Questões de Concurso Comentadas sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português

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Q1859765 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Relativamente ao preenchimento das lacunas tracejadas das linhas 03, 24 e 43, considerando o uso dos verbos ‘provir’, ‘afligir’ e ‘gerar’, avalie as assertivas que seguem:
I. Na linha 03, o verbo ‘provir’ pode ser flexionado na terceira pessoal do singular ou na terceira do plural, mantendo a correção gramatical.
II. ‘afligem' completaria corretamente a lacuna da linha 24, considerando a sintaxe do período que em ocorre.
III. Na linha 43, ‘gera’ completaria corretamente a lacuna, visto que o sujeito, naquele contexto, é dito implícito.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q2675958 Português

Após a leitura do enunciado apresentado a seguir, leia as assertivas:


Vou pela rua a passos rápidos

A criança perdida que fui me persegue

Não olho pra trás

Entro no primeiro ônibus

Por tristeza a procuro, pouco antes de descer

Ela vem logo atrás

Sigo pela rua e todos se perguntam quem é aquela

menininha

sozinha andando na rua. Será que está perdida?

Quanto mais ela me segue, mais se perde

Subo em um andaime

O andaime sobe por entre os andares

A menininha fica lá embaixo parada, olhando pra cima,

e grita:

Pode subir! Eu estarei aqui te esperando

Ao pular, suas palavras tremulam em mim como um

lenço

perdido ao vento

(Ana Carolina. “Andaime”. In: Ruído Branco.)


I. Em Vou pela rua a passos rápidos o sujeito da oração é simples, assim como em Eu estarei aqui te esperando.

II. Em O andaime sobe por entre os andares, os termos sobe por entre os andares configuram o predicado da oração.

III. Em A menininha fica lá embaixo parada, os termos lá embaixo configuram o adjunto adverbial da oração.


Pode-se afirmar que:

Pode-se afirmar que:

Alternativas
Q2671836 Português

TEXTO


I Importância da vacinação


Vacinas são substâncias que possuem como função estimular nosso corpo a produzir respostas imunológicas, a fim de nos proteger contra determinada doença. Elas são produzidas a partir do próprio agente causador da doença, que é colocado em nosso corpo de forma enfraquecida ou inativada. Apesar de não causar a doença, as formas atenuadas e inativadas do antígeno são capazes de estimular nosso sistema imunológico.

Como a vacina atua no nosso corpo?

Quando nos vacinamos, apresentamos ao nosso corpo um antígeno até então desconhecido. O corpo passa, com isso, a produzir anticorpos contra ele. Nesse primeiro momento, a produção de anticorpos é relativamente lenta. Além da produção de anticorpos, o organismo produz células de memória, ou seja, células que, ao serem expostas novamente ao mesmo antígeno, serão capazes de produzir anticorpos mais rapidamente.

Em virtude da presença de células de memória, uma pessoa vacinada consegue que seu sistema imune atue de maneira mais rápida, evitando que a doença se desenvolva. Assim sendo, a vacina atua como um agente preventivo, devendo ser utilizada antes do contágio. Ela é considerada uma forma de imunização ativa, pois estimula nosso organismo a produzir substâncias de defesa.

Por que a vacinação é importante?

Redução dos números de casos de doenças infecciosas em toda a comunidade, uma vez que a transmissão é diminuída;

Diminuição do número de hospitalizações;

Redução de gastos com medicamentos;

Redução da mortandade;

Erradicação de doenças.

As vacinas realmente podem erradicar doenças?

Ao vacinar a população, diminuímos a incidência de determinada doença. À medida que toda a população vai sendo vacinada, os índices caem até que nenhum caso seja mais registrado, pois toda a população está protegida.

Apesar de parecer, muitas vezes, impossível proteger toda a população, a imunização tem dado resultados no Brasil e no mundo. Em nosso país, já ocorreu a erradicação da poliomielite e da varíola graças à utilização de vacinas. Além disso, segundo a Fundação Oswaldo Cruz, ocorreu a eliminação da circulação do vírus autóctone do sarampo em 2000 e da rubéola desde 2009. Outras doenças também tiveram seus casos reduzidos, como é o caso do tétano neonatal.

