Questões de Concurso Comentadas sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português

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Q1383140 Português

Atente ao texto abaixo e responder a questão.


A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO


        Seja qual for seu trabalho, é muito importante, pois é através do trabalho que desenvolvemos nossas habilidades, nos envolvemos com pessoas, aprendemos a conquistar nossos espaços e com isso alcançar nossos objetivos na vida. Não importa a idade, a hora, a cidade, todos nós podemos trabalhar e concretizarmos nossos objetivos dando ao trabalho que executamos o sentido real para nossas vidas. O trabalho nos move em direção de nossa autoestima, pois sua utilidade é a marca registrada de sua conquista. E conquistar seu espaço no mundo de hoje é fruto de uma sociedade que já passou por séculos de estagnação, de muitos preconceitos, de escravidão e mesmo com, ainda, grandes conflitos, podemos hoje recorrer aos meios mais restritos e desenvolver nossa capacidade de expressar nossas ideias e buscar nossos objetivos a serem realizados. Através do trabalho podemos mudar pessoas que não acreditavam que podiam ser pessoas que elas são. Seu valor pessoal pode ser editado no grupo a que elas pertencem e isso não tem preço, daí a importância do trabalho, seja no campo, nas empresas, no lar dentro da família, nas escolas, nas comunidades, nos esportes e em todos os segmentos de nossa sociedade. O Trabalho nos indica o caminho para viver uma vida melhor.

(Com adaptações) Disponível em: >http://correa54.blogspot.com.br/2010/11/importancia-do-trabalho.html<. Data da consulta 20/04/2015.

Atente às sentenças a seguir e responder o que se pede:


I - O Povo brasileiro é feliz demais.

II - O povo brasileiro sofre em decorrência da corrupção.

III - Mataram os sonhos do brasileiro


Temos predicado(s) verbal(is) em:

Alternativas
Q1383138 Português

Atente ao texto abaixo e responder a questão.


A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO


        Seja qual for seu trabalho, é muito importante, pois é através do trabalho que desenvolvemos nossas habilidades, nos envolvemos com pessoas, aprendemos a conquistar nossos espaços e com isso alcançar nossos objetivos na vida. Não importa a idade, a hora, a cidade, todos nós podemos trabalhar e concretizarmos nossos objetivos dando ao trabalho que executamos o sentido real para nossas vidas. O trabalho nos move em direção de nossa autoestima, pois sua utilidade é a marca registrada de sua conquista. E conquistar seu espaço no mundo de hoje é fruto de uma sociedade que já passou por séculos de estagnação, de muitos preconceitos, de escravidão e mesmo com, ainda, grandes conflitos, podemos hoje recorrer aos meios mais restritos e desenvolver nossa capacidade de expressar nossas ideias e buscar nossos objetivos a serem realizados. Através do trabalho podemos mudar pessoas que não acreditavam que podiam ser pessoas que elas são. Seu valor pessoal pode ser editado no grupo a que elas pertencem e isso não tem preço, daí a importância do trabalho, seja no campo, nas empresas, no lar dentro da família, nas escolas, nas comunidades, nos esportes e em todos os segmentos de nossa sociedade. O Trabalho nos indica o caminho para viver uma vida melhor.

(Com adaptações) Disponível em: >http://correa54.blogspot.com.br/2010/11/importancia-do-trabalho.html<. Data da consulta 20/04/2015.

O predicado da sentença: “Todos nós podemos trabalhar” é:
Alternativas
Q1383134 Português

Observe com atenção as sentenças abaixo e responda, em seguida, o que se pede:


I - Sei de todas as coisas suas.

II - Das suas ameaças não tenho medo.

III - Levaram o carro dele.

IV- Os fiscais do concurso foram educados.


É correto afirmar que:

Alternativas
Q1380360 Português

Atente ao texto abaixo, leia com cuidado as afirmações e responda o que se pede:


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: > http://lh5.ggpht.com/-xzZFU1EW68M/Tks5pxBecJI/AAAAAAAAMlA/ghm4d6IFqAE/s1600-h/placas-erros-deportugues%252520%2525281%252529%25255B4%25255D.jpg<. Data da consulta: 10/05/2015


I - O sujeito da última sentença é MULTA.

II - O aviso acima descumpre a norma culta, tanto no indevido uso do sinal indicativo da crase como na grafia equivocada em DESCOMPRIMENTO.

III - A expressão DESTA REGRA funciona sintaticamente como complemento nominal de DESCOMPRIMENTO.


Pode-se afirmar que:

.

