Questões de Concurso Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q2253517 Português
As verdades da Ciência

         Li recentemente nos jornais que o renomado cientista Stephen Hawking fez uma declaração sensacional, para dizer o mínimo. Afirma que cometeu um erro ao enunciar, nos anos 70, a sua teoria dos buracos negros, e agora se prepara para apresentar as devidas correções diante de um plenário de cientistas. Para entender o de que vou aqui tratar não é necessário saber o que são os buracos negros; basta lembrar que constituem uma das questões mais controversas e cativantes da astrofísica moderna.
        Para os que lidam com as ciências, não há nada de excepcional nessa atitude de Hawking, mas entendo que o episódio deva ser levado ao conhecimento dos jovens de todas as escolas não-fundamentalistas e leigas, para que reflitam sobre os princípios da ciência moderna. Esta não crê que o novo está sempre certo, ou que a verdade reside congelada num passado remoto. Ao contrário, ela se baseia no princípio da “falibilidade”, segundo o qual a ciência avança corrigindo-se constantemente, desmentindo suas hipóteses por meios de tentativa e erro, reconhecendo os próprios enganos e considerando que um experimento malsucedido não é um fracasso, podendo ser tão valioso quanto outro bem-sucedido, por provar que determinada linha de pesquisa estava equivocada, e que é necessário corrigi-la, ou mesmo recomeçar do zero.
      Esse modo de pensar opõe-se a todas as formas de fundamentalismo, a todas as interpretações literais das sagradas escrituras – também passíveis de constante reinterpretação – e a todas as certezas dogmáticas das próprias idéias. Essa é a boa “filosofia”, no sentido cotidiano e socrático do termo, que a escola deveria ensinar.

Umberto Eco
(Adaptado do site http:// revistaentrelivros.uol.com.br)
Esta é uma das acepções da palavra fundamentalismo, no Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa:
qualquer corrente, movimento ou atitude, de cunho conservador e integrista, que enfatiza a obediência rigorosa e literal a um conjunto de princípios básicos.
Considerando-se essa acepção, o fundamentalismo a que se refere Umberto Eco em seu texto
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Q1639847 Português
Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

    Com as agravantes do desmatamento e do aquecimento global, a seca na Amazônia ganha alguns contornos de novidade que se dissipam no longo curso da história da região. De acordo com o meteorologista Pedro Dias, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a atual redução das chuvas se encaixa no padrão de ciclos observado na Amazônia no último século. É o que os técnicos chamam de “variabilidade decadal do Oceano Pacífico”, que impacta o Atlântico.
    Os regimes de chuvas ao norte e ao sul do Rio Amazonas se têm alternado, em ciclos de três décadas, ao longo de 120 anos. Nos anos 40, 50 e 60 choveu menos na Amazônia. Nas três décadas seguintes, as chuvas aumentaram. Agora, no início do século XXI, a região pode estar começando um novo ciclo de 10% a 15% a menos de chuva, assim como aconteceu no início do século XX. “Nos últimos 100 a 120 anos, os ciclos têm sido bastante regulares”, diz.
    Coincidentemente, as variações possivelmente causadas pelo efeito estufa também são da ordem de 10% a 15%. “Há um consenso de que o aumento do efeito estufa já tem uma magnitude comparável à da variação natural”, registra Pedro Dias. Assim, o que poderia acontecer, falando grosseiramente, é que a variação causada por esse efeito venha se somar à variação natural, duplicando o impacto sobre o ambiente. O meteorologista salienta, em qualquer caso, que se trata de variações médias ao longo de três décadas, e não de ano a ano, quando o comportamento pode ser bem diferente.
    Numa escala ainda maior de tempo, a atual seca se torna mais relativa. Entre 5 mil e 3 mil anos atrás, onde hoje existe floresta, havia grandes extensões de savana, característica de regiões com longos períodos de seca. Também há registros de grandes variações nas chuvas e de períodos em que os rios baixaram, causando mudanças significativas na fauna e na flora, lembra Virgílio Viana, Secretário do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas.
    “Esta é a maior seca com internet e cobertura em tempo real”, ironiza Elpídio Gomes Filho, Superintendente da Administração das Hidrovias da Amazônia Ocidental (Ahimoc). Adaptados a grandes variações de profundidade dos rios entre os períodos de chuva e de estiagem, os portos da Amazônia têm um sistema de braços flutuantes – inventado pelos ingleses – que sobem e descem, acompanhando a superfície da água.
    “Os rios sobem 14 metros durante 6 meses e descem 14 metros durante 6 meses, de forma previsível, milenar e regularmente”, assegura Elpídio.

