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Questões de Concurso Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

Foram encontradas 13.771 questões

Q301240 Português
Ao analisar as etapas do desenvolvimento do conceito de cidade no Texto II, o autor conclui que
Alternativas
Q301239 Português
No Texto I, a forma verbal seria (L. 56) é empregada para
Alternativas
Q301230 Português
A expressão por outro lado (L. 60), no início do último parágrafo do Texto I, estabelece uma relação de contraste entre as seguintes ideias:
Alternativas
Q301229 Português
O termo em destaque, nas frases do Texto I, refere-se à informação contida nos colchetes em:
Alternativas
Q301227 Português
De acordo com o Texto I, a dialética da mudança é devida
Alternativas
Q300538 Português
Considere o emprego do verbo levar no trecho: “Uma competição não dura apenas alguns minutos. Leva anos”.

A frase em que esse verbo está usado com o mesmo sentido é:
Alternativas
Q300523 Português
As palavras destacadas nos trechos retirados do texto referem-se ao que está entre colchetes em:
Alternativas
Q300522 Português
No texto, a palavra minuciosamente (L. 13-14) pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
Alternativas
Q300519 Português
A expressão de ponta (L. 5) está usada, no texto, com o mesmo sentido que apresenta em:
Alternativas
Q300518 Português
No trecho “Na luta para melhorar...” (L. 1), a palavra luta, empregada metaforicamente, passa a ter o sentido de
Alternativas
Q298274 Português
Imagem 001.jpg

Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os próximos itens.
Na linha 11, o vocábulo “pois” está empregado com valor conclusivo, equivalendo a portanto.
Alternativas
Q297748 Português
Relacione as colunas 1 e 2, de acordo com a relação que a conjunção estabelece no período.

Coluna 1 Período

1. Adoram peixes mas não gostam de pescar.

2. Vim cauteloso e não fiz barulho.

3. Gritou, que eu ouvi.

4. À medida que envelheço, vou me desfazendo dos predicativos passageiros.

5. O candidato não apresentou os documentos, portanto não pôde entrar na sala de provas.

Coluna 2 Relação

( ) relação de adição

( ) relação de oposição

( ) relação de proporção

( ) relação de conclusão

( ) relação de explicação ou confirmação

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q296944 Português
Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, os processos de formação das palavras “guarda-sol”, “felizmente” e “quilo”.

Alternativas
Q296794 Português
Com a morte do arquiteto Oscar Niemeyer, um jornal publicou o seguinte título.

Ateu e com medo de avião, voou e teve missa.

A relação que se estabelece entre os elementos do período é de
Alternativas
Q292839 Português
Quem sabe seus museus, prédios governamentais e catedrais não tivessem mesmo sido construídos para ilustrar essa perplexidade? (3o parágrafo)

De acordo com o contexto, o sentido do elemento grifado acima pode ser adequadamente reproduzido por:
Alternativas
Q292305 Português
Imagem 001.jpg

Com relação às ideias e às estruturas gramaticais do texto, julgue
os itens de 1 a 10.
Caso a expressão “combustíveis fósseis” (L.6) fosse substituída pela forma no singular combustível fóssil, o período em que essa expressão se insere se tornaria ambíguo.
Alternativas
Q3005443 Português

Na frase ''E provável que eu consiga terminar a tarefa hoje'', o termo grifado significa:

Alternativas
Q3004636 Português

As questões 1 e 2 baseiam-se no poema abaixo:


Célula


A alma é um absoluto fora-da-lei

assaltante contumaz do corpo

com pé-de-caba-fantasmático

que entra-e-sai, a alma é ah!

instantâneo em qualquer disfarce:

aparência de água, ar

insinuação de mercúrio

cara enluvada por meia de náilon

capuz sem furos, avessa e celofane

sombra que a luz seca, vice-versa.

Armando Freitas Filho

O significado da palavra ''contumaz'' no poema pode ser:

Alternativas
Q2944616 Português

Para responder às questões de 7 a 10, leia o texto a seguir.


Jipe em Marte usa arma laser pela primeira vez em rocha


O jipe-robô Curiosity, pousado em Marte desde o início de agosto, usou sua arma laser pela primeira vez. O alvo foi uma rocha, cujo conteúdo mineral será analisado.

