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Questões de Concurso Comentadas sobre substantivos em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 3.324 questões

Q3381043 Português
A quais classes de palavras pertencem os verbetes em destaque, respectivamente: “Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale de nada.
Alternativas
Q3381039 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão
BILHETE
Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
(Mario Quintana)
O título do poema, conforme as classes gramaticais, pode ser classificado como:
Alternativas
Q3379575 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Algoritmos: o que são, para que servem e quem os inventou?

Os algoritmos se tornaram parte integrante de nossas vidas. Dos aplicativos de mídia social à Netflix, os algoritmos aprendem suas preferências e priorizam o conteúdo que lhe é mostrado. Mais de 1.000 anos antes da Internet e dos aplicativos de smartphones, o cientista e polímata persa Muhammad ibn Mūsā alKhwārizmī inventou o conceito de algoritmos. A própria palavra vem da versão latinizada de seu nome, “algorithmi”. E, como você pode suspeitar, ela também está relacionada à álgebra.

Em grande parte perdido no tempo

Al-Khwārizmī viveu de 780 a 850 d.C., durante a Era de Ouro Islâmica. Muitas de suas obras originais em árabe se perderam no tempo. Ele viveu durante o Califado Abássida, que foi uma época de notável progresso científico no Império Islâmico. Al-Khwārizmī fez importantes contribuições para a matemática, geografia, astronomia e trigonometria. Ele era um estudioso da Casa da Sabedoria (Bayt al-Hikmah) em Bagdá. Nesse centro intelectual, os estudiosos traduziam o conhecimento de todo o mundo para o árabe, sintetizando-o para fazer progressos significativos em uma série de disciplinas.

O pai da álgebra

Al-Khwārizmī era um polímata e um homem religioso. Um dos principais projetos que os matemáticos islâmicos empreenderam na Casa da Sabedoria foi desenvolver a álgebra. Por volta de 830 d.C., o califa al-Ma’mun incentivou al-Khwārizmī a escrever um tratado sobre álgebra, Al-Jabr (ou The Compendious Book on Calculation by Completion and Balancing). Essa se tornou sua obra mais importante. Sua obra foi concebida para ser uma ferramenta prática de ensino. Sua tradução latina foi a base dos livros didáticos de álgebra nas universidades europeias até o século XVI.

Avô da ciência da computação

Os escritos matemáticos de Al-Khwārizmī introduziram os numerais hindu-arábicos para os matemáticos ocidentais, os dez símbolos que todos nós usamos hoje. Esse é o sistema numérico que sustenta a moderna tecnologia de computação. A arte de Al-Khwārizmī de calcular problemas matemáticos estabeleceu a base para o conceito de algoritmos. Ele forneceu as primeiras explicações detalhadas sobre o uso da notação decimal para realizar as quatro operações básicas (adição, subtração, multiplicação, divisão) e calcular frações. Para resolver uma equação matemática, alKhwārizmī percorria sistematicamente uma sequência de etapas para encontrar a resposta. Esse é o conceito subjacente de um algoritmo. ‘Algorismo’, um termo latino medieval nomeado em homenagem a al-Khwārizmī, refere-se às regras para a execução da aritmética usando o sistema numérico hinduarábico. No início do século XX, a palavra ‘algoritmo’ chegou à sua definição atual e ao seu uso: “um procedimento para resolver um problema matemático em um número finito de etapas; um procedimento passo a passo para resolver um problema”.

Na próxima vez que usar qualquer tecnologia digital, lembre-se de que nada disso seria possível sem o trabalho pioneiro de um antigo polímata persa.

Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/notici a/2024/05/algoritmos-o-que-sao-para-queservem-e-quem-os-inventou.ghtml

A palavra “durante”, que ocorre em “AlKhwārizmī viveu de 780 a 850 d.C., durante a Era de Ouro Islâmica.”, pertence à classe gramatical:
Alternativas
Q3379093 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Mineração afeta mais de um terço dos grandes símios da África

Os riscos da mineração para os grandes símios no continente africano têm sido subestimados. É o que sugere um estudo publicado no periódico Science Advances, que aponta que mais de um terço da população desses primatas (cerca de 180 mil gorilas, bonobos e chimpanzés) está sob ameaça devido a projetos para extrair minérios. Os pesquisadores, no entanto, ressaltam que o número de primatas em risco pode ser maior. “A falta de compartilhamento de dados pelos projetos de mineração dificulta nossa compreensão científica do verdadeiro impacto sobre os grandes primatas e seu habitat”, alerta Jessica Junker, da organização sem fins lucrativos de proteção à vida selvagem Re:wild, em comunicado.

