Questões de Concurso Comentadas sobre redação - reescritura de texto em português

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Q2461158 Português
LEIA ESTE TEXTO PARA RESPONDER A QUESTÃO.

Intoxicados de informação

O estresse causado pela hiperconectividade e a
sensação de estar desatualizado causam a chamada
infoxicação. Saiba quais são os sintomas e como se
livrar desse mal.

A publicitária L. M., 24 anos, toma café da manhã com os olhos grudados num livro. No caminho para o trabalho, parada no trânsito de São Paulo, aproveita para escutar notícias pelo rádio do carro e ler mais um pouco. Passa o dia conectada, respondendo a e-mails, checando redes sociais e pesquisando sites relacionados ao trabalho. “Chego a ficar tonta com tanta informação, a ponto de ter de sair da frente do computador e esperar passar”, conta a paulistana, que recentemente abriu mão do celular com internet para tentar reduzir o estresse com a hiperconectividade. Apesar de antenada com tudo, se sente constantemente desatualizada.
[...]

DIGUÊ, Patrícia e LOES, João. IstoÉ, São Paulo, n. 2168, p. 76, jun. 2011. © Três Editorial Ltda. (Fragmento). In: FIGUEIREDO, Laura de; GOULART, Shirley; BALTHASAR, Marisa. Coleção SINGULAR & PLURAL: leitura, produção e estudos de linguagem. 6º ao 9º anos. São Paulo: Moderna, 2022. p. 187. 
A sentença “Chego a ficar tonta com tanta informação, a ponto de ter de sair da frente do computador e esperar passar” pode ser reescrita sem que haja mudança de sentido em:
Alternativas
Q2460520 Português

Texto para o item.




Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).

Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item.


A palavra “que” (linha 7) poderia ser substituída, sem prejuízo à correção gramatical do texto, por em que.

Alternativas
Q2460370 Português
TEXTO I


COMO SE ORIENTAM
OS POMBOS-CORREIO?


         A ciência tem várias hipóteses e nenhuma certeza. O que pouca gente sabe é que os pombos-correios só conhecem uma direção: o caminho de volta para casa. Eles podem ser soltos em pontos a 900 quilômetros de distância, mas conseguem retornar ao local onde nasceram. “A explicação mais provável indica que essas aves têm um acúmulo de átomos de ferro no cérebro, que funciona como uma bússola natural”, afirma o zoólogo Luiz Octávio Marcondes Machado, especialista em Ornitologia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Outros estudiosos sustentam que eles herdaram o sentido de orientação das aves migratórias. [...] Ninguém descarta, no entanto, o papel desempenhado por sua aguçada visão, que faz com que avistem um grão de milho a 200 metros de distância!

          Alguns pesquisadores, por fim, defendem que as aves usam como referência a posição do Sol, da Lua e das constelações. Embora o mistério não esteja decifrado, um fato é inegável: os pombos-correios são aves singulares. Constituem uma raça diferente dos pombos comuns: embora semelhantes visualmente, apresentam uma estrutura corporal mais avantajada que ajuda a explicar a incrível capacidade de voar até 800 quilômetros por dia a velocidades superiores a 100 km/h. [...]



(Mundo Estranho, 19 ago. 2016. Disponível em:https://mundoestranho.abril.com.br/mundo-animal/como-se-orientam-os-pombos-correio. Adaptado. Acesso em: 15 fev.2024).
Analise o trecho: “... os pombos-correios são aves singulares.” O vocábulo “singulares” pode ser substituído, sem prejuízo de sentido nesse contexto, por: 
Alternativas
Q2460028 Português
Todas as frases abaixo são iniciadas por um termo preposicionado; assinale a forma adequada de reescrever uma dessas frases, eliminando a preposição e mantendo o sentido original.
Alternativas
Q2458549 Português
Observe o seguinte texto:
O Canadá é o primeiro país do mundo a ter classificado como tóxico o bisfenol A. Esse produto químico é muito utilizado na produção de plásticos, de revestimentos interiores de embalagens e em muitos outros produtos. O Canadá foi também o primeiro país do mundo a proibir as mamadeiras que contenham bisfenol. Em seguida, outros países fizeram o mesmo.
Observe agora uma forma resumida desse texto:
O bisfenol A é tóxico, segundo análise canadense. Nesse país, esse produto, muito utilizado em embalagens, teve sua utilização proibida em mamadeiras, o que felizmente foi seguido por outros países.
Sobre a técnica de resumo, assinale a única observação que não foi seguida na elaboração do resumo acima.
Alternativas
Q2458409 Português
Uma das técnicas de concisão é a substituição de termos ou expressões de longa extensão por outros mais curtos de mesmo sentido.
Assinale a frase em que isso foi feito de forma adequada.
Alternativas
Q2458041 Português
Assinale a opção em que a eliminação da negação da frase, mantendo-se o sentido original, é feita de forma inadequada.
Alternativas
Q2456810 Português
Hoje e amanhã vou estar aqui falando contra esse projeto – disse o deputado.

