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Questões de Concurso Comentadas sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 3.362 questões

Q3143961 Português
“ALINE ADMIRAVA O TIO E O SOBRINHO”
Com base na frase acima assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3136300 Português
Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa

Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a comunicação entre meteorologistas e o público. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) afirma que dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicação e alertas para a população. Ela também facilita a comunicação marítima sobre tempestades.

A prática de nomear ciclones tropicais começou anos atrás para ajudar na rápida identificação de tempestades em mensagens de alerta porque nomes são muito mais fáceis de lembrar do que números e termos técnicos. Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o interesse em alertas e aumenta a preparação da comunidade.

Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.

Regiões diferentes adotam padrões diferentes.

Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de pessoas são usadas. Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano Índico, a maioria dos nomes usados não é de pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebe nomes de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou adjetivos.

Para a região do Caribe e da América do Norte, a Organização Meteorológica Mundial possui seis listas diferentes de nomes, que vão de A a Z.

Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que começa com a letra "A". O segundo foi chamado de Beryl, o seguinte, Chris. E assim por diante. Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais perigosos até agora foram o Helene — que provocou 255 mortes há duas semanas — e o Milton.

As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses mesmos nomes já foram usados há seis anos, em 2019. Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde então, há tanto nomes masculinos como femininos.

Furacões e ciclones possuem temporadas fixas, épocas quando eles costumam acontecer.

No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de primeiro de junho a trinta de novembro, período em que os nomes da lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada vai de quinze de maio a trinta de novembro.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo.adaptado.
Para a região do Caribe e da América do Norte, a Organização Meteorológica Mundial possui seis listas diferentes de nomes.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:
Alternativas
Q3135489 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As casas feitas de lixo no deserto do Novo México


Nos belos e rigorosos planaltos desérticos do Estado americano do Novo México, é possível encontrar casas fantásticas e não convencionais que parecem ter saído de um filme de ficção científica.


Algumas dessas residências são esculturalmente arredondadas e chegam a lembrar palácios. Outras se parecem com templos antigos.


Elas foram criadas há quarenta anos e ficam na cidade de Taos e arredores. São casas ecológicas, conhecidas como naves terrestres − residências que atingiram o equilíbrio entre a emissão e a absorção de carbono, projetadas de forma sustentável e construídas principalmente com materiais naturais e resíduos, como pneus velhos, garrafas de vinho vazias, madeira e barro.


A construção das casas requer menos materiais de construção tóxicos ou emissores de carbono. Elas também não consomem recursos naturais preciosos, como florestas, por exemplo. Por isso, a procura por essas residências diferenciadas cresce em todo o mundo. 


O arquiteto Michael Reynolds mudou-se para a cidade em 1969. Seu objetivo era "praticar motocross por diversão", segundo ele.


Agora, com 71 anos de idade, Reynolds conta que teve um momento de inspiração. "Um programa de TV americana falava sobre o desmatamento das florestas para extração de madeira, o que cria não só erosão, mas um problema de oxigênio, já que as árvores emitem oxigênio".


"O programa destacava sobre o que chamamos, hoje, de mudanças climáticas e aquecimento global. Eu vi todas aquelas latas de cerveja jogadas fora e perguntei: por que não construímos com latas de cerveja em vez de árvores?"


Reynolds construiu sua primeira casa de latas de cerveja em 1971, conquistando algum espaço no noticiário com sua singularidade. Mas ele ainda passou anos sendo considerado um maluco, não um arquiteto sério. "Era uma ideia meio ridícula, pura fantasia, mas segui adiante e avancei naquela direção".


E levou ainda muito tempo até que sua ideia conseguisse a aceitação do público. 


"As casas pareciam muito esquisitas e ainda têm aparência estranha", ele conta. "Mas, agora, as pessoas entendem."


Ele destaca o aspecto financeiramente econômico de viver sem depender da rede elétrica. E, além disso, as pessoas querem reverter as mudanças climáticas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgnglmjrgyo.adaptado.

Reynolds construiu sua primeira casa de latas de cerveja em 1971.

Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase, o(a):
Alternativas
Q3134371 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que mais brasileiros estão pedindo ajuda para retornar ao Brasil

Como muitos brasileiros, o maranhense Silas Silva Mello, de 32 anos, decidiu se mudar para Portugal em abril de 2022.

Formado em Marketing, ele planejava se estabelecer na Europa para enviar dinheiro ao Brasil, apostando na valorização do euro. Seu objetivo era ajudar suas duas irmãs e pagar as prestações de um apartamento na planta que havia comprado em São Paulo.

No entanto, após alguns meses, ele deixou Portugal e voltou ao Brasil endividado.

"Meu sonho virou um pesadelo. Logo me deparei com a falta de moradia, aluguéis exorbitantes, e pediam 3 mil euros [hoje mais de R$ 18 mil] de caução que eu não tinha. Ainda desligavam o telefone quando percebiam que eu era brasileiro", diz Silas.

Ele conta que morou em um albergue por um tempo. "Depois, consegui vaga em um quarto por indicação de amigos, mas eu já estava quase sem recursos financeiros", lembra.

Em Portugal, Silas trabalhou como supervisor em uma loja na cidade de Portimão, na região do Algarve, no sul do país.

Sem visto de trabalho, ele enfrentava uma jornada exaustiva, sem folgas nos finais de semana, e o salário de 850 euros (hoje cerca de R$ 5,2 mil) não era suficiente para se manter no país e honrar os pagamentos no Brasil. "Eu estava desesperado, já me alimentava de sopa no centro de acolhimento e tinha contas a pagar no Brasil."

Silas deixou Portugal oito meses depois, em dezembro do mesmo ano, e hoje trabalha como fotógrafo em São Paulo. "O que vivi lá eu não desejo a ninguém. Não guardo mágoas, mas meu sonho foi frustrado. Não quero voltar a morar na Europa".

O retorno de Silas ao Brasil foi realizado com ajuda do programa Retorno Voluntário, dirigido a imigrantes que desejam voltar ao seu país de origem, independentemente da situação em que se encontram no exterior: regulares ou não.

Programas similares de retorno voluntário de migrantes estão disponíveis em outros países. Em alguns deles, como Bélgica, Espanha e Irlanda, os governos têm parceria com a OIM, a Agência da ONU para as Migrações, que custeia passagens aéreas e emissão de documentos, oferece recursos financeiros para reintegração no país de origem, além de dar assistência psicossocial para as famílias.

As histórias de Silas e outros migrantes são exemplos de uma situação crescente entre brasileiros vivendo na Europa: a busca por ajuda para retornar ao país quando o sonho da imigração é frustrado.

Em 2023, a Agência da ONU para as Migrações apoiou o retorno de quase dois mil brasileiros em trinta e quatro países. Esse número é mais que o triplo do total de brasileiros auxiliados pelo programa em 2016.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3gvqpvxq6eo.adaptado.
Depois, consegui vaga em um quarto por indicação de amigos.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:
Alternativas
Q3133691 Português
O sujeito, elemento essencial na oração, pode ser classificado de diversas maneiras, dependendo da sua composição e da relação que estabelece com o verbo. Na frase O motorista e o mecânico realizaram a manutenção do veículo, o sujeito é classificado como:
Alternativas
Q3131306 Português

Canção para os fonemas da alegria


                               Thiago de Mello


Peço licença para algumas coisas.

Primeiramente para desfraldar

este canto de amor publicamente. 


Sucede que só sei dizer amor

quando reparto o ramo azul de estrelas

que em meu peito floresce de menino.


Peço licença para soletrar,

no alfabeto do sol pernambucano,

a palavra ti-jo-lo, por exemplo, 


e poder ver que dentro dela vivem

paredes, aconchegos e janelas,

e descobrir que todos os fonemas 


são mágicos sinais que vão se abrindo

constelação de girassóis gerando

em círculos de amor que de repente

estalam como flor no chão da casa. 


Às vezes nem há casa: é só o chão.

