Questões de Concurso
Comentadas sobre substantivos em português
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Texto para o item.

Luis Fernando Veríssimo. Aprenda a chamar a polícia.
Internet: <www.refletirpararefletir.com.bb> (com adaptações).
Com base no texto apresentado, julgue o item.
Os vocábulos “sono”, “muito” e “leve” (linha 1) são
empregados no período, respectivamente, como
substantivo, advérbio e adjetivo.
Texto para o item.

Internet: <callegariemarques.com.br> (com adaptações).
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
No trecho “sobre um modelo” (linha 5), os vocábulos “sobre”, “um” e “modelo” são empregados, respectivamente, como conjunção, numeral e substantivo.
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Saneamento nada básico
Parametrização centralizada no âmbito federal não necessariamente tornaria o processo mais eficiente
Desde a antiguidade, existe preocupação com o saneamento básico [...]. No Brasil, as primeiras iniciativas remontam a 1561.
De acordo com o Sistema Nacional de Informações de Saneamento (SNIS), dados de 2017, 83,5% da população brasileira tinham acesso a água tratada, 52,4% tinham acesso a coleta de esgoto, e apenas 46% dos esgotos do país são tratados. O volume médio de perdas ainda se encontra em 38,3%.
As condições que não permitiram o desenvolvimento pleno do saneamento básico no país continuam presentes: volume incipiente de investimentos, ausência de planejamento adequado, experiências malsucedidas de gestão e dificuldade para obter financiamentos e licenças para obras. Destas, somente a última apresentou alguma evolução desde o Plano Nacional de Saneamento de 1971.
Dentre as dificuldades de planejamento, destaca-se o fato de que a titularidade dos serviços, conforme lei 11.445/07, é dos municípios. Logo, criar arcabouço regulatório, planos de saneamento e licitar concessões é uma tarefa hercúlea para a gama de 5.570 municípios existentes. O problema é grande; o diagnóstico, antigo. Mas pouco se avançou desde a criação do marco regulatório. Apresento possíveis soluções para contribuir com o debate.
Em primeiro lugar, é preciso que a reflexão sobre o marco regulatório ocorra previamente. As duas medidas provisórias de 2018 e 2019 (844 e 868) tiveram vício de origem, pois não foram fruto de uma discussão prévia com os principais agentes setoriais. Se empresas dos estados de SP, MG e PR foram responsáveis por 45% dos investimentos em saneamento no país em 2017, e 65% ao somarmos as privadas, uma reflexão deveria partir delas, juntamente com a sociedade civil e associações.
A experiência do setor elétrico quando da criação do Novo Modelo é um exemplo a ser lembrado. Houve praticamente um ano de discussões prévias com ampla adesão que culminaram com as MPs 144 e 145, de outubro de 2003. De exemplo negativo, temos a MP 579/12, cuja discussão prévia foi curta e circunscrita a agentes de mercado, em sua maioria eletrointensivos, e, portanto, interessados em redução de tarifas. O barato saiu caro, e a redução de 18% em 2013 foi sucedida por aumentos tarifários 41% acima da inflação de 2014 a 2018.
A solução proposta é a simplificação dos processos e a não concentração de responsabilidade na Agência Nacional de Águas (ANA) ou a criação de arcabouço regulatório e plano de saneamento federais.
[...].
Em segundo lugar, deve-se repensar a proposta de se criar um plano de saneamento nacional como norte para planos municipais. Essa abordagem centralizada pode desconsiderar aspectos locais como características socioeconômicas do consumidor, estrutura dos ativos, distância a fontes de captação de água, topografia, restrições ambientais, entre outros. Enfim, não necessariamente uma parametrização centralizada no âmbito federal tornaria o processo mais eficiente ou atinente às características locais.
Em terceiro lugar, por que não permitir que cada município baseie seu arcabouço regulatório em melhores práticas existentes e regras simplificadas de atualização de tarifas, qualidade e metas de cobertura dos serviços, além de penalidades claras e objetivas pelo não cumprimento destas?
Em quarto lugar, a criação de uma cartilha de regras de licitação para auxiliar municípios seria um começo. Os dois outros pilares, regulação e plano de saneamento, poderiam ser disponibilizados por instituições independentes. Dessa forma, o processo seria parametrizado de maneira simples, descentralizada e com custo baixo.
