Questões de Concurso Comentadas sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português

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Q1702945 Português

Leia o texto.


De que é feito um texto? Fragmentos originais, montagens singulares, referências, acidentes, reminiscências, empréstimos voluntários. De que é feita uma pessoa? Migalhas de identificação, imagens incorporadas, traços de caráter assimilados, tudo (se é que se pode dizer assim) que se chama o eu.

Michel Schneider. Ladrões de palavras. Campinas. Editora da Unicamp. 1990.


Sobre o texto é correto afirmar.

1. É feita uma analogia entre a construção de um texto e a “construção” de uma pessoa.

2. Há, no texto, dois questionamentos. Ambos são respondidos pelo próprio texto.

3. As expressões sublinhadas no texto exercem a mesma função sintática, a saber: objeto indireto.

4. A frase colocada entre parênteses apresenta um pronome oblíquo em próclise.

5. As palavras “empréstimos e escrevêsseis” são acentuadas graficamente pela mesma razão: ambas são proparoxítonas.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q1631357 Português
Há oração sem sujeito em:
Alternativas
Q1629783 Português

O banheiro e a cirurgia


A segurança jurídica é uma das bandeiras mais recorrentes dos transgêneros. Há no Supremo Tribunal Federal (STF) duas ações que envolvem os direitos de quem porta essa condição. Uma delas nasceu do caso de uma mulher trans que exige reparação por danos morais depois de ter sido proibida de usar o banheiro feminino de um shopping em Florianópolis, Santa Catarina. Ela teria sido retirada à força do local por um agente de segurança sob o argumento de que sua presença causaria constrangimentos. “Não respeitar essas pessoas é não respeitar a natureza”, disse o ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso no STF. O julgamento, no entanto, está parado desde novembro de 2015, quando o ministro Luiz Fux pediu mais tempo para analisar o tema. Na decisão inicial, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina entendeu que não houvera dano moral, mas “mero dissabor”.

 O outro processo no STF discute a possibilidade de alteração do gênero no registro civil mesmo sem a realização da cirurgia de mudança de sexo. No recurso, um homem trans questiona a decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul que permitiu a alteração de seu nome, mas não a mudança do sexo feminino para o masculina no registro civil. O tribunal entendeu que ele não havia realizado a cirurgia de adequação sexual. O julgamento da ação, iniciado em 2014, foi interrompido em abril deste ano. Foi retomado em junho. Quem defende o homem trans no caso é Gisele Alessandra Schmidt, da ONG Dignidade, a primeira advogada trans a subir à tribuna no plenário do STF. “Muitas pessoas não querem fazer a cirurgia de readequação genital, por ser invasiva”, diz Gisele. “É inadmissível atrelar a mudança de gênero a uma operação”.


(VEJA no . 42. 18 de outubro, 2017, p. 81)

Considerando o texto dado, assinale a alternativa em que o termo destacado corresponde à função sintática dada entre parênteses.
Alternativas
Q1627749 Português

Observe as frases seguintes.


I. Faz cinco meses que não vou ao cinema.

II. Alguém havia aberto a porta.

III. Esperança haverá sempre.

IV. Gritaram o meu nome por aí.

V. Não encontraram o corpo do rapaz afogado.


Assinale a alternativa que apresenta o comentário CORRETO.

Alternativas
Q1390654 Português
Para que ninguém a quisesse


    Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.
    Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair. Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras. 
    Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.
    Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
    Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.


Marina Colasanti http://www.contioutra.com/para-que-ninguem-aquisesse-marina-colasanti/
Encontre o sujeito da oração “ os homens olhavam demais para a sua mulher”.
Alternativas
Q1388103 Português

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em:<http://aprovadonovestibular.com/resumo-figuras-linguagem-exemplos-exercicios.htm> . Acesso em: 18 out. 2017.


Na gravura, alterando-se o sujeito dos verbos do período para “nós” (1ª pessoa do plural), tem-se a seguinte modificação das formas verbais:
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Q1386593 Português
Assinale a alternativa em que sujeito determinado simples.
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Q1382815 Português

A menina que fez a América


    Eu vou morrer um dia, porque tudo que nasce também morre: bicho, planta, mulher, homem. Mas histórias podem durar depois de nós. Basta que sejam postas em folhas de papel e que suas letras mortas sejam ressuscitadas por olhos que saibam ler. Por isso, aqui está para vocês o papel da minha história: uma vida-menina para as meninas-dos-seus-olhos.

