Questões de Concurso Comentadas sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português

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Q3421427 Português
Na frase "Tenha sempre por perto pessoas legais, mas priorize as leais" de Carol Aleixo o sujeito da primeira e da segunda oração são classificados como:
Alternativas
Q3415816 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As receitas


Quando eu era menino, na escola, as professoras me ensinaram que o Brasil estava destinado a um futuro grandioso porque as suas terras estavam cheias de riquezas: ferro, ouro, diamantes, florestas e coisas semelhantes. Ensinaram errado. O que me disseram equivale a predizer que um homem será um grande pintor por ser dono de uma loja de tintas. Mas o que faz um quadro não é a tinta: são as ideias que moram na cabeça do pintor. São as ideias dançantes na cabeça que fazem as tintas dançar sobre a tela.


Por isso, sendo um país tão rico, somos um povo tão pobre. Somos pobres em idéias. Não sabemos pensar. Nisto nos parecemos com os dinossauros, que tinham excesso de massa muscular e cérebros de galinha. Hoje, nas relações de troca entre os países, o bem mais caro, o bem mais cuidadosamente guardado, o bem que não se vende, são as ideias. É com as ideias que o mundo é feito. Prova disso são os tigres asiáticos, Japão, Coreia, Formosa que, pobres de recursos naturais, se enriqueceram por ter se especializado na arte de pensar.


Minha filha me fez uma pergunta: "O que é pensar?" Disse-me que 'esta era uma pergunta que o professor de filosofia havia proposto à classe. Pelo que lhe dou os parabéns. Primeiro por ter ido diretamente à questão essencial. Segundo, por ter tido a sabedoria de fazer a pergunta, sem dar a resposta. Porque, se tivesse dado a resposta, teria com ela cortado as asas do pensamento. O pensamento é como a águia que só alça vôo nos espaços vazios do desconhecido. Pensar é voar sobre o que não se sabe. Não existe nada mais fatal para o pensamento que o ensino das respostas certas. Para isso existem as escolas: não para ensinar as respostas, mas para ensinar as perguntas. As respostas nos permitem andar sobre a terra firme. Mas somente as perguntas nos permitem entrar pelo mar desconhecido.


E, no entanto, não podemos viver sem as respostas. As asas, para o impulso inicial do vôo, dependem de pés apoiados na terra firme. Os pássaros, antes de saber voar, aprendem a se apoiar sobre os seus pés. Também as crianças, antes de aprender a voar, têm que aprender a caminhar sobre a terra firme. Terra firme: as milhares de perguntas para as quais as gerações passadas já descobriram as respostas. O primeiro momento da educação é a transmissão deste saber. Nas palavras de Roland Barthes: "Há um momento em que se ensina o que se sabe ... " E o curioso é que este aprendizado é justamente para nos poupar da necessidade de pensar.


As gerações mais velhas ensinam às mais novas as receitas que funcionam. Sei amarrar os meus sapatos automaticamente, sei dar o nó na minha gravata automaticamente: as mãos fazem o seu trabalho com destreza enquanto as ideias andam por outros lugares. Aquilo que um dia eu não sabia me foi ensinado; eu aprendi com o corpo e esqueci com a cabeça. E a condição para que minhas mãos saibam bem é que a cabeça não pense sobre o que elas estão fazendo. Um pianista que, na hora da execução, pensa sobre os caminhos que seus dedos deverão seguir, tropeçará fatalmente. Há a estória de uma centopeia que andava feliz pelo jardim, quando foi interpelada por um grilo: "Dona Centopeia, sempre tive curiosidade sobre uma coisa: quando a senhora anda, qual, dentre as suas cem pernas, é aquela que a senhora movimenta primeiro?" "Curioso", ela respondeu. "Sempre andei, mas nunca me propus esta questão. Da próxima vez, prestarei atenção." Termina a estória dizendo que a centopéia nunca mais conseguiu andar. 


