Questões de Concurso Comentadas sobre regência em português

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Q2665793 Português

Em Terra de Cego


Nenhum ditado popular explica tão bem os problemas do Brasil e do mundo como “Em terra de cego quem tem um olho é rei”. Ele mostra por que existe tanta gente incompetente dirigindo nossas empresas e nossas instituições.

Mostra também por que é tão fácil chegar ao topo da pirâmide social sem muita visão ou competência. Basta ter um mínimo de conhecimento para sair pontificando soluções. Todo mundo palpita em economia e futebol como se fosse Ph.D. no assunto.

Se nossos técnicos de futebol tivessem ouvido os palpiteiros, jamais seríamos pentacampeões mundiais de futebol.

Por isso temos tantos acadêmicos para lá de arrogantes, que se acham predestinados a dirigir nossa vida com muita teoria e pouca informação. Existe um corolário desse ditado que me preocupa por suas consequências.

“Em terra de cego, quem tem um olho é rei, e quem tem dois olhos é muito malvisto.” Indivíduos inteligentes e capazes são encarados como uma enorme ameaça e precisam ser rapidamente eliminados pelos que estão no poder. Por essa razão, pessoas com mérito e competência dificilmente são promovidas no Brasil. Promovidos são os bajuladores e puxa-sacos.

Quando aparece alguém com dois olhos, os reizinhos tratam de eliminá-lo, quanto antes melhor. Já cansei de ver gente competente que, de um momento para o outro, deixou de ser ouvida pela diretoria.

Já vi muito jornalista que, de repente, caiu em desgraça. Já vi muito jovem comentar algo brilhante na aula e ser duramente criticado pelo professor, sem saber o motivo. Todos cometeram o erro fatal de mostrar que tinham dois olhos. Por favor, não deixe que isso aconteça com você.

Se você é dos milhares de brasileiros que possuem dois olhos, tome cuidado. Em terra de cego, você corre perigo. Nunca mostre a seu chefe, professor ou colega de trabalho os olhos que tem. Lamento não poder dar nenhum bom conselho, eu sou dos que tem um olho só. A maioria dos dois-olhos que conheço já desistiu de lutar e optou pelo anonimato.

Quando eles têm uma ideia brilhante, colocam a solução na mesa de seus chefes e deixam que a ideia seja descaradamente roubada.

Eles se fingem de mortos, pois sabem que, se agirem de modo diferente, poderão tornar-se vítimas. Mas há saídas melhores.

Se seu chefe tem um olho só, mude de emprego e procure companhias que valorizem o talento, que tenham critérios de avaliação claros e baseados em meritocracia. São poucas, mas elas existem e precisam ser prestigiadas. Ou, então, procure um chefe que tenha dois olhos e grude nele. Ele é o único que irá entendê-lo. Ajude-o a formar uma grande equipe. Se ele mudar de empresa, mude com ele.

Seja diferente, procure os melhores chefes para trabalhar, não as melhores companhias. Normalmente, as grandes empresas já são dominadas por reizinhos de um olho só. Por isso, considere criar um negócio com outros como você. Vocês terão sucesso garantido, pois vão concorrer com milhares de executivos e empresários de um olho só.

Nosso erro como nação é justamente não identificar aqueles que enxergam com dois olhos, para poder segui-los pelos caminhos que trilham.

Eles deveriam ser valorizados, e não perseguidos, como o são. O Brasil precisa desesperadamente de gente que pense de forma clara e coerente, gente que observe com os próprios olhos aquilo que está a sua volta, em vez de ler em livros que nem foram escritos neste país.

Se você for um desses, tenha mais coragem e lute. Junte-se a eles para combater essa mediocridade mundial que está por aí. Vocês não se encontram sozinhos. Nosso povo tem dois olhos, sim, e é muito mais esperto do que se imagina.

Ele está é sendo enganado há tempos, enganado por gente com um olho só. Foi-se o tempo de uma elite pensante comandar a massa ignara.

Hoje, a maioria do povo tem acesso à internet e a home pages com mais informação do que essa intelligentsia tinha quando fez seu doutorado. Se informação é poder, ela não é mais restrita a um pequeno grupo de bem formados. Nosso povo só precisa acreditar mais em si mesmo e perceber que cegos são os outros, aqueles com um olho só.


Disponível em: https://blog.kanitz.com.br/terra-cego/

“Todo mundo palpita em economia e futebol como se fosse Ph.D. no assunto.” Sobre o termo destacado só é verdadeiro o que se afirma em:

Alternativas
Q2513397 Português
Analise as afirmativas e assinale a alternativa correta.

I- Está correta, quanto à regência verbal, a oração: “Você já fez às tarefas?”
II- Está incorreta, quanto à regência nominal, a oração: “Recorri a Deus”.
III- Está correta, quanto à regência verbal, a oração: “O enfermeiro assistiu a paciente”.
IV- Está incorreta, quanto à regência nominal, a oração: “Ela nunca foi obediente à família”.
V- Está correta, quanto à regência nominal, a oração: “Cristina estava apta a trabalhar”.
Alternativas
Q2407914 Português

Texto l


A prata é pior do que o bronze?


Daqui a uma semana os Jogos Olímpicos de Inverno começam em Pequim. Cerca de 3.000 atletas disputarão a competição mais importante de suas vidas. Poucos serão campeões, a maioria não subirá no pódio, e isso faz parte do esporte.

Não sei se você já reparou que, na entrega de medalhas, o terceiro lugar geralmente está sorrindo, enquanto a expressão do segundo colocado às vezes é de decepção. Por que a prata é vista por muitos competidores como sendo pior do que o bronze? Há anos, especialistas tentam explicar essa questão.

A resposta pode estar na cara, literalmente. Uma das pesquisas mais relevantes foi publicada em 1995 no Journal of Personality and Social Psychology.

O professor de psicologia Thomas Gilovich e seus colegas gravaram a reação de medalhistas de prata e de bronze durante os Jogos Olímpicos de Barcelona de 1992 — quando os atletas descobriram suas colocações e na cerimônia de premiação. Depois, mostraram o vídeo a estudantes sem revelar as posições finais. A análise foi a de que, em geral, quem levou o bronze estava mais satisfeito.

Os pesquisadores também entrevistaram mais de cem medalhistas em uma competição amadora nos Estados Unidos e pediram que eles qualificassem a própria performance. Os que ficaram em terceiro pareciam mais felizes e aliviados por estarem no pódio, enquanto os vice-campeões se sentiam derrotados porque se compararam aos primeiros colocados. A sensação era a de que não ganharam a prata, mas, sim, perderam o ouro.

Outra pesquisa de 2006 na mesma publicação analisou a expressão facial de medalhistas de ouro, prata e bronze e dos que terminaram em quinto lugar na competição olímpica de judô em Atenas - 2004. Os terceiros colocados tinham um sorriso mais espontâneo, o que significa usar músculos da face que deixam os olhos apertados e geram os "pés-de-galinha". A reação dos medalhistas de prata, segundo aos autores, mostrou que eles estavam apenas sendo educados, não felizes. O famoso sorriso amarelo.

Um estudo feito pela London School of Economics após os Jogos Paraolímpicos de Londres de 2012 revelou resultados parecidos. Respostas emocionais influenciadas pelo que poderia ter acontecido, não pelo que de fato ocorreu. A margem da performance também era relevante: psicologicamente, ganhar a prata por pouco, em vez do bronze, seria menos decepcionante.

É possível ter empatia em situações cotidianas. Há quem fique feliz com o aumento de salário, mas talvez se desanime ao saber que o colega de escritório ganhou um ainda maior. Quem quer perder cinco quilos e emagrece seis comemora, mas, se a ideia era perder dez quilos e são cinco a menos na balança, a sensação pode ser de derrota.

Muitas vezes, O ser humano se diminui quando se compara, ou quando pensa no que poderia ter feito. Todos, em uma escala maior ou menor, já passaram por isso.

Em competições que envolvem disputa de terceiro lugar, o medalhista de bronze vem de uma vitória, enquanto o de prata, de uma derrota. No esporte, há várias formas de lidar com um segundo lugar. Alguns atletas transformam a decepção em combustível para treinar mais duro e tentar vencer na próxima. Outros reconhecem e apreciam o tamanho do feito que conquistaram após anos de dedicação. Mais uma lição que os Jogos Olímpicos nos ensinam sobre as emoções humanas.


Marina lIzidro

(Folha de São Paulo, 29 de janeiro de 2022)

“Os pesquisadores também entrevistaram mais de um medalhista em uma competição amadora nos Estados Unidos” (5º parágrafo)


No trecho, o verbo pode ser classificado, quanto à sua transitividade, como:

Alternativas
Q2404684 Português

Texto para as questões de 01 a 12.

s

TEXTO 1

s

Atalhos

s

Quanto tempo a gente perde na vida? Se somarmos todos os minutos jogados fora, perdemos anos inteiros. Depois de nascer, a gente demora pra falar, demora pra caminhar, aí mais tarde demora pra entender certas coisas, demora pra dar o braço a torcer. Viramos adolescentes teimosos e dramáticos. Levamos um século para aceitar o fim de uma relação, e outro século para abrir a guarda para um novo amor, e já adultos demoramos para dizer a alguém o que sentimos, demoramos para perdoar um amigo, demoramos para tomar uma decisão. Até que um dia a gente faz aniversário. 37 anos. Ou 41. Talvez 48. Uma idade qualquer que esteja no meio do trajeto. E a gente descobre que o tempo não pode continuar sendo desperdiçado. Fazendo uma analogia com o futebol, é como se a gente estivesse com o jogo empatado no segundo tempo e ainda se desse ao luxo de atrasar a bola pro goleiro ou fazer tabelas desnecessárias. Que esbanjamento. Não falta muito pro jogo acabar. É preciso encontrar logo o caminho do gol.

Sem muita frescura, sem muito desgaste, sem muito discurso. Tudo o que a gente quer, depois de uma certa idade, é ir direto ao assunto. Excetuando-se nos momentos de afeto, pra todo o resto é melhor atalhar. E isso a gente só alcança com alguma vivência e maturidade.

Pessoas experientes já não cozinham em fogo brando, não esperam sentados, não ficam dando voltas e voltas, não necessitam percorrer todos os estágios. Queimam etapas. Não desperdiçam mais nada.

Uma pessoa é sempre bruta com você? Não é obrigatório conviver com ela.

O cara está enrolando muito? Beije-o primeiro.

A resposta do emprego ainda não veio? Procure outro enquanto espera.

Paciência só para o que importa de verdade. Paciência para ver a tarde cair. Paciência para sorver um cálice de vinho. Paciência para a música e para os livros. Paciência para escutar um amigo. Paciência para aquilo que vale nossa dedicação. Pra enrolação, atalho.

s

MEDEIROS, Martha. Atalhos, 2004.{adaptado)

Em "[ ... ] demoramos para perdoar um amigo," (1 °§), há um desvio da modalidade padrão da língua quanto á regência verbal. Em que opção isso também ocorre?

Alternativas
Q2399157 Português

Marque a única opção CORRETA, quanto a um caso destacado de Regência Verbal:

Alternativas
Q2398554 Português

As questões de 01 a 10 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.


(Texto)

Cientistas descobrem bactéria gigante visível a olho nu


1 Um grupo de cientistas acaba de anunciar os detalhes

da maior bactéria já encontrada na natureza. Ela é tão

grande que pode ser vista a olho nu, sem a

necessidade de um microscópio. Com o sugestivo

5 nome de Thiomargarita magnífica, ela se assemelha a

fiapos brancos e habita os mangues de Guadalupe,

arquipélago localizado no sul do Caribe. Para ter idéia

do tamanho, essa bactéria tem mais de 9 mil

micrômetros de comprimento (um micrômetro é a

10 unidade de medida que equivale à milésima parte de

um milímetro), ou supera 0,9 centímetro. "A princípio,

isso nos faz questionar até o uso de 'micro' para

descrever essas bactérias, já que a microbiologia lida

com coisas que a gente não vê a olho nu”, comenta a

15 bióloga Sylvia Maria Affonso Silva, da Universidade

Federal de São Paulo (Unifesp). As maiores bactérias

conhecidas chegam, no máximo, a 750 micrômetros.

Na média, esses seres têm cerca de 2 micrômetros.

Isso significa, portanto, que a T. magnífica tem um

20 tamanho doze vezes superior em comparação com as

maiores bactérias — e chega a ser 4,5 mil vezes mais

comprida do que um micróbio "típico”. Seria possível,

portanto, enfileirar 625 mil unidades de Escherichia coli,

um dos micro-organismos causadores de infecções

25 intestinais, na superfície de uma única T. magnífica.

Esses achados "desafiam o conhecimento tradicional

sobre as células bacterianas”, escrevem os autores. À

descoberta, que contou com a participação de

pesquisadores de diversas instituições, como o

30 Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, nos Estados

Unidos, e a Universidade das Antilhas, em Guadalupe,

foi publicada na mais recente edição do periódico

especializado Science. Vale lembrar aqui as bactérias

fazem parte da natureza e nem todas fazem mal à

35 nossa saúde — a T. magnífica mesmo não parece

representar nenhuma ameaça e parece estar em

equilíbrio no ambiente em que ela é encontrada.

-

(Fonte adaptada: httos://agenciabrasil ebc.com.br>Acesso em 27 de Junho de 2022)

Analise o trecho a seguir retirado do Texto:

-

“As maiores bactérias conhecidas chegam, no máximo, a 750 micrômetros.” (linhas 16 e 17).

-

Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE a reescrita do período acima retirado do Texto, ou seja, que não contém erros de gramática.

Alternativas
Q2398280 Português

Assinale a alternativa em que se emprega corretamente a regência verbal.

Alternativas
Ano: 2022 Banca: INSTITUTO MAIS Órgão: Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP Provas: INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Professor de Educação Básica II – PEB II – Química | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Professor de Educação Básica I – PEB I – Educação Infantil | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Professor de Artes – Artes Plásticas, Desenho, Grafite e Cartoon | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Professor de Dança – Contemporânea e Ritmos | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Professor de Música – Cavaco e Cavaquinho | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Professor de Música – Saxofone | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Professor de Música – Violão Popular | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Professor de Teatro | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Professor de Educação Básica II – PEB II – Educação Especial – Deficiência Intelectual | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Professor de Educação Básica II – PEB II – Espanhol | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Professor de Música – Violino | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Analista em Gestão Pública |
Q2386493 Português

Leia a tirinha abaixo para responder à questão.

Assinale a alternativa cujos termos entre parêntesis substituam as palavras destacadas, em conformidade com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q2304671 Português
Assinale a alternativa em que o verbo “caminhar” possui um complemento verbal indireto.
Alternativas
Q2259018 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.

A magnanimidade de mãe de adolescente

        Aprendi uma palavra nova e pela qual me encantei: magnanimidade. Conhece? Se sim, desculpe aí minha ignorância, mas só conhecia de “ouvir falar”; o conceito ainda me era desconhecido até desvendar seu significado na prática do amor de mãe ... de adolescente.
        Mas se você, como eu até bem pouco tempo atrás, não conhece, ótimo: seguimos daqui juntos de onde compartilho a experiência de ter desvendado a fascinante palavra a partir de uma frase bem mais conhecida e “idílica” aos meus parâmetros: “amor de mãe” ... de adolescente.
      Magnanimidade significa bondade de coração, generosidade. Há quem diga mais do que isso: “é indulgência com nobreza”, como exposto e conceituado por alguns teóricos.
        Instigada a traduzir a fascinante palavra em termos práticos – como era de se esperar de mim, mãe da vida como ela é – segui a leitura ansiosa por poder aplicá-la em um contexto prático da vida real e sem firulas. Avancei um pouco, mas a questão permaneceu latente: o que me faz ser de fato magnânima?
        Carecia entender o conceito na prática. Talvez por já pressentir sua relação com o amor de mãe de adolescente; fato é que quis saber como a palavra se ajustava à vida real. Precisava exemplificar o conceito.
        Levei o tema a alguns amigos e, como toda conversa respeitosa e engrandecida por diferentes perspectivas, a discussão foi rica. Entre conceito e exemplos, concordamos em pontos, diria, cruciais: ser magnânimo é, antes de tudo, perdoar não importa o que aconteça; é amar mesmo a quem pensamos não merecer nosso amor; é doar-se por inteiro, inclusive a vida se necessário.
(www.caarapoonline.com.br. Adaptado).
Leia a frase abaixo para responder à questão.
“Levei o tema ‘a’ alguns amigos …”
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto às classes de palavras, assinale a alternativa em que a palavra destacada pertence à mesma classe gramatical que “a” destacada na frase acima.
Alternativas
Q2258919 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.

        Fiz algo hoje que normalmente não faço. Quando saio para correr, costumo subir uma colina correndo, mas hoje subi caminhando. No entanto, desci correndo. E isso porque, por mais ilógico que pareça, correr ladeira abaixo é provavelmente melhor para mim do que correr ladeira acima. O que eu fiz é conhecido como exercício excêntrico e, apesar do nome, não tem nada de estranho.
        O que é fascinante é que, embora pareça mais fácil descer do que subir, o exercício excêntrico desempenha um papel importante em diversos aspectos da saúde, incluindo reparação e crescimento muscular, flexibilidade e densidade óssea. Pode te surpreender (certamente me surpreendeu), mas a parte fácil, aquela em que você está descendo, é na verdade uma das maneiras mais rápidas de ficar mais forte.
        E não é só correr em declive, é qualquer exercício em que você alongue os músculos sob resistência, como ao baixar os halteres depois de levantá-los. Quando você levanta um peso, está contraindo os músculos do braço (isso é exercício concêntrico); ao baixá-los, os músculos se alongam. Estender os músculos é, em muitos aspectos, a parte mais eficaz do exercício.
        Feitos corretamente, os exercícios excêntricos podem oferecer alguns benefícios realmente significativos — desde te manter em forma até ajudar seu corpo a queimar mais calorias quando você terminar do que um treino aparentemente mais difícil. O exercício excêntrico também pode ser o segredo para ossos e músculos mais fortes. Num estudo feito em escadas, o grupo que desceu observou uma melhora maior na função muscular e na densidade óssea do que o grupo que subiu. E, incrivelmente, aqueles que desceram as escadas aumentaram em 34% sua força muscular, mais que o dobro do grupo que subiu.
        Este resultado é semelhante ao de um estudo randomizado controlado de 2019, que comparou idosos que faziam exercícios tradicionais com um grupo que praticava exercícios excêntricos. A pesquisa mostrou que o grupo "excêntrico" apresentou uma melhora de 38% na força das pernas, enquanto no grupo de exercícios tradicionais, o ganho foi de 8%. Também reduz o risco de lesões e pode melhorar o equilíbrio, o que é muito importante para o bem-estar geral.

