Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3725955 Português
Texto para a questão

Bebê reborn: o que há por trás do espanto?


   Publicar vídeos de partos de bebê reborn, trocar fraldas, amamentar, dar nomes, cuidar — tudo isso virou tendência nos últimos tempos. O tema viralizou, gerando debates acalorados sobre a suposta infantilização do adulto, papéis de gênero e a banalização do cuidado real de um recém-nascido. Alguns dizem que o incômodo gerado por essas práticas se refere ao fato de vermos adultos brincando. Mas, quando se estuda o tema a fundo, percebe-se que o impulso de brincar permanece na vida adulta — apenas assume outros formatos. Ele está presente nas piadas entre amigos, nos jogos, nas criações artísticas, nos memes ou no montar legos. Por que, então, o cuidado com o reborn parece ultrapassar esse limite?

  Talvez porque ele encene um tipo específico de vínculo — não qualquer um, mas aquele socialmente considerado o mais profundo e exigente de todos: o materno. Só que, nesse caso, o bebê não é um sujeito em formação. Não há reciprocidade, nem desafio, nem transformação mútua. É o gesto de cuidar deslocado da presença real de um outro. E isso, por si só, já seria suficiente para causar desconforto. Mas talvez o desconforto maior esteja em algo que vai além. Vivemos tempos em que a fronteira entre fantasia e realidade está cada vez mais diluída. Criamos versões editadas de nós mesmos nas redes, montamos cenários para exibir afetos, performamos relações. O bebê reborn surge como símbolo extremo de um fenômeno que, em alguma medida, é familiar: um afeto cuidadosamente encenado para parecer real — e que talvez só se sustente porque pode ser controlado e exibido. Um afeto com apelo estético, ajustado à imagem do que é belo. E, ao mesmo tempo, sem risco, sem contradição, sem frustração.

   Elementos dessa mesma lógica também aparecem em outro fenômeno contemporâneo: o de pessoas que desenvolvem vínculos afetivos com inteligências artificiais. Algumas se apaixonam. Outras compartilham segredos. Há quem trate a IA como terapeuta ou melhor amigo. Assim como o reborn, a IA apenas simula humanidade. Não sente dor, não se angustia, não ama. Apenas responde — com precisão e sem conflito. Ainda assim, nos relacionamos.


Tauane Paula Gehm. Revista Saúde. Maio de 2025. Adaptado.
Em “afeto com apelo estético, ajustado à imagem do que é belo”, o uso do termo “ajustado” indica
Alternativas
Q3725954 Português
Texto para a questão

Bebê reborn: o que há por trás do espanto?


   Publicar vídeos de partos de bebê reborn, trocar fraldas, amamentar, dar nomes, cuidar — tudo isso virou tendência nos últimos tempos. O tema viralizou, gerando debates acalorados sobre a suposta infantilização do adulto, papéis de gênero e a banalização do cuidado real de um recém-nascido. Alguns dizem que o incômodo gerado por essas práticas se refere ao fato de vermos adultos brincando. Mas, quando se estuda o tema a fundo, percebe-se que o impulso de brincar permanece na vida adulta — apenas assume outros formatos. Ele está presente nas piadas entre amigos, nos jogos, nas criações artísticas, nos memes ou no montar legos. Por que, então, o cuidado com o reborn parece ultrapassar esse limite?

  Talvez porque ele encene um tipo específico de vínculo — não qualquer um, mas aquele socialmente considerado o mais profundo e exigente de todos: o materno. Só que, nesse caso, o bebê não é um sujeito em formação. Não há reciprocidade, nem desafio, nem transformação mútua. É o gesto de cuidar deslocado da presença real de um outro. E isso, por si só, já seria suficiente para causar desconforto. Mas talvez o desconforto maior esteja em algo que vai além. Vivemos tempos em que a fronteira entre fantasia e realidade está cada vez mais diluída. Criamos versões editadas de nós mesmos nas redes, montamos cenários para exibir afetos, performamos relações. O bebê reborn surge como símbolo extremo de um fenômeno que, em alguma medida, é familiar: um afeto cuidadosamente encenado para parecer real — e que talvez só se sustente porque pode ser controlado e exibido. Um afeto com apelo estético, ajustado à imagem do que é belo. E, ao mesmo tempo, sem risco, sem contradição, sem frustração.

   Elementos dessa mesma lógica também aparecem em outro fenômeno contemporâneo: o de pessoas que desenvolvem vínculos afetivos com inteligências artificiais. Algumas se apaixonam. Outras compartilham segredos. Há quem trate a IA como terapeuta ou melhor amigo. Assim como o reborn, a IA apenas simula humanidade. Não sente dor, não se angustia, não ama. Apenas responde — com precisão e sem conflito. Ainda assim, nos relacionamos.


Tauane Paula Gehm. Revista Saúde. Maio de 2025. Adaptado.
No texto, o fenômeno dos vídeos sobre bebê reborn é utilizado como
Alternativas
Q3725744 Português

Leia o texto 2 e depois responda à questão.



TEXTO 2 



    Minha mulher reclama outra vez que dormi mal, muito agitado, e gritei no sono. 



    — Você chamou sua mãe — ela diz, ainda passando a mão de leve no meu cabelo para me tranquilizar. — Parece criança. Sempre o mesmo pesadelo?



    — Sempre o mesmo. Dorme outra vez — respondo. — Dorme, está tudo bem. 



    No pesadelo preciso salvar minha mãe e não a consigo alcançar. Ela corre à minha frente no meio da bruma. No meu desespero, só enxergo seu cabelo ruivo como uma echarpe vermelha ao vento. Sou responsável por ela, mas sou pequeno demais, meus passos são curtos, ela precisa de mim e ao mesmo tempo escapa. Antes de voltar a dormir lembro quando eu era criança e ela me entregou a escova pedindo que a penteasse. O cabelo ruivo, liso e lustroso, soltava pequenos estalidos, e minha mãe riu, dizendo “estou toda elétrica hoje, viu?”. Aquele instante de felicidade não se repetiria nos nossos anos sombrios. Reaparece, aqui e ali, em algum de meus sonhos que acabam em pesadelo.



    Minha mulher acha que devo procurar ajuda. Quem sabe um bom psicólogo. Porque também me acha nervoso demais, e inseguro, não acredito em mim mesmo, e, principalmente, não acredito muito no amor dela. “Que dificuldade você tem para ser feliz”, ela reclama. Diz que pareço ter nascido órfão. Que preciso superar, tudo que aconteceu há tanto tempo. 



    Mas ela não sabe como era aquele tempo. A gente não fala muito no assunto, nem eu nem meu irmão mais moço. Ninguém sabe muita coisa da nossa infância registrada em raras fotos perdidas nas gavetas, ninguém sabe do copo escondido e da ferida exposta. Nem de minha mãe, a quem meu pai protegia de todos os modos, ajudando a disfarçar quando ela tentava ocultar o copo no vestido, na gaveta, atrás de algum objeto, no quarto, na cozinha, em qualquer lugar da casa. E quando não o conseguia, nos dias ruins podia gritar, jogar o copo nele ou dar um tapa rápido e certeiro em nós, que éramos pequenos. Nos dias bons sorria encabulada, mostrava o copo com aquele sorriso meio infantil, é água, eu estava quase esquecendo de tomar o meu remédio. 



    Não era água: era a sua perdição e a nossa desgraça. 



(LUFT, Lya. O silêncio dos amantes (p. 44- 45). Record. Edição do Kindle). 

Observe os trechos retirados do texto 2 e depois marque a alternativa correta:



I. “Minha mulher acha QUE DEVO PROCURAR AJUDA.”



II. “E quando não O conseguia, nos dias ruins podia gritar, jogar o copo nele [...]”



III. “O cabelo ruivo, liso e LUSTROSO [...]” 



IV. “[...] ela me ENTREGOU a escova pedindo que a PENTEASSE.” 

Alternativas
Q3725743 Português

Leia o texto 2 e depois responda à questão.



TEXTO 2 



    Minha mulher reclama outra vez que dormi mal, muito agitado, e gritei no sono. 



