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Questões de Concurso Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

Foram encontradas 13.774 questões

Q420818 Português


Em relação ao texto acima, julgue o item a seguir.
A substituição da forma verbal “haverá” (L.5) por existirá não prejudicaria nem o sentido nem a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q420817 Português


Em relação ao texto acima, julgue o item a seguir.
No trecho “dissipam-se para latitudes mais baixas” (L.21), a partícula “se” tem função apassivadora.
Alternativas
Q420816 Português


Em relação ao texto acima, julgue o item a seguir.
A substituição da forma verbal “chamam” (L.16) pela forma verbal denominam não prejudicaria a correção gramatical ou o sentido original do texto.
Alternativas
Q420814 Português
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Julgue o próximo item , relativos aos sentidos e aspectos gramaticais do texto acima.
As orações “onde é muito frio” (L.4) e “que banha o litoral” (L.10) têm natureza explicativa, o que justifica o fato de estarem isoladas por vírgulas.
Alternativas
Q420807 Português
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No que se refere aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item a seguir.
Sem prejuízo do sentido original do texto e de sua correção gramatical, o trecho “as que implicam mudanças geométricas e configuracionais das plantas” (L.19-21) poderia ser reescrito da seguinte forma: aquelas que resultam de mudanças geométricas e configuracionais das plantas.
Alternativas
Q420802 Português
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Acerca dos aspectos linguísticos do texto acima, julgue os itens
seguintes.
A forma verbal “Lidamos” (L.9) poderia ser corretamente substituída por Lida-se
Alternativas
Q420801 Português
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Acerca dos aspectos linguísticos do texto acima, julgue os itens
seguintes.
A oração introduzida pela conjunção “que” (L.10) expressa ideia de consequência em relação à oração anterior, à qual se subordina.
Alternativas
Q420799 Português
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Em relação ao texto acima, julgue os itens
O uso das formas verbais “ergue” (L.11) e “Revira” (L.12), denotativas de movimento, indica a recuperação física do personagem, decorrente da retomada da “ânsia de viver” (L.7).
Alternativas
Q420798 Português
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Em relação ao texto acima, julgue os itens
Por tratar-se de narrativa em terceira pessoa, o texto apresenta, além do relato das ações, alguns comentários do narrador, sem perscrutar o pensamento do personagem principal.
Alternativas
Q420797 Português
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Em relação ao texto acima, julgue os itens
A escassez de verbos nas duas primeiras frases do texto e o uso de forma verbal na voz passiva realçam a situação de imobilidade e fragilidade do personagem em foco.
Alternativas
Q420789 Português
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Julgue o item a seguir, referente aos sentidos e aos aspectos
linguísticos do texto acima.
Depreende-se do texto que o “art. 101, n.º 6, da Constituição do Império” (L.16-17) tornou-se letra morta em decorrência da prática política adotada por D. Pedro II.
Alternativas
Q420785 Português


Em relação ao texto acima, julgue o item abaixo.
As ideias expressas nas frases “Ser gente parecia uma questão de ponto de vista” (L.28) e “Gente é quem ocupa a posição de sujeito” (L.29) constituem aspectos importantes daquilo que o texto apresenta como ‘perspectivismo ameríndio’ (L.4).
Alternativas
Q420784 Português


Em relação ao texto acima, julgue o item abaixo.
O “traço específico do pensamento indígena nas Américas” (L.6-7) a que se refere o autor do texto consiste na recusa dos indígenas em se submeterem à lógica de produção da sociedade capitalista.
Alternativas
Q420782 Português


Em relação ao texto acima, julgue o item abaixo.
As formas verbais “surgiu” e “ganhou”, ambas na linha 3, poderiam, sem prejuízo dos sentidos do texto, ser substituídas por surgira e ganhara, respectivamente, pois indicam ações anteriores àquelas referidas no primeiro período do texto.
Alternativas
Q420781 Português


Em relação ao texto acima, julgue o item abaixo.
Narrado em primeira pessoa e tratando de tema científico, o texto classifica-se como artigo científico, ainda que tenha sido publicado em periódico não especializado.
Alternativas
Q420738 Português
Considere a tira e analise as afirmações.

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I. A resposta esperada pela menina era “a rua”.
II. Na frase de Mafalda, no segundo quadrinho, Miguelito é o sujeito da oração.
III. Em português, o sujeito de uma oração pode ser inexistente, como em “Choveram reclamações na empresa por causa do apagão na Internet.”
IV. A resposta de Miguelito seria compatível com a pergunta: Ao prefeito cabe que responsabilidade?

Pela leitura das afirmações, conclui-se que
Alternativas
Ano: 2014 Banca: ACAFE Órgão: PC-SC Prova: ACAFE - 2014 - PC-SC - Agente de Polícia |
Q420658 Português
Complete corretamente as lacunas com uma das opções colocadas entre parênteses.

• O poder público brasileiro, __________ de ser eco­nômico, é perdulário, (ao invés de - em vez de)
• O ___________ de prisão foi expedido pelo juiz de plantão ainda de madrugada, (mandado - mandato)
• Esse procedimento está__________ a lei eleitoral. (infrígindo - infringindo)
• Quanto mais detalhes forem incluídos na obra, mais________será a quantia de dinheiro, (vultuosa - vultosa)
• Ao analisar o recurso, o parecerista_________ todas as peças do processo, (dissecou - dessecou)

A seqüência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: ACAFE Órgão: PC-SC Prova: ACAFE - 2014 - PC-SC - Agente de Polícia |
Q420644 Português
             Entenda a onda de violência em Santa Catarina

Já são 101 ataques em 17 dias, ocorridos em 31 municípios catarinenses
por Leonardo Guandeline / Juraci Perboni, especial para O Globo 15/02/2013 20:54

      SÃO PAULO e FLORIANÓPOLIS - A recente onda de ataques em Santa Catarina, a segunda em quatro meses, entrou nesta sexta-feira no 17° dia - teve início em 30 de janeiro - , totalizando 101 ações até o fim desta tarde, entre elas incêndios a ônibus, carros particulares, viaturas e prédios públicos, em pelo menos 31 municípios no estado.
      A primeira onda de atentados ocorreu em no­vembro de 2012. Durou sete dias e resultou em 58 atentados, em 16 cidades. Segundo a polícia, as ações são ordenadas por líderes de facções crimi­nosas que atuam de dentro dos presídios catarinenses. Os presos alegam que sofrem tortura, não têm atendimento médico e odontológico, nem abastecimento regular de água, além de poucos agentes para que todos possam tomar o banho de sol. No fim do ano passado, a ouvidora da Secreta­ria Nacional de Direitos Humanos foi a Santa Catarina, constatou uma série de problemas, e solicitou providências.
      Na atual série de crimes, os presos, na visita da equipe da Corregedoria do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, disseram que os problemas não foram resolvidos, entre eles o não término da apuração dos casos de tortura.
      Os detentos, no entanto, questionaram a rapidez da Polícia Civil em investigar a morte da agen­te prisional Deise Alves, ocorrida em agosto, com o indiciamento de 11 pessoas. Há suspeita que os atentados do ano passado possam estar relacio­nados com o crime, já que o alvo, segundo a Polí­cia Civil, seria o marido dela, Carlos Alves, diretor da penitenciária de São Pedro de Alcântara, na Grande Florianópolis, que pediu afastamento do cargo após a morte de Deise. Alves atribuiu o assassinato a uma das facções que age no estado e controlaria o presídio.
      Os detentos dizem que, após a morte da agente prisional, a situação ficou insustentável, e chega­ram a denunciar a violência praticada pelo diretor e um grupo de agentes em um vídeo gravado pelos próprios detentos. As imagens mostram uma su­posta revista em uma cela acompanhada de cho­ques elétricos, tapas e ameaças.
      Foi de São Pedro de Alcântara que teria partido, segundo as autoridades catarinenses, as ordens para a primeira onda de ataques.
      Os recentes atentados também são atribuídos à transferência de alguns presos.
Disponível em: http://oglobo.globo.com/brasil/entenda-onda- de-violencia-em-santa-catarina-7595303.Acesso em: 25/06/2014. Adaptado.
Assinale a alternativa em que é possível substituir a expressão destacada em negrito pela expressão sugerida entre parênteses, sem modificar o sentido do texto .
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CETRO Órgão: FCP Prova: CETRO - 2014 - FCP - Operacional Administrativo |
Q420423 Português
                       Combater a intolerância é dever de todos

      A Constituição da República estabelece que o Brasil é um Estado laico. Isto assegura à nação o direito de todos escolherem ter ou não uma religião. É uma importante conquista do nosso tempo. Porque a intolerância, em face das religiões de matriz africana, esteve presente no cenário nacional, sendo inclusive perseguidas pelo Estado brasileiro.
     Em todo o país, as manifestações que exigem o respeito à liberdade religiosa cresceram e receberam extraordinário apoio popular. Merece destaque a CCIR - Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro, que deu início à mobilização que reúne, na capital carioca, todas as representações religiosas e não religiosas, para combater a intolerância às religiões de matriz africana.
     A Lei nº 11.635/2007, que institui o dia 21 de janeiro como o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa é, também, resultado da mobilização popular. Da mesma forma, é a Lei nº 12.288/2010, que institui o Estatuto da Igualdade Racial. A propósito, é a primeira lei que busca a construção da igualdade perante o Estado entre as religiões de matriz africana e todas as religiões.
     No Brasil, existem duas importantes religiões afro- brasileiras: a umbanda e o candomblé. Ambas com muitas vertentes e formas de manifestações, que influenciaram profundamente os costumes da população. É uma herança que condiciona o ser brasileiro: uma nação multiétnica. O que é certamente o nosso maior patrimônio.
     Solo fértil do patrimônio afro-brasileiro, as comunidades tradicionais de terreiro guardam as reminiscências culturais e religiosas dos bantus, yorubás, gegês e malês. A preservação e promoção de ações para melhoria da qualidade de vida das pessoas pertencentes às comunidades de terreiro concretizam o reconhecimento, o respeito e a reparação política e social do Estado para com as comunidades religiosas de matriz africana.
     A intolerância produz guerra, desestrutura nações, destrói famílias e pessoas. A proliferação de atos de intolerância com base em preferências e motivações religiosas representa um ataque frontal ao desenvolvimento humano, à paz e à solidariedade entre os povos.
     A Fundação Cultural Palmares, instituída em 1988, órgão do Governo Federal, vinculado ao Ministério da Cultura, para proteger e promover as manifestações da cultura afro-brasileira, apoia as mobilizações contra o desrespeito e a intolerância em face das religiões de matriz africana.
     Também são desenvolvidas pela Fundação Palmares ações de mapeamento das comunidades, proteção de ervas em cultos de matriz africana, oficinas de cultivo ervas/ plantas sagradas medicinais, oficina de vestimentas litúrgicas e afro- brasileiras e oficinas de gastronomia afro-brasileira em comunidades de terreiro.
     A cultura é um vetor do desenvolvimento socioeconômico. É instrumento valioso de promoção da cidadania. As artes, o artesanato, os vestuários, as festas, a música, entre outras formas de expressões e manifestações culturais características das comunidades de terreiros, devem ser preservadas, promovidas e percebidas como oportunidades criativas de ocupação e geração de renda.
     Portanto, combater a intolerância religiosa é um dever de todos. A nação brasileira deve fazer valer os Direitos Humanos e a Constituição. O respeito à diversidade seja social, cultural, étnica ou religiosa é condição indispensável para a construção da democracia. É preciso fazer valer o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa e aproveitar a data para celebrar o respeito à liberdade de culto.

                       Fonte: Eloi Ferreira de Araujo: Combater a intolerância é dever de todos. 20/ 01/ 2012, by Ascom. Adaptado.


De acordo com o contexto e quanto a conjunções, assinale a alternativa em que a conjunção destacada exprime a mesma classificação que a conjunção destacada abaixo.

Portanto, combater a intolerância religiosa é um dever de todos.”
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CETRO Órgão: FCP Prova: CETRO - 2014 - FCP - Operacional Administrativo |
Q420422 Português
                       Combater a intolerância é dever de todos

      A Constituição da República estabelece que o Brasil é um Estado laico. Isto assegura à nação o direito de todos escolherem ter ou não uma religião. É uma importante conquista do nosso tempo. Porque a intolerância, em face das religiões de matriz africana, esteve presente no cenário nacional, sendo inclusive perseguidas pelo Estado brasileiro.
     Em todo o país, as manifestações que exigem o respeito à liberdade religiosa cresceram e receberam extraordinário apoio popular. Merece destaque a CCIR - Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro, que deu início à mobilização que reúne, na capital carioca, todas as representações religiosas e não religiosas, para combater a intolerância às religiões de matriz africana.
     A Lei nº 11.635/2007, que institui o dia 21 de janeiro como o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa é, também, resultado da mobilização popular. Da mesma forma, é a Lei nº 12.288/2010, que institui o Estatuto da Igualdade Racial. A propósito, é a primeira lei que busca a construção da igualdade perante o Estado entre as religiões de matriz africana e todas as religiões.
     No Brasil, existem duas importantes religiões afro- brasileiras: a umbanda e o candomblé. Ambas com muitas vertentes e formas de manifestações, que influenciaram profundamente os costumes da população. É uma herança que condiciona o ser brasileiro: uma nação multiétnica. O que é certamente o nosso maior patrimônio.
     Solo fértil do patrimônio afro-brasileiro, as comunidades tradicionais de terreiro guardam as reminiscências culturais e religiosas dos bantus, yorubás, gegês e malês. A preservação e promoção de ações para melhoria da qualidade de vida das pessoas pertencentes às comunidades de terreiro concretizam o reconhecimento, o respeito e a reparação política e social do Estado para com as comunidades religiosas de matriz africana.
     A intolerância produz guerra, desestrutura nações, destrói famílias e pessoas. A proliferação de atos de intolerância com base em preferências e motivações religiosas representa um ataque frontal ao desenvolvimento humano, à paz e à solidariedade entre os povos.
     A Fundação Cultural Palmares, instituída em 1988, órgão do Governo Federal, vinculado ao Ministério da Cultura, para proteger e promover as manifestações da cultura afro-brasileira, apoia as mobilizações contra o desrespeito e a intolerância em face das religiões de matriz africana.
     Também são desenvolvidas pela Fundação Palmares ações de mapeamento das comunidades, proteção de ervas em cultos de matriz africana, oficinas de cultivo ervas/ plantas sagradas medicinais, oficina de vestimentas litúrgicas e afro- brasileiras e oficinas de gastronomia afro-brasileira em comunidades de terreiro.
     A cultura é um vetor do desenvolvimento socioeconômico. É instrumento valioso de promoção da cidadania. As artes, o artesanato, os vestuários, as festas, a música, entre outras formas de expressões e manifestações culturais características das comunidades de terreiros, devem ser preservadas, promovidas e percebidas como oportunidades criativas de ocupação e geração de renda.
     Portanto, combater a intolerância religiosa é um dever de todos. A nação brasileira deve fazer valer os Direitos Humanos e a Constituição. O respeito à diversidade seja social, cultural, étnica ou religiosa é condição indispensável para a construção da democracia. É preciso fazer valer o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa e aproveitar a data para celebrar o respeito à liberdade de culto.

                       Fonte: Eloi Ferreira de Araujo: Combater a intolerância é dever de todos. 20/ 01/ 2012, by Ascom. Adaptado.


Leia a oração abaixo, retirada do quinto parágrafo, e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra destacada.

“Solo fértil do patrimônio afro-brasileiro, as comunidades tradicionais de terreiro guardam as reminiscências culturais e religiosas dos bantus, yorubás, gegês e malês.”
Alternativas
Respostas
9861: E
9862: C
9863: E
9864: C
9865: E
9866: C
9867: C
9868: E
9869: E
9870: C
9871: E
9872: C
9873: E
9874: C
9875: E
9876: A
9877: B
9878: A
9879: C
9880: E