Alternativas
Q1370495 Português

Unesco: mundo precisará mudar consumo para garantir

abastecimento de água

20/03/15


    Relatório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) mostra que há no mundo água suficiente para suprir as necessidades de crescimento do consumo, “mas não sem uma mudança dramática no uso, gerenciamento e compartilhamento”. Segundo o documento, a crise global de água é de governança, muito mais do que de disponibilidade do recurso, e um padrão de consumo mundial sustentável ainda está distante.

    De acordo com a organização, nas últimas décadas o consumo de água cresceu duas vezes mais do que a população e a estimativa é que a demanda cresça ainda 55% até 2050. Mantendo os atuais padrões de consumo, em 2030 o mundo enfrentará um déficit no abastecimento de água de 40%. Os dados estão no Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento de Recursos Hídricos 2015 – Água para um Mundo Sustentável.

    O relatório atribui a vários fatores a possível falta de água, entre eles, a intensa urbanização, as práticas agrícolas inadequadas e a poluição, que prejudica a oferta de água limpa no mundo. A organização estima que 20% dos aquíferos estejam explorados acima de sua capacidade. Os aquíferos, que concentram água no subterrâneo e abastecem nascentes e rios, são responsáveis atualmente por fornecer água potável à metade da população mundial e é de onde provêm 43% da água usada na irrigação.

    Os desafios futuros serão muitos. O crescimento da população está estimado em 80 milhões de pessoas por ano, com estimativa de chegar a 9,1 bilhões em 2050, sendo 6,3 bilhões em áreas urbanas. A agricultura deverá produzir 60% a mais no mundo e 100% a mais nos países em desenvolvimento até 2050. A demanda por água na indústria manufatureira deverá quadruplicar no período de 2000 a 2050.

    Segundo a oficial de Ciências Naturais da Unesco na Itália, Angela Ortigara, integrante do Programa Mundial de Avaliação da Água (cuja sigla em inglês é WWAP) e que participou da elaboração do relatório, a intenção do documento é alertar os governos para que incentivem o consumo sustentável e evitem uma grave crise de abastecimento no futuro. “Uma das questões que os países já estão se esforçando para melhorar é a governança da água. É importante melhorar a transparência nas decisões e também tomar medidas de maneira integrada com os diferentes setores que utilizam a água. A população deve sentir que faz parte da solução.”

    Cada país enfrenta uma situação específica. De maneira geral, a Unesco recomenda mudanças na administração pública, no investimento em infraestrutura e em educação. “Grande parte dos problemas que os países enfrentam, além de passar por governança e infraestrutura, passa por padrões de consumo, que só a longo prazo conseguiremos mudar, e a educação é a ferramenta para isso”, diz o coordenador de Ciências Naturais da Unesco no Brasil, Ary Mergulhão.

    No Brasil, a preocupação com a falta de água ganhou destaque com a crise hídrica no Sudeste. Antes disso, o país já enfrentava problemas de abastecimento, por exemplo no Nordeste. Ary Mergulhão diz que o Brasil tem reserva de água importante, mas deve investir em um diagnóstico para saber como está em termos de política de consumo, atenção à população e planejamento. “É um trabalho contínuo. Não quer dizer que o país que tem mais ou menos recursos pode relaxar. Todos têm que se preocupar com a situação.”

    O relatório será mundialmente lançado hoje (20) em Nova Délhi, na Índia, antes do Dia Mundial da Água (22). O documento foi escrito pelo WWAP e produzido em colaboração com as 31 agências do sistema das Nações Unidas e 37 parceiros internacionais da ONU-Água. A intenção é que a questão hídrica seja um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que vêm sendo discutidos desde 2013, seguindo orientação da Conferência Rio+20 e que deverão nortear as atividades de cooperação internacional nos próximos 15 anos.

Texto adaptado - Fonte: http://afolhasaocarlos.com.br/noticias/ver_ noticia/5215/ controler:noticias 

Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma a respeito das palavras em destaque no excerto a seguir.

“Os aquíferos, que concentram água no subterrâneo e abastecem nascentes e rios, são responsáveis atualmente por fornecer água potável à metade da população mundial...”

Alternativas
Ano: 2015 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2015 - IF-BA - Aluno |
Q1365533 Português

Leia a anedota de Ziraldo e indique a opção que corresponde aos tipos de predicado presentes na fala atribuída à professora, obedecendo à ordem em que eles aparecem no texto.


A inspetora da escola visitando todas as turmas quando o Juquinha levou um tombo no corredor e berrou todos os palavrões que conhecia.

Escandalizada, a inspetora perguntou:

- Onde essa criança aprendeu tanto palavrão?

E a professora, muito sem graça:

-Aprendeu nada! Isso é dom natural.


(Fonte: Ziraldo. Mais anedotinhas do Bichinho da Maçã. 10 ed. São Paulo: Melhoramentos, 1993. p. 10-11.)

Alternativas
Ano: 2015 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2015 - IF-BA - Aluno |
Q1365532 Português

Com base no trecho da música “Silêncio de um minuto”, de Noel Rosa, analise as quatro primeiras orações da estrofe a seguir e identifique o tipo de sujeito de cada uma delas.


Não te vejo, nem te escuto,

o meu samba está de luto,

eu peço o silêncio de um minuto...

Homenagem à história

De um amor cheio de glória,

que me pesa na memória.

Disponível em:<http://www.vagalume.com.br/maria-bethania/silencio-de-um-minuto.html> . Acesso em: 18.09.2015.

Alternativas
Q1250008 Português
Na frase: “Havia mulheres aborrecidas na fila do banco.” Marque a opção CORRETA quanto ao tipo se sujeito:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Tupãssi - PR
Q1225845 Português
                                                                                                         Enem 2015 teve show de atrasados, polêmica sobre feminismo e prova exigente
As provas do Enem 2015 (Exame Nacional do Ensino Médio) foram marcadas por jovens que foram aos locais de prova se divertir com os candidatos atrasados, pela polêmica sobre questões que tratavam da luta pelos direitos das mulheres e por provas exigentes para os quase 6 milhões de candidatos que fizeram o exame.
Com uma ponta de sadismo, jovens foram para frente dos locais de prova em Curitiba, Belo Horizonte e no Rio com cervejas e energético nas mãos apenas para ver o desespero dos candidatos que se atrasaram para o Enem. "Vim ver o show de horrores, a desgraça alheia, antes de ir para uma festa de cerveja", disse sorrindo Natália Cristina Borges, 30, na porta da PUC-MG (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais).
Os portões foram fechados às 13h (horário de Brasília) e poucos minutos depois a hashtag #ShowDosAtrasados já era usada em redes sociais para fazer gozação com quem perdeu a prova. Apesar de toda a torcida contra, o percentual de participantes que perderam a prova este ano foi o menor desde 2009, segundo o MEC (Ministério da Educação). O índice de abstenção foi de 25,5%. E apenas 743 candidatos foram eliminados nos dois dias de prova, seja por estarem com objetos proibidos pelo edital, como celular, boné e lápis, seja por deixarem a sala antes do período mínimo de duas horas.
Os alunos que estavam inscritos no exame em Rio do Sul (SC) e Taió (SC) tiveram a prova cancelada. As cidades foram alagadas devido às fortes chuvas que atingiram o Estado de Santa Catarina no final da semana passada. No Pará, os candidatos que faziam a prova em uma escola de Marituba tiveram o exame suspenso por falta de energia elétrica. Todos eles terão a chance de fazer as provas nos dias 1° e 2 de dezembro, mesmo período em que participam do exame os detentos.
No primeiro dia de provas, uma questão sobre um excerto da escritora feminista Simone de Beauvoir pedia que o candidato soubesse qual era a marca desse movimento social da década de 1960. A cobrança causou fervor nas redes sociais, com postagens de apoio e de crítica. A rixa que já estava posta no sábado aumentou no domingo após a divulgação do tema da redação do Enem: "A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira". A escolha foi comemorada por grupos feministas: "A realidade é muito dura, pois neste momento em que milhares de pessoas estão refletindo sobre o tema para fazer a redação, muitas mulheres estão sendo violentadas, agredidas, estupradas", postou um grupo.
No domingo à noite, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, rebateu as críticas ao tema da redação e a uma suposta "doutrinação" nas questões da prova. "O debate pedagógico e político é próprio desse tipo de exame", disse. "Quem sabe se conseguirmos discutir com transparência essa questão possamos reduzir a violência contra as mulheres."
E além de todas essas polêmicas, os milhões de participantes do Enem enfrentaram provas difíceis, que exigiram dos alunos conteúdo e rapidez na resolução das provas, na avaliação de professores.
No primeiro dia, o aluno precisava ler e interpretar bem, saber os conteúdos e estar antenado em assuntos recentes, como Estado Islâmico, selfies e a economia da China.
"Foi uma prova bem elaborada, com temas amplos, diversidade de tema, exigiu não só leitura de texto, o aluno tinha que saber o conteúdo para interpretar, ler gráficos e tabelas", explicou Paulo Moraes, diretor de ensino do Anglo Vestibulares. Cobrou-se do aluno que ele soubesse autores em filosofia e conceitos em biologia e física para que respondesse às questões.