    — Você chamou sua mãe — ela diz, ainda passando a mão de leve no meu cabelo para me tranquilizar. — Parece criança. Sempre o mesmo pesadelo?



    — Sempre o mesmo. Dorme outra vez — respondo. — Dorme, está tudo bem. 



    No pesadelo preciso salvar minha mãe e não a consigo alcançar. Ela corre à minha frente no meio da bruma. No meu desespero, só enxergo seu cabelo ruivo como uma echarpe vermelha ao vento. Sou responsável por ela, mas sou pequeno demais, meus passos são curtos, ela precisa de mim e ao mesmo tempo escapa. Antes de voltar a dormir lembro quando eu era criança e ela me entregou a escova pedindo que a penteasse. O cabelo ruivo, liso e lustroso, soltava pequenos estalidos, e minha mãe riu, dizendo “estou toda elétrica hoje, viu?”. Aquele instante de felicidade não se repetiria nos nossos anos sombrios. Reaparece, aqui e ali, em algum de meus sonhos que acabam em pesadelo.



    Minha mulher acha que devo procurar ajuda. Quem sabe um bom psicólogo. Porque também me acha nervoso demais, e inseguro, não acredito em mim mesmo, e, principalmente, não acredito muito no amor dela. “Que dificuldade você tem para ser feliz”, ela reclama. Diz que pareço ter nascido órfão. Que preciso superar, tudo que aconteceu há tanto tempo. 



    Mas ela não sabe como era aquele tempo. A gente não fala muito no assunto, nem eu nem meu irmão mais moço. Ninguém sabe muita coisa da nossa infância registrada em raras fotos perdidas nas gavetas, ninguém sabe do copo escondido e da ferida exposta. Nem de minha mãe, a quem meu pai protegia de todos os modos, ajudando a disfarçar quando ela tentava ocultar o copo no vestido, na gaveta, atrás de algum objeto, no quarto, na cozinha, em qualquer lugar da casa. E quando não o conseguia, nos dias ruins podia gritar, jogar o copo nele ou dar um tapa rápido e certeiro em nós, que éramos pequenos. Nos dias bons sorria encabulada, mostrava o copo com aquele sorriso meio infantil, é água, eu estava quase esquecendo de tomar o meu remédio. 



    Não era água: era a sua perdição e a nossa desgraça. 



(LUFT, Lya. O silêncio dos amantes (p. 44- 45). Record. Edição do Kindle). 

Sobre o texto 2, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3725742 Português

Leia o texto 2 e depois responda à questão.



TEXTO 2 



    Minha mulher reclama outra vez que dormi mal, muito agitado, e gritei no sono. 



    — Você chamou sua mãe — ela diz, ainda passando a mão de leve no meu cabelo para me tranquilizar. — Parece criança. Sempre o mesmo pesadelo?



    — Sempre o mesmo. Dorme outra vez — respondo. — Dorme, está tudo bem. 



    No pesadelo preciso salvar minha mãe e não a consigo alcançar. Ela corre à minha frente no meio da bruma. No meu desespero, só enxergo seu cabelo ruivo como uma echarpe vermelha ao vento. Sou responsável por ela, mas sou pequeno demais, meus passos são curtos, ela precisa de mim e ao mesmo tempo escapa. Antes de voltar a dormir lembro quando eu era criança e ela me entregou a escova pedindo que a penteasse. O cabelo ruivo, liso e lustroso, soltava pequenos estalidos, e minha mãe riu, dizendo “estou toda elétrica hoje, viu?”. Aquele instante de felicidade não se repetiria nos nossos anos sombrios. Reaparece, aqui e ali, em algum de meus sonhos que acabam em pesadelo.



    Minha mulher acha que devo procurar ajuda. Quem sabe um bom psicólogo. Porque também me acha nervoso demais, e inseguro, não acredito em mim mesmo, e, principalmente, não acredito muito no amor dela. “Que dificuldade você tem para ser feliz”, ela reclama. Diz que pareço ter nascido órfão. Que preciso superar, tudo que aconteceu há tanto tempo. 



    Mas ela não sabe como era aquele tempo. A gente não fala muito no assunto, nem eu nem meu irmão mais moço. Ninguém sabe muita coisa da nossa infância registrada em raras fotos perdidas nas gavetas, ninguém sabe do copo escondido e da ferida exposta. Nem de minha mãe, a quem meu pai protegia de todos os modos, ajudando a disfarçar quando ela tentava ocultar o copo no vestido, na gaveta, atrás de algum objeto, no quarto, na cozinha, em qualquer lugar da casa. E quando não o conseguia, nos dias ruins podia gritar, jogar o copo nele ou dar um tapa rápido e certeiro em nós, que éramos pequenos. Nos dias bons sorria encabulada, mostrava o copo com aquele sorriso meio infantil, é água, eu estava quase esquecendo de tomar o meu remédio. 



    Não era água: era a sua perdição e a nossa desgraça. 



(LUFT, Lya. O silêncio dos amantes (p. 44- 45). Record. Edição do Kindle). 

Sobre o texto 2, é incorreto afirmar que:
Alternativas
Q3725740 Português
Marque a alternativa em que o uso da crase não seja obrigatório: 
Alternativas
Q3725739 Português

Leia o texto 1 e depois responda à questão.


TEXTO 1


    O texto abaixo é um trecho de uma entrevista de escritora Sarah Bakewell, autora de Humanamente possível, publicado pela editora Objetiva. O livro trata das ideias humanistas ao longo da história e de pensadores dessa linha filosófica. Leia o trecho abaixo e depois responda às questões: 



       “Qual é a maior ameaça ao legado humanista hoje?



     A visão de mundo humanista nunca irá simplesmente “vencer” uma discussão histórica e permanecer incontestada. É uma batalha que nunca termina. Existem hoje muitas forças contra o humanismo, das quais as mais óbvias são instituições religiosas de alto controle, especialmente onde ganham poder político. Além disso, temos os populistas autoritários, que muitas vezes recorrem a ideias conservadoras para reforçar o seu poder – sem necessariamente acreditar sinceramente nelas. A exemplo de outras pessoas, tenho dificuldade em manter o meu otimismo neste momento, olhando para os acontecimentos no mundo, mas não podemos nos dar ao luxo de perder a esperança na decência e na moralidade humana. Caso contrário, cairíamos no desespero e estaríamos perdidos. 



       Ao ler o seu livro, ficamos com a impressão de que o humanismo se abriu à diversidade ao longo do tempo. Mas até que ponto ele também passou a respeitar a natureza e outras formas de vida? 



    Hoje o movimento humanista enfatiza o fato de que a vida humana não pode ser vista isoladamente de outras formas de vida na Terra. Não faria sentido imaginar os humanos como almas puras e separadas, de alguma forma flutuando acima do resto da vida. Somos obviamente seres naturais, profundamente enraizados no mundo, e precisamos nutrir toda a rica biodiversidade que nos sustenta. Também temos uma responsabilidade moral para com o resto da vida. A ideia de que os humanistas só se preocupam com os humanos é um completo mal entendido; o oposto é verdadeiro. 



      Ao mesmo tempo, os humanistas também sabem que não podemos simplesmente rezar para nos salvar ou legar a responsabilidade a um poder maior. Nós causamos as emergências atuais e a única maneira de resolvê las é assumir a responsabilidade e aplicar as nossas habilidades para saná-las. Na verdade, temos as qualidades certas: somos tecnologicamente engenhosos, bons solucionadores de problemas e podemos até comunicar e colaborar bem quando realmente queremos. Basta ver como a comunidade científica internacional trabalha em conjunto para atingir seus objetivos. Mas a comunidade política internacional, nem tanto. O desafio é, de alguma forma, nos engajarmos a usar essas habilidades para alcançar tais metas. Eu gostaria de saber como fazer isso!”



(Adaptado de: veja.abril.com.br/coluna/conta-gotas/nao-podemos-nos-dar-ao-luxo-de-perder-a-esperanca-na decencia-humana).



