Questões de Concurso Comentadas sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português

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Q1361985 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Proibidos, lixões ainda são utilizados para descarte de resíduos no Brasil

    Uma das soluções é a transferência dos trabalhadores para cooperativas de reciclagem, experiência pela qual passou a cearense Lúcia.
    
    A cearense Lúcia Fernandes do Nascimento é uma entre milhões de brasileiros que não tiveram infância. A vida era dura em Reriutaba, interior do Estado, onde ela nasceu e de onde saiu aos 10 anos, com os pais e 13 irmãos, para ir morar em Brasília. O trabalho duro a ajudou a forjar sua identidade. Mas sua essência natural, de cearense típica, já estava presente na fala direta, expansiva e na personalidade forte. Começou a trabalhar uma semana após ter chegado ao Planalto Central. Aos 10 anos, em uma casa de família. Ironicamente, tinha de cuidar dos filhos dos patrões. Justamente ela, uma criança.[...]

    “Comecei a trabalhar no lixão sem saber muito dos perigos. De repente fui me dando conta. A lembrança mais forte foi no dia que perdi minha amiga Glaice. Trabalhávamos juntas, conversávamos, dividíamos sonhos e frustrações. Ela morreu no chão da Estrutural, depois que uma carreta tombou em cima dela”, conta. [...] O objetivo de Lúcia de se transferir do lixão ficou facilitado em 2010, com a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Houve então enquadramento jurídico que permitiu que cooperativas relacionadas à coleta de lixo fossem contratadas formalmente como prestadoras de serviço. A transferência para galpões veio depois de muita luta e reivindicação. Mas ela destaca ainda que o processo de convencimento dos catadores, de que eles não perderiam seu ganha-pão, também foi muito difícil. [...]

    “No lixão não tinha INSS, não tinha segurança, não tinha refeitório digno, não tinha um banheiro, não tinha local de trabalho digno. Hoje temos tudo isso. Nunca deixei de lutar.”

    Com o fim do lixão em 2018, os resíduos passaram a ser depositados, e tratados, no Aterro Sanitário de Brasília. O Distrito Federal tem cerca de 1,3 mil catadores de materiais recicláveis, com o governo cedendo cinco espaços, dois deles só para a recuperação de resíduos.[...]

Eugenio Goussinsky, do R7

Analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

(  ) Começou a trabalhar uma semana após ter chegado ao “Planalto Central” A expressão em destaque se refere a uma região de Reriutaba, onde nasceu Lúcia.

( ) “O Distrito Federal” tem cerca de 1,3 mil catadores de materiais recicláveis. A expressão em destaque é classificada sintaticamente como sujeito simples.

(  ) A essência natural, de cearense típica, estava presente no jeito trabalhador e calado de Lúcia, que se mostrava sempre serena e tranquila. 

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

Alternativas
Q1360469 Português
Em relação à classificação dos termos da oração sublinhados, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Sujeito. (2) Predicado.
( ) Quem foi o responsável? ( ) Aquilo basta para mim.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CIEE Órgão: MPE-SP Prova: CIEE - 2019 - MPE-SP - Estagiário |
Q1354485 Português
Na frase “Nos dias frios, neva muito”, o sujeito é
Alternativas
Q1347152 Português
Assinale a alternativa em que a oração apresenta sujeito indeterminado.
Alternativas
Q1338940 Português
Leia o texto para responder à questão.

Os empregos nos quais os mentirosos se dão bem

Uma nova pesquisa indica que uma das razões pelas quais a mentira persiste em certas profissões é a crença de que pessoas com atitudes "flexíveis em relação à verdade" são realmente melhores nesses empregos
    
