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Questões de Concurso Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 13.796 questões

Q2559267 Português
Julgue o item que se segue.


O emprego apropriado de sinônimos pode enriquecer um texto, evitando repetições desnecessárias e contribuindo para a variedade estilística sem alterar o significado pretendido pelo autor. 
Alternativas
Q2558937 Português
Julgue o item subsequente.


O emprego apropriado de sinônimos pode enriquecer um texto, evitando repetições desnecessárias e contribuindo para a variedade estilística sem alterar o significado pretendido pelo autor.
Alternativas
Q2557440 Português
Qual das alternativas abaixo apresenta um sinônimo e um antônimo para a palavra “alegre”? 
Alternativas
Q2557016 Português
Leia o texto I abaixo para análise da questão.

3 Conselhos para poupar e ensinar seus filhos a lidar bem com o dinheiro


        Como mães e pais, as pessoas têm inúmeras preocupações com o futuro de nossos filhos. Entre elas, está a segurança financeira. No Brasil, oito em cada dez pais ou mães dizem conversar com seus filhos sobre finanças, segundo pesquisa realizada pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box, publicada em outubro de 2023. O levantamento mostrou que 24% desses adultos disseram que começaram a falar com as crianças sobre o tema quando elas tinham até 5 anos. Outros 23% afirmaram que tiveram a primeira conversa quando os filhos tinham de seis a oito anos, e 16%, de nove a 11 anos. A pesquisa concluiu que os pais estão conversando cada vez mais sobre educação financeira com os filhos.
        Estudos mostram que, quanto mais cedo as crianças aprendem sobre finanças pessoais, mais preparadas elas ficam para lidar bem com o dinheiro. O podcast Money Box, da BBC, conversou com Kirsty Stone, planejadora financeira da consultoria The Private Office, e Stephanie Fitzgerald, diretora de programas para jovens da ONG britânica The Money Charity. As especialistas elencaram três dicas para ajudar os pais na tarefa de garantir um futuro financeiro mais tranquilo para os filhos. "O que realmente importa é dar-lhes a oportunidade de ter algum controle e tomar algumas das decisões em relação ao dinheiro, para que talvez possam cometer alguns erros, resume Fitzgerald.

1. Pense no longo prazo
        Como os filhos não precisam de dinheiro imediatamente e os produtos de poupança a longo prazo sempre oferecem benefícios maiores, o melhor é comparar as contas que são ofertadas pelos bancos e os juros de cada uma. "Existem contas infantis simples, e essa é uma excelente forma de começar a educar a criança sobre a entrada e a saída de dinheiro", acrescenta Fitzgerald.
        Em geral, com as contas de acesso instantâneo, você pode sacar ou depositar dinheiro a qualquer momento, mas normalmente tem acesso a uma taxa de juros mais baixa do que com contas ou aplicações de prazo fixo ou de prazo mais longo (que podem ficar presas por 12, 18 ou mais meses). Você também pode escolher uma conta que a criança só poderá acessar quando completar 18 anos. "Isso limita a possibilidade de alguém remover dinheiro desnecessariamente para cobrir um custo que não é uma necessidade essencial", disse Fitzgerald no podcast.

2. Dê um passo de cada vez
        Começar a poupança para uma criança hoje representa um grande presente para o futuro. Com essa quantia, os jovens adultos não apenas conseguem começar a vida independente com mais tranquilidade. Envolver as crianças no processo, desde cedo, também os ajuda a aprender lições importantes sobre dinheiro e economia.
        Porém, se você não puder economizar para eles devido à situação familiar ou à crise financeira, não há problema em postergar os planos por um tempo. O essencial é não se endividar, nem usar cartão de crédito sem condições de pagar o boleto no mês seguinte.