    Vou contar...

    Eu nasci no ano de 1890, numa pequena aldeia da Calábria, ao sul da Itália. E onde fica a Itália?...É só olhar um mapa da Europa e procurar uma terra em forma de bota, que dá um pontapé no Mar Mediterrâneo e um chute de calcanhar no Mar Adriático.

    É lá.

    Lá, nessa terra entre mares, foi que eu nasci num dia de inverno, quando as flores silvestres que perfumavam o ar puro dos campos da minha aldeia estavam à espera do florescer da primavera. Saracema: este era o nome do lugar pequenino onde eu nasci. Eu disse “era”, embora o lugar ainda existia e tenha crescido, como eu também cresci. Mas, como nunca mais voltei para lá, acho que não pode ser mais o mesmo que conheci e onde vivi até os dez anos de idade. A Saracena de 1890 era aquela sem a comunicação do telefone, os sons do rádio e as imagens da televisão nas casas; sem o eco dos carros e das motocicletas nas estradas ou o ronco dos aviões sobre telhados. A música que andava no ar, nos tempos da minha infância, vinha do canto dos pássaros, do chiar das rodas das carroças, das batidas dos cascos dos cavalos, do burburinho do risco das crianças e do lamento dos sinais das igrejas. Essa era a voz da terra onde começava a minha vida e terminava o meu mundo.

    Nunca cheguei a conhecer meu pai, Domenico Gallo. Só em retrato: um homem alto, bonito, de finos bigodes. Dizem que ele ficou muito feliz quando eu e meu irmãozinho Caetano nascemos. Ah, esqueci de dizer que meu nome é Fortunata e que, quando menina, me chamavam de Fortunatella.

(LAURITO, Ilka Brunhilde. A menina que fez a América. São Paulo, FTD) 

Na expressão: “A professora marcou um teste com três alunos.”, os termos destacados são
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Q1375396 Português
A menina que fez a América

    Eu vou morrer um dia, porque tudo que nasce também morre: bicho, planta, mulher, homem. Mas histórias podem durar depois de nós. Basta que sejam postas em folhas de papel e que suas letras mortas sejam ressuscitadas por olhos que saibam ler. Por isso, aqui está para vocês o papel da minha história: uma vida-menina para as meninas-dos-seus-olhos.
    Vou contar...
    Eu nasci no ano de 1890, numa pequena aldeia da Calábria, ao sul da Itália. E onde fica a Itália?...É só olhar um mapa da Europa e procurar uma terra em forma de bota, que dá um pontapé no Mar Mediterrâneo e um chute de calcanhar no Mar Adriático.
    É lá.
    Lá, nessa terra entre mares, foi que eu nasci num dia de inverno, quando as flores silvestres que perfumavam o ar puro dos campos da minha aldeia estavam à espera do florescer da primavera. Saracema: este era o nome do lugar pequenino onde eu nasci. Eu disse “era”, embora o lugar ainda existia e tenha crescido, como eu também cresci. Mas, como nunca mais voltei para lá, acho que não pode ser mais o mesmo que conheci e onde vivi até os dez anos de idade. A Saracena de 1890 era aquela sem a comunicação do telefone, os sons do rádio e as imagens da televisão nas casas; sem o eco dos carros e das motocicletas nas estradas ou o ronco dos aviões sobre telhados. A música que andava no ar, nos tempos da minha infância, vinha do canto dos pássaros, do chiar das rodas das carroças, das batidas dos cascos dos cavalos, do burburinho do risco das crianças e do lamento dos sinais das igrejas. Essa era a voz da terra onde começava a minha vida e terminava o meu mundo.
    Nunca cheguei a conhecer meu pai, Domenico Gallo. Só em retrato: um homem alto, bonito, de finos bigodes. Dizem que ele ficou muito feliz quando eu e meu irmãozinho Caetano nascemos. Ah, esqueci de dizer que meu nome é Fortunata e que, quando menina, me chamavam de Fortunatella.
(LAURITO, Ilka Brunhilde. A menina que fez a América. São Paulo, FTD)
Assinale a alternativa em que há o emprego de elipse de substantivo na posição de sujeito.
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Q1347309 Português

Sempre é hora de refletir sobre segurança no trânsito.

Observatório Nacional de Segurança Viária elegeu maio como o mês da segurança no trânsito e, a exemplo do que é feito nos meses de outubro e novembro, quando a sociedade em geral é convidada a refletir sobre as formas de prevenção dos cânceres de mama e de próstata, a proposta é pensar como cada cidadão pode contribuir para reduzir as preocupantes estatísticas de mortes causadas por acidentes de trânsito.

Embora o discernimento sobre a importância de preservar comportamentos seguros no trânsito deva estar presente nos 365 dias do ano, a sugestão do Maio Amarelo, de convocar cidadãos, empresas e órgãos públicos a repensar seu papel no combate a essa, que é uma das maiores causas de morte no Brasil, é louvável.

De acordo com dados do DPVAT, cerca de 50 mil pessoas por ano perdem a vida em acidentes, isso sem falar daquelas ocorrências que, embora não sejam fatais, afastam as pessoas de suas atividades profissionais e, muitas vezes, dos seus papeis com a família.

As estatísticas são alarmantes e se destacam no cenário mundial, o que nos leva a crer que há no Brasil um problema cultural no que diz respeito a garantir a própria segurança ao trafegar por ruas e rodovias. Por algum motivo, somos relapsos com a nossa integridade física e precisamos ser constantemente alertados sobre isso. Uma palavra-chave para mudar esse cenário é perseverança. Programas estruturados de segurança viária, que utilizem sistematicamente ações de engenharia, operacionais, de fiscalização e de educação, são fundamentais para conseguir a atenção dos motoristas.

Assim como são importantes políticas públicas que estabeleçam maior rigor na formação e contínua preparação dos condutores, especialmente os profissionais que, muitas vezes, abusam do tempo de direção na estrada, descuidam da saúde e nem sempre têm o conhecimento adequado de todos os componentes de segurança hoje embarcados nos veículos pesados. 

Às empresas que administram rodovias, órgãos responsáveis por vias públicas e governos, é essencial perseverar em programas com estas características e acompanhar a evolução dos tempos. Não se pode ignorar todos os avanços tecnológicos que surgiram para facilitar a comunicação humana e o quanto todos nós, cidadãos, gostamos de estar plenamente conectados a todo momento e em todo lugar.

Aos cidadãos em geral, motoristas, ciclistas e pedestres, é importante ter consciência de que estamos dividindo um espaço público, no qual existem regras de convivência que precisam ser respeitadas. É fundamental que todos se preparem para o trajeto que irão fazer, seja ele de cinco ou 500 quilômetros, e tenham plena consciência de suas ações enquanto dirigem. Rodovia, por melhor que seja não é lugar de eliminar atrasos. O tempo precisa ser calculado de acordo com as normas existentes e com as condições de tráfego no momento.

Nesse ponto, uma reflexão que vale a pena ser feita é como todos nós, tão contagiados pelas mudanças tecnológicas que nos permitem acesso às mais variadas informações, podemos usar isso ao nosso favor e não contra a nossa segurança. 

Planejar bem uma viagem e, por meio de aplicativos e redes sociais, saber previamente como está a condição do trecho pelo qual vamos passar, calcular o tempo de chegada e conhecer a melhor opção de caminho antes de iniciar a viagem é, hoje em dia, uma realidade que seria digna de filmes de ficção há 20 anos. Podemos e devemos usar tudo isso a nosso favor. Basta discernimento e consciência.


(CASSANIGA, José Carlos. Gazeta do Povo, Artigo, 27 de julho de 2015. Retirado do site <http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/sempree-hora-de-refletir-sobre-seguranca-no-transitoep4nl7ni64v50kq1mmdh9p186> em 29/07/2017).  em 29/07/2017).

