Questões de Concurso Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q1937891 Português

Texto para o item.




Lima Barreto. Recordações do Escrivão Isaías Caminha. São Paulo: Ática, 1995.

Internet: <http://www.dominiopublico.gov.br/>  (com adaptações).


A respeito dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.


Seriam mantidos os sentidos e a coerência do texto caso o vocábulo “tão”, no último período do terceiro parágrafo, fosse substituído por muito. 

Alternativas
Q1936640 Português

A arte silenciosa e o café


Ia escrever sobre café. Já escrevi algumas vezes sobre esse prazer que hoje me é proibido, por conta de uma esofagite. Queria refletir sobre o motivo de o nome das casas de café, muitas vezes, associarse à arte: Café Sabor & Arte, Café e Arte, Arte do Café, Café, Letras & Arte, etc. Uma amiga me disse que é porque a cafeína conduz a um estado sublime, tal qual a arte. Às vezes, o café pode estar amargo; e a arte também, muitas vezes, tem de ser amarga. Frequentar cafés, os estabelecimentos, não é um hábito tão comum no Brasil quanto na Europa ou nos EUA, onde tem dois cafés a cada quadra. Justo nós que somos seu maior e talvez melhor produtor.


Nos últimos anos, essa moda parece ter crescido. Nas grandes cidades, como aqui em Natal, já há lugares onde se pode sentar sem pressa, pedir um expresso, ler um livro. E há uma profusão de tipos para escolher: tem café orgânico, descafeinado, macchiato … tem até café para quem não quer sentir o gosto do café. Talvez, o café seja artístico porque saber tirar o café seja uma arte; que aliás dá nome a uma profissão que tem curso e sindicato na Itália, é a do barista (o operador de máquinas de café). A gente só descobre a diferença quando toma café tirado por barista, com pó de qualidade, máquina limpa e, sim, arte no tirar.


Sobre tudo isso eu queria escrever e reabilitar a minha paixão pelo café. Mas ontem à noite revi o filme O Rosto, de Bergman, e fui dormir (ou não domir) pensando na condição do artista enquanto escravo da tentativa de agradar. E nessa fase de pandemia em que proliferam lives e mais lives, às vezes, surdas plataformas de exibicionismo, o quanto talvez não caiamos na ilusão de que “somos atraentes quando somos mascarados”, nas palavras do cineasta sueco. O filme também discute fé e ceticismo, misticismo versus ciência, só para agregar mais atualidade a outro tema da película.


A morte, um de seus temas, também está lá, além da procura de Deus, um Deus silencioso que deixou os homens à própria sorte – lembremos que o cineasta era filho de um pastor austero. A solidão da certeza da morte, em muitos de seus filmes, é aliviada apenas pelo amor. Além de O Rosto, vemos isso em Ana e os lobos, Persona, O silêncio, Gritos e Sussurros, Cenas de um casamento e na mais psicanalítica de suas películas, plena de imagens surreais, Morangos Silvestres.


Tinha terminado esta coluna quando soube de uma homenagem ao cineasta italiano Michelangelo Antonioni na Itália. Reabro esse texto, apanho uma xícara de café (não posso, mas para isso existe omeprazol). Me lembro de que os dois morreram no mesmo dia, 30 de julho de 2007. Como esquecer a força que me causou Blow up, fita que vi sozinho, num quarto escuro, e que até hoje tento entender? Nela, com sutileza, sempre sutileza, e objetividade, esgarça o mais tênue limite entre aparência e realidade. Antonioni das mulheres sábias, do diálogo surdo entre Mastroianni e Monica Vitti em A Noite, dos espaços entre as falas para se adivinhar o que pensam as personagens. Antonioni da noite vazia, escura como café.


O que mais assemelha os dois cineastas talvez seja o silêncio, hoje tão raro nesse nosso descartável cinema barulhento. A força do silêncio, na amarga arte dos dois. Se Antonioni foi uma xícara vazia, Bergman foi o café do cinema ocidental.


André Carrico. Disponível em: https://apartamento702.com.br/cronica-arte-silenciosae-o-cafe/

 

As duas perífrases verbais presentes no excerto “Às vezes, o café pode estar amargo; e a arte também, muitas vezes, tem de ser amarga.” (1º parágrafo): 
Alternativas
Q1936635 Português

A arte silenciosa e o café


Ia escrever sobre café. Já escrevi algumas vezes sobre esse prazer que hoje me é proibido, por conta de uma esofagite. Queria refletir sobre o motivo de o nome das casas de café, muitas vezes, associarse à arte: Café Sabor & Arte, Café e Arte, Arte do Café, Café, Letras & Arte, etc. Uma amiga me disse que é porque a cafeína conduz a um estado sublime, tal qual a arte. Às vezes, o café pode estar amargo; e a arte também, muitas vezes, tem de ser amarga. Frequentar cafés, os estabelecimentos, não é um hábito tão comum no Brasil quanto na Europa ou nos EUA, onde tem dois cafés a cada quadra. Justo nós que somos seu maior e talvez melhor produtor.