3. Lembre-se da magia dos juros compostos
        Tudo começa com uma conta poupança que rende juros. Vamos supor que você coloque US$ 100 (ou o equivalente em qualquer moeda) em uma conta que oferece uma taxa de juros de 5%. Observe atentamente os números: no final do primeiro ano, você terá US$ 105 na conta poupança. Ou seja: os US$ 100 que você tirou do bolso + os US$ 5 que o banco te deu por ser um bom cliente e não tocar naquele depósito durante um ano inteiro. O conceito-chave é: a magia dos juros compostos acontece enquanto você não faz movimentações com esse dinheiro.
        Vamos agora para o segundo ano. A poupança do filho agora tem US$ 105, mas este ano as finanças não permitem que você acrescente nada a mais. Ainda assim, o dinheiro continuará a crescer. Como? Porque no segundo ano você não vai ganhar US$ 5. No final deste segundo ano você terá mais. Com a mesma taxa de juros de 5%, o banco passa a dar uma remuneração superior. Os 5% que você ganha não são mais sobre os US$ 100 investidos no início. Os juros agora são aplicados ao total que sua conta possui no segundo ano (ou US$ 105). Os juros para o segundo ano são, portanto, de US$ 5,25. Quando ele completar 18 anos, graças à magia dos juros compostos, a poupança estará com US$ 240,66. Imagine que, em vez dos US$ 100 iniciais, você colocou US$ 1.000. Ao completar 18 anos, a conta estará com US$ 2.406,62. O recardo então é: economize aos poucos e deixe a matemática fazer o resto. Mas atenção sobre qual investimento fazer: o retorno tem que ser superior à inflação do período, caso contrário, apesar de nominalmente você ter mais dinheiro, como vimos no exemplo, ele pode não valer tanto assim.
        E, se você quer ensinar finanças ao filho, dê a ele um cofrinho. Essa é a dica dada pelo site Money Helper. "Essa é uma boa ideia para crianças muito pequenas. A principal coisa que elas precisam aprender é que o dinheiro não é um brinquedo e que deve ser guardado num lugar seguro".
        Um cofrinho ajuda as crianças a compreender o valor de diferentes moedas e notas. Além do que os pais poupam para os filhos, é importante que eles próprios desenvolvam uma compreensão de como funciona o dinheiro. Essa certamente é uma habilidade que os acompanhará pelo restante da vida.
Fonte: https//:www.bbc.com/portuguese/articles/c8428wzd574o.
Leia: “Porém, se você não puder economizar para eles devido à situação familiar ou à crise financeira, não há problema em postergar os planos por um tempo.” Sobre o aspecto semântico dos vocábulos do texto, é correto dizer que é considerado um sinônimo de “postergar” o vocábulo:
Alternativas
Q2556956 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O Ser Humano Frente as Crises

Muitos devem conhecer um pequeno conto sobre um pai e filho que viajavam de trem, em um percurso que duraria aproximadamente uma hora.

O pai se acomoda no assento, dispondo a ler uma revista para se distrair e a criança o interrompe perguntando-lhe:

− O que é isso, papai?

O homem se volta para ver o que o filho assinalava pela janela e responde:

− É uma granja, meu filho.

Ao retomar sua leitura, outra vez lhe pergunta a criança:

− Já vamos chegar?

E o homem responde que ainda faltava muito.

Retorna a sua leitura. Mal havia lido o primeiro parágrafo de sua revista quando o pequeno lhe faz outra pergunta e, após esta, outras mais.

O pai, já exasperado, buscando uma solução para distrair o filho, encontra em uma página da revista o mapa do mundo. Corta-o em pedacinhos e repassa a criança, dizendo-lhe que se tratava de um quebra-cabeça e que ele o montasse.

Feliz, o pai se acomoda em seu assento, seguro de que a criança estaria entretida durante todo o trajeto.

Entretanto, mal recomeçara a ler sua revista, quando a criança exclama:

− Já terminei!

− Impossível! Não posso acreditar! Tão rápido?

Diante dele estava o mapa do mundo, perfeito.

Então, pergunta:

− Como você conseguiu montar o mundo tão rápido?

O filho responde:

− Eu não me fixei no mundo: atrás da folha estava a figura de um homem. Compus o homem e o mundo ficou consertado.

O homem ficou sem palavras, a criança não.

Às vezes é preciso prestar atenção nas crianças pois ela nos ensina profundas lições. 