Essa frase encontra-se em discurso direto; se ela for colocada em discurso indireto, a forma adequada seria
Alternativas
Q2453267 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Um país (quase) sem leitores


Livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos


Uma pesquisa encomendada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e divulgada no fim do ano passado apresentou um dado estarrecedor, mas que acabou sendo pouco discutido. Segundo a pesquisa “Panorama do Consumo de Livros”, aplicada pela Nielsen BookData em 16 mil pessoas com 18 anos ou mais, entre os dias 23 e 31 de outubro de 2023, aproximadamente 84% da população brasileira acima de 18 anos não comprou nenhum livro nos últimos 12 meses. Ou seja, em 2023, apenas 16% das pessoas se dispuseram a ir a uma livraria ou a um site para comprar um livro sobre qualquer assunto. Além disso, apenas 25 milhões dos 214,3 milhões de brasileiros se consideram consumidores de livros, ou seja, menos de 10%.

É um sinal de alerta que não pode ser ignorado. Mesmo sendo uma pesquisa sobre a compra de livros – outros modos de acesso, como bibliotecas, não foram considerados –, o número revela de modo claro a ausência de interesse pela leitura da população brasileira, o que traz implicações mais amplas para a educação e o desenvolvimento da sociedade.

Afinal, livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos. Eles são um dos principais dispositivos que a humanidade dispõe de transmissão de conhecimento ao longo de gerações, e são ferramentas fundamentais para o aprendizado e a educação. Além disso, a leitura, ao estimular o pensamento crítico, promove a capacidade de análise e síntese. São habilidades fundamentais para um mundo cada vez mais dominado pelas telas e pelos algoritmos das redes sociais. A educação proporcionada pelos livros torna-se um antídoto poderoso contra a superficialidade e a desinformação. A leitura é um instrumento democratizador do conhecimento, permitindo que indivíduos de todas as origens tenham acesso a ideias e perspectivas que enriquecem sua compreensão do mundo e leva a uma mobilidade na pirâmide social.

[...]

É preciso, portanto, que o debate sobre o estímulo à leitura seja ampliado. O preço do livro no Brasil, por exemplo, vem sendo exaustivamente discutido por editoras, livreiros, entidades e políticos desde a consolidação da Amazon – acusada de praticar uma concorrência desleal contra livrarias e prejudicar toda a cadeia produtiva do livro –, mas raramente inclui a opinião do consumidor final, ou seja, o leitor. Outras ações para o incentivo à leitura, como programas educacionais, campanhas de conscientização e parcerias entre governos, empresas e organizações da sociedade civil também podem desempenhar um papel vital nesse esforço conjunto e devem ser consideradas. Afinal, investir na educação, com foco na promoção da leitura, é investir no futuro.

ESTADO DE Minas. Um país (quase) sem leitores. Estado de Minas. Editorial, 8 jan. 2024. Disponível em: https://www.em.com. br/opiniao/2024/01/6781938-um-pais-quase-sem-leitores.html. Acesso em: 15 jan. 2024. [Fragmento]
Leia este trecho do editorial:

“O preço do livro no Brasil, por exemplo, vem sendo exaustivamente discutido por editoras, livreiros, entidades e políticos [...], mas raramente inclui a opinião do consumidor final.”

Tendo em vista a classificação morfológica do termo destacado no trecho anterior, assinale a alternativa em que a reescrita apresente o mesmo sentido do original.
Alternativas
Q2452061 Português
Caso Daniel Alves: jogador é condenado a 4 anos e meio de prisão


O jogador Daniel Alves, de 40 anos, foi condenado por agressão sexual pela Justiça da Espanha. Em sentença histórica, a juíza Isabel Delgado Pérez, da 21ª Seção da Audiência de Barcelona, determinou quatro anos e meio de prisão para o lateral. Cabe recurso da decisão para ambas as partes.


Também foi imposto a Daniel Alves um período de cinco anos em liberdade vigiada, a ser cumprido depois da pena na prisão. Ele deve se manter afastado da casa ou do local de trabalho da denunciante por pelo menos um quilômetro e não entrar em contato com ela. O jogador também deve pagar uma indenização de 150 mil euros (R$ 805 mil) por danos morais e físicos e arcar com as custas do processo.


Em comunicado, a Justiça espanhola declarou considerar que "ficou provado que a mulher não consentiu e que existem elementos de prova, além do testemunho da denunciante, para entender comprovada a violação".


