🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

Foram encontradas 13.774 questões

Q402575 Português

Leia o texto para responder à questão.


Novos tempos


      Não dá para afirmar que seja despropositada a decisão do Supremo Tribunal Federal de dar aos réus todas as possibilidades recursais previstas em lei. O que dá, sim, para discutir é se nosso marco legislativo não é absurdamente pródigo em recursos.
      Minha impressão é que, a exemplo do que aconteceu coma medicina, o direito foi atropelado pelos novos tempos e nem percebeu. Se, até algumas décadas atrás, ainda dava para insistirem modelos que procuravam máxima segurança, com médicos conduzindo pessoalmente cada etapa dos processos diagnóstico e terapêutico e com advogados podendo apelar, agravar e embargar nas mais variadas fases do julgamento, isso está deixando de ser viável num contexto em que se pretende oferecer medicina e justiça para uma sociedade de massas.
      Aqui, seria preciso redesenhar os sistemas, fazendo com que o cidadão só fosse para a Justiça ou para o hospital quando alternativas que dessem conta dos casos mais simples tivessem se esgotado. Não há razão, por exemplo, para que médicos prescrevam óculos para crianças ou para que divórcios e heranças não litigiosos passem por juízes e advogados.
      É perfeitamente possível e desejável utilizar outros profissionais, como enfermeiros, tabeliães, notários e mediadores, para ajudar na difícil tarefa de levar saúde e justiça para todos. A dificuldade aqui é que, como ambos os sistemas são controlados muito de perto por entidades de classe com fortes poderes, que resistem naturalmente a mudanças, reformas, quando ocorrem, vêm a conta-gotas.
      É preciso, entretanto, racionalizar os modelos, retirando seus exageros, como a generosidade recursal e a centralização no médico, mesmo sob o risco de reduzir um pouco a segurança. Nada, afinal, é pior do que a justiça que nunca chega ou a fila da cirurgia que não anda.


(Hélio Schwartsman. http://www1.folha.uol.com.br. 28.09.2013. Adaptado)

Considere os seguintes trechos do texto:

• Se, até algumas décadas atrás , ainda dava para insistir em modelos que procuravam máxima segurança...
• ... fazendo com que o cidadão fosse para a Justiça ou para o hospital quando alternativas...
• ... utilizar outros profissionais (...), para ajudar na difícil tarefa de levar saúde e justiça para todos.

Os termos em destaque nos trechos indicam noção, respec­tivamente, de
Alternativas
Q402550 Português
    Texto 1
                             Imagem associada para resolução da questão

Conforme a norma culta da língua portuguesa, assinale a alternativa que reescreve corretamente o período dessa campanha publicitária.
Alternativas
Q402520 Português
O sistema educativo tem por missão preparar as pessoas para um papel social. É de fato no dia a dia, na sua atividade profissional, cultural, de consumidor, que cada membro da cole- tividade deve assumir as suas responsabilidades em relação aos outros. Há, pois, que preparar cada pessoa para esta participação, mostrando-lhe os seus direitos e deveres, mas também desenvolvendo as suas competências sociais.
(new.netica.org.br – Acesso em 04.04.2014 – Adaptado)

No trecho – O sistema educativo tem por missão preparar as pessoas para um papel social. – as palavras destacadas podem ser substituídas, sem alteração de sentido, por
Alternativas
Q402519 Português
O sistema educativo tem por missão preparar as pessoas para um papel social. É de fato no dia a dia, na sua atividade profissional, cultural, de consumidor, que cada membro da cole- tividade deve assumir as suas responsabilidades em relação aos outros. Há, pois, que preparar cada pessoa para esta participação, mostrando-lhe os seus direitos e deveres, mas também desenvolvendo as suas competências sociais. (new.netica.org.br – Acesso em 04.04.2014 – Adaptado)

De acordo com o texto, as pessoas devem mostrar sua responsabilidade em relação aos outros por meio
Alternativas
Q402518 Português
Cidadania, essa raridade

Todos deveríamos ser cidadãos. Desde o início dos tempos. Mas, ainda hoje, se fosse possível contar individualmente as pessoas deste planeta que vivem na plenitude de seus direitos (civis, sociais, políticos), descobriríamos, estarrecidos, que o ser humano ainda não faz justiça à qualificação de “animal racional”.

