Questões de Concurso Comentadas sobre substantivos em português

Foram encontradas 3.332 questões

Ano: 2010 Banca: FEPESE Órgão: SEFAZ-SC
Q1233319 Português
S.O.S. Português
O sistema ortográfico em português é misto, ou seja, algumas palavras são grafadas de acordo com o critério fonético – a pronúncia –, enquanto outras são escritas com base na etimologia. Obsessão, obcecar e obcecado são exemplos de palavras que seguem o critério etimológico, pois obedecem à grafia latina, de onde provieram. Ocorre que obcecado e obsessão não têm a mesma origem, ou seja, não provêm da mesma raiz latina, diferentemente de obcecar e obcecado. [...] Em síntese, obcecado e obsessão têm origens diversas, daí as grafias diferentes.
Outras palavras da língua portuguesa costumam despertar esse mesmo tipo de dúvida, como acender (atear fogo) e ascender (subir). A primeira provém do latim accendere, e a segunda do latim ascendere. As duas têm exatamente a mesma pronúncia, mas são escritas de modo diferente porque a raiz delas não é a mesma. A melhor maneira de ter certeza sobre a grafia de uma palavra, então, é a consulta a um bom dicionário, em que se encontra também a origem dela.
TERRA, Ernani. Nova Escola. São Paulo: Abril, p. 22, mar. 2010.
Considere as afirmativas abaixo, relacionadas ao Texto.  
1. Na frase “Outras palavras da língua portuguesa costumam despertar esse mesmo tipo de dúvida…”, a palavra sublinhada funciona como um substantivo, porque pode aceitar o artigo definido, como no exemplo: “o despertar da dúvida”.
2. Na frase “…algumas palavras são grafadas de acordo com o critério fonético – a pronúncia –, enquanto outras são escritas com base na etimologia.” ocorre um caso de ambiguidade, pela omissão do termo “palavras”, na segunda oração, permitindo que se dê ao enunciado interpretações alternativas.
3. Se o primeiro período do texto fosse reescrito como segue: “O sistema ortográfico em português é misto: algumas palavras são grafadas de acordo com o critério fonético, a pronúncia, enquanto outras são escritas com base na etimologia.”, ele estaria pontuado corretamente, de acordo com as regras da gramática normativa.
4. Se o sujeito (sublinhado) das orações do seguinte período “Ocorre que obcecado e obsessão não têm a mesma origem, ou seja, não provêm da mesma raiz latina…” fosse substituído por “obsessão”, a grafia dos demais elementos da frase resultante não se alteraria.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IPAD Órgão: SESC-PE
Q1199470 Português
A linguagem é arbitrária e pode causar paradoxos, contradição e distorções. Além disso, a linguagem tem uma clara e importante função política à medida que serve como auxiliar do pensamento e da consciência. A partir das três afirmações abaixo, assinale o que pode ser relacionado à manipulação da linguagem na comunicação.
1. A publicidade comercial explora o uso de uma linguagem agradável com substantivos e adjetivos que insinuam efeitos inverificáveis, mas atraente como “status” ou “raro prazer”.
2. O uso de eufemismos, isto é, expressões que sem alterar o significado, amenizam algo desfavorável ou desagradável.
3. As diversas formas de manipulação da linguagem parecem indicar que existem duas realidades bastante diferentes: a realidade objetiva e a realidade reconstruída pelo discurso da comunicação.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ACAPLAM Órgão: Prefeitura de Galinhos - RN
Q1186313 Português
Assinale a alternativa em que a flexão dos substantivos estão erradas.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Riachuelo - SE
Q1183657 Português
No trecho “O beijo não ficou só nessa de ritual amoroso. as palavras destacadas são, respectivamente:
Alternativas
Q1172463 Português

As profissões do meu tempo

          Nesta semana fui a um restaurante relativamente sofisticado. Na parede havia um quadro onde estavam escritas a giz, e com letra caprichada, as novidades do cardápio. O cartaz me lembrou a maneira como o cine São Luiz de Poços de Caldas anunciava seus filmes. De manhã, na porta do cinema, aparecia o pintor, sujeito magro, alto e careca, e começava a pintar o nome do filme e do casal de atores principais. A gente ficava à distância, babando com o capricho com que bordava as letras: E-l-i-z-a-b-e-t-h T-a-y-lo-r. As tabuletas, de ferro pesado, ficavam encostadas nos postes das principais esquinas da cidade.

