Questões de Concurso Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q1097615 Português

                      

A forma verbal “enfatiza” (linha 24) pode ser corretamente substituída, mantendo‐se os sentidos originais e a coerência do texto, por
Alternativas
Q1095941 Português

Leia o relato a seguir, escrito por Clarice Lispector, para responder à próxima questão.

“Quem nunca roubou não vai me entender. Eu, em pequena, roubava pitangas. Havia uma igreja presbiteriana perto de casa, rodeada por uma sebe verde, alta e tão densa que impossibilitava a visão da igreja. A sebe era de pitangueira. Mas pitangas são frutas que se escondem: eu não via nenhuma. Então, olhando antes para os lados para ver se ninguém vinha, eu metia a mão por entre as grades, mergulhava-a dentro da sebe e começava a apalpar até meus dedos sentirem o úmido da frutinha. Muitas vezes na minha pressa, eu esmagava uma pitanga madura demais com os dedos que ficavam como ensanguentados. Nunca ninguém soube. Não me arrependo: ladrão de pitangas tem cem anos de perdão”.

(Com adaptações)

Segundo a autora do texto, a igreja a que ela se refere estava “rodeada por uma sebe”. Examine as opções a seguir e marque a que contém uma explicação CORRETA sobre o significado da palavra “sebe”.
Alternativas
Q1095909 Português

Leia atentamente o seguinte poema, de autoria de Luís de Camões, para responder às questões a seguir.


“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,

Muda-se o ser, muda-se a confiança;

Todo o mundo é composto de mudança,

Tomando sempre novas qualidades.


Continuamente vemos novidades,

Diferentes em tudo da esperança;

Do mal ficam as mágoas na lembrança,

E do bem, se algum houve, as saudades.


O tempo cobre o chão de verde manto,

Que já coberto foi de neve fria,

E em mim converte em choro o doce canto.


E, afora este mudar-se cada dia,

Outra mudança faz de mor espanto:

Que não se muda já como soía”.

No desfecho do poema, o autor emprega o verbo “soía”. Marque a alternativa que indica um possível significado desse termo, de acordo com o contexto do poema.
Alternativas
Q1094734 Português

O GRILO PROFESSOR

Em tempos muito remotos, num dos mais quentes dias do Inverno, o Diretor da Escola entrou inesperadamente na sala onde o Grilo dava aos grilinhos a sua aula sobre a arte de cantar, precisamente no momento da exposição em que lhes explicava que a voz do Grilo era a melhor e a mais bela de todas as vozes, uma vez que se produzia mediante a adequada fricção das asas contra as costas, enquanto os Pássaros cantavam tão mal porque se empenhavam em fazê-lo com a garganta, evidentemente, o órgão do corpo humano menos indicado para emitir sons doces e harmoniosos. Ao ouvir aquilo, o Diretor, que era um Grilo muito sábio, assentiu várias vezes com a cabeça e retirou-se, satisfeito de que na Escola tudo continuasse como nos velhos tempos.

(MONTERROSO, Augusto) – Disponível - (http://daedaluspt.blogspot.com/2008_04_01_archive.html)

Marque a alternativa INCORRETA quanto ao sentido semântico ao lado da palavra destacada do texto.
Alternativas
Q1093836 Português
No calor da hora