Já no domingo, os professores consideraram os textos da prova de linguagens longos demais e as questões de matemática trabalhosas, o que reduzia o tempo do candidato para fazer a prova. "Tanto os professores de português quanto os de matemática disseram que o tempo foi insuficiente para responder todas as questões. É preciso rever isso para o ano que vem", disse Vera Lúcia Antunes, coordenadora do Curso e Colégio Objetivo.
O gabarito oficial do Enem será divulgado pelo MEC na próxima quarta-feira (28). O ministro prometeu para a primeira semana de janeiro de 2016 a divulgação das notas do exame.
Disponível em: http://educacao.uol.com.br/noticias/
Assinale a alternativa CORRETA, observando os itens destacados em cada trecho do texto de referência:
Alternativas
Q1215677 Português
“Os pequenos delitos e as falsas promessas são leves transgressões.” Analisando sintaticamente o sujeito da oração acima, é possível afirmar que:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: INSTITUTO CIDADES Órgão: CONFERE
Q1190431 Português
A CORRUPÇÃO NO BRASIL TAMBÉM É BANCADA POR NÓS! Mauricio Alvarez da Silva* “Estamos novamente em meio a um turbilhão de escândalos públicos, o que tem sido uma situação constante desde a época em que éramos uma simples colônia. Como diz o adágio popular vivemos na “casa da mãe Joana”. No entanto, a questão da corrupção no Brasil é muito mais profunda. Acredito que apenas uma pequena parte dos casos seja descoberta e venha a público. Imagino que grande parcela fique escondida nas entranhas públicas. Temos a corrupção política, a corrupção de servidores e de cidadãos desonestos. A corrupção sempre tem dois lados, um corrompendo e outro sendo corrompido. É nítido que a máquina pública está comprometida. Desde criança escutamos falar sobre a tal da corrupção, agora vemos, todo dia, ao vivo e a cores na TV. Na esfera política houve e há muito apadrinhamento para se obter a dita governabilidade. Não importa os interesses da sociedade, desde que os interesses pessoais e partidários sejam atendidos, com isso vem a briga pela distribuição de cargos públicos, comissionamentos e outras benesses. Isto ocorre em todos os níveis de governo (municipal, estadual e federal), afinal é preciso acomodar todos os camaradas. O exemplo mais recente da corrupção política em nosso país é o escândalo do mensalão, que teve início em 2005 (sete anos atrás!) e somente agora está tendo um desfecho. No âmbito administrativo temos um carnaval de queixas, denúncia e escândalos. Somente para citar alguns exemplos: a indústria de multas de trânsito em diversas cidades, desvio de verbas através de falsas ONGs, fiscais corruptos, licitações fraudulentas, entre tantas outras situações que podem preencher um livro. Se pararmos para pensar, no final das contas, mesmo que inconscientemente, somos nós que financiamos toda essa corrupção. Os corruptos visam o dinheiro público, que em última análise é o seu dinheiro e o meu dinheiro, que disponibilizamos para a manutenção da sociedade. Na medida em que os recursos destinados a financiar hospitais, escolas, saneamento básico e outras necessidades primárias são desviados, debaixo de nossos narizes, e não tomamos qualquer atitude, também temos nossa parcela de culpa, por uma simples questão de omissão. (...)” (http://www.portaltributario.com.br/artigos/corrupcaonobrasil.htm - acesso 02.01.2016) *Mauricio Alvarez da Silva é Contabilista atuante na área de auditoria independente há mais de 15 anos, com enfoque em controles internos, contabilidade e tributos, integra a equipe de colaboradores do Portal Tributário.
Sobre a passagem do texto – Como diz o adágio popular vivemos na “casa da mãe Joana” – analise os itens abaixo:
I. O conectivo “como” é conjunção subordinativa conformativa e poderia ser substituído por “consoante”. 
II. Há um erro de pontuação, pois deveria haver uma vírgula separando a primeira oração da segunda. 
III. O sujeito da primeira oração está anteposto ao verbo, o que é permitido pela norma culta.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1150020 Português

Texto para responder a questão.


       Pesquisas atuais demonstram haver a percepção de aumento dos conflitos nas escolas, que, com frequência, enfrentam problemas de convivência, como bullying, violência e indisciplina. Diante dessas situações, muitos docentes se sentem despreparados e inseguros para intervir construtivamente, pois não se acham aptos a mediar conflitos de forma a favorecer o aprendizado de valores e normas de convívio. Estudos também indicam que as desavenças entre os alunos são resolvidas, principalmente, com estratégias submissas – como não interagir e guardar rancor – ou agressivas – usando imposições ou coerções, um nível ainda muito elementar de resolução.    