          Era uma das muitas profissões que foram tragadas pelo tempo, como tantas outras da minha infância. Ainda é possível achar o vendedor de pamonhas por aí. Nenhum, por certo, que se equiparasse ao Tião Pamonheiro e sua voz de congo. “Olha a pamonha, mio verde”, era seu bordão.

          Tinha o seu Marcondes, calista, que todo mês vinha cortar os calos dos pés de meu pai. Na rua Rio de Janeiro, quase esquina com a Assis (a principal da cidade), tinha um sapateiro, desses de fazer meia-sola e tudo. Só lá para meados dos anos 60 passou a vender sapatos industrializados.

          Havia outras profissões que ainda resistem bravamente aos novos tempos, como os tintureiros. O nosso subia o morro de bicicleta, pegando as roupas nas casas. Era o Lazinho, emérito guitarrista. E de bicicleta andava também o seu Alexandre Xandó, nosso livreiro, que visitava as casas apresentando os últimos lançamentos de São Paulo. Gozado como a bicicleta era utilizada em Poços, ainda mais levando em conta ser cidade montanhosa. (...)

          A profissão de parteira era requisitadíssima. Minha parteira foi dona Júlia. A de minhas irmãs, dona Esther. Poços já tinha uma boa Santa Casa, mas parte das famílias queria ter os filhos em casa. Foi o caso da dona Tereza, mulher teimosa que nem algumas netas dela que eu conheço. De saúde frágil, recebera o conselho do dr. Rowilson de que não deveria se aventurar a ter filhos: arriscava-se a morrer ou ela ou a criança. Dona Tereza não só decidiu ter como fez questão de que fosse em casa. Nasci às sete da noite com mais de 20 pessoas na sala rezando. Os dois sobrevivemos galhardamente, dona Tereza a mais quatro partos.

          A profissão de alfaiate era outra extremamente valorizada. (...)

          Na minha infância, o alfaiate mais solicitado era o seu Alexandre Pagin, nosso vizinho. Só para meados dos anos 60 apareceram a Ducal e a roupa industrializada. O único problema do seu Pagin - dizia minha mãe - é que sempre fazia calças para mim com uma perna mais curta. E sempre comigo. Só na adolescência minha mãe descobriu que, na verdade, a minha perna esquerda é que era mais curta do que a direita.

          O lambe-lambe, o fotógrafo que andava com aquelas máquinas antigas que tinham uma caixa para ele colocar a cabeça e mirar a vítima, era e ainda é uma instituição municipal. O nosso era o pai do Humberto Beleza, meu colega de tiro-de-guerra.

          E havia charreteiros aos montes, alguns, como o seu Laier, que conseguiram formar quatro filhos na faculdade, só com o seu trabalho. Ou o Felipão, esse mais antigo, dos idos dos anos 30, que tinha uma charrete especial para pegar as mocinhas e levar até o cassino. (...)

          Nem falo nada dos jagunços, povo brabo especializado em cobrar dívida de jogos, porque quando atingi a idade da compreensão eles já tinham aposentado suas garruchas e se tornado senhores pacatos. E muitos filhos deles nem sabem desse passado romântico dos pais. 

(Luís Nassif - Jornal Folha de São Paulo,)

“Tinha o seu Marcondes, calista, que todo mês vinha cortar os calos dos pés de meu pai.”


O substantivo destacado no trecho acima transcrito pode ser classificado como:

Alternativas
Q1172462 Português

As profissões do meu tempo

          Nesta semana fui a um restaurante relativamente sofisticado. Na parede havia um quadro onde estavam escritas a giz, e com letra caprichada, as novidades do cardápio. O cartaz me lembrou a maneira como o cine São Luiz de Poços de Caldas anunciava seus filmes. De manhã, na porta do cinema, aparecia o pintor, sujeito magro, alto e careca, e começava a pintar o nome do filme e do casal de atores principais. A gente ficava à distância, babando com o capricho com que bordava as letras: E-l-i-z-a-b-e-t-h T-a-y-lo-r. As tabuletas, de ferro pesado, ficavam encostadas nos postes das principais esquinas da cidade.

