Questões de Concurso Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q492467 Português
O significado mais adequado para a palavra “nefanda”, no contexto apresentado, é
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Q492466 Português
O significado mais adequado para a palavra “garimpar”, no contexto apresentado, é
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Q492163 Português
                              O grande desastre aéreo de ontem

Para Cândido Portinari

Vejo sangue no ar, vejo o piloto que levava urna flor para a noiva, abraçado com a hélice. E o violinista em que a morte acentuou a palidez, despenhar-se com sua cabeleira negra e seu estradivarius1. Há mãos e pernas de dançarinas arremessadas na explosão. Corpos irreconhecíveis identificados pelo Grande Reconhecedor. Vejo sangue no ar, vejo chuva de sangue caindo nas nuvens batizadas pelo sangue dos poetas mártires. Vejo a nadadora belíssima, no seu último salto de banhista, mais rápida porque vem sem vida. Vejo três meninas caindo rápidas, enfunadas2, como se dançassem ainda. E vejo a louca abraçada ao ramalhete de rosas que ela pensou ser o paraquedas, e a prima-dona3 com a longa cauda de lantejoulas riscando o céu como urn cometa. E o sino que ia para uma capela do oeste, vir dobrando finados pelos pobres mortos. Presumo que a moça adormecida na cabine ainda vem dormindo, tão tranquila e cega! Ó amigos, o paralítico vem com extrema rapidez, vem como uma estrela cadente, vem com as pernas do vento. Chove sangue sobre as nuvens de Deus. E há poetas miopes que pensam que é o arrebo!4.

LIMA, Jorge de. Poesia completa. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1980,2v,v.1,p.237).

1. aportuguesamento para a famosa marca de violinos:
    Stradivárius.
2. retesadas, infladas, enrijecidas.
3. cantora que faz o papel principal em uma opera.

Em “E o sino que IA para uma capela do oeste” , o verbo em destaque poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido básico, por uma forma no:
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Q491768 Português
Texto 2

            Se as mulheres enfrentam dupla jornada de trabalho, a forma  eficiente de resolver o problema é por meio de mudanças  culturais que tornem os homens mais ativos nos afazeres  domésticos e por meio de boas creches e escolas que deixem as  mães mais tranquilas com o cuidado dos filhos.
           Não parece apropriada a ideia de que um problema de  equidade do mercado de trabalho seja resolvido por uma saída  antecipada deste mesmo mercado, mas, sim, por uma política  efetiva de promoção de igualdade laboral entre homens e  mulheres.
           Alguém pode argumentar que mudanças culturais são difíceis  de concretizar. São, mas não impossíveis. O leitor com mais de 40  anos deve se recordar que muitos consideravam os cintos de
segurança como meros acessórios dos carros e que o cigarro  reinava em propagandas, restaurantes, aviões e salas de aula das  universidades.
“Se as mulheres enfrentam dupla jornada de trabalho, a forma eficiente de resolver o problema é por meio de mudanças culturais que tornem os homens mais ativos nos afazeres domésticos e por meio de boas creches e escolas que deixem as mães mais tranquilas com o cuidado dos filhos."
A substituição dos elementos sublinhados por outros de sentido equivalente só não é adequada em
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Q491056 Português
Antes que elas cresçam

Affonso Romano de Sant'Anna

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.

Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.

Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?

Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apar eça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.

Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com o suéter amarrado na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar o suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.

Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impact o de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route” 1 , como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.

Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, pôsteres e agendas coloridas de “pilot”. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in” 2 , ao Tablado para ver “Pluft” 3 , não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.
Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era imp ossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.

O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.

Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.

Disponível em: < http://www.releituras.com/arsant_antes.asp.>. Acesso em: 07.02.2015. [Adaptado]

Glossário:
1. Bonne route, bonne route: a expressão em francês faz menção a um pequeno trecho da música francesa
“Ma fille” e significa: bom caminho, bom caminho...
2. Drive in: Estabelecimento (cinema, restaurante, lanchonete) onde os seus cl ientes podem permanecer em
seus automóveis.
3. Pluft: peça teatral infantil, escrita por Maria Clara Machado.
“Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.”

A palavra “órfãos”, como aparece no texto, apresenta significado semelhante em:
Alternativas
Q491053 Português
Antes que elas cresçam

Affonso Romano de Sant'Anna

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.

Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.

Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?

Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apar eça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.

Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com o suéter amarrado na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar o suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.

Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impact o de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route” 1 , como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.

Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, pôsteres e agendas coloridas de “pilot”. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in” 2 , ao Tablado para ver “Pluft” 3 , não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.
Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era imp ossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.