    Eu tenho uma confissão: eu minto. Muito. Eu minto para interromper ou iniciar conversas, para poupar os sentimentos dos outros, ou os meus, e simplificar a vida social ou profissional de milhões de maneiras.
     Até certo ponto, sabemos que as pessoas com quem trabalhamos estão mentindo para nós. Eles não podem estar sempre tendo um bom dia, estarem animados com o trabalho ou ficarem completamente felizes com um colega que foi promovido no lugar deles.
     Mas e quando a mentira não é apenas sobre humor dos funcionários, mas é também incorporada à rotina da profissão?
    Uma nova pesquisa indica que uma das razões pelas quais a mentira persiste em certas profissões é a crença de que pessoas com atitudes "flexíveis em relação à verdade" são realmente melhores nesses empregos.
Atitudes em relação aos mentirosos no local de trabalho
    Em geral, uma mentira no ambiente de trabalho é vista de forma negativa - se alguém precisa recorrer à mentira, provavelmente não é muito boa em seu emprego.
    E a mentira pode ser tóxica para uma cultura de confiança e trabalho em equipe. Mas, de acordo com uma pesquisa recente dos acadêmicos americanos Brian C. Gunia e Emma E. Levine, há uma exceção para empregos que são majoritariamente focados nas vendas.
     No estudo de marketing, o relacionamento com o cliente é voltado completamente para satisfazer as necessidades de um consumidor, enquanto o relacionamento de venda se relaciona com o cumprimento das metas do vendedor.
    Certas profissões, como vendas ou orientação de investimento bancário, são estereotipadas por serem pesadamente orientadas pela venda - embora, na prática, é claro, os vendedores podem ser profundamente carinhosos e os profissionais de saúde, ranzinzas.
Mentir é natural, até certo ponto
    Os pesquisadores Gunia e Levine pediram aos participantes do estudo - que incluía mais de 500 estudantes de negócios e pesquisadores do site de crowdsourcing americano Mechanical Turk, da Amazon - para classificarem certos empregos em termos de orientação de vendas e classificassem indivíduos hipotéticos de acordo com a competência que eles percebiam.
    Os participantes tiveram cenários como os seguintes: quando registrava suas despesas, "Julie" afirmou que uma corrida de táxi custava mais do que realmente foi; "James" finge gostar de velejar para se aproximar do chefe entusiasta da vela. 
    Em última análise, os entrevistados acreditavam que as pessoas que haviam mentido seriam mais bem-sucedidas em empregos relacionados a vendas e priorizariam a contratação. Por exemplo, 84% dos participantes optaram por contratar mentirosos para uma tarefa com alta orientação de vendas, enquanto 75% optaram por contratar pessoas honestas para uma tarefa com baixo relacionamento com vendas.
     Os resultados são interessantes, mas não definitivos. Por um lado, os participantes da pesquisa recebiam muito pouco; mercados de pesquisa como o Mechanical Turk são apontados por pagarem baixas remunerações e receberam acusações de exploração.
    Também não é certo se as crenças dos entrevistados da pesquisa se traduzem nas ações dos gerentes de contratação.
    Há evidências conflitantes sobre se o relacionamento com o cliente ou se a relação de vendas é mais eficaz na prática, embora o relacionamento com o cliente pareça ser uma vantagem em termos de fechamento de vendas.
    No recente estudo sobre a ligação entre a mentira percebida e a competência percebida, "nós recrutamos estudantes de negócios intencionalmente para que pudéssemos ter certeza de que os estereótipos que examinamos são realmente mantidos por futuros profissionais", explica Levine, da University of Chicago Booth School of Business.
    Alunos que pretendem ocupar cargos de gesstão "podem realmente acreditar que o engano sinaliza competência nessas ocupações e, portanto, importam essas crenças em práticas futuras de contratação".
[...]

Disponível em https://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2019/08/

Assinale a alternativa que apresenta um sujeito simples.
Alternativas
Q1323103 Português
Cada vez menores