"O tribunal considera provado que “o acusado agarrou abruptamente a denunciante, a jogou no chão e, a impedindo de se mexer, a penetrou pela vagina, apesar de a denunciante ter dito que não, que queria ir embora”. E entende que “isso cumpre o tipo de ausência de consentimento, com uso de violência, e com acesso carnal”, diz um trecho da decisão.


Na Lei Espanhola, “agressão sexual” é o termo que abarca todos os delitos de conteúdo sexual. Daniel Alves cumpre prisão preventiva há 13 meses, desde o dia 20 de janeiro de 2023. Com a sentença desta quinta-feira, ele teve o quinto pedido de liberdade negado.


Daniel Alves não esteve presente durante a leitura da sentença. Nela estavam a promotora, Elisabet Jiménez; a advogada da vítima, Ester García; e a advogada de Daniel, Inés Guardiola, além de advogados de defesa e promotoria. Após deixar o tribunal, a defesa disse que vai recorrer da sentença, enquanto a promotoria celebrou o veredito. 


Os advogados da vítima haviam pedido pena máxima para o jogador, de 12 anos. A promotoria do caso pediu nove anos de prisão. A defesa de Daniel Alves queria a absolvição do lateral. Os advogados do brasileiro pediram que fossem aplicados como atenuantes: intoxicação alcoólica, reparação de dano via pagamento de 150 mil euros (R$ 801 mil), e violação do direito fundamental do acusado – a defesa alegou que houve uma investigação inicial sem conhecimento do atleta.


No entanto, no texto da sentença, apenas o pagamento da multa foi aceito como atenuante - diminuindo assim a redução da pena -, e não a embriaguez. "... Pois não foi comprovado em plenário o impacto que o consumo de álcool poderia ter tido nas faculdades volitivas e cognitivas do arguido”, diz outro trecho da sentença.


Daniel Alves foi acusado após agredir sexualmente uma mulher de 23 anos no banheiro de uma boate de Barcelona no dia 30 de dezembro de 2022. Ele foi detido no dia 20 de janeiro de 2023, quando compareceu para um depoimento. Desde então, o lateral está no Centro Penitenciário Brians 2, nos arredores de Barcelona


Dani Alves era jogador do Pumas, do México, quando foi detido. O clube anunciou a rescisão de contrato no dia da prisão do jogador, maior recordista de títulos com 42 conquistas.


Quatro dias após sua prisão, o jogador contratou o advogado Cristóbal Martell, reconhecido por grandes casos na Espanha. Em outubro, o espanhol deixou a defesa de Alves por considerar “um caso perdido”. Desde então, o jogador é representado pela advogada Inés Guardiola.


https://ge.globo.com/futebol/, 22/02/2024
“Daniel Alves cumpre prisão preventiva 13 meses...”

Sobre o vocábulo destacado, analise as afirmações e julgue como verdadeira (V) ou falsa (F) as seguintes afirmações:

( )É um verbo impessoal.
( )Pode ser substituído por “faz”, pois não altera o sentido do texto.
( )É verbo que não admite sujeito e, portanto, é flexionado na 3ª pessoa do singular.
( )É verbo usado para indicar tempo já decorrido.



A sequência CORRETA é:
Alternativas
Q2451856 Português
Polarização

(Luiz Andreassa, comadaptações)


Quando se fala da política contemporânea, é muito comum ouvirmos falar também de polarização. Mas o que é polarização política e por que ela é tão preocupante?


Na política, o significado de polarização está relacionado a uma divisão da sociedade em polos, que representam posições diferentes sobre um determinado tema. Porém, essa palavra tem sido usada de modo negativo, uma vez que passou a se referir à disputa entre dois grupos que se fecham em suas convicções e não estão dispostos ao diálogo.


Ao longo dosséculos, a humanidade se organizou de formas complexas e criou sistemas para organizar o poder. Uma das inovações foi a democracia. Por meio da democracia, não seria necessário usar a força para chegar ao poder: a disputa não aconteceria por meio da violência, mas pela discussão de ideias e apresentação de propostas para melhorar a vida de todos. Quem convencesse mais cidadãos e conseguisse mais votos chegaria aos postos de comando.


Não é à toa que a democracia vai muito além do voto. Como apontam Steven Levitsky e Daniel Ziblatt no best-seller “Como as democracias morrem”, ela requer respeito a regras comuns, reconhecimento da legitimidade dos adversários (ou seja, tratá-los como competidores legítimos dentro de uma disputa igualitária), tolerância e diálogo.


O excesso de polarização compromete todos esses quesitos. Em uma sociedade concentrada em dois lados radicalizados, adversários são vistos como inimigos, o diálogo não é incentivado – é até condenado – e transgredir as regras parece justificável. 


Quem procura se manter fora desses dois grupos, apresentando outras visões e ideias, ou mesmo quem defende que ambos os lados têm suas falhas e virtudes, é tratado como “isentão”. As alternativas que fogem às duas apresentadas acabam sendo invalidadas.