Todo mundo fala, e fala bem. Ninguém sabe como a linguagem foi ensinada e nem como ela foi aprendida. A despeito disto, o ensino foi tão eficiente que não preciso pensar para falar. Ao falar não sei se estou usando um substantivo, um verbo ou um adjetivo, e nem me lembro das regras da gramática. Quem, para falar, tem de se lembrar destas coisas, não sabe falar. Há um nível de aprendizado em que o pensamento é um estorvo. Só se sabe bem com o corpo aquilo que a cabeça esqueceu. E assim escrevemos, lemos, andamos de bicicleta, nadamos, pregamos pregos, guiamos carros: sem saber com a cabeça, porque o corpo sabe melhor. É um conhecimento que se tornou parte inconsciente de mim mesmo. E isso me poupa do trabalho de pensar o já sabido. Ensinar aqui, é inconscientizar.


O sabido é o não-pensado, que fica guardado, pronto para ser usado como receita, na memória desse computador que se chama cérebro. Basta aper tar a tecla adequada para que a receita apareça no vídeo da consciência. Aperto a tecla moqueca. A receita aparece no meu vídeo cerebral: panela de barro, azeite, peixe, tomate, cebola, coentro, cheiro verde, urucum, sal, pimenta, seguidos de uma se série de instruções sobre o que fazer. Não é coisa que eu tenha inventado. Me foi ensinado. Não precisei pensar. Gostei. Foi para a memória. Esta é a regra fundamental desse computador que vive no corpo humano: só vai para a memória aquilo que e objeto do desejo.


A tarefa primordial do professor: seduzir o aluno para que ele deseje e, desejando, aprenda. E o saber fica memorizado de cor - etimologicamente, no coração -, à espera de que a tecla do desejo de novo o chame do seu lugar de esquecimento. Memória: um saber que 0 passado sedimentou. Indispensável para se repetir as receitas que os mortos nos legaram. E elas são boas. Tão boas que elas nos fazem esquecer que é preciso voar. Permitem que andemos pelas trilhas batidas. Mas nada têm a dizer sobre mares desconhecidos. Muitas pessoas, de tanto repetir as receitas,  metamorfosearam-se de águias em tartarugas. E não são poucas as tartarugas que possuem diplomas universitários. Aqui se encontra o perigo das escolas: de tanto ensinar o que o passado legou - e ensinar bem - fazem os alunos se esquecer de que o seu destino não é o passado cristalizado em saber, mas um futuro que se abre como vazio, um não saber que somente pode ser explorado com as asas do pensamento. Compreende-se então que 8arthes tenha dito que, seguindo-se ao tempo em que se ensina o que se sabe, deve chegar o tempo quando se ensina o que não se sabe. 


(Rubem Alves, no livro "A alegria de ensinar". São Paulo: Ars Poetica Editora Lida, 1994.) 
O sujeito de "Ensinaram errado" classifica-se como.
Alternativas
Q3407223 Português
Identifique o tipo de sujeito presente na frase:

“Os pássaros cantam alegremente no jardim.”
Alternativas
Q3407115 Português

Um novo estudo, conduzido por biólogos, veterinários e estatísticos de sete instituições americanas, oferece resultado sobre essa afirmação.


Sintaticamente, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3402198 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:


     Ano Novo Chinês 2024: quando começa e qual é o animal do novo ano?

    O ano de 2024 já começou para muitas pessoas nos quatro cantos do mundo lá no dia 1º de janeiro. Só que na China e em outros países com grandes comunidades chinesas, como Taiwan, Cingapura e Malásia, além de Coréia do Sul e Tibete, somente agora com o Ano Novo lunar é que será dado início ao Ano Novo Chinês, como explicam alguns artigos da National Geographic Estados Unidos sobre o tema.

    O Ano Novo Chinês é também conhecido como Festival da Primavera, e ocorre durante a Lua nova – anualmente entre o final de janeiro a meados de fevereiro, como explica a Encyclopædia Britannica (plataforma de conhecimento do Reino Unido). A data é importante para a cultura chinesa e possui vários rituais tradicionais, sendo este o feriado em que há mais migração interna de pessoas na China.

    Quando é o Ano Novo Chinês em 2024?

    Em 2024, o Ano Novo Chinês é celebrado no sábado, dia 10 de fevereiro, sendo que na China e em outros países as comemorações duram cerca de 15 dias ou até mais, como conta a Britannica. A data é celebrada nas grandes e pequenas cidades e é cercada de muitos mitos e tradições seculares da cultura chinesa.