          Era uma das muitas profissões que foram tragadas pelo tempo, como tantas outras da minha infância. Ainda é possível achar o vendedor de pamonhas por aí. Nenhum, por certo, que se equiparasse ao Tião Pamonheiro e sua voz de congo. “Olha a pamonha, mio verde”, era seu bordão.

          Tinha o seu Marcondes, calista, que todo mês vinha cortar os calos dos pés de meu pai. Na rua Rio de Janeiro, quase esquina com a Assis (a principal da cidade), tinha um sapateiro, desses de fazer meia-sola e tudo. Só lá para meados dos anos 60 passou a vender sapatos industrializados.

          Havia outras profissões que ainda resistem bravamente aos novos tempos, como os tintureiros. O nosso subia o morro de bicicleta, pegando as roupas nas casas. Era o Lazinho, emérito guitarrista. E de bicicleta andava também o seu Alexandre Xandó, nosso livreiro, que visitava as casas apresentando os últimos lançamentos de São Paulo. Gozado como a bicicleta era utilizada em Poços, ainda mais levando em conta ser cidade montanhosa. (...)

          A profissão de parteira era requisitadíssima. Minha parteira foi dona Júlia. A de minhas irmãs, dona Esther. Poços já tinha uma boa Santa Casa, mas parte das famílias queria ter os filhos em casa. Foi o caso da dona Tereza, mulher teimosa que nem algumas netas dela que eu conheço. De saúde frágil, recebera o conselho do dr. Rowilson de que não deveria se aventurar a ter filhos: arriscava-se a morrer ou ela ou a criança. Dona Tereza não só decidiu ter como fez questão de que fosse em casa. Nasci às sete da noite com mais de 20 pessoas na sala rezando. Os dois sobrevivemos galhardamente, dona Tereza a mais quatro partos.

          A profissão de alfaiate era outra extremamente valorizada. (...)

          Na minha infância, o alfaiate mais solicitado era o seu Alexandre Pagin, nosso vizinho. Só para meados dos anos 60 apareceram a Ducal e a roupa industrializada. O único problema do seu Pagin - dizia minha mãe - é que sempre fazia calças para mim com uma perna mais curta. E sempre comigo. Só na adolescência minha mãe descobriu que, na verdade, a minha perna esquerda é que era mais curta do que a direita.

          O lambe-lambe, o fotógrafo que andava com aquelas máquinas antigas que tinham uma caixa para ele colocar a cabeça e mirar a vítima, era e ainda é uma instituição municipal. O nosso era o pai do Humberto Beleza, meu colega de tiro-de-guerra.

          E havia charreteiros aos montes, alguns, como o seu Laier, que conseguiram formar quatro filhos na faculdade, só com o seu trabalho. Ou o Felipão, esse mais antigo, dos idos dos anos 30, que tinha uma charrete especial para pegar as mocinhas e levar até o cassino. (...)

          Nem falo nada dos jagunços, povo brabo especializado em cobrar dívida de jogos, porque quando atingi a idade da compreensão eles já tinham aposentado suas garruchas e se tornado senhores pacatos. E muitos filhos deles nem sabem desse passado romântico dos pais. 

(Luís Nassif - Jornal Folha de São Paulo,)

Podemos classificar as palavras pesado, postes e cidade, respectivamente, como:
Alternativas
Q1172461 Português

As profissões do meu tempo

          Nesta semana fui a um restaurante relativamente sofisticado. Na parede havia um quadro onde estavam escritas a giz, e com letra caprichada, as novidades do cardápio. O cartaz me lembrou a maneira como o cine São Luiz de Poços de Caldas anunciava seus filmes. De manhã, na porta do cinema, aparecia o pintor, sujeito magro, alto e careca, e começava a pintar o nome do filme e do casal de atores principais. A gente ficava à distância, babando com o capricho com que bordava as letras: E-l-i-z-a-b-e-t-h T-a-y-lo-r. As tabuletas, de ferro pesado, ficavam encostadas nos postes das principais esquinas da cidade.

          Era uma das muitas profissões que foram tragadas pelo tempo, como tantas outras da minha infância. Ainda é possível achar o vendedor de pamonhas por aí. Nenhum, por certo, que se equiparasse ao Tião Pamonheiro e sua voz de congo. “Olha a pamonha, mio verde”, era seu bordão.

          Tinha o seu Marcondes, calista, que todo mês vinha cortar os calos dos pés de meu pai. Na rua Rio de Janeiro, quase esquina com a Assis (a principal da cidade), tinha um sapateiro, desses de fazer meia-sola e tudo. Só lá para meados dos anos 60 passou a vender sapatos industrializados.

          Havia outras profissões que ainda resistem bravamente aos novos tempos, como os tintureiros. O nosso subia o morro de bicicleta, pegando as roupas nas casas. Era o Lazinho, emérito guitarrista. E de bicicleta andava também o seu Alexandre Xandó, nosso livreiro, que visitava as casas apresentando os últimos lançamentos de São Paulo. Gozado como a bicicleta era utilizada em Poços, ainda mais levando em conta ser cidade montanhosa. (...)

          A profissão de parteira era requisitadíssima. Minha parteira foi dona Júlia. A de minhas irmãs, dona Esther. Poços já tinha uma boa Santa Casa, mas parte das famílias queria ter os filhos em casa. Foi o caso da dona Tereza, mulher teimosa que nem algumas netas dela que eu conheço. De saúde frágil, recebera o conselho do dr. Rowilson de que não deveria se aventurar a ter filhos: arriscava-se a morrer ou ela ou a criança. Dona Tereza não só decidiu ter como fez questão de que fosse em casa. Nasci às sete da noite com mais de 20 pessoas na sala rezando. Os dois sobrevivemos galhardamente, dona Tereza a mais quatro partos.

          A profissão de alfaiate era outra extremamente valorizada. (...)

          Na minha infância, o alfaiate mais solicitado era o seu Alexandre Pagin, nosso vizinho. Só para meados dos anos 60 apareceram a Ducal e a roupa industrializada. O único problema do seu Pagin - dizia minha mãe - é que sempre fazia calças para mim com uma perna mais curta. E sempre comigo. Só na adolescência minha mãe descobriu que, na verdade, a minha perna esquerda é que era mais curta do que a direita.

          O lambe-lambe, o fotógrafo que andava com aquelas máquinas antigas que tinham uma caixa para ele colocar a cabeça e mirar a vítima, era e ainda é uma instituição municipal. O nosso era o pai do Humberto Beleza, meu colega de tiro-de-guerra.

          E havia charreteiros aos montes, alguns, como o seu Laier, que conseguiram formar quatro filhos na faculdade, só com o seu trabalho. Ou o Felipão, esse mais antigo, dos idos dos anos 30, que tinha uma charrete especial para pegar as mocinhas e levar até o cassino. (...)

          Nem falo nada dos jagunços, povo brabo especializado em cobrar dívida de jogos, porque quando atingi a idade da compreensão eles já tinham aposentado suas garruchas e se tornado senhores pacatos. E muitos filhos deles nem sabem desse passado romântico dos pais. 

(Luís Nassif - Jornal Folha de São Paulo,)

Leia com bastante atenção a definição abaixo, referente aos gêneros dos substantivos. 
Substantivos sobrecomuns são aqueles que indicam pessoas e têm um só gênero, quer se refiram ao homem ou à mulher. Exemplo: a testemunha (homem ou mulher).

A partir da explicação acima, assinale qual das alternativas contém, sublinhado, um substantivo sobrecomum. 
Alternativas
Q1172361 Português


        De repente do riso fez-se o pranto

        Silencioso e branco como a bruma

        E das bocas unidas fez-se a espuma

        E das mãos espalmadas fez-se o espanto.


        De repente da calma fez-se o vento

        Que dos olhos desfez a última chama

        E da paixão fez-se o pressentimento

        E do momento imóvel fez-se o drama. (...) 

Na primeira estrofe as palavras rio, pranto, bruma, espuma e espanto do ponto de vista morfológico, são respectivamente: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CEPUERJ Órgão: UERJ Prova: CEPUERJ - 2010 - UERJ - Técnico de Enfermagem |
Q935387 Português

                                    

Ao se referir às “doenças”, o autor utilizou exclusivamente substantivos pelo fato de estes desempenharem o seguinte papel:
Alternativas
Q861694 Português

Texto 2


             Conceito de saúde e do processo saúde-doença 


"(...), a saúde deve ser entendida em sentido mais amplo, como componente da qualidade de vida. Assim, não é um “bem de troca”, mas um “bem comum”, um bem e um direito social, em que cada um e todos possam ter assegurados o exercício e a prática do direito à saúde, a partir da aplicação e utilização de toda a riqueza disponível, conhecimentos e tecnologia desenvolvidos pela sociedade nesse campo, adequados às suas necessidades, abrangendo promoção e proteção da saúde, prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação de doenças. Em outras palavras, considerar esse bem e esse direito como componente e exercício da cidadania, que é um referencial e um valor básico a ser assimilado pelo poder público para o balizamento e orientação de sua conduta, decisões, estratégias e ações.”

(in www.mp.to.gov.br.Distritos Sanitários: Concepção e Organização. cap. 11. fragmento)

Considere a classe gramatical das palavras destacadas do texto 2 em “(...) mas um bem comum, um bem e um direito social (...)”. Em seguida, marque a alternativa em que as palavras destacadas, do mesmo texto, apresentam, respectivamente, a mesma classe gramatical que bem e comum:
Alternativas
Q691833 Português
Texto II 
A inteligibilidade
  A imprensa, como veículo de interesses da coletividade, participou e participa decisivamente da propagação do futebol. A aceitação crescente desse esporte em nosso país fez com que os jornais, superando a fase inicial de certa indiferença, o reconhecessem como um conteúdo próprio à difusão em massa.
   [....] Em função do receptor (leitor de classes sociais distintas e de diferentes graus de escolarização), a narrativa esportiva apresenta um vocabulário reduzido e o mais corrente possível, para garantir a legibilidade do texto. O emissor, limitado a um código comum de um receptor de nível social médio, procura muito mais repetir modelos anteriores do que tentar novas realizações na potencialidade do sistema. Entre o normal (convencional) e o anormal (novo), o primeiro é o mais frequente na seleção vocabular, onde não se usa uma linguagem tão apurada. A sofisticação de alguns termos é resultante do espírito da época. Não é determinada por um receptor identificado com este código, como é o caso do editorial nos jornais. Trata-se apenas da utilização de um código que valorize o conteúdo, dando-lhe um pretenso caráter de seriedade.
(Maria do Carmo Fernandez)
A alternativa em que a mudança proposta manteve o sentido original do primeiro elemento é:
Alternativas
Q660032 Português
No tocante ao plural dos substantivos compostos, assinale a opção incorreta:
Alternativas
Q660029 Português
O gênero foi indicado corretamente em:
Alternativas
Q660028 Português
Em “Um grupo de cientistas nos EUA” o termo destacado é um substantivo coletivo. Assinale a opção que não contém um substantivo coletivo:
Alternativas
Q648494 Português
Na frase “O caráter íntegro da pesquisa de Smith pode lhe render prêmios”, a expressão destacada se colocada no plural e no grau superlativo absoluto sintético, deve ser:
Alternativas
Q648485 Português
A única opção em que os substantivos compostos estão flexionados corretamente é:
Alternativas
Q573100 Português
Conhecimentos Básicos
Este texto pode ser visto como um pequeno manual de trabalho para ativistas sociais, candidatos, advogados, juizes, promotores, cidadãos e cidadãs em geral.
Ele ____ informações preciosas sobre a breve história da Lei 9.840, que trouxe para o nosso Direito normas que permitem a cassação de candidatos envolvidos em atos de compra de votos e uso eleitoral da máquina administrativa.
Aos eleitores que tenham acesso a este trabalho aconselhamos que formem grupos para seu estudo. Uma dica seria ler cada capitulo coletivamente, cada um lendo um parágrafo, por exemplo, estabelecendo um debate a partir das perguntas contidas ao final de cada parte e de outras formuladas espontaneamente pelos participantes.
Para os candidatos, esse manual pode atuar como fonte de estimulo ____ campanhas desenvolvidas dentro de preceitos éticos e como alerta contra a prática da corrupção eleitoral. Mas também serve para ressaltar a importância de que suas assessorias sejam orientadas para o conhecimento dessa lei que tanto tem provocado cassações, muitas vezes por falta de compreensão do seu conteúdo. Além disso, pode chamar a atenção para a possibilidade de utilização de instrumentos legais aptos para fazer cessar atos de campanha de adversários que optem por infringir____ legislação eleitoral.
Para juizes, promotores e advogados eleitorais este texto pode contribuir para que compreendam um pouco mais a origem e a vocação social, ética e cultural da Lei 9.840. Trata-se do nosso único instrumento legal verdadeiramente gestado “nas ruas”, fruto da inconformidade das amplas massas populares contra essa chaga que ainda acompanha o processo eleitoral: a compra de votos. Mas também indica que a sociedade está atenta e vigilante para que os casos de corrupção eleitoral chegados ____ Justiça não fiquem impunes.
Para a sociedade civil organizada, segue aqui um roteiro de como articular as redes de entidades e movimentos sociais denominadas COMITÊS 9.840, as quais podem influir e muito na construção de eleições cada vez mais limpas.
Se há uma mensagem principal neste trabalho, ela poderia ser resumida no lema do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral: “Voto não tem preço, tem conseqüências” . Aqui se procura fortalecer essa consciência, convocando a todos e todas para que assumamos dentro do limite das nossas atividades tudo que esteja a nosso alcance para que possamos superar formas tão aviltantes de mudança ilegitima do resultado dos pleitos eleitorais.
Cartilha Cidadania e Eleições: para um processo eleitoral limpo e justo. Publicação do Comitê Nacional do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) - Lei 9.840.
Assinale a alternativa em que a expressão preposicionada não seja exigida por um nome.
Alternativas
Q538286 Português
                                     A hora do encontro


      Astrônomos acham que a grande descoberta dos próximos 100 anos será a da vida fora da Terra. O Universo está cheio de ETs, avaliam, e já não parece tão difícil encontrar um deles por aí.

      O cerco para captar sinais enviados do espaço por possíveis ETs inteligentes aumentou. Durante muito tempo essa missão foi encarada apenas pela Sociedade Planetária, na Califórnia, Estados Unidos, com o seu Programa de Busca de Inteligência Extraterrestre, conhecido pela sigla em inglês, Seti. Este ano, várias outras instituições se integraram à tarefa. Entre elas estão a Universidade Harvard e da Califórnia, nos Estados Unidos, o Observatório Medicina, na Itália, e a Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália. Com o reforço, será possível investigar, nos próximos vinte anos, cerca de 5000 estrelas. É dez vezes mais do que o Seti pôde fazer, sozinho, em uma década e meia de existência. [...]

      Alta, cabelos claros, bonita, 55 anos, a astrônoma Jill Tarter dedicou sua carreira ao trabalho de procurar criaturas desenvolvidas em outros mundos. [...] Mas, se existe alguém capaz disso, esse alguém é ela. A astrônoma dirige o principal projeto do Seti, batizado de Fênix, instalado no Observatório de Arecibo, em Porto Rico (mas, de fato, operado pela Universidade Cornell, americana). O objetivo do Fênix é usar a grande antena de Arecibo para captar emissões de rádio vindas de 1 000 estrelas e em seguida analisá-las para achar algum traço incomum. [...]


                              Mil cópias da Terra girando pela Galáxia


Os avanços tecnológicos que impulsionam a pesquisa de sinais de ETs no Cosmo prometem transformar 2012 num ano de grandes emoções. Nessa data, a Nasa planeja lançar ao espaço o Terrestrial Planet Finder, conhecido pela sigla em inglês TPF, que quer dizer descobridor de planetas terrestres. Mais ou menos na mesma época, a Agência Espacial Européia pretende decolar um irmão do TPF, chamado Darwin.


      Esses serão os primeiros telescópios em condições de observar planetas do tamanho da Terra que giram em volta de estrelas a mais de 500 trilhões de quilômetros daqui. Atualmente, a essa distância, só é possível detectar mundos gigantes como Júpiter, dentro do qual caberiam 1 300 planetinhas como o nosso.

      Satélite-monstro de 100 metros de comprimento, o TPF ficará estacionado a mais de 1 bilhão de quilômetros do Sol para evitar que a luz da estrela ofusque as lentes do aparelho. Daí, ele deverá encontrar mais de 1 000 planetas parecidos com a Terra – acredita-se que a semelhança aumente a chance de eles serem habitados. A meta é examinar a atmosfera das centenas de cópias da Terra que deverão ser captadas. O ar pode revelar sinais de que na superfície dos planetas existam criaturas. O indício mais esperado é o oxigênio. Como esse elemento é naturalmente raro nos corpos celestes, se ele estiver presente é porque foi produzido por organismos.

Disponível em http://super.abril.com.br/tecnologia/hora-encontro-438346.shtml. Acesso em 30 abr. 2010.


Em “satélite-monstro”, há uma forma composta em que o substantivo “monstro” funciona como um determinante de “satélite”. Assinale a alternativa em que há o mesmo tipo de composição.
Alternativas
Q527302 Português

A ideia de que a beleza não é apenas aparência ilusória, mas deve servir aos bons propósitos, já era defendida pelo filósofo Platão, na Grécia antiga. Na Idade Média, artistas e eruditos também estavam convencidos de que o que era verdadeiro não poderia ser feio. Na língua portuguesa a proximidade (e a confusão) entre atributos como beleza, correção e bondade já se tornou corriqueira – afinal, quem nunca ouviu um adulto dizer a uma criança algo do tipo: “Que menino bonito, fez tudo certinho!”? Entre cientistas são comuns os relatos de que a “elegância” de uma teoria lhes fornece um primeiro indício sobre sua correção. Certa vez, o matemático alemão Hermann Weyl (1885-1955) chegou a ponto de sustentar uma hipótese refutada sobre a gravidade apenas porque sua fórmula lhe parecia muito bela. A intuição de Weyl provou-se correta – e seu conceito matemático fundamental teve seu valor reconhecido mais tarde por estudiosos da eletrodinâmica quântica.

Naturalmente, mesmo a mais elegante teoria pode se revelar falsa. A associação entre “belo” e “correto”, portanto, não pode ser tomada como óbvia. (...)

Fragmento de artigo da revista Mente & Cérebro, edição 207 - Abril 2010, intitulada “Simples + belo = correto. Será?”. Disponível em: http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/simples___belo_correto__sera_.html

Em “Que menino bonito, fez tudo certinho!”:

Alternativas
Q475496 Português
Posto é investigado pela morte de paciente com suspeita de dengue hemorrágica Jacqueline Lopes

O Posto de Saúde 24 da Vila Almeida está sendo investigado pela Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) pela morte de Leonardo Brito, 22, no dia 15 de janeiro, última sexta-feira. Ele faleceu com suspeita de dengue hemorrágica.
Embora todos os procedimentos feitos naquele dia estejam sendo apurados administrativamente, o secretário-executivo da Sesau descarta por ora negligência.

Para Martins, o que aconteceu foi uma fatalidade. O quadro clínico do paciente evoluiu muito rápido e não houve tempo hábil para que ele fosse levado para um dos hospitais públicos da cidade, acredita o secretário-executivo.

Ele lamenta o fato e compreende o desespero dos familiares da vítima. “A gente não é insensível ainda mais numa situação de um paciente nesta faixa etária. A família vive uma situação de drama e ansiedade”, diz.

Indagado sobre a conduta dos profissionais posta em xeque pela família que acusa a unidade de saúde de ter sido negligente, Martins pondera. Para o secretário-executivo da Sesau, a rotina de atendimento foi feita dentro dos critérios previstos, a ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) esteve no local para fazer o transporte do paciente e houve empenho, segundo ele, para buscar uma vaga hospitalar.

“Estamos na fase de apuração não só ouvindo uma ou duas pessoas, mas também vendo os exames laboratoriais, identificando se havia uma patologia anterior já que a necropsia indicou um aumento na área cardíaca”.

Martins suspeita de que a dengue tenha sido um fator complicador, ou seja, que Brito teria algum outro problema de saúde (cardíaco) que acabou sendo agravado com a doença. Uma das facetas mais perigosas da dengue é esta. Em organismo debilitado, ela pode ser avassaladora. “A dengue como fator complicador da patologia deixa o diagnóstico sombrio”.

A Sesau espera a conclusão do laudo da necropsia e conforme Martins, a população tem que acreditar na equipe médica do SUS (Sistema Único de Saúde) para que o serviço alcance o nível de qualidade que a população merece.


Considere as afirmações:

I. De acordo com o texto, a dengue só ataca pessoas com organismos debilitados, sendo fatal.
II. “Negligência” é um substantivo abstrato e pode ser compreendido como descuido, descaso.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
3261: B
3262: D
3263: D
3264: E
3265: D
3266: A
3267: C
3268: D
3269: A
3270: B
3271: E
3272: D
3273: C
3274: E
3275: A
3276: A
3277: C
3278: E
3279: B
3280: B