SANTOS, Vanessa Sardinha dos. "Importância da vacinação"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/saude-naescola/importancia-vacinacao.htm. Acesso em 23 de setembro de 2020.

O sujeito do verbo destacado na oração “Em nosso país, já ocorreu a erradicação da poliomielite e da varíola graças à utilização de vacinas.” (último parágrafo) está corretamente classificado na alternativa:

Alternativas
Q2669456 Português

Assinale a alternativa que apresenta uma oração com sujeito indeterminado.

Alternativas
Q2424766 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões.


Formar leitores para o século 21

Claudia Costin


Venho de uma família de leitores, via meus pais com frequência lendo em seu tempo de lazer. Isso me ajudou a ter na leitura um hábito e fonte de prazer. Ter frequentado bibliotecas públicas completou minha formação leitora.

Ao ler a notícia de que o Brasil ainda apresenta índices inaceitáveis no último Pisa em leitura e interpretação de textos, ocorreu-me que, apesar de esforços em promover a leitura nas escolas, nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados têm cobrado um preço alto.

Mas não são só os que não foram bem alfabetizados e os que vêm de famílias vulneráveis que não têm o hábito da leitura, contamos infelizmente com elites não leitoras.

Sim, cada vez se lê mais, mas ler em redes sociais — na maior parte das vezes, só o conteúdo expresso no tuíte, desprezando os textos a ele acoplados — não torna a casa em que vivem os jovens mais propícia a estimular a leitura que os prepara para os desafios do século 21.

A neurocientista Maryanne Wolf, em seu brilhante livro recentemente traduzido para o português, “O Cérebro no Mundo Digital”, mostra que a leitura, uma competência não inata em humanos, como é a fala, demanda passos sequenciais complexos para o seu aprendizado, o que não fazemos com seriedade, e que seu desenvolvimento ao longo da vida demanda um foco que o mundo digital, com suas distrações, vem retirando de nós.

Sim, pelas recentes pesquisas sobre o cérebro, há que haver intencionalidade pedagógica e uma abordagem estruturada no processo de alfabetização. Além disso, a instantaneidade do nosso tempo conspira contra a atenção concentrada necessária à leitura.

Nunca tivemos tanta informação disponível e nunca foi tão difícil ler para entender o que o texto diz nas entrelinhas, separar fato de opinião e conectar o que foi lido com um repertório cultural mais amplo —competências absolutamente necessárias em tempos de revolução 4.0, em que a inteligência artificial substitui o trabalho humano que demanda competências intelectuais de nível mais básico.

Isso, porém, não ocorre só com obras de não ficção.

Nunca foi tão urgente ler boa literatura!

Wolf associa a leitura literária não apenas com a apreciação da arte mas também com o desenvolvimento de empatia. Grandes obras nos permitem viver a vida de personagens ficcionais e sentir as suas tensões e os dramas que eles experimentaram.

Com isso nos tornamos mais humanos, menos fechados num mundo limitado e mais aptos a nos abrirmos a um diálogo com quem teve experiências distintas das nossas. E o mundo precisa muito disso!

Disponível em:<https://www.folha.uol.com.br/

colunas/claudia-costin/2019/12/formar-leitores-

para-o-seculo-21.shtml>. Acesso em 18 fev. 2020.

Assinale a única alternativa em que o termo ou expressão sublinhada não atua como sujeito.

Alternativas
Q2424761 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões.


Formar leitores para o século 21

Claudia Costin


Venho de uma família de leitores, via meus pais com frequência lendo em seu tempo de lazer. Isso me ajudou a ter na leitura um hábito e fonte de prazer. Ter frequentado bibliotecas públicas completou minha formação leitora.

Ao ler a notícia de que o Brasil ainda apresenta índices inaceitáveis no último Pisa em leitura e interpretação de textos, ocorreu-me que, apesar de esforços em promover a leitura nas escolas, nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados têm cobrado um preço alto.

