Questões de Concurso Comentadas sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português

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Q2189041 Português
O inovador projeto da Suécia para encher cavernas com água quente e esquentar cidade

Em 1985, quando as tensões geopolíticas começaram a diminuir, cavernas cheias de petróleo foram esvaziadas e assim permaneceram até agora, segundo o repórter de tecnologia da BBC, Chris Baraniuk. A empresa sueca de energia Mälarenergi iniciou um projeto para descontaminar a instalação e enchê-la com água quente, a temperaturas de até 95 °C.

Essencialmente, ela está construindo um gigantesco termossifão subterrâneo - segundo a companhia, o maior do tipo na Europa.

"É bastante úmido", afirma Lisa Granström, chefe interina da unidade comercial de Calor e Energia da Mälarenergi, ao descrever sua última visita aos túneis.

"As cavernas são muito mais quentes do que se esperava", explica ela. "Ainda têm um pouco de cheiro de óleo."

As cavernas ficam em lugar não revelado. Elas têm capacidade para armazenar água suficiente para encher cerca de cento e vinte piscinas olímpicas. E são onze vezes maiores que o maior tanque de água quente superficial da Mälarenergi na região, diz Granström à BBC.

Este tipo de armazenagem térmica é uma das diversas formas de conter calor no solo para uso posterior.

Com o auge das energias renováveis e as preocupações com a segurança energética da Europa após a invasão da Ucrânia pela Rússia, especialistas defendem que os sistemas de armazenagem de calor subterrâneo sejam mais aproveitados, segundo Chris Baraniuk.

No caso de Västerås, o calor das cavernas será transportado por tubulações para uma rede de calefação urbana, que atende 98% dos lares da cidade de 130 mil habitantes.

A Mälarenergi começará a encher as cavernas com água no final de 2023. A instalação irá oferecer 500 MW de energia de calefação urbana.

O inovador projeto da Suécia para encher cavernas com água quente e esquentar cidade (msn.com). Adaptado.
Essencialmente, ela está construindo um gigantesco termossifão subterrâneo.
O predicado da oração é a expressão: 
Alternativas
Q2188961 Português
TEXTO I

OS IDIOTAS DA OBJETIVIDADE

(Nelson Rodrigues)

Sou da imprensa anterior ao copy desk. Tinha treze anos quando me iniciei no jornal, como repórter de polícia. Na redação não havia nada da aridez atual e pelo contrário: — era uma cova de delícias. O sujeito ganhava mal ou simplesmente não ganhava. Para comer, dependia de um vale utópico de cinco ou dez mil-réis. Mas tinha a compensação da glória. Quem redigia um atropelamento julgava-se um estilista. E a própria vaidade o remunerava. Cada qual era um pavão enfático. Escrevia na véspera e no dia seguinte via-se impresso, sem o retoque de uma vírgula. Havia uma volúpia autoral inenarrável. E nenhum estilo era profanado por uma emenda, jamais.

Durante várias gerações foi assim e sempre assim. De repente, explodiu o copy desk. Houve um impacto medonho. Qualquer um na redação, seja repórter de setor ou editorialista, tem uma sagrada vaidade estilística. E o copy desk não respeitava ninguém. Se lá aparecesse um Proust, seria reescrito do mesmo jeito. Sim, o copy desk instalou-se como a figura demoníaca da redação.

Falei no demônio e pode parecer que foi o Príncipe das Trevas que criou a nova moda. Não, o abominável Pai da Mentira não é o autor do copy desk. Quem o lançou e promoveu foi Pompeu de Sousa. Era ainda o Diário Carioca, do Senador, do Danton. Não quero ser injusto, mesmo porque o Pompeu é meu amigo. Ele teve um pretexto, digamos assim, histórico, para tentar a inovação.

Havia na imprensa uma massa de analfabetos. Saíam as coisas mais incríveis. Lembro-me de que alguém, num crime passional, terminou assim a matéria: — “E nem um goivinho ornava a cova dela”. Dirão vocês que esse fecho de ouro é puramente folclórico. Não sei e talvez. Mas saía coisa parecida. E o Pompeu trouxe para cá o que se fazia nos Estados Unidos — o copy desk.

Começava a nova imprensa. Primeiro, foi só o Diário Carioca; pouco depois, os outros, por imitação, o acompanharam.

