Questões de Concurso Comentadas sobre português

Foram encontradas 197.620 questões

Q3797834 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Estratégias didáticas para o ensino de leitura


O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação do leitor com as exigências impostas pelos ambientes digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens, suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não apenas decodificar palavras, mas interpretar textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas assumem papel central na construção de competências leitoras compatíveis com a complexidade das práticas sociais de leitura.

Antes da leitura, a mediação docente deve promover a ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de sentidos e a análise dos elementos que compõem a materialidade do texto, como título, imagens, organização gráfica e recursos visuais. Essas ações contribuem para que o leitor formule hipóteses, estabeleça expectativas e compreenda, desde o início, as condições de produção e circulação do texto. Trata-se de um momento essencial para situar a leitura em seu contexto sociocomunicativo.

Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o acompanhamento da progressão temática, a identificação das ideias centrais, a análise dos mecanismos de coesão e a interpretação das relações estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o professor atua como mediador, orientando percursos interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do aluno.

Após a leitura, as práticas devem favorecer a sistematização dos sentidos construídos, por meio de sínteses, debates, comparações entre textos, produção de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes, o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante compreenda a leitura como prática social situada, vinculada a finalidades específicas.

No contexto dos multiletramentos, as estratégias didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores competentes implica prepará-los para lidar com a sobrecarga informacional e com a diversidade de discursos que circulam na sociedade contemporânea.

s estratégias didáticas, portanto, não se configuram como procedimentos isolados, mas como práticas integradas a uma concepção de leitura como atividade cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o ensino da leitura de forma intencional, progressiva e articulada às demandas dos novos contextos comunicativos, o professor contribui para a formação de sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar, avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida social


(COSCARELLI, 2021). COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado.
Assim, formar leitores competentes implica "prepará-los para lidar com a sobrecarga informacional e com a diversidade de discursos que circulam na sociedade contemporânea".
Em relação às orações, é CORRETO afirmar que, no período, a oração destacada exerce a função de:
Alternativas
Q3797833 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Estratégias didáticas para o ensino de leitura


O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação do leitor com as exigências impostas pelos ambientes digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens, suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não apenas decodificar palavras, mas interpretar textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas assumem papel central na construção de competências leitoras compatíveis com a complexidade das práticas sociais de leitura.

Antes da leitura, a mediação docente deve promover a ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de sentidos e a análise dos elementos que compõem a materialidade do texto, como título, imagens, organização gráfica e recursos visuais. Essas ações contribuem para que o leitor formule hipóteses, estabeleça expectativas e compreenda, desde o início, as condições de produção e circulação do texto. Trata-se de um momento essencial para situar a leitura em seu contexto sociocomunicativo.

Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o acompanhamento da progressão temática, a identificação das ideias centrais, a análise dos mecanismos de coesão e a interpretação das relações estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o professor atua como mediador, orientando percursos interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do aluno.

Após a leitura, as práticas devem favorecer a sistematização dos sentidos construídos, por meio de sínteses, debates, comparações entre textos, produção de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes, o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante compreenda a leitura como prática social situada, vinculada a finalidades específicas.

No contexto dos multiletramentos, as estratégias didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores competentes implica prepará-los para lidar com a sobrecarga informacional e com a diversidade de discursos que circulam na sociedade contemporânea.

s estratégias didáticas, portanto, não se configuram como procedimentos isolados, mas como práticas integradas a uma concepção de leitura como atividade cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o ensino da leitura de forma intencional, progressiva e articulada às demandas dos novos contextos comunicativos, o professor contribui para a formação de sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar, avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida social


(COSCARELLI, 2021). COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado.

"...textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação."



Em relação à estrutura de palavras dos termos destacados, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3797832 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Estratégias didáticas para o ensino de leitura


O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação do leitor com as exigências impostas pelos ambientes digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens, suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não apenas decodificar palavras, mas interpretar textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas assumem papel central na construção de competências leitoras compatíveis com a complexidade das práticas sociais de leitura.

Antes da leitura, a mediação docente deve promover a ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de sentidos e a análise dos elementos que compõem a materialidade do texto, como título, imagens, organização gráfica e recursos visuais. Essas ações contribuem para que o leitor formule hipóteses, estabeleça expectativas e compreenda, desde o início, as condições de produção e circulação do texto. Trata-se de um momento essencial para situar a leitura em seu contexto sociocomunicativo.

Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o acompanhamento da progressão temática, a identificação das ideias centrais, a análise dos mecanismos de coesão e a interpretação das relações estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o professor atua como mediador, orientando percursos interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do aluno.