    No período histórico ____________ como Pleistoceno, que começou há 2,6 milhões de anos e durou até 11.700 anos atrás, a fauna, a flora e o clima do planeta eram completamente diferentes do que vemos e sentimos na atualidade. Há 125.000 anos, os humanos do gênero Homo, que evoluíram de seus ancestrais australopitecos, conviviam com imensos mamíferos que então habitavam a Terra. Mamutes, preguiças-gigantes e tigres-dentes-de-sabre, que agora pareceriam invenções de filmes de ficção científica, dividiam espaço com o mais antigo _______________ de nossos ancestrais na África Subsaariana. Com o transcorrer dos milênios, essas espécies enormes desapareceram gradualmente. Passaram de uma massa média de 69 quilos para os 17 quilos atuais. De acordo com um estudo publicado pela Universidade do Novo México, nos Estados Unidos, o peso mais comum de um mamífero daqui a 200 anos poderá ser de singelos 7 quilos. E o maior animal terrestre não deverá mais ser um imponente elefante, como hoje, mas uma vaca.
https://veja.abril.com.br/revista-veja/cada-vez-menores/ - adaptado.
Considerando-se o trecho “Há 125.000 anos, os humanos do gênero Homo, que evoluíram de seus ancestrais australopitecos, conviviam com imensos mamíferos...”, assinalar a alternativa que apresenta o sujeito do verbo “conviviam” (conviver):
Alternativas
Q1323067 Português
Por que cortar o dedo com a folha de papel dói tanto?

    Quem nunca se cortou com uma folha de papel? Apesar de ser um objeto aparentemente inofensivo, um corte causado por ele pode provocar dor intensa e até mesmo durar alguns dias. Mas ______ isso acontece? Afinal, a laceração é, na maioria das vezes, pequena e sem profundidade. O site Science Alert decidiu investigar essa questão e descobriu que existem dois principais motivos que elucidam esse fenômeno: o primeiro está relacionado às terminações nervosas dos dedos; o segundo pode ser explicado pela superfície do papel.
    Talvez você nunca tenha percebido isso, mas as pontas dos nossos dedos são mais sensíveis que qualquer outra parte do corpo. Isso ______, no processo evolutivo, elas foram sendo ajustadas para absorver a sensação do toque através das terminações nervosas. De acordo com especialistas, é nessa região do corpo que está a maior concentração de receptores de dor, também chamado de nociceptores. Os nociceptores são responsáveis por alertar o cérebro sobre possíveis perigos, como altas temperaturas, substâncias químicas perigosas e pressão, que podem romper a pele.
    Apesar de, visualmente, ter uma superfície lisa, as bordas do papel são dentadas, portanto, o corte deixado na superfície da pele é irregular, o que poderia atingir mais terminações nervosas em comparação com objetos cortantes de corte preciso. Outro motivo para a causa da dor é a profundidade do ferimento: cortes profundos acionam mecanismos naturais de defesa do corpo – como a coagulação do sangue e a formação de crostas –, que ajudam no processo de reparação da área machucada. No entanto, os superficiais apenas atingem os nociceptores, então, os mecanismos de defesa levam mais tempo para serem acionados, o que deixa as terminações nervosas expostas por mais tempo. Esse atraso no processo de cicatrização também pode causar dor.
https://veja.abril.com.br/saude/por-que-os-cortes... - adaptado.
Sobre a classificação dos termos da oração sublinhados nas frases abaixo, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Sujeito. (2) Predicado. (3) Objeto direto.
( ) A noite caía. ( ) Eu tenho muito dinheiro. ( ) Ninguém veio me buscar.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: SELECON Órgão: IF-RJ Prova: SELECON - 2019 - IF-RJ - Nível Médio |
Q1316509 Português
Aquela bola