Fonte: https://www.acropole.org.br/reflexoes-filosoficas/o-ser-humano-frente-a s-crises/?gclid=EAIaIQobChMIuc2o7ZSIhAMV_TetBh0xrQtLEAAYASA AEgIhJ_D_BwE
Considere o período reproduzido abaixo.
O pai, já exasperado, buscando uma solução para distrair o filho, encontra em uma página da revista o mapa do mundo.
A palavra "exasperado" mantém relação de: 
Alternativas
Q2555456 Português
        Barcelona está experimentando o sentido de construir um plano de cidade interconectada liderada por seus residentes e, com isso, pensando pilotos de economia compartilhada, com o objetivo de aproveitar ao máximo os dados locais — algo inovador por estar na contramão do que as cidades inteligentes fizeram ao longo dos últimos anos. O geógrafo Christopher Gaffney, da Universidade de Zurich, aponta como falha a estratégia carioca. Segundo o especialista, embora o uso desses sistemas no Brasil seja significativo, as tecnologias das cidades inteligentes não estão sendo utilizadas para resolver problemas de desigualdade ou de governança sistêmica. A análise feita pelo geógrafo identifica que o Rio focou muito em projetos de curto prazo e em uma coleta de dados que não é feita de forma sistemática, com a visão de alimentar o planejamento urbano de longo prazo. Para Daniel Locktoroff, empresário e ex-vice-prefeito de planejamento urbano de Nova Iorque, uma das principais barreiras para a transformação profunda e rápida dos centros urbanos é a falta de diálogo entre aqueles que vivem nas cidades de hoje e os que constroem as tecnologias do amanhã.
         A chief technology officer de Barcelona, Francesca Bria, afirma que as cidades inteligentes foram implementadas a partir de uma lógica centrada na tecnologia e não no cidadão. Estratégias assim fazem com que as cidades tomem como ponto de partida a infraestrutura e, só depois disso, pensem nos reais problemas que queriam solucionar. Segundo ela, há o risco de terminarmos em uma caixa-preta, em que as cidades perdem o controle sobre seus dados e, por conseguinte, sobre o potencial que esses dados têm na hora de fornecer insumos para a gestão.

Álvaro Barros Modesto et alii. O uso da tecnologia na gestão pública. Comunitas. São Paulo, 2017, p. 118-119 (com adaptações).

Considerando aspectos linguísticos do texto apresentado e as ideias nele veiculadas, julgue o item a seguir. 


Seriam mantidos os sentidos, a correção gramatical e a coerência do texto caso a forma verbal “terminarmos” (último período do texto) fosse substituída por terminar.

Alternativas
Q2555100 Português

Os problemas com a doença são verdadeiros, mas não insolúveis.


Na palavra em destaque, o prefixo in- traz consigo a ideia de negação. Entre as palavras apresentadas a seguir, todas formadas com o prefixo in- ou suas variantes (i-, im-), assinale aquela que NÃO carrega em si o mesmo sentido que em insolúveis.

Alternativas
Q2553932 Português
Terremoto de magnitude 7,4 atinge Taiwan e
deixa 9 mortos.


    Um terremoto de magnitude 7,4 foi registrado nesta terça-feira (2) a 21 quilômetros da cidade de Hualien, em Taiwan, segundo o serviço geológico dos EUA. O abalo foi medido a uma profundidade de 34,8 quilômetros de distância da superfície. Segundo especialistas, quanto mais próximo à superfície, mais danos um tremor pode causar.

    O tremor foi sentido em Taipé, capital de Taiwan, que fica a pouco menos de 200 quilômetros do epicentro. Partes da cidade ficaram sem energia elétrica em consequência do abalo. Mais de 87 mil imóveis tiveram o serviço interrompido, segundo a empresa que fornece energia na ilha. Prédios tombaram e pessoas foram vistas saindo das estruturas.

    Vários tremores secundários foram sentidos em Taiwan, incluindo um de magnitude 6,5, segundo o Serviço Geológico dos EUA. Taiwan está localizada no Anel de Fogo do Pacífico, que provoca atividade sísmica e vulcânica maciça da Indonésia ao Chile.

    Pouco depois do terremoto, autoridades do Japão dispararam um alerta de tsunami prevendo ondas de três metros no sudeste do país. Um alerta de retirada foi disparado para a costa de Okinawa, segundo a rede japonesa NHK.

    De acordo com a emissora, grandes ondas já chegaram ao litoral da ilha de Yonaguni, que pertence ao Japão e fica relativamente próxima a Taiwan. As Filipinas também emitiram um alerta para tsunami nas regiões costeiras do país.

  Segundo a imprensa estatal chinesa, o tremor também foi sentido na China, nas cidades Fuzhou, Xiamen, Quanzhou e Ningde na Província de Fujian na China. Horas após os tremores, Taiwan, Japão e Filipinas cancelaram os seus alertas de tsunami, enquanto o Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico afirmou que a ameaça aos Estados Unidos “passou em grande parte”.


Fonte: Terremoto de magnitude 7,4 atinge Taiwan e deixa 9 mortos | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente um sinônimo adequado para o termo em destaque no período, considerando o contexto do texto: “As Filipinas também emitiram um alerta para tsunami nas regiões costeiras do país”.
Alternativas
Q2553931 Português
Terremoto de magnitude 7,4 atinge Taiwan e
deixa 9 mortos.