Observe os trechos retirados do texto e depois marque a alternativa correta:



I. “[...] é um completo MAL-ENTENDIDO [...]”.



II. “Nós causamos as emergências atuais e a única maneira de resolvê-LAS é assumir a responsabilidade e aplicar as nossas habilidades para saná-LAS.”



III. “[...] cairíamos no desespero e estaríamos perdidos.”



IV. “Existem hoje muitas forças contra o humanismo, DAS QUAIS as mais óbvias são instituições religiosas [...]”.

Alternativas
Q3725738 Português

Leia o texto 1 e depois responda à questão.


TEXTO 1


    O texto abaixo é um trecho de uma entrevista de escritora Sarah Bakewell, autora de Humanamente possível, publicado pela editora Objetiva. O livro trata das ideias humanistas ao longo da história e de pensadores dessa linha filosófica. Leia o trecho abaixo e depois responda às questões: 



       “Qual é a maior ameaça ao legado humanista hoje?



     A visão de mundo humanista nunca irá simplesmente “vencer” uma discussão histórica e permanecer incontestada. É uma batalha que nunca termina. Existem hoje muitas forças contra o humanismo, das quais as mais óbvias são instituições religiosas de alto controle, especialmente onde ganham poder político. Além disso, temos os populistas autoritários, que muitas vezes recorrem a ideias conservadoras para reforçar o seu poder – sem necessariamente acreditar sinceramente nelas. A exemplo de outras pessoas, tenho dificuldade em manter o meu otimismo neste momento, olhando para os acontecimentos no mundo, mas não podemos nos dar ao luxo de perder a esperança na decência e na moralidade humana. Caso contrário, cairíamos no desespero e estaríamos perdidos. 



       Ao ler o seu livro, ficamos com a impressão de que o humanismo se abriu à diversidade ao longo do tempo. Mas até que ponto ele também passou a respeitar a natureza e outras formas de vida? 



    Hoje o movimento humanista enfatiza o fato de que a vida humana não pode ser vista isoladamente de outras formas de vida na Terra. Não faria sentido imaginar os humanos como almas puras e separadas, de alguma forma flutuando acima do resto da vida. Somos obviamente seres naturais, profundamente enraizados no mundo, e precisamos nutrir toda a rica biodiversidade que nos sustenta. Também temos uma responsabilidade moral para com o resto da vida. A ideia de que os humanistas só se preocupam com os humanos é um completo mal entendido; o oposto é verdadeiro. 



      Ao mesmo tempo, os humanistas também sabem que não podemos simplesmente rezar para nos salvar ou legar a responsabilidade a um poder maior. Nós causamos as emergências atuais e a única maneira de resolvê las é assumir a responsabilidade e aplicar as nossas habilidades para saná-las. Na verdade, temos as qualidades certas: somos tecnologicamente engenhosos, bons solucionadores de problemas e podemos até comunicar e colaborar bem quando realmente queremos. Basta ver como a comunidade científica internacional trabalha em conjunto para atingir seus objetivos. Mas a comunidade política internacional, nem tanto. O desafio é, de alguma forma, nos engajarmos a usar essas habilidades para alcançar tais metas. Eu gostaria de saber como fazer isso!”



(Adaptado de: veja.abril.com.br/coluna/conta-gotas/nao-podemos-nos-dar-ao-luxo-de-perder-a-esperanca-na decencia-humana).



Sobre o texto 1, é incorreto afirmar:
Alternativas
Q3725737 Português

Leia o texto 1 e depois responda à questão.


TEXTO 1


    O texto abaixo é um trecho de uma entrevista de escritora Sarah Bakewell, autora de Humanamente possível, publicado pela editora Objetiva. O livro trata das ideias humanistas ao longo da história e de pensadores dessa linha filosófica. Leia o trecho abaixo e depois responda às questões: 



       “Qual é a maior ameaça ao legado humanista hoje?



