Questões de Concurso Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q688741 Português

Texto I

                                       

No trecho do Texto I “causando perda de espécies, colapso da estrutura florestal” (l. 27-28), a palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por 
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Q688735 Português

Texto I

                                       

No trecho do Texto I “Há, porém, outras perturbações de origem humana e de menor escala, mas contínuas e generalizadas, que podem ser descritas como crônicas” (l. 32-34), a palavra destacada tem o sentido contrário de 
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Q688647 Português
Assinale a opção que indica a correspondência adequada entre os termos.
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Q688645 Português
                                  “O galo tem grande poder no galinheiro”. Os vocábulos a seguir apresentam a mesma relação semântica que o par acima sublinhado, à exceção de um. Assinale-o. 
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Q688643 Português

Em todas as frases a seguir, as locuções adjetivas sublinhadas foram substituídas por adjetivos.

Assinale a frase em que a substituição foi inadequada.

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Q688641 Português

Texto 1

  Há pessoas que preferem enfrentar as gélidas noites paulistanas na rua a buscar acolhimento nos abrigos municipais. As razões para tal atitude, mesmo em meio a uma onda de frio que assola São Paulo, são várias: de inadequação às regras dos albergues a condições supostamente insalubres de alguns desses locais.

   Mesmo quem busca uma vaga tem reclamações a fazer sobre os abrigos municipais: eles dizem que os banheiros e as roupas de cama estão em más condições e se queixam de tratamento desrespeitoso por parte de alguns funcionários.

                                                                      (UOL Cotidiano, Notícias, junho de 2016)

Sobre os vocábulos do texto 1, assinale a afirmativa correta.
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Q688639 Português

Texto 1

  Há pessoas que preferem enfrentar as gélidas noites paulistanas na rua a buscar acolhimento nos abrigos municipais. As razões para tal atitude, mesmo em meio a uma onda de frio que assola São Paulo, são várias: de inadequação às regras dos albergues a condições supostamente insalubres de alguns desses locais.

   Mesmo quem busca uma vaga tem reclamações a fazer sobre os abrigos municipais: eles dizem que os banheiros e as roupas de cama estão em más condições e se queixam de tratamento desrespeitoso por parte de alguns funcionários.

                                                                      (UOL Cotidiano, Notícias, junho de 2016)

As razões para tal atitude, mesmo em meio a uma onda de frio que assola São Paulo, são várias: de inadequação às regras dos albergues a condições supostamente insalubres de alguns desses locais
Assinale a opção que apresenta o comentário correto sobre um dos elementos sublinhados. 
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Q687715 Português
Desenvolver habilidades para o bem estar é tão importante quanto construir pontes

O especialista em educação emocional e social João Roberto de Araújo, criador da campanha Ribeirão Pela Paz, defende prioridade de um ensino cidadão: “É preciso ensinar para a vida”.