Rapidamente, os nossos jornais foram atacados de uma doença grave: — a objetividade. Daí para o “idiota da objetividade” seria um passo. Certa vez, encontrei-me com o Moacir Werneck de Castro. Gosto muito dele e o saudei com a mais larga e cálida efusão. E o Moacir, com seu perfil de Lord Byron, disse para mim, risonhamente: — “Eu sou um idiota da objetividade”.

Também Roberto Campos, mais tarde, em discurso, diria: — “Eu sou um idiota da objetividade”. Na verdade, tanto Roberto como Moacir são dois líricos. Eis o que eu queria dizer: — o idiota da objetividade inunda as mesas de redação e seu autor foi, mais uma vez, Pompeu de Sousa. Aliás, devo dizer que o copy desk e o idiota da objetividade são gêmeos e um explica o outro.

E toda a imprensa passou a usar a palavra “objetividade” como um simples brinquedo auditivo. A crônica esportiva via times e jogadores “objetivos”. Equipes e jogadores eram condenados por falta de objetividade. Um exemplo da nova linguagem foi o atentado de Toneleros. Toda a nação tremeu. Era óbvio que o crime trazia, em seu ventre, uma tragédia nacional. Podia ser até a guerra civil. Em menos de 24 horas o Brasil se preparou para matar ou para morrer. E como noticiou o Diário Carioca o acontecimento? Era uma catástrofe. O jornal deu-lhe esse tom de catástrofe? Não e nunca. O Diário Carioca nada concedeu à emoção nem ao espanto. Podia ter posto na manchete, e ao menos na manchete, um ponto de exclamação. Foi de uma casta, exemplar objetividade. Tom estrita e secamente informativo. Tratou o drama histórico como se fosse o atropelamento do Zezinho, ali da esquina.

Era, repito, a implacável objetividade. E, depois, Getúlio deu um tiro no peito. Ali estava o Brasil, novamente, cara a cara com a guerra civil. E que fez o Diário Carioca? A aragem da tragédia soprou nas suas páginas? Jamais. No princípio do século, mataram o rei e o príncipe herdeiro de Portugal. (Segundo me diz o luso Álvaro Nascimento, o rei tinha o olho perdidamente azul). Aqui, o nosso Correio da Manhã abria cinco manchetes. Os tipos enormes eram um soco visual. E rezava a quinta manchete: “HORRÍVEL EMOÇÃO!”. Vejam vocês: — “HORRÍVEL EMOÇÃO!”.

O Diário Carioca não pingou uma lágrima sobre o corpo de Getúlio. Era a monstruosa e alienada objetividade. As duas coisas pareciam não ter nenhuma conexão: — o fato e a sua cobertura.

Estava um povo inteiro a se desgrenhar, a chorar lágrimas de pedra. E a reportagem, sem entranhas, ignorava a pavorosa emoção popular. Outro exemplo seria ainda o assassinato de Kennedy.

Na velha imprensa as manchetes choravam com o leitor. A partir do copy desk, sumiu a emoção dos títulos e subtítulos. E que pobre cadáver foi Kennedy na primeira página, por exemplo, do Jornal do Brasil. A manchete humilhava a catástrofe. O mesmo e impessoal tom informativo. Estava lá o cadáver ainda quente. Uma bala arrancara o seu queixo forte, plástico, vital. Nenhum espanto da manchete. Havia um abismo entre o Jornal do Brasil e a tragédia, entre o Jornal do Brasil e a cara mutilada. Pode-se falar na desumanização da manchete.

O Jornal do Brasil, sob o reinado do copy desk, lembra-me aquela página célebre de ficção. Era uma lavadeira que se viu, de repente, no meio de uma baderna horrorosa. Tiro e bordoada em quantidade. A lavadeira veio espiar a briga. Lá adiante, numa colina, viu um baixinho olhando por um binóculo. Ali estava Napoleão e ali estava Waterloo. Mas a santa mulher ignorou um e outro; e veio para dentro ensaboar a sua roupa suja. Eis o que eu queria dizer: — a primeira página do Jornal do Brasil tem a mesma alienação da lavadeira diante dos napoleões e das batalhas. E o pior é que, pouco a pouco, o copy desk vem fazendo do leitor um outro idiota da objetividade. A aridez de um se transmite ao outro. Eu me pergunto se, um dia, não seremos nós 80 milhões de copy desks? (...)

Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/os-idiotas-da-objetividade-cronica-de-nelson-rodrigues/ (Adaptado). Acesso em: 8 jan. 2023.
Numa página de Internet, sobre análise sintática, encontra-se a seguinte afirmação: “sujeito e predicado são os termos essenciais da oração. Enquanto o sujeito é aquele ou aquilo de que(m) se fala, o predicado é a informação dada sobre o sujeito”. Trata-se, no entanto, de definição bastante simplista. Em qual das alternativas a seguir temos uma oração sublinhada a que NÃO pode ser aplicada a definição acima?
Alternativas
Q2187463 Português
Cinderela Aparecida
Abracadabra, vou rogar uma praga Tira esse vestido micho Joga o avental no lixo Dá-lhe, Cinderela Mostra com quantas belas se faz uma fera A bordo de um tomara-que-caia À la Sarita Montiel Um rabo-de-saia Brinco, broche, pulseira, colar e anel Abracadabra, não mexe com a cabra Adeus, escrava do tanque Alô, baronesa punk Dá-lhe, Cinderela Mostra com quantas feras se faz uma bela Que tal uma princesa chique Caroline, Lady Di Ou a filha do cacique Venerável, honorável gueixa chá-de-Xangai Cida, Cida, Cida Cinderela Aparecida [...]  Rita Lee
Sobre o Texto II, só NÃO podemos afirmar que:
Alternativas
Q2186539 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Quem é o adolescente alagoano que produz capas de séries de sucesso na Netflix

 É claro que a maioria dos talentos não são descobertos sem qualquer esforço ou ajuda e, por isso, Gabriel passava horas tentando aprender e a executar tarefas na pequena tela do celular. Aprendeu cartões de visita, cardápios e fez serviços para familiares sob pequenos pagamentos. Ganhou, por exemplo, uma lasanha de uma prima que havia recém aberto um restaurante.

Mal imaginava que, dali a quatro anos, estaria contratado pelo studioFREAK, empresa argentina que tem em seu portfólio a Netflix como cliente.

"Faz quase um ano que fiz meu primeiro contato com a empresa. Eu já fazia alguns trabalhos e publicava em uma plataforma, sempre curtindo e comentando os conteúdos de estúdios que eu achava legais. Esse me respondeu e eu fiquei sem acreditar. 'Poxa, é isso mesmo?'. Fiz um teste, já com um documentário da Netflix, eles gostaram e, desde então, presto serviço", contou.

Ele fez as artes dos filmes Que Culpa Tem o Carma?, O telefone do Sr. Harrigan, Em todas partes e A vida de Togo, além das séries El Rey e Gol contra. O processo parece simples, mas não é. O estúdio envia algumas imagens e um briefing do assunto para que a arte possa ser criada. O trabalho dura dias, mas Gabriel fica com vontade de vê-lo materializado o quanto antes.

"Eu acordo às 5 horas, vou para a escola, volto para casa umas 12 horas, almoço e já corro para o quarto para começar o trabalho. Começo nesse horário e vou até as 22 horas.

Sob a chamada de vídeo, o quarto de Gabriel era a construção do seu objetivo. Uma cadeira confortável, uma bicicleta, porta fechada e tudo iluminado por uma forte luz vermelha, com teclado igualmente retroiluminado, além de um monitor grande. Nem sempre foi assim. Aquele computador foi um dos primeiros investimentos que ele próprio conseguiu fazer na profissão. O primeiro, porém, veio do próprio pai.

Gabriel não é muito fã de assistir a séries e filmes. Embora, às vezes, receba episódios para produzir as peças, quase nunca assiste a esse tipo de diversão. Quer mesmo é ficar no computador, onde sente que pode mudar a sua própria vida e a vida de sua família.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3511re03jo. Adaptado.
Embora, às vezes, receba 'episódios' para produzir 'as peças', quase nunca assiste a esse tipo de diversão.
Em se tratando de análise sintática, os vocábulos destacados são, respectivamente: 
Alternativas
Q2186538 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Quem é o adolescente alagoano que produz capas de séries de sucesso na Netflix

 É claro que a maioria dos talentos não são descobertos sem qualquer esforço ou ajuda e, por isso, Gabriel passava horas tentando aprender e a executar tarefas na pequena tela do celular. Aprendeu cartões de visita, cardápios e fez serviços para familiares sob pequenos pagamentos. Ganhou, por exemplo, uma lasanha de uma prima que havia recém aberto um restaurante.

Mal imaginava que, dali a quatro anos, estaria contratado pelo studioFREAK, empresa argentina que tem em seu portfólio a Netflix como cliente.

"Faz quase um ano que fiz meu primeiro contato com a empresa. Eu já fazia alguns trabalhos e publicava em uma plataforma, sempre curtindo e comentando os conteúdos de estúdios que eu achava legais. Esse me respondeu e eu fiquei sem acreditar. 'Poxa, é isso mesmo?'. Fiz um teste, já com um documentário da Netflix, eles gostaram e, desde então, presto serviço", contou.

Ele fez as artes dos filmes Que Culpa Tem o Carma?, O telefone do Sr. Harrigan, Em todas partes e A vida de Togo, além das séries El Rey e Gol contra. O processo parece simples, mas não é. O estúdio envia algumas imagens e um briefing do assunto para que a arte possa ser criada. O trabalho dura dias, mas Gabriel fica com vontade de vê-lo materializado o quanto antes.

"Eu acordo às 5 horas, vou para a escola, volto para casa umas 12 horas, almoço e já corro para o quarto para começar o trabalho. Começo nesse horário e vou até as 22 horas.

Sob a chamada de vídeo, o quarto de Gabriel era a construção do seu objetivo. Uma cadeira confortável, uma bicicleta, porta fechada e tudo iluminado por uma forte luz vermelha, com teclado igualmente retroiluminado, além de um monitor grande. Nem sempre foi assim. Aquele computador foi um dos primeiros investimentos que ele próprio conseguiu fazer na profissão. O primeiro, porém, veio do próprio pai.

Gabriel não é muito fã de assistir a séries e filmes. Embora, às vezes, receba episódios para produzir as peças, quase nunca assiste a esse tipo de diversão. Quer mesmo é ficar no computador, onde sente que pode mudar a sua própria vida e a vida de sua família.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3511re03jo. Adaptado.

Fiz um teste, já com um documentário da Netflix.

Em relação ao sujeito, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2185521 Português
Texto 3 para a questão:

Verdades da Profissão de Professor 
Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.
Disponível em: https://www.pensador.com/texto_sobre_educacao_de_paulo_freire. Acesso em 27 de março de 2023

Observe o fragmento de texto abaixo: 
“Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados.”

No que concerne à análise sintática, assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q2185107 Português
Leia o texto.

O que é Biodiversidade?

Biodiversidade é a variedade de vida na Terra. É composta por todos os seres vivos e engloba desde vírus microscópicos até os maiores animais do planeta. Humanos são parte integrante da biodiversidade.

A biodiversidade é composta por todos os genes, espécies, ecossistemas e paisagens que interagem constantemente em todos os níveis. Cada ser vivo tem uma única composição genética. Os seres humanos têm usado essa variação genética para produzir milhares de variedades de culturas de alimentos e de animais domesticados.

A biodiversidade envolve comunidades e relacionamentos. Todos os seres vivos compõem ecossistemas dinâmicos (por exemplo, florestas, lavouras, lagos) que integram uma paisagem. Nesse ambiente, suas vidas se entrelaçam numa teia de relações caracterizadas por cooperação, competição, predação, simbiose ou parasitismo.


UNESCO. Planeta, abr. 2011. Fragmento.
Analise as afirmativas abaixo sobre a frase “A biodiversidade é composta por todos os genes, espécies, ecossistemas e paisagens que interagem constantemente em todos os níveis”.
1. O sujeito “a biodiversidade” é retomado pelo pronome “que”. 2. É um período composto por duas orações. 3. O verbo “interagir” é intransitivo, ou seja, apresenta sentido completo por si só. 4. A palavra “composta” é um substantivo que complementa o verbo “ser”. 5. A expressão “em todos os níveis” é um adjunto adverbial.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q2183466 Português
Furto de flor



Carlos Drummond de Andrade. Contos Plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985, p. 80.

Considerando a estrutura e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item.


Na oração “O porteiro do edifício cochilava” (linhas 1 e 2), há um predicado nominal e um sujeito composto.

Alternativas
Ano: 2023 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: Prefeitura de Abreu e Lima - PE Provas: UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Alergologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Auditor | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Cardiologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Dermatologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Endocrinologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Generalista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Ginecologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Ginecologista Obstetra | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Infectologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Mastologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Neurologista Adulto | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Neurologista Infantil | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Ortopedista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Otorrinolaringologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Psiquiatra Adulto | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Psiquiatra Infantil | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Reumatologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Pediatra | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Urologista |
Q2180897 Português
Texto 03 para a questão

"Vós, que sofreis, porque amais, amai ainda mais. Morrer de amor é viver dele.”

Victor Hugo. Disponível em https://www.pensador.com/frases_sobre_a_vida/ Acesso em 28 de março de 2023. 


Se o sujeito fosse permutado para “tu”, estaria CORRETO o que se indica na alternativa  
Alternativas
Q2180538 Português
Elas estão levando a cultura indígena para a universidade

Conheça quatro brasileiras que têm se destacado na área acadêmica com os saberes de seus povos

    Pietra, Rute, Naine e Kellen têm algo em comum além de serem mulheres indígenas. Com carreiras acadêmicas e/ou de pesquisadoras em plena ascensão, elas almejam honrar os ancestrais, compartilhar ensinamentos de seus povos de origem e, sobretudo, contribuir para (re)contar a história dos indígenas no Brasil sob outros pontos de vista - os de quem cresceu em aldeias e entendem as lutas na pele.
    O ambiente da faculdade, para elas, é mais do que um compromisso ou uma oportunidade: é outro território que, sim, a despeito das dificuldades, também lhes pertence.

     Pietra Dolamita (Kowawa Kapukaja)
    "Eu sou o sonho dos meus ancestrais", define Pietra Dolamita/Kowawa Kapukaja, indígena da etnia Apurinã oriunda do Médio Purus, no sul do Amazonas. A fala potente expressa não só orgulho, mas gratidão pela construção de uma carreira acadêmica em várias vertentes.
     Formada em Direito pelo Universidade Católica de Pelotas (UCPel) em 2004, ela também é mestra em Antropologia Social pela mesma instituição e em Educação pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul). Atualmente, se dedica ao doutorado sanduíche em Antropologia Social na Universidade Federal Fluminense (UFF) em parceria com a Université Sorbonne Nouvelle - Paris 3.

       Rute Anacé
     Nascida na reserva indígena Taba dos Anacé, no Ceará, desde menina Rute, hoje com 25 anos, sabia que no futuro seria pesquisadora e concentrou todas as energias e esforços que pôde para realizar o objetivo. "Aos 17 anos, entrei no bachelarado de Ciências Sociais na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia sabendo o que queria falar, fazer e pesquisar. Para mim, a universidade sempre foi um ambiente estratégico para contar outro viés da História, um viés epistemológico da luta indígena", afirma.
       Determinada, chegou - literalmente - longe. Hoje Rute Anacé vive na Espanha, onde faz doutorado em Ciências Sociais na prestigiada Universidad de Salamanca. A fonte de sua pesquisa é o povo Anacé e sua luta por território, tema que também permeou seu trabalho de conclusão de curso da graduação.

       Naine Terena
       A ativista, educadora, artista e pesquisadora indígena do povo Terena possui um currículo invejável. Não à toa, foi convidada por Fabiano Piuba, Secretário de Formação Cultural, Livro e Leitura do Ministério da Cultura para ser diretora de Educação e Formação Artística do MinC. "Meu plano atual é contribuir com esse campo em reconstrução", diz ela, que nasceu em Cuiabá (MT) e hoje mora em Brasília (DF).

       Kellen Natalice Vilharva (Xamiri Hu’y Rendy)
      Nascida em Japorã (MS), a bióloga faz parte da etnia Guarani Kaiowá e viveu na reserva indígena de Jaguapiru, em Dourados. Hoje mora em Campinas (SP), onde faz doutorado no Programa de Pós-Graduação em Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). "Sempre gostei das áreas biológicas, desde o Ensino Médio. Me identifiquei com o curso e passei na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. As áreas da Biologia são várias, o que eu gosto e trabalho hoje em dia é a Etnofarmacologia. A pesquisa que venho desenvolvendo é relacionada às plantas medicinais e à medicina tradicional do meu povo Guarani Kaiowá", conta.

