Questões de Concurso
Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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O termo “com isso” (l.8) refere-se ao fato de o Congresso ter “incluído em sua agenda positiva um esforço para eliminar essa prerrogativa” (l.6-7).
Se o termo “quando” (l.13) for substituído pela conjunção se ou pela conjunção desde que, haverá prejuízo da coerência textual.
Prejudica-se a informação do texto ao se substituir a forma verbal “assinalou” (l.11) por alguma das seguintes: observou, admitiu, informou, esclareceu, declarou.
Depreende-se das informações do texto que os funcionários que usarem passagens aéreas custeadas pelo governo do Rio Grande do Sul podem usufruir, para viagens particulares, dos prêmios ou créditos de milhagens concedidos pelas companhias aéreas.
Se a palavra “erário” (l.16) for substituída por tesouro público, prejudica-se a informação do período.
A substituição de “para os” por aos nas ocorrências entre as linhas 11 e 15 manteria a correção gramatical do texto.
A substituição de “exigirá” (l.8) por exigiriam manteria a correta correlação entre os tempos e modos verbais empregados no período.
Texto II

Texto III

I. O autor do texto II é favorável às cotas raciais, uma vez que, segundo ele, somente elas garantem o ingresso do negro na universidade.
II. No texto III, a argumentação é contrária às cotas raciais pelo fato de o Brasil ser um país mestiço.
III. O autor do texto II é contra as cotas sociais, pois é a favor das cotas raciais.
IV. Para o autor do texto II, as cotas sociais não solucionam a questão da
inserção do negro na universidade.
Estão corretas as afirmativas
Texto
Muito além de impressões digitais
Um passado sem rosto e sem rastro transformou a figura da mãe numa pálida lembrança. E levou consigo a imagem da menina Camila, ex-moradora de rua, sem deixar na adulta a certeza de como era quando criança. Com a morte da mãe no parto do oitavo irmão, há nove anos, depois de peregrinar com os sete irmãos pelas ruas de diversos bairros, ela ganhou uma casa. Foi morar com a tia e cada irmão seguiu para viver com um parente.
A história da família Gomes, até a geração de Camila Cláudia, hoje com 21 anos, é apenas oral. Não há um único registro fotográfico dessa vida nômade. Nem fotos, nem documentos. Camila não tem certidão de nascimento, o que impede o acesso aos direitos mais elementares. E não se lembra de ter visto fotos da mãe.
Uma aflição latente ficou de herança. Os nascimentos de Camille, de 2 anos, e Sofia, de 5 meses, trouxeram um novo desejo à vida da menina sem foto. Há pouco menos de dois anos, ela comprou um celular com câmera, exclusivamente para fotografar a primeira filha.
Camila tem a chance agora de deixar impressa sua passagem pelo mundo. Ela ilustra a farta variedade de estatísticas que apontam para o consumo crescente de celulares e câmeras digitais no país, instrumentos também de inclusão. Nos últimos três anos, o item de consumo que mais cresceu no Brasil foi a câmera digital (de 20% para 35%), indicam os dados da consultoria Kantar WorldPanel, divulgados em setembro. Um estudo da Fecomércio do ano passado mostra que, de 2003 a 2009, o gasto com celular já havia aumentado 63,6% em todas as classes sociais. Na E, chegou a 312%. Soma-se a estes um outro dado, e a equação se completa: cerca de 66% dos brasileiros usam o celular para tirar fotografias, segundo pesquisa do Instituto Data Popular colhida este ano.
A democratização do acesso se consolidou. Estamos diante de novos tempos, moldados pela democratização do acesso ao registro de imagens. As classes populares deixaram de ser apenas o objeto fotografado e tornaram-se também agentes desse universo pictórico: são produtores em escala crescente, de imagens de seu cotidiano.
(Revista O globo, novembro de 2012.)
Texto
Muito além de impressões digitais
Um passado sem rosto e sem rastro transformou a figura da mãe numa pálida lembrança. E levou consigo a imagem da menina Camila, ex-moradora de rua, sem deixar na adulta a certeza de como era quando criança. Com a morte da mãe no parto do oitavo irmão, há nove anos, depois de peregrinar com os sete irmãos pelas ruas de diversos bairros, ela ganhou uma casa. Foi morar com a tia e cada irmão seguiu para viver com um parente.
A história da família Gomes, até a geração de Camila Cláudia, hoje com 21 anos, é apenas oral. Não há um único registro fotográfico dessa vida nômade. Nem fotos, nem documentos. Camila não tem certidão de nascimento, o que impede o acesso aos direitos mais elementares. E não se lembra de ter visto fotos da mãe.
Uma aflição latente ficou de herança. Os nascimentos de Camille, de 2 anos, e Sofia, de 5 meses, trouxeram um novo desejo à vida da menina sem foto. Há pouco menos de dois anos, ela comprou um celular com câmera, exclusivamente para fotografar a primeira filha.
Camila tem a chance agora de deixar impressa sua passagem pelo mundo. Ela ilustra a farta variedade de estatísticas que apontam para o consumo crescente de celulares e câmeras digitais no país, instrumentos também de inclusão. Nos últimos três anos, o item de consumo que mais cresceu no Brasil foi a câmera digital (de 20% para 35%), indicam os dados da consultoria Kantar WorldPanel, divulgados em setembro. Um estudo da Fecomércio do ano passado mostra que, de 2003 a 2009, o gasto com celular já havia aumentado 63,6% em todas as classes sociais. Na E, chegou a 312%. Soma-se a estes um outro dado, e a equação se completa: cerca de 66% dos brasileiros usam o celular para tirar fotografias, segundo pesquisa do Instituto Data Popular colhida este ano.
