Questões de Concurso Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q301268 Português
Leia o texto a seguir e responda às questões propostas.


 Segurança 

       O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança. Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados. 

       Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.

        Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês.

       Mas os assaltos continuaram. Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta-tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar.

       Mas os assaltos continuaram. Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta-tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas.Todas as janelas foram gradeadas. 

       Mas os assaltos continuaram. 

       Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca.Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas. Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno.

        Mas os assaltos continuaram. 

       Foi reforçada a guarda. 

       Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. 

        E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos.

        E ninguém pode sair. 

       Agora a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua. 

      Mas surgiu outro problema. 

       As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade. 

       A guarda tem sido obrigada a agir com energia.

(VERISSIMO, Luis Fernando. Segurança. In: Novas Comédias da Vida Privada Porto Alegre: L&PM, 1996. p. 103-104.)

A última informação do texto, representada pela oração “A guarda tem sido obrigada a agir com energia.”, sugere que a guarda:
Alternativas
Q301265 Português
Leia o texto a seguir e responda às questões propostas.


 Segurança 

       O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança. Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados. 

       Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.

        Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês.

       Mas os assaltos continuaram. Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta-tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar.

       Mas os assaltos continuaram. Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta-tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas.Todas as janelas foram gradeadas. 

       Mas os assaltos continuaram. 

       Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca.Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas. Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno.

        Mas os assaltos continuaram. 

       Foi reforçada a guarda. 

       Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. 

        E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos.

        E ninguém pode sair. 

       Agora a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua. 

      Mas surgiu outro problema. 

       As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade. 

       A guarda tem sido obrigada a agir com energia.

(VERISSIMO, Luis Fernando. Segurança. In: Novas Comédias da Vida Privada Porto Alegre: L&PM, 1996. p. 103-104.)

O trecho “Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua.” (parágrafo 15) destaca a:
Alternativas
Q301240 Português
Ao analisar as etapas do desenvolvimento do conceito de cidade no Texto II, o autor conclui que
Alternativas
Q301239 Português
No Texto I, a forma verbal seria (L. 56) é empregada para
Alternativas
Q301230 Português
A expressão por outro lado (L. 60), no início do último parágrafo do Texto I, estabelece uma relação de contraste entre as seguintes ideias:
Alternativas
Q301229 Português
O termo em destaque, nas frases do Texto I, refere-se à informação contida nos colchetes em:
Alternativas
Q301227 Português
De acordo com o Texto I, a dialética da mudança é devida
Alternativas
Q300538 Português
Considere o emprego do verbo levar no trecho: “Uma competição não dura apenas alguns minutos. Leva anos”.

A frase em que esse verbo está usado com o mesmo sentido é:
Alternativas
Q300523 Português
As palavras destacadas nos trechos retirados do texto referem-se ao que está entre colchetes em:
Alternativas
Q300522 Português
No texto, a palavra minuciosamente (L. 13-14) pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
Alternativas
Q300519 Português
A expressão de ponta (L. 5) está usada, no texto, com o mesmo sentido que apresenta em:
Alternativas
Q300518 Português
No trecho “Na luta para melhorar...” (L. 1), a palavra luta, empregada metaforicamente, passa a ter o sentido de
Alternativas
Q298274 Português
Imagem 001.jpg

Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os próximos itens.
Na linha 11, o vocábulo “pois” está empregado com valor conclusivo, equivalendo a portanto.
Alternativas
Q297748 Português
Relacione as colunas 1 e 2, de acordo com a relação que a conjunção estabelece no período.

Coluna 1 Período

1. Adoram peixes mas não gostam de pescar.

2. Vim cauteloso e não fiz barulho.

3. Gritou, que eu ouvi.

4. À medida que envelheço, vou me desfazendo dos predicativos passageiros.

5. O candidato não apresentou os documentos, portanto não pôde entrar na sala de provas.

Coluna 2 Relação

( ) relação de adição

( ) relação de oposição

( ) relação de proporção

( ) relação de conclusão

( ) relação de explicação ou confirmação

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q296944 Português
Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, os processos de formação das palavras “guarda-sol”, “felizmente” e “quilo”.

Alternativas
Q296794 Português
Com a morte do arquiteto Oscar Niemeyer, um jornal publicou o seguinte título.

Ateu e com medo de avião, voou e teve missa.

A relação que se estabelece entre os elementos do período é de
Alternativas
Q292839 Português
Quem sabe seus museus, prédios governamentais e catedrais não tivessem mesmo sido construídos para ilustrar essa perplexidade? (3o parágrafo)

De acordo com o contexto, o sentido do elemento grifado acima pode ser adequadamente reproduzido por:
Alternativas
Q292305 Português
Imagem 001.jpg

Com relação às ideias e às estruturas gramaticais do texto, julgue
os itens de 1 a 10.
Caso a expressão “combustíveis fósseis” (L.6) fosse substituída pela forma no singular combustível fóssil, o período em que essa expressão se insere se tornaria ambíguo.
Alternativas
Q3005443 Português

Na frase ''E provável que eu consiga terminar a tarefa hoje'', o termo grifado significa:

Alternativas
Q3004636 Português

As questões 1 e 2 baseiam-se no poema abaixo:


Célula


A alma é um absoluto fora-da-lei

assaltante contumaz do corpo

com pé-de-caba-fantasmático

que entra-e-sai, a alma é ah!

instantâneo em qualquer disfarce:

aparência de água, ar

insinuação de mercúrio

cara enluvada por meia de náilon

capuz sem furos, avessa e celofane

sombra que a luz seca, vice-versa.

Armando Freitas Filho

O significado da palavra ''contumaz'' no poema pode ser:

Alternativas
Respostas
11961: D
11962: C
11963: A
11964: E
11965: B
11966: C
11967: C
11968: E
11969: E
11970: B
11971: E
11972: E
11973: C
11974: C
11975: C
11976: D
11977: D
11978: C
11979: B
11980: E