    Um terremoto de magnitude 7,4 foi registrado nesta terça-feira (2) a 21 quilômetros da cidade de Hualien, em Taiwan, segundo o serviço geológico dos EUA. O abalo foi medido a uma profundidade de 34,8 quilômetros de distância da superfície. Segundo especialistas, quanto mais próximo à superfície, mais danos um tremor pode causar.

    O tremor foi sentido em Taipé, capital de Taiwan, que fica a pouco menos de 200 quilômetros do epicentro. Partes da cidade ficaram sem energia elétrica em consequência do abalo. Mais de 87 mil imóveis tiveram o serviço interrompido, segundo a empresa que fornece energia na ilha. Prédios tombaram e pessoas foram vistas saindo das estruturas.

    Vários tremores secundários foram sentidos em Taiwan, incluindo um de magnitude 6,5, segundo o Serviço Geológico dos EUA. Taiwan está localizada no Anel de Fogo do Pacífico, que provoca atividade sísmica e vulcânica maciça da Indonésia ao Chile.

    Pouco depois do terremoto, autoridades do Japão dispararam um alerta de tsunami prevendo ondas de três metros no sudeste do país. Um alerta de retirada foi disparado para a costa de Okinawa, segundo a rede japonesa NHK.

    De acordo com a emissora, grandes ondas já chegaram ao litoral da ilha de Yonaguni, que pertence ao Japão e fica relativamente próxima a Taiwan. As Filipinas também emitiram um alerta para tsunami nas regiões costeiras do país.

  Segundo a imprensa estatal chinesa, o tremor também foi sentido na China, nas cidades Fuzhou, Xiamen, Quanzhou e Ningde na Província de Fujian na China. Horas após os tremores, Taiwan, Japão e Filipinas cancelaram os seus alertas de tsunami, enquanto o Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico afirmou que a ameaça aos Estados Unidos “passou em grande parte”.


Fonte: Terremoto de magnitude 7,4 atinge Taiwan e deixa 9 mortos | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido: “Segundo especialistas, quanto mais próximo à superfície, mais danos um tremor pode causar”. 
Alternativas
Q2553653 Português
Julgue o item subsequente. 


A frase "Mônica é uma pessoa metódica, enquanto seu irmão Marcos é impulsivo" apresenta um exemplo de antonímia. 
Alternativas
Q2551493 Português
Assinale a frase em que a preposição A tem seu valor semântico corretamente indicado.
Alternativas
Q2551485 Português
O pensamento abaixo que mostra vocábulos sublinhados que são antônimos, é: 
Alternativas
Q2549940 Português

TEXTO 2 


Continho


Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho, do sertão de Pernambuco. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho imaginando bobagem, quando passou um gordo vigário a cavalo:

— Você aí, menino, para onde vai essa estrada?

— Ela não vai não: nós é que vamos nela.

— Engraçadinho duma figa! Como você se chama?

— Eu não me chamo não: os outros é que me chamam de Zé. 


Paulo Mendes Campos. Continho. Em: Carlos Drummond de Andrade e outros. Crônicas. São Paulo: Ática, 1984. p. 76 (Coleção Para Gostar de Ler).

No trecho: “ele estava sentado na poeira do caminho”, há uma expressão figurada para informar que o menino estava:
Alternativas
Q2549935 Português

TEXTO 1


Historicamente o primeiro grande poeta do Brasil, do período Barroco, Gregório de Matos Guerra nasceu em 1633, na cidade de Salvador, na Bahia, e sua obra, principalmente a satírica, faz alusão a duas de suas maiores referências: Brasil e Portugal.

Filho de um fidalgo português que se tornou senhor de engenho no Recôncavo Baiano com uma brasileira, Gregório de Matos não publicou nada em vida, de forma impressa. No século 17, a leitura era proibida – muitos eram os iletrados – e o livro circulava como um objeto raríssimo e caro, com folhas feitas de trapo (pano). “Era comum o poema ser composto nessa folha, e na sátira, por exemplo, era extremamente rotineiro alguém escrever à noite e, de madrugada, aquela folha ser pregada com cola de farinha de mandioca na porta da igreja. Alguém que sabia ler declamava em voz alta e, como eram facilmente memorizáveis, os versos eram utilizados para a produção de novos poemas”

Em 1682, passou a escrever cada vez mais poesias satíricas e eróticas, onde expõe sem nenhum pudor a sociedade da época, o que lhe rendeu o apelido “Boca do Inferno”.