Definitivamente, a cidadania não está ao alcance de todos, nem de quase todos. O que é preciso para termos um mundo habitado só por cidadãos? Antes de mais nada, educação, um bem público, um dever do Estado. É a educação que vai libertar o indivíduo da pré-história, tirando-o do atraso e da ignorância. Educado, o ser humano terá pela frente um horizonte de conhecimentos que lhe permitirá adquirir consciência de seus direitos fundamentais (e lutar por eles, para si e para os outros)

É preciso que o ser humano desperte para seus direitos, faça valer o que está nas constituições, porque é nelas que estão expressos esses direitos humanos que não chegam a todos os cidadãos.

Nem tudo está perdido, porém. Bem ou mal, aos trancos ou barrancos, o que se percebe no mundo é que a tal consciência da cidadania se expande por todos os cantos, ampliando o território dos direitos e garantias, seja através de ações isoladas, de ONGs e movimentos sociais e até mesmo de participações governamentais.

Algum dia, cada indivíduo deste planeta terá se tornado um cidadão. Resta saber quando será esse dia no calendário da desigualdade social.
(Carlos Eduardo Novaes. Cidadania para Principiantes. 2012. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra destacada expressa sentido de tempo
Alternativas
Q402413 Português
                                Cidadania, essa raridade

        Todos deveríamos ser cidadãos. Desde o início dos tempos. Mas, ainda hoje, se fosse possível contar individualmente as pessoas deste planeta que vivem na plenitude de seus direitos (civis, sociais, políticos), descobriríamos, estarrecidos, que o ser humano ainda não faz justiça à qualificação de “animal racional”.
        Definitivamente, a cidadania não está ao alcance de todos, nem de quase todos. O que é preciso para termos um mundo habitado só por cidadãos? Antes de mais nada, educação, um bem público, um dever do Estado. É a educação que vai libertar o indivíduo da pré-história, tirando-o do atraso e da ignorância. Educado, o ser humano terá pela frente um horizonte de conhecimentos que lhe permitirá adquirir consciência de seus direitos fundamentais (e lutar por eles, para si e para os outros).
        É preciso que o ser humano desperte para seus direitos, faça valer o que está nas constituições, porque é nelas que estão expressos esses direitos humanos que não chegam a todos os cidadãos.
        Nem tudo está perdido, porém. Bem ou mal, aos trancos ou barrancos, o que se percebe no mundo é que a tal consciência da cidadania se expande por todos os cantos, ampliando o território dos direitos e garantias, seja através de ações isoladas, de ONGs e movimentos sociais e até mesmo de participações governamentais.
        Algum dia, cada indivíduo deste planeta terá se tornado um cidadão. Resta saber quando será esse dia no calendário da desigualdade social.

                                (Carlos Eduardo Novaes. Cidadania para Principiantes. 2012. Adaptado)


Assinale a alternativa que apresenta palavras em sentido figurado.
Alternativas
Q402412 Português
                                Cidadania, essa raridade

        Todos deveríamos ser cidadãos. Desde o início dos tempos. Mas, ainda hoje, se fosse possível contar individualmente as pessoas deste planeta que vivem na plenitude de seus direitos (civis, sociais, políticos), descobriríamos, estarrecidos, que o ser humano ainda não faz justiça à qualificação de “animal racional”.
        Definitivamente, a cidadania não está ao alcance de todos, nem de quase todos. O que é preciso para termos um mundo habitado só por cidadãos? Antes de mais nada, educação, um bem público, um dever do Estado. É a educação que vai libertar o indivíduo da pré-história, tirando-o do atraso e da ignorância. Educado, o ser humano terá pela frente um horizonte de conhecimentos que lhe permitirá adquirir consciência de seus direitos fundamentais (e lutar por eles, para si e para os outros).
        É preciso que o ser humano desperte para seus direitos, faça valer o que está nas constituições, porque é nelas que estão expressos esses direitos humanos que não chegam a todos os cidadãos.
        Nem tudo está perdido, porém. Bem ou mal, aos trancos ou barrancos, o que se percebe no mundo é que a tal consciência da cidadania se expande por todos os cantos, ampliando o território dos direitos e garantias, seja através de ações isoladas, de ONGs e movimentos sociais e até mesmo de participações governamentais.
        Algum dia, cada indivíduo deste planeta terá se tornado um cidadão. Resta saber quando será esse dia no calendário da desigualdade social.

                                (Carlos Eduardo Novaes. Cidadania para Principiantes. 2012. Adaptado)


No trecho – ... a tal consciência da cidadania se expande por todos os cantos, ampliando o território dos direitos e garantias... – a palavra destacada apresenta sentido contrário de
Alternativas
Q402411 Português
                                Cidadania, essa raridade

        Todos deveríamos ser cidadãos. Desde o início dos tempos. Mas, ainda hoje, se fosse possível contar individualmente as pessoas deste planeta que vivem na plenitude de seus direitos (civis, sociais, políticos), descobriríamos, estarrecidos, que o ser humano ainda não faz justiça à qualificação de “animal racional”.
        Definitivamente, a cidadania não está ao alcance de todos, nem de quase todos. O que é preciso para termos um mundo habitado só por cidadãos? Antes de mais nada, educação, um bem público, um dever do Estado. É a educação que vai libertar o indivíduo da pré-história, tirando-o do atraso e da ignorância. Educado, o ser humano terá pela frente um horizonte de conhecimentos que lhe permitirá adquirir consciência de seus direitos fundamentais (e lutar por eles, para si e para os outros).
        É preciso que o ser humano desperte para seus direitos, faça valer o que está nas constituições, porque é nelas que estão expressos esses direitos humanos que não chegam a todos os cidadãos.
        Nem tudo está perdido, porém. Bem ou mal, aos trancos ou barrancos, o que se percebe no mundo é que a tal consciência da cidadania se expande por todos os cantos, ampliando o território dos direitos e garantias, seja através de ações isoladas, de ONGs e movimentos sociais e até mesmo de participações governamentais.
        Algum dia, cada indivíduo deste planeta terá se tornado um cidadão. Resta saber quando será esse dia no calendário da desigualdade social.

                                (Carlos Eduardo Novaes. Cidadania para Principiantes. 2012. Adaptado)


No trecho – ... descobriríamos, estarrecidos, que o ser humano ainda não faz justiça à qualificação de “animal racional”. – a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
Alternativas
Q402410 Português
                                Cidadania, essa raridade

        Todos deveríamos ser cidadãos. Desde o início dos tempos. Mas, ainda hoje, se fosse possível contar individualmente as pessoas deste planeta que vivem na plenitude de seus direitos (civis, sociais, políticos), descobriríamos, estarrecidos, que o ser humano ainda não faz justiça à qualificação de “animal racional”.
        Definitivamente, a cidadania não está ao alcance de todos, nem de quase todos. O que é preciso para termos um mundo habitado só por cidadãos? Antes de mais nada, educação, um bem público, um dever do Estado. É a educação que vai libertar o indivíduo da pré-história, tirando-o do atraso e da ignorância. Educado, o ser humano terá pela frente um horizonte de conhecimentos que lhe permitirá adquirir consciência de seus direitos fundamentais (e lutar por eles, para si e para os outros).
        É preciso que o ser humano desperte para seus direitos, faça valer o que está nas constituições, porque é nelas que estão expressos esses direitos humanos que não chegam a todos os cidadãos.
        Nem tudo está perdido, porém. Bem ou mal, aos trancos ou barrancos, o que se percebe no mundo é que a tal consciência da cidadania se expande por todos os cantos, ampliando o território dos direitos e garantias, seja através de ações isoladas, de ONGs e movimentos sociais e até mesmo de participações governamentais.
        Algum dia, cada indivíduo deste planeta terá se tornado um cidadão. Resta saber quando será esse dia no calendário da desigualdade social.