Os cientistas encarregados da missão declararam que essa primeira tentativa foi um sucesso.

O jipe, um laboratório robótico, atirou 30 pulsos de laser em uma pedra do tamanho de um punho por um período de dez segundos, segundo nota da Nasa.

Cada pulso leva uma energia de 1 milhão de watts por cinco (*) de segundo, vaporizando um pedaço da rocha do tamanho de uma cabeça de alfinete e criando uma pequena fagulha, que é analisada por um telescópio montado no jipe.

O brilho ionizado, que pode ser observado a até sete metros de distância, é separado em comprimentos de onda por três espectrômetros que dão informações aos cientistas sobre a composição química da rocha.

O sistema, chamado Chemistry-and-Camera ou ChemCam ("química e câmera"), é capaz de identificar mais de 6.000 comprimentos de onda no espectro ultravioleta, infravermelho e de luz visível e pode fazer 14 mil análises durante a missão em Marte.

O propósito desse primeiro uso do laser foi um treino de pontaria do instrumento. Mas os cientistas vão analisar os dados da rocha, que eles chamaram de "Coronation" ("coroação").

"Conseguimos um ótimo espectro da Coronation, muitos sinais", afirmou o líder dos estudos da ChemCam, Roger Wiens, do Laboratório Nacional de Los Alamos, no Novo México (EUA), onde o instrumento foi desenvolvido. "Depois de oito anos construindo o aparelho, é hora do pagamento."

O jipe Curiosity, veículo do tamanho de um carro pequeno, aterrissou em uma cratera perto do equador de Marte no dia 6 de agosto. Sua missão, inicialmente de dois anos, é determinar se o planeta pode ter tido vida microbiana.

(Disponível em www.folho.uol.com.br)

O sinal (*), no quarto parágrafo, pode ser substituído adequadamente por:

Alternativas
Q2944606 Português

Para responder às questões de 1 a 6, leia o texto. A interpretação das questões baseia-se exclusivamente nas informações contidas nele.


Nobel de Química relata saga para o reconhecimento dos quasicristais


Uma das mais importantes descobertas na química nas últimas décadas enfrentou o ceticismo de boa parte da comunidade científica


26 de julho de 2012 | 18h 30

Agência Fapesp

Uma das mais importantes descobertas na química nas últimas décadas - com aplicações nas mais diversas áreas, como a de engenharia de materiais - enfrentou o ceticismo de boa parte da comunidade científica até ser aceita após mais de uma década. Aceitação que culminou com o prêmio Nobel.

A saga do reconhecimento e afirmação dos quasicristais - formas estruturais ordenadas, como os cristais, mas em padrões que não se repetem - foi relatada por Daniel Shechtman, pesquisador do Instituto de Tecnologia de Israel (Technion) e ganhador do Nobel de Química em 2011 pela descoberta, em conferência na 64ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em São Luís (MA).

Em abril de 1982, enquanto examinava uma liga de alumínio e manganês em um microscópio de transmissão eletrônica, Shechtman deparou com uma imagem que contradizia as leis da natureza.

Até então, acreditava-se que em toda matéria sólida os átomos se agrupavam dentro de cristais em padrões simétricos repetidos de forma periódica e constante e que essa repetição era fundamental para se obter um cristal, como um diamante.

Porém, a imagem observada por Shechtman mostrava que os átomos em um cristal poderiam ser agrupados em um padrão que simplesmente não se repetiria jamais.

Ao discutir a descoberta com colegas no laboratório, as reações variaram do encorajamento para publicar os resultados à rejeição total da ideia. "O chefe do laboratório em que eu trabalhava colocou um livro sobre difração na minha mesa e disse que eu devia lê-lo, porque o que eu dizia ia contra tudo o que já tinha sido publicado. Segundo ele, o que eu estava propondo simplesmente não existia. Tempos depois, fui convidado por meu chefe a deixar o grupo, o que acabei fazendo", contou.

O primeiro artigo submetido em 1983 por Shechtman a um periódico da área de química, descrevendo a descoberta, foi rejeitado pelos pareceristas. Esses sugeriram que os resultados da pesquisa fossem publicados em uma revista de metalurgia, o que acabou sendo feito por Shechtman e seus colaboradores.