Acerca das palavras e expressões empregadas no texto, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q2549774 Português

TEXTO 1


"Eu e casca de bala". 

Se você usa muito o TikTok, é bem provável que tenha se deparado com essa expressão nas últimas semanas.

O termo viralizou graças ao hit "Casca de bala", cantado por Thullio Milionário, e virou "trend": pessoas aparecem nos vídeos com aqueles que seriam seus "cascas de bala", ou seja, pessoas próximas. 
Flávio Pizada Quente, compositor da música, explicou que percebeu a expressão sendo usada nas redes sociais. "Eu vi que as páginas de vaquejada estavam usando muito essa expressão. 'Hoje eu vou para a vaquejada com meu casca de bala'. Sou muito ligado nas redes sociais e tiro dali minhas ideias de música", disse em entrevista a Splash.

O artista de São João do Rio do Peixe (PB) explica: "Casca de Bala é aquele amigo que tá ali para tudo que vier".

Mas esse significado é novo. Rafael Gustavo Rigolon, professor de Ensino de Ciências na Universidade Federal de Viçosa (UFV), explica a Splash que essa definição ganhou força após o sucesso da música. 

Originalmente, a bala era a bala a bala que sai da arma mesmo. Já a casca, era a cápsula. "Em grande parte da literatura de algumas décadas atrás, o termo 'casca de bala' aparece apenas com o sentido de 'cápsula, cilindro que contém o projétil da arma de fogo'.

Originalmente, então, a bala em questão não é a guloseima e a casca não é a embalagem", explica Rigolon.

Assistindo ao clipe da música, ainda há outra interpretação: a de que o apelido do amigo é Casca de Bala. "Provavelmente, 'Casca de Bala' foi um termo que, no início, estaria associado a passar uma imagem de medo. Parece-me que o intuito de 'Casca de Bala', no 'hit' atual, era para ser um nome engraçado, já que o parceiro representado no clipe também pretende ser. Se 'Casca de Bala' causa medo; no clipe, a ironia caiu bem".

O termo foi ressignificado de forma bastante positiva e hoje você pode chamar seu amigão, parceiro e companheiro inseparável, de 'casca de bala', mesmo ele sendo um docinho.

De acordo com as informações do texto, qual é o significado original da expressão “casca de bala” na literatura antiga?
Alternativas
Q2549434 Português
Brasil é o 7° país com mais bilionários no
mundo; veja ranking.


    O Brasil é o sétimo país com mais bilionários do mundo. É o que mostra a mais recente lista anual da Forbes, divulgada nesta terça-feira (2). Ao todo, a lista tem 2.781 bilionários de 78 países.

    Por aqui, são 69 pessoas com patrimônio acima de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5 bilhões). O ranking nacional é encabeçado por Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, com uma fortuna avaliada em US$ 28 bilhões (R$ 141 bilhões).

    A lista também contempla a Livia Voigt, que com 19 anos e US$ 1,1 bilhão (R$ 5,5 bilhões), é a bilionária mais nova do país. Outros mais ricos no território brasileiros estão nas áreas de finanças e comidas e bebidas, como Vicky Safra e Jorge Paulo Lemann e família.

    Em último lugar do top 10, o Reino Unido tem, atualmente, 55 bilionários. O ranking é encabeçado pelo investidor britânico Michael Platt, com fortuna estimada em US$ 18 bilhões (R$ 90,7 bilhões). Território autônomo da China, Hong Kong aparece em nona posição, com 67 bilionários. O topo da lista ficou com o empresário Li Ka-Shing, com patrimônio de US$ 37,3 bilhões (R$ 187,9 bilhões).

     Na oitava posição, o Canadá conta com 67 bilionários, com a maior fortuna pertencente ao empresário David Thomson e sua família. Ao todo, a fortuna do presidente da Thomson Corporation é estimada em US$ 67,8 bilhões (R$ 341,6 bilhões).

   Em sétimo lugar, o Brasil tem 69 bilionários. A maior fortuna é de Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, com a bolada de US$ 28 bilhões (R$ 141 bilhões). Na sequência, aparece Vicky Safra e seus quatro filhos, com patrimônio avaliado em US$ 20,6 bilhões (R$ 103,7 bilhões). A Itália 73 bilionários, segundo o levantamento da Forbes. O mais rico do país é o atual presidente-executivo do grupo Ferrero SpA, Giovanni Ferrero, com patrimônio de US$ 43,8 bilhões (R$ 220,6 bilhões).