Mas não são só os que não foram bem alfabetizados e os que vêm de famílias vulneráveis que não têm o hábito da leitura, contamos infelizmente com elites não leitoras.

Sim, cada vez se lê mais, mas ler em redes sociais — na maior parte das vezes, só o conteúdo expresso no tuíte, desprezando os textos a ele acoplados — não torna a casa em que vivem os jovens mais propícia a estimular a leitura que os prepara para os desafios do século 21.

A neurocientista Maryanne Wolf, em seu brilhante livro recentemente traduzido para o português, “O Cérebro no Mundo Digital”, mostra que a leitura, uma competência não inata em humanos, como é a fala, demanda passos sequenciais complexos para o seu aprendizado, o que não fazemos com seriedade, e que seu desenvolvimento ao longo da vida demanda um foco que o mundo digital, com suas distrações, vem retirando de nós.

Sim, pelas recentes pesquisas sobre o cérebro, há que haver intencionalidade pedagógica e uma abordagem estruturada no processo de alfabetização. Além disso, a instantaneidade do nosso tempo conspira contra a atenção concentrada necessária à leitura.

Nunca tivemos tanta informação disponível e nunca foi tão difícil ler para entender o que o texto diz nas entrelinhas, separar fato de opinião e conectar o que foi lido com um repertório cultural mais amplo —competências absolutamente necessárias em tempos de revolução 4.0, em que a inteligência artificial substitui o trabalho humano que demanda competências intelectuais de nível mais básico.

Isso, porém, não ocorre só com obras de não ficção.

Nunca foi tão urgente ler boa literatura!

Wolf associa a leitura literária não apenas com a apreciação da arte mas também com o desenvolvimento de empatia. Grandes obras nos permitem viver a vida de personagens ficcionais e sentir as suas tensões e os dramas que eles experimentaram.

Com isso nos tornamos mais humanos, menos fechados num mundo limitado e mais aptos a nos abrirmos a um diálogo com quem teve experiências distintas das nossas. E o mundo precisa muito disso!

Disponível em:<https://www.folha.uol.com.br/

colunas/claudia-costin/2019/12/formar-leitores-

para-o-seculo-21.shtml>. Acesso em 18 fev. 2020.

É correto afirmar que no trecho


“[...] nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados têm cobrado um preço alto”


estabelece-se entre o sujeito (nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados) e o predicado (têm cobrado um preço alto) uma relação semântica de

Alternativas
Q2423799 Português

Após a leitura do enunciado apresentado a seguir, leia as assertivas:


Vou pela rua a passos rápidos

A criança perdida que fui me persegue

Não olho pra trás

Entro no primeiro ônibus

Por tristeza a procuro, pouco antes de descer

Ela vem logo atrás

Sigo pela rua e todos se perguntam quem é aquela

menininha

sozinha andando na rua.

Será que está perdida?

Quanto mais ela me segue, mais se perde

Subo em um andaime

O andaime sobe por entre os andares

A menininha fica lá embaixo parada, olhando pra cima,

e grita:

Pode subir! Eu estarei aqui te esperando

Ao pular, suas palavras tremulam em mim como um

lenço

perdido ao vento

(Ana Carolina. “Andaime”. In: Ruído Branco.)


I. Em Vou pela rua a passos rápidos o sujeito da oração é simples, assim como em Eu estarei aqui te esperando.

II. Em O andaime sobe por entre os andares, os termos sobe por entre os andares configuram o predicado da oração.

III. Em A menininha fica lá embaixo parada, os termos lá embaixo configuram o adjunto adverbial da oração.


Pode-se afirmar que:

Alternativas
Q2423564 Português

Analise a oração e assinale a alternativa correta, referente aos tipos de sujeitos:


“Pais, professores e alunos reuniram-se para reivindicar o fato ocorrido.”

Alternativas
Q2423514 Português

Relacione as colunas, quanto aos tipos de predicado:


( 1 ) Predicado verbal

( 2 ) Predicado nominal

( 3 ) Predicado verbo-nominal


( ) O pássaro adormeceu satisfeito.

( ) O gato devorou o rato.

( ) A coruja estava faminta.