Investir em saneamento é processo civilizatório. Não há necessidade de se trazer complexidades, quando regras e melhores práticas já existem e podem nortear prefeituras a melhorar a condição de vida de seus habitantes sem uma mão visível da União.
PIRES, Adriano. Saneamento nada básico. Aesbe.
Associação Brasileira das Empresas Estaduais de
Saneamento. Disponível em: https://aesbe.org.br/novo/opiniaoartigo-saneamento-nada-basico/.
Acesso em: 27 ago. 2022.
Releia o trecho do texto:
“As condições que não permitiram o desenvolvimento pleno do saneamento básico no país continuam presentes: volume incipiente de investimentos, ausência de planejamento adequado, experiências malsucedidas de gestão e dificuldade para obter financiamentos e licenças para obras.”
Em relação aos determinantes dos substantivos destacados, analise as afirmativas a seguir.
I. Apenas um substantivo em destaque é determinado por uma oração subordinada.
II. Quatro dos cinco substantivos têm como determinante uma locução adjetiva. Para cada um deles há uma locução adjetiva diferente.
III. Os determinantes são usados, nesse trecho, como estratégia de manifestação de opinião.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Quanto ao feminino do substantivo masculino apresentado, assinalar a alternativa INCORRETA:
Professora ensina português de graça a venezuelanos
Quem nunca ouviu que a educação é capaz de mudar o mundo? No Brasil, a frase mais parece chavão, clichê, especialmente em ano eleitoral, quando as promessas de priorizar o ensino passam a fazer parte dos discursos políticos. Mas não para a professora pública Rosângela Moura, que resolveu colocar a máxima em prática, ensinando português de graça a imigrantes venezuelanos. Isso em plena pandemia, sem estrutura e de forma online. O projeto Esperança Venezuela surgiu bem antes da chegada do novo coronavírus ao Brasil. Coordenadora do Centro de Ensino de Línguas (CEL) de Osasco, do governo do Estado, Rosângela, formada em Letras pela USP, passou a debater a crise venezuelana de 2018 com os alunos durante as aulas de espanhol. Já naquele ano, eles resolveram arrecadar donativos aos refugiados refugiados que chegavam a São Paulo. "Os próprios alunos começaram a pensar em como ajudar, apesar de eles próprios serem de famílias carentes. Eu levei o que conseguimos juntar: roupas, bilhetes de metrô e alimentos para a Casa do Migrante da Missão Paz, em São Paulo, e lá percebi que eles precisavam de muito mais", contou. Depois de alguns anos, em plena pandemia, a professora decidiu ajudar com o que mais sabe fazer: ensinar. "Para quem muda de país, o idioma faz toda a diferença. Sem conseguir pronunciar o português, fica difícil procurar emprego ou entender como se tirar documentos, por exemplo. É difícil para eles palavras com acento circunflexo, como avô, e também com 'lh'", disse. Determinada, ela montou um currículo e foi atrás dos alunos por meio de uma página no Facebook. "Entrei nos grupos de refugiados e alertei sobre o curso que seria dado pelo google meet. Pensei que apareceriam uns 30. Mas vieram 100, 200, 500. De repente, em uma única noite, tinham 600 interessados. Fiquei surpresa e preocupada porque não sabia como iria dar aulas para tanta gente", lembrou. A solução foi buscar ajuda ali mesmo no CEL. Eva Cristina Esteves e Daniela Cavalcanti, também professoras estaduais, aceitaram o convite e o trio ,então, dividiu-se para atender quatro turmas, de cem alunos cada - quantidade máxima permitida pelo sistema online. "E foi aí que descobrimos as outras tantas dificuldades. Tinha gente com problema de conexão para assistir às aulas, outros com urgência em aprender determinado vocabulário para trabalhar e alguns em busca de ajuda para traduzir um currículo. Cheguei a ensinar receita de bolo para uma venezuelana com entrevista marcada em uma doceria. "O curso foi montado com 15 aulas de 1 hora e 20 minutos cada. O foco foi ensinar em grupo o básico de gramática e, especialmente, de pronúncia. Dúvidas individuais eram atendidas pelo WhatsApp. "Não pudemos avançar muito porque nos faltava recursos e mais gente para assumir esse compromisso." Ainda assim, Rosângela conseguiu abrir outras três turmas, alcançando 650 alunos no total. "Ao final do curso, o que nós percebemos é que, com ajuda, eles melhoraram muito rápido a pronúncia e passaram a se sentir mais seguros para conversar e procurar emprego. Nós aprendemos muito também, como se colocar no lugar do outro. A educação faz isso.
Disponível em: Professora ensina português de graça a venezuelanos (msn.com).Adaptado.)
'Para quem muda de país, o idioma faz toda a diferença.'
Assinale a opção CORRETA.
Professora ensina português de graça a venezuelanos
Quem nunca ouviu que a educação é capaz de mudar o mundo? No Brasil, a frase mais parece chavão, clichê, especialmente em ano eleitoral, quando as promessas de priorizar o ensino passam a fazer parte dos discursos políticos. Mas não para a professora pública Rosângela Moura, que resolveu colocar a máxima em prática, ensinando português de graça a imigrantes venezuelanos. Isso em plena pandemia, sem estrutura e de forma online. O projeto Esperança Venezuela surgiu bem antes da chegada do novo coronavírus ao Brasil. Coordenadora do Centro de Ensino de Línguas (CEL) de Osasco, do governo do Estado, Rosângela, formada em Letras pela USP, passou a debater a crise venezuelana de 2018 com os alunos durante as aulas de espanhol. Já naquele ano, eles resolveram arrecadar donativos aos refugiados refugiados que chegavam a São Paulo. "Os próprios alunos começaram a pensar em como ajudar, apesar de eles próprios serem de famílias carentes. Eu levei o que conseguimos juntar: roupas, bilhetes de metrô e alimentos para a Casa do Migrante da Missão Paz, em São Paulo, e lá percebi que eles precisavam de muito mais", contou. Depois de alguns anos, em plena pandemia, a professora decidiu ajudar com o que mais sabe fazer: ensinar. "Para quem muda de país, o idioma faz toda a diferença. Sem conseguir pronunciar o português, fica difícil procurar emprego ou entender como se tirar documentos, por exemplo. É difícil para eles palavras com acento circunflexo, como avô, e também com 'lh'", disse. Determinada, ela montou um currículo e foi atrás dos alunos por meio de uma página no Facebook. "Entrei nos grupos de refugiados e alertei sobre o curso que seria dado pelo google meet. Pensei que apareceriam uns 30. Mas vieram 100, 200, 500. De repente, em uma única noite, tinham 600 interessados. Fiquei surpresa e preocupada porque não sabia como iria dar aulas para tanta gente", lembrou. A solução foi buscar ajuda ali mesmo no CEL. Eva Cristina Esteves e Daniela Cavalcanti, também professoras estaduais, aceitaram o convite e o trio ,então, dividiu-se para atender quatro turmas, de cem alunos cada - quantidade máxima permitida pelo sistema online. "E foi aí que descobrimos as outras tantas dificuldades. Tinha gente com problema de conexão para assistir às aulas, outros com urgência em aprender determinado vocabulário para trabalhar e alguns em busca de ajuda para traduzir um currículo. Cheguei a ensinar receita de bolo para uma venezuelana com entrevista marcada em uma doceria. "O curso foi montado com 15 aulas de 1 hora e 20 minutos cada. O foco foi ensinar em grupo o básico de gramática e, especialmente, de pronúncia. Dúvidas individuais eram atendidas pelo WhatsApp. "Não pudemos avançar muito porque nos faltava recursos e mais gente para assumir esse compromisso." Ainda assim, Rosângela conseguiu abrir outras três turmas, alcançando 650 alunos no total. "Ao final do curso, o que nós percebemos é que, com ajuda, eles melhoraram muito rápido a pronúncia e passaram a se sentir mais seguros para conversar e procurar emprego. Nós aprendemos muito também, como se colocar no lugar do outro. A educação faz isso.
Disponível em: Professora ensina português de graça a venezuelanos (msn.com).Adaptado.)