Mas sobre o chão quem reina agora é um homem

diferente, que acaba de nascer: 


porque unindo pedaços de palavras

aos poucos vai unindo argila e orvalho,

tristeza e pão, cambão e beija-flor,


e acaba por unir

a própria vida no seu peito partida e repartida

quando afinal descobre num clarão 


que o mundo é seu também, que o seu trabalho

não é a pena que paga por ser homem,

mas um modo de amar — e de ajudar 


o mundo a ser melhor. Peço licença

para avisar que, ao gosto de Jesus,

este homem renascido é um homem novo:


ele atravessa os campos espalhando

a boa-nova, e chama os companheiros

a pelejar no limpo, fronte a fronte, 


contra o bicho de quatrocentos anos,

mas cujo fel espesso não resiste

a quarenta horas de total ternura. 


Peço licença para terminar

soletrando a canção de rebeldia

que existe nos fonemas da alegria:


canção de amor geral que eu vi crescer

nos olhos do homem que aprendeu a ler. 


Thiago de Mello. Faz escuro mas eu canto. São Paulo: Global Editora, 2017. 

Julgue o item que se segue, relativo à análise linguística do poema precedente.
No primeiro verso da sétima estrofe, o sujeito da oração “unindo pedaços de palavras” remete, semanticamente, ao sintagma “um homem / diferente”, na estrofe anterior. 
Alternativas
Q3129363 Português
Leia o poema a seguir.
Poeminho do Contra

Todos esses que aí estão Atravancando meu caminho, Eles passarão... Eu passarinho!

QUINTANA, Mário. Caderno H. In: Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2005. p. 257.

A partir da leitura do “Poeminho do Contra” e à luz de análise sintática, percebe-se que
Alternativas
Q3123546 Português
Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa — e por que o atual é chamado Milton

Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a comunicação entre meteorologistas e o público.

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) diz que dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicar alertas para a população. Ela também facilita a comunicação marítima sobre tempestades.

"A prática de nomear tempestades (ciclones tropicais) começou anos atrás para ajudar na rápida identificação de tempestades em mensagens de alerta porque nomes são muito mais fáceis de lembrar do que números e termos técnicos", afirma a OMM em seu site.

"Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o interesse em alertas e aumenta a preparação da comunidade."

Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.

Regiões diferentes adotam padrões diferentes.

Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de pessoas são usadas.

Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano Índico, a maioria dos nomes usados não são de pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebem nomes de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou adjetivos.

Para a região do Caribe e da América do Norte, a Organização Meteorológica Mundial possui seis listas diferentes de nomes, que vão de A a Z.

Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que começa com a letra "A". O segundo foi chamado de Beryl, o seguinte Chris. E assim por diante.

Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais perigosos até agora foram o Helene — que provocou 255 mortes há duas semanas — e o Milton.

As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses mesmos nomes já foram usados há seis anos atrás, em 2019.

Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde então, há tanto nomes masculinos como femininos.

Quando um furacão ou ciclone é devastador demais e entra para história, seu nome é "aposentado" da lista, e outro nome é escolhido com aquela mesma inicial. É o que aconteceu nos casos das tempestades Mangkhut (Filipinas, 2018), Irma e Maria (Caribe, 2017), Haiyan (Filipinas, 2013), Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA, 2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974).

Furacões e ciclones possuem temporadas fixas — que é quando eles costumam acontecer.

No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de 1º de junho a 30 de novembro, período em que os nomes da lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada vai de 15 de maio a 30 de novembro.

Por que 'Milton'?

Mas quem é ou foi Milton? Ou Katrina? 

.Antigamente, as tempestades recebiam nomes arbitrário, dados de acordo com as circunstâncias histórica. Por exemplo, uma tempestade no Atlântico em 1842 arrancou o mastro de um barco chamado Antje. Essa tempestade ficou então conhecida como furacão de Antje.

Mas hoje em dia, os nomes não têm mais significado.

Eles são selecionados por serem familiares às pessoas em cada região. A principal função do nome é que ele seja facilmente lembrado pelas pessoas que precisam se preparar para lidar com as tempestades.

Os nomes usados em 2024 para o Atlântico Norte, Golfo do México e Caribe são: Alberto, Beryl, Chris, Debby, Ernesto, Francine, Gordon, Helene, Isaac, Joyce, Kirk, Leslie, Milton, Nadine, Oscar, Patty, Rafael, Sara, Tony, Valerie e William.

