Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Ano: 2025 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Pouso Redondo - SC Provas: FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Anos Iniciais Ensino Fundamental - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Anos Iniciais Ensino Fundamental - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Ciências - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Ciências - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Educação Física - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Educação Física - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Educação Infantil - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de História - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de História - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Língua Inglesa - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Matemática - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Português - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Psicólogo | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Educação Infantil - Não Habilitado |
Q3786554 Português

A Ilusão da Conexão 



Em tempos de hiperconectividade, paradoxalmente, nunca estivemos tão isolados. A promessa da era digital era a de um mundo sem fronteiras, onde a troca de informações aproximaria culturas e indivíduos. Contudo, o que observamos é a formação de bolhas sociais herméticas, onde o diálogo é substituído pelo monólogo coletivo de opiniões que apenas se retroalimentam. A tela, que deveria ser uma janela para o mundo, muitas vezes atua como um espelho, refletindo apenas o que queremos ver. Perdemos a paciência para o contraditório, para a leitura demorada, para o silêncio necessário à reflexão. A comunicação tornou-se ágil, mas a compreensão, rasa. Nesse cenário, o desafio contemporâneo não é mais o acesso à informação, mas a capacidade de transformar esse dilúvio de dados em conhecimento estruturado e, sobretudo, em sabedoria para o convívio humano.


A partir da leitura do texto, pode-se inferir que a tese central defendida pelo autor é:   
Alternativas
Q3786508 Português
Muitos municípios pequenos do Brasil têm buscado fortalecer seus negócios locais para gerar empregos e melhorar a qualidade de vida da população. Essas iniciativas ajudam no crescimento das regiões fora das grandes cidades. Por que isso é importante?
Alternativas
Q3786507 Português
A extração de barro e a produção de cerâmica sempre foram atividades importantes em Morro da Fumaça. Mesmo com novas atividades econômicas surgindo, essa tradição ainda faz parte da identidade do município. Qual alternativa descreve corretamente essa situação?
Alternativas
Q3786498 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Encanto ou Ilusão

Lá estava Luiza sentada em um banco da praça, numa linda manhã de domingo. Ela observava seus pequenos filhos brincando, correndo e fazendo bolinhas de sabão. Dentro de si, pensava a mãe, encantada com o sorriso das crianças: "Que colorido mágico! Que profusão de cores!

André corria e gritava:

— Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana.

Perto deles estava Teko, seu pequeno cachorro que latia sem parar, correndo de um lado para o outro. Ana soprava para ver se conseguia fazer bolinhas tão bonitas quantos as de seu irmão. Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e por fim, uma pura ilusão; elas estouram.

A mãe observava de perto a alegria que estava no ar, porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças. Naquela singela manhã, a mãe notou que cada bolinha era como seus filhos, únicos, belos, encantadores, cheios de vida. A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas.

ALMEIDA, Mariza Gregório de. Encanto ou Ilusão. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Observe o trecho extraído do texto "Encanto ou Ilusão":

"Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e, por fim, uma pura ilusão; elas estouram."

Com base na análise dos verbos "admirava" e "estouram", é correto afirmar que:
Alternativas
Q3786497 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Encanto ou Ilusão

Lá estava Luiza sentada em um banco da praça, numa linda manhã de domingo. Ela observava seus pequenos filhos brincando, correndo e fazendo bolinhas de sabão. Dentro de si, pensava a mãe, encantada com o sorriso das crianças: "Que colorido mágico! Que profusão de cores!

André corria e gritava:

— Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana.

Perto deles estava Teko, seu pequeno cachorro que latia sem parar, correndo de um lado para o outro. Ana soprava para ver se conseguia fazer bolinhas tão bonitas quantos as de seu irmão. Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e por fim, uma pura ilusão; elas estouram.

A mãe observava de perto a alegria que estava no ar, porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças. Naquela singela manhã, a mãe notou que cada bolinha era como seus filhos, únicos, belos, encantadores, cheios de vida. A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas.

ALMEIDA, Mariza Gregório de. Encanto ou Ilusão. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Leia o trecho do texto "Encanto ou Ilusão":

"A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas."

Com base na leitura desse trecho e nos conceitos de denotação e conotação, assinale a alternativa que apresenta corretamente a predominância do sentido utilizado na expressão "bolinha estourada". 
Alternativas
Q3786496 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Encanto ou Ilusão

Lá estava Luiza sentada em um banco da praça, numa linda manhã de domingo. Ela observava seus pequenos filhos brincando, correndo e fazendo bolinhas de sabão. Dentro de si, pensava a mãe, encantada com o sorriso das crianças: "Que colorido mágico! Que profusão de cores!

André corria e gritava:

— Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana.

Perto deles estava Teko, seu pequeno cachorro que latia sem parar, correndo de um lado para o outro. Ana soprava para ver se conseguia fazer bolinhas tão bonitas quantos as de seu irmão. Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e por fim, uma pura ilusão; elas estouram.

A mãe observava de perto a alegria que estava no ar, porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças. Naquela singela manhã, a mãe notou que cada bolinha era como seus filhos, únicos, belos, encantadores, cheios de vida. A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas.

ALMEIDA, Mariza Gregório de. Encanto ou Ilusão. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
No trecho do texto "Encanto ou Ilusão" — "porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças" — a palavra "se", no contexto em que foi empregada, atua como:
Alternativas
Q3786495 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Encanto ou Ilusão

Lá estava Luiza sentada em um banco da praça, numa linda manhã de domingo. Ela observava seus pequenos filhos brincando, correndo e fazendo bolinhas de sabão. Dentro de si, pensava a mãe, encantada com o sorriso das crianças: "Que colorido mágico! Que profusão de cores!

André corria e gritava:

— Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana.

Perto deles estava Teko, seu pequeno cachorro que latia sem parar, correndo de um lado para o outro. Ana soprava para ver se conseguia fazer bolinhas tão bonitas quantos as de seu irmão. Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e por fim, uma pura ilusão; elas estouram.

A mãe observava de perto a alegria que estava no ar, porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças. Naquela singela manhã, a mãe notou que cada bolinha era como seus filhos, únicos, belos, encantadores, cheios de vida. A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas.

ALMEIDA, Mariza Gregório de. Encanto ou Ilusão. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
O texto apresenta a personagem Luiza observando seus filhos em um momento de lazer. A mãe se vê encantada com a cena, mas também tomada por certa tristeza ao pensar na breve duração daquele momento. Considerando essa dualidade de sentimentos e o uso simbólico das imagens no texto, assinale a alternativa que melhor expressa o sentido mais profundo da narrativa.
Alternativas
Q3786494 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Encanto ou Ilusão

Lá estava Luiza sentada em um banco da praça, numa linda manhã de domingo. Ela observava seus pequenos filhos brincando, correndo e fazendo bolinhas de sabão. Dentro de si, pensava a mãe, encantada com o sorriso das crianças: "Que colorido mágico! Que profusão de cores!

André corria e gritava:

— Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana.

Perto deles estava Teko, seu pequeno cachorro que latia sem parar, correndo de um lado para o outro. Ana soprava para ver se conseguia fazer bolinhas tão bonitas quantos as de seu irmão. Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e por fim, uma pura ilusão; elas estouram.

A mãe observava de perto a alegria que estava no ar, porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças. Naquela singela manhã, a mãe notou que cada bolinha era como seus filhos, únicos, belos, encantadores, cheios de vida. A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas.

ALMEIDA, Mariza Gregório de. Encanto ou Ilusão. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
No trecho do texto — "Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana." — a vírgula foi utilizada com uma função específica. A partir dessa observação, assinale a alternativa que apresenta corretamente o motivo do uso da vírgula nesse caso.
Alternativas
Q3786454 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Morado

Ele estava jogado na cadeira, curvado e esgotado, enquanto me observava com um olhar duro que me fazia encarar meus próprios descuidos. Aproximar-me dele era como carregar peso demais, como quem chega atrasado para acertar contas antigas. Tentei justificar o abandono, alegar cansaço, rotina, crises, mas o silêncio que vinha dele me julgava mais do que qualquer palavra.

