Questões de Concurso
Comentadas sobre redação - reescritura de texto em português
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Acerca dos aspectos linguísticos do texto CG2A1AAA, julgue o próximo item.
A inserção de uma vírgula logo após o termo “Hospitalizados” (ℓ.14) manteria a correção gramatical do texto.
Acerca dos aspectos linguísticos do texto CG2A1AAA, julgue o próximo item.
A correção gramatical do texto seria mantida caso
o sinal de dois-pontos empregado logo após “olhos” (ℓ.18)
fosse suprimido e, em seu lugar, fosse empregada uma
vírgula seguida da expressão visto que, da seguinte forma:
olhos, visto que.
Causos/3
Eduardo Galeano, em O Livro dos Abraços.
O que é a verdade? A verdade é uma mentira contada por Fernando Silva. Fernando conta com o corpo inteiro, e não apenas com palavras, e pode se transformar em outra gente ou em bicho voador ou no que for, e faz isso de tal maneira que depois a gente escuta, por exemplo, o sabiá cantando num galho, e a gente pensa: Esse passarinho está imitando Fernando quando imita o sabiá.
Ele conta causos da linda gente do povo, da gente recém-criada, que ainda tem cheiro de barro; e também causos de alguns tipos extravagantes que ele conheceu, como aquele espelheiro que fazia espelhos e se metia neles, se perdia, ou aquele apagador de vulcões que o diabo deixou zarolho, por vingança, cuspindo em seu olho.
Os causos acontecem em lugares onde Fernando esteve: o hotel que abria só para fantasmas, aquela mansão onde as bruxas morreram de chatice ou a casa de Ticuantepe, que era tão sombreada e fresca que a gente sentia vontade de ter, ali, uma namorada à nossa espera.
Além disso, Fernando trabalha como médico. Prefere as ervas aos comprimidos e cura a úlcera com plantas e ovo de pombo; mas prefere ainda a própria mão. Porque ele cura tocando. E contando, que é outra maneira de tocar.
“Prefere as ervas aos comprimidos...”
A frase destacada está parafraseada, corretamente, em:
Julgue o item a seguir, considerando a correção gramatical e a coerência com as ideias do texto das substituições propostas para os vocábulos e segmentos destacados.
“que” (linha 5) por no qual
No que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos extraídos do texto, julgue o item.
“Segundo ele, mais de 40% daqueles que, embora
tenham acesso aos tratamentos odontológicos, não se
submetem a essa terapêutica periodicamente
reconhecem que o principal motivo dessa atitude é o
medo do dentista.” (linhas 15 e 16) por Segundo ele, mais de 40% dos que, mesmo tendo acesso à tratamentos odontológicos, não sujeitam‐se a essa terapêutica periodicamente, reconhecem que o principal motivo de sua atitude é o medo do dentista.
No que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos extraídos do texto, julgue o item.
“Mas hoje? A ciência e a tecnologia evoluíram muito, bem como a consciência a respeito da importância de uma relação de delicadeza e confiança do cirurgião-dentista com os pacientes. Ainda assim, o medo antigo permanece.” (linhas de 5 a 7) por Entretanto, ainda hoje, apesar de toda a evolução da ciência e da tecnologia e do aumento da consciência a respeito da importância de uma relação de delicadeza e confiança do cirurgião‐dentista com os pacientes, o medo antigo permanece.
No que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos extraídos do texto, julgue o item.
“para as pessoas terem medo do dentista” (linha 5)
por para que as pessoas sentissem medo do
dentista
No que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos extraídos do texto, julgue o item.
“O medo de dentista é um fenômeno conhecido há centenas de anos” (linha 1) por Fazem centenas de anos que o medo de dentista é conhecido
Considerando o trecho “Albert Camus, um escritor que conhecia bem a pobreza, escreveu, em O primeiro homem: ‘A pobreza e a ignorância tornavam a vida mais difícil, mais insípida, fechada em si mesma’” (linhas de 19 a 22), julgue o item a seguir no que se refere às estruturas linguísticas e aos sentidos do texto.
O sentido original do texto estaria preservado caso se substituísse o adjetivo “insípida” por desinteressante.