O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.

Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.

Disponível em: < http://www.releituras.com/arsant_antes.asp.>. Acesso em: 07.02.2015. [Adaptado]

Glossário:
1. Bonne route, bonne route: a expressão em francês faz menção a um pequeno trecho da música francesa
“Ma fille” e significa: bom caminho, bom caminho...
2. Drive in: Estabelecimento (cinema, restaurante, lanchonete) onde os seus cl ientes podem permanecer em
seus automóveis.
3. Pluft: peça teatral infantil, escrita por Maria Clara Machado.
Considere o trecho reproduzido a seguir

“[...] é que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados,[...]”

Sem alterar o sentido do trecho, as palavras destacadas podem ser substitu ídas, respectivamente, por
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Q489487 Português
Acerca das ideias e das estruturas linguísticas do texto I, julgue o item a seguir.

O adjetivo “estoica” (l.15) contraria, em termos semânticos, o “ar religioso e contrito” (l.13) das pessoas no restaurante.
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Q489051 Português
Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto IV, julgue o item a seguir.

Prejudicam-se a correção gramatical e as informações originais do período ao se substituir “ilícita” (l.17) por ilegal.
Alternativas
Q489049 Português
Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto IV, julgue o item a seguir.

A palavra “adulterar" (l.15) está sendo empregada com o sentido de alterar prejudicando.
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Q489039 Português
Julgue o item que se segue, acerca das ideias, das estruturas linguísticas e da tipologia do texto III.

Na linha 1, a expressão “remonta à" está sendo empregada com o sentido de deu-se na ou de ocorreu na
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Q489032 Português
A questão tomou   por base o seguinte texto, de Ana Paula de Oliveira e Claudia Lima de Albuquerque:

                      UM PANORAMA DO RECÔNCAVO BAIANO: SOCIEDADE, ECONOMIA E CULTURA

       A região conhecida como Recôncavo Baiano, localizada no estado da Bahia, mais precisamente ao entorno da Baía de  Todos os Santos, é um dos primeiros pedaços de terra pisados pelos portugueses, logo que aportaram em solo americano. Deu-se aí a origem de uma das mais ricas regiões do nosso país, tanto em relação à natureza, como culturalmente, a qual  comporta em seu território uma ampla mistura de povos, que aqui se uniram deixando suas marcas na cultura, na culinária e  na arquitetura, contribuindo para a complexidade e singularidade cultural existente. Relata este artigo um pouco da história,  economia e sociedade, dando ênfase à população local.
        Apontar exatamente as cidades que compõem esse território não é uma tarefa fácil (...). Para tal, é preciso levar em conta diferentes classificações de Recôncavo, seja ela a do Território de    Identidades, que considera 33 cidades ou a do  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), que identifica 20 municípios ocupando uma área de 5.250,51 km² do estado da Bahia. Porém, levando em consideração que muitas cidades da região estabelecem entre si importantes relações e  formam uma complexa rede urbana, consideraremos neste estudo alguns dos 89 municípios baianos localizados na área que  circunda a Baía de Todos os Santos e que mantêm relações econômicas, políticas, culturais, sociais e identitárias,  alavancadas principalmente pelos meios e veículos de comunicação e de tecnologia. Segundo CORRÊA (1997, p. 93)

         [...] a rede urbana constitui-se no conjunto de centros urbanos funcionalmente articulados entre si. É, portanto, um tipo particular de rede na qual os vértices ou nós são os diferentes núcleos de povoamento dotados de funções urbanas, e os caminhos ou ligações os diversos fluxos entre esses centros.

        Nesses municípios estão localizadas cidades de grande importância na região, como é o caso de Santo Antônio de  Jesus, que se destaca economicamente devido ao forte comércio e à geração de serviços. Conta hoje com mais de duas mil  empresas, sem considerar o comércio informal. Cruz das Almas e Cachoeira também têm grande relevância, ambas passam por mudanças econômicas e de organização territorial devido às influências causadas pela instalação da Universidade Federal  do Recôncavo da Bahia (UFRB).

                                           FONTE: http://www.narradoresdoreconcavo.com.br/index/reco... [adaptado]
No segmento final da primeira frase do texto, lê-se: “é um dos primeiros pedaços de terra pisados pelos portugueses, logo que aportaram em solo americano”. A locução sublinhada poderia ser substituída, sem prejudicar o significado original do trecho, por:
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Q489031 Português
A respeito das ideias e das estruturas linguísticas do texto II, julgue o item subsequente.

Altera-se totalmente a informação original do período ao se substituir a palavra “Corroborando” (l.16) por Confirmando.
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Q489029 Português
A respeito das ideias e das estruturas linguísticas do texto II, julgue o item subsequente.

Mantém-se a correção gramatical do período ao se substituir “restauraria" (l.14) por poderia restaurar.
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Q489027 Português
A respeito das ideias e das estruturas linguísticas do texto II, julgue o item subsequente.

A substituição da palavra “alegou” (l.9) por argumentou prejudicaria o sentido original do texto.
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Q489021 Português
Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto I, julgue o item que se segue.

O adjetivo “lusitano" (l.6) diz respeito a português, ou seja, originário de Portugal.
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Q489019 Português
Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto I, julgue o item que se segue.

Na linha 2, a expressão “A sua história" refere-se ao antecedente “democracia".
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Q489016 Português
Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto I, julgue o item que se segue.

A correção gramatical do texto seria mantida caso a expressão “sobre a” (l.17) fosse substituída por acerca da
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Q488837 Português
A  questão  tomou  por base o trecho inicial de um artigo publicado na revista Espaço Pedagógico.

      As condições contemporâneas de uma sociedade de aprendizagem apresentam-nos novos desafios para as investigações acerca dos processos de formação humana. Enquanto o século XVIII impulsionou-nos aos limites de um modelo de educação alicerçado nas instituições escolares, tão bem descrito nos diferentes regimes disciplinares, a contemporaneidade posiciona-nos na direção de inúmeros deslocamentos. Para além de superar as metanarrativas de uma educação multidimensional, nosso tempo assiste a uma multiplicação dos espaços educativos. Os divulgadores da nova pedagogia, arautos de um mundo globalizado e em conexões permanentes, provocam-nos a pensar desde as condições de uma educação que se dá em todos os espaços: nas cidades, nas mídias, nas políticas ambientais, no consumo, nas escolas e nas diferentes arenas democráticas contemporâneas.

                                                     Fonte: http://www.upf.br/seer/index.php/rep/article/view/4308/2834

O texto defende a ideia de que os divulgadores da nova pedagogia são ________________ da ideia de um mundo globalizado e em conexões permanentes.

A palavra que preenche coerentemente a lacuna, de acordo com o texto, é
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Q488828 Português
                                MAGISTRA PUBLICA NOVOS NÚMEROS

       A revista Magistra do Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas (CCAAB) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) publicou no último mês os Números 3 e 4 do Volume 26 do periódico. A edição de Número 3 apresenta artigos e comunicações científicas nas áreas de Ciências do Solo; Ciência e Tecnologia de Alimentos; Engenharia Agrícola; Fitotecnia; Fitossanidade; e Engenharia e Recursos Florestais. Já o Número 4 contém artigos nas áreas de Biologia Celular e Molecular; Desenvolvimento Rural; Fitotecnia; Melhoramento dos Recursos Genéticos Vegetais; e Zootecnia.

      Com tiragem trimestral, a Magistra divulga artigos e comunicações científicas. Filiada à Associação Brasileira de Editores Científicos, pode ainda ter conteúdos publicados na sessão Fórum, a convite do Conselho Editorial. A publicação conta com um editor-geral da UFRB, além de editores adjuntos e associados, muitas vezes de outras instituições, como a Embrapa, por exemplo.

      Submissões - A Magistra está recebendo novas submissões por meio do sistema SEER (Open Journal Systems), e os interessados podem submeter seus manuscritos na página eletrônica da revista. Todo o conteúdo encontra-se em formato PDF e está disponível para download.

                                           FONTE: http://www.ufrb.edu.br/agencia/pesquisa-academica/.3853-revista.. 
                                                                                        magistra-publica-novos-numeros [adaptado]
Observe o emprego do verbo sublinhado em “Todo o conteúdo encontra-se em formato PDF” e assinale a alternativa que emprega esse verbo com a mesma acepção.
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Q487247 Português
Em relação ao ensino da organização textual do discurso narrativo orientado pelo Centro de Referência Virtual da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, leia o trecho a seguir e assinale a alternativa correta:

_________ é o conjunto de eventos que constitui o conteúdo narrado. Desenvolve-se pela ação das personagens no tempo e no espaço.___________ é a forma como os eventos são interligados e apresentados ao ouvinte ou leitor.

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Respostas
8841: C
8842: A
8843: B
8844: E
8845: B
8846: C
8847: E
8848: E
8849: C
8850: C
8851: A
8852: E
8853: C
8854: E
8855: C
8856: E
8857: E
8858: A
8859: D
8860: B