Necessários para uma transição em larga escala para uma energia mais limpa, minerais como cobre, lítio, níquel e cobalto têm sido explorados na África e sua mineração tem provocado o desmatamento de florestas tropicais. Os pesquisadores analisaram quantos macacos poderiam ser negativamente impactados por essa atividade a partir de dados sobre a densidade populacional desses animais e do mapeamento de áreas de extração de minérios.

A equipe de pesquisadores usou dados sobre locais de mineração operacionais e préoperacionais em 17 nações africanas e definiu zonas de amortecimento de 10 km para contabilizar os impactos diretos, como destruição de habitat e poluição luminosa e sonora. Já os impactos indiretos ligados ao aumento da atividade humana perto de locais de mineração foram considerados em uma zona de amortecimento de 50 km e incluem ameaças aos animais como aumento da caça, perda de habitat e risco de transmissão de doenças.

Na Libéria, Serra Leoa, Mali e Guiné, os pesquisadores observaram uma maior sobreposição entre a quantidade de macacos e áreas de mineração. Nessa última nação, inclusive, mais de 23 mil chimpanzés (ou até 83% da população de macacos do país) estavam sob ameaça direta ou indireta devido à mineração.

Os especialistas também exploraram como as áreas de mineração se intersectam com o que é considerado “habitat crítico”, isto é, regiões cruciais para a biodiversidade, não necessariamente relacionadas aos símios. “As empresas que operam nessas áreas devem ter esquemas adequados de mitigação e compensação para minimizar seu impacto, o que parece improvável, uma vez que a maioria das empresas não possui dados robustos sobre a linha de base das espécies que são necessários para embasar essas ações”, afirma Tenekwetche Sop, gerente do banco de dados A.P.E.S., da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

Atualmente, os impactos indiretos e de longo prazo são raramente considerados e mitigados pelas empresas mineradoras, segundo os pesquisadores. Os esquemas de compensação atuais são desenvolvidos para durar tanto quanto os projetos de extração de minérios estão ativos (geralmente cerca de 20 anos), mas a maioria dos efeitos da mineração sobre os grandes símios são permanentes.

Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/um-soplaneta/noticia/2024/04/mineracao-afeta-maisde-um-terco-dos-grandes-simios-da-africa.ghtml
Considerando-se a formação da locução “cerca de”, que ocorre no excerto “(...) cerca de 180 mil gorilas, bonobos e chimpanzés”, sua classificação gramatical é a de:
Alternativas
Q3376826 Português
“Um ecossistema é um conjunto formado pelas interações entre componentes bióticos, como os organismos vivos: plantas, animais e micróbios, e os componentes abióticos, elementos químicos e físicos, como o ar, a água, o solo e minerais.”
https://oeco.org.br

O trecho, acima, foi extraído do texto “O que é um Ecossistema e um Bioma” publicado em “O Eco” Com base nesse trecho, as palavras sublinhadas foram empregadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3376389 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Zona Portuária do Rio guarda marcas da luta dos negros por liberdade


Por Alexandre Henderson


A região da Zona Portuária do Rio guarda importantes memórias da luta dos negros pelo respeito aos seus direitos no Brasil. A região conta com o Cais do Valongo, que possui como característica mais marcante o reconhecimento pela Unesco como Patrimônio Mundial por ser considerado o maior marco da escravidão no Brasil.


"Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas", afirmou Albino Pereira Neto, no Instituto dos Pretos Novos. O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.


"Olhar esta escadaria e saber que tantas almas negras, que tantos sonhos interrompidos percorreram estes degraus aqui nos coloca em uma reflexão acerca do que o dia 20 representa", disse Roberto Azevedo, professor de história e geografia. 