Alternativas
Q2423512 Português

Relacione as colunas e assinale a alternativa correta:


( 1 ) Sujeito Simples

( 2 ) Sujeito Composto

( 3 ) Sujeito Desinencial

( 4 ) Sujeito Indeterminado


( ) Passeamos em Florianópolis.

( ) Os problemas do professor começaram no ano anterior.

( ) A criança e o pai não sabiam aonde ir.

( ) Vive-se bem lá.

Alternativas
Q2423321 Português

Assinale a alternativa que corresponde, RESPECTIVAMENTE, às classificações dos sujeitos em destaque nas orações do excerto a seguir: “Nos últimos dias, diversos jornalistas do „Le Monde‟ denunciaram publicamente uma deriva neoliberal da linha editorial e informativa do diário. Muitos questionavam, além disso, o plano de mobilidade interna que aspirava a mudar de seção a mais de 50 jornalistas para reforçar a estrutura digital do diário.”


(Disponível em:

https://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/14/sociedad/

1400066333_392103.html)

Alternativas
Q2423088 Português

Em conformidade com BECHARA, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:


Quanto à função sintática, o ________ exerce por excelência a função de sujeito (ou o seu núcleo) da oração.

Alternativas
Q2420298 Português

Relativamente à conversão da voz ativa na passiva, afirma-se o seguinte:


I. O objeto direto da voz ativa será o sujeito da voz passiva; o sujeito da ativa passará a ser o agente da passiva e o verbo ativo assumirá a forma passiva, conservando o mesmo tempo.

II. Quando o sujeito da voz ativa for indeterminado, não haverá complemento agente da passiva.

III. Todos os verbos utilizados na voz ativa podem ser convertidos para a voz passiva.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2419667 Português

Instrução: As questões de números 01 a 05 referem-se ao texto abaixo.


A História dos Cassinos


Por Adil Content

as

01 __ No século 19, Monte Carlo tornou-se um centro de entretenimento. Eram tantos visitantes,

02 de diversos lugares, utilizando moedas diferentes, que foi preciso criar o sistema de fichas.

03 Inicialmente feitas de marfim, elas surgiram na China no início do século 18 e passaram a ser

04 importadas.

05 __Mas os jogadores podiam comprar os mesmos modelos na rua e levá-los escondidos para

06 dentro dos cassinos, o que obrigou os proprietários das casas a criar métodos cada vez mais

07 sofisticados para identificar as peças.

08 __Nos Estados Unidos, os nativos haviam inventado seus próprios jogos. Entre os

09 colonizadores, a primeira cidade a assumir o papel de capital dos cassinos foi Nova Orleans.

10 Apenas na década de 40 do século 20 é que Las Vegas se consolidou.

11 __Ali, com o Hotel Flamingo, inaugurado em 1946, estabeleceu-se a estética conhecida ainda

12 hoje, com os salões amplos e a falta de janelas – há quem diga que é para o jogador perder a

13 noção de tempo, mas os proprietários dos locais costumam alegar que a luminosidade do sol

14 prejudica visualizar as cartas e as telas das máquinas caça-níqueis.

15 __No Brasil, tanto os cassinos quanto a prática de jogos são proibidos. Os brasileiros

16 puderam jogar desde a declaração da Independência, em 1822, até 1917, quando a prática foi

17 proibida durante o governo do presidente Venceslau Brás. Novamente autorizada pelo presidente

18 Getúlio Vargas em 1934, voltaria a ser proibida pelo decreto-lei 9.215, de 30 de abril de 1946.

19 No mesmo dia, foi jogada no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, a última partida de

20 roleta autorizada. Na época, o setor abrigava 40 000 pessoas no país.

21 __Desde então, para jogar em cassinos, os brasileiros precisam procurar países vizinhos,

22 como a Argentina, o Paraguai e o Uruguai, ou navios de cruzeiro, que levam os passageiros para

23 águas internacionais. Sites hospedados em servidores estrangeiros também são autorizados a

24 atuar, assim como a prática de pôquer é permitida.