Para o Mestre em Psicologia Social e fundador da organização Inteligência Relacional, pode-se e deve-se aprender na escola, além de Matemática e Português, como ter tolerância, desenvolver diálogos e ter controle dos estados emocionais: “É preciso criar condições para que não se formem apenas pessoas que passem no vestibular e tenham sucesso socioprofissional, mas que sejam pessoas que possam aprender a conviver em sociedade”.
João Roberto teve esta clareza maior quando trabalhou pela ação Ribeirão Pela Paz, no começo dos anos 2000, e tentou encontrar outras formas de combater a violência por outro caminho, não o já sempre pensado da repressão.
Na cidade ideal do psicólogo, os filhos dos pobres e dos ricos seriam acolhidos da mesma forma para ter as mesmas oportunidades de desenvolvimento e de compreensão do sentido da vida.
O Ribeirão Pela Paz foi uma audaciosa ação para enfrentar a questão da violência urbana na cidade. Quais os caminhos hoje em dia?
João Roberto de Araújo: O fenômeno da violência sempre incomodou muito a todos, as famílias, as lideranças e, até hoje, é um tema central entre os grandes flagelos da sociedade. No entanto, sempre houve muita desinformação sobre as causas da violência e poucas reflexões consistentes sobre esse fenômeno. Nós vivemos, e vivíamos no passado, e ainda vivemos hoje, uma ênfase muito grande nas respostas de repressão: pena de morte, respostas fortes de armamentos, mecanismos de segurança pública, aperfeiçoamento penal, agilidade da justiça, questão da maioridade, entre outras. Enfim, esse eixo da repressão no passado sempre foi muito forte e ainda continua hoje. E é fácil em uma análise mais criteriosa verificar que a repressão é necessária desde que legítima, não é a violência pela violência, mas a legitimidade do estado de responder pela proteção da sociedade usando a força legalmente. A repressão legítima é absolutamente necessária, mas não é suficiente.
Nesse sentido, o Ribeirão Preto Pela Paz foi a primeira iniciativa que procurou despertar nas lideranças e na comunidade a consciência sobre o fenômeno da violência, trazendo as dimensões sociais, sociológicas, psicológicas do fenômeno da violência. Foi um marco que se revelou pioneiro para ação da própria mídia que, antes, diante de um fato criminoso da violência na sociedade procurava, unilateralmente, os depoimentos policiais. Após o Ribeirão Preto Pela Paz, passou a ouvir sociólogos, historiadores, psicólogos e antropólogos, que começaram a colocar o seu olhar maior sobre esse fenômeno. Nesse sentido, houve um grande avanço na compreensão do fenômeno da violência a partir do Ribeirão Pela Paz e uma melhoria também nos tipos de resposta oferecidas. Esta foi uma das contribuições do Ribeirão Pela Paz que, depois, naturalmente, em seu processo evolutivo, acabou por chegar a trabalhos mais profundos de desenvolvimento de Cultura de Paz e Não Violência, até culminar em uma metodologia de educação emocional e social que torna essa abordagem regular e permanente na escola e na sociedade.
Que tipos de políticas e ações precisariam, agora, ser implementadas numa cidade como Ribeirão?
Não só para uma cidade como Ribeirão Preto, mas para qualquer agrupamento humano, para as vilas, para as cidades pequenas, para as cidades grandes, enfim para todo aglomerado humano, é preciso transitar de ações de sensibilização para ações mais regulares e permanentes junto à sociedade. De forma muito especial, em dois segmentos fundamentais: na escola, na formação de nossas crianças e dos nossos jovens, e nas famílias. É preciso que as famílias compreendam o fenômeno da violência, as consequências de estilos parentais inadequados na relação com seus filhos, seus parentes, com seu grupo familiar. E é fundamental que nas escolas não fiquemos apenas nessa dimensão convencional, da lógica matemática, linguística, memória, mas que se recupere a importância do ensino, das humanidades. Ensinar para a vida, educar para as relações, criar as condições para que não se formem apenas pessoas que passem no vestibular e tenham sucesso socioprofissional, mas que sejam pessoas que possam aprender a conviver em sociedade, desenvolvendo diálogo, tolerância e, principalmente, desenvolvendo competência em relação aos seus estados emocionais. Por exemplo, ter autonomia emocional para ficar menos vulnerável ao estado emocional do entorno, desenvolver regulação emocional para aprender o que fazer com a sua raiva, com o seu ciúme, com sua ansiedade, desenvolver competências sociais e, principalmente, a competência do bem viver, a competência do bem-estar, a competência para além da dimensão material, do status, para as pessoas aprenderem a ser feliz. Isto é um desafio do futuro. Transitar de uma sensibilização prática e eventual para uma ação consistente regular e permanente na escola e na família.
O que você considera uma cidade justa e sustentável, solidária e humana?
Antes de tudo, é uma cidade que educa e a que educa em um sentido de que oferece oportunidade de desenvolvimento para todas as pessoas, das famílias ricas, das famílias da classe média e das famílias pobres. Há muitos pobres materiais profundamente evoluídos, como há ricos materiais e plenamente inferiores. Não é uma questão material, é uma questão de oportunidade de desenvolvimento mental. Uma cidade justa, sustentável, solidária e humana é uma cidade que acolhe os filhos dos pobres tanto quanto os filhos dos ricos, para que eles possam compreender melhor o sentido de viver, o sentido da vida, para que eles possam ter oportunidades iguais de desenvolvimento.
O que não pode faltar em um bom projeto de cidade?
As cidades já estão, convencionalmente, focadas em necessidades muito conhecidas: asfalto, ponte, saneamento básico, trânsito, enfim, toda essa dimensão da infraestrutura, que é, sem dúvida, importante. Mas tão importante quanto é também trabalhar num nível mental das pessoas. Tão importante quanto fazer pontes é desenvolver competências nas pessoas para as habilidades do bem-estar, para as habilidades das relações. Portanto, o que não pode faltar em uma liderança política ou em uma cidade é esse olhar da educação para a vida, educação que vai além dessa abordagem convencional, mas que também agrega competências para conviver com o outro, para a família funcionar melhor. Enfim, uma educação para ser cidadão, uma educação para a paz, uma educação para o aprendizado das emoções, uma educação para a vida.
Fonte: http://www.inteligenciarelacional.com.br/noticia/14-12-2015- desenvolver-habilidades-para-o-bem-estar-e-tao-importante-quantoconstruir-pontes
Em “É preciso que as famílias compreendam o fenômeno da violência, as consequências de estilos parentais inadequados na relação com seus filhos, seus parentes, com seu grupo familiar”, a expressão em destaque pode ser substituída, sem prejuízo semântico, por
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Q687657 Português
No trecho do Texto I “Os catadores chafurdam em todas as porcarias para extrair delas uma garrafa, uma tampa de sanitário, uma bota velha de um só pé.” (l. 28-31), o verbo destacado atribui aos catadores de lixo um perfil  
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Q687655 Português
A palavra que, no 1o parágrafo do Texto I, reforça a ideia de que os pobres são “Os despossuídos de tudo” é
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Q687583 Português
Retrato da 'velha Bahia mundana'
    O professor e mestre Cid Teixeira diz que a literatura na Bahia é também feita por obras de autores desconhecidos do grande público e que atuam como formiguinhas editando seus próprios livros, quase sempre com tiragem que variam entre 500 e 1000 exemplares, com esforço próprio e ajuda de alguma empresa. A maioria das monografias sobre a vida dos municípios baianos foi produzida desta forma.
    A propósito, chega em nossas mãos e à leitura uma dessas obras, escrita por José Grimaldi Mariano, intitulada "Histórias ao Pé da Letra" com ilustrações de Simanca, Cau e Reinaldo, selo da editora Ponto & Vírgula, 125 páginas. São crônicas do cotidiano escritas por um funcionário de A Tarde, o qual tem grande parte de sua vida dedicada profissionalmente a este jornal de longo curso, com muitas histórias, pois, centenário essa 'folha' já comemorou.
    E Grimandi – assim é mais conhecido – traz aos leitores muitas dessas histórias em crônicas tecidas sem o pendor literário de um profissional, pero, de grande valia. Ou como diria o mestre Cid: – São exatamente essas pequenas histórias, os causos, o dia a dia de episódios da Bahia que compõem o cenário de nossa literatura que, infelizmente, não conta com circuitos literários, editoras de maior porte, feiras permanentes e assim por diante.
   Vê-se, pois, que José Grimaldi deve ter passado pelos mesmos problemas de centenas de outras pessoas que desejam publicar um livro, possuem escritos na gaveta, mas, não têm como fazê-lo. Felizmente, Grimaldi fez e sua obra é deliciosa, singela, de uma sinceridade sem par. O autor usa uma linguagem coloquial, caseira – como deve ser a boa crônica – descrevendo os cenários e os episódios com os personagens usando as palavras que vivenciavam em seus diálogos. (...) É um painel da 'velha Bahia mundana' com papos sobre o mercado publicitário, jornalismo, música, futebol, vida alheia, a mulherada, à boa mesa e assim por seguinte.
    Há quem entenda que a crônica é um dos campos da literatura mais fáceis de ser praticado. É possível. De fato, a ficção é mais complicada, mais tensa. Mas a crônica quando posta dessa forma, sem rebuscamento de linguagem, tratando o cotidiano de uma cidade é perfeita, maravilhosa. São pequenos detalhes da vida que compõem "Histórias ao Pé da Letra". Fácil de ser lido, agradável, pitoresco, um retrato fiel de parte da Bahia.
(Fonte: http://www.bahiaja.com.br/rosadelima/literatura/coluna/2015/06/07/rosa-de-lima-comenta-historias-ao-pe-da-letra-de-j-grimaldi-mariano,4458,0.html) - adaptado
O terceiro e o quarto parágrafo terminam, respectivamente, com as expressões “assim por diante” e “assim por seguinte”. Sobre ambas, pode-se garantir que
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Q687391 Português

