Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3796788 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


No Pará, Ministério da Saúde reforça assistência na Terra Indígena Zo'é com atendimentos especializados, vacinação e acordo de cooperação


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou neste sábado (29) das ações do programa Agora Tem Especialistas no território da etnia Zo'é, no município de Óbidos, no Pará. Durante a visita, foi assinado um termo de cooperação com a Fundação Dieter Morszeck para ampliar iniciativas conjuntas com o DSEI Guamá-Tocantins, voltadas à promoção, prevenção e assistência à saúde das populações indígenas do Baixo Amazonas.


A parceria prevê o uso de aeronaves especializadas e equipes médicas e técnicas qualificadas para transporte de pacientes em situações de urgência e emergência, além de apoio logístico ao envio de insumos, medicamentos, vacinas e profissionais de saúde. Também inclui suporte às ações em territórios de difícil acesso. Para fortalecer a assistência, o Ministério da Saúde doará equipamentos como raio-X portátil, eletrocardiógrafo portátil e analisador POC para hemograma.


No território, o ministro também acompanhou a segunda etapa da ação para realizar colecistectomias por videolaparoscopia dentro da própria comunidade indígena, iniciada em agosto. A estratégia busca evitar riscos e complicações associados ao transporte dos pacientes para centros urbanos. A iniciativa reúne esforços técnicos da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), da Fundação Dieter Morszeck e da ONG Zo'é.


A etapa atual ocorre entre 29 de novembro e 1º de dezembro de 2025, beneficiando cinco pacientes da etnia. Ao menos dez profissionais participam da atividade, entre enfermeiros, médicos, anestesiologistas, cirurgiões, pneumologista e outros especialistas.


https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/novembro/no-para-ministerio-da-saude-reforca-assistencia-na-terra-indigena-zoe-com-atendimentos-especializado-vacinacao-e-acordo-de-cooperacao-fragmento-adaptado


"Durante a visita, foi assinado um termo de cooperação com a Fundação Dieter Morszeck para ampliar iniciativas conjuntas com o DSEI Guamá-Tocantins, voltadas à promoção, prevenção e assistência à saúde das populações indígenas do Baixo Amazonas."

O vocábulo 'Guamá-Tocantins' está grafado com hífen adequadamente, assim como os das alternativas a seguir, EXCETO:
Alternativas
Q3796787 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


No Pará, Ministério da Saúde reforça assistência na Terra Indígena Zo'é com atendimentos especializados, vacinação e acordo de cooperação


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou neste sábado (29) das ações do programa Agora Tem Especialistas no território da etnia Zo'é, no município de Óbidos, no Pará. Durante a visita, foi assinado um termo de cooperação com a Fundação Dieter Morszeck para ampliar iniciativas conjuntas com o DSEI Guamá-Tocantins, voltadas à promoção, prevenção e assistência à saúde das populações indígenas do Baixo Amazonas.


A parceria prevê o uso de aeronaves especializadas e equipes médicas e técnicas qualificadas para transporte de pacientes em situações de urgência e emergência, além de apoio logístico ao envio de insumos, medicamentos, vacinas e profissionais de saúde. Também inclui suporte às ações em territórios de difícil acesso. Para fortalecer a assistência, o Ministério da Saúde doará equipamentos como raio-X portátil, eletrocardiógrafo portátil e analisador POC para hemograma.


No território, o ministro também acompanhou a segunda etapa da ação para realizar colecistectomias por videolaparoscopia dentro da própria comunidade indígena, iniciada em agosto. A estratégia busca evitar riscos e complicações associados ao transporte dos pacientes para centros urbanos. A iniciativa reúne esforços técnicos da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), da Fundação Dieter Morszeck e da ONG Zo'é.


A etapa atual ocorre entre 29 de novembro e 1º de dezembro de 2025, beneficiando cinco pacientes da etnia. Ao menos dez profissionais participam da atividade, entre enfermeiros, médicos, anestesiologistas, cirurgiões, pneumologista e outros especialistas.


https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/novembro/no-para-ministerio-da-saude-reforca-assistencia-na-terra-indigena-zoe-com-atendimentos-especializado-vacinacao-e-acordo-de-cooperacao-fragmento-adaptado


"A estratégia busca evitar riscos e complicações associados ao transporte dos pacientes para centros urbanos."

Quanto à regência das formas nominais e verbais empregadas no trecho, julgue as afirmativas:

I.A regência de 'buscar' está incorreta, pois esse verbo exige complemento regido pela preposição 'por', sendo o correto 'busca por evitar riscos'.

II.O verbo 'buscar' é transitivo direto, motivo pelo qual 'evitar riscos e complicações' funciona como objeto direto.

III.A preposição 'a' na expressão 'ao transporte' relaciona-se ao termo 'associados', que exige complemento preposicionado.