"O Cais do Valongo é equiparado a até a Auschwitz, Hiroshima, Nagasaki, ou seja, aqui foi derramado muito sangue", afirmou Pereira Neto.


Cento e trinta e três anos após a Abolição da Escravatura, a população negra ainda tem desafios a superar.


"Temos uma dívida histórica sim. O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais, não deve ser esquecido", destaca Beatriz Amaral, designer de moda.


Os bairros da Gamboa e Saúde são um baú de memórias sobre os horrores da escravidão.


"No mês da Consciência Negra, se a gente perceber que a questão toda não é cronológica, ou apenas histórica ou geográfica, mas uma angústia coletiva ancestral que nos compromete o futuro se não dermos a atenção necessária, deixar isso passar é uma perda de oportunidade histórica", afirmou o professor Azevedo.


Em um casarão do Largo de São Francisco da Prainha, funcionou outro local histórico: uma espécie de restaurante popular, onde mulheres negras criaram uma casa de angu após pedirem autorização ao Senado. No local, negros recém-libertos se alimentavam. 


A Pedra do Sal recebeu este nome pois era o local onde eram despejados os carregamentos de sal eram despejados dos navios. A área é um dos redutos tradicionais do samba.


"Tem uma importância muito grande para nós, do samba, até pela representatividade e ancestralidade que aquele lugar tem. É um espaço de resistência, onde podemos cantar samba e estar propagando a nossa cultura e fazendo este encontro e gerações", contou o cantor e compositor Dudu Nobre.


Nomes como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e tantos outros sambistas circularam pela região. O compositor Heitor dos Prazeres, na segunda metade do século passado, chamou a região de Pequena África.


"O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto, que era o do João Alabá, cuja mãe pequena era a Tia Ciata. Dentro do terreiro se cantava o sagrado. Aqui na Pedra do Sal se cantava o profano", disse Pereira Neto.


Foram tempos de intolerância religiosa que muitos enfrentam até hoje.


"Pessoas que frequentam religiões afro-brasileiras estão sofrendo retrocessos, ataques físicos e nas redes sociais", afirmou Júlio Barroso, produtor cultural do Largo de São Francisco da Prainha.


Há 25 anos, uma obra em uma casa na Gamboa revelou um sítio arqueológico com os corpos de milhares de corpos de negros escravizados.


"Eles morriam durante a viagem ou, aqueles muito debilitados que acabavam morrendo assim que chegavam aqui, seus corpos eram descartados", afirmou Pereira Neto.


Atualmente, no local do Cemitério dos Pretos Novos funciona o instituto de pesquisa e memória que leva o mesmo nome. 


"O que há de melhor no povo negro é a capacidade de se reinventar e recriar o espaço e a si mesmo", destacou o professor Azevedo.


Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/ 2021/11/21/zona-portuaria-do-rio-guarda-marcas-da-lutados-negros-por-liberdade.ghtml. Acesso em: 21 nov. 2023 (adaptado)
Leia com atenção os trechos retirados do texto:

I.O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto.
II.O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais.
III.O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.
IV.Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas.
V.A região conta com o Cais do Valongo, reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial.

Em quais das afirmativas lidas há o emprego de um substantivo próprio?
Alternativas
Q3373773 Português
Pós-verdade 

Em 2016, o dicionário de Oxford elegeu a palavra "pós verdade" como o termo do ano. A palavra se refere a uma época em que os fatos objetivos têm menos influência e importam menos que os apelos às emoções e às crenças pessoais – se me parece bom ou se está de acordo com minhas crenças, então é verdadeiro. Com a internet, a criação de memes, boatos, montagens e fakes news disputam espaços de narrativas e influenciam todos os espectros do campo ideológico. Como consequência, o processo de desinformação aumenta, assim como a confusão entre fato e ficção – quando as mentiras se tornam verdades. 

Antonio Carlos Olivieri, da Página 3 Pedagogia & Comunicação. Disponível em: https://educacao.uol.com.br/bancoderedacoes/propostas/a-ciencia-na-era-da-pos verdade.htm. Acesso em: 6 jan. 2024. 

A respeito das classes gramaticais, pode-se afirmar que:



I. Neste trecho: “se me parece bom ou se está de acordo com minhas crenças, então é verdadeiro”, todos os verbos são de ligação.