Nos últimos anos, essa moda parece ter crescido. Nas grandes cidades, como aqui em Natal, já há lugares onde se pode sentar sem pressa, pedir um expresso, ler um livro. E há uma profusão de tipos para escolher: tem café orgânico, descafeinado, macchiato … tem até café para quem não quer sentir o gosto do café. Talvez, o café seja artístico porque saber tirar o café seja uma arte; que aliás dá nome a uma profissão que tem curso e sindicato na Itália, é a do barista (o operador de máquinas de café). A gente só descobre a diferença quando toma café tirado por barista, com pó de qualidade, máquina limpa e, sim, arte no tirar.


Sobre tudo isso eu queria escrever e reabilitar a minha paixão pelo café. Mas ontem à noite revi o filme O Rosto, de Bergman, e fui dormir (ou não domir) pensando na condição do artista enquanto escravo da tentativa de agradar. E nessa fase de pandemia em que proliferam lives e mais lives, às vezes, surdas plataformas de exibicionismo, o quanto talvez não caiamos na ilusão de que “somos atraentes quando somos mascarados”, nas palavras do cineasta sueco. O filme também discute fé e ceticismo, misticismo versus ciência, só para agregar mais atualidade a outro tema da película.


A morte, um de seus temas, também está lá, além da procura de Deus, um Deus silencioso que deixou os homens à própria sorte – lembremos que o cineasta era filho de um pastor austero. A solidão da certeza da morte, em muitos de seus filmes, é aliviada apenas pelo amor. Além de O Rosto, vemos isso em Ana e os lobos, Persona, O silêncio, Gritos e Sussurros, Cenas de um casamento e na mais psicanalítica de suas películas, plena de imagens surreais, Morangos Silvestres.


Tinha terminado esta coluna quando soube de uma homenagem ao cineasta italiano Michelangelo Antonioni na Itália. Reabro esse texto, apanho uma xícara de café (não posso, mas para isso existe omeprazol). Me lembro de que os dois morreram no mesmo dia, 30 de julho de 2007. Como esquecer a força que me causou Blow up, fita que vi sozinho, num quarto escuro, e que até hoje tento entender? Nela, com sutileza, sempre sutileza, e objetividade, esgarça o mais tênue limite entre aparência e realidade. Antonioni das mulheres sábias, do diálogo surdo entre Mastroianni e Monica Vitti em A Noite, dos espaços entre as falas para se adivinhar o que pensam as personagens. Antonioni da noite vazia, escura como café.


O que mais assemelha os dois cineastas talvez seja o silêncio, hoje tão raro nesse nosso descartável cinema barulhento. A força do silêncio, na amarga arte dos dois. Se Antonioni foi uma xícara vazia, Bergman foi o café do cinema ocidental.


André Carrico. Disponível em: https://apartamento702.com.br/cronica-arte-silenciosae-o-cafe/

 

O vocábulo “austero”, presente no 4º parágrafo, de acordo com o contexto em que aparece, pode apresentar uma relação antonímica com a palavra: 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2022 - EBSERH - Técnico em Contabilidade |
Q1936538 Português

Texto I

O conto do vigário (Joseli Dias) 

  Um conto de réis. Foi esta quantia, enorme para a época, que o velho pároco de Cantanzal perdeu para Pedro Lulu, boa vida cuja única ocupação, além de levar à perdição as mocinhas do lugar, era tocar viola para garantir, de uma casa em outra, o almoço de todos os dias. Nenhum vendeiro, por maior esforço de memória que fizesse, lembraria o dia em que Pedro Lulu tirou do bolso uma nota qualquer para comprar alguma coisa. Sempre vinha com uma conversa maneira, uma lábia enroladora e no final terminava por comprar o que queria, deixando fiado e desaparecendo por vários meses, até achar que o dono do boteco tinha esquecido a dívida, para fazer uma nova por cima. 

  A vida de Pedro Lulu era relativamente boa. Tocava nas festas, ganhava roupas usadas dos amigos e juras de amor de moças solteironas de Cantanzal. A vida mansa, no entanto, terminou quando o Padre Bastião chegou por ali. Homem sisudo, pregava o trabalho como meio único para progredir na vida. Ele mesmo dava exemplo, pegando no batente de manhã cedo, preparando massa de cimento e assentando tijolos da igreja em construção. Quando deu com Pedro Lulu, que só queria sombra e água fresca, iniciou uma verdadeira campanha contra ele. Nos sermões, pregava o trabalho árduo. Pedro Lulu era o exemplo mais formidável que dava aos fiéis. “Não tem família, não tem dinheiro, veste o que lhe dão, vive a cantar e a mendigar comida na mesa alheia”, pregava o padre, diante do rebanho.