Após a leitura, as práticas devem favorecer a sistematização dos sentidos construídos, por meio de sínteses, debates, comparações entre textos, produção de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes, o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante compreenda a leitura como prática social situada, vinculada a finalidades específicas.

No contexto dos multiletramentos, as estratégias didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores competentes implica prepará-los para lidar com a sobrecarga informacional e com a diversidade de discursos que circulam na sociedade contemporânea.

s estratégias didáticas, portanto, não se configuram como procedimentos isolados, mas como práticas integradas a uma concepção de leitura como atividade cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o ensino da leitura de forma intencional, progressiva e articulada às demandas dos novos contextos comunicativos, o professor contribui para a formação de sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar, avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida social


(COSCARELLI, 2021). COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado.
"Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos".

Em relação ao período composto por coordenação presente no trecho destacado, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3797831 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Estratégias didáticas para o ensino de leitura


O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação do leitor com as exigências impostas pelos ambientes digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens, suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não apenas decodificar palavras, mas interpretar textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas assumem papel central na construção de competências leitoras compatíveis com a complexidade das práticas sociais de leitura.

Antes da leitura, a mediação docente deve promover a ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de sentidos e a análise dos elementos que compõem a materialidade do texto, como título, imagens, organização gráfica e recursos visuais. Essas ações contribuem para que o leitor formule hipóteses, estabeleça expectativas e compreenda, desde o início, as condições de produção e circulação do texto. Trata-se de um momento essencial para situar a leitura em seu contexto sociocomunicativo.

Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o acompanhamento da progressão temática, a identificação das ideias centrais, a análise dos mecanismos de coesão e a interpretação das relações estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o professor atua como mediador, orientando percursos interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do aluno.

Após a leitura, as práticas devem favorecer a sistematização dos sentidos construídos, por meio de sínteses, debates, comparações entre textos, produção de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes, o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante compreenda a leitura como prática social situada, vinculada a finalidades específicas.

No contexto dos multiletramentos, as estratégias didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores competentes implica prepará-los para lidar com a sobrecarga informacional e com a diversidade de discursos que circulam na sociedade contemporânea.

s estratégias didáticas, portanto, não se configuram como procedimentos isolados, mas como práticas integradas a uma concepção de leitura como atividade cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o ensino da leitura de forma intencional, progressiva e articulada às demandas dos novos contextos comunicativos, o professor contribui para a formação de sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar, avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida social


(COSCARELLI, 2021). COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado.
O ensino da leitura, "na contemporaneidade", enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação "do leitor" com as exigências impostas pelos ambientes digitais.

Em relação às classes de palavras dos termos destacados, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3797830 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Estratégias didáticas para o ensino de leitura


O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação do leitor com as exigências impostas pelos ambientes digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens, suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não apenas decodificar palavras, mas interpretar textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas assumem papel central na construção de competências leitoras compatíveis com a complexidade das práticas sociais de leitura.

Antes da leitura, a mediação docente deve promover a ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de sentidos e a análise dos elementos que compõem a materialidade do texto, como título, imagens, organização gráfica e recursos visuais. Essas ações contribuem para que o leitor formule hipóteses, estabeleça expectativas e compreenda, desde o início, as condições de produção e circulação do texto. Trata-se de um momento essencial para situar a leitura em seu contexto sociocomunicativo.

Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o acompanhamento da progressão temática, a identificação das ideias centrais, a análise dos mecanismos de coesão e a interpretação das relações estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o professor atua como mediador, orientando percursos interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do aluno.

Após a leitura, as práticas devem favorecer a sistematização dos sentidos construídos, por meio de sínteses, debates, comparações entre textos, produção de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes, o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante compreenda a leitura como prática social situada, vinculada a finalidades específicas.

No contexto dos multiletramentos, as estratégias didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores competentes implica prepará-los para lidar com a sobrecarga informacional e com a diversidade de discursos que circulam na sociedade contemporânea.

s estratégias didáticas, portanto, não se configuram como procedimentos isolados, mas como práticas integradas a uma concepção de leitura como atividade cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o ensino da leitura de forma intencional, progressiva e articulada às demandas dos novos contextos comunicativos, o professor contribui para a formação de sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar, avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida social


(COSCARELLI, 2021). COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado.
A leitura em ambientes virtuais "exige" do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços.
Em relação à regência verbal do termo destacado, é CORRETO afirmar que o verbo "exige":
Alternativas
Q3797829 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Estratégias didáticas para o ensino de leitura


O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação do leitor com as exigências impostas pelos ambientes digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens, suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não apenas decodificar palavras, mas interpretar textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas assumem papel central na construção de competências leitoras compatíveis com a complexidade das práticas sociais de leitura.