25 __Existem diferentes projetos de lei solicitando a legalização dos jogos no Brasil. E, em 2018,

26 o então presidente Michel Temer sancionou a Lei nº 13.756, que autoriza as apostas esportivas.


(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/voce-conhece-os-jogos-que-acompanham-a-

humanidade-ha-milhares-de-anos/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as seguintes assertivas em relação à concordância de orações do texto:


I. Na linha 08, em “os nativos haviam inventado seus próprios jogos”, o verbo “haver” encontra-se flexionado por estar operando como verbo auxiliar de um tempo composto.

II. Na linha 12, em “há quem diga”, o verbo “haver” é impessoal.

III. Na linha 15, em “tanto os cassinos quanto a prática de jogos são proibidos”, a forma verbal “são” concorda com o núcleo do sujeito “jogos”.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2413240 Português

Considere o seguinte texto para responder às questões 05 a 10:


Se existe uma arte que surpreende qualquer pessoa, é a dos peritos. Eles conseguem desvendar muitos mistérios e descobrem segredos inimagináveis, guardados a sete chaves, como crimes hediondos e evidências escondidas. Esses profissionais têm conquistado cada vez mais fãs nas telinhas, graças às séries de ficção que exibem o trabalho minucioso que a função exige, materializado nas técnicas forense — que desvenda as pistas deixadas nas cenas de crime - e criminal - que encontra provas, mediante a análise científica de vestígios. [...]

Na série Criminal Minds (“Mentes criminosas”), por exemplo, enquanto detetives comuns estudam as evidências de um crime, dois agentes do FBI da Unidade de Análise Comportamental em Quântico reunem suas especialidades singulares para analisar o crime de dentro para fora e desvendar o crime. Sem examinar as evidências no laboratório, eles investigam o comportamento dos criminosos nas cenas dos crimes, bem como onde eles vivem ou trabalham, para descobrir como eles pensam.


Fonte: ÂNGELIS, Rebeca. Criminal ou forense? 5 séries para você se inspirar em ser perito. Disponível em: https://www.ung.br/noticias/criminal-ou-forense5-series-para-voce-se-inspirar-em-ser-perito. [com adaptações].

Considerando as relações sintáticas estabelecidas no 1º parágrafo do texto, assinale a única alternativa em que o pronome relativo “que” NÃO exerce a função de sujeito.

Alternativas
Q2412956 Português

Leia o texto 02 para responder às questões de 9 a 11.


Texto 02 – As milhas caminhadas


Não se chega aonde se deseja sem sacrifício, não se alcança o que se acha distante sem caminhar, não se encontra a realização de todos os sonhos, sem antes buscar compreender que tudo requer luta.

O homem fraco amputa as pernas nas primeiras milhas, por não entender que a arte maior de encontrar o que quer é buscar a distância, a verdadeira certeza de que tudo que deseja requer um pouco de esperança.

Muitos desistem, muitos se sentam à beira do caminho, muitos se perdem por estradas sem prumo ou rumo e devido à sua incerteza de buscar o que projetou, se curva na dúvida e permanece de joelhos [...]

O melhor amigo do homem é a perseverança, pois o desânimo em momento algum permite que surja a árvore da luminosidade e fé. Sempre haverá momentos que alguém mostre a sua revolta em decorrência das desigualdades existentes, porém esta imagem não fará com que este possa enxergar o caminho da verdade e da justiça [...].


HOLANDA, Rafael Rodrigues. Nossos Caminhos. Campina Grande: Impressos Adilson. 2016, p.51.

No enunciado “Sempre haverá momentos que alguém mostre a sua revolta, em decorrência das desigualdades existentes, porém esta imagem não fará com que este possa enxergar o caminho da verdade e da justiça”.


Analise as proposições a seguir e marque a alternativa adequada.


I- Na construção linguística “Sempre haverá momentos”, o verbo é impessoal e, como tal, a oração não tem sujeito.

II- O termo “porém” é um conector que estabelece, ao mesmo tempo, uma relação de contradição e concessão.

III- A construção linguística “o caminho da verdade e da justiça” funciona sintaticamente como objeto direto.