    A escola é o local ideal para trabalhar relações de colaboração e cooperação, pois, para aprender a viver em grupo, é preciso ter experiências de vida em comum. O desenvolvimento da autonomia e das relações justas e solidárias faz parte da maioria dos projetos pedagógicos, mas poucas vezes os cursos de formação estudam como a escola pode favorecê‐lo, apesar de atualmente existirem inúmeras pesquisas e vivências nesse campo. A proposta desta coluna é contribuir para divulgá‐las, para que a difícil, mas necessária, Educação socioafetiva torne‐se projeto institucional, deixando de ser uma questão privada de cada docente. Em alguns meses, vou compartilhar textos feitos em conjunto com estudiosos para que as informações sejam consistentes e atuais.

                       

                              (Telma Vinha. Nova escola, edição 279, fevereiro 2015. Adaptado.)

“O desenvolvimento da autonomia e das relações justas e solidárias faz parte da maioria dos projetos pedagógicos, / mas poucas vezes os cursos de formação estudam / como a escola pode favorecê‐lo, / apesar de atualmente existirem inúmeras pesquisas e vivências nesse campo.” (2º§) Acerca do período em destaque, é correto afirmar que é constituído de
Alternativas
Q981656 Português

                                TEXTO II 


      Pode dizer-se que a presença do negro representou sempre fator obrigatório no desenvolvimento dos latifúndios coloniais. Os antigos moradores da terra foram, eventualmente, prestimosos colaboradores da indústria extrativa, na caça, na pesca, em determinados ofícios mecânicos e na criação do gado.  

      Dificilmente se acomodavam, porém, ao trabalho acurado e metódico que exige a exploração dos canaviais. Sua tendência espontânea era para as atividades menos sedentárias e que pudessem exercer-se sem regularidade forçada e sem vigilância e fiscalização de estranhos.

                                              (Sérgio Buarque de Holanda, in Raízes)

Marque a opção CORRETA quanto à função sintática do termo “Os antigos moradores da terra...”, no primeiro parágrafo.
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Q909645 Português

                 Casa na Alemanha produz o dobro da energia necessária.

Financiado pelo governo alemão, projeto visa demonstrar como materiais inovadores e tecnologias sustentáveis podem oferecer modernidade às construções residenciais.

      Foi construída na cidade de Stuttgart, na Alemanha, a Aktivhaus B10, casa que produz o dobro da energia necessária para seu consumo e ainda tem capacidade para alimentar dois veículos elétricos. Desenvolvido pelo Stuttgart Institute of Sustainability Stiftung e financiado pelo governo alemão, o projeto objetiva demonstrar como materiais inovadores e tecnologias sustentáveis podem oferecer modernidade às construções residenciais.

      Com 85m², a casa autossuficiente é capaz de gerar 8.300kWh de eletricidade ao ano por meio de um sistema instalado no telhado que combina placas fotovoltaicas e tecnologias solares térmicas, sendo capaz de gerar eletricidade e calor ao mesmo tempo.

      Os dispositivos de automação, bem como o sistema de energia, podem ser controlados por meio de smartphones ou tablets, e incluem a cobertura automática das janelas por painéis isolantes que evitam desperdícios de energia durante a noite.

      Com formato retangular simples, o protótipo pode receber novos pavimentos, tornando possível a criação de edifícios residenciais multifamiliares com características autossustentáveis. A fachada horizontalizada é coberta por vidros semitranslúcidos na parte frontal, otimizando ainda o aproveitamento de luz e ventilação naturais.

      Na primeira fase de testes do projeto, a residência será totalmente desmontada e reconstruída em outro local. Já na segunda etapa, a previsão é de que dois estudantes morem na casa para testar o desempenho dos sistemas em tempo real.

Fonte: http://au.pini.com.br/arquitetura-urbanismo/sustentabilidade/casa-na-alemanha-produzo-dobro-da-energia-necessaria-338827-1.aspx Acesso em: 22-março-2015

Releia a oração extraída do texto lido:


“Na primeira fase de testes do projeto, a residência será totalmente desmontada e reconstruída em outro local.”


Assinale a alternativa que contém a análise CORRETA acerca da oração destacada acima:

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Q815076 Português
Em “Esse levantamento traçou um perfil da prática de atividade física no mundo e apontou que, no Brasil, 49% da população está inativa...”,
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Q778594 Português
Qual o sabor da sua infância?
Os pratos que marcaram nossas vidas podem nos
revelar
FLÁVIA YURI OSHIMA

   Sou louca por sopas. Experimento qualquer sabor que apareça na minha frente. Meu paladar acolhe sopas quentes e frias, cremosas e ralas, salgadas, amargas, apimentadas e doces (no meu critério, canjica é sopa). Se tiver sopa no cardápio, to dentro. Já vi muitos dos meus amigos tremerem de gastura por ver aquele caldo fumegante na minha colher num almoço de verão. Durante muito tempo, quando me importava mais com a opinião dos outros, tentei disfarçar. Mas a atração que sinto por uma tigela cheia de caldo bem temperado sempre foi maior que eu. Tomei consciência da sopa em minha vida quando li A morte do gourmet, da filósofa francesa Muriel Barbery, em 2000. Não faço ideia se ela gosta de sopa. Também não é o tipo de alimento favorito do gourmet. Ocorre que, na história criada por Muriel, Pierre Arthens é um crítico gastronômico à beira da morte, que passa seus últimos dias recordando os sabores de sua vida. Cada um deles é relacionado a um momento ou a alguém. O livro é fino: 124 páginas. Mas toma tempo. É impossível ler A morte.... sem pensar nos sabores da própria vida. Muitas vezes, as lembranças vêm acompanhadas de uma pausa para comer uma coisinha.
   A brincadeira vai longe de acordo com as relações que criamos. Dá para usar os namorados como referências. Qual o sabor que mais me dava prazer quando namorava sicrano? Dá para usar estilos também. Qual o prato de que mais gostava quando era gótica? E quando era metida a bicho grilo de butique? Pode ser divertido, ridículo e emocionante ao mesmo tempo. 
   A ordem cronológica funciona. Tentei lembrar o primeiro sabor que me deu prazer. Cheguei à canja de galinha rala que a sogra da minha madrinha cozinhava todos os dias no jantar. Com uma avó japonesa e outra italiana, ambas exímias cozinheiras, pensar na canja rala da avó de outra pessoa soa como desvio de caráter. Por minhas avós e por vaidade, tentei enganar a memória. Quem sabe me lembraria de algo mais sofisticado ou charmoso, ligado às minhas raízes, como um missoshiro com peixe seco e shiitake, ou um capeletti in brodo recheado. Não rolou. Não consigo me esquecer da tal canja rala, feita com arroz, cenoura, pouco frango, sal e só.
  Resolvi apurar as primeiras memórias de outros. Caldo verde era o gosto da infância do poeta português Fernando Pessoa (fonte: À mesa com Fernando Pessoa, de Luís Machado). A Nena, babá dos meus filhos, se lembra do bife que a avó fritava às seis da manhã para a marmita do tio. Quando sobrava um para ela, a pequena Nena se lambuzava. O quindim feito pelo avô português era o sabor mais saudoso do poeta Vinícius de Moraes (fonte: Pois sou um bom cozinheiro, de Vinícius de Moraes). Guimarães Rosa gostava de biscoito de nata e de biscoito de polvilho (fonte: ensaio sobre o livro Relembramentos, de Vilma Guimarães Rosa).
  Meu marido se lembrou de um prato de feijão com arroz que a mãe fez para ele, igualzinho ao que Zilka Salaberry fez para Tarcísio Meira na novela Irmãos Coragem. Minha filha de seis anos se lembrou do mamão. Meu filho de nove anos, da laranja lima (nenhum dos dois se lembrou das papinhas orgânicas que eu fazia logo cedo antes de ir para o trabalho). 
   Me dei por satisfeita. A canja não é menos nobre que o bife da Nena ou o quindim do Vinícius.
   O escritor francês Marcel Proust também me ajudou a encampar em público, aqui na internet, minha história de amor por uma canja rala. Se um bolinho madeleine foi capaz de inspirar uma obra da envergadura de Em busca do tempo perdido, como afirmou Proust, porque eu não poderia me reconfortar, em paz, com a sopa rala feita por uma avó que nem era minha?
   As comidas têm um efeito real sobre nós. Podem nos relaxar, nos excitar, nos levar a um estado de criatividade. Fazer essa viagem até a mais longínqua infância em busca de um sabor que a represente também é uma forma de nos (re)conhecer. E você, qual o sabor da sua infância?

Adaptado de http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/Flavia-Yuri-Oshima/noticia/2014/06/bqual-o-saborb-da-sua-infancia.html
Em relação ao período: “Tentei lembrar o primeiro sabor que me deu prazer.”, é correto afirmar que
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Q778494 Português

Só eu tenho dúvidas?

Estamos vivendo na era da mudança, da transformação, na qual todas as verdades se tornam questionáveis.