Outras regiões não usam nomes como Alberto, Helene e Milton. Ciclones que surgiram no Pacífico Norte Oriental este ano nessa mesma ordem cronológica receberam outros nomes: Aletta, Hector e Miriam.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo adaptado)

"As seis listas de nomes são recicladas a cada ano."


Em relação ao período e ao termo destacado, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3123478 Português
Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?

O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos, foi classificado na noite de terça-feira (8/10) como de categoria 5 — a mais grave.

Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e há um risco elevado de danos a construções e bloqueios em rodovias.

A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da Flórida na noite de quarta-feira (09) ou na manhã de quinta-feira (10/10), no horário local, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).

Ainda na terça-feira, o presidente americano Joe Biden disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos.

O presidente pediu que moradores da Flórida, que vivem na rota traçada como a mais provável da tempestade, deixem suas casas imediatamente.

"É uma questão de vida ou morte", disse o presidente americano.

Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros países periodicamente atingidos por fenômenos climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar tanto com isso?

Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil, as chances de que furacões ocorram por aqui são mínimas — a explicação é que a formação de um fenômeno desses depende de uma série de fatores que só foi registrada uma vez no país.

"Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também tenham alguma influência", diz Michael Pantera, meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergência de São Paulo.

A meteorologista Bianca Lobo, do Climatempo, explicou que um dos principais "combustíveis" para a formação de um furacão são as águas quentes do mar — que precisa estar acima de 27°C.

"No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas são registradas no mar do Nordeste, onde não passam de 26°C", diz.

"A umidade e a água quente do oceano que dão força a um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força", acrescenta Pantera.

Outro fator necessário para a formação de um furacão é o cisalhamento ou tesoura de vento — como são chamadas as mudanças de velocidade ou direção das correntes.

Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos países localizados na linha do Equador, como o Brasil.

Meteorologistas afirmam que esse é um fator que também inviabilisa que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente a força ao se aproximar da linha do Equador.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd59741yk9o adaptado)
A alternativa em que o termo destacado é considerado termo essencial da oração é: 
Alternativas
Q3121797 Português
Das orações abaixo, a única que apresenta apenas predicado verbal é:
Alternativas
Q3121183 Português
Na oração: "Choveu demais em Pernambuco na semana passada”, o sujeito é: 
Alternativas
Q3120992 Português
Leia o texto a seguir:


'Consequências letais': 2024 deve ser o primeiro ano
com aquecimento de +1,5ºC, diz observatório europeu


Dados devem servir como 'alerta' na COP29, que acontece
a partir de 11 de novembro, no Azerbaijão


    O ano de 2024 será quase certamente o mais quente já registrado e o primeiro com um aumento da temperatura média global superior a 1,5ºC em relação à era pré-industrial, anunciou nesta quinta-feira o observatório europeu Copernicus.

    “Após dez meses de 2024, agora é quase certo que 2024 será o ano mais quente já registrado e o primeiro ano com mais de 1,5ºC acima dos níveis pré-industriais”, disse nesta quinta-feira Samantha Burgess, diretora adjunta do serviço de mudanças climáticas (C3S) de Copernicus.
    
    Os dados deste observatório indicam que é até “provável” que o aquecimento atinja 1,55ºC este ano.

    “Isso marca uma nova etapa nos recordes de temperaturas globais e deve servir como um alerta para aumentar a ambição na próxima conferência sobre mudança climática, a COP29”, que começa em Baku em 11 de novembro, disse Burgess.

    Essa cúpula na capital do Azerbaijão se concentrará na difícil tarefa de estabelecer uma nova meta de financiamento que permita aos países em desenvolvimento reduzir suas emissões de gases de efeito estufa e se adaptar às mudanças climáticas.

    As reuniões ocorrerão sob a sombra do próximo retorno de Donald Trump à Casa Branca, que no passado chamou a mudança climática de “farsa”.

    Os dados de Copernicus mostram que o mês passado foi o segundo outubro mais quente já registrado, atrás apenas de 2023, com uma temperatura média de 15,25ºC.