'Eva Cristina Esteves e Daniela Cavalcanti, também professoras estaduais, aceitaram o convite.'
Assinale a opção CORRETA.
Texto para as questões 1 a 20.
Perdemos nossas casas em Alcântara para ricaços brincarem de astronautas
1 _____ Em noites escuras, quem se embrenha mato adentro no Quilombo de Canelatiua sente-se como se estivesse caminhando
2 no espaço. Os vaga-lumes ao redor e as estrelas no céu causam a sensação. Nossos ancestrais chegaram aqui da Africa; não
3 vieram de foguete, mas em navios negreiros.
4 _____ Apesar disso, fizeram da região de Alcântara (MA) sua terra. Ainda assim, somos tratados como ETs: só soubemos pelos
5 jornais que a base de lançamentos instalada em nosso lar pode servir de espaçoporto para turismo espacial. Imagine perder sua
6 casa para ricaços brincarem de astronauta?
7 _____ A Virgin Orbit, empresa que pertence ao conglomerado do bilionário inglês Richard Branson, conseguiu em junho licença
8 para operar no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). Seu avião de fuselagem dupla, do qual são lançadas as naves, vai
9 decolar de sua pista.
10 _____ É o mesmo usado por outro braço da empresa, a Virgin Galactic, que cobra US$ 450 mil (cerca de R$ 2,4 milhões) para quem
11 quer bancar o Luke Skywalker. Tememos por nosso futuro próximo pela forma como temos sido tratados desde um passado não
12 tão distante assim.
13 _____ O Território Étnico de Alcântara, no Maranhão, começa a se formar no final do século 19, com o abandono das terras por
14 seus proprietários. Ele foi certificado como remanescente de quilombo em 2004, pela Fundação Cultural Palmares. Legalmente,
15 porém, sua existência é reconhecida desde 1856, quando obteve um registro na freguesia de São João de Cortes.
16 _____ Consta, ainda, uma doação feita por Theofilo José de Barros, registrada no cartório de 1º. Ofício de Alcântara, em 1915. O
17 CLA foi criado nos anos 1980; naquela época, mais de 300 famílias de 24 comunidades do litoral foram removidas para o interior.
18 _____ O impacto social foi enorme, já que a pesca é o nosso principal meio de subsistência. Não é possível, contudo, mensurá-lo
19 com exatidão, assim como os danos causados à natureza, já que a base funciona sem nenhum estudo ou licença ambiental.
20 _____ O CLA é um porto pirata. Não há informações públicas oficiais sobre que tipos de combustível são usados ou componentes
21 quimicos lançados no meio ambiente. Da mesma forma, o Movimento dos Atingidos pela Base Espacial de Alcântara (Mabe) só
22 pode fazer estimativas de quantos de nós ainda perderão seus lares. Acontecimentos recentes indicam que cerca de 800 famílias
23 e 30 quilombos estão ameaçados.
24 _____ No fim de 2019, o CLA foi cedido aos norte-americanos. O contrato prevê a possibilidade da ampliação de suas instalações
25 sobre o território quilombola. Em 27 de março de 2020, o governo quis remover 792 famílias de 27 comunidades, durante o pico
26 da pandemia.
27 _____ A medida só foi definitivamente revogada em dezembro passado, quando uma denúncia enviada à Comissão Interamericana
28 de Direitos Humanos da OEA em 2001, referente aos despejos dos anos 1980, foi alçada a uma instância superior, a Corte
29 Interamericana de Direitos Humanos.
30 ____ Em 2011, o WikiLeaks revelou que os EUA não admitiam que desenvolvêssemos tecnologia para fabricar foguetes. Não
31 somos só nós que temos a perder; a própria soberania nacional pode ir para o espaço.
(Danilo Serejo, Quilombola de Alcântara (MA) e membro do Movimento dos Atingidos pela Base Espacial de Alcântara (Mabe).
Folha de S. Paulo,hitps:/Awww. folha uol. com.br/opiniaa/2022/07/perdemos-nossas-casas-em-alcantara-pararicacos-brincarem-de-astronautas.shtml)
Em vaga-lumes (linha 2), o plural foi feito corretamente, segundo a norma culta. Nesse âmbito, assinale a alternativa em que, observando-se igualmente a concordância nominal, isso NÃO tenha ocorrido.