II. Em “...influenciam todos os espectros do campo ideológico”, o termo destacado é um substantivo.



III. No trecho: “A palavra se refere a uma época em que os fatos objetivos têm menos influência e importam menos que os apelos às emoções e às crenças pessoais”, dos termos em destaque apenas o primeiro é um artigo.



IV. Em “...que os apelos às emoções e às crenças pessoais”, o vocábulo em destaque é um pronome pessoal. 

Alternativas
Q3360125 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.A culinária capixaba é famosa pelos pratos à base de frutos do mar, como moqueca e bobó.

II.Vitória, a capital do Espírito Santo, é uma cidade encantadora, com seu centro histórico preservado e sua vista deslumbrante da Baía de Vitória.

III.As montanhas do interior capixaba oferecem paisagens exuberantes e clima ameno, ideais para o ecoturismo e a prática de esportes radicais.

IV.A economia do Espírito Santo é diversificada, com destaque para a indústria de celulose, a produção de café e a exploração de petróleo e gás.

V.O Espírito Santo é conhecido por suas belas praias, como a Praia de Guarapari e a Praia da Costa.

Em quais das afirmativas lidas há o emprego de um substantivo próprio? 
Alternativas
Q3360124 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:
Coluna 01:
(__)As flores desabrocharam em cores vibrantes. (__)As crianças brincaram animadamente. (__)O pássaro cantou melodiosamente ao amanhecer. (__)Os livros foram empilhados ordenadamente nas prateleiras.
Coluna 02:
I.Substantivo singular. II.Substantivo plural.
Correlacione ambas as colunas de acordo com o número do substantivo presente em cada afirmativa. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta: 
Alternativas
Q3360122 Português
Em qual das afirmativas abaixo há a presença de um substantivo masculino?
Alternativas
Q3360118 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.Ela comprou rosas vermelhas para decorar a sala.
II.A equipe de futebol comemorou a vitória no campeonato.
III.O bando de pássaros voava em perfeita sincronia pelo céu.
IV.Ele gostava de observar o movimento das ondas do mar ao entardecer.

Em quais das afirmativas lidas há o emprego de um substantivo coletivo?
Alternativas
Q3357820 Português

Considerando a frase “Semanalmente, os professores corrigem as atividades dos seus alunos”, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as palavras retiradas da frase às suas respectivas classes gramaticais.



Coluna 1


1. Artigo.


2. Advérbio.


3. Pronome.


4. Substantivo.



Coluna 2


( ) Semanalmente.


( ) Os.


( ) Atividades.


( ) Seus.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q3357288 Português
Quando quebrei a Cara.


Quando iniciei a docência no ensino superior, atribuíram-me aulas de Sociologia e de Filosofia. Afastei-me das aulas de História, área em que concluirá o mestrado, mas continuei pensando numa maneira de facilitar a leitura de textos de ciências humanas e sociais. Esbocei projeto de extensão universitária: uma oficina de criação literária que indicaria o caminho da escrita clara, objetiva e coesa aos alunos e, em segundo momento, aos interessados da comunidade. 


O projeto naufragou. Com ele, o desejo de apresentar escritores contemporâneos que seriam lidos, analisados, criticados e reescritos pelos eventuais alunos. Joguei os rabiscos na gaveta sem esperança de retomá-los. Até que, recebendo as aulas de Filosofia e de Sociologia no curso de Pedagogia em Presidente Epitácio (S.P.), acrescentei nova atividade: seminários.


As alunas escolheriam um dos títulos. Fariam uma leitura superficial (posteriormente complementada de maneira mais profunda por mim), análise sociológica, reflexão filosófica, impressões pessoais. Os autores Luiz Antônio de Assis Brasil, Moacyr Scliar, Cyro dos Anjos, Autran Dourado, Josué Guimarães e Sérgio Faraco. Dezesseis romances resgataram minha paixão de trabalhar com Literatura, aplicando conceitos sociológicos e temas filosóficos discutidos nas aulas.