No trecho “Ao longo de nossa evolução, desenvolvemos uma forma muito eficiente de detectar a luz: nosso olho.” (Imagem associada para resolução da questão. 1-3), a palavra que pode substituir detectar, por ter sentido equivalente, é

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Q687377 Português

No trecho do Texto I “causando perda de espécies, colapso da estrutura florestal” (Imagem associada para resolução da questão. 27-28), a palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por

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Q687376 Português

No trecho do Texto I “Há, porém, outras perturbações de origem humana e de menor escala, mas contínuas e generalizadas, que podem ser descritas como crônicas” (Imagem associada para resolução da questão. 32-34), a palavra destacada tem o sentido contrário de

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Q685992 Português

INSTRUÇÃO: Leia a reportagem e responda à questão.

A fuga dos rinocerontes

Espécie ameaçada de extinção escapa dos caçadores da maneira mais radical possível – pelo céu. 

    Os rinocerontes-negros estão entre os bichos mais visados da África, pois sua espécie é uma das preferidas pelo turismo de caça. Para tentar salvar alguns dos 4.500 espécimes que ainda restam na natureza, duas ONG ambientais apelaram para uma solução extrema: transportar os rinocerontes de helicóptero. A ação utilizou helicópteros militares para remover 19 espécimes – com 1,4 toneladas cada um – de seu habitat original, na província de Cabo Oriental, no sudeste da África do Sul, e transferi-los para a província de Lampopo, no norte do país, a 1.500 quilômetros de distância, onde viverão longe dos caçadores. Como o trajeto tem áreas inacessíveis de carro, os rinocerontes tiveram de voar por 24 quilômetros. Sedados e de olhos vendados (para evitar sustos caso acordassem), os rinocerontes foram içados pelos tornozelos e voaram entre 10 e 20 minutos. Parece meio brutal? Os responsáveis pela operação dizem que, além de mais eficiente para levar os paquidermes a locais de difícil acesso, o procedimento é mais gentil.

(BADÔ, F. A fuga dos rinocerontes. Superinteressante, nº 229, 2011.)

Na construção da coesão textual, a relação entre hiperônimos e hipônimos é fundamental, pois contribuem para a retomada de sentido no texto. Marque com 1 as palavras que no texto funcionam como hiperônimos e com 2 as que funcionam como hipônimos.

( ) Espécie

( ) Espécimes

( ) Rinocerontes-negros

( ) Bichos

Assinale a sequência correta.

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Q685924 Português

Assinale a alternativa que melhor explica o sentido da palavra sublinhada no texto a seguir:

A solidariedade não carece ser ditada por inclinações afetivas, por conchavos utilitários, por credos políticos ou por inexoráveis imposições do governo. Há uma solidariedade espontânea e defensiva, imperando naturalmente no seio dos homens que constituem a sociedade, malgrado todas as rivalidades que surjam entre eles.

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Q685912 Português

    A formação da cultura na Amazônia tem estado intimamente ligada à colonização e à economia.

    O primeiro esforço de disciplinar as atividades regionais devemos aos missionários, que intentaram o aldeamento dos gentios e sua incorporação à civilização do tipo europeu; e aos reinóis, que se fixaram nestas paragens, em busca de aventuras ou no desempenho de funções administrativas. A rebeldia dos indígenas, a rarefação populacional, a extensão imensa da terra, a luta contra os invasores nas suas tentativas sortidas, o desenvolvimento econômico precário – tudo isso contribuiu para que nada ou quase nada resultasse em favor da cultura, nesses primeiros tempos, sobretudo porque pretenderam os brancos fazer que os peles-tostadas ascendessem, de um salto, do totemismo ao monoteísmo, da barbárie ao cristianismo, do nomadismo à atividade sedentária, da colheita aleatória dos bens da terra e da água à cultura sistemática. O fato, tal qual aconteceu nos longes de 1600 a 1700, se repete hoje, historicamente, no pouco rendimento cultural do trabalho da catequese.

   Só mesmo o surto da borracha, atraindo massas humanas para o desertão da Hileia Brasileira, permitiu, sob bases econômicas favoráveis, a criação de uma sociedade em que a cultura, na sua extensa gama de valores, pôde tomar corpo e ser aferida pelos padrões comuns.