A polarização crescente é promovida por aqueles que se favorecem dela. Políticos, partidos e grupos mais extremistas se alimentam do descontentamento e da intolerância para ganhar mais apoio a suas ideias. Afinal, medidas extremas têm maior chance de aceitação quando se vê o outro grupo como um inimigo perigoso que é preciso eliminar, ao invés de um concorrente no debate.


Além disso, quanto pior o “inimigo” parece, mais soa justificável quebrar regras. Não à toa, um estudo mostrou que a polarização favorece a ascensão de líderes populistas “iliberais”, ou seja, que têm pouco apreço às normas democráticas e às limitações de poder. 
[Questão inédita] “o significado de polarização está relacionado a uma divisão da sociedade em polos

Sem considerar alteração de sentido, assinale a alternativa que substitui com correção o trecho destacado.
Alternativas
Q2451855 Português
Polarização

(Luiz Andreassa, comadaptações)


Quando se fala da política contemporânea, é muito comum ouvirmos falar também de polarização. Mas o que é polarização política e por que ela é tão preocupante?


Na política, o significado de polarização está relacionado a uma divisão da sociedade em polos, que representam posições diferentes sobre um determinado tema. Porém, essa palavra tem sido usada de modo negativo, uma vez que passou a se referir à disputa entre dois grupos que se fecham em suas convicções e não estão dispostos ao diálogo.


Ao longo dosséculos, a humanidade se organizou de formas complexas e criou sistemas para organizar o poder. Uma das inovações foi a democracia. Por meio da democracia, não seria necessário usar a força para chegar ao poder: a disputa não aconteceria por meio da violência, mas pela discussão de ideias e apresentação de propostas para melhorar a vida de todos. Quem convencesse mais cidadãos e conseguisse mais votos chegaria aos postos de comando.


Não é à toa que a democracia vai muito além do voto. Como apontam Steven Levitsky e Daniel Ziblatt no best-seller “Como as democracias morrem”, ela requer respeito a regras comuns, reconhecimento da legitimidade dos adversários (ou seja, tratá-los como competidores legítimos dentro de uma disputa igualitária), tolerância e diálogo.


O excesso de polarização compromete todos esses quesitos. Em uma sociedade concentrada em dois lados radicalizados, adversários são vistos como inimigos, o diálogo não é incentivado – é até condenado – e transgredir as regras parece justificável. 


Quem procura se manter fora desses dois grupos, apresentando outras visões e ideias, ou mesmo quem defende que ambos os lados têm suas falhas e virtudes, é tratado como “isentão”. As alternativas que fogem às duas apresentadas acabam sendo invalidadas.


A polarização crescente é promovida por aqueles que se favorecem dela. Políticos, partidos e grupos mais extremistas se alimentam do descontentamento e da intolerância para ganhar mais apoio a suas ideias. Afinal, medidas extremas têm maior chance de aceitação quando se vê o outro grupo como um inimigo perigoso que é preciso eliminar, ao invés de um concorrente no debate.


Além disso, quanto pior o “inimigo” parece, mais soa justificável quebrar regras. Não à toa, um estudo mostrou que a polarização favorece a ascensão de líderes populistas “iliberais”, ou seja, que têm pouco apreço às normas democráticas e às limitações de poder. 
[Questão inédita] Sem que se leve em consideração a mudança de sentido, assinale a alternativa em que a alteração proposta não produz falha gramatical no trecho.
Alternativas
Q2451010 Português
Falta de energia na Ilha do Governador impacta climatização do Galeão


Aeroporto opera com sistema particular de geradores desde 14 de janeiro e instalou ventiladores nas áreas mais sensíveis dos terminais