Na volta do jogo, o pai dirigindo o carro, a mãe ao seu lado, o garoto no banco de trás, ninguém dizia nada. Finalmente o pai não se aguentou e falou:
– Você não podia ter perdido aquela bola, Rogério.
– Luiz Otávio… – começou a dizer a mãe, mas o pai continuou:
– Foi a bola do jogo. Você não dividiu, perdeu a bola e eles fizeram o gol.
– Deixa o menino, Luiz Otávio.
– Não. Deixa o menino não. Ele tem que aprender que, numa bola dividida como aquela, se entra pra rachar. O outro, o loirinho, que é do mesmo tamanho dele, dividiu, ficou com a bola, fez o passe para o gol e eles ganharam o jogo.
– O loirinho se chama Rubem. É o melhor amigo dele.
– Não interessa, Margarete. Nessas horas não tem amigo. Em bola dividida, não existe amigo.
– E se ele machucasse o Rubem?
– E se machucasse? O Rubem teve medo de machucá-lo? Não teve. Entrou mais decidido do que ele na bola, ficou com ela e eles ganharam o jogo.
– Você está dizendo para o seu filho que é mais importante ficar com a bola do que não machucar um amigo?
– Estou dizendo que em bola dividida ganha quem entra com mais decisão. Amigo ou não.
– Vale rachar a canela de um amigo pra ficar com a bola?
– Vale entrar com firmeza, só isso. Pé de ferro. Doa a quem doer.
– É apenas futebol, Luiz Otávio.
– Aí é que você se engana. Não é apenas futebol. É a vida. Ele tem que aprender que na vida dele haverão várias
ocasiões em que ele terá que dividir a bola pra rachar e….
– Haverá – disse Rogério, no banco de trás.
– O quê?
– Acho que não é “haverão”. É “haverá”. O verbo haver não…
– Ah, agora estão corrigindo meu português. Muito bem! Eu não sou apenas o pai insensível, que quer ver o
filho quebrando pernas pra vencer na vida. Também não sei gramática.
–- Luiz Otávio…
 – Pois fiquem sabendo que o que se aprende na vida é muito mais importante do que o que se aprende na escola. Está me ouvindo, Rogério? Um dia você ainda vai agradecer ao seu pai por ter lhe ensinado que na vida vence quem entra nas divididas pra valer.
– Como você, Luiz Otávio?
– O quê?
– Você dividiu muitas bolas pra subir na vida, Luiz Otávio? Não parece, porque não subiu.
– Ora, Margarete…
– Conta pro Rogério em quantas divididas você entrou na sua vida. Conta por que o Simão acabou chefe da sua seção enquanto você continuou onde estava. Conta!
– Margarete…
– Conta!
– Eu estava falando em tese…

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Disponível em: https://www.tudonalingua.com/news/
cronicas-de-humor-de-luis-fernando-verissimo/. Último acesso em 08/09/2019. 

Observe a correção gramatical que o filho faz ao pai no seguinte trecho:

- Acho que não é “haverão”. É “haverá”. O verbo haver não…

Caso a fala do menino não tivesse sido interrompida, a correta continuação de sua explicação a respeito do uso do verbo “haver”, considerando a norma culta da língua portuguesa, no contexto da fala do pai seria:

Alternativas
Ano: 2019 Banca: IF-MA Órgão: IF-MA Prova: IF-MA - 2019 - IF-MA - Nível Médio |
Q1316037 Português



    Na Serra da Barriga, em sua encosta oriental, viveram, sessenta e sete anos, os negros livres dos Palmares.

    Tinham fugido de várias fazendas, engenhos, cidades e vilas, reunindo-se, agrupando-se derredor dos chefes, fundando uma administração, um Estado autônomo, defendido pelos guerreiros que eram, nas horas de paz, plantadores de roças e criadores de gado.

    Elegiam, vitaliciamente, um Zumbi, o Senhor da força militar e da lei tradicional.
    Não havia ricos, nem pobres, nem furtos, nem injustiças.

(CASCUDO, Luís da Câmara. A morte de Zumbi. In: Lendas brasileiras. 8ed. São Paulo: Global, 2002. P. 45) 
Ainda no TEXTO 06, em “Não havia ricos, nem pobres, nem furtos, nem injustiças”, os termos sublinhados constituem:
Alternativas
Q1313129 Português
O sujeito indeterminado é aquele que não vem expresso na oração e não se sabe quem é. Marque a opção em que o sujeito da oração é indeterminado.
Alternativas
Q1312809 Português
“ Calmamente, o homem caminhava pelo jardim e relembrava seu passado muito pensativo.” Em relação a frase acima assinale a alternativa CORRETA quanto a estrutura sintática.
Alternativas
Q1310950 Português
Sobre a classificação dos termos da oração sublinhados nas frases abaixo, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Sujeito. (2) Predicado. (3) Objeto direto. (---) A noite caía. (---) Eu tenho muito dinheiro. (---) Ninguém veio me buscar
Alternativas
Q1308231 Português
“Consideram-no o pai da turma pela inteligência e experiência que possui.”. É CORRETO afirmar que o sujeito do verbo “considerar” é:
Alternativas
Q1287241 Português
Em relação à oração “O momento presente tem a chave para a libertação”, analisar os itens abaixo:
I. “A libertação” é objeto direto do verbo “ter”.
II. O sujeito é “o momento presente”, cujo núcleo é “momento”.
III. Sintaticamente, “tem a chave para a libertação” classifica-se como predicado da oração.
Estão CORRETOS:
Alternativas
Q1287238 Português
Exposição no Palácio dos Bandeirantes convida a viajar
para o passado 