                                (Carlos Eduardo Novaes. Cidadania para Principiantes. 2012. Adaptado)


Considerando o título do texto – Cidadania, essa raridade – pode-se afirmar que o autor, em relação à cidadania,
Alternativas
Q402409 Português
                                Cidadania, essa raridade

        Todos deveríamos ser cidadãos. Desde o início dos tempos. Mas, ainda hoje, se fosse possível contar individualmente as pessoas deste planeta que vivem na plenitude de seus direitos (civis, sociais, políticos), descobriríamos, estarrecidos, que o ser humano ainda não faz justiça à qualificação de “animal racional”.
        Definitivamente, a cidadania não está ao alcance de todos, nem de quase todos. O que é preciso para termos um mundo habitado só por cidadãos? Antes de mais nada, educação, um bem público, um dever do Estado. É a educação que vai libertar o indivíduo da pré-história, tirando-o do atraso e da ignorância. Educado, o ser humano terá pela frente um horizonte de conhecimentos que lhe permitirá adquirir consciência de seus direitos fundamentais (e lutar por eles, para si e para os outros).
        É preciso que o ser humano desperte para seus direitos, faça valer o que está nas constituições, porque é nelas que estão expressos esses direitos humanos que não chegam a todos os cidadãos.
        Nem tudo está perdido, porém. Bem ou mal, aos trancos ou barrancos, o que se percebe no mundo é que a tal consciência da cidadania se expande por todos os cantos, ampliando o território dos direitos e garantias, seja através de ações isoladas, de ONGs e movimentos sociais e até mesmo de participações governamentais.
        Algum dia, cada indivíduo deste planeta terá se tornado um cidadão. Resta saber quando será esse dia no calendário da desigualdade social.

                                (Carlos Eduardo Novaes. Cidadania para Principiantes. 2012. Adaptado)


Segundo o texto, ações isoladas, de ONGs e movimentos sociais ou governamentais,
Alternativas
Q402408 Português
                                Cidadania, essa raridade

        Todos deveríamos ser cidadãos. Desde o início dos tempos. Mas, ainda hoje, se fosse possível contar individualmente as pessoas deste planeta que vivem na plenitude de seus direitos (civis, sociais, políticos), descobriríamos, estarrecidos, que o ser humano ainda não faz justiça à qualificação de “animal racional”.
        Definitivamente, a cidadania não está ao alcance de todos, nem de quase todos. O que é preciso para termos um mundo habitado só por cidadãos? Antes de mais nada, educação, um bem público, um dever do Estado. É a educação que vai libertar o indivíduo da pré-história, tirando-o do atraso e da ignorância. Educado, o ser humano terá pela frente um horizonte de conhecimentos que lhe permitirá adquirir consciência de seus direitos fundamentais (e lutar por eles, para si e para os outros).
        É preciso que o ser humano desperte para seus direitos, faça valer o que está nas constituições, porque é nelas que estão expressos esses direitos humanos que não chegam a todos os cidadãos.
        Nem tudo está perdido, porém. Bem ou mal, aos trancos ou barrancos, o que se percebe no mundo é que a tal consciência da cidadania se expande por todos os cantos, ampliando o território dos direitos e garantias, seja através de ações isoladas, de ONGs e movimentos sociais e até mesmo de participações governamentais.
        Algum dia, cada indivíduo deste planeta terá se tornado um cidadão. Resta saber quando será esse dia no calendário da desigualdade social.

                                (Carlos Eduardo Novaes. Cidadania para Principiantes. 2012. Adaptado)


O autor acredita que o melhor caminho para sairmos da ignorância e do atraso é a
Alternativas
Q402407 Português
                                Cidadania, essa raridade

        Todos deveríamos ser cidadãos. Desde o início dos tempos. Mas, ainda hoje, se fosse possível contar individualmente as pessoas deste planeta que vivem na plenitude de seus direitos (civis, sociais, políticos), descobriríamos, estarrecidos, que o ser humano ainda não faz justiça à qualificação de “animal racional”.
        Definitivamente, a cidadania não está ao alcance de todos, nem de quase todos. O que é preciso para termos um mundo habitado só por cidadãos? Antes de mais nada, educação, um bem público, um dever do Estado. É a educação que vai libertar o indivíduo da pré-história, tirando-o do atraso e da ignorância. Educado, o ser humano terá pela frente um horizonte de conhecimentos que lhe permitirá adquirir consciência de seus direitos fundamentais (e lutar por eles, para si e para os outros).
        É preciso que o ser humano desperte para seus direitos, faça valer o que está nas constituições, porque é nelas que estão expressos esses direitos humanos que não chegam a todos os cidadãos.
        Nem tudo está perdido, porém. Bem ou mal, aos trancos ou barrancos, o que se percebe no mundo é que a tal consciência da cidadania se expande por todos os cantos, ampliando o território dos direitos e garantias, seja através de ações isoladas, de ONGs e movimentos sociais e até mesmo de participações governamentais.
        Algum dia, cada indivíduo deste planeta terá se tornado um cidadão. Resta saber quando será esse dia no calendário da desigualdade social.

                                (Carlos Eduardo Novaes. Cidadania para Principiantes. 2012. Adaptado)


De acordo com o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q402351 Português
TEXTO III

                                                              ESPADAS
                          NENHUMA OUTRA ARMA TINHA O MESMO GLAMOUR

        Séculos depois de terem se tornado obsoletas, espadas ainda decoram brasões, bandeiras e insígnias militares por todo o mundo. "A história da espada é a história da Humanidade", afirmou o aventureiro, esgrimista e escritor britânico Richard Burton no século 19.
        Uma espada é inteira letal. Com a ponta, o inimigo podia ser trespassado, como uma lança. Com os lados, retalhado, como um machado - com a vantagem de a lâmina ser muito maior, e haver duas delas, nos modelos com dois gumes. Até a empunhadura servia para atacar, batendo-a contra a cabeça do inimigo - uma tática particularmente eficiente contra um oponente usando um elmo, que acabava desnorteado e vulnerável para ser finalizado. A espada também pode bloquear eficientemente ataques inimigos, dando origem à arte da esgrima, a complexa dança mortal entre movimentos defensivos e ofensivos. Ainda que raramente fosse a arma principal de uma unidade lutando em formação, não havia nada mais eficiente para combate próximo e pessoal - por isso, mesmo guerreiros equipados com lanças ou outras armas longas, como os hoplitas espartanos, carregavam-na consigo como arma reserva, para um ataque final ou como último recurso, quando a situação se degenerava num salve-se quem puder.
        (...)

                          (Revista Superinteressante, Editora Abril, Edição 329-A, Edição especial Armas, fevereiro-2014, p. 14)


Em: Ainda que raramente fosse a arma principal de uma unidade lutando em formação, não havia nada mais eficiente para combate próximo e pessoal, a relação sintático- semântica que se estabelece entre a oração principal e a oração subordinada em destaque é de
Alternativas
Q402350 Português
TEXTO III

                                                              ESPADAS
                          NENHUMA OUTRA ARMA TINHA O MESMO GLAMOUR

        Séculos depois de terem se tornado obsoletas, espadas ainda decoram brasões, bandeiras e insígnias militares por todo o mundo. "A história da espada é a história da Humanidade", afirmou o aventureiro, esgrimista e escritor britânico Richard Burton no século 19.
        Uma espada é inteira letal. Com a ponta, o inimigo podia ser trespassado, como uma lança. Com os lados, retalhado, como um machado - com a vantagem de a lâmina ser muito maior, e haver duas delas, nos modelos com dois gumes. Até a empunhadura servia para atacar, batendo-a contra a cabeça do inimigo - uma tática particularmente eficiente contra um oponente usando um elmo, que acabava desnorteado e vulnerável para ser finalizado. A espada também pode bloquear eficientemente ataques inimigos, dando origem à arte da esgrima, a complexa dança mortal entre movimentos defensivos e ofensivos. Ainda que raramente fosse a arma principal de uma unidade lutando em formação, não havia nada mais eficiente para combate próximo e pessoal - por isso, mesmo guerreiros equipados com lanças ou outras armas longas, como os hoplitas espartanos, carregavam-na consigo como arma reserva, para um ataque final ou como último recurso, quando a situação se degenerava num salve-se quem puder.
        (...)

                          (Revista Superinteressante, Editora Abril, Edição 329-A, Edição especial Armas, fevereiro-2014, p. 14)


A palavra em cuja formação encontramos prefixos e sufixos como em empunhadura, é
Alternativas
Q402347 Português
TEXTO III

                                                              ESPADAS
                          NENHUMA OUTRA ARMA TINHA O MESMO GLAMOUR

        Séculos depois de terem se tornado obsoletas, espadas ainda decoram brasões, bandeiras e insígnias militares por todo o mundo. "A história da espada é a história da Humanidade", afirmou o aventureiro, esgrimista e escritor britânico Richard Burton no século 19.
        Uma espada é inteira letal. Com a ponta, o inimigo podia ser trespassado, como uma lança. Com os lados, retalhado, como um machado - com a vantagem de a lâmina ser muito maior, e haver duas delas, nos modelos com dois gumes. Até a empunhadura servia para atacar, batendo-a contra a cabeça do inimigo - uma tática particularmente eficiente contra um oponente usando um elmo, que acabava desnorteado e vulnerável para ser finalizado. A espada também pode bloquear eficientemente ataques inimigos, dando origem à arte da esgrima, a complexa dança mortal entre movimentos defensivos e ofensivos. Ainda que raramente fosse a arma principal de uma unidade lutando em formação, não havia nada mais eficiente para combate próximo e pessoal - por isso, mesmo guerreiros equipados com lanças ou outras armas longas, como os hoplitas espartanos, carregavam-na consigo como arma reserva, para um ataque final ou como último recurso, quando a situação se degenerava num salve-se quem puder.
        (...)

                          (Revista Superinteressante, Editora Abril, Edição 329-A, Edição especial Armas, fevereiro-2014, p. 14)


O objeto espada é apresentado no texto ressaltando-se, especialmente, aspectos que dizem respeito a(o) sua (seu)
Alternativas
Q402346 Português
TEXTO III

                                                              ESPADAS
                          NENHUMA OUTRA ARMA TINHA O MESMO GLAMOUR

        Séculos depois de terem se tornado obsoletas, espadas ainda decoram brasões, bandeiras e insígnias militares por todo o mundo. "A história da espada é a história da Humanidade", afirmou o aventureiro, esgrimista e escritor britânico Richard Burton no século 19.
        Uma espada é inteira letal. Com a ponta, o inimigo podia ser trespassado, como uma lança. Com os lados, retalhado, como um machado - com a vantagem de a lâmina ser muito maior, e haver duas delas, nos modelos com dois gumes. Até a empunhadura servia para atacar, batendo-a contra a cabeça do inimigo - uma tática particularmente eficiente contra um oponente usando um elmo, que acabava desnorteado e vulnerável para ser finalizado. A espada também pode bloquear eficientemente ataques inimigos, dando origem à arte da esgrima, a complexa dança mortal entre movimentos defensivos e ofensivos. Ainda que raramente fosse a arma principal de uma unidade lutando em formação, não havia nada mais eficiente para combate próximo e pessoal - por isso, mesmo guerreiros equipados com lanças ou outras armas longas, como os hoplitas espartanos, carregavam-na consigo como arma reserva, para um ataque final ou como último recurso, quando a situação se degenerava num salve-se quem puder.
        (...)

                          (Revista Superinteressante, Editora Abril, Edição 329-A, Edição especial Armas, fevereiro-2014, p. 14)


Considerando-se o que é dito no texto, a espada é uma arma que
Alternativas
Q402345 Português
TEXTO II

                        Realização profissional - fazer o que gosta ou gostar do que faz?

        Escrevo esse post não com base em estudos e pesquisas empíricas, mas por minha percepção e por conversas que tive com diversos empreendedores. Costumamos avaliar o sucesso de alguém utilizando duas métricas que, como na maioria das métricas atualmente, tornaram-se mais importantes que os objetivos buscados. Costumamos correlacionar a renda e a posição ocupada da pessoa com sua realização profissional e pessoal, mas será mesmo verdade?
        Tenho visto muitas pessoas com boas rendas e bons cargos que não se sentem realizadas. Também tenho visto gente em busca de dinheiro e poder que não consegue se realizar não importa quão ricos e poderosos estejam. Talvez a realização profissional esteja mais ligada ao que queremos do que o que a sociedade acha que é sinônimo de sucesso. Talvez fazermos o que gostamos seja mais realizador do que fazermos o que nossos pais, nossos amigos e nossos colegas julgam que devêssemos fazer. Mas será possível conciliar a necessidade com o desejo?
        Temos necessidade de auferir uma renda, maior ou menor, dentro do que cada um julga ser preciso para manter um padrão de vida compatível com seus desejos e com suas necessidades, mas será possível conciliar isso com alguma atividade que realmente gostamos? O século XXI está ai derrubando paradigmas e nos mostrando caminhos nunca antes trilhados que podem garantir o sustento das pessoas capacitadas. Toda vez que ligo o Canal Off sinto uma mistura de inveja e alegria com a vida que aquele pessoal vive: viajando pelo mundo, surfando, mergulhando, escalando, etc e ainda ganhando para isso. Não tenho ideia de quanto ganham, mas imagino os custos dos projetos e imagino o quanto são focados e determinados para conseguirem fazer o que fazem - sei que treinaram e treinam duro para chegar àquele nível de excelência em suas áreas. Meu pai jamais me apoiaria num projeto de surfe, mas os pais desses meninos o fazem. Isso em si é uma grande mudança e acreditamos que aquelas pessoas sejam realizadas, ou não?