É CORRETO afirmar apenas:

Alternativas
Q2412949 Português

Leia o texto 01 para responder às questões de 1 a 7.


Texto 01 – A chave do Coração


Dizem que o primeiro sintoma da velhice é quando chegam as saudades. Se assim é, eu já nasci velho. As doces lembranças de coisas e pessoas que passaram, perto ou longe, sempre me cutucaram a alma. Sensível e místico, tenho a saudade como uma força interior que me dá o sentido mais perfeito da amizade. Amo os momentos, da mesma forma que amo as pessoas que quero amar. E, nem por isso, vou esconder que tenho aversão a alguns instantes e a algumas pessoas que jamais quis amar ou querer.

Mergulhado em um mundo de tantas disparidades, de tantas cores, de tantas caras e corações, não me vejo obrigado a querer bem a tudo que me passa pela frente. Não sou nenhum coletor de lixo a recolher tudo que vai encontrando pelo caminho. Ódio, no seu sentido mais amplo, acho que não o tenho. Aversão, sim, pois já se disse que a porta do coração só pode ser aberta pelo lado de dentro. Então, quem tem a chave sou eu [...].

Não posso mudar o mundo, nem as pessoas. Nem preciso. O meu mundo está feito. Sem ser ostra. Fico, apenas, com os meus sentimentos. E sei como são puros, na medida da pureza que cabe dentro de um ser humano.


MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande: Latus, 2014, p. 51.

Marque a alternativa, cujas palavras no contexto são atributos do sujeito.

Alternativas
Q2412948 Português

Leia o texto 01 para responder às questões de 1 a 7.


Texto 01 – A chave do Coração


Dizem que o primeiro sintoma da velhice é quando chegam as saudades. Se assim é, eu já nasci velho. As doces lembranças de coisas e pessoas que passaram, perto ou longe, sempre me cutucaram a alma. Sensível e místico, tenho a saudade como uma força interior que me dá o sentido mais perfeito da amizade. Amo os momentos, da mesma forma que amo as pessoas que quero amar. E, nem por isso, vou esconder que tenho aversão a alguns instantes e a algumas pessoas que jamais quis amar ou querer.

Mergulhado em um mundo de tantas disparidades, de tantas cores, de tantas caras e corações, não me vejo obrigado a querer bem a tudo que me passa pela frente. Não sou nenhum coletor de lixo a recolher tudo que vai encontrando pelo caminho. Ódio, no seu sentido mais amplo, acho que não o tenho. Aversão, sim, pois já se disse que a porta do coração só pode ser aberta pelo lado de dentro. Então, quem tem a chave sou eu [...].

Não posso mudar o mundo, nem as pessoas. Nem preciso. O meu mundo está feito. Sem ser ostra. Fico, apenas, com os meus sentimentos. E sei como são puros, na medida da pureza que cabe dentro de um ser humano.


MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande: Latus, 2014, p. 51.

Em relação ao enunciado “Dizem que o primeiro sintoma da velhice é quando chegam as saudades”, analise as proposições a seguir e marque a alternativa adequada:


I- A oração principal é formada por um verbo que indetermina o sujeito.

II- A construção linguística “as saudades” complementa o sentido da flexão verbal “chegam”.

III- “As Saudades” funciona sintaticamente como objeto indireto.


É CORRETO afirmar apenas:

Alternativas
Q2412619 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.


Como manter a calma?


1------ Na incerteza e no perigo, estar ansioso ou “morrendo de medo” é perfeitamente normal e assumir essa

condição traz calma, ponto básico para um melhor enfrentamento. Administrar os sentimentos é muito mais produtivo

do que negá-los. Eu senti um pouco de pânico nas 24 horas de espera do resultado do teste do Covid? Claro que

senti. E estava cheia de razão. Nos últimos três dias antes da viagem, tive dor de cabeça. E vinha a dúvida: estresse

5 dos preparativos ou eu havia contraído o vírus? Estava preocupada, mas encarei a preocupação como normal. E

aqui alerto: esse bordão repetido à exaustão de que “tudo vai ficar bem” pode ser muito mais penoso do que falar

sobre o que nos apavora.