Analise o período: “As estatísticas são alarmantes e se destacam no cenário mundial, o que nos leva a crer que há no Brasil um problema cultural no que diz respeito a garantir a própria segurança ao trafegar por ruas e rodovias”. Dessa forma, considerando as normas da gramática é possível afirmar que:
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Q1345552 Português
A Metamorfose (Franz Kafka) 

      Quando certa manhã Gregor Samsa acordou de sonhos intranquilos, encontrouse em sua cama metamorfoseado num inseto monstruoso. Estava deitado sobre suas costas duras como couraça e, ao levantar um pouco a cabeça, viu seu ventre abaulado, marrom, dividido por nervuras arqueadas, no topo do qual a coberta, prestes a deslizar de vez, ainda mal se sustinha. Suas numerosas pernas, lastimavelmente finas em comparação com o volume do resto do corpo, tremulavam desamparadas diante dos seus olhos.
       – O que aconteceu comigo? – pensou.
     Não era um sonho. Seu quarto, um autêntico quarto humano, só que um pouco pequeno demais, permanecia calmo entre as quatro paredes bem conhecidas. Sobre a mesa, na qual se espalhava, desempacotado, um mostruário de tecidos – Samsa era caixeiroviajante –, pendia a imagem que ele havia recortado fazia pouco tempo de uma revista ilustrada e colocado numa bela moldura dourada. Representava uma dama de chapéu de pele e boá de pele que, sentada em posição ereta, erguia ao encontro do espectador um pesado regalo também de pele, no qual desaparecia todo o seu antebraço. 
      O olhar de Gregor dirigiu-se então para a janela e o tempo turvo – ouviam-se gotas de chuva batendo no zinco do parapeito – deixou-o inteiramente melancólico. 
        – Que tal se eu continuasse dormindo mais um pouco e esquecesse todas essas tolices? – pensou, mas isso era completamente irrealizável, pois estava habituadoa dormir do lado direito e no seu estado atual não conseguia se colocar nessa posição. Qualquer que fosse a força com que se jogava para o lado direito, balançava sempre de volta à postura de costas. Tentou isso umas cem vezes, fechando os olhos para não ter de enxergar as pernas desordenadamente agitadas, e só desistiu quando começou a sentir do lado uma dor ainda nunca experimentada, leve e surda.
      –Ah, meu Deus! – pensou. – Que  profissão cansativa eu escolhi. Entra dia, sai dia – viajando. A excitação comercial é muito maior que na própria sede da firma e além disso me é imposta essa canseira de viajar, a preocupação com a troca de trens, as refeições irregulares e ruins, um convívio humano que muda sempre, jamais perdura, nunca se torna caloroso. O diabo carregue tudo isso!
      Sentiu uma leve coceira na parte de cima do ventre; deslocou-se devagar sobre as costas até mais perto da guarda da cama para poder levantar melhor a cabeça; encontrou o lugar onde estava coçando, ocupado por uma porção de pontinhos brancos que não soube avaliar; quis apalpá-lo com uma perna, mas imediatamente a retirou, pois ao contato acometeram-no calafrios.

Franz Kafka. A metamorfose (tradução de Modesto Carone). São Paulo: Companhia das Letras, 2015. 
Em relação ao seguinte excerto: “O olhar de Gregor dirigiu-se então para a janela e o tempo turvo – ouviam-se gotas de chuva batendo no zinco do parapeito – deixou-o inteiramente melancólico.”, assinale a alternativa correta.
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Q1344757 Português

"Quando se tornou urgente pacificar o sertão de Canudos, o governo da Bahia estava a braços com outras insurreições. A cidade de Lençóis fora investida por atrevida malta de facínoras, e as suas incursões alastravam-se pelas Lavras Diamantinas; o povoado de Brito Mendes caíra às mãos de outros turbulentos; e em Jequié se cometia toda a sorte de atentados".


(CUNHA, Euclides. Os Sertões.p.171.)