   Isso representa 1,65ºC acima da média entre 1850-1900, quando o uso massivo de energias fósseis ainda não havia aquecido significativamente a atmosfera e os oceanos.

    É também o 15º mês dos últimos 16 em que a temperatura média global superou esse limite de 1,5ºC. Este número simbólico corresponde ao objetivo mais ambicioso do acordo climático de Paris de 2015, que busca limitar o aquecimento claramente abaixo de 2ºC e continuar os esforços para não ultrapassar 1,5ºC.

    No entanto, essa meta se refere a tendências climáticas de longo prazo: para considerar que o limite foi ultrapassado, a média das temperaturas globais precisaria ficar acima de 1,5ºC por 20 ou 30 anos.


Fonte:https://oglobo.globo.com/mundo/clima-e-ciencia/noticia/2024/11/07/e-quasecerto-que-2024-sera-o-primeiro-ano-com-aquecimento-de-mais-de-15oc-dizobservatorio-europeu.ghtml. Acesso em: 07 nov. 2024.
Em “As reuniões ocorrerão sob a sombra do próximo retorno de Donald Trump à Casa Branca, que no passado chamou a mudança climática de ‘farsa’” (6º parágrafo), o sujeito do verbo destacado não está expresso, mas pode ser recuperado contextualmente. O sujeito gramatical de “chamou” é:
Alternativas
Q3120577 Português

Leia o primeiro quarteto do poema Vaso grego, de autoria de Alberto de Oliveira.


Esta, de áureos relevos, trabalhada

De divas mãos, brilhante copa, um dia,

Já de aos deuses servir como cansada,

Vinda do Olimpo, a um novo deus servia.


OLIVEIRA, Alberto de. Poesias In: Nossos Clássicos. Rio de Janeiro: Agir, 1959, p. 22.


Nos textos literários, não raro, há a inversão de termos da oração. Com base nessa informação, assinale a alternativa que apresenta o sujeito da oração do verbo ‘servir’, presente no fragmento.

Alternativas
Q3120318 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Só matando 

As trapalhadas ambientais do bicho-homem

Ao observar os tentilhões de Galápagos, Darwin admirou as adaptações naturais das aves e revolucionou a ciência. Contudo, se visse as ações humanas atuais, talvez criasse a teoria da "Involução". Em nome do lucro, o homem interfere na natureza, causando danos irreversíveis.

Um exemplo é a tilápia. Apesar de ser um peixe de água doce, ela já aparece no mar brasileiro, de Santa Catarina ao Maranhão, desestabilizando o ecossistema marinho. Escapando de criatórios, usa rios como rota de transição e invade novos ambientes. Outro problema nos mares é o peixe-leão, uma espécie asiática que chegou aqui possivelmente pela água de lastro de navios ou por aquários irresponsáveis. Tóxico e voraz, já devasta espécies nativas e ameaça banhistas.

Na Colômbia, os hipopótamos trazidos por Pablo Escobar, após sua morte, se multiplicaram e viraram um pesadelo. O governo agora planeja abater centenas deles. No Brasil, criadores trouxeram caramujos africanos nos anos 1980, mas o plano gastronômico fracassou. Abandonados, esses moluscos se reproduziram e viraram pragas, transmitindo doenças graves.

Outro caso é o javaporco, híbrido de porco doméstico e javali, que devasta plantações no Sul e Centro-Oeste. Esses animais agressivos e transmissores de doenças cresceram 500% em número desde 1989. A única solução eficaz seria o controle por caça, mas restrições impostas pelo governo dificultam a situação, deixando produtores desamparados.

Em meio a tudo isso, surge a ironia: será que veremos ONGs ou comissões absurdas apoiando essas espécies invasoras, enquanto os verdadeiros problemas continuam negligenciados?

Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/so-matando-1.327 1025

Com base na análise sintática, assinale a alternativa correta sobre os cargos sintáticos no trecho:


"Apesar de ser um peixe de água doce, a tilápia já aparece no mar brasileiro, desestabilizando o ecossistema marinho."