(MOSLEY, Michael. O que é exercício excêntrico?
BBC Brasil, 20.05.2022, Adaptado). 
Assinale a alternativa cuja regência esteja de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q2258862 Português
 _______ famílias não cabe, _______ essa altura, ligar o tempo todo para as escolas em busca de acompanhar _______ novas notícias que são liberadas.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso da crase, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q2258806 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à regência nominal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2212610 Português
Leia o texto para responder à questão.

Morte de uma baleia

        Em minutos espalhara-se a notícia: uma baleia no Leme e outra no Leblon haviam surgido na arrebentação de onde tinham tentado sair sem, no entanto, poder voltar. Eram descomunais apesar de apenas filhotes. Todos foram ver. Eu não fui: sobre a mais próxima de mim, corria o boato de que ela agonizava já há oito horas e que até atirar nela haviam atirado mas ela continuava agonizando e sem morrer.

        Senti um horror diante do que contavam e que talvez não fossem estritamente os fatos reais, mas a lenda já estava formada em torno do extraordinário que enfim, enfim! acontecia, pois, por pura sede de vida melhor, estamos sempre à espera do extraordinário que talvez nos salve de uma vida contida. Se fosse um homem que estivesse agonizando na praia durante oito horas, nós o santificaríamos, tanto precisamos de crer no que é impossível. Não.
        Não fui vê-la: detesto a morte.

(LISPECTOR, Clarice. Crônicas para jovens: do Rio de Janeiro e seus personagens. Rio de Janeiro: Rocco jovens leitores, 2011. Excerto adaptado)
Assinale a alternativa em que a reescrita da passagem do primeiro parágrafo está em conformidade com a norma-padrão de emprego da vírgula e de regência nominal. 
Alternativas
Q2212523 Português
Leia o texto, para responder à questão.

Sobre IA, empregos e disrupção social

        De tempos em tempos, raras tecnologias surgem de forma tão avassaladora que provocam profundas mudanças na dinâmica social. São aquelas que os economistas chamam de tecnologias de propósito geral (GPTs), que alcançam diversas áreas e abrem novos campos do conhecimento. O motor a vapor do século 18 foi uma GPT, assim como a energia elétrica a partir da invenção do dínamo no século seguinte e, mais recentemente, a internet.

        Hoje testemunhamos o avanço de uma tecnologia com potencial de disrupção socioeconômica, a inteligência artificial (IA). Esse conjunto de sistemas e algoritmos que permitem a máquinas analisar, aprender e tomar decisões sozinhas se desenvolve em um mercado que deve passar dos US$ 15 trilhões até 2030, conforme previsão da PwC. E do mesmo jeito que um dia ocorreu com as GPTs citadas anteriormente, a IA levanta a questão: as máquinas inteligentes acabarão com os empregos do ser humano?

        Dois grupos dominam o debate. Um defende que previsões catastróficas para o emprego na era da IA não passam de uma falácia. Eles têm a história ao lado. Durante a Revolução Industrial, por exemplo, camponeses substituídos por máquinas na agricultura foram absorvidos nas fábricas das cidades. Do outro lado estão os que tratam a IA como uma tecnologia diferente, pois está entrando na vida das pessoas de forma muito mais rápida do que qualquer outra na história. Kai-Fu Lee, um dos maiores investidores da China em inteligência artificial, estima que, em meados da década que vem, soluções de IA poderão substituir, tecnicamente, até metade dos empregos nos EUA.

        Máquinas dotadas de IA realizarão trabalhos tanto físicos (procure pela Boston Dinamics) quanto intelectuais com velocidade e potência incrivelmente superiores a qualquer ser humano. E funcionarão 24 horas por dia, sete dias por semana, sem férias.

        Além disso, o choque da IA nos empregos deve ignorar a distinção entre trabalhadores pouco e muito qualificados. Nesse processo transformador, intenso e abrangente, muitos ficarão para trás e, dizem alguns pensadores, formarão a nova classe de seres humanos inúteis – aqueles que nunca mais conseguirão se ocupar.

        Então, se prepare, pois o pleno emprego será realidade para robôs, não para você.

(Wladimir D’Andrade. Diário da Região, 19-07-2022. Adaptado)
Assinale a alternativa que reescreve livremente passagem do 1º parágrafo, em conformidade com a norma-padrão de regência e emprego do sinal indicativo de crase.
Alternativas
Q2209474 Português
Leia o texto, para responder à questão.

A era da dispersão

        Leio que nós, brasileiros, gastamos três horas e 42 minutos todos os dias nas redes sociais. Pouco mais de dez horas na internet, sendo metade disso em um telefone celular.

        Há quem diga que não vê nenhum problema nisso. A sobrecarga de informação é um fato do nosso tempo e é natural que percamos um pouco do dia separando o joio do trigo. Há quem vá mais longe e diga que a dispersão no mundo digital pode ser mesmo um modo de vida.

        Sou dos que desconfiam que há um problema bastante grave aí, que em geral costumamos empurrar para debaixo do tapete.

        Talvez eu ache isso porque sou professor. Percebo o efeito destruidor sobre a atenção dos alunos pela simples presença de um celular em sala de aula. Uma pesquisa mostra que levamos até 23 minutos para retomar a atenção quando somos interrompidos. Se fossem dez ou quinze minutos, isso não faria lá grande diferença. Esse não é o ponto central.

        O ponto é que andamos em meio a uma guerra. Quem faz o alerta é um ex-estrategista do Google, James Williams, que trabalhava na empresa exatamente na área de “programação persuasiva”. Era pago para criar estratégias de “captura” da atenção das pessoas. Em um dado momento, percebeu que ele mesmo havia perdido o controle. A partir daí, deu um tempo. Foi estudar em Oxford e tentar decifrar o problema.

        Ele diz que vivemos uma epidemia. Que há uma indústria inteira focada em capturar aquilo que cada um de nós tem de mais importante: nosso tempo e nossa atenção. Captura voluntária, feita com técnicas sofisticadas de inteligência artificial. O tempo de atenção de cada indivíduo passou a ser milimetricamente monitorado. Tornou-se, ele mesmo, o produto. Há um velho conceito de “liberdade como autodomínio” em jogo aí, e é precisamente isso, a retomada do controle sobre nossa própria atenção, que Williams enxerga como o “grande desafio da nossa época”.

        A informação foi, no passado, um bem escasso. No filme “Relatos do Mundo”, Tom Hanks faz o papel de um veterano que ganha a vida lendo notícias de jornal em teatros e igrejas nas pequenas cidades do Velho Oeste. A atenção, à época, era abundante, diante da informação rarefeita. A coisa hoje se inverteu. A informação se tornou abundante e a atenção, um recurso escasso. Acessamos muito mais informação do que precisamos. Ela vem de maneira caótica, em boa parte mesquinha, feita de qualquer besteira capaz de capturar nossa atenção.


(Fernando Schüler. https://veja.abril.com.br/coluna/fernando-schuler/ a-era-da-dispersao/. 22.01.22. Adaptado)
Considere o trecho a seguir, redigido a partir das informações do texto.
São muito variadas as informações disponíveis na rede ______________ os internautas gastam cada vez mais tempo, sendo-____ necessário, para isso, apenas dispor de um telefone celular ______ mão. De olho nesse público, as empresas desenvolvem novas estratégias para aumentar o tempo de controle sobre os usuários, bombardeando-______ com tal quantidade de conteúdo que eles sequer encontram tempo para ________________ .
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas presentes no trecho devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q2187857 Português
Leia o texto, para responder à questão.

Aulas sem volta

        O início do ano letivo oferece nova oportunidade para o Brasil enfim começar a reverter o desastre educacional produzido no último biênio de pandemia, período em que os estudantes perderam enorme parcela das aulas presenciais.

        Trata-se de tarefa urgente. Como se a educação não constasse das prioridades, o país figurou entre aqueles que mais tempo ficaram com as escolas fechadas no mundo, com impactos não apenas sobre o aprendizado mas também sobre a sociabilidade e a nutrição de uma legião de jovens.

        O recurso paliativo do ensino remoto falhou de modo fragoroso. Segundo pesquisas, o fechamento prolongado das escolas afetou de modo grave a progressão dos estudantes, implicando até regressão no aprendizado, aumentou o risco de abandono escolar e elevou a desigualdade educacional entre alunos de estabelecimentos públicos e privados.

        Merece todo o apoio, portanto, a decisão das redes de ensino de 18 estados e do Distrito Federal de retornarem neste ano com aulas presenciais obrigatórias.

        Os desafios à frente, que já seriam grandes em condições normais, ganham proporções maiores. O primeiro e mais óbvio deles é o provimento de um ambiente seguro para professores e alunos.

        No plano educacional, deve-se dar atenção especial à questão da evasão, que apresentou piora expressiva durante a pandemia, fruto tanto do desinteresse dos estudantes como da necessidade de contribuir com a renda familiar. Estratégias para trazer esses alunos de volta às salas e garantir sua permanência, como uma busca ativa por parte das redes e auxílios pecuniários, deveriam ser consideradas para minorar o problema.

        É fundamental, nesse contexto, que o país evite retrocessos sanitários que terminem por fechar novamente as escolas. Para tanto, é imperioso seguir reforçando a imunização de adultos e, sobretudo, de crianças, além de sanar as disparidades regionais acumuladas.

(Editoria. Folha de S.Paulo. 26.01.2022. Adaptado)
Para responder a questão, considere a seguinte passagem do terceiro parágrafo:
... afetou de modo grave a progressão dos estudantes, implicando até regressão no aprendizado...

Com a substituição do termo “implicando” destacado na passagem, a redação permanece com sentido compatível com o do texto original e atende à norma-padrão de regência em: 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: AL-SP Prova: VUNESP - 2022 - AL-SP - Técnico Legislativo |
Q2178906 Português
Leia o texto para responder as questão

“Pedra da morte”: Relíquia centenária aparece rachada e assusta japoneses

        A cidade de Nasu, no Japão, recebe turistas diariamente em suas montanhas vulcânicas, muitos querendo ver o que é chamado de “a pedra da morte” – sessho-seki em japonês. No sábado (05.03.2022), visitantes encontraram a famosa rocha partida em dois pedaços e, diante da cena e do nome pouco amigável do objeto, surgiu o medo de que alguma “força maligna” tenha escapado de lá, teoria sustentada pela mitologia local.

        Segundo a lenda, a sessho-seki é o corpo transformado de Tamamo-no-Mae, mulher que participou de uma conspiração para matar Toba, imperador de 1107 a 1123. Ela teria sido uma das cortesãs de Toba e usou artifícios para deixá-lo doente.

        Mais tarde, um astrólogo expôs o que considera a verdadeira identidade de Tamamo-no-Mae: um espírito na forma de uma raposa de sete caudas. Em outros períodos da história, o mesmo espírito já teria se aproximado de outros líderes japoneses para prejudicá-los. Após ser vítima da raposa, Toba enviou homens para matá-la, mas ela encontrou refúgio se incrustando na pedra em Nasu.

        Desde então, diz a mitologia, a rocha passou a liberar um gás venenoso que matava tudo o que tocava. Outra parte da lenda diz que um monge budista a exorcizou e destruiu, mas muitos japoneses não consideram esse trecho da história, por isso a “pedra da morte” nas montanhas Nasu é considerada o objeto real da lenda.

        Ao conhecer a história, fica mais fácil entender o frenesi causado pela imagem da rocha partida. Muitos acreditam que o espírito da raposa se libertou e está novamente vagando pelo Japão.

https://noticias.uol.com.br/internacional, 09.03.2022. Adaptado)
Na cidade de Nasu, os turistas são ___________. Eles normalmente vão ________ montanhas vulcânicas e__________“a pedra da morte”. No sábado, os visitantes que chegaram _________ local encontraram essa famosa rocha partida em dois pedaços. Agora muitos receiam _________ alguma “força maligna” tenha escapado de lá.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
Alternativas
Q2178153 Português
TEXTO

Quem tem medo da liberdade de expressão?

Alexandre Cruz

    Com o advento das redes sociais, debates sobre os limites da liberdade de expressão têm ganhado força na sociedade brasileira e, com a proximidade das eleições de 2022, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entrou no baile. Sob argumento de que notícias e opiniões falsas ou desinformativas podem causar danos a grupos sociais ou até mesmo interferir no resultado final de uma eleição, aumenta-se perigosamente o apoio à formulação de uma espécie de "index prohibitorum" digital, contendo palavras e opiniões que devem ser previamente censuradas sob o risco potencial de causar danos sociais ou eleitorais.
    O Youtube, por exemplo, já filtra palavras que não podem ser ditas, podendo gerar a desmonetização de um vídeo ou, no limite, a sua exclusão da plataforma. O resultado, no final, é o surgimento de uma variedade de neologismos cifrados utilizados por youtubers para substituir as palavras indesejadas.
    A perspectiva na qual palavras, ideias e opiniões devem ser censuradas pelo seu dano presumido não é nova. Além de ser utilizada levianamente por grupos para cercear opiniões divergentes sem ter o trabalho de argumentar, tende a focar mais nos possíveis prejuízos do que nos benefícios de uma amplíssima liberdade de expressão para a sociedade em geral.
    Entre a independência dos Estados Unidos e o fim da 1ª Guerra Mundial, por exemplo, diversos casos contestando os limites da liberdade de expressão e de imprensa tiveram curso em tribunais estaduais e na Suprema Corte daquele país. Neste período, como aponta o historiador Michael Curtis, prevaleceu no judiciário norte-americano a chamada "Doutrina da Tendência Ruim", onde opiniões consideradas com potencial para causar eventuais danos sociais deveriam ser suprimidas.
    Na esteira dessa doutrina, obras que criticavam a escravidão, por exemplo, foram censuradas em diversas cortes de estados escravagistas sob o argumento de causar danos ao direito de propriedade. Coube a jornalistas, advogados, intelectuais e ativistas contestar essa doutrina e muitas vezes promover a circulação de obras abolicionistas ilegalmente. Ou seja, enquanto setores do judiciário norte-americano impunham uma visão restritiva e racista da liberdade de expressão, coube à sociedade civil ampliar os seus limites na prática.
    Ecos de uma concepção de liberdade de expressão mais ampla, de raiz popular, chegariam à Suprema Corte dos Estados Unidos apenas na década de 1920. Anos antes, Benjamin Gitlow, membro do Partido Socialista, foi processado pelo estado de Nova Iorque pelo crime de anarquia após ter publicado no periódico "The Revolutionary Age" o texto "The Left Wing Manifesto". Embora sua defesa tenha alegado que o artigo se tratava de uma análise histórica, não de uma incitação revolucionária, Gitlow foi considerado culpado pela corte estadual, tendo sua condenação confirmada pela maioria da Suprema Corte em 1925.
    Porém, durante o julgamento, foi possível vislumbrar a penetração de uma concepção mais ampla da liberdade de expressão entre juízes da corte. Em um histórico voto dissidente, o juiz Oliver Wendell Holmes Jr. registraria que: "toda ideia é um incitamento. Ela se oferece para a crença e, se acreditada, é praticada a menos que outra crença a supere, ou a falta de empenho sufoque o movimento em seu nascimento. A única diferença entre a expressão de uma opinião e uma incitação, no sentido mais restrito, é o entusiasmo do orador pelo resultado".
    No Brasil, também a liberdade de expressão e de imprensa foram uma conquista da sociedade civil após décadas de censura ao longo do século 20, não uma concessão da burocracia estatal. Historicamente, a ampla liberdade de expressão sempre foi um instrumento popular para fustigar o poder estabelecido em prol de mudanças sociais. Não podemos deixar que contextos políticos nublados nos façam esquecer disso. Os benefícios de uma ampla liberdade de expressão e de imprensa são maiores do que os malefícios de sua utilização para o cometimento de crimes (que devem ser punidos através do devido processo legal).
    Aceitar a premissa de que uma ideia ou opinião deva ser censurada, talvez até por algoritmos, antes de alcançar o espaço público devido ao seu possível dano social ou eleitoral, sem crime determinado e comprovado, é lançar um bumerangue autoritário que mais cedo ou mais tarde voltará.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/>. Acesso em: 14 set. 2022.

Considere os trechos a seguir.


A

[...] aumenta-se perigosamente o apoio à formulação de uma espécie de "index prohibitorum" digital [...]

B

[...] coube à sociedade civil ampliar os seus limites na prática.


Sobre os segmentos em destaque, é correto afirmar: 

Alternativas
Q2169182 Português
Em toda construção de textos, a colocação das palavras em determinadas posições exerce papéis diferentes. A partir da leitura do texto abaixo, identifique a alternativa que relaciona corretamente a classificação das palavras em destaque com a sua função.
Imagem associada para resolução da questão
https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/educacaoempreende dora/parceriamec - acesso em 12/05/2022

I. O substantivo MEC exerce a função de objeto direto. II. O substantivo Sebrae tem a função de sujeito da frase. III. O verbo construir é um verbo intransitivo. IV. O substantivo futuro tem a função de objeto direto na frase.

Assinale a alternativa que apresenta correta relação entre classes de palavras e sua função no texto. 
Alternativas
Respostas
1301: A
1302: B
1303: A
1304: B
1305: C
1306: B
1307: B
1308: B
1309: A
1310: C
1311: C
1312: A
1313: D
1314: E
1315: B
1316: A
1317: A
1318: D
1319: C
1320: A