Antes da leitura, a mediação docente deve promover a ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de sentidos e a análise dos elementos que compõem a materialidade do texto, como título, imagens, organização gráfica e recursos visuais. Essas ações contribuem para que o leitor formule hipóteses, estabeleça expectativas e compreenda, desde o início, as condições de produção e circulação do texto. Trata-se de um momento essencial para situar a leitura em seu contexto sociocomunicativo.

Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o acompanhamento da progressão temática, a identificação das ideias centrais, a análise dos mecanismos de coesão e a interpretação das relações estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o professor atua como mediador, orientando percursos interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do aluno.

Após a leitura, as práticas devem favorecer a sistematização dos sentidos construídos, por meio de sínteses, debates, comparações entre textos, produção de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes, o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante compreenda a leitura como prática social situada, vinculada a finalidades específicas.

No contexto dos multiletramentos, as estratégias didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores competentes implica prepará-los para lidar com a sobrecarga informacional e com a diversidade de discursos que circulam na sociedade contemporânea.

s estratégias didáticas, portanto, não se configuram como procedimentos isolados, mas como práticas integradas a uma concepção de leitura como atividade cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o ensino da leitura de forma intencional, progressiva e articulada às demandas dos novos contextos comunicativos, o professor contribui para a formação de sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar, avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida social


(COSCARELLI, 2021). COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado.
Práticas discursivas que envolvem a apresentação de conceitos, a organização lógica das ideias e a definição de finalidades comunicativas permitem identificar a função da linguagem que orienta a construção de um texto, especialmente quando ele se volta à exposição de conteúdos e à análise de processos, como ocorre no texto-base sobre estratégias de leitura.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3797821 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos


Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.
Texto-base apresenta a trajetória de uma revista infantil que marcou a história da leitura no Brasil, destacando seu papel formativo, cultural e educacional ao longo de várias décadas.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3797820 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos


Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.
Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista "cumpriu" um papel informal no processo educacional da sociedade.

Em relação à regência verbal, é CORRETO afirmar que o verbo destacado funciona como verbo
Alternativas
Q3797819 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos


Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.
A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.

Em relação ao mecanismo de coesão textual empregado na articulação entre os períodos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3797818 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos


Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.
Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar "às escolas", formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Em relação ao sinal indicativo de crase na expressão destacada, é CORRETO afirmar que, nesta frase,
Alternativas
Q3797814 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos


Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.
Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, "adaptação brasileira de um personagem norte-americano".
Em relação à análise sintática do termo destacado, é CORRETO afirmar que o termo destacado trata-se de:
Alternativas
Q3797798 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

Pensando na história, qual é a importância do encontro do narrador com a menina para o desenvolvimento do texto?
Alternativas
Q3797797 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

Analise a justificativa de acentuação de algumas palavras encontradas no texto. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)CÉU - Acentuam -se com acento agudo as palavras oxítonas com os ditongos abertos grafados -éi, éu ou ói, podendo estes dois últimos ser seguidos ou não de -s.
(__)DIFÍCIL - Recebem acento agudo as palavras paroxítonas que apresentam, na sílaba tônica, as vogais abertas grafadas aeo e ainda i ou u e que terminam em -l, -n, -r, -x e -ps , assim como, salvo raras exceções, as respectivas formas do plural, algumas das quais passam a proparoxítonas.
(__)PARECÍAMOS - As vogais tônicas grafadas i e u das palavras oxítonas e paroxítonas levam acento agudo quando antecedidas de uma vogal com que não formam ditongo e desde que não constituam sílaba com a eventual consoante seguinte, excetuando o caso de s.

Assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo:
Alternativas
Q3797796 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

A metáfora presente em "com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras" contribui para:
Alternativas
Q3797795 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

Em relação ao uso do hífen, a palavra "meio-dia" em "Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar" está escrita corretamente assim como a palavra em destaque na seguinte frase:
Alternativas
Q3797794 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

Na frase "Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente", foi usada a vírgula depois da expressão "Ao meio-dia" para:
Alternativas
Q3797793 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

Observe a frase:

"Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais."

Nessa frase, a palavra "mais" foi usada corretamente porque:
Alternativas
Q3797792 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

Na frase "Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele", a palavra "porque" foi usada para: 
Alternativas
Q3797791 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

De acordo com o texto, o narrador passa por uma mudança importante em relação à forma como se vê e como acha que as pessoas o veem. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3797790 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

No período "Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil", assinale a função sintática e discursiva dos dois pontos segundo a norma culta e a análise textual.
Alternativas
Respostas
18461: D
18462: C
18463: A
18464: C
18465: D
18466: C
18467: C
18468: C
18469: D
18470: B
18471: D
18472: E
18473: C
18474: A
18475: C
18476: C
18477: E
18478: E
18479: A
18480: B