Perguntamos com mais frequência por que e como seguir determinada carreira, o que fazer com o nosso tempo livre, como estar sempre atualizado, como aliar realização profissional à realização pessoal.

Com certeza, cada indivíduo tem as suas próprias respostas, mas como encontrá-las se o tempo só permite agir e não pensar para agir. E é neste momento que optamos por fazer ou não a diferença no mundo.

Buscar respostas é uma atividade que exige autoanálise e reconhecimento das próprias habilidades, desejos, deficiências, exigências, etc. Para tanto, o segredo está em dedicar-se a ouvir o Eu. Em nossas vidas, tantas coisas ajudam para nos despersonalizar que nossa essência vai se perdendo e, sem saber quem somos, estamos sendo aquilo que os outros esperam de nós.

Existem diversas formas de exercitar esta atividade. Alguns preferem o uso de terapias profissionais ou alternativas; outros encontram melhores resultados na prática da meditação ou relaxamento; outros escolhem atividades físicas ou viagens; e existem também programas de treinamento que enfocam este questionamento. O importante é decifrar e desenvolver a sua própria técnica. Não existem regras, e você pode até descobrir que escrever ou ler provocam descobertas maravilhosas.

As descobertas são muitas, mas os caminhos encontrados podem significar grandes mudanças. Você pode querer mudar de carreira, país, construir uma família ou descobrir que está no caminho certo, mas precisa de aprimoramento. Se algum destes for o seu caso, nada melhor do que tomar cuidado com as armadilhas que o fazem permanecer na sua zona de conforto.

(...)

Graziela Merlina

Em todas as alternativa temos Sujeito Simples, EXCETO em:
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Q760034 Português
Nesta frase de Louis Reyband: De todos os caminhos que conduzem à riqueza, os mais seguros são a perseverança e o trabalho, o sujeito da oração principal é:
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Q754654 Português

 A educação para a ética: sem a desculpa do "não fui só eu"

De Guilherme Perez Cabral


     Precisamos parar para pensar no valor de nossas ações. Distinguir melhor o que é certo do que é errado. E nos esforçar para conseguir agir de acordo com esse entendimento. Falo de ética.

    São precárias as possibilidades do nosso tempo, já disse o advogado e poeta Paulo de Tarso. E, no cenário profundamente antiético, um disparate tem chamado à atenção. Para aquele momento em que, descoberto em roubalheiras, não dá mais para negar o óbvio, o submundo da política nacional tem utilizado uma péssima desculpa. Para abrandar a pena, quem sabe, se livrar dela, com cara coitado, inocente injustiçado, diz por aí, para quem quiser ouvir: "...mas não fui só eu".

    O argumento não é novo. Ouvimos de crianças em formação. Na escola onde estudei, a resposta, por si só, sempre mereceu a censura não raro maior do que a falta praticada. A novidade é o uso oficial, descarado, pela politicagem.

    [...]

    Roubar e falar, depois, que "não fui só eu" é sem-vergonhice, safadeza mesmo. Mais um sintoma muito sério do estado terminal ético que estamos vivendo.

    [...]

    A pobreza ética atual, contudo, não significa que estamos incapacitados para uma experiência melhor. Não é um dado antropológico do brasileiro, feito uma segunda natureza irreversível.

    O que nos faltam são boas lições de ética, o debate e aprendizado profundo sobre o que isso quer dizer. Se o mundo adulto está quase perdido, foquemos – os que não se perderam ainda – na geração que vem. A formação ética, aliás, constitui elemento central da educação básica, conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais. A ética não é um catálogo abstrato de bons comportamentos, aprendido numa aula de "educação moral e cívica" e, na prática, ignorado sistematicamente. Não se trata, também, de um conjunto de regras que cumprimos, sem saber muito bem o porquê, só porque Deus, o pai, o professor ou o líder espiritual ou político mandou. Ética tem a ver com deveres que cumprimos porque, para nós, isso é o certo, é o justo, ainda que o mundo insista em descumpri-los. São deveres que fazem parte de nós.

    Isso é a autonomia, que define a vida democrática: a autodeterminação por normas que nos demos, que aprendemos, criticamos, melhoramos e concordamos. Por isso, seguimos, independentemente de que (e quem) estejam nos olhando. É a consciência do andar "direito", livre e responsável. Nos alerta, permanentemente, que a falta de respeito, a corrupção alheia não justifica que andemos errado também.

