Questões de Concurso
Comentadas sobre substantivos em português
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
TROCO UM FUSCA BRANCO
por um cavalo cor de vento
um cavalo mais veloz que o pensamento.
Quero que ele me leve para bem longe
e que galope ao deus-dará
que já me cansei deste engarrafamento...
MURRAY, Roseana. Classificados poéticos. 4.ed. São
Paulo: Moderna, 2010.

Entendendo que, no contexto de uso, as palavras podem mudar de classificação, analise as afirmativas a seguir.
I- Na frase “Amanhã te ligo”, a palavra em destaque classifica-se, morfologicamente, como advérbio;
II-Na frase “O amar e o partir fazem parte da vida”, as palavras em destaque classificam-se, morfologicamente, como verbos;
III- Na frase “Linda, você me ama?”, a palavra em destaque classifica-se, morfologicamente, como adjetivo;
IV- Na frase “O dois é um numeral cardinal”, a palavra em destaque classifica-se, morfologicamente, como substantivo;
V- Na frase “Nunca se ouviu sequer um ai daquele paciente”, a palavra em destaque classifica-se, morfologicamente, como interjeição.
Após análise das afirmativas, conclui-se que estão incorretas:
Leia a crônica abaixo e responda da questão.
Prioridades
Lya Luft
Muito do que gastamos (e nos desgastamos)
nesse consumismo feroz podia ser negociado com a
gente mesmo: uma hora de alegria em troca daquele
sapato. Uma tarde de amor em troca da prestação
do carro do ano; um fim de semana em família em
lugar daquele trabalho extra que está me matando e
ainda por cima detesto.
Não sei se sou otimista demais, ou fora da
realidade. Mas, à medida que fui gostando mais
do meu jeans, camiseta e mocassins, me agitando
menos, querendo ter menos, fui ficando mais
tranquila e mais divertida. Sapato e roupa simbolizam
bem mais do que isso que são: representam uma
escolha de vida, uma postura interior.
Nunca fui modelo de nada, graças a Deus.
Mas amadurecer me obrigou a fazer muita faxina
nos armários da alma e na bolsa também. Resistir a
certas tentações é burrice; mas fugir de outras pode
ser crescimento, e muito mais alegria.
Cada um que examine o baú de suas
prioridades, e faça a arrumação que quiser ou puder.
Que seja para aliviar a vida, o coração e o
pensamento – não para inventar de acumular ali
mais alguns compromissos estéreis e mortais.
( ) Na voz passiva, o particípio concorda em gênero e número com o sujeito, como os adjetivos.
( ) Quando o núcleo do sujeito é um coletivo numérico, pode-se, em geral, efetuar a concordância com o substantivo que o acompanha.
( ) Referindo-se a dois ou mais substantivos de gêneros diferentes, o particípio concordará no masculino plural.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) O feminino de “compadre” é “compadra”.
( ) O feminino de “ator” é “atriz” .
( ) O feminino de “bode” é “cabra”.
I. As conjunções e as preposições são palavras invariáveis. As primeiras ligam orações ou palavras de uma mesma oração; as segundas, ligam um termo dependente a um termo principal, estabelecendo uma relação entre ambos.
II. Com a função de modificar o sentido do verbo, do adjetivo e do próprio advérbio. Tais vocábulos flexionam em gênero, em número e em grau.
III. Os pronomes pessoais, demonstrativos, indefinidos, possessivos, relativos e interrogativos – ditos substantivos ou adjetivos por substituírem um substantivo ou determiná-lo –, indicam a pessoa do discurso, aquela que participa ou é objeto do ato de comunicação.
Quais estão corretas?
PALAVRAS
1 - Fora 2 - Rancor 3 - Vazio 4 - Os 5 - Seu
CLASSES DE PALAVRAS
( ) Verbo. ( ) Adjetivo. ( ) Substantivo. ( ) Pronome possessivo. ( ) Pronome pessoal oblíquo átono.
A sequência correta para essa associação é:
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão
O que move a humanidade
Existem muitas teorias sobre o que fez o Homem dominar o planeta e construir civilizações enquanto o joão-de-barro, por exemplo, só consegue construir conjugados, e levar grandes mulheres para a cama enquanto o máximo que um gorila conseguiu foi segurar a mão da Sigourney Weaver. Dizem que o cavalo é mais bonito que do que o Homem e a barata é mais resistente, mas não há notícia de uma fuga a três vozes composta por um cavalo ou uma liga de aço inventada por uma barata. Tudo se deveria ao fato de uma linhagem particular de macacos ter desenvolvido o dedão opositor, com o qual conseguiu descascar uma banana e segurar um tacape, as condições primordiais para dominar o mundo. A vaidade, outra característica exclusivamente humana (o pavão também é vaidoso, mas não gasta uma fortuna com as penas dos outros para fazer sua cauda) também teria contribuído para que o Homem prevalecesse, pois de nada lhe adiantariam suas façanhas com o polegar, e com as mulheres, se não pudesse contar depois. Daí nasceu a linguagem, e com ela a mentira, e o Homem estava feito.