A democratização do acesso se consolidou. Estamos diante de novos tempos, moldados pela democratização do acesso ao registro de imagens. As classes populares deixaram de ser apenas o objeto fotografado e tornaram-se também agentes desse universo pictórico: são produtores em escala crescente, de imagens de seu cotidiano.
(Revista O globo, novembro de 2012.)
Texto
Muito além de impressões digitais
Um passado sem rosto e sem rastro transformou a figura da mãe numa pálida lembrança. E levou consigo a imagem da menina Camila, ex-moradora de rua, sem deixar na adulta a certeza de como era quando criança. Com a morte da mãe no parto do oitavo irmão, há nove anos, depois de peregrinar com os sete irmãos pelas ruas de diversos bairros, ela ganhou uma casa. Foi morar com a tia e cada irmão seguiu para viver com um parente.
A história da família Gomes, até a geração de Camila Cláudia, hoje com 21 anos, é apenas oral. Não há um único registro fotográfico dessa vida nômade. Nem fotos, nem documentos. Camila não tem certidão de nascimento, o que impede o acesso aos direitos mais elementares. E não se lembra de ter visto fotos da mãe.
Uma aflição latente ficou de herança. Os nascimentos de Camille, de 2 anos, e Sofia, de 5 meses, trouxeram um novo desejo à vida da menina sem foto. Há pouco menos de dois anos, ela comprou um celular com câmera, exclusivamente para fotografar a primeira filha.
Camila tem a chance agora de deixar impressa sua passagem pelo mundo. Ela ilustra a farta variedade de estatísticas que apontam para o consumo crescente de celulares e câmeras digitais no país, instrumentos também de inclusão. Nos últimos três anos, o item de consumo que mais cresceu no Brasil foi a câmera digital (de 20% para 35%), indicam os dados da consultoria Kantar WorldPanel, divulgados em setembro. Um estudo da Fecomércio do ano passado mostra que, de 2003 a 2009, o gasto com celular já havia aumentado 63,6% em todas as classes sociais. Na E, chegou a 312%. Soma-se a estes um outro dado, e a equação se completa: cerca de 66% dos brasileiros usam o celular para tirar fotografias, segundo pesquisa do Instituto Data Popular colhida este ano.
A democratização do acesso se consolidou. Estamos diante de novos tempos, moldados pela democratização do acesso ao registro de imagens. As classes populares deixaram de ser apenas o objeto fotografado e tornaram-se também agentes desse universo pictórico: são produtores em escala crescente, de imagens de seu cotidiano.
(Revista O globo, novembro de 2012.)
I. A aquisição de produtos eletrônicos causa o endividamento da classe popular.
II. O uso do celular facilitou a comunicação entre as pessoas.
III. A democratização do registro fotográfico é instrumento de inclusão.
IV. O acesso a celulares e máquinas digitais é crescente.
As afirmativas que são compostas exclusivamente de informações fornecidas pelo texto são
O governo brasileiro oferece o mesmo tipo de assistência a brasileiros e estrangeiros que residam em território nacional e comprovem insuficiência de recursos.
O texto defende a ideia de que a sociedade brasileira conforma-se com o sistema político vigente e, por essa razão, não reivindica mudanças.
Os integrantes da sociedade que não são “levados em conta” (l.31) devem ser representados pelos movimentos sociais existentes para que tenham suas necessidades atendidas e, de fato, sejam tratados com igualdade, segundo o filósofo francês.
Segundo o filósofo Rancière, para que haja democracia, a política não se deve caracterizar como um regime “policial”.
O emprego da locução “no entanto” (l.3) evidencia que a ideia de Marilena Chauí acerca do conceito de democracia diverge da ideia de democracia que a autora atribui à classe dominante brasileira.
“Geral” da categoria “Privacidade”, sem o consentimento dos cadastrados da rede social.
Em norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com.
A ADOLESCÊNCIA E AS DROGAS -Os traficantes entram em nossas casas porque encontram portas abertas. E seduzem nossos filhos porque eles têm crescido fracos e sem qualquer esperança. Temos muitas dúvidas a respeito de quase todas as coisas que nos são importantes Mas também temos algumas certezas. Elas derivam da observação dos fatos, especialmente daqueles que são indiscutíveis, que não deixam margem para interpretações variadas. Uma dessas certezas tem a ver com o uso de drogas: praticamente todas as pessoas viciadas começaram a usar algum tipo de droga nos primeiros anos da adolescência, entre os 13 e os 17 anos de idade. Isso é válido para o uso de drogas pesadas, mas igualmente acontece com a iniciação ao uso do cigarro normal que, mesmo provocando poucos efeitos psicológicos, determina forte inclinação para a dependência. Outra certeza que temos é a necessidade urgente de compreendermos melhor o que se passa na cabeça dos nossos jovens, para que possamos impedir que persista a tendência atual, que é a do uso de drogas por um número cada vez maior de pessoas, e que ela venha a envolver praticamente toda a juventude do nosso país. Teremos que providenciar novas atitudes dos pais e da sociedade, especialmente se isso puder ajudar nossas crianças a crescerem com mais força e determinação pessoal. Sim, porque é fácil colocar toda a culpa do problema das drogas nos traficantes e em outros delinquentes que fazem fortuna com esse comércio. A verdade é que eles entram nas nossas casas porque encontram portas abertas. E eles seduzem nossos filhos porque eles têm crescido fracos e sem esperanças. Disponível em: www.somostodosum.ig.com.br |