Em 1984, uma versão resumida do primeiro artigo original sobre os quasicristais foi submetida e aceita pela prestigiosa Physical Review Letters, o que contribuiu para a maior aceitação da descoberta.

Entretanto, mesmo com essa publicação, a rejeição aos quasicristais não acabou. "A partir da publicação do artigo, comecei a receber diversas ligações de cientistas de diferentes áreas comunicando que estavam descobrindo outros quasicristais, mas parte da comunidade científica ainda não havia se convencido da importância da descoberta", relembrou.

De acordo com Shechtman, um dos cientistas que mais duvidaram e detrataram os quasicristais foi nada menos que o norte-americano Linus Pauling (1901-1994), o único na história a ganhar sozinho o Nobel em duas áreas diferentes - Química e Paz.

Ganhador do Nobel de Química em 1954, por estudos sobre a natureza das ligações químicas, Pauling disse que não existiam quasicristais ou quasimateriais, mas sim "quasicientistas", em um trocadilho jocoso com a descoberta. "Pauling era um cientista brilhante, mas que não tinha humildade e achava que sabia de tudo", disse Shechtman.

Apesar das divergências em relação aos quasicristais, Shechtman conta que concordava em vários outros assuntos com Pauling, com quem se encontrou esporadicamente e manteve contato por um longo tempo.

Certa vez, Pauling lhe enviou uma carta propondo que publicassem um artigo científico juntos, ao que Shechtman respondeu afirmativamente, desde que Pauling aceitasse a existência dos quasicristais.

Pauling treplicou que, então, seria preciso esperar mais tempo para que se comprovasse a existência dos quasicristais e pudessem concretizar a ideia de escreverem um artigo científico juntos. "Quando ele morreu, a quaseperiodicidade dos cristais já estava quase que totalmente aceita", disse Shechtman.

Comprovação definitiva

Segundo Shechtman, uma pesquisa que realizou em 1987 juntamente com pesquisadores da França e do Japão, em que analisaram a estrutura de um cristal maior do que os inicialmente estudados, contribuiu para a comprovação definitiva da existência dos quasicristais, utilizados hoje no desenvolvimento de materiais que vão de aços inoxidáveis mais resistentes a isolantes elétricos e térmicos.

Os resultados da pesquisa de 1987 foram apresentados em um congresso internacional de cristalografia, no mesmo ano na Austrália. Em função disso, foi criada uma comissão científica para avaliar os quasicristais. Finalmente, em 1992, a União Internacional de Cristalografia mudou a definição de cristal para incluir os quasicristais.

"Por muito tempo, ordem era sinônimo de periodicidade. Hoje, sabemos que a ordem pode ser periódica ou quase periódica", disse Shechtman.

O cientista israelense conta que os quasicristais só foram descobertos em 1982 porque até então não havia sido desenvolvido o microscópio eletrônico de transmissão, que permite estudar as estruturas dos materiais com maior nível de detalhe.

"Muitos pesquisadores só usam esse tipo de microscópio como uma espécie de lupa, para obter imagens maravilhosas, mas é preciso ser um perito no uso dessa técnica para explorar toda sua potencialidade", disse Shechtman, dirigindo-se a uma plateia de estudantes e pesquisadores que lotaram o auditório na Universidade Federal do Maranhão onde foi realizada sua conferência.

(Disponível em www.estodao.com.br)

Veja, agora, como se faz o processo coesivo por meio de conectores no início do seguinte parágrafo, retirado do texto.


Entretanto, mesmo com essa publicação, a rejeição aos quasicristais não acabou. "A partir da publicação do artigo, comecei a receber diversas ligações de cientistas de diferentes áreas comunicando que estavam descobrindo outros quasicristais, mas parte da comunidade científica ainda não havia se convencido da importância da descoberta", relembrou.


Para manter o sentido do trecho utilizando outros conectores para substituir, respectivamente, "entretanto" e "mesmo", fazendo as devidas alterações, teríamos como opções:

Alternativas
Respostas
12001: A
12002: E
12003: B
12004: C
12005: C
12006: E
12007: E
12008: B
12009: E
12010: E
12011: C
12012: C
12013: C
12014: D
12015: D
12016: C
12017: B
12018: E
12019: E
12020: D