Recordei nossas melhores fases: viagens, reencontros, pequenas aventuras que marcaram nossa história. Mesmo assim, percebia como o tempo havia desgastado nossa relação, como eu o deixara envelhecer sem cuidado, afogado em tarefas, prazos e adiamentos. Ele parecia cansado de esperar atenção, cansado de ser sempre o último da fila.

Assumi minhas faltas: projetos adiados, saúde negligenciada, planos engavetados, promessas não cumpridas. O corpo, outrora parceiro fiel, agora revelava rugas, dores e sinais de desgaste que eu insistira em ignorar. A pandemia, o excesso de trabalho e as desculpas fáceis haviam criado um abismo entre nós.

Prometi mudança, viagens futuras, leveza, cuidado. Disse que não desistiria dele quando saísse dali, embora não soubesse se ainda havia crédito para minhas promessas. Quando o alarme tocou, encerrei o encontro, guardei a culpa no bolso e parti, consciente de que havia conversado com ninguém mais senão meu próprio corpo.

Texto Adaptado

SOUSA, Bruno Alves de. Morado. In: ALBUQUERQUE, Joaquim Melo de; ANDRADE, Maria Pinheiro Pessoa de; OLIVEIRA, Lady Dayana Silva de (org.). Coletânea Travessia: contos e crônicas, v. II [livro eletrônico]. Fortaleza: Imprensa Universitária; Secretaria de Cultura da UFC, 2021. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/61403/1/2021_liv_mjalbuquerqu e.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Considerando a pontuação empregada no trecho "Recordei nossas melhores fases: viagens, reencontros, pequenas aventuras que marcaram nossa história", assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3786453 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Morado

Ele estava jogado na cadeira, curvado e esgotado, enquanto me observava com um olhar duro que me fazia encarar meus próprios descuidos. Aproximar-me dele era como carregar peso demais, como quem chega atrasado para acertar contas antigas. Tentei justificar o abandono, alegar cansaço, rotina, crises, mas o silêncio que vinha dele me julgava mais do que qualquer palavra.

Recordei nossas melhores fases: viagens, reencontros, pequenas aventuras que marcaram nossa história. Mesmo assim, percebia como o tempo havia desgastado nossa relação, como eu o deixara envelhecer sem cuidado, afogado em tarefas, prazos e adiamentos. Ele parecia cansado de esperar atenção, cansado de ser sempre o último da fila.

Assumi minhas faltas: projetos adiados, saúde negligenciada, planos engavetados, promessas não cumpridas. O corpo, outrora parceiro fiel, agora revelava rugas, dores e sinais de desgaste que eu insistira em ignorar. A pandemia, o excesso de trabalho e as desculpas fáceis haviam criado um abismo entre nós.

Prometi mudança, viagens futuras, leveza, cuidado. Disse que não desistiria dele quando saísse dali, embora não soubesse se ainda havia crédito para minhas promessas. Quando o alarme tocou, encerrei o encontro, guardei a culpa no bolso e parti, consciente de que havia conversado com ninguém mais senão meu próprio corpo.

Texto Adaptado

SOUSA, Bruno Alves de. Morado. In: ALBUQUERQUE, Joaquim Melo de; ANDRADE, Maria Pinheiro Pessoa de; OLIVEIRA, Lady Dayana Silva de (org.). Coletânea Travessia: contos e crônicas, v. II [livro eletrônico]. Fortaleza: Imprensa Universitária; Secretaria de Cultura da UFC, 2021. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/61403/1/2021_liv_mjalbuquerqu e.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Com base na norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa que analisa corretamente a regência verbal dos termos destacados no trecho "Disse que não desistiria dele quando saísse dali, embora não soubesse se ainda havia crédito para minhas promessas".
Alternativas
Q3786452 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Morado

Ele estava jogado na cadeira, curvado e esgotado, enquanto me observava com um olhar duro que me fazia encarar meus próprios descuidos. Aproximar-me dele era como carregar peso demais, como quem chega atrasado para acertar contas antigas. Tentei justificar o abandono, alegar cansaço, rotina, crises, mas o silêncio que vinha dele me julgava mais do que qualquer palavra.