                                                                       (blog.soulsocial.com.br - Por Thiago Ribeiro. Acesso em 12.05.14)


A opção em que a palavra marcada é um elementos de coesão, sequenciador, que se presta a assegurar a continuidade do texto é
Alternativas
Q402344 Português
TEXTO II

                        Realização profissional - fazer o que gosta ou gostar do que faz?

        Escrevo esse post não com base em estudos e pesquisas empíricas, mas por minha percepção e por conversas que tive com diversos empreendedores. Costumamos avaliar o sucesso de alguém utilizando duas métricas que, como na maioria das métricas atualmente, tornaram-se mais importantes que os objetivos buscados. Costumamos correlacionar a renda e a posição ocupada da pessoa com sua realização profissional e pessoal, mas será mesmo verdade?
        Tenho visto muitas pessoas com boas rendas e bons cargos que não se sentem realizadas. Também tenho visto gente em busca de dinheiro e poder que não consegue se realizar não importa quão ricos e poderosos estejam. Talvez a realização profissional esteja mais ligada ao que queremos do que o que a sociedade acha que é sinônimo de sucesso. Talvez fazermos o que gostamos seja mais realizador do que fazermos o que nossos pais, nossos amigos e nossos colegas julgam que devêssemos fazer. Mas será possível conciliar a necessidade com o desejo?
        Temos necessidade de auferir uma renda, maior ou menor, dentro do que cada um julga ser preciso para manter um padrão de vida compatível com seus desejos e com suas necessidades, mas será possível conciliar isso com alguma atividade que realmente gostamos? O século XXI está ai derrubando paradigmas e nos mostrando caminhos nunca antes trilhados que podem garantir o sustento das pessoas capacitadas. Toda vez que ligo o Canal Off sinto uma mistura de inveja e alegria com a vida que aquele pessoal vive: viajando pelo mundo, surfando, mergulhando, escalando, etc e ainda ganhando para isso. Não tenho ideia de quanto ganham, mas imagino os custos dos projetos e imagino o quanto são focados e determinados para conseguirem fazer o que fazem - sei que treinaram e treinam duro para chegar àquele nível de excelência em suas áreas. Meu pai jamais me apoiaria num projeto de surfe, mas os pais desses meninos o fazem. Isso em si é uma grande mudança e acreditamos que aquelas pessoas sejam realizadas, ou não?

                                                                       (blog.soulsocial.com.br - Por Thiago Ribeiro. Acesso em 12.05.14)


No trecho: O século XXI está ai derrubando paradigmas e nos mostrando caminhos nunca antes trilhados que podem garantir o sustento das pessoas capacitadas, a palavra paradigmas
Alternativas
Q402342 Português
TEXTO II

                        Realização profissional - fazer o que gosta ou gostar do que faz?