                 (Do livro “Amazônia: Cultura e Sociedade”, de Djalma Batista, p. 68-69)

Sobre as palavras sublinhadas no texto foram dadas as seguintes definições:

I. Gentio: aquele que professa a religião pagã

II. Totemismo: crença em esculturas de animais, aves etc.

III. Ascendessem: progredissem, subissem culturalmente

IV. Surto: aumento de qualquer negócio ou atividade comercial

V. Hileia: região ocupada pela floresta amazônica

Assinale a alternativa correta:

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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2016 - MGS - Apoio Operacional |
Q685646 Português

Texto


Facebook deixa você depressivo



Pura inveja. Você vai fuçar na vida alheia e descobre que seu ex-chefe, aquele mala, está de férias em Cancún. E o cara mais chato da faculdade conseguiu o emprego dos seus sonhos. Pior: postaram fotos, com a felicidade estampada na cara. E você ali, estagnado no trabalho, sem um centavo para viajar. O cotovelo coça. Todo mundo parece mais feliz do que você. Pobrecito...
Não se preocupe. Isso parece acontecer com a maioria das pessoas que acessam o Facebook com frequência. Os sociólogos Hui-Tzu Grace Chou e Nicholas Edge, da Universidade de Utah Valley, conversaram com 425 estudantes sobre a vida: se estavam felizes ou não com o rumo das coisas. E se os amigos pareciam felizes. Também disseram quanto concordavam com expressões como “a vida é justa” ou “muitos dos meus amigos têm uma vida melhor do que a minha”. Aí então contaram quantos amigos cada um tinha no Facebook e quanto tempo passava on-line - a média foi de cinco horas por semana.
E concluíram: quanto mais horas uma pessoa passa no Facebook, maior a chance de achar que a vida dos outros anda melhor. Isso acontecia ainda mais quando as pessoas não conheciam muito bem os contatos do Facebook.
A explicação é fácil. Ninguém (ou quase ninguém) posta fotos tristes no Facebook. É só alegria - mesmo se a viagem for um fracasso e o trabalho uma furada. Só que daí, do outro lado da tela, tudo parece perfeito. Menos a sua vida, real e completa, com dias bons e ruins. Eu, hein.


(Disponível em: http://superabril.com.br. Acesso em 18/05/16)

Considerando o contexto, em “Você vai fuçar na vida alheia” (1°§), a palavra em destaque tem como sinônimo: 
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Ano: 2016 Banca: ESAF Órgão: FUNAI Prova: ESAF - 2016 - FUNAI - Conhecimentos Gerais |
Q684184 Português

Imagem associada para resolução da questão 

Mantém o sentido e a correção do texto a substituição de

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Q683996 Português
                             Conheça o Clementinum, uma das bibliotecas
                                         mais maravilhosas do mundo
Bibliotecas definitivamente não são apenas edifícios construídos para abrigar livros. Em termos práticos, elas podem até ter essa finalidade, mas a verdade é que são algo muito mais especial do que isso. Há algo de mágico no ar das bibliotecas. É como se as incontáveis obras literárias que repousam serenas em suas prateleiras concedessem sacralidade ao lugar. Penso nos livros como materializações empoeiradas das ideias de seres humanos que deixaram este mundo há muito tempo. Ou, em alguns casos, de autores que ainda vivem – todos se encontram na biblioteca. É ali, naquele templo democrático do saber, que o conhecimento da humanidade se condensa dentro de miolos e lombadas, tornando-se eterno e maravilhosamente acessível.

Muitas bibliotecas não são belas apenas no aspecto simbólico: várias delas são construções majestosas que contribuem ainda mais para o ar sagrado que domina o ambiente. É o caso do Clementinum, que fica em Praga, na República Tcheca. Ele foi eleito pelo site Bored Panda como a biblioteca mais bonita do mundo. Construído em 1722, o edifício é uma pérola da arquitetura barroca. O Clementinum abriga cerca de 20 mil livros e foi por muito tempo considerado como o terceiro maior colégio jesuíta do mundo. O teto é repleto de afrescos do pintor Jan Hiebl.

OLIVEIRA, André Jorge de. Conheça o Clementinum,
uma das bibliotecas mais maravilhosas do mundo.
G1, Galileu, 23 set. 2015. Disponível em: <http://migre.me/
rTWxS>. Acesso em: 25 set. 2015.
Leia o trecho a seguir.
“O teto é repleto de afrescos do pintor Jan Hiebl.” (2º parágrafo)
A palavra destacada não pode ser substituída, mantendo-se o sentido original, por:
Alternativas
Respostas
8061: E
8062: A
8063: E
8064: D
8065: C
8066: E
8067: B
8068: C
8069: B
8070: E
8071: A
8072: E
8073: A
8074: B
8075: C
8076: E
8077: E
8078: C
8079: C
8080: D