     A exposição “Arte e história nas coleções públicas paulistas”, em cartaz no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, convida o visitante a passear pelo passado. São mais de 200 peças trazidas do Museu Paulista (mais conhecido como Museu do Ipiranga), da Pinacoteca do Estado e do Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo. Uma coleção de ferros de passar roupa, uma carruagem do século XIX, mobiliário da elite paulista e telas de pintores como Benedito Calixto e Antonio Ferrigno contam episódios da história do Brasil desde os tempos coloniais. É a primeira vez que uma exposição reúne peças dos três mais antigos acervos culturais paulistas num único espaço. 
     Para ajudar os visitantes ____ viajar para o passado, a exposição começa com uma apresentação do grupo de teatro do Instituto Histórico e Geográfico de São Vicente. Vestidos ____ moda do século XIX, cerca de 20 atores interpretam personagens típicos do Brasil _____ vésperas da Independência: escravos, capitães do mato, padeiros portugueses, aristocratas indolentes, polemistas da imprensa e sinhás. Alguns personagens históricos também entram em cena, como a escritora negra Maria Firmina dos Reis, o jornalista Manoel Bastos Tigre e Dona Leopoldina, mulher de Dom Pedro I. 
     Os personagens conversam sobre dilemas do Brasil de 1822: uma escrava exige sua liberdade e o senhor diz que razões econômicas impedem a Abolição; uma portuguesa maldiz as ideias independentistas de certos brasileiros; um menino jornaleiro anuncia notícias da época. A pecinha termina com o grito “Independência ou morte!”, bradado por um Dom Pedro de no máximo 6 anos de idade. 
     Depois da apresentação, os atores passeiam pela exposição com os visitantes. Boa parte do espaço da exposição é dedicada ____ iconografia produzida sobre os bandeirantes, que foram glorificados em pinturas acadêmicas e bucólicas. No início do XX, membros da elite paulista costumavam encomendar obras de arte de temática bandeirante para o Museu do Ipiranga. A exposição tenta problematizar os bandeirantes e lembra as brutalidades cometidas por eles contra populações indígenas. Mas a história que os quadros contam é outra: paulistas orgulhosos, com barbas longas e chapéus de aba larga, índios sempre em segundo plano. 

https://epoca.globo.com... - adaptado. 
Em relação ao texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(  ) Em “São mais de 200 peças trazidas do Museu Paulista (mais conhecido como Museu do Ipiranga)” (primeiro parágrafo), a palavra sublinhada poderia ser substituída por “mas” sem alteração de sentido.
(  ) Em “A exposição 'Arte e história nas coleções públicas paulistas', em cartaz no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, convida o visitante a passear pelo passado.” (primeiro parágrafo), o sujeito do verbo sublinhado é “Palácio dos Bandeirantes”. 
Alternativas
Q1286680 Português
Assinalar a alternativa em que o termo sublinhado é o predicado:
Alternativas
Q1284944 Português

A Paz e a Lei

A paz!! Não a vejo. Não há, como não pode existir, senão uma, é a que assenta na lei, na punição dos crimes, na responsabilidade dos culpados, na guarda rigorosa das instituições livres. Outra espécie de paz, não é senão a paz da servidão, a paz indigna e aviltante dos países oprimidos, a paz abjeta que a nossa índole e o nosso regímen essencialmente repelem, a paz que humilha todos os homens honestos, a paz que nenhuma criatura humana pode tolerar sem abaixar a cabeça envergonhada.