Recordei nossas melhores fases: viagens, reencontros, pequenas aventuras que marcaram nossa história. Mesmo assim, percebia como o tempo havia desgastado nossa relação, como eu o deixara envelhecer sem cuidado, afogado em tarefas, prazos e adiamentos. Ele parecia cansado de esperar atenção, cansado de ser sempre o último da fila.

Assumi minhas faltas: projetos adiados, saúde negligenciada, planos engavetados, promessas não cumpridas. O corpo, outrora parceiro fiel, agora revelava rugas, dores e sinais de desgaste que eu insistira em ignorar. A pandemia, o excesso de trabalho e as desculpas fáceis haviam criado um abismo entre nós.

Prometi mudança, viagens futuras, leveza, cuidado. Disse que não desistiria dele quando saísse dali, embora não soubesse se ainda havia crédito para minhas promessas. Quando o alarme tocou, encerrei o encontro, guardei a culpa no bolso e parti, consciente de que havia conversado com ninguém mais senão meu próprio corpo.

Texto Adaptado

SOUSA, Bruno Alves de. Morado. In: ALBUQUERQUE, Joaquim Melo de; ANDRADE, Maria Pinheiro Pessoa de; OLIVEIRA, Lady Dayana Silva de (org.). Coletânea Travessia: contos e crônicas, v. II [livro eletrônico]. Fortaleza: Imprensa Universitária; Secretaria de Cultura da UFC, 2021. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/61403/1/2021_liv_mjalbuquerqu e.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Considerando a norma culta e os princípios da colocação pronominal no português, avalie a posição ocupada pelo pronome oblíquo "me" nas formas verbais sublinhadas em "Ele estava jogado na cadeira, curvado e esgotado, enquanto me observava com um olhar duro que me fazia encarar meus próprios descuidos". Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3786451 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Morado

Ele estava jogado na cadeira, curvado e esgotado, enquanto me observava com um olhar duro que me fazia encarar meus próprios descuidos. Aproximar-me dele era como carregar peso demais, como quem chega atrasado para acertar contas antigas. Tentei justificar o abandono, alegar cansaço, rotina, crises, mas o silêncio que vinha dele me julgava mais do que qualquer palavra.

Recordei nossas melhores fases: viagens, reencontros, pequenas aventuras que marcaram nossa história. Mesmo assim, percebia como o tempo havia desgastado nossa relação, como eu o deixara envelhecer sem cuidado, afogado em tarefas, prazos e adiamentos. Ele parecia cansado de esperar atenção, cansado de ser sempre o último da fila.

Assumi minhas faltas: projetos adiados, saúde negligenciada, planos engavetados, promessas não cumpridas. O corpo, outrora parceiro fiel, agora revelava rugas, dores e sinais de desgaste que eu insistira em ignorar. A pandemia, o excesso de trabalho e as desculpas fáceis haviam criado um abismo entre nós.

Prometi mudança, viagens futuras, leveza, cuidado. Disse que não desistiria dele quando saísse dali, embora não soubesse se ainda havia crédito para minhas promessas. Quando o alarme tocou, encerrei o encontro, guardei a culpa no bolso e parti, consciente de que havia conversado com ninguém mais senão meu próprio corpo.

Texto Adaptado

SOUSA, Bruno Alves de. Morado. In: ALBUQUERQUE, Joaquim Melo de; ANDRADE, Maria Pinheiro Pessoa de; OLIVEIRA, Lady Dayana Silva de (org.). Coletânea Travessia: contos e crônicas, v. II [livro eletrônico]. Fortaleza: Imprensa Universitária; Secretaria de Cultura da UFC, 2021. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/61403/1/2021_liv_mjalbuquerqu e.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
A respeito da estrutura narrativa e dos elementos implícitos no texto "Morado", assinale a alternativa correta quanto à relação estabelecida entre o narrador e a entidade descrita ao longo do relato.
Alternativas
Q3786450 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Morado

Ele estava jogado na cadeira, curvado e esgotado, enquanto me observava com um olhar duro que me fazia encarar meus próprios descuidos. Aproximar-me dele era como carregar peso demais, como quem chega atrasado para acertar contas antigas. Tentei justificar o abandono, alegar cansaço, rotina, crises, mas o silêncio que vinha dele me julgava mais do que qualquer palavra.