------- Se na vida normal o excesso de positivismo pode ser frustrante, nos cenários “anormais”, é um desastre.

Fernando Pessoa já denunciava esse desconforto com o “Poema em Linha Reta”: “nunca conheci quem tivesse

10 levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Assumir o que sentimos nos alivia e liberta.

E esse bem é estendido ao outro que ao ouvir a nossa confissão se sente acompanhado. Saber que o outro

compreende/compartilha o nosso sofrimento traz conexão, afinidade, empatia.



Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/como-manter-a-calma/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.

Sobre a organização sintática do texto, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2412322 Português

Apelidos: dupla identidade.


Os apelidos são uma maneira poderosa de botar as pessoas nos seus devidos lugares. Essa frase é da escritora Doris Lessing e chamou minha atenção porque diz justamente o contrário do que eu sempre pensei de apelidos. Sempre achei que fossem um carinho, um atalho para a intimidade ou ao menos um meio mais rápido de chamar alguém: em vez de João Carlos, Joca; em vez de Maria Aparecida, Cida; em vez de Adalberto, Beto. Nenhuma má intenção.

O que Doris Lessing quis lembrar é que apelidos nem sempre são afetuosos. A maioria dos apelidos nascem na infância e são dados por outras crianças que, como todos sabem, de anjo só têm a cara. Crianças adoram pegar no pé das outras, e aí que começa o batismo de fogo.

Uma banana-split todo dia na hora do recreio, Gordo. Vai ser Gordo o resto da vida, mesmo que venha a ser jóquei, faquir, homem elástico: vai morrer Gordo.

Se for loiro, é Xuxa. Se a voz for engraçada, é Fanho. Se não for filho único, é Mano, Mana, Maninha. Irmãos de quem, eu conheço?

Fui colega de um cara bárbaro que se chamava Antônio, mas se alguém o chamasse assim, ele nem levantava os olhos. É o Verde. Uma mãe e um pai colocam um nome lindo no filho e não pega.

FHC, PC, ACM, agora é a mania transformar pessoas em siglas. Sorvetão era o apelido de uma paquita chamada Andrea: Sorvetão! E Caetano Veloso inova mais uma vez, registrando seus filhos como Zeca e Tom, que jamais serão apelidados.

Muita gente, secretamente, detesta a própria alcunha, mas são obrigados a resignar-se, sob o risco de perder a identidade. Qual é o nome de Bussunda, do Tiririca, do Chitãozinho e Xororó? Anônimos Cláudios, Ricardos e Fernandos. Nomes que só existem em cartório.

Apelido gruda, cola, vira marca registrada. Tem negro que é Alemão, tem grandão que é Fininho, tem careca que é Cabeleira, tem ateu que é Cristo, tem moreno que é Ruivo, tem albino que é Tição. Apelido não tem lógica. Tem história.

Doris Lessing, quando criança, tinha um apelido para sua segunda personalidade: chamava a si mesmo de Tigger. Doris era o nome para consumo externo, para denominar a menina boazinha que aparentava ser. Tigger era o que ela era em segredo: sarcástica, atrevida, extrovertida. Com esse depoimento, Doris Lessing mostrou a verdadeira utilidade dos apelidos em vez daquela coisa antipática de “colocar as pessoas em seus devidos lugares”. O bom do apelido é que ele nos dá permissão para sermos vários: Afonso Henrique combina com gravata, mas que tem mais a ver com bermuda. Está aí uma maneira sutil de legalizar o nosso outro eu, o que ficou sem registro.

Fonte: MEDEIROS, Martha. Trem Bala, fev, 1998, p. 49,50.


Identifique a alternativa com o mesmo tipo de sujeitos de: “Fui colega de um cara bárbaro (...)":

Alternativas
Respostas
1561: A
1562: B
1563: D
1564: B
1565: C
1566: A
1567: A
1568: C
1569: A
1570: B
1571: D
1572: A
1573: C
1574: C
1575: A
1576: E
1577: A
1578: C
1579: D
1580: B