Analise as afirmativas a seguir:
I. Um substantivo coletivo é utilizado para indicar um conjunto de seres da mesma espécie, embora estando no singular, como ocorre com os vocábulos cardume (conjunto de peixes), enxame (conjunto de abelhas) e quadrilha (conjunto de bandidos).
II. Os advérbios são palavras capazes de determinar, especificar ou modificar um verbo, um adjetivo ou outro advérbio, como se pode observar na frase seguinte: “Os meninos falam muito bem”.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Na oração “Nossas vozes encontraram-se no escuro”, o vocábulo “escuro” é classificado como um pronome de tratamento, pois atribui ao substantivo “vozes” uma característica impessoal.
II. O modo subjuntivo indica um fato duvidoso, hipotético ou incerto, como se pode observar em: “Espero que ele volte cedo” ou “Se me falasse, eu te ajudaria”.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Um adjetivo é uma palavra que expressa características, atributos, qualidades, defeitos e estados dos seres, como se pode observar no período: “Eu não tinha esse rosto de hoje: calmo, triste e magro”.
II. Na frase “Eu não tinha estas mãos sem força”, ocorre uma locução adjetiva constituída por preposição (sem) e substantivo, que caracteriza um substantivo.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Os adjetivos são palavras que caracterizam um substantivo. Por exemplo, para descrever um local iluminado pelo sol, pode-se utilizar um adjetivo que possui a seguinte grafia: “Hoje a cidade de Cachoeirinha está emçolarada”.
II. Na oração “Joana é insegura, pois não faz nada sem consultar os pais”, o vocábulo “insegura” é classificado como interjeição, pois delimita o verbo “consultar”.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Um pronome é uma classe gramatical ativa, pois possui sentido completo em si própria. Essa classe compreende toda palavra que caracteriza o substantivo, indicando-lhe qualidade, aspecto, gênero, estado ou condição no período.
II. No período “Ele faria um almoço especial para nós se estivesse aqui”, o vocábulo “faria” é classificado como interjeição, pois indica o tempo em que ocorre a ação do sujeito omisso.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Na oração “A prefeitura de Cachoeirinha inaugurará um posto de saúde no próximo sábado”, o vocábulo “sábado” é classificado como pronome possessivo de gênero masculino.
II. Na oração “Já fizemos a maior parte da estrada de acesso ao município de Cachoeirinha”, o vocábulo “fizemos” é classificado como pronome reflexivo masculino.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Na frase “Pedro capturou uma cobra macho”, ocorre um substantivo.
II. Na frase “Os munícipes de Cachoeirinha reuniram-se na praça com grande empolgação para ver o concerto”, o vocábulo “grande” é classificado como pronome adversativo, pois atribui ao substantivo “praça” uma característica indefinida.
Marque a alternativa CORRETA:

Analise as afirmativas a seguir:
I. Atribui-se a classificação de epiceno aos substantivos em que se distinguem o gênero mediante o emprego das palavras macho e fêmea, como os nomes de alguns animais e de plantas, por exemplo.
II. Na frase “Esta casa foi reformada”, o emprego do pronomes demonstrativo “Esta” indica o lugar em que o falante está.
Marque a alternativa CORRETA:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Por que você deve voltar a usar o despertador clássico em vez do celular?
Troquei o despertador pelo telefone cerca de 10 anos atrás, depois de contar a alguém o que eu achava ser uma história engraçada sobre como meu despertador tinha tocado uma vez na minha mala enquanto estava no porta-malas de um táxi, nos obrigando a parar para que pudéssemos silenciá-lo. A piada causou perplexidade. "Você realmente usa despertador?", perguntaram-me, como se fosse um fax.
Sucumbi à pressão dos colegas e me livrei do meu relógio antigo. E aí acabou o luxo de acordar sem notificações e começou a miséria de olhar para elas no meio da noite ao verificar a hora no meu telefone.