(Adaptado de Lourival Sant’Anna, O Estado de S. Paulo, 16 de outubro de 2005, A 13).
A expressão do texto cujo sentido original está corretamente reproduzido em outras palavras, é:
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Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332928 Português

Leia o texto abaixo e responda, em seguida, à questão proposta.


    Crescimento de 7,5% ao ano das igrejas evangélicas brasileiras, um milhão de católicos presentes ao velório do Papa João Paulo II no Vaticano, conversões em massa, na Índia, ao hinduísmo: o que esses eventos têm em comum? Dizer “Deus” é apostar em uma resposta arriscada. Se existe um deus, ou vários, ou não, é um dado que a ciência ainda não é capaz de provar, talvez nunca seja. Mas por que cremos é algo que já pode ser mais bem compreendido. E trabalhos recentes afirmam que as bases da fé estão nos nossos instintos primitivos, como a nossa tendência natural a comer mais do que precisamos, nossa preferência por parceiros fortes e saudáveis para a reprodução e a nossa capacidade de ser feliz (ou a falta dela).

    Até um quarto de século atrás, os cientistas acreditavam que o comportamento religioso era produto da socialização ou da educação recebida em casa. Não é o que diz a pesquisa de Laura Koenig, psicóloga americana da Universidade de Minnesota, que acaba de divulgar o resultado de seus estudos com gêmeos. Em seu relatório, Koenig atribui ao DNA cerca de 40% de participação no nível de religiosidade de uma pessoa. É um número que impressiona. Para se ter uma comparação, sabe-se que os genes são responsáveis por 27 % dos casos de câncer de mama, por exemplo.

     Mais de 250 pares de gêmeos, idênticos e nãoidênticos, responderam a perguntas sobre a freqüência de serviços religiosos, orações e discussões teológicas em suas vidas. Dados sobre pais e outros irmãos também foram coletados. Conclusão: quando eram mais novos, e conviviam mais com outros membros da família, todos tendiam a ter um nível de espiritualidade semelhante, demonstrando forte influência do ambiente na decisão; na idade adulta, somente os univitelinos (que têm carga genética 100% igual) continuavam compartilhando os mesmos índices:

    – Quando os filhos saem de casa e entram na universidade ou no trabalho, a interferência dos pais começa a enfraquecer – diz a pesquisadora. – Nesse ponto, temos de tomar as nossas próprias decisões e a biologia passa a falar mais alto.

    Em suma: sejamos crentes ou céticos, a “culpa”, em grande parte, é da nossa genética.

(Adaptado de ARTONI, Camila. Os genes de Deus. Galileu. São Paulo: Editora Globo, n. 166, maio de 2005, p. 46.)

Em cada alternativa abaixo, busca-se substituir uma palavra por um sinônimo. A substituição não é bem sucedida em:
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Q1228798 Português
“Se amamos genuinamente gostamos que a pessoa amada seja querida por outros familiares e amigos.”