        Escrevo esse post não com base em estudos e pesquisas empíricas, mas por minha percepção e por conversas que tive com diversos empreendedores. Costumamos avaliar o sucesso de alguém utilizando duas métricas que, como na maioria das métricas atualmente, tornaram-se mais importantes que os objetivos buscados. Costumamos correlacionar a renda e a posição ocupada da pessoa com sua realização profissional e pessoal, mas será mesmo verdade?
        Tenho visto muitas pessoas com boas rendas e bons cargos que não se sentem realizadas. Também tenho visto gente em busca de dinheiro e poder que não consegue se realizar não importa quão ricos e poderosos estejam. Talvez a realização profissional esteja mais ligada ao que queremos do que o que a sociedade acha que é sinônimo de sucesso. Talvez fazermos o que gostamos seja mais realizador do que fazermos o que nossos pais, nossos amigos e nossos colegas julgam que devêssemos fazer. Mas será possível conciliar a necessidade com o desejo?
        Temos necessidade de auferir uma renda, maior ou menor, dentro do que cada um julga ser preciso para manter um padrão de vida compatível com seus desejos e com suas necessidades, mas será possível conciliar isso com alguma atividade que realmente gostamos? O século XXI está ai derrubando paradigmas e nos mostrando caminhos nunca antes trilhados que podem garantir o sustento das pessoas capacitadas. Toda vez que ligo o Canal Off sinto uma mistura de inveja e alegria com a vida que aquele pessoal vive: viajando pelo mundo, surfando, mergulhando, escalando, etc e ainda ganhando para isso. Não tenho ideia de quanto ganham, mas imagino os custos dos projetos e imagino o quanto são focados e determinados para conseguirem fazer o que fazem - sei que treinaram e treinam duro para chegar àquele nível de excelência em suas áreas. Meu pai jamais me apoiaria num projeto de surfe, mas os pais desses meninos o fazem. Isso em si é uma grande mudança e acreditamos que aquelas pessoas sejam realizadas, ou não?

                                                                       (blog.soulsocial.com.br - Por Thiago Ribeiro. Acesso em 12.05.14)


Em: derrubando paradigmas e nos mostrando caminhos nunca antes trilhados, a palavra paradigmas, só se realiza em uma única forma gramatical de gênero. Nas opções, a seguir, o mesmo ocorre com a palavra destacada em
Alternativas
Q402341 Português
TEXTO II

                        Realização profissional - fazer o que gosta ou gostar do que faz?

        Escrevo esse post não com base em estudos e pesquisas empíricas, mas por minha percepção e por conversas que tive com diversos empreendedores. Costumamos avaliar o sucesso de alguém utilizando duas métricas que, como na maioria das métricas atualmente, tornaram-se mais importantes que os objetivos buscados. Costumamos correlacionar a renda e a posição ocupada da pessoa com sua realização profissional e pessoal, mas será mesmo verdade?
        Tenho visto muitas pessoas com boas rendas e bons cargos que não se sentem realizadas. Também tenho visto gente em busca de dinheiro e poder que não consegue se realizar não importa quão ricos e poderosos estejam. Talvez a realização profissional esteja mais ligada ao que queremos do que o que a sociedade acha que é sinônimo de sucesso. Talvez fazermos o que gostamos seja mais realizador do que fazermos o que nossos pais, nossos amigos e nossos colegas julgam que devêssemos fazer. Mas será possível conciliar a necessidade com o desejo?
        Temos necessidade de auferir uma renda, maior ou menor, dentro do que cada um julga ser preciso para manter um padrão de vida compatível com seus desejos e com suas necessidades, mas será possível conciliar isso com alguma atividade que realmente gostamos? O século XXI está ai derrubando paradigmas e nos mostrando caminhos nunca antes trilhados que podem garantir o sustento das pessoas capacitadas. Toda vez que ligo o Canal Off sinto uma mistura de inveja e alegria com a vida que aquele pessoal vive: viajando pelo mundo, surfando, mergulhando, escalando, etc e ainda ganhando para isso. Não tenho ideia de quanto ganham, mas imagino os custos dos projetos e imagino o quanto são focados e determinados para conseguirem fazer o que fazem - sei que treinaram e treinam duro para chegar àquele nível de excelência em suas áreas. Meu pai jamais me apoiaria num projeto de surfe, mas os pais desses meninos o fazem. Isso em si é uma grande mudança e acreditamos que aquelas pessoas sejam realizadas, ou não?

                                                                       (blog.soulsocial.com.br - Por Thiago Ribeiro. Acesso em 12.05.14)


A frase que marca de forma mais adequada e completa o ponto de vista do autor diante do tema em discussão é
Alternativas
Respostas
10041: A
10042: E
10043: A
10044: D
10045: E
10046: C
10047: B
10048: E
10049: A
10050: C
10051: C
10052: B
10053: E
10054: A
10055: D
10056: A
10057: E
10058: D
10059: C
10060: B