Em A cidade de Lençóis fora investida por atrevida malta de facínoras:
I. A cidade de Lençóis é sujeito da oração. II. "atrevida malta de facínoras" é agente da passiva. III. Usa-se a voz passiva sintética.
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Q1329542 Português
De acordo com a análise sintática, identifique o predicado nominal da frase:
As garotas estão eufóricas com a notícia.
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Q1329307 Português
Leia o texto a seguir, um bilhete envolvendo dois colegas de trabalho, e responda ao que se pede:
Ana, sei que você está cansada de conselhos, mas é preciso que eu faça esse papel. Ontem, disseram-me que você saiu mais cedo do trabalho. Novamente!!! É preciso que você reveja esses episódios na empresa. Em qualquer situação, é importante cuidar da imagem. Só se chega ao sucesso assim. Abraço. Paulo.
A noção de sujeito indeterminado, assumida como não indicadora do responsável pela ação verbal, somente NÃO é corretamente exemplificada, segundo a gramática tradicional, na oração trazida em:
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Q1327190 Português

Leia o trecho do texto a seguir e responda à questão.


    O futebol é o circo do mundo. Não há nenhum outro esporte que provoque tanta paixão, tanta alegria, tanta tristeza. O futebol dá sentido à vida de milhões de pessoas que, de outra forma, estariam condenadas ao tédio. É remédio para a depressão. É o assunto para as conversas em bares, escritórios, fábricas, táxis, construções, possivelmente confessionários, pelos pecados que a paixão faz cometer...

O futebol é a bola que se joga no jogo das conversas. O futebol faz esquecer lealdades políticas, ideológicas, religiosas, econômicas, raciais. Acabam as diferenças. Todos são iguais: são torcedores de futebol. São torcedores de futebol. No mundo inteiro.

(Trecho extraído de “O bobo da corte”, de Rubem Alves)

Pela leitura e interpretação do texto, é possível compreender que o sujeito da frase “É remédio para a depressão” é:
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Q1327189 Português

Leia o trecho do texto a seguir e responda à questão.


    O futebol é o circo do mundo. Não há nenhum outro esporte que provoque tanta paixão, tanta alegria, tanta tristeza. O futebol dá sentido à vida de milhões de pessoas que, de outra forma, estariam condenadas ao tédio. É remédio para a depressão. É o assunto para as conversas em bares, escritórios, fábricas, táxis, construções, possivelmente confessionários, pelos pecados que a paixão faz cometer...

O futebol é a bola que se joga no jogo das conversas. O futebol faz esquecer lealdades políticas, ideológicas, religiosas, econômicas, raciais. Acabam as diferenças. Todos são iguais: são torcedores de futebol. São torcedores de futebol. No mundo inteiro.

(Trecho extraído de “O bobo da corte”, de Rubem Alves)

Ainda a respeito da frase “O futebol dá sentido à vida de milhões de pessoas”, analise as afirmativas a seguir a assinale a alternativa correta.
I. O sujeito da frase é “O futebol”. II. O verbo “dá” é transitivo direto e indireto. III. O termo “sentido” funciona como objeto direto. IV. Os termos “à vida de milhões de pessoas” funcionam como objeto indireto.
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Q1326383 Português
O pronome relativo “QUE” possui vários usos e funções. Em qual das alternativas abaixo, ele é usado com valor de SUJEITO?
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Q1324715 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


Ligações perigosas


A distração dos motoristas aumentou muito com a popularização dos smartphones. Infelizmente, esse comportamento coloca a vida das pessoas em perigo, contra o bom senso que deveria haver no trânsito. Segundo o Detran, em 2016 foram registradas 8.330 infrações de motoristas dirigindo e usando o celular em Londrina. É como se a cada dia, em seis meses, 39 motoristas no trânsito londrinense saíssem deliberadamente na rua com o objetivo de ferir alguém. Deliberadamente porque o artigo 252 descreve o uso de celular no trânsito como infração gravíssima. Dessas infrações, 4.763 foram registadas pela CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização), ou seja, na área urbana – excetuando as rodovias federais.

O taxista Mário Proença relata que já viu muita gente fazendo uso do celular enquanto dirige e algumas dessas situações quase resultaram em acidente. “O celular distrai a pessoa completamente. O carro faz ziguezague, o motorista não tem atenção”. Ele afirma que a pessoa que age assim é como se estivesse com uma arma na mão. “Todo motorista deveria saber que não pode, mas muitos não estão nem aí”, reclama.

