Questões de Concurso Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q460605 Português
Juros e marshmallows




     Formação de poupança, taxa de juros, r > g, na agora célebre formulação de Thomas Piketty. Expressos em economês, esses conceitos têm algo de impenetravelmente abstrato. Mas tudo isso pode se tornar um pouco mais compreensível se recorrermos à psicologia.

     Sob essa chave interpretativa, a taxa de juros é a expressão monetária da recompensa diferida, ou melhor, o prêmio que se paga à paciência. O sujeito que aceita deixar de consumir já e guarda seu dinheiro recebe uma gratificação por seu autocontrole. Essa faceta psicológica, embora não dê conta de explicar todos os aspectos da taxa de juros, ajudaria a compreender sua relativa estabilidade. Historicamente, ela fica em torno dos 4% ou 5% ao ano, que seriam o preço-base da impaciência humana.

     O interessante é que a noção de recompensa diferida não serve só para ajudar a entender a economia. Ela se revelou também um teste de inteligência emocional com alto valor preditivo sobre o sucesso de pessoas.

     Tudo começou nos anos 60 com o experimento do marshmallow. O psicólogo Walter Mischel, de Stanford, estava interessado em saber como crianças resistiam a tentações. Assim, colocava garotos de quatro anos numa sala diante de um marshmallow e lhes dava duas opções. Poderiam tocar uma campainha, encerrar o experimento e devorar a guloseima, ou aguardar a volta do pesquisador, que então lhes entregaria um segundo marshmallow.

     Anos depois, Mischel correlacionou o tempo que elas conseguiram esperar com indicadores de sucesso. Constatou que as que conseguiram esperar mais se saíram melhor nos exames acadêmicos, tinham menos problemas com drogas, menores taxas de divórcio e até menor peso.

     Não podemos, decerto, transpor esses achados individuais para sociedades, mas será que as altas taxas de juros no Brasil não dizem algo sobre nossa saúde mental coletiva?


(Hélio Schwartsman, Folha de S.Paulo, 13.07.2014. Adaptado)
Considerando o contexto, a forma verbal destacada em – Historicamente, ela fica em torno dos 4% ou 5% ao ano... (segundo parágrafo) – está corretamente substituída, preservando-se o sentido de uma ação que se iniciou no passado e se prolonga até o presente, por
Alternativas
Q460604 Português
Juros e marshmallows




     Formação de poupança, taxa de juros, r > g, na agora célebre formulação de Thomas Piketty. Expressos em economês, esses conceitos têm algo de impenetravelmente abstrato. Mas tudo isso pode se tornar um pouco mais compreensível se recorrermos à psicologia.

     Sob essa chave interpretativa, a taxa de juros é a expressão monetária da recompensa diferida, ou melhor, o prêmio que se paga à paciência. O sujeito que aceita deixar de consumir já e guarda seu dinheiro recebe uma gratificação por seu autocontrole. Essa faceta psicológica, embora não dê conta de explicar todos os aspectos da taxa de juros, ajudaria a compreender sua relativa estabilidade. Historicamente, ela fica em torno dos 4% ou 5% ao ano, que seriam o preço-base da impaciência humana.

     O interessante é que a noção de recompensa diferida não serve só para ajudar a entender a economia. Ela se revelou também um teste de inteligência emocional com alto valor preditivo sobre o sucesso de pessoas.

     Tudo começou nos anos 60 com o experimento do marshmallow. O psicólogo Walter Mischel, de Stanford, estava interessado em saber como crianças resistiam a tentações. Assim, colocava garotos de quatro anos numa sala diante de um marshmallow e lhes dava duas opções. Poderiam tocar uma campainha, encerrar o experimento e devorar a guloseima, ou aguardar a volta do pesquisador, que então lhes entregaria um segundo marshmallow.

     Anos depois, Mischel correlacionou o tempo que elas conseguiram esperar com indicadores de sucesso. Constatou que as que conseguiram esperar mais se saíram melhor nos exames acadêmicos, tinham menos problemas com drogas, menores taxas de divórcio e até menor peso.