Amar genuinamente
significa que o amor é: 
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Ano: 2005 Banca: FCC Órgão: TRE-RN
Q1199631 Português
O Brasil foi jogar bola no Haiti e isso não teve nada a ver com preparação para a próxima Copa. Quem estava em campo era a diplomacia. Para comprovar, basta ver a cobertura da televisão: em vez da Fifa, era a ONU que aparecia nas imagens. No lugar do centroavante, era o presidente do país que atraía a atenção dos repórteres. Não foi a primeira nem será a última vez em que futebol e política se misturaram. É por causa dessa proximidade que alguns estudiosos olham para o gramado e enxergam um retrato perfeito da sociedade. A bola está na moda entre os analistas políticos. Se 22 jogadores em campo podem resumir o mundo, surge então a dúvida: por que justamente o futebol, e não o cinema ou a literatura? “A arte sempre será produto da imaginação de uma pessoa. O futebol é parte da comunidade, da economia, da estrutura política. É um microcosmo singular”, diz um jornalista americano. Não apenas singular, mas global. É o esporte mais popular do planeta. Uma fama, aliás, que tem razões pouco esportivas. “O futebol nasceu na Inglaterra numa época em que os ingleses tinham um império e viajavam por muitos países. Ferroviários levaram a bola para a América do Sul, petroleiros para o Oriente Médio”, acrescenta ele.  Mas é preciso não confundir o papel do esporte. Ele faz entender, mas não muda o mundo. “Não se trata de uma força revolucionária capaz de transformar uma nação. É apenas um enorme espelho que reflete a sociedade em que vivemos”, diz outro especialista. Em 1990, quando o Brasil, sob a tutela de Sebastião Lazzaroni, foi eliminado da Copa, o presidente era Fernando Collor. Além de contemporâneos, eles foram ícones de uma onda que varreu o país na virada da década: a febre dos importados. Era uma fase em que se idolatrava o que vinha de fora – a solução dos problemas estava no exterior. Motivos existiam: com o mercado fechado aos importados, a indústria estava obsoleta e pouco competitiva. O estilo futebol-arte da seleção, por sua vez, completava 20 anos de frustrações em Copas. Collor e Lazzaroni bancaram o risco. Enquanto o presidente prometia revolucionar a economia com tecnologia estrangeira, o treinador se inspirou numa tática européia, colocou um líbero em campo e a seleção jogou na retranca. O resultado todos conhecem.    (Gwercman, Sérgio. Como o futebol explica o mundo. Superinteressante, São Paulo, num.205, p. 88 e 90, out. 2004.Com adaptações)  
Uma fama, aliás, que tem razões pouco esportivas. (meio do 2º parágrafo)
É correto afirmar, considerando-se o contexto, que a frase transcrita acima

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Ano: 2005 Banca: FCC Órgão: CEAL
Q1197783 Português
     Ampliar a expectativa de vida da humanidade é responsabilidade da ciência e da medicina, certo? Não apenas. Cada pessoa tem uma grande contribuição a dar nesse sentido. Afinal, tão importante quanto combater as doenças é melhorar as condições gerais de vida: promover a alimentação saudável e a prática de exercícios, combater o fumo e a obesidade, reduzir a violência urbana e no trânsito. 
    Se a ciência tem feito a parte que lhe cabe, a humanidade está devendo. Acidentes automobilísticos matam 1,2 milhão de pessoas por ano, a maior parte delas abaixo dos 40 anos. À medida que fabricantes desenvolvem modelos de carros desnecessariamente velozes, o número de vítimas fatais nas estradas cresce 5% ao ano. (...)    Um dos maiores empecilhos para que a expectativa de vida da humanidade dê um salto é o abismo entre ricos e pobres. De acordo com uma nova metodologia da Organização Mundial da Saúde (OMS) − que leva em conta a expectativa de vida sem o convívio com problemas como amputações, cegueira, paralisia e seqüelas causadas por doenças como a malária −, os japoneses irão viver 74,5 anos em saúde plena, enquanto os moradores de Serra Leoa, o país com as piores condições de vida no mundo, viverão 28,6 anos.    A diferença brutal indica que o acesso aos avanços da medicina continuará nas próximas décadas restrito à elite. Enquanto a ciência desenvolve exames apurados e terapias sofisticadas, muitas nações africanas enfrentarão problemas básicos como a falta de água potável.  (OLIVEIRA, Maurício. O livro do futuro. Superinteressante. Abril, p. 35, mar. 2005)
Cada pessoa tem uma grande contribuição a dar nesse sentido. (início do texto)

A frase que substitui a expressão grifada acima, sem alterar o sentido original do texto, é:
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Ano: 2005 Banca: FCC Órgão: CEAL
Q1191023 Português
  Pão de Açúcar, em Alagoas, não é a capital fluminense. Mas é quase. Tem vontade de ser e se diverte com o parentesco maluco que ganha vida nos bairros homônimos, como Bonsucesso e Humaitá, numa orla de areia conhecida como Copacabana, num Cristo Redentor, no culto à vida ao ar livre e até em um incrível povoado vizinho chamado Niterói, do lado sergipano do São Francisco. O curioso é que não há nenhuma explicação oficial para o caso. Ninguém sabe como nem por que surgiram tantas coincidências, nem se foram planejadas ou não.    Os primeiros colonizadores, no século XVII, descobriram um lugar conhecido como Jaciobá (“espelho da lua”), um devaneio dos índios urumaris diante da beleza do reflexo lunar no rio. O nome atual nasceu durante o ciclo da cana e deriva da genuína ligação natural entre a cidade e o Rio de Janeiro: dois montes idênticos, cujo desenho lembra o de uma forma usada para refinar açúcar – o “pão-de-açúcar”. Já o “mar” do sertão sempre foi o rio São Francisco.  (RIBEIRO, Ronaldo. O sertão que virou mar. National Geographic, ano 2, no 15, p. 124-125, jul. 2001, com adaptações) 
... que ganha vida nos bairros homônimos ... (3ª linha) 