    Os impactos climáticos são mais agressivos e acelerados do que se supunha há uma década. A temperatura global entre 2015 e 2019, por exemplo, será mais alta que em qualquer período equivalente já registrado. “Ondas de calor disseminadas e duradouras, recordes de incêndios e outros eventos devastadores como ciclones tropicais, enchentes e secas têm impactos imensos no desenvolvimento socioeconômico e ambiental”, afirma o relatório das Nações Unidas publicado por ocasião do debate anual da Assembleia-Geral. O estudo, sugestivamente denominado Unidos na Ciência, foi produzido pelo Grupo Consultivo de Ciências da Cúpula da Ação Climática e compila de maneira altamente sintética as descobertas científicas decisivas mais recentes no domínio das pesquisas sobre mudanças climáticas.
    Estima-se que a temperatura global esteja hoje 1,1 grau Celsius acima da era pré-industrial (1850-1900) e 0,2 grau acima da média da temperatura global entre 2011 e 2015. Como resultado, a ascensão do nível do mar está acelerando e a água já se tornou 26% mais ácida do que no início da era industrial, com grande prejuízo para a vida marinha. Nos últimos 40 anos, a extensão de gelo ártico no mar declinou aproximadamente 12% por década. Entre 1979 e 2018 a perda anual de gelo do lençol glacial antártico sextuplicou. As ondas de calor aumentaram os índices de letalidade ambiental nos últimos cinco anos. No verão de 2019, os incêndios florestais na região ártica cresceram sem precedentes. Só em junho as queimadas emitiram 50 megatons de dióxido de carbono na atmosfera, mais do que a soma de todas as emissões no mesmo mês entre 2010 e 2018.
    Estima-se que, para atingir a meta dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável de limitar o aumento da temperatura em relação à era pré-industrial a 2 graus, os esforços atuais precisam ser triplicados. No caso da meta ideal de limitar esse aumento a 1,5 grau, esses esforços precisariam ser quintuplicados. Tecnicamente, dizem os pesquisadores, isso ainda é possível, mas demandará ações urgentes de intensificação e replicação das políticas mais bem-sucedidas.
    Em resumo, os crescentes impactos climáticos intensificam o risco de cruzar limites irreversíveis. Os pesquisadores apontam três setores que precisam investir diretamente na descarbonização: finanças, energia e indústria. Além disso, outras três áreas são decisivas: soluções baseadas na natureza, ações locais e urbanas e o incremento da resiliência e adaptação às mudanças climáticas, especialmente nos países mais vulneráveis.
(https://opiniao.estadao.com.br. Adaptado)

Considere as passagens do texto: •  O estudo [...] compila de maneira altamente sintética as descobertas científicas decisivas mais recentes... (1º parágrafo) •  ... a ascensão do nível do mar está acelerando... (2º parágrafo) •  As ondas de calor aumentaram os índices de letalidade ambiental nos últimos cinco anos. (2º parágrafo) Conforme o contexto em que estão inseridos, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Q1093781 Português
Mudança

    Na planície avermelhada, os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da catinga rala.
    Arrastaram-se para lá, devagar, Sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás.
    Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se. O menino mais velho pôs-se a chorar, sentou-se no chão.
    – Anda, condenado do diabo, gritou-lhe o pai. Não obtendo resultado, fustigou-o com a bainha da faca de ponta. Mas o pequeno esperneou acuado, depois sossegou, deitou-se, fechou os olhos. Fabiano ainda lhe deu algumas pancadas e esperou que ele se levantasse. Como isto não acontecesse, espiou os quatro cantos, zangado, praguejando baixo.
    A catinga estendia-se, de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas. O voo negro dos urubus fazia círculos altos em redor de bichos moribundos.
    – Anda, excomungado.
    O pirralho não se mexeu, e Fabiano desejou matá-lo. Tinha o coração grosso, queria responsabilizar alguém pela sua desgraça. A seca aparecia-lhe como um fato necessário – e a obstinação da criança irritava-o. Certamente esse obstáculo miúdo não era culpado, mas dificultava a marcha, e o vaqueiro precisava chegar, não sabia onde.
    Tinham deixado os caminhos, cheios de espinho e seixos, fazia horas que pisavam a margem do rio, a lama seca e rachada que escaldava os pés.
  Pelo espírito atribulado do sertanejo passou a ideia de abandonar o filho naquele descampado. Pensou nos urubus, nas ossadas, coçou a barba ruiva e suja, irresoluto, examinou os arredores. Sinhá Vitória estirou o beiço indicando vagamente uma direção e afirmou com alguns sons guturais que estavam perto. Fabiano meteu a faca na bainha, guardou-a no cinturão, acocorou-se, pegou no pulso do menino, que se encolhia, os joelhos encostados ao estômago, frio como um defunto. Aí a cólera desapareceu e Fabiano teve pena. Impossível abandonar o anjinho aos bichos do mato. Entregou a espingarda a Sinhá Vitória, pôs o filho no cangote, levantou-se, agarrou os bracinhos que lhe caíam sobre o peito, moles, finos como cambitos. Sinhá Vitória aprovou esse arranjo, lançou de novo a interjeição gutural, designou os juazeiros invisíveis.
    E a viagem prosseguiu, mais lenta, mais arrastada, num silêncio grande. (...)
    As manchas dos juazeiros tornaram a aparecer, Fabiano aligeirou o passo, esqueceu a fome, a canseira e os ferimentos. As alpercatas dele estavam gastas nos saltos, e a embira tinha-lhe aberto entre os dedos rachaduras muito dolorosas. Os calcanhares, duros como cascos, gretavam-se e sangravam.
    Num cotovelo do caminho avistou um canto de cerca, encheu-o a esperança de achar comida, sentiu desejo de cantar. A voz saiu-lhe rouca, medonha. Calou-se para não estragar força.
    Deixaram a margem do rio, acompanharam a cerca, subiram uma ladeira, chegaram aos juazeiros. Fazia tempo que não viam sombra.
  Sinhá Vitória acomodou os filhos, que arriaram como trouxas, cobriu-os com molambos. O menino mais velho, passada a vertigem que o derrubara, encolhido sobre folhas secas, a cabeça encostada a uma raiz, adormecia, acordava. E quando abria os olhos, distinguia vagamente um monte próximo, algumas pedras, um carro de bois. A cachorra Baleia foi enroscar-se junto dele.
    Estavam no pátio de uma fazenda sem vida. O curral deserto, o chiqueiro das cabras arruinado e também deserto, a casa do vaqueiro fechada, tudo anunciava abandono. Certamente o gado se finara e os moradores tinham fugido. (...)
    Entrava dia e saía dia. As noites cobriam a terra de chofre. A tampa anilada baixava, escurecia, quebrada apenas pelas vermelhidões do poente. Miudinhos, perdidos no deserto queimado, os fugitivos agarraram-se, somaram as suas desgraças e os seus pavores. O coração de Fabiano bateu junto do coração de Sinhá Vitória, um abraço cansado aproximou os farrapos que os cobriam. Resistiram à fraqueza, afastaram-se envergonhados, sem ânimo de afrontar de novo a luz dura, receosos de perder a esperança que os alentava.
                                (RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. Rio de Janeiro & São Paulo:
Editora Record, 1996.)
Assinale, a seguir, a alternativa em que a palavra sublinhada tem seu sinônimo corretamente indicado. 
Alternativas
Q1093724 Português
Urbanismo à deriva