    Em quinto lugar no ranking, a Rússia tem, atualmente, 120 bilionários. A lista é liderada pelo presidente da empresa de óleo Lukoil, Vagit Alekperov, com fortuna estimada em US$ 28,6 bilhões (R$ 114,1 bilhões). Com 132 bilionários, a Alemanha ocupa a quarta posição na lista da Forbes. A maior fortuna do país pertence a Klaus-Michael Kühne, presidente honorário da Kuehne+Nagel International AG, avaliada em US$ 39,2 bilhões (R$ 197,5 bilhões).

    A Índia é o terceiro país no ranking, com 200 bilionários. O empresário indiano Mukesh Ambani, presidente da Reliance Industries, é o grande super-rico do país, com patrimônio de US$ 116 bilhões (cerca de R$ 584,5 bilhões). Em segundo lugar na lista, aparece a China, com um total de 406 bilionários. O mais rico do país é o empresário Zhong Shanshan, fundador da empresa de bebidas Nongfu Spring, com uma fortuna avaliada em US$ 62,3 bilhões (cerca de R$ 313,8 bilhões).

    Os Estados Unidos lideram o ranking de país com mais bilionários no mundo — são 813, no total. A lista é encabeçada por Elon Musk, com patrimônio estimado em US$ 195 bilhões (cerca de R$ 982,1 bilhões), seguida de Jeff Bezos, com US$ 194 bilhões (R$ 977 bilhões) e Mark Zuckerberg, com nada menos que US$ 177 bilhões (R$ 891,4 bilhões) na conta.


Fonte: Brasil é o 7° país com mais bilionários no mundo; veja ranking | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente um sinônimo adequado para o termo em destaque no período, considerando o contexto do texto: “É o que mostra a mais recente lista anual da Forbes, divulgada nesta terça-feira (2)”.
Alternativas
Q2549222 Português

Panelas e saúde



Panelas metálicas fazem mal ........ saúde? Panelas podem liberar resíduos e contaminar os alimentos? Considerações como essas assustam os consumidores, mas não são reais.


Pois é, o assunto volta e meia vem ...... tona e, recentemente, aqueceu as redes sociais.......... acusação era de que os tipos metálicos não seriam seguros. Ocorre que a afirmação carece de comprovação científica. “Utensílios que entram em contato com alimentos precisam de uma certificação do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), e não ........ nenhum estudo significativo que justifique mudanças nas panelas aprovadas atualmente”, esclarece a nutricionista Beatriz Tenuta, autora do livro Negócios com Comida. Segundo ela, que também é professora do Centro Universitário São Camilo, na capital paulista, ........ maior diferença entre os materiais autorizados é o tempo de transferência de calor para os alimentos, o que pode alterar o período de cozimento.


Mas jamais devemos usar panelas de cobre, pois segundo pesquisas, o mineral pode causar danos renais e cerebrais. As panelas de cobre não são aprovadas pelo INMETRO.


VejaSaúde. Editora Abril, São Paulo. Edição 503, maio de 2024; adaptado.

Identifique a palavra (entre parênteses) que completa corretamente as frases abaixo.


A (fachineira / faxineira) desastrada, (mecheu / mexeu) nos enfeites da casa toda!

(Economisou / Economizou) bastante e comprou uma linda (casinha / cazinha).

Abriu uma (exceção / excessão), trocou a (viagem / viajem) deste ano pela compra de uma nova TV.


Assinale a alternativa que apresenta as palavras que completam corretamente as frases.
Alternativas
Q2549221 Português

Panelas e saúde



Panelas metálicas fazem mal ........ saúde? Panelas podem liberar resíduos e contaminar os alimentos? Considerações como essas assustam os consumidores, mas não são reais.


Pois é, o assunto volta e meia vem ...... tona e, recentemente, aqueceu as redes sociais.......... acusação era de que os tipos metálicos não seriam seguros. Ocorre que a afirmação carece de comprovação científica. “Utensílios que entram em contato com alimentos precisam de uma certificação do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), e não ........ nenhum estudo significativo que justifique mudanças nas panelas aprovadas atualmente”, esclarece a nutricionista Beatriz Tenuta, autora do livro Negócios com Comida. Segundo ela, que também é professora do Centro Universitário São Camilo, na capital paulista, ........ maior diferença entre os materiais autorizados é o tempo de transferência de calor para os alimentos, o que pode alterar o período de cozimento.