Alternativas
Q3120244 Português

TEXTO I


Exposição inédita sobre Salvador Dalí chega ao Brasil


“Desafio Salvador Dalí” será exibida no Museu de Arte

Brasileira da Faap entre maio e junho



Estreou a exposição “Desafio Salvador Dalí” no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), em São Paulo. A mostra é dedicada à vida e à obra do renomado pintor espanhol, conhecido por suas obras surrealistas.


Mais de 100 obras inéditas de Dalí poderão ser vistas juntas pela primeira vez no Brasil, através de uma tecnologia de impressão que assegura reprodução e ampliação mantendo as cores e texturas originais.


As obras foram enviadas da Espanha sob supervisão da Fundação Gala-Salvador Dalí, para o público explorar o universo surrealista do artista, conhecer mais sobre sua personalidade vanguardista, o respeito pelo ofício de pintor, a admiração pelas artes clássicas e a relação pouco convencional com a esposa Gala.


[...]



Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/lifestyle/

exposicao-inedita-sobre-salvador-dali-chega-ao-brasilsaiba-tudo/. Acesso em: 6 set. 2024 (adaptado).

Leia este período extraído do texto I.

Estreou a exposição “Desafio Salvador Dalí” no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), em São Paulo.

O sujeito da oração nesse período é
Alternativas
Q3120241 Português

TEXTO I


Exposição inédita sobre Salvador Dalí chega ao Brasil


“Desafio Salvador Dalí” será exibida no Museu de Arte

Brasileira da Faap entre maio e junho



Estreou a exposição “Desafio Salvador Dalí” no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), em São Paulo. A mostra é dedicada à vida e à obra do renomado pintor espanhol, conhecido por suas obras surrealistas.


Mais de 100 obras inéditas de Dalí poderão ser vistas juntas pela primeira vez no Brasil, através de uma tecnologia de impressão que assegura reprodução e ampliação mantendo as cores e texturas originais.


As obras foram enviadas da Espanha sob supervisão da Fundação Gala-Salvador Dalí, para o público explorar o universo surrealista do artista, conhecer mais sobre sua personalidade vanguardista, o respeito pelo ofício de pintor, a admiração pelas artes clássicas e a relação pouco convencional com a esposa Gala.


[...]



Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/lifestyle/

exposicao-inedita-sobre-salvador-dali-chega-ao-brasilsaiba-tudo/. Acesso em: 6 set. 2024 (adaptado).

Leia este período extraído do texto I.

Os objetos, conteúdos e interatividades estão distribuídos em seis áreas expositivas.

O sujeito desse período é
Alternativas
Q3120179 Português
TEXTO I



Pescadores encontram cavalo-marinho da Patagônia
no litoral do Rio de Janeiro



Animal passou por reabilitação e foi devolvido
ao mar por pesquisadores



Um cavalo-marinho da Patagônia, raro no litoral do Rio de Janeiro, foi capturado por engano por pescadores na Baía de Guanabara e devolvido ao mar após passar por reabilitação no laboratório do projeto Cavalos-Marinhos, na Universidade Santa Úrsula.


Os pescadores procuraram o projeto ao perceberem que o animal precisava de cuidados antes de voltar para o mar.


Segundo os pesquisadores do laboratório, os cavalos-marinhos da Patagônia nadam da Argentina até o litoral brasileiro durante o inverno, para procurar abrigo em águas mais quentes. A espécie encontrada na Baía de Guanabara é um macho grávido.


O animal passou por uma semana de reabilitação e foi devolvido ao habitat natural com a ajuda de integrantes do Iate Clube do Rio de Janeiro.


[...]


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2024/09/
pescadores-encontram-cavalo-marinho-da-patagonia-nolitoral-do-rio-de-janeiro.shtml. Acesso em: 4 set. 2024.
Releia este período, extraído do texto I.

Segundo os pesquisadores do laboratório, os cavalos-marinhos da Patagônia nadam da Argentina até o litoral brasileiro durante o inverno, para procurar abrigo em águas mais quentes.