À medida que nosso uso de telefones celulares continua a crescer (um relatório da Deloitte de 2018 descobriu que os usuários de smartphones dos EUA verificam seus celulares 14 bilhões de vezes por dia, acima dos 9 bilhões no mesmo relatório de 2016), especialistas em bem-estar dizem que está tendo um impacto negativo em nossas rotinas matinais.
"Quando você acorda pela manhã, idealmente você quer acordar e passar um pouco de tempo dentro de sua própria mente antes de ser bombardeado com tudo o que está acontecendo no mundo. Dê a si mesmo a chance de se ajustar ao mundo desperto", diz a especialista de saúde mental e bem-estar Lily Silverton. "Historicamente, não estamos acostumados a ser tirados de nós tanto quanto somos hoje."
Antes dos alarmes, eram galos, sinos de igreja, aldravas (pessoas eram pagas para acordá-lo batendo na porta ou janela com uma vara longa, algo que acontecia até a década de 1970 no Reino Unido industrial) e até nossas próprias bexigas que nos colocavam para fora da cama.
Acredita-se que o relojoeiro Levi Hutchins, de Concord, New Hampshire, tenha inventado um dos primeiros despertadores, em 1787. Seu design só disparava uma vez às 4 da manhã, seu horário preferido para acordar. Pouco parece ser conhecido sobre os detalhes do projeto real, mas ele escreveu: "O que foi difícil foi a ideia de um relógio que pudesse soar um alarme, não a execução da ideia. Foi a própria simplicidade de fazer o toque da campainha."
Foi anos depois, em 1874, que o inventor francês Antoine Redier se tornou a primeira pessoa a patentear um despertador mecânico ajustável. E, em 1876, Seth E. Thomas patenteou um pequeno relógio mecânico de corda nos Estados Unidos, levando grandes relojoeiros americanos a começarem a fabricar pequenos despertadores. Aparentemente, os relojoeiros alemães logo seguiram o exemplo e, no final do século 19, o despertador elétrico foi inventado.
Hoje, os despertadores têm muitos designs. No entanto, tudo o que eu procurava era um despertador simples, muito parecido com o meu original. E eu comprei um na loja de materiais de construção mais próxima por £ 8,50 (pouco mais de R$ 47,00). Na primeira noite em que o usei, me senti estranhamente empolgado em realizar fisicamente as configurações em vez de deslizar pela tela. Na manhã seguinte, numa espécie de anticlímax, acordei antes do despertador. Mas já sentia que havia conquistado o dia, em vez de correr atrás dele.
De acordo com Silverton, "a tecnologia explora nossas fraquezas psicológicas". E estar conectado, ela observou, é incrível, mas terrível ao mesmo tempo. "Trata-se de gerenciar isso e criar uma rotina que funcione para você." Rotina que agora acho que tenho. A reintrodução de um despertador me dá o tempo, o espaço e a separação que meu telefone não deu. Embora meu telefone ainda esteja ao lado da cama, a diferença é que não é mais a primeira coisa que procuro.
Minha primeira expressão do dia não é mais xingar por causa de um e-mail e sentir meu sangue ferver, me pego pensando gentilmente no que eu poderia comer no café da manhã. Isso me deu uma sensação de controle e calma. Estranhamente, me fez sentir mais jovem, acho que porque a experiência parece nostálgica ou talvez porque estou dormindo melhor. E o que pode ser mais luxuoso do que isso?
CNN Brasil. Por que você deve voltar a usar o despertador clássico em vez do celular?Disponível em: emmm-veezdocceular sil.com.br/tecnologia/por-que-voce-deve-voltar-a-usar-o-despertador-clasico-em-vez-do-celular/ Acesso em: 01 ago., 2022.
Sobre substantivos e seus efeitos de sentido criados no texto "Por que você deve voltar a usar o despertador clássico em vez do celular?", analise as alternativas a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(_) O substantivo "luxo" foi empregado no texto com um sentido diferente daquele mais habitual para seu uso (geralmente, o empregamos com significado de maneira de viver caracterizada pelo gosto e desejo de ostentação, por despesas excessivas, pela procura de comodidades caras e supérfluas).
(_) O substantivo smartphone não apresenta uma tradução para o português brasileiro. Em nosso idioma, não temos uma palavra para substituir o estrangeirismo em questão.