Rio - A falta de energia elétrica na Ilha do Governador, na Zona Norte, afetou a climatização do terminal 2 do Aeroporto Internacional Tom Jobim. O Galeão teve o fornecimento totalmente interrompido desde as 11h da última quinta-feira (1º) e, apesar de ter um sistema particular de geradores, para acionamento em situações emergenciais, os equipamentos estão em operação ininterrupta desde 14 de janeiro, por conta da instabilidade no abastecimento, que impacta também moradores e comerciantes.
Segundo o RIOGaleão, os problemas na climatização ocorrem porque o sistema, dado o seu porte, depende exclusivamente da energia gerada pela Light. Para minimizar os impactos aos passageiros, as equipes do aeroporto estão distribuindo água gelada e instalando ventiladores nas áreas mais sensíveis dos terminais. O sistema mantém a operação de pousos e decolagens e o funcionamento de balcões de check-in, elevadores, escadas rolantes, esteiras e lojas que estocam material e alimentos perecíveis, além da climatização do Pier Sul, onde fica a área de Embarque e Desembarque Internacional.
 A Light informou que, dentro da programação das obras para a renovação do sistema elétrico da Ilha, "adotou uma série de ações em conjunto com a concessionária RIOgaleão para atender o Aeroporto Internacional Tom Jobim". A empresa destacou que disponibilizou caminhões de diesel para abastecer os geradores próprios do aeroporto e ainda forneceu outros, de maior capacidade, "que são suficientes para atender toda a carga do local". A empresa disse ainda que a concessionária não usou o equipamento e solicitou outro tipo, "que está em mobilização com previsão de chegada para a próxima semana".
Por conta do impacto no sistema de climatização, um circuito dedicado à refrigeração do Galeão foi construído na sexta-feira (2). "Em virtude de ocorrência na rede elétrica da Light, na quintafeira, o sistema de climatização do Galeão foi impactado (...) Mesmo com os recursos iniciais já disponibilizados pela Light, a companhia buscou uma nova solução ao Galeão e construiu um circuito dedicado à sua refrigeração. Esse circuito foi concluído na noite de ontem". 
Também nesta sexta-feira, a 2ª Vara Empresarial da Comarca da Capital determinou que a Light regularize o fornecimento de energia no bairro, em até 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. A Justiça do Rio ainda determinou que a concessionária faça manutenção ou modernização da rede de abastecimento. Desde 12 de janeiro, moradores relatam quedas de energia constantes na região, que também afetam comerciantes, que relatam prejuízo nos seus serviços pelos apagões recorrentes.
Em nota, a Light afirmou que a energia foi restabelecida ainda ontem, após um trecho da rede elétrica apresentar defeito pela manhã, e que atua com 240 profissionais e instalou 70 geradores para minimizar os impactos à população. A empresa disse ainda que vai prestar os devidos esclarecimentos à Justiça e destacou a diferença entre paradas programadas e quedas de energia por defeito.
"Cabe diferenciar queda de energia por defeito e paradas programadas para obras. As suspensões temporárias e programadas no fornecimento de energia em pontos localizados no bairro ocorrem de forma planejada para viabilizar as obras nas redes que alimentam a região. Sem essas intervenções, não é possível que os técnicos acessem e trabalhem nas redes energizadas com segurança", informou a Light.

Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2024/02/6786884-falta-de-energia-nailha-do-governador-impacta-climatizacao-do-galeao.html. Acesso em: 03 fev. 2024.
“Em virtude de ocorrência na rede elétrica da Light, na quinta-feira, o sistema de climatização do Galeão foi impactado” (4º parágrafo). Uma reescrita possível dessa frase, à luz da normapadrão, sem alteração de significado, seria:

Alternativas
Q2450450 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Sanduíche-íche-íche

É certo que a língua é viva, mas há certos modismos que me irritam demais

Eu sei que a língua é viva, que a rua é quem pauta as gramáticas e não o contrário. Tô lendo o maravilhoso “Latim em Pó, um Passeio pela Formação do Nosso Português”, do Caetano W. Galindo e não perco uma coluna do Sérgio Rodrigues.

Os dois são democratas radicais da linguagem. Sabem que o erro de hoje é a norma culta de amanhã. Que a escrita cheia de rococós é como uma coroa cheia de brilhos, geralmente usada para esconder uma cachola vazia, pra constranger o leitor ou pra ostentar erudição [...].

Eu tento me portar como o Galindo e o Sérgio, mas talvez não seja tão generoso. Há certos modismos que me irritam demais. Eu respiro fundo. Repito mentalmente três vezes [...] “o povo é o inventalínguas”, “o povo é o inventalínguas”, “o povo é o inventalínguas”, mas cáspita! LANCHE é qualquer coisa que se come entre as refeições, não SANDUÍCHE!

[...] Você vai no McDonald’s e a mulher fala “quer batata frita pra acompanhar o lanche?”. “Não é lanche, são nove e meia da noite, é jantar.” “Oi?” “Nada. Manda as batatinhas com o SANDUÍCHE.”

Fico imaginando como se deu essa transição semântica. A mãe preparava a lancheira do filho, punha ali um misto, dizia “tó aqui seu lanche, Arthurzinho” e o Arthurzinho concluía que sanduíche era lanche. Se a mãe do Arthurzinho, em vez de um misto, pusesse na lancheira uma mexerica, estaríamos todos, hoje em dia, chamando mexerica de lanche? Seria um caos, porque tá pra brotar no dicionário uma fruta com mais nomes: mexerica, tangerina, bergamota, mimosa, pokan, murcote, tanja... Lanche?


PRATA, Antonio. Sanduíche-íche-íche. Folha de S.Paulo. Colunas, 17 jun. 2023. Disponível em: https://www1.folha.uol.com. br/colunas/antonioprata/2023/06/sanduiche-iche-iche.shtml. Acesso em: 10 jan. 2024. [Fragmento]
Releia o trecho a seguir.
“Eu tento me portar como o Galindo e o Sérgio, mas talvez não seja tão generoso.”
Assinale a alternativa cuja reescrita altera o sentido do trecho original, conferindo-lhe nova significância. 
Alternativas
Q2450449 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Sanduíche-íche-íche

É certo que a língua é viva, mas há certos modismos que me irritam demais

Eu sei que a língua é viva, que a rua é quem pauta as gramáticas e não o contrário. Tô lendo o maravilhoso “Latim em Pó, um Passeio pela Formação do Nosso Português”, do Caetano W. Galindo e não perco uma coluna do Sérgio Rodrigues.

Os dois são democratas radicais da linguagem. Sabem que o erro de hoje é a norma culta de amanhã. Que a escrita cheia de rococós é como uma coroa cheia de brilhos, geralmente usada para esconder uma cachola vazia, pra constranger o leitor ou pra ostentar erudição [...].

Eu tento me portar como o Galindo e o Sérgio, mas talvez não seja tão generoso. Há certos modismos que me irritam demais. Eu respiro fundo. Repito mentalmente três vezes [...] “o povo é o inventalínguas”, “o povo é o inventalínguas”, “o povo é o inventalínguas”, mas cáspita! LANCHE é qualquer coisa que se come entre as refeições, não SANDUÍCHE!

[...] Você vai no McDonald’s e a mulher fala “quer batata frita pra acompanhar o lanche?”. “Não é lanche, são nove e meia da noite, é jantar.” “Oi?” “Nada. Manda as batatinhas com o SANDUÍCHE.”

Fico imaginando como se deu essa transição semântica. A mãe preparava a lancheira do filho, punha ali um misto, dizia “tó aqui seu lanche, Arthurzinho” e o Arthurzinho concluía que sanduíche era lanche. Se a mãe do Arthurzinho, em vez de um misto, pusesse na lancheira uma mexerica, estaríamos todos, hoje em dia, chamando mexerica de lanche? Seria um caos, porque tá pra brotar no dicionário uma fruta com mais nomes: mexerica, tangerina, bergamota, mimosa, pokan, murcote, tanja... Lanche?


PRATA, Antonio. Sanduíche-íche-íche. Folha de S.Paulo. Colunas, 17 jun. 2023. Disponível em: https://www1.folha.uol.com. br/colunas/antonioprata/2023/06/sanduiche-iche-iche.shtml. Acesso em: 10 jan. 2024. [Fragmento]
Releia o trecho a seguir.
“Há certos modismos que me irritam demais.”
Assinale a alternativa cuja reescrita esteja de acordo com a norma-padrão da língua. 
Alternativas
Q2450447 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Sanduíche-íche-íche

É certo que a língua é viva, mas há certos modismos que me irritam demais

Eu sei que a língua é viva, que a rua é quem pauta as gramáticas e não o contrário. Tô lendo o maravilhoso “Latim em Pó, um Passeio pela Formação do Nosso Português”, do Caetano W. Galindo e não perco uma coluna do Sérgio Rodrigues.

Os dois são democratas radicais da linguagem. Sabem que o erro de hoje é a norma culta de amanhã. Que a escrita cheia de rococós é como uma coroa cheia de brilhos, geralmente usada para esconder uma cachola vazia, pra constranger o leitor ou pra ostentar erudição [...].

Eu tento me portar como o Galindo e o Sérgio, mas talvez não seja tão generoso. Há certos modismos que me irritam demais. Eu respiro fundo. Repito mentalmente três vezes [...] “o povo é o inventalínguas”, “o povo é o inventalínguas”, “o povo é o inventalínguas”, mas cáspita! LANCHE é qualquer coisa que se come entre as refeições, não SANDUÍCHE!

[...] Você vai no McDonald’s e a mulher fala “quer batata frita pra acompanhar o lanche?”. “Não é lanche, são nove e meia da noite, é jantar.” “Oi?” “Nada. Manda as batatinhas com o SANDUÍCHE.”

Fico imaginando como se deu essa transição semântica. A mãe preparava a lancheira do filho, punha ali um misto, dizia “tó aqui seu lanche, Arthurzinho” e o Arthurzinho concluía que sanduíche era lanche. Se a mãe do Arthurzinho, em vez de um misto, pusesse na lancheira uma mexerica, estaríamos todos, hoje em dia, chamando mexerica de lanche? Seria um caos, porque tá pra brotar no dicionário uma fruta com mais nomes: mexerica, tangerina, bergamota, mimosa, pokan, murcote, tanja... Lanche?