IV.O verbo 'buscar' quando empregado no sentido de 'recorrer a si próprio', pode ser pronominal, como em 'Buscou-se, tentando encontrar uma saída para sua vida'.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3796717 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

Em relação ao uso do hífen, a palavra "meio-dia" em "Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar" está escrita corretamente assim como a palavra em destaque na seguinte frase:
Alternativas
Q3796716 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

Pensando na história, qual é a importância do encontro do narrador com a menina para o desenvolvimento do texto?
Alternativas
Q3796714 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

A metáfora presente em "com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras" contribui para: 
Alternativas
Q3796713 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

Analise a justificativa de acentuação de algumas palavras encontradas no texto. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)CÉU - Acentuam -se com acento agudo as palavras oxítonas com os ditongos abertos grafados -éi, éu ou ói, podendo estes dois últimos ser seguidos ou não de -s.
(__)DIFÍCIL - Recebem acento agudo as palavras paroxítonas que apresentam, na sílaba tônica, as vogais abertas grafadas aeo e ainda i ou u e que terminam em -l, -n, -r, -x e -ps , assim como, salvo raras exceções, as respectivas formas do plural, algumas das quais passam a proparoxítonas.
(__)PARECÍAMOS - As vogais tônicas grafadas i e u das palavras oxítonas e paroxítonas levam acento agudo quando antecedidas de uma vogal com que não formam ditongo e desde que não constituam sílaba com a eventual consoante seguinte, excetuando o caso de s.

Assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo:
Alternativas
Q3796712 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

Na frase "Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele", a palavra "porque" foi usada para:
Alternativas
Q3796711 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

No final do texto, o narrador afirma: "não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim".

Essa frase mostra que o narrador aprendeu que: 
Alternativas
Q3796710 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

De acordo com o texto, o narrador passa por uma mudança importante em relação à forma como se vê e como acha que as pessoas o veem. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3796709 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

Na frase "Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente", foi usada a vírgula depois da expressão "Ao meio-dia" para:
Alternativas
Q3796708 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

No período "Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil", assinale a função sintática e discursiva dos dois pontos segundo a norma culta e a análise textual.
Alternativas
Q3796692 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Encontro de memórias


Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.

O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.

Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.

Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória repousa — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.


Texto Adaptado

LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
Na frase "Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.", o uso da vírgula atende a exigências específicas da sintaxe da oração e da organização das estruturas coordenadas e subordinadas. Com base na análise normativa da pontuação, assinale a alternativa correta sobre o uso da vírgula nesse período.
Alternativas
Q3796691 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Encontro de memórias


Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.

O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.

Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.

Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória repousa — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.


Texto Adaptado

LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
Considerando a organização sintática do período e os princípios da análise oracional, assinale a alternativa que classifica corretamente a oração subordinada introduzida por "de que" em "É ali que a memória repousa — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel".
Alternativas
Q3796690 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Encontro de memórias


Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.

O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.

Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.

Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória repousa — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.


Texto Adaptado

LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
Em relação às orações "O empregado não saiu porque o patrão também não estava lá" e "O aluno não foi à escola porque o professor não o esperava", analise o uso da conjunção "porque" nas duas construções.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3796689 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Encontro de memórias


Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.

O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.

Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.

Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória repousa — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.


Texto Adaptado

LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
No trecho "Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias", a disposição dos elementos da oração contribui para efeitos de foco e progressão discursiva. Com base nas operações sintáticas de ordem direta e inversa e seus efeitos semânticos e estilísticos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3796688 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Encontro de memórias


Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.

O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.

Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.

Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória repousa — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.


Texto Adaptado

LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
A partir da análise do texto "Encontro de memórias" e considerando os princípios da coerência textual e da progressão temática, avalie as alternativas a seguir quanto à adequação interpretativa ao processo de construção do sentido. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3796687 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Encontro de memórias


Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.

O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.

Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.

Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória repousa — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.


Texto Adaptado

LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
No trecho "O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa.", é possível aplicar diferentes operações sintáticas (deslocamento, substituição, modificação e correção), sem comprometer a correção gramatical e o sentido original. Assinale a alternativa em que a operação aplicada está correta, de acordo com os princípios normativos da gramática do português.
Alternativas
Q3796686 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Encontro de memórias


Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.

O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.

Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.

Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória repousa — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.


Texto Adaptado

LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
Com base no texto "Encontro de memórias", analise as construções discursivas presentes e assinale a alternativa que expressa corretamente uma inferência semanticamente legítima, coerente com a macroestrutura textual e com a perspectiva enunciativa adotada pelo narrador.
Alternativas
Q3796685 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Encontro de memórias


Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.

O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.

Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.

Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória repousa — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.


Texto Adaptado

LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
A partir da leitura e análise do texto "Encontro de memórias", identifique a tipologia predominante da construção textual e assinale a alternativa que apresenta, com base nos estudos linguísticos e na teoria dos gêneros e tipos textuais, a descrição adequada a essa tipologia.
Alternativas
Q3796683 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Encontro de memórias


Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.

O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.

Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.

Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória repousa — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.


Texto Adaptado

LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
O excerto "Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim." apresenta diferentes recursos linguísticos responsáveis pela construção da textualidade. Considerando os princípios de coesão e coerência textual, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
18641: B
18642: D
18643: E
18644: A
18645: E
18646: E
18647: B
18648: B
18649: A
18650: E
18651: D
18652: C
18653: A
18654: E
18655: C
18656: E
18657: A
18658: A
18659: D
18660: D