    As comemorações que encerram o ano velho e trazem a sorte e a prosperidade do novo ano geralmente incluem cortar e arrumar os cabelos no último dia antes da virada de ano, soltar muitos fogos de artifício, usar roupas e decorações vermelhas, além de desfrutar de comidas típicas. Há ainda, o costume de dar e receber dinheiro em envelopes vermelhos (as crianças e jovens são os que recebem esses presentes). Além disso, o Ano Novo Chinês é uma época de festas em templos e visitas a familiares. 

    Ano Novo Chinês: 2024 é o ano do dragão

   No dia 10 de fevereiro começou o ano 4.722, de acordo com o calendário chinês – que é bem diferente do calendário gregoriano, usado pela maioria dos países ocidentais.

    Segundo a cultura da China, o horóscopo chinês é muito importante e uma tradição milenar. Como explica um artigo da National Geographic dos Estados Unidos, há 12 signos do horóscopo chinês e ele é composto por animais em um ciclo que se repete a cada 12 anos.

    Por conta disso, cada ano é representado por um animal diferente e no novo ano 2024, o dragão será o animal regente – sendo que ele tem um lugar especial na mitologia chinesa e é considerado autoritário, forte e bem-sucedido.

    O dragão é um símbolo chinês de boa sorte, como observa um artigo da Britannica. Eles ainda afirmam que, na China, o dragão não é visto como o monstro maligno como certos mitos de outras culturas ao redor do mundo. Ele tem uma representação positiva de força e sucesso.

    Na China, o dragão era e ainda é considerado uma criatura justa e benevolente. A população, em geral, considera o dragão como um símbolo de sorte e portador de riqueza, conforme diz um artigo da World History Encyclopedia (WHE) intitulado “The Dragon in Ancient China”, publicado em 2017.

    Portanto, como este será o “Ano do Dragão”, é esperado que as celebrações do Ano Novo Chinês sejam repletas dessa simbologia e que remetam a este importante animal da cultura do país. Desfiles com imagens de dragões devem encher as ruas e templos com suas cores vibrantes e dançarinos usando fantasias representando diferentes tipos desse animal.

    "A dança do dragão se destaca nas comemorações do festival em muitas regiões da China e em outros países. Esse desfile consiste em um dragão longo e colorido carregado pelas ruas por vários dançarinos", explica o artigo da Britannica.

    Seja na China, em outros países asiáticos ou em comemorações da comunidade chinesa em diversas partes do mundo, será o início de um novo ano regido pelo dragão e, seguindo as tradições desse povo, ele deve trazer boa sorte e esperança – independentemente se é 2024 ou 4722.


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2024/02/ano-novo-chines-2024-quandocomeca-e-qual-e-o-animal-do-novo-ano (adaptado).
Considerando a expressão "grandes comunidades chinesas", qual é a função sintática de "chinesas"?
Alternativas
Q3402149 Português
“Em 1914, quando tinha apenas 28 anos, o zoólogo alemão Karl von Frisch colocou sua carreira em jogo: questionou, de forma radical, o que a ciência sabia sobre as abelhas. Ele afirmou que não faria sentido existirem tantas flores, com cores tão diferentes, se isso não tivesse a função de atrair insetos polinizadores.”

(Fonte: https://super.abril.com.br/ciencia/a-mente-das-abelhas/)

Quais são os sujeitos dos verbos COLOCAR e AFIRMAR empregados no trecho apresentado?
Alternativas
Q3401108 Português
Assinale a alternativa que apresente a função sintática dos termos em destaque no período: A Polícia Civil instaurou um inquérito e aguarda o laudo pericial para esclarecer a motivação para o crime.
Alternativas
Q3399016 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:


A origem da palavra “algoritmo” é a mesma de “algarismo”?

É sim. A explicação envolve um dos maiores matemáticos da história – e uma reforma ortográfica francesa que deu errado.

Bruno Vaiano - 2 fev. 2024


As duas palavras derivam, em última instância, do nome de Abū Jaʿfar Muḥammad ibn Mūsā al-Khwārizmī (essa é uma transliteração precisa a partir do alfabeto árabe, mas é comum aportuguesar a grafia do último sobrenome como “Alcuarismi”).


