Questões de Concurso
Comentadas sobre redação - reescritura de texto em português
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Julgue o item a seguir, que apresentam propostas de substituição ou de reescrita para trechos do texto CB1A1-I.
A correção gramatical e a coerência do texto seriam
preservadas se o primeiro período do primeiro parágrafo
fosse reescrito da seguinte forma: Há motivos para se
preocupar com a sobrevivência da democracia em um mundo
dominado pela inteligência artificial, mesmo sem temer as
máquinas à maneira do Exterminador do futuro.
“Se os médicos possuíssem a verdadeira arte da cura, não a aparentariam tanto.” Pascal
Assinale a opção em que esse pensamento está reescrito de
forma a manter o seu sentido original.
Texto CG1A1-I
Uma das coisas mais difíceis, tanto para uma pessoa quanto para um país, é manter sempre presentes diante dos olhos os três elementos do tempo: passado, presente e futuro. Ter em mente esses três elementos é atribuir uma grande importância à espera, à esperança, ao futuro; é saber que nossos atos de ontem podem ter consequências em dez anos e que, por isso, pode ser necessário justificá-los; daí a necessidade da memória, para realizar essa união de passado, presente e futuro.
Contudo, a memória não deve ser predominante na pessoa. A memória é, com frequência, a mãe da tradição. Ora, se é bom ter uma tradição, também é bom superar essa tradição para inventar um novo modo de vida. Quem considera que o presente não tem valor e que somente o passado deve nos interessar é, em certo sentido, uma pessoa a quem faltam duas dimensões e com a qual não se pode contar. Quem acha que é preciso viver o agora com todo o ímpeto e que não devemos nos preocupar com o amanhã nem com o ontem pode ser perigoso, pois crê que cada minuto é separado dos minutos vindouros ou dos que o precederam e que não existe nada além dele mesmo no planeta. Quem se desvia do passado e do presente, quem sonha com um futuro longínquo, desejável e desejado, também se vê privado do terreno contrário cotidiano sobre o qual é preciso agir para realizar o futuro desejado. Como se pode ver, uma pessoa deve sempre ter em conta o presente, o passado e o futuro.
Frantz Fanon. Alienação e liberdade.
São Paulo: Ubu, 2020, p. 264-265 (com adaptações).
Texto CG1A1-I
Uma das coisas mais difíceis, tanto para uma pessoa quanto para um país, é manter sempre presentes diante dos olhos os três elementos do tempo: passado, presente e futuro. Ter em mente esses três elementos é atribuir uma grande importância à espera, à esperança, ao futuro; é saber que nossos atos de ontem podem ter consequências em dez anos e que, por isso, pode ser necessário justificá-los; daí a necessidade da memória, para realizar essa união de passado, presente e futuro.
Contudo, a memória não deve ser predominante na pessoa. A memória é, com frequência, a mãe da tradição. Ora, se é bom ter uma tradição, também é bom superar essa tradição para inventar um novo modo de vida. Quem considera que o presente não tem valor e que somente o passado deve nos interessar é, em certo sentido, uma pessoa a quem faltam duas dimensões e com a qual não se pode contar. Quem acha que é preciso viver o agora com todo o ímpeto e que não devemos nos preocupar com o amanhã nem com o ontem pode ser perigoso, pois crê que cada minuto é separado dos minutos vindouros ou dos que o precederam e que não existe nada além dele mesmo no planeta. Quem se desvia do passado e do presente, quem sonha com um futuro longínquo, desejável e desejado, também se vê privado do terreno contrário cotidiano sobre o qual é preciso agir para realizar o futuro desejado. Como se pode ver, uma pessoa deve sempre ter em conta o presente, o passado e o futuro.
Frantz Fanon. Alienação e liberdade.
São Paulo: Ubu, 2020, p. 264-265 (com adaptações).
Texto CG1A1-I
Uma das coisas mais difíceis, tanto para uma pessoa quanto para um país, é manter sempre presentes diante dos olhos os três elementos do tempo: passado, presente e futuro. Ter em mente esses três elementos é atribuir uma grande importância à espera, à esperança, ao futuro; é saber que nossos atos de ontem podem ter consequências em dez anos e que, por isso, pode ser necessário justificá-los; daí a necessidade da memória, para realizar essa união de passado, presente e futuro.