PRATA, Antonio. Sanduíche-íche-íche. Folha de S.Paulo. Colunas, 17 jun. 2023. Disponível em: https://www1.folha.uol.com. br/colunas/antonioprata/2023/06/sanduiche-iche-iche.shtml. Acesso em: 10 jan. 2024. [Fragmento]
Releia o trecho a seguir.
“Se a mãe do Arthurzinho, em vez de um misto, pusesse na lancheira uma mexerica, estaríamos todos, hoje em dia, chamando mexerica de lanche?”
Assinale a alternativa cuja reescrita mantenha o sentido do trecho original e esteja de acordo com a norma-padrão da língua.
Alternativas
Q2449549 Português
Assinale a frase em que a modificação de uma oração reduzida para uma forma nominal tenha sido feita de forma inadequada.
Alternativas
Q2449105 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



Inteligência Artificial: entre o bem e o mal

A nossa história se confunde com o surgimento de novas tecnologias. Da descoberta do fogo à internet, muitas pessoas ficam receosas com cada avanço do desconhecido até entenderem a melhor forma de utilizar a tal inovação. O avanço da Inteligência Artificial (IA) pode ser a grande inovação da nossa era, assim como foi a eletricidade em outros tempos, mudando nossos hábitos, trabalho, relacionamentos e empresas.

O que mais chama a atenção nessa tecnologia é a sua rapidez de evolução e melhorias sem necessariamente haver uma intervenção humana. No português claro e inclusivo, a IA é um sistema que aprende a partir dos dados recebidos. Se você não costuma consumir carne, por exemplo, a IA não deve lhe apresentar opções de churrascaria.

É essa capacidade de aprendizado automatizado que faz com que a IA se desenvolva aceleradamente. Estamos diante de uma tecnologia duplamente desconhecida da maioria das pessoas. E se por um lado não sabemos como ela funciona, por outro não sabemos qual o seu limite.
[...]

Assim como toda tecnologia, a IA precisa de pessoas que utilizam a ferramenta com responsabilidade, sob pena de transferirmos à inovação os nossos piores defeitos, como preconceitos, ódios, maus comportamentos e divisões sociais.

Precisamos de uma regulação que garanta transparência e fiscalização sem necessariamente impedir o inevitável – sua aplicação e aperfeiçoamento – já que estamos em um mundo com cada vez mais acesso a conhecimento e informação on-line.

Para que isso funcione em uma economia cada vez mais global em serviços digitais precisamos rapidamente de um esforço internacional que caminhe de maneira coordenada entre os países. Caso contrário, teremos ainda mais desigualdades sociais e econômicas entre as nações, derivadas do acesso às novas tecnologias.


MAGNANI, Vitor. Inteligência Artificial: entre o bem e o mal. CNN Brasil. Opinião, 29 jul. 2023. Disponível em: https://www. cnnbrasil.com.br/forum-opiniao/inteligencia-artificial-entre-o-bem-eo-mal/. Acesso em: 10 jan. 2024. [Fragmento]

Quanto ao texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2448088 Português
Mitigar o perigoso desfecho dos jovens nem-nem?