(_) O substantivo "reintrodução" dá a ideia de que algo foi trazido novamente para o cotidiano do autor do texto.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Ir de bicicleta para o trabalho: dicas para se preparar
Por Camila Melo
01___Nos últimos anos, tem se percebido um significativo aumento no número de pessoas trocando
02 os carros por bicicletas como meio de transporte para ir ao trabalho. Os benefícios para a saúde,
03 a pandemia, o aumento na gasolina e a busca por locomoção mais sustentável foram alguns dos
04 maiores motivos para essa mudança
05___Se você também está decidido a adotar a bicicleta como meio de transporte no seu dia a dia
06 fique atento às seguintes dicas:
07 Invista em uma bicicleta adequada e do seu tamanho: procure investir em uma bicicleta
08 boa e de qualidade, existem muitas opções no mercado que apesar de serem mais baratas irão
09 te trazer dor de cabeça. Lembre-se que irá utilizá-la todos os dias, por isso escolha uma que seja
10 do tamanho correto para a sua altura para evitar dores e desconfortos.
11 Use capacete sempre: mesmo que a distância percorrida seja pequena, o uso do capacete é
12 indispensável em qualquer pedalada, pois é o principal item de segurança do ciclista. Fique atento
13 na hora de adquirir o capacete pois eles também possuem variação de tamanho, sendo
14 importante estar no tamanho correto para funcionar perfeitamente em casos de quedas e
15 acidentes.
16 Tenha um bom cadeado: nem todas as empresas possuem bicicletário e estacionamentos
17 seguros, mas com um bom cadeado você evita o roubo da bicicleta e fica com a cabeça mais
18 tranquila para trabalhar.
19 Atenção às roupas para pedalar: ao ir de bicicleta ao trabalho, a melhor alternativa é utilizar
20 uma roupa de tecido leve e com secagem rápida durante o trajeto e, caso necessário, levar uma
21 roupa para se trocar ou uniforme.
22 Pesquise a melhor rota: dê sempre preferência para pedalar nas ciclovias, elas são sempre a
23 opção mais segura, mas caso não haja busque por ruas e avenidas menos movimentadas e evite
24 ao máximo andar na contramão.
(Disponível em: https://autopapo.uol.com.br/noticia/ir-de-bicicleta-para-o-trabalho-veja-10-dicas-para-se-preparar/
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta o plural do trecho “a melhor rota”, retirado do texto.
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Dicas importantes para preservar o meio ambiente
Por Vanessa Sardinha dos Santos
01 ____Todos nós sabemos que o planeta Terra não está bem, estamos observando de perto as
02 mudanças climáticas e, infelizmente, estamos sofrendo diretamente com todo o impacto negativo
03 que o homem causa ao planeta. Fato é que não podemos só observar todas as mudanças,
04 devemos buscar melhorias.
05 ____Você deve estar pensando: como eu, uma única pessoa, posso salvar o planeta?
06 Realmente não é uma tarefa fácil, entretanto, pequenos gestos ajudam a preservar o meio
07 ambiente e fazer desse planeta um lugar melhor para as futuras gerações.
08 Preserve as árvores. Não realize podas ilegais e nunca desmate uma área. É importante
09 também não colocar fogo em propriedades, pois isso pode atingir matas preservadas.
10 Cuide bem dos cursos de água. Nunca coloque lixo em rios ▲ lagos e outros ambientes
11 aquáticos e, principalmente, preserve a mata em volta desses locais.
12 Cuide bem do seu lixo. Nunca jogue lixo no chão, e separe o lixo reciclável. A reciclagem é
13 importante para diminuir a quantidade de lixo nas grandes cidades.
14 Reutilize, reaproveite e recicle tudo que for possível. Caixas e plásticos, por exemplo,
15 podem ser utilizados para guardar alguns objetos. Roupas que você não utiliza mais podem ser
16 doadas. Alguns produtos podem virar itens de decoração. O importante é sempre ter em mente
17 que quanto mais diminuímos a nossa produção de lixo, mais preservamos o meio ambiente.