Os romancistas selecionados escrevem fluentemente. Guardam o máximo de significado na economia das frases. A opção pelos títulos considera a qualidade literária - comprovada por teses e prêmios -, o preço acessível, a diagramação, o convite gráfico, a disponibilidade nas redes de livrarias virtuais e o cuidado de possuir, no máximo, duzentas páginas. Cautelas indispensáveis na tentativa de convencer as alunas a efetivamente lerem os enredos.


A possibilidade de resumos na internet tirou-me o sono. Preparei-me com unhas, dentes, falas e fúrias para desmontar as expositoras com arguições violentas. Entretanto, as arguições violentas cederam lugar ao espanto: as meninas não apenas leram os livros, mas também recorreram a filmes e críticas literárias, comprovando pormenorizadamente a análise sociológica (grupos sociais, processos de aproximação, de distanciamento e de isolamento, fato Social, Papéis Sociais) e a reflexão filosófica (felicidade de Epicuro, questionamentos socráticos, ideias platônicas, aquisição aristotélica da virtude, interpretações de Santo Agostinho e de Santo Tomás de Aquino, niilismo de Nietzsche).


Compartilhei minhas intenções malignas e reconheci-lhes a capacidade: uma felicidade indizível me invadiu quando, nas comemorações festivas de encerramento do semestre, confessei que - ainda bem! quebrara a cara em meus objetivos perversos.


(Vicentônio Regis do Nascimento Silva, 66 Conhecimento Prático Literatura)
O vocábulo "cara" tem a mesma classificação morfológica de "quando quebrei a cara" em:
Alternativas
Q3355638 Português
Com base nas normas da língua portuguesa, assinalar a alternativa com a relação INCORRETA do substantivo com sua flexão.
Alternativas
Q3353313 Português
Na frase "Os habitantes de Formiga se orgulham da riqueza cultural e das paisagens deslumbrantes que sua cidade oferece aos visitantes", o vocábulo Formiga é classificado, no contexto em que foi empregado, gramaticalmente, como: 
Alternativas
Q3353311 Português
Em relação ao gênero, o substantivo não está sendo devidamente classificado em:
Alternativas
Q3353310 Português

O gênero dos substantivos refere-se à classificação das palavras de acordo com características gramaticais que indicam o sexo dos seres e objetos a que se referem. Em português, os substantivos podem ser classificados em gênero masculino e feminino. O gênero dos substantivos pode ser determinado por características naturais (biológicas), como o sexo dos seres vivos, ou por convenções linguísticas, como a atribuição de gênero a objetos e conceitos abstratos. 


Destaque a alternativa em que há um substantivo comum de dois gêneros: 

Alternativas
Q3350960 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A arte de andar de ônibus.

O transporte público no Brasil é algo essencial para a maioria da população, que vive verdadeiras aventuras ao usufruir deste meio. Em um ônibus pode acontecer e acontece de quase tudo, senão tudo...!

Eis quem vos escreve também usa este meio para se locomover. Um ônibus é um carro grande com um motorista que gosta dos extremos, tem aquele que é mais lento e vive na vibe do paz e amor, e aquele outro que curte a adrenalina e não tá nem aí "manda" o passageiro pular dentro do ônibus para este mesmo passageiro desenvolver algumas técnicas para se equilibrar.

O motorista paz e amor não liga se o amigão do carro pequeno ao lado tá há meia hora buzinando e xingando ele. Manda os passageiros subirem, não liga se não vai dar mais ninguém, pois acha que ônibus é que nem coração de mãe, cabe sempre mais um. Vale lembrar que alguns deles acham que dois corpos ocupam SIM o mesmo lugar no espaço. Acho que cabe mesmo, é só lembrar daqueles indivíduos que acham que podem ficar atrás apertando você contra a cadeira, quase fazendo você sentar no colo de outro passageiro, que te olha com a cara feia, como se a culpa pelo empurrão fosse sua.

Não existe maior interação social do que andar de coletivo, o próprio nome já diz tudo todos estão no aperto juntos. Tem desde o educado até o totalmente mal educado, desde o grosso até o que cede a cadeira para o idoso, da criança berrando querendo peito da mãe, e as figuras como os DJ's e o pessoal da igreja no ônibus. Sem esquecer os que pedem ajuda, com o discurso praticamente pronto e igual ao do outro que vai subir no ponto seguinte. Quem lembra do "Bom dia desculpem estar aqui atrapalhando a viagem das vossas pessoas"?

Por falar em figuras que aparecem, é quase diário quando vejo três figuras certas: o DJ, o cantor e o pastor. Me diz aí qual é o pior?

O pastor é aquele que vê o diferente classifica-os como perdidos e adjetivos afins e inicia a pregação, os cantores (e cantoras) são os que devem se sentir frustrados, e não satisfeitos, resolvem desbravar e abrir os pulmões dentro dos coletivos que estamos falando aqui. E por último e não menos importante (ou não), eles, os DJ's de ônibus. Figuras esdrúxulas que possuem fortes sintomas de egocentrismo e acham que seu gosto é universal, amplamente aceito e sem características ruins. Estes indivíduos são por muitos odiados, pois simplesmente colocam seus equipamentos nas alturas obrigando todos a partilharem de sua música e esquecem que fone de ouvidos estão aí para serem utilizados.

A universalidade dos protagonistas dos coletivos é grande, isso mesmo, quem aí já tirou aquela soneca gostosa e esqueceu-se da vida por alguns minutos (que na verdade são segundos!)? Não é novidade os engarrafamentos, apesar de muitos odiarem e se estressarem fácil, para os sonecas de coletivos tem uma ótima função, cochilar, cochilar e/ou dormir. Existem os pescadores natos, os sonâmbulos e, pra mim, o mais, vamos dizer, especial: aquele que dorme do momento que sentou até a hora de descer. Detalhe: inexplicavelmente, ele sabe a hora de parar e pedir a parada. Dom de poucos, não?!

Há quem diga que andar de ônibus é uma aventura ou testar a paciência diariamente. A real é que andar de ônibus é uma arte de sentir todas as emoções e situações possíveis, é paquerar sem saber que pode durar até o ponto seguinte, é ser eclético, é ser cantor, é ser filósofo, é saber dividir, saber esperar, esperar mesmo sozinho no ponto, mas esperar e por mais tempo que você espere você sabe que está mais perto do ônibus chegar ou então chegar no ponto e 10 segundos depois seu ônibus chegar ou então ele já ter passado, é sinalizar pro motorista e ele passar direto e, de quebra, sorrir da sua cara. Ou então, correr e na hora não ser o seu ônibus, enfim é aventurar.

O coletivo é uma aventura ímpar, pois proporciona um tour pela cidade, a oportunidade de conversar com aquela pessoa e possivelmente nunca mais ver, é treinar a virtude da paciência é se preocupar, é o momento da leitura, é se desligar do Mundo, é dormir, é acordar, é malhar (sentar e levantar é um ótimo exercício), enfim, andar de ônibus é uma arte.


(Jonas Sakamoto, 8 de junho de 2012)
O substantivo coletivo não contempla o elemento formador em:
Alternativas
Q3343144 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que o umbigo tem a dizer sobre sua saúde


Para alguns, esta parte do corpo é motivo de pesadelos, já que a onfalofobia, ou seja, o medo de umbigos, é uma condição real. Para outros, é uma espécie de "acessório" de moda, que pode ser exibido com uma blusa curta ou realçado com um piercing.


O cordão umbilical é cortado no nascimento, deixando apenas um pequeno coto que murcha progressivamente, caindo uma ou duas semanas depois. O que resta, na maioria dos casos, é uma pequena depressão enrugada. Isso se você tiver um umbigo para dentro, como a maior parte das pessoas tem. A partir deste momento, ele parece redundante, servindo apenas para acumular poeira e penugem.


Mas não é só isso. A realidade é que seu umbigo tem mais profundidade do que apenas alguns milímetros. Ele é um ponto de acesso para os vasos sanguíneos que transportam sangue para o feto, saindo da placenta e passando pelo cordão umbilical, revestidos de uma geleia, um tecido conjuntivo gelatinoso contido no cordão que os isola e protege.


Normalmente, há três vasos sanguíneos dentro do cordão. Aquele que transporta oxigênio e nutrientes para o feto é a veia umbilical. Ela passa pelo umbigo e alimenta a circulação fetal em desenvolvimento. Há também duas artérias umbilicais, embora estas transportem sangue desoxigenado e resíduos, fluindo na outra direção de volta à placenta.


Esta circulação não é necessária após o nascimento do bebê e, uma vez desconectados da placenta, os vasos umbilicais se fecham naturalmente.


Mas o pequeno coto que resta no corpo do bebê ainda pode ser útil por um curto período de tempo, especialmente em recém-nascidos que não estão bem. É possível inserir acessos ali e usá-los para infusões de medicamentos, ou coletar amostras de sangue para exames.


O umbigo é um portal na parede do abdômen. Um fato pouco conhecido é que, durante o desenvolvimento embrionário, os intestinos precisam sair da cavidade abdominal devido ao espaço limitado, mas voltam ao seu lugar algumas semanas depois. Eles fazem isso por meio do umbigo, passando pelo cordão umbilical.


Como resultado, o umbigo não é apenas um ponto de acesso, mas um ponto fraco. Uma hérnia umbilical pode ocorrer se uma parte do intestino se projetar por qualquer abertura, algo que pode exigir uma operação de correção.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx030zzyplvo. adaptado.

Para alguns, esta parte do corpo é motivo de pesadelos, já que a onfalofobia, ou seja, o medo de umbigos, é uma condição real. Para outros, é uma espécie de acessório de moda, que pode ser exibido com uma blusa curta ou realçado com um piercing.


Assinale a opção em que todos os vocábulos pertençam à mesma classe gramatica

Alternativas
Q3341885 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


 Como surgiu a expressão "Era uma vez" usada nos contos de fadas?


A expressão “Era uma vez…” convida leitores e ouvintes – crianças, jovens, adultos e idosos – a adentrar o mundo da imaginação. Conhecida e utilizada para introduzir histórias orais e escritas, hoje mais frequentemente as destinadas a crianças, a expressão indica tempo propositalmente vago e impreciso, como forma de marcar o caráter ficcional da narrativa, convidando o leitor/ouvinte a soltar a imaginação.


Em língua francesa, registra-se o uso da expressão, pela primeira vez, pelo escritor e poeta Charles Perrault (1628–1703), no conto Les souhaits ridicules (“Os desejos ridículos”), de 1694, incluído na edição de 1871 de sua obra mais famosa, Histoires ou contes du temps passé, avec des moralités (“Histórias ou contos do tempo passado com moralidades”), conhecidos como Les contes de la mêre l'Oye (“Contos da mamãe Gansa”).


A expressão “era uma vez” e suas variantes, como “houve um tempo”, tornaram-se fórmula e chave mágica também utilizada por outros escritores daquela época, como Madame d'Aulnoy, na França, e do século seguinte, como Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, na França, Dorothea Viehmann (1755– 1815), na Alemanha – a contadora de histórias que se tornou fonte de referência para os famosos contos dos irmãos Jacob Ludwing Carl Grimm e Wilhelm Carl Grimm – e Hans Christian Andersen, na Dinamarca.


Em língua inglesa, a expressão correspondente Once upon a time e variantes têm origem no século 14, com o poema Sir Ferumbras, da canção de gesta – poema épico medieval francês, celebrando os feitos de heróis e escrito para ser declamado – sobre a época do rei Carlos Magno, e com The Canterbury Tales (“Contos da Cantuária”) do escritor e filósofo inglês Geoffrey Chaucer. Indicam, ainda, que a expressão como a conhecemos existia desde cerca do ano de 1600, tendo sido consolidada pelas narrativas de Perrault, seguido dos irmãos Grimm e de Andersen, alcançando rápida popularidade e tradução em outros países. E há também os que indicam a existência de histórias similares há mais de 6 mil anos.


Fonte: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curiosidade/noticia/2024/06/como-surgiu-a-expressao-era-umavez-usada-nos-contos-de-fadas.ghtml (adaptado). 

No trecho "Histórias ou contos do tempo passado com moralidades", a palavra "contos" é um substantivo:
Alternativas
Respostas
301: C
302: B
303: D
304: E
305: A
306: A
307: A
308: A
309: A
310: C
311: A
312: D
313: A
314: B
315: D
316: A
317: C
318: D
319: D
320: D