(https://www.terra.com.br/nos/elas-estao-levando-a-cultura-indigena-para-auniversidade,58f31dcfb4fabf1ccb4a9219386522bcx3b2t93q.html)

Analise e assinale a opção que apresenta o tipo de sujeito da citação abaixo:


“Pietra, Rute, Naine e Kellen têm algo em comum (...)” 

Alternativas
Q2180508 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão:

   Festejado no dia 16 de abril, o Dia Mundial da Voz é uma data de conscientização sobre os cuidados com a voz. Entre os diferentes profissionais que utilizam a voz como ferramenta de trabalho estão os intérpretes de canções. Para celebrar essa data importante para quem vive da música, o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) fez um novo levantamento sobre as canções brasileiras mais gravadas de todos os tempos.
   A primeira colocada, Garota de Ipanema, já liderava também o último levantamento, feito em janeiro de 2022. Aquarela do Brasil, de autoria de Ary Barroso, e Carinhoso, de Pixinguinha e Braguinha, que ocupavam a segunda e terceira colocação, respectivamente, agora aparecem empatadas em segundo lugar com o mesmo número de gravações neste novo estudo. Já a terceira colocação foi assumida por Asa Branca, de Humberto Teixeira e Gonzagão.
   As alternâncias nesse ranking ocorrem a partir do cadastro de novas gravações de músicas nas associações (Abramus, Amar, Assim, Sbacem, Sicam, Socinpro e UBC) que administram o Ecad. Compositores, intérpretes, músicos, editores e produtores fonográficos se filiam a uma delas e atualizam os seus cadastros com as suas novas composições e gravações. São os dados desses titulares de música que formam o banco de dados do Ecad, um dos maiores da América Latina.
   É importante destacar que este estudo considera todas as músicas brasileiras gravadas e cadastradas pelos titulares, independentemente se foram realizadas no Brasil ou não. Isso quer dizer que uma música brasileira gravada em outro país pode fazer parte do banco de dados, desde que ela seja cadastrada.
   O Ecad, no entanto, não tem informações sobre o local da gravação, pois este dado não é obrigatório para o cadastro.
   Confira o ranking das músicas brasileiras mais gravadas de todos os tempos:

1. Garota de Ipanema

2. Aquarela do Brasil / Carinhoso

3. Asa Branca

4. Manhã de carnaval

5. Eu sei que vou te amar

6 .Corcovado / Wave

7. Chega de Saudade

8. Desafinado

9. As rosas não falam

10. Está tudo bem

(https://www.terra.com.br/diversao/musica/garota-de-ipanema-e-a-cancao-mais-gravada-nobrasil,78f80255e8ea8f4e0ce45ed29f38830fo4agle2o.html)
Analise:
“Preciso de 50 reais: 30 para o sorvete e 20 para os biscoitos.”
Os termos destacados podem ser classificados como:
Alternativas
Q2180195 Português
Assinale a alternativa que classifica corretamente o sujeito e o predicado da oração a seguir: “quase todas são palavras legítimas”.
Alternativas
Q2176400 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

A vida seria tão mais sossegada se não houvesse o inferno chamado “os outros”
Por Martha Medeiros




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2023/03/a-vidaseria-tao-mais-sossegada-se-nao-houvesse-o-inferno-chamado-os-outros-clf0b09nc003z017y2f2frg4y.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a correta função sintática do termo sublinhado no período a seguir, retirado do texto: “Mas não foi Sartre que me inspirou essa crônica”.
Alternativas
Q2174284 Português
Leia o fragmento a seguir.
“Pressinto a catástrofe esperada. Salto da cama e aguço o ouvido: barulho de luta. Corro à escada, galgo-a aos três degraus e no topo esbarro com a porta fechada. Tento abri-la: não cede. Escuto: era de fato luta. Rolavam corpos pelo chão, fazendo retinir os vidros da lanterna, e ouvia-se um resfolego surdo, entremeado de embates contra os móveis. Trevas absolutas. Nenhuma réstia de luz coava para a escada.”
MONTEIRO LOBATO, José Bento Renato. Os faroleiros. In: Urupês. São Paulo: Brasiliense, 1969. 