     A visão de mundo humanista nunca irá simplesmente “vencer” uma discussão histórica e permanecer incontestada. É uma batalha que nunca termina. Existem hoje muitas forças contra o humanismo, das quais as mais óbvias são instituições religiosas de alto controle, especialmente onde ganham poder político. Além disso, temos os populistas autoritários, que muitas vezes recorrem a ideias conservadoras para reforçar o seu poder – sem necessariamente acreditar sinceramente nelas. A exemplo de outras pessoas, tenho dificuldade em manter o meu otimismo neste momento, olhando para os acontecimentos no mundo, mas não podemos nos dar ao luxo de perder a esperança na decência e na moralidade humana. Caso contrário, cairíamos no desespero e estaríamos perdidos. 



       Ao ler o seu livro, ficamos com a impressão de que o humanismo se abriu à diversidade ao longo do tempo. Mas até que ponto ele também passou a respeitar a natureza e outras formas de vida? 



    Hoje o movimento humanista enfatiza o fato de que a vida humana não pode ser vista isoladamente de outras formas de vida na Terra. Não faria sentido imaginar os humanos como almas puras e separadas, de alguma forma flutuando acima do resto da vida. Somos obviamente seres naturais, profundamente enraizados no mundo, e precisamos nutrir toda a rica biodiversidade que nos sustenta. Também temos uma responsabilidade moral para com o resto da vida. A ideia de que os humanistas só se preocupam com os humanos é um completo mal entendido; o oposto é verdadeiro. 



      Ao mesmo tempo, os humanistas também sabem que não podemos simplesmente rezar para nos salvar ou legar a responsabilidade a um poder maior. Nós causamos as emergências atuais e a única maneira de resolvê las é assumir a responsabilidade e aplicar as nossas habilidades para saná-las. Na verdade, temos as qualidades certas: somos tecnologicamente engenhosos, bons solucionadores de problemas e podemos até comunicar e colaborar bem quando realmente queremos. Basta ver como a comunidade científica internacional trabalha em conjunto para atingir seus objetivos. Mas a comunidade política internacional, nem tanto. O desafio é, de alguma forma, nos engajarmos a usar essas habilidades para alcançar tais metas. Eu gostaria de saber como fazer isso!”



(Adaptado de: veja.abril.com.br/coluna/conta-gotas/nao-podemos-nos-dar-ao-luxo-de-perder-a-esperanca-na decencia-humana).



Sobre o texto 1, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3725446 Português

Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)

 

Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.

Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.

Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.

Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.

Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.

E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.

Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.

 

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025

“Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor” (6º parágrafo). A oração em destaque classifica-se como subordinada:
Alternativas
Q3725445 Português

Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)

 

Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.

Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.

Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.

Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.

Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.

E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.

Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.

 

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025

“E aqui vai um recado aos políticos” (6º parágrafo). O elemento mórfico destacado cumpre a mesma função do elemento destacado em:  
Alternativas
Q3725444 Português

Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)

 

Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.

Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.

Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.

Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.

Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.

E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.

Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.

 

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025

“Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável” (5º parágrafo). Nesse trecho, os dois-pontos cumprem o papel de: 
Alternativas
Q3725443 Português

Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)

 

Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.

Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.

Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.

Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.

Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.

E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.

Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.

 

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025

“Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte” (4º parágrafo). Os dois verbos destacados estão flexionados, respectivamente:
Alternativas
Q3725442 Português

Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)

 

Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.

Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.

Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.

Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.

Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.

E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.

Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.

 

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025

Em “Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras” (2º parágrafo), as três palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como:
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Q3725441 Português

Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)

 

Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.

Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.

Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.

Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.

Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.

E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.

Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.

 

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025

“Mesmo com o avanço da internet, do ‘streaming’ e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros” (1º parágrafo). A expressão sublinhada tem valor: 
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Q3725440 Português

Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)

 

Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.

Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.

Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.

Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.

Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.

E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.

Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.

 

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025

Quanto aos gêneros do discurso, o texto é um exemplo de: 
Alternativas
Q3725439 Português

Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)

 

Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.

Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.

Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.

Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.

Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.

E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.

Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.

 

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025

O argumento final do texto (“E enquanto houver gente querendo ser ouvida...”) cumpre uma determinada função dentro da estrutura argumentativa, que é: 
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Q3725438 Português

Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)

 

Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.

Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.

Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.

Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.

Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.

E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.

Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.

 

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025

Acerca do futuro do rádio, a principal ideia defendida pelo texto é a de que: 
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Q3725437 Português

Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)

 

Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.

Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.

Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.

Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.

Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.

E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.

Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.

 

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025

“O rádio não morre, se reinventa sempre” (título). Essa frase, no contexto do texto, é usada para:  
Alternativas
Q3725355 Português

Texto 2: A Linguística e o Ensino da Língua Portuguesa no Brasil: Uma Visão Crítica

 

O ensino da Língua Portuguesa, é praticamente um consenso no meio educacional brasileiro, apresenta-se, em geral, insatisfatório, improdutivo, não propiciando a formação de leitores e produtores textuais proficientes, afinal, o seu objetivo central. Que interesse, que estímulo pode ter, então, tal ensino para professores e alunos? A não ser para professores que se rejubilem, se sintam realizados, só porque suas turmas estão classificando com acerto, por exemplo, as orações coordenadas, numa prática, não obstante, frequentemente mecânica. A simples presença de um “mas”, numa frase, conduziria o aluno ao emprego do termo gramatical correspondente: oração coordenada adversativa.

Trata-se, evidentemente, de uma análise que, se bem que seja útil como meio de comprovação, mostra-se insuficiente, redutora, muitas vezes, na apreensão do sentido da oração na frase em que ocorre. Procedendo deste modo, teríamos análises idênticas para a oração coordenada em frases como “Ele agrediu o vizinho, mas foi por justa causa” e “Foi por justa causa, mas ele agrediu o vizinho”, quando, na verdade, a estruturação semântica das duas é oposta, porque os pontos de vista argumentativos são opostos. Em uma análise gramatical plena, deve-se apreender sempre o intento, o sentir do falante, de maneira a distinguir acepções textuais ou sentidos diversos, como no caso do “mas”, em enunciados com as mesmas unidades linguísticas.

Convive-se, desta maneira, com um ensino que, em geral, não cultua a prática reflexiva da língua, o seu domínio, em suas variedades e em seus modos diversos de dizer, que não motiva, assim, o gosto pelo seu estudo, pela leitura compreensiva de seus textos e pela produção constante destes, compartimentado em aulas de redação, aulas de exercícios de gramática normativa, ou descritiva, e aulas de leitura, que parece longe, cada vez mais, de contribuir, por exemplo, para o florescer do sentimento poético dos estudantes, tão fundamental na formação de uma cidadania integral.

Lamentável tal situação, quando se tem a compreensão de a linguagem ser imprescindível para a definição do homem. Possuidor da palavra é que o homem torna-se senhor do mundo da natureza e do mundo dos espíritos, como enfatiza o instigante linguista italiano Antonino Pagliaro, ou, como assevera Coseriu, a linguagem é o primeiro fenômeno da liberdade do homem (...). O homem vive em um mundo linguístico que ele mesmo criou como ser histórico. Pode-se ter objeto mais fascinante de estudo?

Ao fazer, já ao final do curso de graduação, indagações aos alunos sobre aspectos básicos do fenômeno linguístico, tinha, frequentemente, surpresas desagradáveis (por exemplo, a gíria ser identificada como linguagem desleixada, ou com a fala de quem não tem bom domínio da língua). Como é profundamente constrangedor, já ressaltei em outro texto, ouvir um professor de português opinar sobre assuntos linguísticos correntes como se leigo fosse, através, por exemplo, de julgamentos como “o português é uma língua complexa e de aquisição difícil”.

CARLOS EDUARDO FALCÃO UCHÔA

Adaptado de revistaconfluencia.org.br.
Critérios mórficos, sintáticos e semânticos devem ser considerados na classificação gramatical das palavras.
A palavra “como”, por exemplo, usada quatro vezes no último parágrafo, assume valor adverbial em: 
Alternativas
Respostas
19301: D
19302: E
19303: B
19304: A
19305: C
19306: D
19307: C
19308: C
19309: A
19310: A
19311: C
19312: B
19313: A
19314: D
19315: B
19316: A
19317: D
19318: C
19319: D
19320: B