  Aos poucos Pedro Lulu foi perdendo amizades valiosas, os almoços oferecidos foram escasseando e até mesmo nas rodas de cantoria era olhado de lado por alguns.

  “Isso tem que acabar”, disse consigo.

  Naquele dia foi até a igreja e prostou-se diante do confessionário. Fingindo ser outra pessoa, pediu ao padre o mais absoluto segredo do que iria contar, porque havia prometido a um amigo que não faria o mesmo diante das maiores dificuldades, mas que vê-lo em tamanha necessidade, tinha resolvido confessar-se passando o segredo adiante.

  O Padre, cujo único defeito era interessar-se pela vida alheia, ficou todo ouvidos. E foi assim que a misteriosa figura contou que Pedro Lulu era, na verdade, riquíssimo, mas que por uma aposta que fez, não podia usufruir de seus bens na capital, que somavam milhares de contos de réis. [...]

A expressão “Aos poucos”, que introduz o terceiro parágrafo, poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: IBFC Órgão: SES-DF Prova: IBFC - 2022 - SES-DF - Cirurgião-Dentista |
Q1936436 Português
Texto II 

Como é o gigantesco 'túnel magnético' que envolve o sistema solar, segundo pesquisadores
Galáxias possuem campo magnético; descoberta pode ajudar a entender como essas regiões do espaço funcionam


BBC NEWS BRASIL
   
   Nosso sistema solar está envolto em um gigantesco "túnel magnético" que liga duas vastas regiões de nossa galáxia que pareciam estar desconectadas
    Essa é a conclusão de um estudo recente na área dos campos magnéticos do cosmos, uma característica do nosso universo sobre a qual ainda existem muitas perguntas sem resposta.
  Essa descoberta de uma equipe da Universidade de Toronto (Canadá) pode ser útil para entender melhor como os campos magnéticos do universo funcionam e como eles afetam o comportamento e a evolução das galáxias.
   "Este modelo tem implicações para o desenvolvimento de um modelo holístico de campos magnéticos em galáxias", escrevem os autores do estudo.
     O que foi descoberto e como isso pode ajudar a melhorar nossa compreensão do universo?


CAMPOS CONECTADOS

   A investigação foi focada em duas estruturas gigantescas da nossa Via Láctea conhecidas como "Esporão Polar Norte" (NPS, na sigla em inglês) e "Região do Ventilador" (Fan).
    O Esporão Polar Norte é uma enorme faixa de gás quente que emite raios-X e ondas de rádio.
   Por sua vez, a Região do Ventilador é uma área altamente polarizada, cujo campo elétrico se abre no formato de um ventilador. Ambas as regiões são visíveis através de radiotelescópios e, da Terra, estão localizadas em lados opostos do espaço.
    Até agora, essas duas estruturas foram estudadas individualmente, mas o trabalho da Universidade de Toronto mostra pela primeira vez que elas estão conectadas por um "túnel" dentro do qual nosso sistema solar está localizado.
   "Os campos magnéticos não existem isoladamente", diz Jennifer West, pesquisadora em magnetismo de galáxias no Instituto Dunlap de Astronomia e Física da Universidade de Toronto e principal autora do estudo.
   "Todos eles precisam se conectar uns aos outros. Portanto, o próximo passo é entender melhor como esse campo magnético local se conecta tanto ao campo magnético galáctico de maior escala quanto aos campos magnéticos de menor escala do nosso Sol e da Terra." [...]


(Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/04/como-e-o-gigantesco-
tunel-magnetico-que-envolve-o-sistema-solar-segundopesquisadores.shtml. Acesso em 20/04/2022)
Considerando o contexto em que está inserida, a palavra destacada, em “‘Este modelo tem implicações para o desenvolvimento de um modelo holístico de campos magnéticos em galáxias’" (4º§), tem como significado a ideia de: 
Alternativas
Q1935890 Português
O trecho a seguir é referência para a questão.


(...) Passava a esponja na parede com movimentos amplos, espalhava de propósito a mancha vermelha, e compreendi que naquela casa eu não teria mais ambiente. Meus pertences couberam numa mala de mão, ______ estrelas no céu, andei em direção ao centro da cidade. Mas bem antes do centro encontrei um hotel de aparência modesta, o nome Zakariás em letras de ferro sobre a porta. Toquei a sineta no balcão, e uma tabela de preços indicava ______ diária de quatro mil forintes por um quarto de solteiro. Calculei que poderia me alojar ali por mais de um mês, pois Kocsis Ferenc ______ insistido em remunerar meu serviço, um cala-boca de duzentos mil forintes. Já ia tocar a sineta de novo quando apareceu um velhinho ajeitando os suspensórios. Pedi ______ chaves ______ moça da recepção que vasculhou uma gaveta, falou yes e disse que eu era aguardado desde a quarta-feira (...) 


(Adaptado. BUARQUE, Chico. Budapeste. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.)
A expressão “um cala-boca de duzentos mil forintes” pode ser substituída, mantendo-se o sentido original do texto, por:
Alternativas
Q1935887 Português
Em matéria recente sobre a cantora e performer Linn da Quebrada, integrante da casa do Big Brother Brasil 2022, o jornal Folha de São Paulo explica como seu nome artístico tem múltiplas significações:
“(...) Aliás, seu nome artístico denota alguns significados. É “linda quebrada”, como se sempre tivesse algo de errado com seu corpo de mulher. E “linda que brada”, que canta, que grita, que reclama, que proclama. Assim como Linn que é da quebrada, se referindo à periferia”.


(Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/webstories/cultura/2022/02/a-trajetoria-de-linn-da-quebrada/. Acesso em: 16 mar. 2022.)


Sobre o texto, considere as seguintes afirmativas: 
1. O sentido da palavra “bradar” não é compatível com a ideia de “canta, grita, reclama, proclama”, já que seu significado é sussurrar, segredar, de tal modo que oferece também uma interpretação inferencial, pelo sentido oposto ao desejado.
2. Linn da quebrada, Linda quebrada ou Linda que brada são variações que manifestam o mesmo som, mas constituem sentidos e significados diferentes, e portanto têm valores diferentes.
3. Ao utilizar a expressão “quebrada” para se referir à periferia, estamos diante de uma variante urbana da língua, que não é reconhecida como uma variante da língua padrão ou formal.
4. Relativamente ao mecanismo de linguagem usado para a compreensão dos significados do nome, é possível afirmar que se trata de uma comparação, visto que reorganiza as palavras a partir dos sons. 

Assinale a alternativa correta.  

Alternativas
Q1935745 Português


Texto para o item.


Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item. 


O vocábulo “há”, no trecho “Não há pigmentos” (linha 4), poderia, sem prejuízo dos sentidos e da correção gramatical do trecho, ser substituído por existe

Alternativas
Q1935598 Português


O texto a seguir é referência para a questão. 


Tecnologia está transformando a saúde, agora precisamos usar com sabedoria


____ pandemia foi, sem sombra de dúvidas, uma catalisadora da transformação digital na saúde. [...] a alta demanda por atendimento médico, combinada ____ necessidade de garantir o distanciamento social, impulsionou a adoção de soluções digitais para garantir ____ continuidade das políticas de saúde.


Com isso, e muito rapidamente, serviços de saúde e, principalmente, os pacientes aderiram a modelos de atenção à saúde antes inimagináveis.


Tomemos como exemplo a telemedicina. Sua regulamentação no Brasil, que até então não avançava na agenda legislativa, deu um salto com a aprovação da Lei 13.989/20 que autoriza o atendimento médico online enquanto durar a pandemia de covid-19.


Mas o que era para ser algo transitório parece ter chegado para ficar. Dados da pesquisa "State of Telehealth" indicam que mais de 60% de pacientes planejam seguir utilizando a telemedicina combinada ____ consultas presenciais, e 80% dos prestadores de serviço pretendem continuar a oferta do serviço mesmo depois da pandemia.


[...] Não há mais volta; a saúde agora é tech. Inteligência artificial, telemedicina, IoT, realidade aumentada. Esses são apenas alguns dos exemplos de como a tecnologia deve estar cada vez mais presente no atendimento ____ saúde.


As possibilidades são infinitas. Os desafios para fazer com que sejam mais acessíveis, também. 


(Disponível em: https://www.uol.com.br/tilt/colunas/leticia-piccolotto/2022/03/19/healthtechs---oportunidades-para-transformar-a-saude-atraves-da-tecnologia.htm.)

O termo “catalisadora”, destacado no primeiro parágrafo do texto, pode ser substituído, sem prejuízo do sentido, por: 
Alternativas
Q1935456 Português
Leia com atenção um fragmento extraído do romance denominado “O Cortiço”, escrito por Aluísio de Azevedo em 1890, como expressão do movimento naturalista do Brasil, para responder a pergunta abaixo:


Acovardado defronte destes raciocínios, contentou-se com uma simples separação de leitos, e os dois passaram a dormir em quartos separados. Não comiam juntos, e mal trocavam entre si uma ou outra palavra constrangida, quando qualquer inesperado acaso os reunia a contragosto. Odiavam-se. Cada qual sentia pelo outro um profundo desprezo, que pouco a pouco se foi transformando em repugnância completa. O nascimento de Zulmira veio agravar ainda mais a situação; a pobre criança, em vez de servir de elo aos dois infelizes, foi antes um novo isolador que se estabeleceu entre eles. Estela amava-a menos do que lhe pedia o instinto materno por supô-la filha do marido, e este a detestava porque tinha convicção de não ser seu pai. Uma bela noite, porém, o Miranda, que era homem de sangue esperto e orçava então pelos seus trinta e cinco anos, sentiu-se em insuportável estado de lubricidade. Era tarde já e não havia em casa alguma criada que lhe pudesse valer. Lembrou-se da mulher, mas repeliu logo esta ideia com escrupulosa repugnância. Continuava a odiá-la. Entretanto, este mesmo fato de obrigação em que ele se colocou de não servir-se dela, a responsabilidade de desprezá-la, como que ainda mais lhe assanhava o desejo da carne, fazendo da esposa infiel um fruto proibido. Afinal, coisa singular, posto que moralmente nada diminuísse a sua repugnância pela perjura, foi até o quarto dela. A mulher dormia a sono solto. Miranda entrou pé ante pé e aproximou-se da cama. “Devia voltar!...pensou. Não lhe ficava bem aquilo!...” Mas o sangue latejava-lhe, reclamando-a. Ainda hesitou um instante, imóvel, a contemplá-la no seu desejo. Estela, como se o olhar do marido lhe apalpasse o corpo, torceu-se sobre o quadril da esquerda, repuxando com as coxas o lençol para a frente e patenteando uma nesga de nudez estofada e branca. O Miranda não pôde resistir, atirou-se contra ela, que, num pequeno sobressalto, mais de surpresa que de revolta, desviou-se, tornando logo e enfrentando com o marido. E deixou-se empolgar pelos rins, de olhos fechados, fingindo que continuava a dormir, sem a menor consciência de tudo aquilo.


Fonte: http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/cortico.pdf. Acessado 03/06/2022
O vocábulo, utilizado no texto acima, denominado “lubricidade”, tem como sinônimo a seguinte palavra: 
Alternativas
Q1935367 Português

Star Wars e o legado que atravessa gerações

Por Andre Lucas Mariano dos Santos


“Bom, pessoal, a história se passa em uma galáxia fictícia habitada por várias criaturas orgânicas e androides robóticos. O governo está nas mãos do Império Galáctico.

Neste cenário, existe a ‘Força’, uma energia onipresente cujo controle dá poderes sobrenaturais como premonição e controle mental. Os Jedis usam a ‘Força’ para o bem, enquanto os Siths, para o mal.

A história, em ordem cronológica conta a trajetória da transformação do jovem Anakin em Darth Vader e depois as aventuras de seu filho, Luke Skywalker, contra o Império Galáctico”, explica. “Acho que seria isso, obrigado”.

Provavelmente foi mais ou menos dessa forma que o então desconhecido diretor George Lucas apresentou seu ambicioso e estranho projeto para a Fox Studios. E imaginar o porquê de os executivos da empresa terem investido num enredo como esse, principalmente numa época em que a ficção científica estava em baixa, chega a ser bizarro. Pouco antes, George Lucas já havia oferecido essa mesma ideia para inúmeras produtoras e todas as haviam recusado, inclusive as gigantes Universal e Warner Bros. Dizem que, na verdade, a Fox também estava pronta para ‘bater a porta’ na cara do diretor, mas o chefe de recursos criativos da empresa, Alan Ladd Jr., ficou encantado quando ouviu essa mesma história do início do texto, e convenceu a diretoria do estúdio a investir no filme.

O INÍCIO

A verba disponibilizada foi de 8 milhões de dólares, o que obrigou Lucas a escolher a parte do roteiro que exigisse o menor gasto possível. A produção esbarrou em todos os problemas possíveis: estúdio descontente com o elenco, tempestades de areia na Tunísia, atrasos nas filmagens, calor insuportável, cenários e figurinos que não funcionavam direito. Além disso, também não ajudava o fato de boa parte da equipe achar tudo aquilo que estava sendo rodado totalmente ridículo.

Em 25 de maio de 1977, “Star Wars: Episódio IV” era lançado. Desde então, o mundo nunca mais foi o mesmo. O longa-metragem de quase três horas, com aquele roteiro sem ‘pé nem cabeça’, conquistou a maior bilheteria daquele ano: 775,3 milhões de dólares, sendo aclamado pela crítica e pelo público. Lucas então pôde produzir os demais episódios e tornou-se um dos mais respeitados empreendedores do cinema.

LEGADO

Star Wars é considerado um marco da sétima arte, pois gerou um impacto cultural sem precedentes. Após o lançamento dos primeiros episódios, os efeitos especiais e roteiros mais superficiais obtiveram notoriedade em Hollywood e várias outras obras de ficção científica ganharam destaque.

Mas o maior legado com certeza é a legião de fãs construída. Pessoas do mundo inteiro se contagiaram com a trama e foi criada até uma data para celebrar a saga: o “Star Wars Day”, anualmente no dia 4 de maio.

No Brasil não é diferente, milhares de pessoas amam a obra idealizada por George Lucas e alguns fazem questão de disseminar o conhecimento sobre a saga. Como é o caso do Conselho Jedi do Paraná, um grupo aberto para todo e qualquer fã da franquia. “Nosso objetivo é reunir todos que gostam da saga em eventos e atividades pelo estado a fora. Um dos exemplos é o JediCon, realizado anualmente”, explica um dos membros do grupo, Rodrigo Bordenousky.

Ele diz que nesses encontros são feitas palestras, explicações de vídeos do universo da saga, além de venda de itens. “Promovemos ações bastante variadas. Desde arrecadação para ajudar alguma entidade carente, até provas de conhecimento, batalhas com sabres de luz, enfim, quem é fã se diverte”, complementa.

O Conselho Jedi do Paraná existe há 15 anos e é composto por centenas de fãs de todos os lugares do estado.


DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO

Apesar de estar completando quase 40 anos do lançamento do primeiro filme, Star Wars tem admiradores de todas as idades. Um bom exemplo disso é observado na família Klug de Cascavel.

Nataniel Klug cresceu sendo influenciado diretamente pelos primos mais velhos na década de 90. Hoje, repassa o conhecimento que adquiriu para o filho Murilo, de 10 anos. “Quando ele começou a entender as coisas, já coloquei os filmes para ele assistir”, brinca, dizendo que o que mais lhe chama a atenção é a história de honra e guerra explorada na saga. Já o pequeno Murilo diz que, apesar da pressão do pai, está aprendendo a gostar cada vez mais da obra. “Adoro as roupas, brinquedos, desenhos e principalmente os sabres”, comenta empolgado. “Igual meu pai, procuro incentivar meus amigos a gostarem também”, diz.


fonte:

http://arcoplex.com.br/star-wars-e-o-legado-que-atravessageracoes/?lang=060


Quanto ao sentido na oração, está incorreta a palavra destacada em:
Alternativas
Q1935365 Português

Star Wars e o legado que atravessa gerações

Por Andre Lucas Mariano dos Santos


“Bom, pessoal, a história se passa em uma galáxia fictícia habitada por várias criaturas orgânicas e androides robóticos. O governo está nas mãos do Império Galáctico.

Neste cenário, existe a ‘Força’, uma energia onipresente cujo controle dá poderes sobrenaturais como premonição e controle mental. Os Jedis usam a ‘Força’ para o bem, enquanto os Siths, para o mal.

A história, em ordem cronológica conta a trajetória da transformação do jovem Anakin em Darth Vader e depois as aventuras de seu filho, Luke Skywalker, contra o Império Galáctico”, explica. “Acho que seria isso, obrigado”.

Provavelmente foi mais ou menos dessa forma que o então desconhecido diretor George Lucas apresentou seu ambicioso e estranho projeto para a Fox Studios. E imaginar o porquê de os executivos da empresa terem investido num enredo como esse, principalmente numa época em que a ficção científica estava em baixa, chega a ser bizarro. Pouco antes, George Lucas já havia oferecido essa mesma ideia para inúmeras produtoras e todas as haviam recusado, inclusive as gigantes Universal e Warner Bros. Dizem que, na verdade, a Fox também estava pronta para ‘bater a porta’ na cara do diretor, mas o chefe de recursos criativos da empresa, Alan Ladd Jr., ficou encantado quando ouviu essa mesma história do início do texto, e convenceu a diretoria do estúdio a investir no filme.

O INÍCIO

A verba disponibilizada foi de 8 milhões de dólares, o que obrigou Lucas a escolher a parte do roteiro que exigisse o menor gasto possível. A produção esbarrou em todos os problemas possíveis: estúdio descontente com o elenco, tempestades de areia na Tunísia, atrasos nas filmagens, calor insuportável, cenários e figurinos que não funcionavam direito. Além disso, também não ajudava o fato de boa parte da equipe achar tudo aquilo que estava sendo rodado totalmente ridículo.

Em 25 de maio de 1977, “Star Wars: Episódio IV” era lançado. Desde então, o mundo nunca mais foi o mesmo. O longa-metragem de quase três horas, com aquele roteiro sem ‘pé nem cabeça’, conquistou a maior bilheteria daquele ano: 775,3 milhões de dólares, sendo aclamado pela crítica e pelo público. Lucas então pôde produzir os demais episódios e tornou-se um dos mais respeitados empreendedores do cinema.

LEGADO

Star Wars é considerado um marco da sétima arte, pois gerou um impacto cultural sem precedentes. Após o lançamento dos primeiros episódios, os efeitos especiais e roteiros mais superficiais obtiveram notoriedade em Hollywood e várias outras obras de ficção científica ganharam destaque.

Mas o maior legado com certeza é a legião de fãs construída. Pessoas do mundo inteiro se contagiaram com a trama e foi criada até uma data para celebrar a saga: o “Star Wars Day”, anualmente no dia 4 de maio.

No Brasil não é diferente, milhares de pessoas amam a obra idealizada por George Lucas e alguns fazem questão de disseminar o conhecimento sobre a saga. Como é o caso do Conselho Jedi do Paraná, um grupo aberto para todo e qualquer fã da franquia. “Nosso objetivo é reunir todos que gostam da saga em eventos e atividades pelo estado a fora. Um dos exemplos é o JediCon, realizado anualmente”, explica um dos membros do grupo, Rodrigo Bordenousky.

Ele diz que nesses encontros são feitas palestras, explicações de vídeos do universo da saga, além de venda de itens. “Promovemos ações bastante variadas. Desde arrecadação para ajudar alguma entidade carente, até provas de conhecimento, batalhas com sabres de luz, enfim, quem é fã se diverte”, complementa.

O Conselho Jedi do Paraná existe há 15 anos e é composto por centenas de fãs de todos os lugares do estado.


DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO

Apesar de estar completando quase 40 anos do lançamento do primeiro filme, Star Wars tem admiradores de todas as idades. Um bom exemplo disso é observado na família Klug de Cascavel.

Nataniel Klug cresceu sendo influenciado diretamente pelos primos mais velhos na década de 90. Hoje, repassa o conhecimento que adquiriu para o filho Murilo, de 10 anos. “Quando ele começou a entender as coisas, já coloquei os filmes para ele assistir”, brinca, dizendo que o que mais lhe chama a atenção é a história de honra e guerra explorada na saga. Já o pequeno Murilo diz que, apesar da pressão do pai, está aprendendo a gostar cada vez mais da obra. “Adoro as roupas, brinquedos, desenhos e principalmente os sabres”, comenta empolgado. “Igual meu pai, procuro incentivar meus amigos a gostarem também”, diz.


fonte:

http://arcoplex.com.br/star-wars-e-o-legado-que-atravessageracoes/?lang=060


Sobre o significado das palavras em destaque extraídas do texto, considere a alternativa correta:
Alternativas
Q1934905 Português

Leia atentamente a crônica a seguir, escrita por Paulo Mendes Campos, para responder a próxima questão.


“A ciência da chateação, segundo certa corrente moderna, apresenta três princípios básicos: 1) O homem nasce com a tendência natural de exercer a chateação; 2) A chateação é uma exorbitância tolerada dos direitos do homem em sociedade; 3) Em determinadas situações, todo homem é capaz de produzir chateação. Em outras palavras: só a força de vontade diminui em nós a chateação inata e compulsiva; não há leis naturais contra a chateação. Reduzir a nossa capacidade de aborrecer o próximo ao mínimo é resultado do esforço pessoal. A ciência pode ainda ser resumida em uma única frase: damos o nome de chato ao indivíduo que produz um tipo de chateação diferente do nosso. A classificação de todos os tipos está ainda muito incompleta, mas poderemos apresentar algumas figuras bastante caracterizadas, a título de curiosidade. Há um tipo de gente que não te deixa contar vantagem. Se ganhaste algum dinheiro, ele está milionário. Se lhe contas, pelo contrário, que andas perdendo dinheiro, ele está na mais negra miséria. Há também o sujeito que te fala exatamente as coisas que não desejas ouvir no momento, ou o cara que esguicha água nos teus olhos com a flor da lapela, dá choque com a mão, puxa a cadeira quando vais sentar, etc. Existe também o tipo especial dos sujeitos levados à política através da popularidade granjeada em outras profissões. E há o sujeito que diz: ‘Por que não largas esse teu emprego e fazes como eu? Só no mês passado ganhei quatrocentos mil reais sem fazer nada!’. Finalmente, há os formalistas, que se exprimem através de frases feitas, e o que proíbe qualquer palpite sobre um determinado assunto porque ele conhece isso de dentro para fora”. (Paulo Mendes Campos, Tipos exemplares, com adaptações).

Em relação ao trecho “há os formalistas, que se exprimem através de frases feitas”, marque a alternativa que indica uma palavra que poderia substituir a expressão “frases feitas”, sem prejuízo ao sentido pretendido pelo autor. 
Alternativas
Q1934903 Português

Leia atentamente a crônica a seguir, escrita por Paulo Mendes Campos, para responder a próxima questão.