Mas jamais devemos usar panelas de cobre, pois segundo pesquisas, o mineral pode causar danos renais e cerebrais. As panelas de cobre não são aprovadas pelo INMETRO.


VejaSaúde. Editora Abril, São Paulo. Edição 503, maio de 2024; adaptado.

Identifique a palavra (entre parênteses) que completa corretamente as frases abaixo.


Ela agiu com muita (descrição / discrição), não comentando sobre o assunto.

Que (cavaleiro / cavalheiro)! Puxou a cadeira para sua noiva sentar.

Aquele rapaz (infligiu / infringiu) as leis de trânsito ao dirigir embriagado.


Assinale a alternativa que apresenta as palavras que completam corretamente as frases.
Alternativas
Q2549152 Português
O mundo não vai acabar. Mas vai.



       O Rio Grande do Sul está enfrentando o pior desastre natural de sua história. (...) O volume de chuvas inédito – em uma semana, já caiu metade de toda a precipitação prevista para 2024 – é, em grande parte, culpa de uma sequência de frentes frias que deveriam ter cruzado os céus gaúchos só de passagem, mas acabaram estacionando em cima do estado e derramando toda a água ali.

      O trânsito de nuvens na atmosfera congestionou porque, em pleno outono, uma onda de calor atingiu o Sudeste e o Centro-Oeste e bloqueou o caminho dessas frentes para latitudes mais altas.

        E essa onda não foi a primeira, é claro. O outro surto de temperaturas extremas que o Centro-Sul do Brasil encarou no meio de março, dias antes do início do outono, foi um marco na série histórica. A cidade de São Paulo bateu um recorde de temperatura para o mês: 37,4°C em 16 de março. Um dia depois, o município do Rio registrou sensação térmica de 62,3°C. Parte do crédito por esse caos, você sabe, é do El Niño, uma mudança na circulação dos ventos e das águas no Pacífico que ocorre de maneira cíclica e sempre acentua o verão brasileiro.

     Mas a culpa também é nossa. O calor é consequência da emissão desmedida de gases de efeito estufa pelo ser humano desde o início da era industrial, no século 18. A temperatura média global no El Niño de 1998 foi 0,64°C acima da média. Em 2005, 0,69°C. Em 2010, 0,71°C. Em 2016, 0,99°C. O Menino está cada vez mais quente.

      Pouca gente, porém, parece desesperada. Uma reportagem do Jornal Hoje exibida em 18 de março descreveu o último final de semana do verão como “caprichado”, e mostra uma banhista feliz com o prospecto de tomar uma dose cavalar de radiação UV: “amo calor, amo verão, espero que nunca acabe”. Por que sofremos de uma incapacidade crônica de entender a gravidade das mudanças climáticas?

      Deslizamentos de terra e enchentes como no Rio Grande do Sul (2024), no litoral norte de São Paulo (2023) e em Petrópolis (2022) geram comoção no noticiário, mas logo desaparecem da memória de todos, com exceção dos diretamente afetados. É muito difícil entender fatos afastados no tempo como capítulos de um mesmo processo gradual de degradação ecológica. Mas eles são: com um aumento de 1°C na temperatura média global, que já aconteceu, chuvas extremas têm 6,7% mais água e inundações se tornam 30% mais comuns.

       Além de uma percepção inadequada do tempo geológico, há o problema de que somos péssimos em fazer sacrifícios em curto-prazo para colher benefícios em longo-prazo. Sair de carro alivia minha preguiça agora, enquanto pressionar as autoridades por políticas públicas para melhorar o transporte público salvará meus netos – além de ser uma ação de resultado incerto, que depende de algum grau de ação coletiva.

      São obstáculos psicológicos, acima de tudo, que precisamos transpor para combater com eficácia as mudanças climáticas. Nossos cérebros não evoluíram para entender como ameaça o que não nos afeta perceptivelmente.

     Em suma: não é o mundo que vai acabar se deixarmos as mudanças climáticas rolarem soltas. Só o mundo como o conhecemos. E o que é o mundo senão o que você conhece? Pense em cada casa, escola, restaurante etc. que estão debaixo d’água no Rio Grande do Sul: nós somos os lugares em que vivemos, as memórias que cultivamos, as pessoas que amamos e até nossos objetos favoritos. O aquecimento global pode parecer um problema abstrato, mas já estamos experimentando suas consequências reais. Para as vítimas de tragédias ambientais, o mundo já acabou. E agora elas precisam reconstruí-lo.