O sujeito da primeira oração desse período, “Segundo os pesquisadores do laboratório, os cavalos-marinhos da Patagônia nadam da Argentina até o litoral brasileiro durante o inverno”, é:
Alternativas
Q3119535 Português
Adolescentes: mais altos, gordos e preguiçosos

    A oferta de produtos industrializados e a falta de tempo têm sua parcela de responsabilidade no aumento da silhueta dos jovens. “Os nossos hábitos alimentares, de modo geral, mudaram muito”, observa Vivian Ellinger, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), no Rio de Janeiro. Pesquisas mostram que, aqui no Brasil, estamos exagerando no sal e no açúcar, além de tomar pouco leite e comer menos frutas e feijão.

     Outro pecado, velho conhecido de quem exibe excesso de gordura por causa da gula, surge como marca da nova geração: a preguiça. “Cem por cento das meninas que participam do Programa não praticavam nenhum esporte”, revela a psicóloga Cristina Freire, que monitora o desenvolvimento emocional das voluntárias.

    Você provavelmente já sabe quais são as consequências de uma rotina sedentária e cheia de gordura. “E não é novidade que os obesos têm uma sobrevida menor”, acredita Claudia Cozer, endocrinologista da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. Mas, se há cinco anos os estudos projetavam um futuro sombrio para os jovens, no cenário atual as doenças que viriam na velhice já são parte da rotina deles. “Os adolescentes já estão sofrendo com hipertensão e diabete”, exemplifica Claudia. DESGUALDO, P. Revista Saúde. Disponível em: http://saude.abril.com.br. Acesso em: 08/11/2024 (adaptado).
Na frase "Cem por cento das meninas que participam do Programa não praticavam nenhum esporte", o termo destacado exerce a função de:
Alternativas
Q3119420 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Roupas-borboletas

Meu amigo Zé Klein jamais vestiu novamente o suéter preto que usou no enterro do pai. Ele o guarda há duas décadas como um sudário, gêmeo do pesar, enterrado na gaveta desde a data de falecimento.

É capaz de usar qualquer peça que foi do pai, mas não aquela que vestiu na despedida. Pois há vida na roupa do morto, enquanto a sua carrega apenas a morte.

É difícil ressignificar roupas após um adeus doloroso. Talvez porque, naquele momento, sentimos a alma nua. E, após enfrentar a angústia do velório, não queremos reviver os mesmos calafrios. Evitamos a roupa para não reencenar mentalmente o caixão baixando lentamente.

A muda de roupa é sacrificada. Deixa de aquecer e servir, tornando-se um tecido extinto.

Entendo o hábito de descartar o que usamos no dia de uma perda. Essas peças não guardam conexão com a saudade, mas simbolizam o fim. Saudade é preservar o que existia enquanto a pessoa vivia, não aquilo que marca sua ausência.

Meu primeiro presente para Beatriz foi o vestido que ela usou no enterro da mãe. Sabia que aquela peça teria um destino único e definitivo. O coração não permitiria que o traje ressuscitasse.

Aquele vestido era como uma borboleta rara, com a missão de sobrevoar por um único dia o jardim da ausência, embelezando a falta, trazendo brilho ao céu das perdas.

Imagino o orgulho de sua mãe, Clara, na outra dimensão. De alguma forma, ela deve ter visto sua filha vestida da fugacidade exuberante de uma borboleta, a mais linda entre todos os presentes.


Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/11/22/roup as-borboletas
Com base no trecho "É difícil ressignificar roupas após um adeus doloroso", do texto "Roupas-borboletas" de Fabrício Carpinejar, analise as alternativas e assinale a correta sobre a análise sintática dos termos da oração:
Alternativas
Q3119304 Português
Qual das alternativas apresentadas justifica a concordância do verbo em destaque no trecho abaixo?

"Muito se discute sobre a relação da nossa galera com o trabalho, o comportamento nas redes sociais e a visão de futuro."

Disponível em: https://capricho.abril.com.br/identidade/alguem-ja-te-perguntou-como-e-ser-jovem-em-um-mundo-em-colapso/. Acesso em: 20 nov. 2024.
Alternativas
Respostas
481: B
482: D
483: D
484: B
485: A
486: C
487: B
488: C
489: B
490: C
491: C
492: D
493: D
494: C
495: B
496: A
497: B
498: A
499: B
500: B