    A França se destacou durante muito tempo por sua gestão do setor da construção e do planejamento, resultado do forte compromisso do Estado e das coletividades locais, ao mesmo tempo reguladoras, construtoras, financiadoras, administradoras... Ora, há alguns anos esse sistema passou a correr riscos por causa de diversos dispositivos que, frequentemente testados sob pretexto de circunstâncias excepcionais, foram pouco a pouco banalizados, concedendo mais poder aos atores privados.
    É o caso, por exemplo, da “venda no estado de consecução futura” (Vente en l’État du Futur Achèvement, Vefa). Inexistente, depois marginal no setor de moradia social, a Vefa – comumente chamada de “venda na planta” – instalou-se na esteira da crise de 2008. Em resposta à crise imobiliária, o presidente Nicolas Sarkozy solicitou aos financiadores que comprassem cerca de 30 mil imóveis construídos, mas ainda não comercializados pelos incorporadores. Dez anos depois, esse modo de construção “chave na mão” tornou-se moeda corrente no setor de habitação de aluguel moderado, até passar a representar, a cada ano, mais da metade das moradias sociais construídas na Île-de-France.
    Esse processo permite aumentar, a curto prazo e em tempo recorde, o estoque de moradias disponíveis, mas, a longo prazo, gera problemas. Com a Vefa, os financiadores se veem privados de seu papel de construtores. Perdem a cultura da construção, passando a ser meros gestores de bens. Esse sistema repousa, além do mais, em uma contradição fundamental. Enquanto os financiadores devem manter suas construções, estando, portanto, muito interessados na qualidade e robustez dos materiais utilizados, os incorporadores constroem e vendem moradias pelas quais não assumem nenhuma responsabilidade. Os ganhos imediatos, em tempo e dinheiro, podem se transformar em custos adiados.

                                                                            (Pierre Pastoral, “Urbanismo à deriva”. Le Monde Diplomatique Brasil, junho de 2019. Adaptado)
Nas passagens – ... frequentemente testados sob pretexto de circunstâncias excepcionais... (1º parágrafo), – ...depois marginal no setor de moradia social... (2º parágrafo) e – ... esse modo de construção [...] tornou-se moeda corrente... (2º parágrafo) –, as expressões destacadas significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Q1093689 Português
Na tradicional vida no campo, poucas pessoas viajavam para longe de casa. Mesmo em 1939, provavelmente metade da população mundial nunca se distanciara muito de seu local de nascimento. Na Europa, onde as estradas de ferro impulsionavam o turismo, a maioria dos adultos não conhecia outro país que não o seu de origem, e dezenas de milhares jamais haviam visto o mar. A aviação aumentava a oferta de viagens para o exterior, mas inicialmente apenas aqueles com boas condições financeiras podiam pagar por uma passagem. Quando a Pan American Airways realizou o primeiro voo sobre o Atlântico, em junho de 1939, o hidroavião de quatro motores tinha capacidade para 22 passageiros. Voar à noite não era considerado seguro. Ninguém imaginava que, no espaço de uma geração, o turismo internacional se tornaria um dos maiores negócios do mundo. Ao fim da Segunda Guerra Mundial, ainda era mais barato viajar de navio. Toda semana, imponentes barcos a vapor de companhias como Orient, P&O, Cunard, lloyd Triestino e outras deixavam a Europa rumo a pontos distantes, como Buenos Aires, Cidade do Cabo, Cingapura e Auckland. Dez anos após o fim da guerra, as viagens aéreas estavam se popularizando. Os aviões, com seus motores poderosos, podiam ser ouvidos sobrevoando Londres e Paris todas as horas do dia – e alguns se incomodavam com o barulho. Os jatos, dos quais o primeiro foi o Comet, da Grâ-Bretanha, em 1949, começaram a expulsar dos mares todos os grandes navios de passageiros – que renasceram na forma de navios de cruzeiro. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 224). 
Assinale a alternativa que apresenta um antônimo para a palavra “poderosos”:
Alternativas
Q1093687 Português
Na tradicional vida no campo, poucas pessoas viajavam para longe de casa. Mesmo em 1939, provavelmente metade da população mundial nunca se distanciara muito de seu local de nascimento. Na Europa, onde as estradas de ferro impulsionavam o turismo, a maioria dos adultos não conhecia outro país que não o seu de origem, e dezenas de milhares jamais haviam visto o mar. A aviação aumentava a oferta de viagens para o exterior, mas inicialmente apenas aqueles com boas condições financeiras podiam pagar por uma passagem. Quando a Pan American Airways realizou o primeiro voo sobre o Atlântico, em junho de 1939, o hidroavião de quatro motores tinha capacidade para 22 passageiros. Voar à noite não era considerado seguro. Ninguém imaginava que, no espaço de uma geração, o turismo internacional se tornaria um dos maiores negócios do mundo. Ao fim da Segunda Guerra Mundial, ainda era mais barato viajar de navio. Toda semana, imponentes barcos a vapor de companhias como Orient, P&O, Cunard, lloyd Triestino e outras deixavam a Europa rumo a pontos distantes, como Buenos Aires, Cidade do Cabo, Cingapura e Auckland. Dez anos após o fim da guerra, as viagens aéreas estavam se popularizando. Os aviões, com seus motores poderosos, podiam ser ouvidos sobrevoando Londres e Paris todas as horas do dia – e alguns se incomodavam com o barulho. Os jatos, dos quais o primeiro foi o Comet, da Grâ-Bretanha, em 1949, começaram a expulsar dos mares todos os grandes navios de passageiros – que renasceram na forma de navios de cruzeiro. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 224). 
A palavra “origem”, utilizada pelo autor do texto, possui como sinônimos, EXCETO:
Alternativas
Q1093118 Português

Texto para o item.




Internet: <https://saude.abril.com.br/> (com adaptações).

Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.


“Algumas décadas atrás” (linha 1) por Há algumas décadas.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093040 Português

A respeito de sinônimos e antônimos, julgue o item.


O antônimo de “mal” é “bom”.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093039 Português

A respeito de sinônimos e antônimos, julgue o item.


Um sinônimo possível para “ensinamento” é “lição”.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093038 Português

A respeito de sinônimos e antônimos, julgue o item.


Um sinônimo possível para “fraco” é “débil”.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093037 Português

A respeito de sinônimos e antônimos, julgue o item.


O antônimo de “público” é “privado”.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093003 Português

Texto para o item.


Cárie dentária



Internet: <https://www.infoescola.com> (com adaptações).


Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.


“o amálgama de prata e outros metais” (linhas 36 e 37) por a liga de prata e outros metais.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093001 Português

Texto para o item.


Cárie dentária



Internet: <https://www.infoescola.com> (com adaptações).


Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.


“deficiente” (linha 24) por incapaz.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093000 Português

Texto para o item.


Cárie dentária



Internet: <https://www.infoescola.com> (com adaptações).


Considerando  a  correção  gramatical  e  a  coerência  das  substituições propostas para  vocábulos e trechos destacados  do texto, julgue o item.


“sua posterior corrosão” (linha  21) por seu posterior desgaste.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1092999 Português

Texto para o item.


Cárie dentária



Internet: <https://www.infoescola.com> (com adaptações).


Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.


“abscesso” (linha 17) por inchaço.

Alternativas
Q1092473 Português
Brennand
Na Oficina de Francisco Brennand tudo é primoroso e interessante.
Exatamente um ano atrás eu estava em Recife. Em meio a várias reflexões e compromissos acadêmicos, acionei o antigo desejo de conhecer a Oficina Brennand, no bairro Várzea. A experiência foi mística, não tenho como definir de outra forma. Revejo agora fotografias desse passeio e me transporto de volta para lá. Reencontro as estátuas protetoras, os bichos míticos: um mundo de fábulas íntimas que eu percorria, como se entrasse por baixo das pálpebras de Brennand e pudesse conhecer as histórias que ele sonhou durante décadas, para depois nascerem petrificadas. Eu dava voltas, contornava os objetos, tornava a um e outro, comparando. Queria adivinhar a experiência geradora, o impulso antes da obra, o símbolo do cisne, do jaguar, do pássaro rompendo o ovo — que vontade precedeu cada imagem?
E os textos (sim, eles também estavam ali, nas paredes, tão plásticos quanto os outros seres): “Não interrompam este silêncio. Não interrompam este sonho”. Fragmentos de Ariano Suassuna, de Joseph Conrad ou dos Eclesiastes criavam estações — paradas necessárias para deixar o pensamento ecoar.
Há portais nos jardins, painéis de cerâmica — várias edificações, refúgios para diferentes propósitos do autor. No prédio principal se encontram as obras-primas em escultura, com insistentes formas eróticas. Cabeças inclinadas sugerindo falos, gigantescos elementos priápicos a compor tantos personagens — Galatea, Hiera, Halia, Oreste, Calígula, Édipo, Vênus, Semíramis. E as figuras femininas, fendidas e férteis, surgem no esbanjamento daquela orgia estética. Muitas referências clássicas, históricas ou míticas, mas cada uma vista sob esta perspectiva: o festejo do corpo.
A abundância vital.
Não tive dúvidas de que a longevidade do autor está ligada a esse tipo de celebração. Depois de passear durante horas pelo espaço, eu o encontrei — e ali, na figura daquele homem alto, de 95 anos, de repente vi concentrados todos os ancestrais, Rembrandt, Monet, Balthus, Picasso… Foi como se eu entrasse no olho do Aleph, ou me empoleirasse em frente à Máquina do Mundo, levada por espirais de tempo para frente e para trás, condensadas num minuto. Depois tudo se resumiu numa frase: “Ele não se submeteu”, surgida enquanto eu cumprimentava Francisco Brennand e recebia o seu presente — o Diário em quatro volumes (O nome do livro) que ainda hoje continuo a ler. A frase era uma espécie de lema para compreender a Oficina, a produção em esculturas e pinturas, os temas, os estudos… A persistência de um criador que constrói o próprio mundo: isso representa o mais profundo pacto que se pode ter com a arte.
Mas o turista em Recife deve prestar atenção para não confundir a Oficina de Francisco Brennand com o Instituto Ricardo Brennand. Este último apresenta-se como uma coleção montada por um industrial parente do artista. O espaço tem um contexto muito agradável, cercado pela mata atlântica. Mas quem busca a fruição típica dos museus sai de lá horrorizado: as peças estão dispostas sem qualquer coerência cronológica ou estética, sem legenda, seguindo apenas o gosto pessoal do proprietário ou alguma anedota de sua vida, que um esforçado monitor buscava me esclarecer.
O visitante deveria ser advertido de que o lugar foi concebido como um depósito, ou como a extensão da casa de alguém. Quem paga o ingresso pode espiar (mas não aprender, como é uma função dos museus). Sim, espiamos um acúmulo de obras; genuínas ou reproduções, estavam todas indistintamente juntas.
No jardim, uma escultura de Botero formava grupo com um rinoceronte de outra autoria e época — e o motivo daquela junção era o material comum, de que eram feitas as peças! Numa das salas, um tapete de Gobelin ficava em frente a uma mão do ateliê de Rodin. Um Bom Jesus da Agonia, do Barroco mineiro, bem como um arco de igreja do mesmo período, fazia a gente pensar na história dos trajetos, saques, revendas e complexas transações comerciais que as obras sacras — não apenas do Brasil — já sofreram. E, para ir a um local bem distante, havia ali também a China, representada por um gigantesco e terrível navio feito de marfim (quem puder, pense no tamanho da matança que uma obra assim representa).
A sala das figuras de cera, mimetizando em paralisia o julgamento de Nicolas Fouquet, juntamente com o castelo onde estão guardadas as armas — de uma variedade abominável, dentre canivetes, sabres, cimitarras, pistolas — trouxe um toque curioso à visita, que desse modo não me proporcionou somente angústia. Mas eu precisei passar um bom tempo em meio às plantas para reencontrar um eixo de tranquilidade. A grande beleza do Instituto é de fato a natureza circundante; na Oficina, ao contrário, tudo é primoroso e interessante. Não fica difícil fazer uma escolha.

http://rascunho.com.br/brennand/

“Mas quem busca a fruição típica dos museus sai de lá horrorizado”.

A expressão em destaque no trecho acima pode ser substituída sem perda de sentido por:

Alternativas
Q1092058 Português
O mapa-múndi distorce (e muito) o tamanho real dos países

       Você provavelmente já deve ter se deparado com um mapa do tipo Projeção de Mercator, criado em 1559 pelo geógrafo Gerhard Kremer (conhecido como Gerhard Mercator). Seu trabalho foi revolucionário, já que o modelo é considerado a primeira representação do mundo com todos os continentes após a expansão marítima europeia.
     Só que tem um problema: as áreas de alguns dos países estão distorcidas (e muito!). Nações como a Rússia e o Canadá, por exemplo, estão bem maiores do que realmente _____.
      Como a Terra é uma esfera, não dá para representá-la em um mapa plano sem que nenhuma distorção aconteça. No caso de Mercator, a projeção cartográfica é do tipo cilíndrica; é como se o mapa formasse um cilindro envolvendo o globo terrestre.
        Esse tipo de projeção conserva os ângulos de cada território e, por isso, é usado até hoje para a navegação marítima, por exemplo. No entanto, na hora de planificar a Terra, as áreas sofrem distorções, especialmente longe da linha do Equador. Nesses mapas, a Groenlândia aparenta ter duas vezes o tamanho do Brasil, o que está longe de ser verdade: a ilha possui uma área de 2,1 milhões de km², enquanto o nosso País ____ 8,5 milhões de km².
        No começo do século 20, o geógrafo Arno Peters adaptou o trabalho de Mercator e tentou dar prioridade aos países emergentes, dando destaque a eles. Ele acreditava que os mapas são manifestações simbólicas de poder, e que mostrar os países mais ricos com áreas maiores do que a realidade ______ um problema. Já o geógrafo Arthur H. Robinson suavizou as distorções nos extremos do planeta. Sua versão de mapa, criada nos anos de 1960, é a mais usada nos atlas atuais.
        Há ainda as projeções cônicas, que resultam em um mapa com formato de leque, e a polar (ou azimutal), que dá a visão do planeta “visto de cima”, pelo Polo Norte. Vale dizer que não existe um tipo melhor ou pior que o outro, visto que cada projeção pode ser usada para um objetivo diferente.

https://super.abril.com.br/mundo-estranho/... - adaptado
Considerando-se seus sentidos no texto, os termos “distorcidas” (segundo parágrafo) e “aparenta” (quarto parágrafo) encontram sinônimo, respectivamente, em:
Alternativas
Respostas
5701: C
5702: A
5703: C
5704: A
5705: B
5706: A
5707: E
5708: A
5709: C
5710: C
5711: E
5712: C
5713: C
5714: C
5715: C
5716: E
5717: C
5718: C
5719: A
5720: C