     Não podemos, decerto, transpor esses achados individuais para sociedades, mas será que as altas taxas de juros no Brasil não dizem algo sobre nossa saúde mental coletiva?


(Hélio Schwartsman, Folha de S.Paulo, 13.07.2014. Adaptado)
De acordo com o texto, conclui-se corretamente que o autocontrole é
Alternativas
Q460565 Português
No Brasil, podemos não estar na vanguarda tecnológica. Mas, na legislativa, acho que de vez em quando damos mostras de que temos condição, havendo vontade política, de aspirar a uma posição de destaque. Agora mesmo, leio aqui que se encontra em curso, na Câmara de Deputados, um projeto para a regulamentação da profissão de escritor. Já houve uma tentativa anterior, aliás estranhamente apoiada por alguns escritores profissionais, que não vingou. Mas deve ser uma área atraente demais para ainda não estar regulamentada. Claro, nem todas as atividades, ofícios e profissões estão ainda regulamentadas, mas a dos escritores parece ser importante em excesso, para tão prolongado esquecimento gorvenamental.

Não li o projeto, mas é claro que ele não pode ser discriminatório. Para definir o escritor, tem-se que ser o mais abrangente possível. Escreveu, valeu. Valerão, portanto, não só livros como panfletos, discursos, sermões, cartas, bilhetes, diários, memorandos, relatórios, bulas de remédio e - por que não? - um caprichado cardápio de restaurante. Como dizer a um sujeito que escreveu que ele não é escritor? Acusações de preconceito, incorreção política e discriminação se tornarão inevitáveis, se todo aquele que escrever não for classificável como escritor. Bem verdade que, de acordo também com o que li, caberá aos sindicatos de escritores essa árdua tarefa - e também eles terão o mesmo problema para rejeitar pretendentes.

Conhecemos o Brasil, não conhecemos? Finjamos que conhecemos, pelo menos. Que tramas logo entrevemos no futuro, se o projeto for transformado em lei? Posso logo conceber os casos tristes dos aposentados que escrevem regularmente para os jornais (mais um golpe nessa velharia desagradável que não serve para nada, pau neles) e serão, cedo ou tarde, flagrados no exercício ilegal da profissão. Claro, o projeto atual não deve prever isto, mas outros para complementá- lo advirão , principalmente porque assim se gerarão mais burocracia e mais empregos de favor, e os escrevedores de cartas aos jornais ou se filiam ao sindicato ou arrumam um amigo filiado, para coassinar as cartas, na condição de “escritor responsável” . Infortúnio que, aliás, deverá abater-se sobre diversos outros, como síndicos de prédios ou inspetores de obras, ou quem quer que seja obrigado a escrever relatórios. Talvez até placas, quem sabe?[...]

Sei que vocês pensam que eu brinco, mas não brinco. O Brasil tem leis interessantíssimas, que vieram com as melhores intenções e rendem situações intrigantes. Por exemplo, como se sabe, se o sujeito for pego matando uma tartaruga protegida, vai preso sem fiança. Em contrapartida, se encher a cara, sair de carro e matar umas quatro pessoas, paga fiança e vai para casa. No caso da tartaruga, alguém raciocinará que é mais negócio matar o fiscal do Ibama, mesmo com testemunhas. Principalmente se estiver um pouco bêbado, porque aqui é atenuante. É só escapar do flagrante, mostrar ser réu primário, conseguir responder ao processo em liberdade e, com azar, pegar aí seus dois aninhos de cana efetiva (em regime semiaberto). Portanto, se aqui é mais negócio matar um homem do que uma tartaruga, não brinco. Acredito que nos possam perpetrar qualquer absurdo, inclusive esses de que acabo de falar e outros, que não chegaram a me ocorrer, mas são possíveis. Entretanto, há sempre um lado bom. Por exemplo, se algum dia exigirem carteirinha de escritor para eu escrever, não escrevo mais . Será, quiçá, uma boa notícia para alguns. Ou muitos, talvez, ainda não promulgaram uma Lei de Proteção da Literatura Nacional, obrigando todo mundo a gostar de tudo o que o escritor brasileiro escreve. Embora, é claro, eu alimente fundadas esperanças, pois uma boa lei resolve qualquer coisa.

RIBEIRO, João Ubaldo. O Conselheiro Come.Rio: Nova Fronteira,2000,p.48ss.

Em: “Escreveu, valeu.” (§ 2), a primeira oração do período expressa, no texto, a seguinte circunstância:
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Q460142 Português
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No que se refere aos aspectos linguísticos do fragmento de texto
acima, julgue o próximo item.
O pronome possessivo “Suas” (L.4) refere-se a “de todos os Estados e sociedades” (L. 3 e 4).
Alternativas
Q460140 Português
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No que se refere aos aspectos linguísticos do fragmento de texto
acima, julgue o próximo item.
Na linha 6, dados os sentidos do trecho introduzido por dois-pontos, o vocábulo “fronteiras” deve ser interpretado em sentido amplo, não estando restrito ao seu sentido denotativo.
Alternativas
Q460136 Português
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No que se refere aos aspectos linguísticos do fragmento de texto
acima, julgue o próximo item.
A forma verbal “infligem” (L.4) está empregada no texto com o mesmo sentido que está empregada na seguinte frase: Os agentes de trânsito infligem multas aos infratores.
Alternativas
Q460135 Português
O tráfico internacional de drogas começou a
desenvolver-se em meados da década de 70, tendo tido o seu boom
na década de 80. Esse desenvolvimento está estreitamente ligado à
crise econômica mundial. O narcotráfico determina as economias
dos países produtores de coca e, ao mesmo tempo, favorece
principalmente o sistema financeiro mundial. O dinheiro oriundo da
droga corresponde à lógica do sistema financeiro, que é
eminentemente especulativo. Este necessita, cada vez mais, de
capital “livre” para girar, e o tráfico de drogas promove o
“aparecimento mágico” desse capital que se acumula de modo
rápido e se move velozmente.
A América Latina participa do narcotráfico na qualidade
de maior produtora mundial de cocaína, e um de seus países, a
Colômbia, detém o controle da maior parte do tráfico internacional.
A cocaína gera “dependência” em grupos econômicos e até mesmo
nas economias de alguns países, como nos bancos da Flórida, em
algumas ilhas do Caribe ou nos principais países produtores —
Peru, Bolívia e Colômbia, para citar apenas os casos de maior
destaque. Na Bolívia, os lucros com o narcotráfico chegam a
US$ 1,5 bilhão contra US$ 2,5 bilhões das exportações legais.
Na Colômbia, o narcotráfico gera de US$ 2 a 4 bilhões, enquanto
as exportações oficiais geram US$ 5,25 bilhões. Nesses países, a
corrupção é generalizada. Os narcotraficantes controlam o governo,
as forças armadas, o corpo diplomático e até as unidades
encarregadas do combate ao tráfico. Não há setor da sociedade que
não tenha ligação com os traficantes e até mesmo a Igreja recebe
contribuições destes.

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Julgue o próximo item, referente aos sentidos do texto acima.
O texto, que se classifica como dissertativo, expõe a articulação entre o tráfico internacional de drogas e o sistema financeiro mundial.
Alternativas
Q460133 Português
O tráfico internacional de drogas começou a
desenvolver-se em meados da década de 70, tendo tido o seu boom
na década de 80. Esse desenvolvimento está estreitamente ligado à
crise econômica mundial. O narcotráfico determina as economias
dos países produtores de coca e, ao mesmo tempo, favorece
principalmente o sistema financeiro mundial. O dinheiro oriundo da
droga corresponde à lógica do sistema financeiro, que é
eminentemente especulativo. Este necessita, cada vez mais, de
capital “livre” para girar, e o tráfico de drogas promove o
“aparecimento mágico” desse capital que se acumula de modo
rápido e se move velozmente.
A América Latina participa do narcotráfico na qualidade
de maior produtora mundial de cocaína, e um de seus países, a
Colômbia, detém o controle da maior parte do tráfico internacional.
A cocaína gera “dependência” em grupos econômicos e até mesmo
nas economias de alguns países, como nos bancos da Flórida, em
algumas ilhas do Caribe ou nos principais países produtores —
Peru, Bolívia e Colômbia, para citar apenas os casos de maior
destaque. Na Bolívia, os lucros com o narcotráfico chegam a
US$ 1,5 bilhão contra US$ 2,5 bilhões das exportações legais.
Na Colômbia, o narcotráfico gera de US$ 2 a 4 bilhões, enquanto
as exportações oficiais geram US$ 5,25 bilhões. Nesses países, a
corrupção é generalizada. Os narcotraficantes controlam o governo,
as forças armadas, o corpo diplomático e até as unidades
encarregadas do combate ao tráfico. Não há setor da sociedade que
não tenha ligação com os traficantes e até mesmo a Igreja recebe
contribuições destes.

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Julgue o próximo item, referente aos sentidos do texto acima.
Depreende-se do texto uma discrepância na ligação do narcotráfico com a Igreja e com unidades de combate ao tráfico.
Alternativas
Q460132 Português
O tráfico internacional de drogas começou a
desenvolver-se em meados da década de 70, tendo tido o seu boom
na década de 80. Esse desenvolvimento está estreitamente ligado à
crise econômica mundial. O narcotráfico determina as economias
dos países produtores de coca e, ao mesmo tempo, favorece
principalmente o sistema financeiro mundial. O dinheiro oriundo da
droga corresponde à lógica do sistema financeiro, que é
eminentemente especulativo. Este necessita, cada vez mais, de
capital “livre” para girar, e o tráfico de drogas promove o
“aparecimento mágico” desse capital que se acumula de modo
rápido e se move velozmente.
A América Latina participa do narcotráfico na qualidade
de maior produtora mundial de cocaína, e um de seus países, a
Colômbia, detém o controle da maior parte do tráfico internacional.
A cocaína gera “dependência” em grupos econômicos e até mesmo
nas economias de alguns países, como nos bancos da Flórida, em
algumas ilhas do Caribe ou nos principais países produtores —
Peru, Bolívia e Colômbia, para citar apenas os casos de maior
destaque. Na Bolívia, os lucros com o narcotráfico chegam a
US$ 1,5 bilhão contra US$ 2,5 bilhões das exportações legais.
Na Colômbia, o narcotráfico gera de US$ 2 a 4 bilhões, enquanto
as exportações oficiais geram US$ 5,25 bilhões. Nesses países, a
corrupção é generalizada. Os narcotraficantes controlam o governo,
as forças armadas, o corpo diplomático e até as unidades
encarregadas do combate ao tráfico. Não há setor da sociedade que
não tenha ligação com os traficantes e até mesmo a Igreja recebe
contribuições destes.