Texto adaptado. Disponível em: www.educacao.uol.com.br

O pronome é uma classe de palavras que serve para substituir um nome, ou para indicar as pessoas do discurso. O pronome também pode auxiliar na organização do texto como elemento de coesão. Sobre a classificação e o emprego dos pronomes do texto, analise o item a seguir: No período: “O que nos faltam são boas lições de ética”, o pronome “nos” é um pronome pessoal, que tem a função de sujeito da frase.
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FAFIPA Órgão: CISLIPA Prova: FAFIPA - 2015 - CISLIPA - Contador |
Q742601 Português

Por que nosso cabelo muda de cor?

    Tem gente que acha homens grisalhos mais atraentes, mas a maioria das mulheres fica irritada quando os fios brancos começam a aparecer. O que determina essa mudança bem-vinda ou odiada é a genética, tanto que determinadas etnias têm o privilégio de manter a cor do cabelo por mais tempo. Segundo o especialista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira do Cabelo, os fios brancos começam a aparecer entre os 35 e 45 anos para os caucasianos, entre os 45 e 55 anos para os orientais e, para os negros, somente após os 55 anos. "Começa na barba, depois nas regiões temporais, a seguir no resto da cabeça, depois tronco e, finalmente, região genital", acrescenta o especialista.
    Em estudo publicado em 2012 no British Journal of Dermatology, pesquisadores decidiram testar o dito popular segundo o qual 50% das pessoas, aos 50 anos, teriam 50% do cabelo grisalho. Mas os resultados foram bem mais otimistas: ao avaliar 4.192 homens e mulheres de diferentes etnias, os estudiosos concluíram que, entre os 45 e os 65 anos, a intensidade média de fios brancos na cabeça é de 27%.

    O que determina?

    "O que dá cor à pele e aos pelos é um pigmento proteico chamado melanina, feito em uma célula chamada melanócito, cuja distribuição na pele é bastante variada", ensina Bedin. Com a "receita do bolo" herdada, cada indivíduo tem uma proporção específica de eumelaninas (de cor castanha ou preta) ou feomelaninas (de cor avermelhada ou amarela). Em geral, os cílios e sobrancelhas são mais escuros que o cabelo, assim como os pelos pubianos. "A teoria mais aceita sobre o que faz ficarmos com os cabelos brancos chama-se apoptose dos melanócitos", explica Bedin. "Apoptose quer dizer morte celular programada, isto é, o melanócito, por informações genéticas, deixa de produzir melanina numa determinada idade."

    Cor alterada

    Apesar da determinação genética, hormônios e nutrição também podem interferir na cor dos fios. "Por isso muitas crianças nascem com os cabelos bem clarinhos e na puberdade eles escurecem. Isso também explica porque os cabelos escurecem durante a gestação e perdem a cor durante dietas muito restritivas", conta o tricologista. Até alguns medicamentos ou suplementos de minerais podem mexer um pouco com a cor dos fios. E ficar no sol com chá de camomila também pode clarear discretamente as madeixas, a não ser que seu cabelo seja escuro – nesse caso, só um cabeleireiro resolve.
    Não há nenhuma evidência para vincular o aparecimento das mechas grisalhas ao estresse, à dieta ou ao estilo de vida. Mas certas doenças autoimunes, como vitiligo e alopecia areata (que leva à calvície) podem danificar células de pigmento e induzir o envelhecimento dos fios em algumas pessoas. Como o estresse pode agravar essas condições, nesse caso o estilo de vida poderia interferir. Bedin faz outra advertência importante: "Se uma criança apresenta cabelos brancos ela deve ser pesquisada para se avaliar se há alguma doença associada a este fato (como incapacidade de absorver cobre, por exemplo)".
    Dá para adiar?

    Infelizmente, não há nenhum tratamento disponível hoje em dia capaz de adiar o aparecimento dos fios brancos, ou seja, prolongar a vida dos melanócitos no bulbo piloso. Mas há diversos cientistas engajados nisso. Pesquisadores franceses, com patrocínio de um fabricante de cosméticos, por exemplo, já produziram alguns agentes que seriam capazes de imitar uma enzima que atua como antioxidante natural do bulbo capilar. Em breve, essas substâncias podem chegar ao mercado, mas o efeito será apenas preventivo, ou seja, não vai dar para trazer de volta as células que já morreram.

Disponível em: http://noticias.uol.com.br/ciencia

Qual a classificação do sujeito desta oração: “Mas há diversos cientistas engajados nisso”?
Alternativas
Respostas
2781: B
2782: E
2783: B
2784: D
2785: A
2786: B
2787: A
2788: C
2789: A
2790: D
2791: C
2792: B
2793: B
2794: A
2795: A
2796: B
2797: A
2798: E
2799: E
2800: A