Sem nenhum prejuízo para o texto, o referido trecho poderia ser reescrito da seguinte forma: Albert Camus, um grande conhecedor da pobreza, escreveu, em O primeiro homem que a pobreza e a ignorância tornavam a vida difícil, insípida, fechada nela mesma.
Estariam preservados os sentidos originais e a correção linguística do texto se o termo “ou que não” (linha 14) fosse substituído por nem.
Com relação às estruturas linguísticas e aos sentidos do texto, julgue o item que se segue.
Na linha 5, seriam mantidos os sentidos originais e a correção gramatical do texto caso a forma verbal “ajustam” fosse substituída por adaptam.
Com relação às estruturas linguísticas e aos sentidos do texto, julgue o item que se segue.
O período das linhas de 23 a 27, sem prejuízos gramaticais e semânticos para o texto, poderia ser assim reescrito: A imagem de uma fortaleza sem ponte móvel nos lembra do quanto a reclusão e o isolamento são, usualmente, o destino que cabe aos pobres, pois o que também distingue as categorias sociais é o horizonte, o espaço de referência dos que as constituem.
No que diz respeito aos aspectos linguísticos e semânticos do texto, julgue o item.
Poderia ser integrado ao texto, como parágrafo final, o seguinte trecho da obra de Petit referida no texto: A leitura é tida como “inútil”, além de ser um prazer solitário: em nossa época, enquanto lê, a pessoa se afasta do grupo, fica distante, distraída, no sentido mais forte da palavra, isolada. Esse tipo de deserção não é bem-vindo.
Febre mundial, abacate ficou mais valioso que petróleo e gerou até tráfico
Você pode até não suspeitar, mas o abacate que amadurece na sua fruteira está valendo mais do que petróleo. Na verdade, vive-se uma verdadeira obsessão mundial por ele. Há mais de uma variação da fruta fazendo sucesso em cima da torrada dos hipsters¹, na sobremesa das famílias tradicionais, sendo usado como condimento e indo parar em pratos requintados nos restaurantes.
Segundo a avaliação de quem é da área, uma mudança em hábitos alimentares e em maneiras de preparo ajudou a popularizar o abacate. Os preços dispararam, gerando lucros para além de crises econômicas e sociais em todo o mundo.
Na Nova Zelândia e na Austrália, onde crimes beiram a zero, surgiram verdadeiras redes de tráfico da fruta. No ano passado, as autoridades neozelandesas interferiram até mesmo em um mercado paralelo.
Já no México, líder mundial na produção, a exportação da fruta já é mais lucrativa do que o petróleo, com mais de 1 milhão de toneladas saindo do país, de acordo com o próprio governo mexicano.
Mas, por quê? “Antes se entendia que o abacate era uma fruta gordurosa, que engordava. Hoje acontece uma desmistificação, que é uma fruta saudável”, analisa Jonas Octávio, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Abacate (ABPA). Segundo ele, além da pegada fitness² que a fruta assumiu, o público passou a testar também versões salgadas do abacate, como o guacamole.
(https://noticias.bol.uol.com.br. Adaptado)
¹ Hipster: Alguém que pensa e se veste diferentemente do que é moda dominante.
² Fitness: Relativo à boa condição física.
A respeito dos aspectos linguísticos do texto CB3A1-I, julgue o item seguinte.
Seriam mantidas a correção gramatical e as ideias originais
do texto se o período “Tal situação decorre (...) de
conhecimento sobre elas” (ℓ. 21 a 24) fosse reescrito da
seguinte forma: Essa situação não apenas decorre do fato
dessas línguas serem faladas por grupos sociais pouco
numerosos, mas também pela ausência de conhecimento
sobre elas.
No que concerne às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que segue.
Seriam mantidas a correção gramatical e as ideias originais
do texto se o último período do texto — “Não constitui
crime (...) consentida pelo proprietário” — fosse reescrito da
seguinte forma: Quando consentida pelo proprietário a
grafitagem, que se faz por meio de manifestação artística
com vistas a valorizar o patrimônio, seja ele público ou
privado, não é crime.