(VAIANO, Bruno. O mundo não vai acabar. Mas vai. Revista Superinteressante, 2024. Adaptado.)
O título do texto – “O mundo não vai acabar. Mas vai.” – sugere uma aparente contradição. Considerando as informações veiculadas no texto, pode-se compreender que o mundo
Alternativas
Q2549151 Português
O mundo não vai acabar. Mas vai.



       O Rio Grande do Sul está enfrentando o pior desastre natural de sua história. (...) O volume de chuvas inédito – em uma semana, já caiu metade de toda a precipitação prevista para 2024 – é, em grande parte, culpa de uma sequência de frentes frias que deveriam ter cruzado os céus gaúchos só de passagem, mas acabaram estacionando em cima do estado e derramando toda a água ali.

      O trânsito de nuvens na atmosfera congestionou porque, em pleno outono, uma onda de calor atingiu o Sudeste e o Centro-Oeste e bloqueou o caminho dessas frentes para latitudes mais altas.

        E essa onda não foi a primeira, é claro. O outro surto de temperaturas extremas que o Centro-Sul do Brasil encarou no meio de março, dias antes do início do outono, foi um marco na série histórica. A cidade de São Paulo bateu um recorde de temperatura para o mês: 37,4°C em 16 de março. Um dia depois, o município do Rio registrou sensação térmica de 62,3°C. Parte do crédito por esse caos, você sabe, é do El Niño, uma mudança na circulação dos ventos e das águas no Pacífico que ocorre de maneira cíclica e sempre acentua o verão brasileiro.

     Mas a culpa também é nossa. O calor é consequência da emissão desmedida de gases de efeito estufa pelo ser humano desde o início da era industrial, no século 18. A temperatura média global no El Niño de 1998 foi 0,64°C acima da média. Em 2005, 0,69°C. Em 2010, 0,71°C. Em 2016, 0,99°C. O Menino está cada vez mais quente.

      Pouca gente, porém, parece desesperada. Uma reportagem do Jornal Hoje exibida em 18 de março descreveu o último final de semana do verão como “caprichado”, e mostra uma banhista feliz com o prospecto de tomar uma dose cavalar de radiação UV: “amo calor, amo verão, espero que nunca acabe”. Por que sofremos de uma incapacidade crônica de entender a gravidade das mudanças climáticas?

      Deslizamentos de terra e enchentes como no Rio Grande do Sul (2024), no litoral norte de São Paulo (2023) e em Petrópolis (2022) geram comoção no noticiário, mas logo desaparecem da memória de todos, com exceção dos diretamente afetados. É muito difícil entender fatos afastados no tempo como capítulos de um mesmo processo gradual de degradação ecológica. Mas eles são: com um aumento de 1°C na temperatura média global, que já aconteceu, chuvas extremas têm 6,7% mais água e inundações se tornam 30% mais comuns.

       Além de uma percepção inadequada do tempo geológico, há o problema de que somos péssimos em fazer sacrifícios em curto-prazo para colher benefícios em longo-prazo. Sair de carro alivia minha preguiça agora, enquanto pressionar as autoridades por políticas públicas para melhorar o transporte público salvará meus netos – além de ser uma ação de resultado incerto, que depende de algum grau de ação coletiva.

      São obstáculos psicológicos, acima de tudo, que precisamos transpor para combater com eficácia as mudanças climáticas. Nossos cérebros não evoluíram para entender como ameaça o que não nos afeta perceptivelmente.

     Em suma: não é o mundo que vai acabar se deixarmos as mudanças climáticas rolarem soltas. Só o mundo como o conhecemos. E o que é o mundo senão o que você conhece? Pense em cada casa, escola, restaurante etc. que estão debaixo d’água no Rio Grande do Sul: nós somos os lugares em que vivemos, as memórias que cultivamos, as pessoas que amamos e até nossos objetos favoritos. O aquecimento global pode parecer um problema abstrato, mas já estamos experimentando suas consequências reais. Para as vítimas de tragédias ambientais, o mundo já acabou. E agora elas precisam reconstruí-lo.



(VAIANO, Bruno. O mundo não vai acabar. Mas vai. Revista Superinteressante, 2024. Adaptado.)

Assinale a alternativa em que a expressão destacada em I, quando substituída pelo termo destacado em II, acarreta sensível alteração de sentido.

Alternativas
Respostas
1761: C
1762: C
1763: B
1764: B
1765: E
1766: E
1767: C
1768: D
1769: B
1770: C
1771: B
1772: B
1773: D
1774: B
1775: C
1776: C
1777: E
1778: C
1779: B
1780: A