Entende-se, do contexto, que a palavra grifada quer dizer
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Ano: 2005 Banca: IPAD Órgão: CBTU
Q1182282 Português
No trecho “... atividades que não requerem do educando uma abertura para o outro, para um interlocutor, podem estar  fadadas ao insucesso profissional.”, o termo destacado tem o sentido de:
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Q452880 Português
      Na inventada época em que se amarrava cachorro com lingüiça,lutei e consegui emprego de jornalista na redação de um matutino paulistano. A palavra lutar é correta. Tive de passar por uma prova de conhecimentos que nem de longe se comparava às exigências que hoje se fazem para oferecer trabalho com honestidade. O aprendizado era feito de descobertas e novidades; havia prazer e emoção no enfronhar-me no ofício que viria a ocupar boa parte de minha vida. Só num único e mesmo jornal permaneci mais de vinte anos. Esse período permitiu conviver com numerosos colegas cujos destinos se cruzavam, tomavam caminhos paralelos ou simplesmente alteravam o curso.
      Algumas figuras se tornaram sombras, nunca mais ouvi falar, a não ser vagamente. Se a memória pudesse ser reavivada para livrar-se do azinhavre do tempo, tentaria recuperar a história do desaparecimento do capitão Vânio, companheiro de redação. Fiquei sabendo por alto, morreu nas masmorras do Chile, defendendo uma causa política, com suas idéias heróicas. Nunca soube com exatidão como foi o fim daquele oficial que parecia suave anjo de voz tranqüila.
      Amenizando o passado, poderia também evocar a lembrança de outro colega, mais voltado para as conquistas do capitalismo prático, que largou o jornalismo e o trocou por uma agência de publicidade - onde os salários poderiam ser menos virtuosos, porém mais compensadores. E nesse meritório ramo desenvolveu grande capacidade criativa. O resultado mais notável foi uma frase que ajudou a vender a rodo a então ainda tímida cerveja Níger. A frase, parentemente simples, cativava inteligências e paladares: Níger - nem doce nem amarga. Foi um sucesso estrondoso. Eu próprio, movido pela curiosidade do bordão, me tornei freguês do achado publicitário, se bem que nunca fui de abandonar as “loirinhas bem geladas”. A Níger era escura. Ou, se preferem, mulata. Questão de gosto, de paladar.
(Lourenço Diaféria. Almanaque Brasil de Cultura Popular,julho de 2004)

A frase inicial do 3º parágrafo permite afirmar corretamente que, para o cronista, o passado
Alternativas
Q452879 Português
      Na inventada época em que se amarrava cachorro com lingüiça,lutei e consegui emprego de jornalista na redação de um matutino paulistano. A palavra lutar é correta. Tive de passar por uma prova de conhecimentos que nem de longe se comparava às exigências que hoje se fazem para oferecer trabalho com honestidade. O aprendizado era feito de descobertas e novidades; havia prazer e emoção no enfronhar-me no ofício que viria a ocupar boa parte de minha vida. Só num único e mesmo jornal permaneci mais de vinte anos. Esse período permitiu conviver com numerosos colegas cujos destinos se cruzavam, tomavam caminhos paralelos ou simplesmente alteravam o curso.
      Algumas figuras se tornaram sombras, nunca mais ouvi falar, a não ser vagamente. Se a memória pudesse ser reavivada para livrar-se do azinhavre do tempo, tentaria recuperar a história do desaparecimento do capitão Vânio, companheiro de redação. Fiquei sabendo por alto, morreu nas masmorras do Chile, defendendo uma causa política, com suas idéias heróicas. Nunca soube com exatidão como foi o fim daquele oficial que parecia suave anjo de voz tranqüila.
      Amenizando o passado, poderia também evocar a lembrança de outro colega, mais voltado para as conquistas do capitalismo prático, que largou o jornalismo e o trocou por uma agência de publicidade - onde os salários poderiam ser menos virtuosos, porém mais compensadores. E nesse meritório ramo desenvolveu grande capacidade criativa. O resultado mais notável foi uma frase que ajudou a vender a rodo a então ainda tímida cerveja Níger. A frase, parentemente simples, cativava inteligências e paladares: Níger - nem doce nem amarga. Foi um sucesso estrondoso. Eu próprio, movido pela curiosidade do bordão, me tornei freguês do achado publicitário, se bem que nunca fui de abandonar as “loirinhas bem geladas”. A Níger era escura. Ou, se preferem, mulata. Questão de gosto, de paladar.
(Lourenço Diaféria. Almanaque Brasil de Cultura Popular,julho de 2004)