Os sujeitos gramaticais dos verbos “escutar” e “ouvir” empregados nesse excerto são classificados, respectivamente, como 
Alternativas
Q2174230 Português
Em qual das frases a seguir há um predicado nominal? 
Alternativas
Q2174229 Português
Assinale o período em se que vê a concordância verbal de plural desencadeada pela presença de um sujeito composto.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: IDESG Órgão: Prefeitura de Vila Valério - ES Provas: IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Psicólogo | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Fiscal de Tributos | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Engenheiro Ambiental | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Enfermeiro | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Assistente Social | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Enfermeiro - ESF | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Dentista | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Farmacêutico | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Fisioterapeuta | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Médico - PSF | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Médico Veterinário | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Nutricionista | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Professor em função de docência - MAPB - EF - ANOS FINAIS MATEMÁTICA | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Professor em função de docência - MAPB - EF - ANOS INICIAIS E FINAIS - ARTE | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Professor em função de docência - MAPB - EF - ANOS INICIAIS E FINAIS - EDUCAÇÃO FÍSICA | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Professor em função de docência - MAPB - EF - ANOS FINAIS - GEOGRAFIA | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Professor em função de docência - MAPB - EF - ANOS FINAIS - HISTÓRIA | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Professor em função de docência - MAPB - EF - ANOS FINAIS - CIÊNCIAS | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Professor em função de docência - MAPB - EF - ANOS FINAIS - LÍNGUA INGLESA | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA (ASSISTÊNCIA SOCIAL) | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Professor em função de docência - MAPB - EF - ANOS FINAIS LÍNGUA - PORTUGUESA | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Professor em função de docência - MAPA ENSINO FUNDAMENTAL – ANOS INICIAIS (1º ao 5º ano) | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Professor em função de docência - MAPB - EF - Anos Finais Pedagogia da Alternância - CIÊNCIAS E ZOOTECNIA | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Professor em função de docência - MAPA EDUCAÇÃO INFANTIL | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - PROFESSOR / INTÉRPRETE DE LIBRAS | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Professor em função de docência - MAPB - EF - Anos Finais Pedagogia da Alternância - MATEMÁTICA | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Professor em função de docência - MAPB - EF - Anos Finais Pedagogia da Alternância – LÍNGUA PORTUGUESA e LÍNGUA INGLESA | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Professor em função de docência - MAPB - EF - Anos Finais Pedagogia da Alternância - AGRICULTURA | IDESG - 2023 - Prefeitura de Vila Valério - ES - Psicologo Educadional |
Q2173671 Português
Atenção: O texto a seguir deve ser utilizado como base para responder a questão:

FURTO DE FLOR

   Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
   Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.   
  Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

   – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.)
“O porteiro estava atento e repreendeu-me”. Sobre a oração destacada, julgue os seguintes itens:
I. O sujeito é simples. II. O predicado é verbal. III. O verbo é de ligação. IV. O sujeito é “atento”.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2172565 Português
Tendo em vista o fragmento adaptado da questão anterior “Após a chuva forte, municípios do Litoral Norte contabilizam muitos estragos”, analise as assertivas abaixo:
I. O fragmento apresenta dois adjuntos adverbais. O primeiro é a expressão “Após a chuva forte” e o segundo é o vocábulo “muitos”. II. O sujeito da oração que se organiza em torno do verbo “contabilizam” é classificado como composto. III. O verbo “contabilizam” é classificado como Verbo Transitivo Direto (VTD). IV. O fragmento apresenta predicativo do sujeito.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q2171386 Português

    Numa vida a dois, às vezes, extinguem-se os sonhos, desfazem-se as potências, aburguesam-se as virtudes


BACHELARD, Gaston. A poética do devaneio. São Paulo: Martins Fontes, 2009, p. 85.


Considerando os fragmentos sublinhados, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Respostas
1141: A
1142: C
1143: B
1144: D
1145: A
1146: B
1147: D
1148: E
1149: B
1150: B
1151: A
1152: A
1153: E
1154: D
1155: D
1156: B
1157: E
1158: B
1159: C
1160: D