“A ciência da chateação, segundo certa corrente moderna, apresenta três princípios básicos: 1) O homem nasce com a tendência natural de exercer a chateação; 2) A chateação é uma exorbitância tolerada dos direitos do homem em sociedade; 3) Em determinadas situações, todo homem é capaz de produzir chateação. Em outras palavras: só a força de vontade diminui em nós a chateação inata e compulsiva; não há leis naturais contra a chateação. Reduzir a nossa capacidade de aborrecer o próximo ao mínimo é resultado do esforço pessoal. A ciência pode ainda ser resumida em uma única frase: damos o nome de chato ao indivíduo que produz um tipo de chateação diferente do nosso. A classificação de todos os tipos está ainda muito incompleta, mas poderemos apresentar algumas figuras bastante caracterizadas, a título de curiosidade. Há um tipo de gente que não te deixa contar vantagem. Se ganhaste algum dinheiro, ele está milionário. Se lhe contas, pelo contrário, que andas perdendo dinheiro, ele está na mais negra miséria. Há também o sujeito que te fala exatamente as coisas que não desejas ouvir no momento, ou o cara que esguicha água nos teus olhos com a flor da lapela, dá choque com a mão, puxa a cadeira quando vais sentar, etc. Existe também o tipo especial dos sujeitos levados à política através da popularidade granjeada em outras profissões. E há o sujeito que diz: ‘Por que não largas esse teu emprego e fazes como eu? Só no mês passado ganhei quatrocentos mil reais sem fazer nada!’. Finalmente, há os formalistas, que se exprimem através de frases feitas, e o que proíbe qualquer palpite sobre um determinado assunto porque ele conhece isso de dentro para fora”. (Paulo Mendes Campos, Tipos exemplares, com adaptações).

Em seu texto, o autor afirma que “a chateação é uma exorbitância tolerada dos direitos do homem em sociedade”. Marque a alternativa que indica um possível antônimo do termo “exorbitância”.
Alternativas
Q1934653 Português

O centro da Terra

    O escritor francês de ficção científica Júlio Verne, autor de Viagem ao Centro da Terra, certamente gostaria desta novidade: pesquisadores da Universidade Nacional Australiana (ANU) confirmaram a existência do “núcleo interno mais interno” da Terra. Segundo a pesquisadora Joanne Stephenson, embora essa nova camada seja difícil de observar, suas propriedades distintas podem apontar para um evento desconhecido e dramático na história da Terra. 

   “Encontramos evidências que podem indicar uma mudança na estrutura do ferro, o que sugere talvez dois eventos separados de resfriamento na história da Terra”, disse Stephenson. “Os detalhes desse grande evento ainda são um pouco misteriosos, mas adicionamos outra peça do quebra-cabeça quando se trata de nosso conhecimento do núcleo interno da Terra.”

   A cientista afirmou que investigar a estrutura do núcleo interno pode ajudar a entender mais sobre a história e evolução da Terra.

  “Tradicionalmente, ensinaram-nos que a Terra tem quatro camadas principais: a crosta, o manto, o núcleo externo e o núcleo interno”, declarou Stephenson. “A ideia de outra camada distinta foi proposta algumas décadas _________, mas os dados não eram muito claros. Conseguimos contornar isso usando um algoritmo de busca muito inteligente para vasculhar milhares de modelos do núcleo interno. É muito emocionante – e pode significar que teremos de ___________ os livros!” 

   No mínimo, o famoso romance de Verne poderia precisar de algumas páginas adicionais.


(Fonte: Revista Planeta - adaptado.)

O vocábulo “vasculhar” do texto só NÃO tem por significado:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: TJ-TO Prova: FGV - 2022 - TJ-TO - Contador - Distribuidor |
Q1934168 Português
Texto 1

Um jornal europeu publicou a seguinte notícia:

Poluição do Reno

Tudo – e mesmo um pouco mais – já foi dito sobre a poluição das águas do rio Reno, causada pelo laboratório Sandoz.
Vi pela televisão as imagens terríveis de inumeráveis peixes intoxicados, mas também vi os rostos odientos dos justiceiros improvisados e me pus a questão: quantos, entre esses manifestantes, foram aliviados ou mesmo curados pelos medicamentos fabricados por esses velhos senhores que eles pretendiam linchar?” (Médico clínico-geral XXX, correio dos leitores)
No texto 1 há uma série de segmentos que foram empregados com valor semântico negativo; a única exceção é: 
Alternativas
Q1933725 Português
O verbo pôr foi empregado em todas as frases abaixo, com sentidos bastante variados. A frase em que esse verbo foi substituído de forma adequada por outro de significado mais preciso, é:
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Q1933722 Português
A frase abaixo que NÃO mostra palavras de significação oposta, é:
Alternativas
Q1933715 Português
Todas as opções abaixo mostram conectores ligando duas orações; a opção em que o valor semântico desse conector está identificado corretamente, é:
Alternativas
Respostas
3481: E
3482: A
3483: D
3484: D
3485: D
3486: D
3487: C
3488: E
3489: A
3490: B
3491: D
3492: B
3493: B
3494: C
3495: D
3496: C
3497: E
3498: B
3499: C
3500: D