Observa-se, no 2º parágrafo do texto,
Alternativas
Q411626 Português
imagem-071.jpg


Assinale a opção em que a substituição proposta tornaria o texto incorreto.
Alternativas
Q176611 Português
A frase inteiramente correta é:

Alternativas
Q175064 Português
Uma antiga revista de humor , Pif-Paf, trazia o seguinte slogan:
“Cada número é exemplar, cada exemplar é um número!”;
nesta frase, as palavras “número” e “exemplar” trocaram:

Alternativas
Q175061 Português
Uma coluna do jornal Lance dizia o seguinte:
“Isto só será possível se o clube transformar-se em empresa, o presidente do clube trabalhar por isso e o torcedor reaver a confiança no time”.
O erro gramatical presente nesse segmento de texto é:

Alternativas
Q173675 Português
Assinale a opção que traz, respectivamente, sinônimos de “extático” e “anomalia”.
Alternativas
Q173673 Português
Para o Professor Giannetti, poupança precaucionária corresponde a:
Alternativas
Q173670 Português
O conceito de economia adotado no texto NÃO comporta a noção de:
Alternativas
Q173669 Português
Os termos “miopia” e “juros” usados figuradamente no texto mantêm em comum com os sentidos originais os seguintes aspectos:
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Q102722 Português
Texto III

1                 A Semana de 22 marcou o  início da afirmação  cultural
       brasileira. Nos anos 30 há um intenso  processo  de construção
       do imaginário  nacional,  mesmo  com um certo  viés autoritário.
4                 A importância  histórica dessa construção fica  clara  no
       pós-guerra até o período JK, quando a exaltação  do  país passa
       a ser feita por todos, de músicos a esportistas.
7                 O subdesenvolvimento é como a miséria. Mais   do   que
       a  falta  de   recursos,  é   um  estado  de   espírito,  uma   baixa
       auto-estima que impede pessoas e nações de terem vontade da
10   superação.
                 A parcela internacional-provinciana do  país  é  restrita,
       sem expressão política e econômica e  sobreviverá  por  mais
13    algum tempo, enquanto tiver serventia para os efetivamente
       poderosos.
                 No mais, os jornalistas somos basicamente  brasileiros,
16    assim    como   o    Poder  Judiciário,   juízes   e   advogados,
        engenheiros e médicos, a  classe  política,  as  pequenas   e
       médias empresas, a universidade pública, parte relevante  da
19    intelectualidade, os músicos, a classe artística e, obviamente,
       o povão.
                 Por tudo isso, dá para ter esperança de  que  a  grande
22    noite de provincianismo, de descompromisso com o país, em
        breve não será mais do que um  desses  rascunhos  que,  no
        máximo, ajudarão a reescrever a  história  pitoresca  do  país.


Haverá erro gramatical no texto III, caso se substitua
Alternativas
Q42514 Português
Assinale a opção que corresponde a erro gramatical ou de seleção lexical.

As audiências públicas para a(1) elaboração dos planos de recursos hídricos, de todos os níveis, representam a concretização simultânea(2) da informação e da participação e devem estar(3) integradas ao(4) processo decisório de outorga das águas. Há necessidade de preverem-se(5) a participação da sociedade civil no processo decisório das outorgas hídricas, incluindo-se nesta participação os comitês de bacias hidrográficas.

(Adaptado de
http://www.esmpu.gov.br/eventos/2003/direito_ambiental.htm)

Alternativas
Respostas
13621: C
13622: B
13623: C
13624: A
13625: D
13626: A
13627: E
13628: A
13629: C
13630: A
13631: E
13632: D
13633: A
13634: C
13635: A
13636: B
13637: C
13638: B
13639: C
13640: E