Questões de Concurso
Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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• … é o que melhor ilustra esse fenômeno.
• … dedicam preciosos minutos a temas herméticos…
• De que outra maneira isso ganharia espaço no horário nobre?
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
É sinônimo da palavra destacada na frase acima:
• O país, que foi marcado pela colonização e conflitos diversos, é palco de características únicas que atravessam e reverberam até os dias de hoje... (2º parágrafo)
• ... aprendi a usar uma expressão que define bem essa gana por sobrevivência... (2º parágrafo)
• ... para realização de atividades que fomentem o bem-viver, a educação e formação de cidadãos. (3 º parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
O texto de João Guimarães Rosa é uma reflexão sobre o fazer literário, em que o autor.
Diante da afirmação acima é possível concluir que:
TEXTO 1
Quando eu morder
a palavra,
por favor,
não me apressem,
quero mascar,
rasgar entre os dentes,
a pele, os ossos, o tutano
do verbo,
para assim versejar
o âmago das coisas.
Quando meu olhar
se perder no nada,
por favor,
não me despertem,
quero reter,
no adentro da íris,
a menor sombra,
do ínfimo movimento.
Quando meus pés
abrandarem na marcha,
por favor,
não me forcem.
Caminhar para quê?
Deixem-me quedar,
deixem-me quieta,
na aparente inércia.
Nem todo viandante
anda estradas,
há mundos submersos,
que só o silêncio
da poesia penetra.
EVARISTO, Conceição. Da calma e do silêncio. In: Poemas da
recordação e outros movimentos. Belo Horizonte: Nandyala,
2008.
TEXTO 1
Quando eu morder
a palavra,
por favor,
não me apressem,
quero mascar,
rasgar entre os dentes,
a pele, os ossos, o tutano
do verbo,
para assim versejar
o âmago das coisas.
Quando meu olhar
se perder no nada,
por favor,
não me despertem,
quero reter,
no adentro da íris,
a menor sombra,
do ínfimo movimento.
Quando meus pés
abrandarem na marcha,
por favor,
não me forcem.
Caminhar para quê?
Deixem-me quedar,
deixem-me quieta,
na aparente inércia.
Nem todo viandante
anda estradas,
há mundos submersos,
que só o silêncio
da poesia penetra.
EVARISTO, Conceição. Da calma e do silêncio. In: Poemas da
recordação e outros movimentos. Belo Horizonte: Nandyala,
2008.
( )A expressão: "E no meio" exerce função sintática de adjunto adverbial de lugar.
( )O particípio verbal adjetivado: "trotadas" exerce função sintática de predicativo do sujeito.
( )A frase nominal: "de tantos cães maiores" está escrita com o antônimo de "menores".
( )A oração: "como se fora carne de sua ruiva carne" − está escrita com a conjunção subordinativa comparativa.
Marque a alternativa com a série correta.