Questões de Concurso
Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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Seriam mantidos o sentido do texto e a correção gramatical caso o termo “contudo” (l.9) fosse substituído por todavia.
Conclui-se do texto que o faturamento e o nível de emprego das empresas brasileiras não refletem a desindustrialização sistemática que ocorre no país desde 2009.
Embora alguns desses senhores afortunados ocasionalmente emprestassem seus livros, eles o faziam para um número limitado de pessoas da própria classe ou família.
(Adaptado de: MANGUEL, Alberto, op.cit.)
I. No segmento ... a alfabetização era rara e os livros, propriedade dos ricos..., a vírgula colocada imediatamente após livros foi empregada para indicar a supressão de um verbo.
II. No texto, não se explicitam as razões pelas quais o ato de ouvir alguém ler tenha se tornado uma prática necessária e comum no mundo laico da Idade Média.
III. No segmento ... eles o faziam para um número limitado de pessoas..., o elemento sublinhado refere-se a “emprestavam livros”.
Está correto o que se afirma APENAS em
Embora alguns desses senhores afortunados ocasionalmente emprestassem seus livros, eles o faziam para um número limitado de pessoas da própria classe ou família.
(Adaptado de: MANGUEL, Alberto, op.cit.)
Entrementes, ansioso por derrubar medidas espanholas de restrição ao comércio, o governo americano apoiara abertamente os revolucionários e Nova York, Nova Orleans e Key West tinham aberto seus portos a milhares de cubanos em fuga.
Em poucos anos Key West transformou-se de uma pequena vila de pescadores numa importante comunidade produtora de chrutos. Despontava a nova capital mundial do Havana.
Os trabalhadores que imigraram para os Estados Unidos levaram com eles a instituição do “lector”. Uma ilustração da revista Practical Magazine mostra um desses leitores sentado de pernas cruzadas, óculos e chapéu de abas largas, um livro nas mãos, enquanto uma fileira de trabalhadores enrolam charutos com o que parece ser uma atenção enlevada.
O material dessas leituras em voz alta, decidido de antemão pelos operários (que pagavam o “lector” do próprio salário), ia de histórias e tratados políticos a romances e coleções de poesia. Tinham seus prediletos: O conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas, por exemplo, tornou-se uma escolha tão popular que um grupo de trabalhadores escreveu ao autor pouco antes da morte dele, em 1870, pedindo-lhe que cedesse o nome de seu herói para um charuto; Dumas consentiu.
Segundo Mário Sanchez, um pintor de Key West, as leituras decorriam em silêncio concentrado e não eram permitidos comentários ou questões antes do final da sessão.
(Adaptado de: MANGUEL, Alberto. Uma história da leitura. Trad. Pedro Maia Soares. São Paulo, Cia das Letras, 1996, p. 134-136)
“O ministro da Educação (...) nas escolas" (l.25-29) — O ministro da Educação admitiu a existência de um enorme desafio, porém deixou claro que, pelo fato de a educação ter partido de um patamar mais baixo, podem ser percebidos avanços na área originados pelo aumento do fluxo de alunos matriculados nas escolas.
Os argumentos utilizados para sustentar as ideias defendidas no texto consistem na apresentação de dados, seguidos de exemplos, e de narrativas a eles relacionadas
A principal ideia defendida no texto é a de que o Brasil, apesar de ter apresentado avanços nos índices de desenvolvimento humano, ainda está aquém do esperado em relação à educação.
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De acordo com dados do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013, houve decréscimo significativo no número de municípios incluídos na classificação “muito baixa”
Do total de postos de trabalho no país nos setores de confecções, calçados e softwares, 11,5%, 8,1% e 8,0%, respectivamente, encontram-se em Minas Gerais.
O vocábulo “estado” (l.8) é empregado no texto em referência à nação brasileira.
Infere-se do texto que, para incentivar a competitividade das empresas, o governo federal adotou uma política de desoneração tributária.
O texto apresenta algumas medidas do Plano Brasil Maior, elaborado pelo governo federal com o propósito específico de beneficiar Minas Gerais.
Sem prejuízo para o sentido do texto, o vocábulo “onerar” (l.28) poderia ser corretamente substituído por tornar mais dispendiosa.