Mas eu acho que a verdadeira força motriz do desenvolvimento humano, a razão da superioridade e do sucesso do Homem, foi a preguiça.
Com a possível exceção da própria preguiça, nenhum animal é tão preguiçoso quanto o Homem. O desenvolvimento do dedão opositor nasceu da preguiça de combinar dentes e garras para comer e ainda ter que limpar os farelos do peito depois. A linguagem é fruto da preguiça de roncar, grunhir, pular e bater no peito para se comunicar com os outros e, mesmo, ninguém aguentava mais mímico. A técnica é fruto da preguiça. O que são o estilingue, a flecha e a lança senão maneiras de não precisar ir lá e esgoelar a caça ou um semelhante com as mãos, arriscando-se a levar a pior e perder a viagem? O que estaria pensando o inventor da roda senão no eventual desenvolvimento da charrete, que, atrelada a um animal menos preguiçoso do que ele, o levaria a toda parte sem que ele precisasse correr ou caminhar?
Dizem que a agressividade e o gosto pela guerra determinaram o avanço científico da humanidade, e se é verdade que a maioria das invenções modernas nasceu da necessidade militar, também é verdade que o objetivo de cada nova arma era o de diminuir o esforço necessário para matar os outros. O produto supremo da ciência militar, o foguete intercontinental com ogivas nucleares múltiplas, é uma obra-prima da preguiça aplicada: apertando-se um único botão se matam milhões de outros sem sair da poltrona. Uma combinação perfeita do instinto assassino e do comodismo. A apoteose do dedão.
Toda a história das telecomunicações, desde os tambores tribais e seus códigos primitivos até os sinais de TV e a internet, se deve ao desejo humano de enviar a mensagem em vez de ir entregá-la pessoalmente ou mandar um guri resmungão. A fome de riqueza e o poder do Homem não passa da vontade de poder mandar outros fazerem o que ele tem preguiça de fazer, seja trazer os seus chinelos ou construir as suas pirâmides. A química moderna é filha da alquimia, que era a tentativa de ter o outro sem ter que procurá-lo, ou trabalhar para merecê-lo. A física e a filosofia são produtos da contemplação, que é um subproduto da indolência e uma alternativa para a sesta. A grande arte também se deve à preguiça. Não por acaso, o que é considerada a maior realização da melhor época da arte ocidental, o teto da Capela Sistina, foi feita pelo Michelangelo deitado. Prost escreveu o Em Busca do Tempo Perdido deitado. Vá lá, recostado. As duas maiores invenções contemporâneas, depois do antibiótico e do microchip, que são a escada rolante e o manobrista, devem sua existência à preguiça. E não vamos nem falar no controle remoto.
Havia um muro alto entre nossas casas.
Difícil de mandar recado para ela.
Não havia e-mail. O pai era uma onça.
A gente amarrava o bilhete numa pedra presa por
um cordão
E pinchava a pedra no quintal da casa dela.
Se a namorada respondesse pela mesma pedra
Era uma glória!
Mas por vezes o bilhete enganchava nos galhos da
goiabeira
E então era agonia.
No tempo do onça era assim.
( ) Flexionam-se os dois elementos nos substantivos compostos ligados por hífen, quando formados de substantivo + substantivo.
( ) Flexionam-se os dois elementos nos substantivos compostos ligados por hífen, quando formados de substantivo + adjetivo.
( ) Flexionam-se os dois elementos nos substantivos compostos ligados por hífen, quando formados de adjetivo + substantivo.
( ) Flexionam-se os dois elementos nos substantivos compostos ligados por hífen, quando formados de numeral + substantivo.
Referindo-se da flexão de gênero dos substantivos, associe (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) Substantivos biformes são aqueles que possuem duas formas, uma no masculino e outra no feminino.
( ) Substantivos uniformes são aqueles que apresentam uma única forma, que serve tanto para o masculino quanto para o feminino. Eles ainda podem ser classificados em epicenos, sobrecomuns e comuns de dois gêneros.
( ) Na formação do feminino dos substantivos biformes, regra geral: troca-se a terminação - o por -a.
( ) A formação do feminino dos substantivos biformes terminados em “-ês”, é a mesma do masculino.

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&ved=2ahUKEwjyxOearofqAhVbL7kGHV4ABlgQ7Al6BAgKEDQ&biw=1536&bih=722#imgrc=
a0hvGw-n8ZH7ZM&imgdii=Ae2vEVAaacuWLM
As palavras (por que), primeiro quadrinho, (vida), segundo quadrinho, (alguém), terceiro
quadrinho, são respectivamente: