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Questões de Concurso Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 13.797 questões

Q1836978 Português

Texto para a questão. 


Internet: <corrreiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Assinale a alternativa em que é apresentado o sinônimo da palavra “exacerbou” (linha 44).  
Alternativas
Q1836977 Português

Texto para a questão. 


Internet: <corrreiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Assinale a alternativa em que a substituição proposta manteria a ortografia oficial, a correção gramatical e a coerência das ideias do texto. 
Alternativas
Q1836627 Português

“Se eu morrer, estás perdoado; se eu me recuperar, então veremos.”

(ditado espanhol)


A substituição de um termo desse ditado que produz um erro é: 

Alternativas
Q1836626 Português

“Quem tem uma linda mulher, um castelo na fronteira ou um vinhedo à beira da estrada precisa sempre estar preparado para a guerra.”

(ditado espanhol)


Neste ditado, a palavra que está empregada em sentido figurado é

Alternativas
Q1836624 Português

“Aquele que constrói seguindo o conselho de todo mundo, terá uma casa torta”.

(ditado dinamarquês)


A oração “seguindo o conselho de todo mundo” equivale a

Alternativas
Q1836623 Português

“Se você quer ser feliz por uma hora, tire uma soneca; por um dia, vá pescar; por um mês, case-se; por um ano, herde uma fortuna; pela vida inteira, ajude outros.”

(ditado chinês)


Este ditado mostra uma visão negativa

Alternativas
Q1836618 Português

Todos os ditados a seguir mostram formas do verbo ter, que é amplamente empregado em lugar de outros verbos.


Assinale a opção que apresenta o ditado em que se propõe um substituto adequado para esse verbo.

Alternativas
Q1836613 Português
Assinale a opção em que a inversão da posição de palavras altera o sentido original. 
Alternativas
Q1836610 Português

“Os que gostam de cerejas cedo aprendem a subir em árvores.”

(provérbio alemão)


Assinale a opção que apresenta a forma de reescrever esse provérbio que modifica seu sentido original.

Alternativas
Q1836534 Português

Considere a tira para responder à questão.


(Bill Watterson. O Estado de S. Paulo, 07.12.2019.)

Atendendo à norma-padrão da língua portuguesa, a frase de Calvin no último quadrinho pode ser reescrita da seguinte forma:
Alternativas
Q1836533 Português

Considere a tira para responder à questão.


(Bill Watterson. O Estado de S. Paulo, 07.12.2019.)

Supondo que, no último quadrinho, a frase dita pelo tigre Haroldo fosse reescrita mantendo-se o sentido figurado, a alternativa correta seria: Eu vou falar pra sua mãe que você...
Alternativas
Q1836491 Português
O campo semântico é formado pelas possibilidades de significação que uma mesma palavra pode assumir, dependendo de como for empregada e do contexto em que estará inserida. Em qual desses exemplos a seguir podemos afirmar que se trata do campo semântico?
Alternativas
Q1836347 Português
Leia o texto, para responder à questão.

   A psicanalista Maria Homem diz que o ressentimento é a palavra-chave para ousar compreender o mundo hoje. Luiz Filipe Pondé acredita que o ressentimento faz de nós incapazes de ver algo simples: o universo é indiferente aos nossos desejos; além de destruir em nós a capacidade de pensar e compreender a realidade.
   Ressentir-se significa atribuir ao outro a responsabilidade pelo que nos faz sofrer. Como se a culpa do que não somos ou não podemos ser fosse sempre do outro, esse bode expiatório que escolhemos quando não podemos nos haver com nossos próprios limites. Ressentir-se é uma impossibilidade de esquecer ou superar um agravo. Seria uma impossibilidade ou uma recusa?
   O ressentido não é alguém incapaz de perdoar ou esquecer, é alguém que não quer esquecer, não quer perdoar, nem superar o mal que o vitimou. O filósofo Max Scheler classifica como “auto envenenamento psicológico” o estado emocional do ressentido, um ser introspectivo ocupado com ruminações acusadoras e fantasias vingativas.
   O ressentido é um escravo de sua impossibilidade de esquecer, vivendo em função de sua vingança adiada, de maneira que em sua vida não é possível abrir lugar para o novo; trata-se de um vingativo passivo, e suas queixas contínuas mobilizam, no outro, confusos sentimentos de culpa. Na verdade, ele acusa, mas não está seriamente interessado em ser ressarcido do agravo que sofreu. No ressentido, permanece uma dívida impagável, a compensação reivindicada é da ordem de uma vingança projetada no futuro. O ressentido é um covarde, pois não concede a si mesmo os prazeres da vingança pelo exercício da ação. Esse desejo de vingança recusado é o núcleo doentio do ressentimento nietzschiano. Uma vez que não se permite reagir, só resta ao fraco ressentir.
   Por não esquecer, o ressentido não consegue entregar-se ao fluxo da vida presente. A memória é como uma doença, o tempo não pode ser detido, a vontade não pode “querer pra trás”, ou seja, corrigir o curso de suas escolhas passadas.
   A solução para o ressentimento não é negá-lo, mas nomeá-lo, informar-se sobre ele, perceber que é impossível não o ter em nós em alguma medida. “Conhece-te a ti mesmo”, foi o conselho dado pelo sábio filósofo Sócrates, no século V a.C. Quem sabe tenhamos a coragem e as ferramentas para compreender essa emoção, e, com isso, podermos nos colocar além do ressentimento. Talvez possamos um dia transformar esse sentimento e, assim, criar um novo modo de estar com o outro.
(Luciana Ribeiro Soubhia, Ressentimento.
Revista Bem-estar, 04-07-2021. Adaptado)
É correto afirmar acerca das palavras destacadas no trecho – O filósofo Max Scheler classifica como “auto envenenamento psicológico” o estado emocional do ressentido, um ser introspectivo ocupado com ruminações acusadoras e fantasias vingativas. – que
Alternativas
Q1836345 Português
Leia o texto, para responder à questão.

   A psicanalista Maria Homem diz que o ressentimento é a palavra-chave para ousar compreender o mundo hoje. Luiz Filipe Pondé acredita que o ressentimento faz de nós incapazes de ver algo simples: o universo é indiferente aos nossos desejos; além de destruir em nós a capacidade de pensar e compreender a realidade.
   Ressentir-se significa atribuir ao outro a responsabilidade pelo que nos faz sofrer. Como se a culpa do que não somos ou não podemos ser fosse sempre do outro, esse bode expiatório que escolhemos quando não podemos nos haver com nossos próprios limites. Ressentir-se é uma impossibilidade de esquecer ou superar um agravo. Seria uma impossibilidade ou uma recusa?
   O ressentido não é alguém incapaz de perdoar ou esquecer, é alguém que não quer esquecer, não quer perdoar, nem superar o mal que o vitimou. O filósofo Max Scheler classifica como “auto envenenamento psicológico” o estado emocional do ressentido, um ser introspectivo ocupado com ruminações acusadoras e fantasias vingativas.
   O ressentido é um escravo de sua impossibilidade de esquecer, vivendo em função de sua vingança adiada, de maneira que em sua vida não é possível abrir lugar para o novo; trata-se de um vingativo passivo, e suas queixas contínuas mobilizam, no outro, confusos sentimentos de culpa. Na verdade, ele acusa, mas não está seriamente interessado em ser ressarcido do agravo que sofreu. No ressentido, permanece uma dívida impagável, a compensação reivindicada é da ordem de uma vingança projetada no futuro. O ressentido é um covarde, pois não concede a si mesmo os prazeres da vingança pelo exercício da ação. Esse desejo de vingança recusado é o núcleo doentio do ressentimento nietzschiano. Uma vez que não se permite reagir, só resta ao fraco ressentir.
   Por não esquecer, o ressentido não consegue entregar-se ao fluxo da vida presente. A memória é como uma doença, o tempo não pode ser detido, a vontade não pode “querer pra trás”, ou seja, corrigir o curso de suas escolhas passadas.
   A solução para o ressentimento não é negá-lo, mas nomeá-lo, informar-se sobre ele, perceber que é impossível não o ter em nós em alguma medida. “Conhece-te a ti mesmo”, foi o conselho dado pelo sábio filósofo Sócrates, no século V a.C. Quem sabe tenhamos a coragem e as ferramentas para compreender essa emoção, e, com isso, podermos nos colocar além do ressentimento. Talvez possamos um dia transformar esse sentimento e, assim, criar um novo modo de estar com o outro.
(Luciana Ribeiro Soubhia, Ressentimento.
Revista Bem-estar, 04-07-2021. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho entre colchete substitui o original, empregando o pronome de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q1835723 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.

Ser munduruku é ser Amazônia
Bheka Munduruku*
Na Amazônia vivem 300 mil indígenas. Nós, da etnia munduruku, somos 13 mil, divididos em 120 aldeias. Eu tenho 16 anos, nasci e moro até hoje na Terra Indígena Sawré Muybu. Ela é o meu mundo. Temos nossas brincadeiras. Alguns gostam de se pintar, mas outros de cantar as canções que foram ensinadas por nossos pais. 
Tiramos tudo o que precisamos da nossa terra: pescamos e caçamos (apenas o suficiente para a nossa subsistência), além de plantarmos mandioca, banana, batata, cana-de-açúcar, cará, abacaxi, pimenta, sem destruir a floresta. A natureza é nossa mãe. Ela nos dá tudo o que precisamos e, em troca, tratamos dela com carinho. Gosto da vida que levo, mas não pretendo obrigar ninguém a viver como vivo. Com que direito, então, querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura? 
Os mais jovens aprendem quase tudo com os mais velhos. Assim, sabemos como nossa cultura é rica e antiga, e de nosso lugar no mundo. Nossos pais e avós contam que Karosakaybu, o Grande Ser, fez surgir de uma fenda nas cabeceiras do rio Crepori, um afluente do Tapajós, quatro casais que deram origem à humanidade: um branco, um negro, um indígena e um munduruku. Os pariwat, como chamamos os estrangeiros, foram povoar o mundo. Nossos ancestrais ficaram.  
Ainda estamos aqui. Não apenas sobrevivemos do que tiramos de nossa terra – cuidar dela é a própria razão de nossa existência. Nós a protegemos há mais de 4.000 anos, mas a história pariwat registra que nos encontramos pela primeira vez em 1768. Desde então fomos obrigados a acrescentar a resistência entre nossos hábitos. 
Sabe-se hoje que a floresta em pé ajuda a conter as mudanças climáticas. Nós mesmos já sentimos os seus efeitos: teve ano que choveu em março, em vez de novembro. Mas o desmatamento não é a única ameaça que ronda a Amazônia. E não temos mais como protegê-la sozinhos. Como qualquer cultura, a nossa assimilou novos costumes e evoluiu. Cultivamos nossas tradições, mas não paramos no tempo, não vivemos na pré-história.
Os munduruku já foram caçadores de cabeça; agora, preferimos fazer cabeças. Queremos convencer todo o mundo – inclusive os cabeças-duras – da importância de preservar a floresta e os seus rios.
Não precisamos de ouro, mas não podemos mais nadar no Tapajós, pois ele adoeceu: suas águas estão contaminadas pelo mercúrio do garimpo ilegal. O Tapajós é o último afluente da margem direita do rio Amazonas a correr livre. Barrar um rio é matar tudo o que nele vive.
 Munduruku significa “formigas vermelhas”. Nos deram esse nome porque lutávamos lado a lado. Junte-se ao nosso formigueiro e nos ajude a defender a Amazônia.

* Guerreira indígena da etnia munduruku.
Folha de São Paulo, Tendências/Debates, 16 jan. 2020, p. A3. Adaptado.
Leia a passagem transcrita do texto e preencha corretamente as lacunas.
“Os munduruku já foram caçadores de cabeça; agora, preferimos fazer cabeças. Queremos convencer todo o mundo – inclusive os cabeças-duras – da importância de preservar a floresta e os seus rios.” Nesse fragmento, a palavra _______________, no contexto em que foi empregada, exemplifica um caso de _______________, ou seja, de um termo que apresenta diferentes _______________. A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
Alternativas
Q1835218 Português
QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.

POR QUE O ESPAÇO ATRAI BILIONÁRIOS?
   O bilionário do setor de tecnologia Elon Musk, executivo-chefe da Tesla e da SpaceX, está tentando comprar todas as casas em Boca China, Texas – uma minúscula comunidade de poucas dezenas de pessoas – para poder usar a área para lançar sua espaçonave para Marte. Ele afirma que poderá mandar gente para o Planeta Vermelho em uma década.
   O executivo-chefe da Amazon, Jeff Bezos, tem uma companhia de viagens espaciais e vê o projeto como um trampolim para futuras colônias no espaço. O falecido cofundador da Microsoft, Paul Allen, também tinha planos para voos espaciais. O foco deles não está exclusivamente no espaço, mas por que eles colocam bilhões para enviar humanos para lá? Uma razão é que a Terra está ameaçada por mudanças climáticas e guerra nuclear; o espaço é como um plano B. Mas um voo tripulado para Marte é cheio de perigos, sobretudo o fato de que não temos hoje uma forma de proteger humanos dos efeitos adversos de meses e meses de radiação do espaço profundo.
   Mas, qual o problema em sonhar? Em certo sentido, nenhum. Mas importa como as pessoas com muito dinheiro sonham. Bezos, Allen e Musk, os bilionários, citaram seu amor pela ficção científica como se fosse parte da sua inspiração.
   A ficção científica algumas vezes é desprezada como literatura escapista, mas os melhores exemplos são exatamente o contrário. Ciência e arte sempre foram de alguma forma financiadas pelos interesses excêntricos dos ricos, e a combinação sempre resultou em uma mistura heterogênea. Uma coisa comum aos bilionários é que provavelmente não é difícil encontrar pessoas que os encorajarão a gastar dinheiro correndo atrás de aventuras espaciais que não vão acontecer por limitações científicas.
    Mas, mais importante, esses homens podem moldar nossa vida hoje, pela forma como suas empresas operam, pelo pagamento de impostos sobre suas imensas riquezas e por seus investimentos para solucionar os problemas que nos ameaçam. Isso requer imaginação. Não o tipo de imaginação que ilustra a capa dos livros de ficção científica; mas o tipo que nos leva a universos expandidos só para nos fazer pensar mais para entender o único lugar habitável por nós no Universo – nosso frágil e pálido ponto azul – e torná-lo um lugar melhor para se viver.
Scientific American Brasil, ano 18, nº 203, jan. 2020, p. 22. Adaptado.
Tendo por base que uma mesma palavra pode apresentar diferentes significados conforme o contexto em que for empregada, é correto afirmar que a expressão que manteve o seu sentido objetivo é
Alternativas
Q1835216 Português
QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.

POR QUE O ESPAÇO ATRAI BILIONÁRIOS?
   O bilionário do setor de tecnologia Elon Musk, executivo-chefe da Tesla e da SpaceX, está tentando comprar todas as casas em Boca China, Texas – uma minúscula comunidade de poucas dezenas de pessoas – para poder usar a área para lançar sua espaçonave para Marte. Ele afirma que poderá mandar gente para o Planeta Vermelho em uma década.
   O executivo-chefe da Amazon, Jeff Bezos, tem uma companhia de viagens espaciais e vê o projeto como um trampolim para futuras colônias no espaço. O falecido cofundador da Microsoft, Paul Allen, também tinha planos para voos espaciais. O foco deles não está exclusivamente no espaço, mas por que eles colocam bilhões para enviar humanos para lá? Uma razão é que a Terra está ameaçada por mudanças climáticas e guerra nuclear; o espaço é como um plano B. Mas um voo tripulado para Marte é cheio de perigos, sobretudo o fato de que não temos hoje uma forma de proteger humanos dos efeitos adversos de meses e meses de radiação do espaço profundo.
   Mas, qual o problema em sonhar? Em certo sentido, nenhum. Mas importa como as pessoas com muito dinheiro sonham. Bezos, Allen e Musk, os bilionários, citaram seu amor pela ficção científica como se fosse parte da sua inspiração.
   A ficção científica algumas vezes é desprezada como literatura escapista, mas os melhores exemplos são exatamente o contrário. Ciência e arte sempre foram de alguma forma financiadas pelos interesses excêntricos dos ricos, e a combinação sempre resultou em uma mistura heterogênea. Uma coisa comum aos bilionários é que provavelmente não é difícil encontrar pessoas que os encorajarão a gastar dinheiro correndo atrás de aventuras espaciais que não vão acontecer por limitações científicas.
    Mas, mais importante, esses homens podem moldar nossa vida hoje, pela forma como suas empresas operam, pelo pagamento de impostos sobre suas imensas riquezas e por seus investimentos para solucionar os problemas que nos ameaçam. Isso requer imaginação. Não o tipo de imaginação que ilustra a capa dos livros de ficção científica; mas o tipo que nos leva a universos expandidos só para nos fazer pensar mais para entender o único lugar habitável por nós no Universo – nosso frágil e pálido ponto azul – e torná-lo um lugar melhor para se viver.
Scientific American Brasil, ano 18, nº 203, jan. 2020, p. 22. Adaptado.
No trecho “Mas um voo tripulado para Marte é cheio de perigos, sobretudo o fato de que não temos hoje uma forma de proteger humanos dos efeitos adversos de meses e meses de radiação do espaço profundo.”, é correto afirmar que a palavra sublinhada, sem alteração do sentido, pode ser substituída por
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Q1835184 Português
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo para a apalavra “sorte”: 
Alternativas
Q1835179 Português
A Grande Muralha da China foi concluída em 214 a.C., embora, por outro lado, nunca tenha sido finalizada, porque tinha de ser constantemente prolongada ou ampliada. Refletia a capacidade de organização dos governantes e a força de resistência das centenas de milhares de trabalhadores que foram designados compulsoriamente para as tarefas nacionais. Estes tinham menos motivos que seus governantes para admirar a muralha; tinham sido levados para longe de casa, talvez nunca mais voltando a ver suas famílias, para trabalhar longas horas nas pedreiras e fábricas de tijolos que alimentavam a muralha. Logo perceberam que o terreno próximo à muralha era acidentado e, em determinado trecho, a muralha teve de fazer um enorme desvio para evitar a grande curva do Rio Amarelo. No total, a muralha e suas voltas se estenderam por 6.300 quilômetros. Se uma muralha semelhante tivesse sido construída na parte mais selvagem da Austrália, de leste a oeste, não teria sido maior que a Grande Muralha da China. Em tempos de perigo, o exército chinês que guardava a muralha deve ter sido muito numeroso pelos padrões da época. Para manter vigilância constante na maioria das torres, quando um invasor era esperado, devem ter sido necessárias dezenas de milhares de olhos. Além disso, a muralha requeria um grande número de soldados cuja principal tarefa era lutar, em vez de vigiar. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São Paulo: Fundamento, 2009, p. 32). 
Ainda no texto, o autor utiliza a palavra “compulsoriamente”. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo para tal palavra: 
Alternativas
Q1834818 Português

Ao reescrever o trecho “esta crônica, portanto, não será lida por viv’alma” (linhas 2 e 3) com a substituição do conectivo, tem-se o mesmo sentido em  

Alternativas
Respostas
4381: C
4382: E
4383: D
4384: E
4385: A
4386: B
4387: B
4388: E
4389: E
4390: D
4391: C
4392: D
4393: B
4394: C
4395: A
4396: D
4397: B
4398: A
4399: C
4400: E