18 Reduza o consumo de água. Para isso, basta criar maneiras de aproveitar melhor água, como
19 reutilizar a água da máquina de lavar, armazenar a água da chuva, não lavar calçadas com água
20 e diminuir o tempo de banho.
21 Reduza o consumo de energia elétrica. Evite o consumo exagerado, lembrando-se sempre
22 de deixar aparelhos desligados quando não estiverem sendo usados e apagar as luzes que estão
23 iluminando ambientes desnecessários.
24 Evite andar apenas de carro. Os carros poluem o meio ambiente, por isso, sempre que
25 possível, opte por deixar o carro em casa. Você sempre pode optar por utilizar o transporte
26 público de sua região, criar sistemas de caronas, andar de bicicleta ou ainda ir a pé, dependendo
27 da distância a ser percorrida.
(Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/10-dicas-importantes-para-preservar-meio-ambiente.
htm – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho “Os carros poluem o meio ambiente” (l. 24) a palavra em destaque tem função de:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O resto pode esperar
Por Martha Medeiros
01 A cada vez que você procura um livro na estante, você pensa: “Preciso organizá-los em
02 ordem alfabética”. Acertei? Pois é, mas nunca tem tempo, e acaba demorando para encontrar o
03 exemplar que buscava. O mesmo se dá quando percebe que o antúrio está pegando sol e dizem
04 que não é aconselhável, qualquer hora você irá trocar a planta de lugar, assim como qualquer
05 hora irá comprar uma panela para substituir aquela que está sem cabo. Uma hora dessas você
06 vai descartar os remédios fora da validade. E irá abrir a lata de atum que comprou em 2019. O
07 que não faltam são horas pela frente, dias e semanas a seu dispor, não precisa ser agora-agora.
08 Aquela mancha na parede que você disfar...ou colocando uma árvore artificial na frente
09 – antes do fim do mês você chamará um pintor. O móvel da sala está infestado de cupim, sua
10 funcionária já alertou, um dia isso virá abaixo, diz ela, tem que tomar uma providência. Não
11 demora, você irá tomar. O edredom que o gato rasgou, é preciso resolver: ou corta as unhas
12 desse bichano ou dá outro jeito. Você: eu sei, eu sei.
13 Pois é, a gente paga as contas em dia, retorna as mensagens, providencia comida para a
14 despensa, não protela o trabalho, a vida funciona do jeito que tem que funcionar, mas como dar
15 conta de todo o resto? Do gigantesco universo das in...ignificâncias que se escondem por trá...
16 da cortina (que precisa de uma lavagem) e dentro daquela gaveta empanturrada de recibos
17 antigos que precisam ser jogados fora? Para onde quer que você olhe, existe uma pendência
18 aguardando a vez. Mas não precisa ser logo hoje.
19 Tem coisas que não dá para adiar: fazer exercícios, cumprir os compromissos de trabalho,
20 telefonar para a mãe, atender as demandas dos filhos e reservar um tempinho para ele, para
21 ela: ninguém é louco de procrastinar um amor. Entre uma coisa e outra, você promete a si
22 mesma que irá arranjar uma tela antiderrapante para colocar embaixo do tapete e chamar o
23 moço que regula o ar-condicionado, da semana que vem não passa.
24 O marido da sua amiga pegou Covid, um primo anda tendo tonturas, uma conhecida
25 arrasou na live, um ex-colega de trabalho se separou. Você mandará um WhatsApp pra todos
26 eles – daqui a pouquinho.
27 Já, já você agendará a colonoscopia que deveria ter feito em outubro. O trinco da porta
28 está meio frouxo, mas deve resistir até o Carnaval. Aquele saco enorme de lenhas ainda está
29 atravancando a garagem do prédio, mas qual o problema de permanecer lá até o início do
30 inverno? OK, OK, só que agora não dá, são 9h e você ainda não postou nada nos stories, nem
31 bisbilhotou o Instagram dos outros, primeiro as prioridades.
(Disponível em: https://www.nsctotal.com.br/colunistas/martha-medeiros/o-resto-pode-esperar – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a palavra “despensa” (l. 14), analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Um sinônimo possível para a palavra é “licença”.
( ) Não há dígrafos nessa palavra.
( ) Trata-se de um substantivo concreto.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: