mundo;

uns são mais, outros menos, mas ninguém 

pode gabar-se de não ter no fundo 

recalques, pois, de sobra, todos têm!


Um poço de mistérios, bem profundo, 

possui em seu recesso todo alguém...

Mas a tara só vem à luz, segundo 

o interesse animal que nos convém! 


Embuçado no véu da hipocrisia, 

ou preso a preconceitos, já sem fé, 

todo homem se empenha noite e dia, 


nessa inglória tarefa de querer

insistir em mostrar o que não é, 

e o que deseja, mas não pode ser! 


Rubens de Castro. Disponível em: <http://www.academiadeletrasmt.com.br/revista-aml/obras-digitalizadas/262-antologia-poetica-mato-grossense>


No que diz respeito à função sintática no texto, assinale a alternativa que, respectivamente, associa-se aos substantivos "poço" (2ª estrofe, verso 1), "alguém" (2ª estrofe, verso 2) e "hipocrisia" (3ª estrofe, verso 1). 
Alternativas
Q2050246 Português
Qual das frases a seguir apresenta complemento nominal?
Alternativas
Q2044630 Português
Marque a alternativa que indica apenas termos acessórios da oração: 
Alternativas
Q2038991 Português
    Na busca pela melhoria do incentivo à leitura e à escrita no País, há três perspectivas para as quais devemos tornar os nossos olhares: o governo, a escola e o próprio lar. 
Assinale a alternativa INCORRETA sobre os termos do fragmento acima.
Alternativas
Q2010815 Português
Marque a alternativa em que a função sintática da palavra sublinhada, dada entre parênteses e em itálico, está INCORRETA: 
Alternativas
Q2010814 Português
Marque a alternativa que apresenta uma oração em que há objeto indireto: 
Alternativas
Q2009225 Português
Leia as frases a seguir, atribuídas ao filósofo francês Voltaire, para responder à questão.

I. “Não estou de acordo com aquilo que dizeis, mas lutarei até o fim para que vos seja possível dizê-lo.”
II. “Todas as riquezas do mundo não valem um bom amigo.”
Analise os termos da frase (II) a seguir e suas respectivas funções sintáticas, e assinale a alternativa que apresenta a CORRETA correlação:
I. Todas as riquezas do mundo II. Valem III. Um bom amigo
 A) Sujeito. B) Verbo. C) Objeto direto
Alternativas
Q1857956 Português
Analise o seguinte trecho. “Meu interesse pela peregrinação começou há 15 anos, quando visitei a cidade de Santiago de Compostela.”
O termo em destaque é
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FAU Órgão: CPS-PR Prova: FAU - 2018 - CPS-PR - Advogado |
Q1840557 Português

O problema dos cálculos biliares 


    Para uma parte do corpo tão pequena e pouco essencial, a vesícula biliar pode causar muita dor. Mais ou menos do tamanho e formato de uma pera, o órgão fica no lado direito do abdome. Sua função é guardar a bile, líquido produzido pelo fígado que ajuda a digerir a gordura da alimentação. A vesícula libera o líquido no intestino delgado quando necessário. 

    Quando o delicado equilíbrio químico da bile se altera – não sabemos direito como nem por quê -, seus componentes podem se cristalizar. Com o tempo, esses cristais se combinam para formar cálculos (colelitíase), pequenos como grãos de areia ou grandes como bolas de golfe. Em pelo menos 75% dos casos, os cálculos biliares não causam sintomas nem complicações e, portanto, não exigem tratamento. No entanto, caso um cálculo obstrua temporariamente um dos dutos da bile que entram e saem da vesícula, o resultado é um surto súbito e rápido de dor intensa no abdome, na área das costelas e/ou nos ombros. Isso não causa problemas duradouros, mas é bom ir ao médico para confirmar se é mesmo a vesícula, e não outro problema, como uma úlcera.

    A obstrução prolongada ou permanente dos dutos pode provocar complicações graves, como infecções e inflamações. Vá ao médico imediatamente se tiver icterícia, febre, arrepios ou dor incessante.

    Os cálculos biliares são mais comuns em mulheres com mais de 40 anos e em pessoas com histórico familiar da doença. O principal fator de risco passível de correção é a obesidade, diz o Dr. Stephen Ryder, consultor médico do British Liver Trust. Mas ele é contra emagrecer depressa demais, pois isso pode dar início à formação de cálculos ou provocar sintomas; “portanto, é melhor um emagrecimento controlado”, diz ele.

    Se você já tem cálculos biliares sintomáticos, e os ataques são leves, é possível controlar seus efeitos com analgésicos; uma alimentação com baixo teor de gordura também faz uma modesta diferença. Se os sintomas forem graves e frequentes, o único tratamento eficaz é a remoção cirúrgica da vesícula.

    É possível viver sem ela, pois o fígado continua a produzir bile, que passa direto ao intestino delgado em vez de se acumular primeiro na vesícula. Depois da cirurgia, cerca de um em dez pacientes sofre diarreia ocasional enquanto o sistema digestivo se adapta à liberação contínua da bile. Isso pode durar de semanas a anos, mas medicamentos chamados sequestradores de ácidos biliares ajudam a controlar o problema. Mas, para a maioria, a diferença entre ter ou não vesícula é imperceptível.


Samantha Rideout Fonte: Revista Seleções, abril de 2018, páginas 16 e 17. 

Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pelo substantivo líquido no período: “A vesícula libera o líquido no intestino delgado quando necessário.”
Alternativas
Q1787989 Português

Bombeiro diz que se queimou ao tentar resgatar Luzia no Museu Nacional


    O depoimento emocionado de um bombeiro sobre o combate ao incêndio que consumiu e transformou em cinzas o acervo do Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, está comovendo internautas numa rede social.

    No relato publicado na segunda-feira (3), o soldado Rafael Luz, lotado no Quartel de Copacabana, na Zona Sul, conta que estava de folga, mas, mesmo assim, decidiu ir ajudar.

    "Assim que cheguei, confirmei a extensão da tragédia que já tinha visto. E sabe o que mais eu vi? Um grupo de homens e mulheres, trabalhando exaustivamente, enfrentando chamas, fazendo o possível e o impossível. Eu vi um corpo, o meu corpo. O Corpo de Bombeiros", escreveu o militar.

    Obras inestimáveis tentaram ser salvas por Rafael Luz e outros bombeiros. A maioria dos objetos, porém, foi perdida em meio ao fogo. A vice-diretora do Museu Nacional, Cristiana Serejo, disse em entrevista na segunda que 90% do acervo estava destruído.

    "Consegui com outros bombeiros salvar algumas cerâmicas, peças que nunca na vida imaginei segurar nas mãos. E se isso estava acontecendo, era só a confirmação da tragédia que estávamos vivendo", detalhou o bombeiro na publicação.

    Em determinado momento, Rafael diz que contou com a ajuda de um funcionário do museu, chamado Vitor, para tentar resgatar Luzia, considerada por pesquisadores como o mais antigo fóssil humano já achado nas Américas, com cerca de 11.500 anos.

    Ao se arriscar no prédio em chamas em busca de Luzia, o bombeiro relatou o desespero ao abrir um armário e apenas encontrar um ferro "incandescente". Segundo ele, a alta temperatura do material derreteu a luva que o protegia do fogo e queimou seus dedos.

    "Fizemos um esforço gigantesco e conseguimos nos aproximar e abrir o armário. Ao procurar Luzia, encontrei vazio e um ferro incandescente que derreteu minha luva e queimou meus dedos. Doeu, muito. Saí da sala e chorei. De dor? Não. De frustração."

    Em homenagem à corporação, Rafael garante que ele e os companheiros de farda fizeram o possível para combater as chamas que lamberam a edificação. Ao lembrar o lema dos bombeiros: "vida alheia e riquezas salvar", o militar ressalta que a segunda parte do bordão nunca fez tanto sentido.


https://g1.globo.com, 04/09/2018 

Sobre “...o militar ressalta que a segunda parte do bordão nunca fez tanto sentido.”, é FALSO afirmar que:
Alternativas
Q1787493 Português
Um idoso na fila do Detran

    “O senhor aqui é idoso”, gritava a senhora para o guarda, no meio da confusão na porta do Detran da Avenida Presidente Vargas, apontando com o dedo o tal “senhor”. Como ninguém protestasse, o policial abriu o caminho para que o velhinho enfim passasse à frente de todo mundo para buscar a sua carteira. Olhei em volta e procurei com os olhos o velhinho, mas nada. De repente, percebi que o “idoso” que a dama solidária queria proteger do empurra-empurra não era outro senão eu.
    Até hoje não me refiz do choque, eu que já tinha me acostumado a vários e traumáticos ritos de passagem para a maturidade: dos 40, quando em crise se entra pela primeira vez nos “enta”; dos 50, quando, deprimido, se sente que jamais vai se fazer outros 50 (a gente acha que pode chegar aos 80, mas aos 100?); e dos 60, quando um eufemismo diz que a gente entrou na “terceira idade”. Nunca passou pela minha cabeça que houvesse uma outra passagem, um outro marco, aos 65 anos. E, muito menos, nunca achei que viesse a ser chamado, tão cedo, de “idoso”, ainda mais numa fila do Detran.
    Na hora, tive vontade de pedir à tal senhora que falasse mais baixo. Na verdade, tive vontade mesmo foi de lhe dizer: “idoso é o senhor seu pai”. O que mais irritava era a ausência total de hesitação ou dúvida. Como é que ela tinha tanta certeza? Que ousadia! Quem lhe garantia que eu tinha 65 anos, se nem pediu pra ver minha identidade? E o guarda paspalhão, por que não criou um caso, exigindo prova e documentos? Será que era tão evidente assim? Como além de idoso eu era um recém-operado, acabei aceitando ser colocado pela porta adentro. Mas confesso que furei a fila sonhando com a massa gritando, revoltada: “esse coroa tá furando a fila! Ele não é idoso! Manda ele lá pro fim!” Mas que nada, nem um pio.
    O silêncio de aprovação aumentava o sentimento de que eu era ao mesmo tempo privilegiado e vítima – do tempo. Me lembrei da manhã em que acordei fazendo 60 anos: “Isso é uma sacanagem comigo”, me disse, “eu não mereço.” Há poucos dias, ao revelar minha idade, uma jovem universitária reagira assim: “Mas ninguém lhe dá isso.” Respondi que, em matéria de idade, o triste é que ninguém precisa dar para você ter. De qualquer maneira, era um gentil consolo da linda jovem. Ali na porta do Detran, nem isso, nenhuma alma caridosa para me “dar” um pouco menos.

VENTURA, Z. Disponível em: <http://www.releituras.com/zven-tura_idoso.asp> Acesso em: 23 de abril/2018. [Adaptado.]
Considere o trecho abaixo, extraído do texto.
Há poucos dias, ao revelar minha idade, uma jovem universitária reagira assim: “Mas ninguém lhe dá isso.” Respondi que, em matéria de idade, o triste é que ninguém precisa dar para você ter. De qualquer maneira, era um gentil consolo da linda jovem. Ali na porta do Detran, nem isso, nenhuma alma caridosa para me “dar” um pouco menos. (4º parágrafo)
Assinale a alternativa correta, em relação ao trecho.
Alternativas
Q1784396 Português
Entrevista com Mia Couto

Prestes a completar 62 anos, o escritor moçambicano Mia Couto é uma das poucas pessoas no mundo capaz de juntar com beleza e propriedade assuntos que vão da medicina à ecologia, da biologia à poesia, da prosa à política.

Quais seus principais interesses como cientista?

Sou biólogo e ecologista. O que me fascina é a fronteira entre a descoberta científica e a margem de mistério que sempre subsiste. Mas sobretudo a Biologia me ajudou a repensar-me como pessoa solidária e de identidades partilhadas. A Biologia ensinou-me a entender outras linguagens, ensinou-me a fala das árvores, a fala dos que não falam. Hoje em nenhum lugar me sinto uma criatura solitária. Mais do que tudo ela me trouxe a saúde de pensar que faço parte de uma epopeia partilhada por milhões de criaturas, e nessa antiga saga não existe nunca um ator principal.

De que maneira a ciência ajuda na sua obra literária e vice-versa?

Confirmei na ciência o que suspeitava como poeta: a certeza de um parentesco perdido com o mundo natural, seja ele tido como vivo ou inorgânico. Não imaginamos, nós seres humanos, o quanto somos feitos de material não humano. E mesmo nesse lugar sagrado onde se acreditava estar registrado o nosso pedigree distinto de todas as outras espécies, mesmo no nosso genoma mora a vida inteira.

As palavras que existem na língua portuguesa já não bastam para expressar o que se quer?

Os idiomas são entidades vivas e raramente são os escritores que criam mudanças que se tornam registro corrente. São as pessoas comuns. Não podemos abdicar do direito (e sobretudo do prazer) de sermos coprodutores desse corpo social. Não se trata de uma questão literária. Mas da possibilidade de ver no idioma um modo de assumirmos uma identidade solidária e coletiva e em permanente construção.

Qual sua palavra favorita (inventada ou existente) e o que ela tem de especial?

Um dia um desconhecido num aeroporto em Moçambique abordou-me para me dizer que queria oferecer uma palavra. Estranhei mas ele explicou-se: era um engenheiro de obras e numa certa ocasião teve que chamar a atenção de um operário sobre algo que não estava bem feito. E o homem respondeu: esta é uma coisa “improvisória”. Este termo é genial. Porque reúne muito do que somos em Moçambique (e possivelmente no Brasil): improvisamos na lógica do provisório. Numa única palavra se exprime um modo de uma cultura se dizer a si mesma.

Como conduzir o leitor entre o real e o imaginário sem confundi-lo?

Talvez o leitor precise mesmo de ficar confuso, de perder o pé e ser convidado a procurar um novo chão. Se a obra de arte não fizer isso ela não cumpre a sua função de nos conduzir a uma viagem, a saltar fronteiras e a desobedecer certezas. E talvez seja necessário questionar essa construção de literatura do “mágico” e do “fantástico”. Não existe literatura que não caminhe com um pé no fantástico e outro no real.

PEREIRA, C.; MASSON, C. Revista Isto É. Edição 15/06/2017 - nº 2479. Disponível em: <https://istoe.com.br/teremos-que-inventar-um-ou-tro-modo-de-fazer-politica/#> [Adaptado]. Acesso: 05/set/2018.
Considere as frases abaixo em seu contexto.
1. “Mia Couto é uma das poucas pessoas no mundo capaz de juntar com beleza e propriedade assuntos que vão da medicina à ecologia, da biologia à poesia, da prosa à política.” (1º parágrafo) 2. “Confirmei na ciência o que suspeitava como poeta: a certeza de um parentesco perdido com o mundo natural, seja ele tido como vivo ou inorgânico.” (2ª resposta) 3. “E mesmo nesse lugar sagrado onde se acreditava estar registrado o nosso pedigree distinto de todas as outras espécies, mesmo no nosso genoma mora a vida inteira.” (2ª resposta) 4. “Um dia um desconhecido num aeroporto em Moçambique abordou-me para me dizer que queria oferecer uma palavra.” (4ª resposta)
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação as frases acima.
( ) Em 1, o verbo ir tem o mesmo significado de deslocamento espacial que em: “viajantes que vão do Rio a São Paulo”. ( ) Em 2, há uma relação lógico-semântica de disjunção em “seja ele tido como vivo ou inorgânico”. ( ) Em 3, a palavra “mesmo” funciona, nas duas ocorrências, como operador argumentativo que realça um argumento, direcionando o sentido para determinada conclusão. ( ) Em 3, “a vida inteira” funciona como adjunto adverbial temporal. ( ) Em 4, as duas ocorrências do pronome “me” são correferenciais e desempenham a mesma função sintática: objeto direto.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q1757242 Português
O vício em Smartphones

    Proponho uma brincadeira: da próxima vez que você estiver com amigos ou em um encontro, meça quanto tempo passa antes que alguém pegue o celular para ver se recebeu alguma mensagem. [...]

    O problema de olhar de modo recorrente os nossos aparelhos eletrônicos tem um lado social e um lado fisiológico. A cabeça humana média pesa entre 4,5 e 5,5 quilos, e, quando curvamos nossos pescoços para escrever uma mensagem de texto ou olhar o Facebook, a atração gravitacional sobre a cabeça e a tensão no pescoço crescem até o equivalente a 27 quilos de pressão. Essa postura comum [...] resulta em perda gradual da curva espinhal.