Contudo, a memória não deve ser predominante na pessoa. A memória é, com frequência, a mãe da tradição. Ora, se é bom ter uma tradição, também é bom superar essa tradição para inventar um novo modo de vida. Quem considera que o presente não tem valor e que somente o passado deve nos interessar é, em certo sentido, uma pessoa a quem faltam duas dimensões e com a qual não se pode contar. Quem acha que é preciso viver o agora com todo o ímpeto e que não devemos nos preocupar com o amanhã nem com o ontem pode ser perigoso, pois crê que cada minuto é separado dos minutos vindouros ou dos que o precederam e que não existe nada além dele mesmo no planeta. Quem se desvia do passado e do presente, quem sonha com um futuro longínquo, desejável e desejado, também se vê privado do terreno contrário cotidiano sobre o qual é preciso agir para realizar o futuro desejado. Como se pode ver, uma pessoa deve sempre ter em conta o presente, o passado e o futuro.
Frantz Fanon. Alienação e liberdade.
São Paulo: Ubu, 2020, p. 264-265 (com adaptações).
A correção gramatical e o sentido do último período do primeiro parágrafo do texto seriam mantidos se ele fosse reescrito da seguinte maneira: Apesar de nunca terem sido feitas escavações no Distrito Federal e no Entorno até então, especialistas localizaram indícios de esqueletos de animais extintos, assim como de instrumentos usados por homens das cavernas na região.
Observe a frase: “Os moradores dos campos são melhores que os das cidades”.
A maneira de reescrever essa frase que modifica o seu sentido original é
Confúcio disse certa vez: “Palavras rebuscadas e roupas insinuantes raramente são associadas à virtude de verdade”.
Assinale a opção em que a forma de reescrever essa frase modifica o seu sentido original.
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.
O sentido e a correção gramatical do último período do
primeiro parágrafo seriam preservados caso ele fosse
reescrito da seguinte forma: Os instrumentos de controle
surgiram, então, muito antes de o Estado Moderno apontar
para a Antiguidade.


Eliane Brum. Dois andares abaixo do meu. In: A menina quebrada. Porto
Alegre-RS: Arquipélago Editorial, 2013 (com adaptações).
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item
Sem alteração dos sentidos originais do texto, o
vocábulo “só” poderia ser corretamente substituído por
sozinha no trecho “ela vivia só” (linha 19), mas não no
trecho “só não sabia como seguir vivendo” (linhas 26 e 27).
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Sem alteração dos sentidos originais do texto, seria
gramaticalmente correto reescrever o período “Nós
somos a natureza” (linha 42) sem o pronome “Nós”, da
seguinte maneira: Somos a natureza.
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
No trecho “resfriar o interior aquece o exterior” (linha
24), existe uma relação de finalidade que poderia ser
expressa corretamente na seguinte reescrita desse
trecho: resfriar o interior para aquecer o exterior.
Sugerimos que o encaminhamento da solicitação seja a Gerência de Pessoal, que é a que cuida dos processos de tal natureza, não sendo de nossa responsabilidade, não.
Informo que, no meu modo de ver, as irregularidades constatadas na documentação apresentada são insanáveis, por isso foi desconsiderada e mandada arquivar.

A oração “se os sintomas persistirem” (linha 32), que expressa circunstância de condição, pode ser correta e coerentemente reescrita como caso os sintomas persistam.
No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto anterior, bem como às ideias nele expressas, julgue o item a seguir.
Seriam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto
caso o trecho “Mas, a partir do momento em que nos
habituamos a representar a natureza como um todo, ela se
torna, por assim dizer, um grande relógio” (sétimo período)
fosse reescrito da seguinte forma: Porém, desde que
passamos a compreender a natureza como uma totalidade em
si, ela se transformou em uma espécie de grande maquinário.
Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, a expressão “por serem”, ao final do primeiro parágrafo, poderia ser substituída por que eram.
Se o trecho “A PETROBRAS responde por cerca de 80% dos combustíveis ofertados no Brasil” fosse reescrito como A PETROBRAS está à frente de aproximadamente 80% dos combustíveis que produz-se no Brasil, seriam mantidos os sentidos e a correção gramatical do texto.