Ele foi um matemático persa, nascido no atual território do Uzbequistão, que trabalhou em Bagdá no século 9 d.C., época em que o califado islâmico Abássida era a maior potência científico-tecnológica do mundo. A cidade sediava a Casa da Sabedoria, um centro de pesquisa que continha, talvez, a biblioteca mais vasta de seu tempo. [...]


O nome completo significa, ao pé da letra, “Mohamed, pai de Jafar, filho de Moisés, nativo de Khiva” – uma cidade uzbeque que permanece com o mesmo nome até hoje. Assim, Alcuarismi não era bem um sobrenome. Era uma designação de origem similar à que os gregos da Antiguidade empregavam em nomes como “Pitágoras de Samos” ou “Tales de Mileto”.


O nome “Alcuarismi” chegou ao latim medieval com a pronúncia torta algorismus, que deu origem a “algarismo” em português e também ao termo algorisme em francês arcaico.


O problema: os franceses da Idade Média não sacaram a raiz árabe da palavra algorisme. Pensaram que vinha do grego arithmos (que também significa “número”, mas não tem nada a ver com nosso amigo Alcuarismi). É uma confusão compreensível.


Por isso, eles “consertaram” a dita cuja para algorithme, que se tornou algorithm em inglês e chegou ao português, após a invenção dos computadores, como “algoritmo”.


Alcuarismi é considerado o pai da álgebra. Uma das suas invenções mais importantes é algo básico no currículo escolar: o procedimento em que você inverte os termos de uma equação ao passá-los para o outro lado do sinal de igual (o que soma passa subtraindo, o que multiplica passa dividindo etc).


Ele foi o primeiro a fornecer soluções sistemáticas para equações lineares e quadráticas, produziu as tabelas de senos e cossenos mais precisas de seu tempo e, também, as primeiras tabelas de tangentes da história.



Pergunta de Cassio, de Santo André (SP), via e-mail.
(Fonte: https://super.abril.com.br)
Exerce função predicativa a expressão destacada em: 
Alternativas
Q3387200 Português
A classificação do sujeito da oração “Essa área de ensino desenvolve habilidades voltadas para métodos de economia, investimentos e controle de gastos pessoais.” é a mesma que em: 
Alternativas
Q3387072 Português

Os três pronomes destacados na primeira estrofe dessa letra de música exercem as respectivas funções sintáticas: 



Inteira 


Não é de Deus essa vontade
De querer você inteira e você vem pela metade
E com um sorriso bobo tende a me fazer
Te aceitar pra ir de novo

Mas que diabos você pensa
Quando inventa um final meticuloso
Esconde do povo, mas se envolve o tempo todo
Em meus abraços e eu nos teus. [...]


Disponível em: https://www.letras.mus.br/tem-amor/inteira/. Acesso em: 21 maio 2024.  

Alternativas
Q3382795 Português
No que se refere à estrutura morfossintática das orações abaixo, é CORRETO afirmar que 
Alternativas
Q3381051 Português
Qual o tipo de sujeito da oração "A menina caiu no chão"?  
Alternativas
Q3377701 Português
Identifique a única oração que contém sujeito elíptico.
Alternativas
Q3375448 Português
O que aconteceria com a Terra se a Lua desaparecesse?

Quando a gente é criança, e aprende a desenhar, os primeiros rabiscos sempre mostram pessoas feitas de traços, nuvens, montanhas, o Sol e a Lua. São esboços relativamente simples de serem feitos e muito representativos desde a juventude.

Uma criança normalmente coloca o sol e a lua no mesmo patamar: um cuida do dia e a outra da noite. Ficamos mais velhos e aprendemos que os dois não têm nada a ver um com o outro. O Sol é a estrela que ocupa o papel central do sistema no qual estamos inseridos. Já a Lua é o nosso satélite natural, que tem influência apenas sobre o nosso planeta.

Mas é uma baita influência. Mais do que definir o fluxo das marés, mais do que iluminar os céus nas noites escuras (e nas cidades sem aquela nuvem de poluição) … Mais do que servir de inspiração para os românticos, a Lua é determinante para que a Terra seja minimamente habitável. [...] 

Disponível em: https://olhardigital.com.br/2024/05/05/ciencia-e-espaco/o-que-aconteceria-se-a-lua-desaparecesse-entendaa-importancia-do-nosso-satelite-natural/. (Adaptado). Acesso em: 18 maio 2024. 

