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Questões de Concurso Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 13.795 questões

Q1032611 Português
Estas ações não tinham precedentes. Eram procedentes de total desconhecimento dos fatos.
Assinale a alternativa que se aplica quanto às palavras sublinhadas:
Alternativas
Q1032603 Português
Assinale a alternativa que traga os sinônimos corretos das seguintes palavras ou expressões, respectivamente: escamotear – imbricado – obsoleto – em detrimento de – pejorativo – expediente
Alternativas
Q1032254 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras são sinônimas de “equipamento”:
Alternativas
Q1031358 Português
No texto 1A2-I, a palavra “advento” (ℓ.26) foi empregada com o mesmo sentido de
Alternativas
Q1031348 Português
Sem prejuízo à correção gramatical e aos sentidos do texto 1A1-II,o vocábulo “antes” (ℓ.23) poderia ser substituído por
Alternativas
Q1031343 Português
Cada uma das opções a seguir apresenta uma proposta de reescrita do seguinte trecho do texto 1A1-I: “A natureza está dizendo que a água, além de infecta, está acabando. Lemos a notícia e postergamos a tragédia para nossos netos.” (ℓ. 20 a 23). Assinale a opção em que a proposta apresentada preserva os sentidos do texto.
Alternativas
Q1031243 Português

A cômodo ele começou, nesse dia, nessa hora; não esbarrou mais. Achou de ir ver o lugar da cova, e as armas e trens que Medeiros Vaz (1), essas determinou que, o morto não tendo parentes, então para os melhores mais chegados como lembrança ficassem: as carabinas e revólveres, a automática de rompida e ronco, punhal, facão, o capote, o cantil revestido, as capangas e (2), as (3) de trespassar. Alguém disse que o cavalo grande, murzelo-mancho, devia de ficar sendo dele mesmo. Não quis. Chamou Marcelino Pampa, a ele fez donativo grave: - Este animal é vosso, Marcelino, merecido. Porque eu ainda estou para ver outro com igual (4) e caráter!” Apertou a mão dele, num toques. Marcelino Pampa dobrou de ar, (5). Desse fato em diante, era capaz de se morrer, por Zé Bebelo. Mas, para si mesmo, Zé Bebelo guardou somente o pelego berbezim, de forrar sela, e um bentinho milagroso, em três baetas confeccionado.

(Rosa, J.G. Grande Sertão: Veredas (vol. II). Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 [1956], p. 121-122)

Leia novamente o texto da questão 13 e assinale a alternativa que contenha a significação das seguintes palavras no contexto: cova – trem – capanga – cantil – pelego
Alternativas
Q1030739 Português

Julgue o item quanto à estruturação gramatical do texto.


Na linha 2, o termo “concursos” tem o mesmo sentido de certame.

Alternativas
Q1030482 Português

Julgue o item quanto à estruturação gramatical do  texto. 


Sem  prejuízo  para  a  correção  gramatical,  a  expressão “há mister”, presente  no  trecho “há mister luz, há mister espelho  e  há  mister  olhos”  (linhas  9  e  10),  pode  ser substituída por é necessário

Alternativas
Q1030422 Português

“Sem instrução, as melhores leis tornam-se inúteis”.


Esse pensamento deve ser entendido do seguinte modo:

Alternativas
Q1030407 Português

“Excesso de direito, excesso de injustiça”.


A forma adequada de indicar-se de modo mais explícito a relação lógica desse pensamento é:

Alternativas
Q1030406 Português

Abaixo estão cinco frases com a negativa não; todas essas frases foram reescritas, eliminando-se essa negativa, mas mantendo-se o sentido original.

A frase em que houve alteração do sentido original é:

Alternativas
Q1030404 Português

O jurista romano Ulpiano formulou o seguinte pensamento: “Tais são os preceitos do direito: viver honestamente, não ofender ninguém, dar a cada um o que lhe pertence”.


Abaixo aparecem cinco diferentes maneiras de reescrever essa mesma frase; a reescritura que mostra uma forma inadequada é:

Alternativas
Q1030172 Português

O Antigo Testamento traz na frase “Olho por olho, dente por dente” uma indicação de como a justiça deve ser feita.

Essa recomendação defende que:

Alternativas
Q1030171 Português

“Quanto mais a pena for rápida e próxima do delito, tanto mais justa e útil ela será”.


Nesse pensamento, há uma correlação entre dois termos precedidos por “Quanto mais” e “tanto mais”, que são:

Alternativas
Q1030166 Português

“Todos aqueles que devem deliberar sobre questões dúbias devem também manter-se imunes ao ódio e à simpatia, à ira e ao sentimentalismo”.


A única substituição inadequada entre as propostas nas opções abaixo é:

Alternativas
Q1029553 Português

      Membro da equipe curatorial do Brooklyn Museum desde 1998, Edward Bleiberg é especialista em arqueologia e em arte egípcias. Ele é o autor de uma pesquisa que busca compreender por que as estátuas egípcias têm não só o nariz quebrado, mas outras partes do corpo, como as mãos.

      Em entrevista, Bleiberg afirmou que partes quebradas não são comuns apenas em se tratando de protuberâncias de estátuas, mas também em baixos-relevos, como entalhes em placas de pedra, por exemplo.