A conduta de todos deve ser impecável no trânsito, mas é cobrada sobretudo de quem trabalha profissionalmente. O motorista de uma empresa de ônibus rodoviário, Adriano Conduta, informa que a empresa realiza cursos mensais. E do alto da cabine do veículo ele observa muitos motoristas utilizando telefone enquanto dirigem. “O povo só se conscientiza quando mexem no bolso dele, mas eu acho que essas pessoas deveriam perder o direito de dirigir”, reivindica.


(Adaptado de OGAWA, V. Ligações perigosas. Folha de Londrina. Londrina, 23 de ago. 2017, Caderno Cidades, p. 1.)

Em relação à função sintática dos termos sublinhados no texto, atribua V (exercem a função de sujeito) ou F (não exercem a função de sujeito).
( ) “esse comportamento” ( ) “o celular” ( ) “o artigo 252” ( ) “a pessoa”
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
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Q1322830 Português

A fantástica arte de ignorar os brinquedos

dos filhos espalhados pela casa


Se você é daqueles pais que conseguem fazer com que seus filhos guardem todos os brinquedos depois de usar e que não espalhem bonecas, playmobils, spiners e afins pela casa, pode parar de ler este texto agora. Você, ser evoluído, não precisa presenciar essa discussão mundana. Agora, se você é daqueles que passa mais tempo implorando para que seus filhos sejam organizados do que vendo eles organizarem de fato alguma coisa, dê cá um abraço!

Já pisou em pecinha de lego? Sonhou que estava dando a coleção de Hot Wheels para o carroceiro? Se deparou com uma legião de bonecas no box do banheiro? Tenho um segredo pra dividir com vocês. Se chama a arte de ignorar brinquedos. É preciso um tanto de meditação, bom humor, muita cabeça erguida — pra ver só o que está a mais de um metro do chão — e, às vezes, um drink. Mas superfunciona!

No começo é difícil, a gente perde a cabeça e acaba guardando tudo num ato desesperado. Respire e volte a contar, na mesma filosofia do AA, há quantos dias você está sem tocar em brinquedos. Repare que, depois de um tempo, você só verá as paradas quando não estiver muito bem (aqueles dias em que a comida fica ruim, ninguém responde suas mensagens e nenhuma roupa fica boa, sabe?). O que recomendo nestes momentos é: não coloque as mãos nos brinquedos. Afaste o que dá delicadamente com os pés, junte tudo num canto, mas não organize. E, de preferência, arrume um programa fora de casa para mudar o visual.

Em pouco tempo você não vai mais ter esse problema, porque não enxergará nem o Hulk gigante ou o pogobol trambolhosamente nostálgico. Quando esse dia chegar, estabeleça trilhas por onde você anda e avise as crianças que, como você não enxerga brinquedos, o que estiver no caminho corre sérios riscos de colisão. Eles têm medo disso. E assim, deixam a passagem livre para que a circulação aconteça sem grandes traumas.

Agora, cá entre nós: é no primeiro “creck” que a mágica acontece. Quando, totalmente sem querer, você quebra o espelhinho da penteadeira da Barbie (não por maldade, mas porque você não vê Barbies) que as crianças começam a guardar os brinquedos. Algumas lágrimas vão rolar e você vai ser chamado de pior mãe ou pai do mundo, mas quem nunca teve que lidar com agressão gratuita que atire o primeiro blog. A vida segue. Os brinquedos (e blogs) também.

BOCK, Lia. A fantástica arte de ignorar os brinquedos dos filhos espalhados pela casa. Blogsfera. UOL. Disponível em:<https://goo.gl/NMrkan> . Acesso em: 17 ago. 2017 (Fragmento adaptado)

Releia o trecho a seguir.


“[...] não enxergará nem o Hulk gigante ou o pogobol trambolhosamente nostálgico.”


A adição do sufixo “–mente” à palavra “trambolho” cria uma nova palavra que pertence à classe dos:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: CIEE Órgão: TJ-DFT Prova: CIEE - 2017 - TJ-DFT - Estágio - Nível Médio |
Q1319795 Português
Comi três laranjas e duas maçãs no café da manhã. O sujeito é:
Alternativas
Respostas
2361: A
2362: A
2363: C
2364: D
2365: B
2366: C
2367: D
2368: B
2369: A
2370: B
2371: A
2372: C
2373: C
2374: A
2375: A
2376: D
2377: C
2378: A
2379: C
2380: B