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Julgue o próximo item, referente aos sentidos do texto acima.
Verifica-se no texto uma ampliação de sentido do termo “dependência”: da dependência química causada em usuários de drogas à dependência de grupos e países cuja economia lucra com o narcotráfico.
Alternativas
Q460130 Português
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Julgue o item subsequente, acerca de ideias e estruturas
linguísticas do texto acima.
O sentido original do texto seria preservado caso a forma verbal “eram capturados” (L.8) fosse substituída por foram capturados.
Alternativas
Q460127 Português
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Julgue o item subsequente, acerca de ideias e estruturas
linguísticas do texto acima.
Os termos “febre” (L.24), “antitérmico” (L.27) e “paliativo” (L.27) expressam a analogia do tráfico de pessoas e do trabalho escravo na atualidade com um padrão doentio cuja erradicação passa pela libertação dos trabalhadores, embora não se limite a ela.
Alternativas
Q460126 Português
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Julgue o seguinte item, relativo às ideias e às estruturas
linguísticas do texto acima.
O texto é narrativo e autobiográfico, o que se evidencia pelo uso da primeira pessoa do singular no segundo parágrafo, quando é contado um fato acontecido ao narrador.
Alternativas
Q460124 Português
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Julgue o seguinte item, relativo às ideias e às estruturas
linguísticas do texto acima.
A correção gramatical do texto seria preservada caso se substituísse a locução “tinha sido” (L.13) pela forma verbal fora.
Alternativas
Q460123 Português
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Julgue o seguinte item, relativo às ideias e às estruturas
linguísticas do texto acima.
Depreende-se do texto que chineses emigram para a Europa em busca da possibilidade de melhor sustento financeiro de suas famílias.
Alternativas
Q460122 Português
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Julgue o item a seguir, a respeito dos sentidos do texto acima.
O trecho “que não há produção possível (...) dos meios de produção” (L. 2 a 4) é a demonstração a que se refere a expressão “esta demonstração” (L. 1 e 2).
Alternativas
Q460121 Português
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Julgue o item a seguir, a respeito dos sentidos do texto acima.
Não haveria alteração de sentido do texto, caso o trecho “todos reconhecem, porque (...) d’O Capital, que não há produção” (L. 1 e 2) fosse reescrito da seguinte forma: todos reconhecem a razão pela qual Marx impôs esta demonstração no Livro II d’O Capital — que não há produção.
Alternativas
Q460120 Português
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Julgue o item a seguir, a respeito dos sentidos do texto acima.
Infere-se do texto que todo economista é capitalista, mas o inverso não é verdadeiro, pois nem todo capitalista é proprietário de empresa.
Alternativas
Q460119 Português
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Julgue o item a seguir, a respeito dos sentidos do texto acima.
No texto, os termos “matéria-prima” (L.8), “instalações fixas (edifícios)” (L.8) e “instrumentos de produção (máquinas)” (L.9) são exemplos de “meios de produção” (L.4).
Alternativas
Q459197 Português
Escola × Violência

Jussara de Barros

Parágrafo 1 A violência é um problema social que está presente nas ações dentro das escolas e se manifesta de diversas formas entre todos os envolvidos no processo educativo. Isso não deveria acontecer, pois escola é lugar de formação da ética e da moral dos sujeitos ali inseridos, sejam eles alunos, professores ou demais funcionários.

Parágrafo 2 A violência estampada nas ruas das cidades, a violência doméstica, os latrocínios, os contrabandos, os crimes de colarinho branco têm levado jovens a perder a credibilidade em uma sociedade justa e igualitária capaz de promover o desenvolvimento social em iguais condições para todos, tornando-os violentos conforme esses modelos sociais.

Parágrafo 3 Nas escolas, as relações do dia a dia deveriam traduzir respeito ao próximo, através de atitudes que levassem à amizade, harmonia e integração das pessoas, visando a atingir os objetivos propostos no projeto político pedagógico da instituição.

Parágrafo 4 Muito se diz sobre o combate à violência, porém, levando ao pé da letra, combater significa guerrear, bombardear, batalhar, o que não traz um conceito correto para se revogar a mesma. As próprias instituições públicas se utilizam desse conceito errôneo, princípio que deve ser o motivador para a falta de engajamento dessas ações.

Parágrafo 5 Levar esse tema para a sala de aula desde as séries iniciais é uma forma de trabalhar com um tema controverso e presente em nossas vidas, possibilitando momentos de reflexão que auxiliarão na transformação social.

Parágrafo 6 Com recortes de jornais e revistas, pesquisas, filmes, músicas, desenhos animados, notícias televisivas, dentre outros, os professores podem levantar discussões acerca do tema numa possível forma de criar um ambiente de respeito ao próximo, considerando que todos os envolvidos no processo educativo devem participar e se engajar nessa ação para que a mesma não se torne contraditória. E muito além das discussões e momentos de reflexão, os professores devem propor soluções e análises críticas acerca dos problemas a fim de que os alunos se percebam capacitados para agir como cidadãos. Afinal, a credibilidade e a confiança são as melhores formas de mostrar para crianças e jovens que é possível vencer os desafios e problemas que a vida apresenta.

Disponível em: < http://www.brasilescola.com/educacao/escola-x-violencia.htm>. Acesso em: 25 maio 2014. (Adaptado)
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) com relação às palavras sublinhadas no excerto abaixo.

“A violência estampada nas ruas das cidades, a violência doméstica, os latrocínios, os contrabandos, os crimes de colarinho branco têm levado jovens a perder a credibilidade em uma sociedade justa e igualitária capaz de promover o desenvolvimento social em iguais condições para todos, tornando-os violentos conforme esses modelos sociais.” (Parágrafo 2)

( ) têm levado pode ser substituído por “têm feito com que jovens percam” sem prejuízo de sentido.
( ) Em todas as ocorrências a é artigo definido feminino singular.
( ) Em tornando-os, o pronome pessoal refere-se a “jovens”.
( ) conforme pode ser substituído por “de acordo com” sem prejuízo de sentido.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q459195 Português
Escola × Violência

Jussara de Barros

Parágrafo 1 A violência é um problema social que está presente nas ações dentro das escolas e se manifesta de diversas formas entre todos os envolvidos no processo educativo. Isso não deveria acontecer, pois escola é lugar de formação da ética e da moral dos sujeitos ali inseridos, sejam eles alunos, professores ou demais funcionários.

Parágrafo 2 A violência estampada nas ruas das cidades, a violência doméstica, os latrocínios, os contrabandos, os crimes de colarinho branco têm levado jovens a perder a credibilidade em uma sociedade justa e igualitária capaz de promover o desenvolvimento social em iguais condições para todos, tornando-os violentos conforme esses modelos sociais.

Parágrafo 3 Nas escolas, as relações do dia a dia deveriam traduzir respeito ao próximo, através de atitudes que levassem à amizade, harmonia e integração das pessoas, visando a atingir os objetivos propostos no projeto político pedagógico da instituição.

Parágrafo 4 Muito se diz sobre o combate à violência, porém, levando ao pé da letra, combater significa guerrear, bombardear, batalhar, o que não traz um conceito correto para se revogar a mesma. As próprias instituições públicas se utilizam desse conceito errôneo, princípio que deve ser o motivador para a falta de engajamento dessas ações.

Parágrafo 5 Levar esse tema para a sala de aula desde as séries iniciais é uma forma de trabalhar com um tema controverso e presente em nossas vidas, possibilitando momentos de reflexão que auxiliarão na transformação social.

Parágrafo 6 Com recortes de jornais e revistas, pesquisas, filmes, músicas, desenhos animados, notícias televisivas, dentre outros, os professores podem levantar discussões acerca do tema numa possível forma de criar um ambiente de respeito ao próximo, considerando que todos os envolvidos no processo educativo devem participar e se engajar nessa ação para que a mesma não se torne contraditória. E muito além das discussões e momentos de reflexão, os professores devem propor soluções e análises críticas acerca dos problemas a fim de que os alunos se percebam capacitados para agir como cidadãos. Afinal, a credibilidade e a confiança são as melhores formas de mostrar para crianças e jovens que é possível vencer os desafios e problemas que a vida apresenta.

Disponível em: < http://www.brasilescola.com/educacao/escola-x-violencia.htm>. Acesso em: 25 maio 2014. (Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta corretamente sinônimos e antônimos, de acordo com o texto
Alternativas
Respostas
9241: D
9242: E
9243: C
9244: E
9245: C
9246: E
9247: C
9248: E
9249: C
9250: E
9251: C
9252: E
9253: C
9254: C
9255: C
9256: E
9257: E
9258: C
9259: B
9260: C