Recordei nossas melhores fases: viagens, reencontros, pequenas aventuras que marcaram nossa história. Mesmo assim, percebia como o tempo havia desgastado nossa relação, como eu o deixara envelhecer sem cuidado, afogado em tarefas, prazos e adiamentos. Ele parecia cansado de esperar atenção, cansado de ser sempre o último da fila.

Assumi minhas faltas: projetos adiados, saúde negligenciada, planos engavetados, promessas não cumpridas. O corpo, outrora parceiro fiel, agora revelava rugas, dores e sinais de desgaste que eu insistira em ignorar. A pandemia, o excesso de trabalho e as desculpas fáceis haviam criado um abismo entre nós.

Prometi mudança, viagens futuras, leveza, cuidado. Disse que não desistiria dele quando saísse dali, embora não soubesse se ainda havia crédito para minhas promessas. Quando o alarme tocou, encerrei o encontro, guardei a culpa no bolso e parti, consciente de que havia conversado com ninguém mais senão meu próprio corpo.

Texto Adaptado

SOUSA, Bruno Alves de. Morado. In: ALBUQUERQUE, Joaquim Melo de; ANDRADE, Maria Pinheiro Pessoa de; OLIVEIRA, Lady Dayana Silva de (org.). Coletânea Travessia: contos e crônicas, v. II [livro eletrônico]. Fortaleza: Imprensa Universitária; Secretaria de Cultura da UFC, 2021. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/61403/1/2021_liv_mjalbuquerqu e.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Considerando o fragmento "Aproximar-me dele era como carregar peso demais, como quem chega atrasado para acertar contas antigas" e o emprego dos vocábulos ao longo do texto "Morado", avalie as afirmativas abaixo quanto ao uso do sentido próprio ou figurado das palavras.

I − A expressão "carregar peso demais" foi empregada em sentido figurado para representar a carga emocional resultante da negligência.
II − A forma verbal "chega atrasado" é usada em seu sentido próprio, indicando o horário de chegada do sujeito em relação a um compromisso físico anterior.
III − A locução "acertar contas antigas" tem valor metafórico, sugerindo o enfrentamento de pendências internas e não a resolução de dívidas financeiras.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3786434 Português

Leia a frase a seguir:


"O candidato resolveu tranquilamente as questões da prova."


A palavra destacada é um advérbio que indica uma circunstância de:

 

Alternativas
Q3786433 Português
Marque a alternativa que apresenta o antônimo (sentido contrário) da palavra destacada na frase abaixo:  

"Aquele exercício de matemática era muito complexo.

Alternativas
Q3786432 Português

Analise a frase a seguir:


"Os alunos escreveram uma linda carta para a diretora."


A palavra destacada na frase acima classifica-se gramaticalmente como:

 

Alternativas
Q3786431 Português
A separação das sílabas deve obedecer às regras da norma-padrão, especialmente no que diz respeito aos encontros consonantais e dígrafos. Assinale a alternativa em que a palavra foi separada CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3786430 Português
O Leão e o Ratinho 



Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado debaixo da sombra de uma árvore. Vieram uns ratinhos passear por cima dele e ele acordou. Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu debaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora. Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguindo se soltar, fazia a floresta tremer com seus urros de raiva. Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.


De acordo com o texto, o leão conseguiu se salvar da rede dos caçadores porque: 
Alternativas
Q3786309 Português
Assinale a alternativa que está integralmente correta quanto ao emprego do sinal indicativo de crase:
Alternativas
Q3786308 Português
Na palavra "desconsideradas" , o prefixo "des-" confere à palavra o sentido de: 
Alternativas
Respostas
19681: C
19682: A
19683: D
19684: B
19685: E
19686: C
19687: D
19688: B
19689: D
19690: E
19691: A
19692: E
19693: A
19694: C
19695: A
19696: C
19697: C
19698: B
19699: B
19700: C