      Isso indica que não se trata apenas de eventual acidente ou desgaste em razão do tempo, mas sugere que ele é proposital.

      Os egípcios acreditavam que a essência de uma deidade ou parte da alma de um ser humano morto podiam habitar estátuas que os representassem.

      Em tumbas e templos, estátuas e relevos em pedra tinham propósitos ritualísticos e eram um ponto de encontro entre o mundo sobrenatural e o mundo natural.

      Na crença do Egito Antigo, estátuas em uma tumba tinham o propósito de alimentar a pessoa morta com a comida deixada como oferenda.

    Segundo a explicação encontrada por Bleiberg, o vandalismo tinha, portanto, o objetivo de “desativar a força da imagem”.

      Quando um nariz era quebrado, a estátua não podia mais respirar, o que impedia que ela recebesse oferendas ou as retransmitisse para deuses ou poderosos mortos.

      Normalmente, as oferendas eram transmitidas com a mão esquerda. Por isso, muitas estátuas dedicadas à transmissão de oferendas tinham os braços esquerdos depredados. Por outro lado, estátuas que recebiam as oferendas tinham as mãos direitas depredadas.

      Posteriormente, durante o período cristão, entre os séculos 1 e 3 depois de Cristo, as estátuas eram vistas como demônios pagãos e, também, acabavam atacadas.

(André Cabette Fábio. Por que tantas estátuas egípcias têm os narizes quebrados. www.nexojornal.com.br, 06.04.2019. Adaptado)

O vocábulo eventual, em destaque no 3° parágrafo, apresenta como sinônimo no contexto em que se encontra:
Alternativas
Q1029489 Português

Leia o texto de Hélio Schwartsman para responder à questão.


                                                Por quê?

      “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs.

      O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie.

      Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar.

      Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 .

      Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses.

      Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro.

                            (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado)

1contrafactual: simulação (sentido aproximado)

2big data: grande banco de dados

Está empregada com sentido figurado a palavra destacada na seguinte passagem do texto:
Alternativas
Q1029431 Português

                                                     Texto 1

Filósofo da internet sugere pagar ou sair das redes sociais


       Jaron Lanier não poupa críticas ao modelo de negócios baseado em publicidade, que sustenta a maior parte do que conhecemos por internet hoje. Serviços gratuitos como Facebook, Google e WhatsApp, no fundo, cobram caro. Na visão de Lanier, manipulam, mudam comportamentos e, muitas vezes, nos tornam babacas.

      Em seu quinto livro, “Dez Argumentos para Você Deletar Agora suas Redes Sociais”, recém-lançado no Brasil, o cientista da computação e precursor da realidade virtual encoraja as pessoas cuja vida financeira não depende das redes sociais a abandoná-las – ao menos por seis meses –, para retomarem a “consciência de si próprias”.

      Lanier afirma que, se cometeram muitos erros na internet, um deles era a ideia de que a única forma de inovar e manter o serviço livre era com um modelo baseado em publicidade, o que nos levou a um contexto de vigilância universal. Ele defende um sistema em que as pessoas possam ser pagas pelo que fazem on line e paguem pelo que gostam de fazer on line, o que tornaria a relação mais direta e honesta.

      Lanier explica: “Quando você olhava para o anúncio da TV, ele não estava te olhando de volta. Na internet, é diferente: há mais informação sendo tirada de você do que oferecida. Ferramentas em qualquer site captam como seu corpo se mexe, onde você está e tudo sobre seus dispositivos. O que você vê é a menor parte do que acontece. Toda informação tirada de você é usada para mudar sua experiência on line e criar uma sistemática que te prenda. Isso é chamado de engajamento. Chamo de vício. É quase como vício em jogo, há busca por satisfação, e a punição é severa.”

      Jaron Lanier recomenda ficar atento aos 10 argumentos para você deletar suas redes sociais:


      1. Você está perdendo seu livre-arbítrio

      2. Largar as redes sociais é a maneira mais certeira de resistir à insanidade dos nossos tempos

      3. As redes sociais estão tornando você um babaca

      4. As redes sociais minam a verdade

      5. As redes sociais transformam o que você diz em algo sem sentido

      6. As redes sociais destroem sua capacidade de empatia

      7. As redes sociais deixam você infeliz

      8. As redes sociais não querem que você tenha dignidade econômica

      9. As redes sociais tornam a política impossível

      10. As redes sociais odeiam sua alma

                                                                        (Folha de S. Paulo, 20.10.2019, Adaptado)

Considere os 10 argumentos de Lanier, no último parágrafo do texto, para responder à questão.


As palavras em destaque nos argumentos 2, 4 e 5, assumem, no contexto, respectivamente, o sentido de

Alternativas
Q1029268 Português

                                      Por quê?


      “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs.

      O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie.

Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar.

      Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 .

Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses.

      Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro.

                 (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado)


1contrafactual: simulação (sentido aproximado)

2big data: grande banco de dados

Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho não prejudica o sentido original do texto.
Alternativas
Respostas
6121: D
6122: D
6123: D
6124: E
6125: B
6126: A
6127: B
6128: E
6129: E
6130: A
6131: A
6132: B
6133: C
6134: B
6135: D
6136: C
6137: E
6138: B
6139: A
6140: A