        O fenômeno dos jovens nem-nem, aqueles que nem trabalham nem estudam, é uma preocupação crescente, especialmente em países em desenvolvimento como o Brasil. Estudos recentes, incluindo dados do IBGE de 2022, mostram que cerca de 20% dos jovens entre 15 e 29 anos se enquadram nesta categoria, ressaltando a necessidade urgente de abordagens inovadoras e eficazes.
        Eles representam uma parcela significativa da população jovem, configurando um desafio para o país que aspira prosperar. Diante deste cenário, diversas estratégias têm sido propostas e implementadas, tanto globalmente quanto no contexto brasileiro - apesar de em nosso país ser mais ‘estrutural’ o menor empenho das políticas educacionais voltadas para o adolescente.
      Lembro-me de algumas palestras que ministrei em Brasília a convite de Anna Penido, que estava empenhada no fundamental 2, quando poucas eram as ações relevantes para esta fase. Neste Seminário Internacional Desafios e Oportunidades para os Anos Finais do Ensino Fundamental, de 2017, promovido pelo Ministério da Educação, em parceria com o Banco Mundial, Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e o Instituto Inspirare, o evento reuniu adolescentes, especialistas e gestores educacionais de todo o país para debater os desafios e as possibilidades para os anos finais do ensino fundamental.
       Pena que pouco caminhamos desde então, pois potencializado pela pandemia, está menos provável a chegada do adolescente ao ensino médio, quiçá sua conclusão.
      No entanto, o ensino técnico tem se mostrado uma solução promissora em vários países. Na Alemanha, o sistema de ensino técnico dual tem sido extremamente eficaz na preparação dos jovens para o mercado de trabalho. No Brasil, a valorização e promoção do ensino técnico como uma alternativa viável poderia oferecer caminhos claros para emprego e realização profissional. Programas de qualificação profissional, especialmente para jovens de baixa renda, são essenciais para aumentar a empregabilidade.
      Exemplos como os Centros de Formação Profissional na Coreia do Sul mostram como esses programas podem ser efetivos. No Brasil, a adaptação desses modelos poderia envolver parcerias entre governos, instituições educacionais e setor privado. Além disso, intervenções focadas na juventude, que incluem orientação profissional, desenvolvimento e treinamento de habilidades cognitivas e socioemocionais e apoio no desenvolvimento de projetos de vida, são fundamentais.
       Políticas públicas integradas que combinem educação, saúde, assistência social e desenvolvimento econômico podem atender às necessidades específicas dos jovens nem-nem. Essa abordagem integrativa é essencial para criar um ambiente propício ao desenvolvimento juvenil.
       No Brasil, a implementação de políticas inspiradas em modelos bem-sucedidos de outros países, adaptadas ao contexto local, pode oferecer novas oportunidades para os jovens. Isso inclui a expansão do acesso ao ensino técnico e profissionalizante, bem como a criação de programas de mentorias e estágios que facilitem a transição para o mercado de trabalho.
       Além disso, fortalecer o suporte à saúde mental dos jovens, oferecendo serviços acessíveis e eficazes, pode ajudar a mitigar os fatores que contribuem para a marginalização dessa população. Investir em programas de qualificação profissional e na reformulação do sistema educacional é crucial. Estes programas devem focar em habilidades práticas e técnicas, bem como as soft skills: planejamento, organização e resolução de problemas. O objetivo é equipar os jovens com as ferramentas necessárias para navegar no mercado de trabalho contemporâneo.
     A solução para o desafio dos jovens nem-nem não é simples… e ‘nem’ impossível. Reforço: com abordagens inovadoras e colaborativas, baseadas em modelos bem-sucedidos de outros países e adaptadas à realidade brasileira, é possível criar um caminho para que esses jovens não apenas encontrem seu lugar na sociedade, mas também contribuam ativamente para o crescimento e o desenvolvimento do país.
       Ao investir em educação, suporte psicossocial e oportunidades econômicas, podemos ficar mais perto em garantir que todos os jovens tenham o fundamental: a chance de um futuro mais promissor e equitativo.


(Adriana Fóz. Disponível em: https://revistaeducacao.com.br. Acesso em: 05/02/2024.)
Analise as reescritas do trecho “[...] aqueles que nem trabalham nem estudam [...]” (1º§)
I. Aqueles que não trabalham e nem estudam. II. Aqueles que não trabalham e não estudam. III. Aqueles que não trabalham, nem estudam.
Estão corretas as reescritas em
Alternativas
Q2447673 Português
Nós



      Segredos escondidos. Planos de dominação mundial. Cumplicidade de edredom. Voz no silêncio. Suspiros. Raiva. Você pensa em mim no futuro?

           “Aonde você for eu vou ao lado.”

            Nós.

         Plural, duplinha, mãos dadas. O outro lado do fone de ouvido. Playlist secreta. Piadas internas. Apelidos que não fazem sentido algum para o resto do mundo.

          Nós contra o resto do mundo. Nosso pequeno universo, nossa caixa, nosso quarto, nosso bunker.

        Nós e a minha dúvida do quanto o amor dura. Essa minha ideia de que amor é algo comestível, suculento, a melhor refeição da sua vida, mas com o tempo embolora.

            Como faz pra continuar junto por muitos anos, ainda se amando, ainda cultuando essa seita secreta que eu chamo de “nós”?

           Não te contei, mas ando com uma obsessão de querer saber isso dos casais que também são “eles” há muito tempo. Quero aprender pra te ensinar.

         Nós e essa minha teimosia em insistir no amor mesmo com tantas cicatrizes de guerra espalhadas pelo meu corpo.

             Você nem questiona quem as fez. O que te importa é esse meu pequeno pedaço de carne que ainda não tem nenhuma marca. É pequeno. Mas é fértil.
 
              Você sussurra no meu ouvido que “dessa vez vai ser diferente” e eu seguro nas suas mãos com essa fé cega que na verdade é pura teimosia.

               Dessa vez vai ser diferente.



(GICOVATE, Paula. Este é um livro sobre amor, 2014.)
O trecho “[...] e eu seguro nas suas mãos com essa fé cega que na verdade é pura teimosia.” (11º§) pode ser reescrito da seguinte maneira, mantendo sua originalidade, EXCETO: 
Alternativas
Respostas
621: A
622: E
623: A
624: C
625: D
626: A
627: D
628: A
629: C
630: B
631: D
632: B
633: B
634: D
635: A
636: C
637: A
638: C
639: D
640: C