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Questões de Concurso Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

Foram encontradas 13.774 questões

Q359402 Português
No texto, o autor;
Alternativas
Q359395 Português
Sem que se faça nenhuma outra alteração na frase, mantêm-se o sentido original do texto e a correção gramatical ao se substituir 
Alternativas
Q359394 Português
Depreende-se do texto que ;
Alternativas
Q359392 Português
Afirma-se corretamente:
Alternativas
Q359005 Português
Os verbos grifados no período: “Esse tipo de estratégia não produz grandes resultados científicos. É uma estratégia segura, incremental, que vai avançar a ciência do país pouco a pouco,...”, estão conjugados, no Presente do Indicativo, colocando-os no Futuro do Pretérito do Indicativo temos:
Alternativas
Q358208 Português
Sobre a publicação de livros

Muito se tem discutido, recentemente, sobre direitos e restrições na publicação de livros. Veja-se o que dizia o filósofo Voltaire, em 1777:

“Não vos parece, senhores, que em se tratando de livros, só se deve recorrer aos tribunais e soberanos do Estado quando o Estado estiver sendo comprometido nesses livros? Quem quiser falar com todos os seus compatriotas só poderá fazê-lo por meio de livros: que os imprima, então, mas que responda por sua obra. Se ela for ruim, será desprezada; se for provocadora, terá sua réplica; se for criminosa, o autor será punido; se for boa, será aproveitada, mais cedo ou mais tarde.”

(Voltaire, O preço da justiça. Trad. Ivone Castilho Benedetti. São Paulo: Martins Fontes, 2001. p. 56)
A posição de Voltaire está corretamente resumida na seguinte frase:
Alternativas
Q358203 Português
Questão de gosto

A expressão parece ter sido criada para encerrar uma discussão. Quando alguém apela para a tal da “questão de gosto”, é como se dissesse: “chega de conversa, inútil discutir”. A partir daí nenhuma polêmica parece necessária, ou mesmo possível. “Você gosta de Beethoven? Eu prefiro ouvir fanfarra de colégio.” Questão de gosto.
Levada a sério, radicalizada, a “questão de gosto” dispensa razões e argumentos, estanca o discurso crítico, desiste da reflexão, afirmando despoticamente a instância definitiva da mais rasa subjetividade. Gosto disso, e pronto, estamos conversados. Ao interlocutor, para sempre desarmado, resta engolir em seco o gosto próprio, impedido de argumentar. Afinal, gosto não se discute.
Mas se tudo é questão de gosto, a vida vale a morte, o silêncio vale a palavra, a ausência vale a presença - tudo se relativiza ao infinito. Num mundo sem valores a definir, em que tudo dependa do gosto, não há lugar para uma razão ética, uma definição de princípios, uma preocupação moral, um empenho numa análise estética. O autoritarismo do gosto, tomado em sentido absoluto, apaga as diferenças reais e proclama a servidão ao capricho. Mas há quem goste das fórmulas ditatoriais, em vez de enfrentar o desafio de ponderar as nossas contradições
.

(Emiliano Barreira, inédito)


Atente para as seguintes afirmações:

I. No 1º parágrafo, a menção a Beethoven e a fanfarra de colégio ilustra bem a disposição do autor em colocar lado a lado manifestações artísticas de valor equivalente.
II. No 2º parágrafo, o termo despoticamente qualifica o modo pelo qual alguns interlocutores dispõem-se a desenvolver uma polêmica.
III. No 3º parágrafo, a expressão servidão ao capricho realça a acomodação de quem não se dispõe a enfrentar a argumentação crítica.

Em relação ao texto está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Q358202 Português
Questão de gosto

A expressão parece ter sido criada para encerrar uma discussão. Quando alguém apela para a tal da “questão de gosto”, é como se dissesse: “chega de conversa, inútil discutir”. A partir daí nenhuma polêmica parece necessária, ou mesmo possível. “Você gosta de Beethoven? Eu prefiro ouvir fanfarra de colégio.” Questão de gosto.
Levada a sério, radicalizada, a “questão de gosto” dispensa razões e argumentos, estanca o discurso crítico, desiste da reflexão, afirmando despoticamente a instância definitiva da mais rasa subjetividade. Gosto disso, e pronto, estamos conversados. Ao interlocutor, para sempre desarmado, resta engolir em seco o gosto próprio, impedido de argumentar. Afinal, gosto não se discute.
Mas se tudo é questão de gosto, a vida vale a morte, o silêncio vale a palavra, a ausência vale a presença - tudo se relativiza ao infinito. Num mundo sem valores a definir, em que tudo dependa do gosto, não há lugar para uma razão ética, uma definição de princípios, uma preocupação moral, um empenho numa análise estética. O autoritarismo do gosto, tomado em sentido absoluto, apaga as diferenças reais e proclama a servidão ao capricho. Mas há quem goste das fórmulas ditatoriais, em vez de enfrentar o desafio de ponderar as nossas contradições
.

(Emiliano Barreira, inédito)


Definida como instância definitiva da mais rasa subjetividade, a questão de gosto opõe-se, terminantemente,
Alternativas
Q358201 Português

Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:

Alternativas
Q358200 Português

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:
Alternativas
Q358197 Português
O fato de nossa vida estar cercada pelo Desconhecido não deve implicar uma restrição aos empreendimentos humanos, já que, para Guyau,
Alternativas
Q358196 Português
Lima Barreto vale-se do texto de Guyau para defender a tese de que
Alternativas
Q357589 Português

Considere as linhas iniciais do trecho e as afirmações que seguem.

I. No segmento provavelmente o maior pianista de jazz em atividade, a palavra destacada indica que o autor faz uma ressalva quanto à avaliação do mérito do artista, considerando-a hipótese pouco provável.

II. No segmento provavelmente o maior pianista de jazz em atividade, a expressão destacada marca os limites da avaliação do mérito do artista.

III. em Ele relembra que estava em lua de mel [...] quando Eumir Deodato, compositor e arranjador que havia conhecido em Nova York, quis lhe apresentar um então novo cantor, as formas verbais assinaladas indicam que as ações se deram no mesmo momento do passado.

Está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Q357586 Português

Infere-se corretamente do terceiro parágrafo:
Alternativas
Q357585 Português

O segmento do texto que, em outra formulação, mantém a correção gramatical e o sentido originais é:
Alternativas
Q357584 Português

A comparação entre a cidade e a máquina
Alternativas
Q357583 Português
Afirma-se com correção que, no primeiro parágrafo, o autor
Alternativas
Q357581 Português
Nunca precisaram de adjetivos para distingui-los dos astrolábios... (3º parágrafo)

A forma pronominal acima, em negrito, será também encontrada em uma das frases abaixo, quando o termo nela sublinhado for substituído pelo pronome que lhe corresponde. Essa frase é:

Alternativas
Q357578 Português
É correta a seguinte informação:
Alternativas
Q357577 Português
Considerado os primeiro e segundo parágrafos, é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
10821: A
10822: C
10823: C
10824: B
10825: D
10826: A
10827: B
10828: E
10829: D
10830: B
10831: C
10832: A
10833: D
10834: C
10835: E
10836: D
10837: E
10838: E
10839: B
10840: B