As palavras criança, Sol e Lua, destacadas no 2º parágrafo exercem a função de.
Alternativas
Q3373779 Português

Assinale a alternativa que indica o sujeito da forma verbal “realizam” no trecho a seguir:



Em meio à busca por likes e engajamento, várias influenciadoras maternas realizam "testes inofensivos" com seus filhos. Contudo, será mesmo que está correto expor as crianças dessa maneira?  


Disponível em: https://www.msn.com/pt-br/estilo-de-vida/familia/os-malef%C3%ADcios-dos-testes inofensivos-com-crian%C3%A7as-nas-redes-sociais/. Acesso em 6 jan. 2024.

Alternativas
Q3355189 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem deve pagar por danos de inundação no aeroporto de Porto Alegre, fechado há 70 dias

Entre as imagens da tragédia climática no Rio Grande do Sul, nenhuma explicitou os danos sofridos pela infraestrutura gaúcha como a do Boeing 727-200 da companhia Total Cargo com água na altura dos pneus na pista do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. A cena comprovou que a enchente não havia poupado nem mesmo o único aeródromo internacional do Estado mais meridional do Brasil.

Fechado no dia 3 de maio, o Salgado Filho está no centro de um impasse entre o governo federal e a concessionária Fraport Brasil − Porto Alegre. Oficialmente, o dilema resume-se a uma pergunta: quem custeará os reparos no aeroporto?

Por trás dos aspectos financeiros e legais, porém, pairam diferenças entre as partes que remontam à privatização das instalações, há sete anos, passando pelos prejuízos decorrentes da pandemia do novo coronavírus e chegando ao xadrez eleitoral no Estado e no país.

Com uma área de 72 mil metros quadrados na zona norte da capital, o aeroporto fica em um terreno baixo em relação ao leito do Rio Gravataí, que atravessa a região antes de desaguar no Lago Guaíba. Com a cheia, a água avançou pelas avenidas de acesso, cobrindo pista, dois terminais de passageiros, hangares e outras dependências.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7eyw7g314o)
Em relação as estruturas sintáticas e semânticas do texto, analise:

I.O sujeito da locução verbal "deve pagar" no título do texto é "quem".
II.O sujeito da locução verbal "deve pagar" no título do texto é indeterminado.
III.A expressão verbal "explicitou" tem como sujeito a expressão "nenhuma".
IV.No trecho "A cena comprovou que a enchente não havia poupado nem mesmo o único aeródromo internacional, a forma verbal destacada pode ser substituída por "tinha" sem prejudicar o sentido.
V.Em "Com a cheia, a água avançou pelas avenidas de acesso, cobrindo pista, dois terminais de passageiros, hangares e outras dependências". o termo destacado tem como referente "águas".
VI.A única imagem da tragédia climática no Rio Grande do Sul foi a do Boeing 727, submerso no aeroporto.

As afirmativas acima, estão CORRETAS na alternativa: 
Alternativas
Q3355131 Português
Analise as sentenças a seguir quanto às formas verbais empregadas e os elementos com os quais estabelecem relação:

I. Alugam-se itens de decoração.
II. Vive-se bem neste lugar.
III. Ela cresceu e tornou-se uma grande mulher.

Verifica-se indeterminação do sujeito apenas em:
Alternativas
Q3351238 Português
Sobre os termos essenciais da oração, leia as afirmações a seguir:
I. Os termos essenciais da oração são sujeito e predicado.
II. Os predicados podem ser classificados como verbal, nominal e verbonominal.
III. Existem orações sem sujeito.
É(São) correta(s) a(s) afirmação(ões)
Alternativas
Q3350961 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A arte de andar de ônibus.

O transporte público no Brasil é algo essencial para a maioria da população, que vive verdadeiras aventuras ao usufruir deste meio. Em um ônibus pode acontecer e acontece de quase tudo, senão tudo...!

Eis quem vos escreve também usa este meio para se locomover. Um ônibus é um carro grande com um motorista que gosta dos extremos, tem aquele que é mais lento e vive na vibe do paz e amor, e aquele outro que curte a adrenalina e não tá nem aí "manda" o passageiro pular dentro do ônibus para este mesmo passageiro desenvolver algumas técnicas para se equilibrar.