Esta não é a paz que eu desejo. Quando peço a observância da lei, é justamente porque a lei é o abrigo da tolerância e da bondade. Não há outra bondade real, Srs. Senadores, senão aquela que consiste na distribuição da justiça, isto é, no bem distribuído aos bons e no castigo dispensado aos maus.

E a tolerância, que vem a ser senão a observância da igualdade legal? Porventura temos sido nós iguais perante a lei, neste regímen, nestes quatro anos de Governo, especialmente? Há algum chefe de partido, há algum cabeça de grupo, algum amigo íntimo da situação, algum parente ou chegado às autoridades, que não reúna em sua pessoa um feixe de regalias, que não goze de prerrogativas especiais, que não tenha em torno de sua individualidade uma guarda e defesa régia ou principesca?

Essa excursão, Srs. Senadores, me levaria longe e poderia por si só absorver os meus poucos minutos de tribuna nesta sessão.

Nas poucas vezes em que me atrevo a perturbar a serenidade absoluta deste recinto e a contrariar os sentimentos dos meus honrados colegas, tenho consciência, Sr. Presidente, de ter-me colocado sempre em um plano, que não se opõe nem à tolerância nem à paz; que é, ao contrário, o terreno onde a paz e a tolerância se devem estabelecer, o único terreno em que nós todos nos poderíamos aproximar e dar-nos as mãos, o terreno da reconciliação com a lei, com a República, com as suas instituições constantemente postergadas, debaixo da política sem escrúpulos da atualidade.

Fonte: Rui Barbosa. Discurso no Senado Federal, em 13 de outubro de 1914. In: Antologia. Rio de Janeiro, Ediouro, s.d., p. 58-59 – com adaptações. 

Na oração: “... há algum cabeça de grupo, algum amigo íntimo da situação, algum parente ou chegado às autoridades”, o sujeito é:
Alternativas
Q1283872 Português
Assinalar a alternativa em que o termo sublinhado NÃO exerce função de sujeito:
Alternativas
Q1283813 Português
Assinalar a alternativa em que há sujeito composto:
Alternativas
Q1281873 Português
TEXTO I


Aulas sobre "masculinidade" diminuem índices de violência contra a mulher


Para pesquisadores, meninos devem ser ensinados sobre os aspectos positivos da masculinidade desde o Ensino Fundamental


10/06/2019 - 09H20
POR REDAÇÃO GALILEU


        Aulas sobre os aspectos positivos da "masculinidade" diminuem índices de violência contra a mulher, de acordo com uma análise feita nos Estados Unidos. Pesquisadores chegaram à conclusão após fazerem experimento com alunos do Ensino Fundamental.
        Após uma série de atividades envolvendo a questão, os garotos mostraram entender melhor os problemas do uso de coerção e violência nas relações. Além disso, o programa mudou as crenças da turma sobre atitudes violentas, incluindo assédio e violência sexual.
       "A maioria das pesquisas sobre violência sexual concentra-se em estudantes do Ensino Médio e Superior, mas pesquisas mostram que essas formas de violência também prevalecem entre estudantes do Ensino Fundamental”, disse Victoria Banyard, principal autora do estudo, em comunicado.
     As aulas incluem quatro sessões de uma hora que exploram a normalização, a difusão e a natureza nociva dos pressupostos papéis de gênero. Os meninos envolvidos no programa aprenderam sobre empatia, relacionamentos saudáveis, violência baseada em gênero e receberam treinamento para saber como reagir ao presenciarem agressões físicas.
    “Ao se concentrar em expressões positivas de masculinidade, como a capacidade de ser respeitoso nos relacionamentos, este programa ajuda os meninos a encontrar maneiras positivas de prevenir a violência”, contou Banyard.


Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2019/06/aulas-sobre masculinidade-diminuem-indicesde-violencia-contra-mulher.html. Acesso em 17 de junho de 2019.

“Aulas sobre "masculinidade" diminuem índices de violência contra a mulher”. O sujeito, no título do texto, é:
Alternativas
Respostas
2061: D
2062: C
2063: A
2064: C
2065: D
2066: D
2067: C
2068: C
2069: A
2070: D
2071: B
2072: C
2073: D
2074: C
2075: D
2076: D
2077: C
2078: C
2079: D
2080: E