    O “pescoço de SMS” está se tornando um problema médico que aflige inúmeras pessoas, e a maneira pela qual mantemos nossas cabeças voltadas para baixo também acarreta outros riscos de saúde.

    Há provas de que a postura afeta o humor, o comportamento e a memória, e ficar encurvado também pode causar depressão, de acordo com o Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia norteamericano. A maneira pela qual ficamos em pé afeta tudo, da quantidade de energia de que dispomos ao desenvolvimento dos ossos e músculos, e até mesmo a quantidade de oxigênio que nossos pulmões são capazes de absorver. [...]

    Cerca de 75% dos norte-americanos acreditam que seu uso de smartphones não afeta sua capacidade de prestar atenção, em situações de grupo, e cerca de um terço dos norte-americanos acredita que usar celulares em situações sociais contribui para a conversação. Mas será que contribui de fato? Especialistas em etiqueta e cientistas sociais respondem em completo acordo: não.

    O comportamento “sempre conectado”, para o qual os smartphones contribuem nos leva a nos afastar de nossa realidade. E quando ficamos de cabeça baixa nossas capacidades de comunicação e nossos bons modos também encolhem.[...]
   
    Niobe Way, professora de psicologia aplicada na Universidade de Nova York, estuda o papel da tecnologia em dar forma ao desenvolvimento adolescente. As interações conduzidas de cabeça baixa nos afastam do presente, não importa em que grupo estejamos, ela diz. E não é problema só para os jovens. É um comportamento incorporado, aprendido, copiado e repetido, em boa parte por imitação aos adultos. Quando crianças veem seus pais de cabeça baixa, emulam essa ação. O resultado é uma perda de indicadores não verbais, e isso pode atrofiar o desenvolvimento.

    “Os aparelhos móveis são a mãe da cegueira por desatenção”, disse Henry Alford. “É esse o nome que se dá ao estado de esquecimento maníaco que toma conta de alguém que se deixa absorver por uma atividade que exclua tudo mais”.Todas as idades são afetadas.[...]

     Velhos ou jovens, somos todos uma geração de casos em teste. Etiqueta, bons modos, linguagem corporal, a maneira pela qual respondemos e interagimos e mesmo nossa aparência - tudo está mudando. Estamos abrindo mão de toda uma vida, que acontece apenas 90 graus acima de nossos celulares. Comece a olhar para cima. Jamais seja a primeira pessoa em um grupo a pegar o celular.



POPESCU, Adam. Como o vício em smartphones tem acabado com os bons modos. New York Times, 29 jan. 2018. Trad. Paulo Migliacci. Disponível em: http://m.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2018/01/1954141-como-o-vicioem-smartphones-tem-acabado-com-os-bons-modos.shtml?mobile. Acesso em 30 jan. 2018. [Fragmento]

Leia este fragmento do texto:


O resultado é uma perda de indicadores não verbais, e isso pode atrofiar o desenvolvimento.


Em relação à sintaxe desse período, o termo destacado na primeira oração é

Alternativas
Q1728146 Português

Analise os versos a seguir.


Quero ver do alto do horizonte,

Que foge de mim. (O. Mariano)


Considerando, agora, o contexto acima, o pronome “que” será classificado como:
Alternativas
Q1728145 Português

Analise o trecho a seguir.


A escola também parou no tempo no que diz respeito ao material didático. 


Considerando o contexto apresentado, o pronome “que” poderá ser classificado como: 

Alternativas
Q1722890 Português

Analise as locuções sublinhadas.


I - Um dia a todos nós nos coube valorizar o trabalho dos operários. (Objeto direto pleonástico)

II - Respeito como a um igual! (Objeto direto preposicionado)

III - Falamos de muitos temas pertinentes. (Objeto indireto)


Considerando as classificações entre parênteses, indique a alternativa correta. 

Alternativas
Q1632110 Português
Analise a seguinte frase.

“Ofereceram prêmio aos vencedores.”

O termo destacado classifica-se, sintaticamente, como:
Alternativas
Respostas
1301: D
1302: A
1303: A
1304: B
1305: C
1306: E
1307: A
1308: B
1309: D
1310: C
1311: D
1312: D
1313: A
1314: D
1315: C
1316: B
1317: A
1318: D
1319: C
1320: B