O motorista paz e amor não liga se o amigão do carro pequeno ao lado tá há meia hora buzinando e xingando ele. Manda os passageiros subirem, não liga se não vai dar mais ninguém, pois acha que ônibus é que nem coração de mãe, cabe sempre mais um. Vale lembrar que alguns deles acham que dois corpos ocupam SIM o mesmo lugar no espaço. Acho que cabe mesmo, é só lembrar daqueles indivíduos que acham que podem ficar atrás apertando você contra a cadeira, quase fazendo você sentar no colo de outro passageiro, que te olha com a cara feia, como se a culpa pelo empurrão fosse sua.

Não existe maior interação social do que andar de coletivo, o próprio nome já diz tudo todos estão no aperto juntos. Tem desde o educado até o totalmente mal educado, desde o grosso até o que cede a cadeira para o idoso, da criança berrando querendo peito da mãe, e as figuras como os DJ's e o pessoal da igreja no ônibus. Sem esquecer os que pedem ajuda, com o discurso praticamente pronto e igual ao do outro que vai subir no ponto seguinte. Quem lembra do "Bom dia desculpem estar aqui atrapalhando a viagem das vossas pessoas"?

Por falar em figuras que aparecem, é quase diário quando vejo três figuras certas: o DJ, o cantor e o pastor. Me diz aí qual é o pior?

O pastor é aquele que vê o diferente classifica-os como perdidos e adjetivos afins e inicia a pregação, os cantores (e cantoras) são os que devem se sentir frustrados, e não satisfeitos, resolvem desbravar e abrir os pulmões dentro dos coletivos que estamos falando aqui. E por último e não menos importante (ou não), eles, os DJ's de ônibus. Figuras esdrúxulas que possuem fortes sintomas de egocentrismo e acham que seu gosto é universal, amplamente aceito e sem características ruins. Estes indivíduos são por muitos odiados, pois simplesmente colocam seus equipamentos nas alturas obrigando todos a partilharem de sua música e esquecem que fone de ouvidos estão aí para serem utilizados.

A universalidade dos protagonistas dos coletivos é grande, isso mesmo, quem aí já tirou aquela soneca gostosa e esqueceu-se da vida por alguns minutos (que na verdade são segundos!)? Não é novidade os engarrafamentos, apesar de muitos odiarem e se estressarem fácil, para os sonecas de coletivos tem uma ótima função, cochilar, cochilar e/ou dormir. Existem os pescadores natos, os sonâmbulos e, pra mim, o mais, vamos dizer, especial: aquele que dorme do momento que sentou até a hora de descer. Detalhe: inexplicavelmente, ele sabe a hora de parar e pedir a parada. Dom de poucos, não?!

Há quem diga que andar de ônibus é uma aventura ou testar a paciência diariamente. A real é que andar de ônibus é uma arte de sentir todas as emoções e situações possíveis, é paquerar sem saber que pode durar até o ponto seguinte, é ser eclético, é ser cantor, é ser filósofo, é saber dividir, saber esperar, esperar mesmo sozinho no ponto, mas esperar e por mais tempo que você espere você sabe que está mais perto do ônibus chegar ou então chegar no ponto e 10 segundos depois seu ônibus chegar ou então ele já ter passado, é sinalizar pro motorista e ele passar direto e, de quebra, sorrir da sua cara. Ou então, correr e na hora não ser o seu ônibus, enfim é aventurar.

O coletivo é uma aventura ímpar, pois proporciona um tour pela cidade, a oportunidade de conversar com aquela pessoa e possivelmente nunca mais ver, é treinar a virtude da paciência é se preocupar, é o momento da leitura, é se desligar do Mundo, é dormir, é acordar, é malhar (sentar e levantar é um ótimo exercício), enfim, andar de ônibus é uma arte.


(Jonas Sakamoto, 8 de junho de 2012)
"Sem esquecer os que pedem ajuda, com o discurso praticamente pronto (...)". Sobre o excerto, não se pode afirmar:
Alternativas
Respostas
381: B
382: B
383: A
384: D
385: C
386: A
387: C
388: A
389: B
390: D
391: B
392: B
393: A
394: C
395: C
396: A
397: B
398: B
399: C
400: A